Faz um tempo que eu e o Hernán começamos na academia. Com toda seriedade, não faltávamos, comíamos saudável, etc. E esse negócio de exercício, fortalecer o assoalho pélvico e tudo que falam no YouTube deve ser verdade, porque nossa vida sexual tava a mil. Eu, em particular, vivia de pau duro o dia inteiro, e aproveitava cada momento livre pra me pendurar na piroca do gordinho.
Chegou o fim de semana e, claro, eu tava mais que feliz porque isso significava que íamos ter mais tempo livre e eu só pensava numa coisa... até que ele veio com a notícia de que a gente tinha que ir até o fim do mundo comemorar o aniversário de um tio que eu nem sabia quem era. E eu que tava esperando chegar em casa e botar ele de quatro, obviamente fiquei de mau humor pra caralho.
— Se você nunca vê ele, pra que aceita?
— São só umas horas, não fica bravo — ele disse.
Com cara de bunda (e com tesão), a gente foi pegar o trem vermelho que vai pra zona norte, já eram quase 9 da noite e não tinha ninguém na estação.
Subimos no trem e no vagão só tinha um casal. A gente sentou de costas pra eles, uns bancos mais atrás.
Passaram os vendedores típicos da Retiro e antes do trem arrancar eles desceram. Nem eles iam fazer essa viagem naquela hora.
A real é que eu tava super entediado, e o Hernán já tava quase dormindo. E a minha piroca tinha começado a acordar, não dava pra abrir mão da trepada de sexta-feira.
A gente tava quase sozinho, e os outros tavam olhando pra frente, então comecei a acariciar o volume dele. O Hernán continuava dormindo, mas o amigo já tinha começado a acordar, então enfiei a mão por dentro da calça e peguei ele. Aí ele acordou assustado.
— O que cê tá fazendo? — ele disse num sussurro. — Não vê que tem gente?
— Cala a boca — falei baixinho, e continuei tocando. A ereção completou.
— Vão nos ver.
— Se você continuar falando, vão nos ver. Cala a boca.
Tirei minha jaqueta e cobri o colo dele. Aí aproveitei e desabotoei a calça dele, a piroca dele tava durona pra caralho. Adorava sentir o pau dele tão duro na minha mão, e comecei a bater uma pra ele sem tirar a jaqueta de cima. Hernán mordeu os lábios e suspirou. Na estação seguinte, o casal desceu e ficamos sozinhos.
– Tá gostando, bebê? Fazia tempo que não ficava tão duro assim
– Para, vou gozar... ai, meu deus
– Olha como você me deixou, amor.
Quando eu ia tirar meu pau, a porta do vagão abriu, era um cara pedindo dinheiro. Ele se aproximou, mas eu não parei de bater uma pro Hernán debaixo da jaqueta.
– Moçada, desculpa incomodar... e começou o discurso pra pedir grana.
– É, tá foda isso aqui – falei. – A situação tá dura... e longa, vai explodir a qualquer hora.
– Por isso peço, amigos, uma ajuda.
Hernán tava vermelho. Do jeito que deu, puxou a carteira, abriu rápido e deu tudo que tinha, sem olhar.
– Ué, valeu, amigo...
– VAI PRA OUTRO VAGÃO AGORA! – Hernán falou meio gritando. O cara olhou estranho e foi embora.
– Filho da puta, você vai me fazer gozar! Caralho, tá escapando tudo!
Tirei a jaqueta, descobrindo o pau dele, e comecei a chupar. Ele empurrou minha cabeça pra baixo e se jogou pra trás, enquanto eu reboleava a cabeça na pica. Ele também mexia a cintura.
De repente, ele parou de se mexer.
– Amigo, você me deu seus documentos – ouvi.
E Hernán gozou. Foi só um leve espasmo, mas ele descarregou os ovos inteiros na minha boca.
Eu não sabia o que fazer, mas me levantei, e o cara tava ali com os documentos na mão. Hernán com o pau de fora e eu com a porra na boca. Olhei pra ele e, de uma vez, engoli tudo.
– V... Valeu – disse Hernán.
Chegou o fim de semana e, claro, eu tava mais que feliz porque isso significava que íamos ter mais tempo livre e eu só pensava numa coisa... até que ele veio com a notícia de que a gente tinha que ir até o fim do mundo comemorar o aniversário de um tio que eu nem sabia quem era. E eu que tava esperando chegar em casa e botar ele de quatro, obviamente fiquei de mau humor pra caralho.
— Se você nunca vê ele, pra que aceita?
— São só umas horas, não fica bravo — ele disse.
Com cara de bunda (e com tesão), a gente foi pegar o trem vermelho que vai pra zona norte, já eram quase 9 da noite e não tinha ninguém na estação.
Subimos no trem e no vagão só tinha um casal. A gente sentou de costas pra eles, uns bancos mais atrás.
Passaram os vendedores típicos da Retiro e antes do trem arrancar eles desceram. Nem eles iam fazer essa viagem naquela hora.
A real é que eu tava super entediado, e o Hernán já tava quase dormindo. E a minha piroca tinha começado a acordar, não dava pra abrir mão da trepada de sexta-feira.
A gente tava quase sozinho, e os outros tavam olhando pra frente, então comecei a acariciar o volume dele. O Hernán continuava dormindo, mas o amigo já tinha começado a acordar, então enfiei a mão por dentro da calça e peguei ele. Aí ele acordou assustado.
— O que cê tá fazendo? — ele disse num sussurro. — Não vê que tem gente?
— Cala a boca — falei baixinho, e continuei tocando. A ereção completou.
— Vão nos ver.
— Se você continuar falando, vão nos ver. Cala a boca.
Tirei minha jaqueta e cobri o colo dele. Aí aproveitei e desabotoei a calça dele, a piroca dele tava durona pra caralho. Adorava sentir o pau dele tão duro na minha mão, e comecei a bater uma pra ele sem tirar a jaqueta de cima. Hernán mordeu os lábios e suspirou. Na estação seguinte, o casal desceu e ficamos sozinhos.
– Tá gostando, bebê? Fazia tempo que não ficava tão duro assim
– Para, vou gozar... ai, meu deus
– Olha como você me deixou, amor.
Quando eu ia tirar meu pau, a porta do vagão abriu, era um cara pedindo dinheiro. Ele se aproximou, mas eu não parei de bater uma pro Hernán debaixo da jaqueta.
– Moçada, desculpa incomodar... e começou o discurso pra pedir grana.
– É, tá foda isso aqui – falei. – A situação tá dura... e longa, vai explodir a qualquer hora.
– Por isso peço, amigos, uma ajuda.
Hernán tava vermelho. Do jeito que deu, puxou a carteira, abriu rápido e deu tudo que tinha, sem olhar.
– Ué, valeu, amigo...
– VAI PRA OUTRO VAGÃO AGORA! – Hernán falou meio gritando. O cara olhou estranho e foi embora.
– Filho da puta, você vai me fazer gozar! Caralho, tá escapando tudo!
Tirei a jaqueta, descobrindo o pau dele, e comecei a chupar. Ele empurrou minha cabeça pra baixo e se jogou pra trás, enquanto eu reboleava a cabeça na pica. Ele também mexia a cintura.
De repente, ele parou de se mexer.
– Amigo, você me deu seus documentos – ouvi.
E Hernán gozou. Foi só um leve espasmo, mas ele descarregou os ovos inteiros na minha boca.
Eu não sabia o que fazer, mas me levantei, e o cara tava ali com os documentos na mão. Hernán com o pau de fora e eu com a porra na boca. Olhei pra ele e, de uma vez, engoli tudo.
– V... Valeu – disse Hernán.
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