Uns dias atrás, por exemplo, tava num restaurante comendo com duas amigas. Num dado momento, em vez de prestar atenção na conversa, minha mente foi completamente pra outro lado, pra dois garçons que tavam conversando. Imaginei coisas com eles que nem ouso contar em voz alta. Não consegui me segurar. Procurando algo que acalmasse essa urgência, fui no banheiro me masturbar. Funcionou por um tempo, até que senti a mesma fome de novo. Quando terminamos de comer, eu e a Sofia fomos pra casa dela. Precisava confessar o que tava rolando comigo e não queria que a outra soubesse. Meio na brincadeira, meio sério, depois de explicar a situação, falei:
— Acho que tô ficando viciada em sexo.
— Pra mim você tá exagerando — respondeu a Sofia —. Acho que você só tá descobrindo seu lado selvagem.
— Não tenho tanta certeza — retruquei com um tom amargo —. Acho que não é uma das minhas fases e que pode sair do controle. Às vezes me sinto culpada, como se tivesse fazendo algo errado, mesmo sabendo que não tem nada de errado em curtir meu corpo ou meus desejos. A sociedade sempre diz que a gente não devia querer tanto, que devia se conter. Mas e se eu quiser tudo e gostar de ser assim?
» Mas essa situação me assusta um pouco. Não quero que isso defina quem eu sou. Não quero que cada decisão que eu tome gire em torno dessa necessidade. Fico me perguntando se é vício se eu curto tanto, ou se só tô aprendendo a me conhecer. Não sei. Às vezes penso em buscar ajuda, falar com alguém que entenda, mas depois falo comigo mesma que talvez eu só precise de tempo pra encontrar um equilíbrio. Enquanto isso, me sinto presa entre o prazer e a dúvida, me perguntando se esse fogo que sinto é minha força ou minha fraqueza.
A Sofia ficou muda, sem saber o que dizer. Provavelmente não se via como alguém que entendesse. Desviou o assunto, sugerindo fazer uns smoothies gelados de frutas, e a conversa ficou no ar.
Lá pelas nove, quando tava indo pra casa com Intenção de tomar um banho e trocar de roupa antes de me encontrar com meu namorado, mas aconteceu uma coisa que ia jogar luz nas minhas divagações. Entrei no elevador, apertei o botão do térreo com um dedo preguiçoso e esperei, encostada de costas na parede do fundo. O trambolho tava meio escuro e com um cheiro de mofo misturado com desodorante barato que batia na cara como um soco. Segurei a respiração e, de novo, os dois garçons do restaurante vieram à minha mente. Na hora que as portas iam fechar, entrou um cara grandão de uns quarenta anos, com barba por fazer e um corpo que já foi de academia, mas agora tava mais barrigudo que outra coisa. Ele tava de bermuda, camiseta preta e uma sacola de supermercado pendurada na mão. Eu tava com uma legging branca tão justa que marcava até o último vinco, e o cabelo preso num rabo de cavalo meio solto que caía pelas costas. A gente se olhou por um segundo e se cumprimentou com aquele "oi" seco e automático de estranhos. O troço começou a descer. Ninguém falava nada, só se ouvia um chiado leve, o roçar da sacola plástica do cara e o mínimo estalo da minha legging toda vez que eu mudava o peso do corpo de uma perna pra outra. Mas aí, entre o nono e o oitavo andar, o trambolho deu um tranco brusco, as luzes piscaram como num pesadelo e parou de repente. — Porra, que merda! — soltei de mau humor, desconfiando que o cara tinha apertado o botão de emergência com as costas, mas medindo as palavras pra não errar. — É de foder com esse troço — disse o cara, largando a sacola no chão. — Parece que tá falhando de novo, e já é uma de tantas. Acho que dessa vez a gente se ferrou de vez — completou com um meio sorriso que me pareceu mais safado do que eu esperava numa hora dessas. Olhei ele de lado, reparando como a bermuda marcava um volume entre as pernas que não era nada mal pra um cara daquele jeito. Pinta de vagabundo.
—Pois é, tamo fudido mesmo —respondi, cruzando os braços e me apoiando na parede do elevador, movimento que fez meus peitos se apertarem contra a blusa como se quisessem escapar.
O cara nem disfarçou: cravou os olhos no meu decote como se fosse um mapa do tesouro.
—Pelo menos não fiquei preso com o gordo do 12A —brincou, inclinando-se um pouco na minha direção.
Mordi o lábio inferior, um treco que me sai sem querer quando tô nervosa ou com tesão, e nessa tarde, com o calor começando a apertar naquele cubículo de merda, era um pouco dos dois.
—Tá gostando do que vê ou só olhando por olhar? —soltei num tom que era meio desafio, meio convite.
O cara deu um passo na minha direção, encurtando a distância até nossos corpos quase se roçarem.
—Faz meses que te vejo no prédio com essa bunda de matar e pensando como seria meter a mão em você feito uma puta —confessou, com a voz grossa e os olhos brilhando como se tivesse imaginando a cena.
Eu não me esquivei; pelo contrário, levantei o queixo e encarei ele bem nos olhos.
—Então para de imaginar e bota a mão em mim, porque eu não mordo. Mas, dependendo de como você se comportar, pode ser que não escape de uma mordida ou outra —respondi, e isso foi como acender um pavio.
O cara não pensou duas vezes: plantou a mãozona na minha bunda, apertando tão forte que senti os dedos se cravarem na minha carne; a outra subiu pra um dos meus peitos, amassando por cima da blusa como se quisesse arrancá-la. Eu gemia de prazer e me contorcia igual uma cobra. O cara, me sentindo tão animada e disposta, murmurou que eu era uma gostosa de primeira e se grudou mais em mim, até eu sentir a pica dura contra minha coxa, mesmo através da bermuda.
Soltou um gritinho, surpresa com a rapidez que minha buceta tinha molhado com aquele contato tão bruto. Então, sem conseguir evitar, desci pra lama da vulgaridade garantindo que ele tinha um pau descomunal, e completei: que era um filho da puta e perguntando se eu usava ou só passeava, tudo isso enquanto enfiava a mão direita dentro da calça dele e pegava na pica dele. Senti ela grossa, quente e pulsando como se tivesse vida própria.
Minhas palavras foram espontâneas mas afiadas, tanto que machucaram o orgulho macho dele. Então, enquanto eu começava a bater uma pra ele com movimentos lentos mas firmes, ele garantiu num tom ameaçador que usava sim e que ia me foder até me partir no meio.
O calor no elevador subia a cada momento, e o ar estava ficando pesado, carregado de um cheiro de suor e tensão que deixava nós dois no limite. Eu apertei a pica dele um pouco mais, arrancando um gemido dele.
— Se continuar assim, vou gozar antes de começar — confessou o cara, mas eu só sorri feito uma safada e acelerei o ritmo.
Enfiados naquela putaria e com o elevador virado um forno do caralho, ele começou a se mover do nada, parou uns segundos depois e, por um milagre de merda, as portas se abriram. Do outro lado apareceu um cara magro mas sarado, jovem, com tatuagens nos braços e cara de malandro, daqueles que tão sempre tramando algo. Vestia uma regata preta e uma calça de moletom. Ao ver a cena, ficou de boca aberta, como se tivesse acabado de pegar os pais no meio do sexo.
— Caralho, pela puta que me pariu! — exclamou —. Que porra tá rolando aqui? — perguntou com uma mistura de surpresa e sacanagem que quebrou o clima.
O outro e eu ficamos parados uns segundos, mas reagi rápido.
— Rola se você entrar na festa que a gente tá montando — falei sem vergonha —. Qualquer coisa, mas não fica aí olhando com cara de otário — completei sem soltar a pica do outro, que ainda tava dura e quente na minha mão.
Agora, éramos três naquele cubículo de merda, onde o espaço, que já era pequeno, virou uma puta bagunça de corpos e respirações aceleradas.
Mesmo morando no mesmo prédio, os dois caras pareciam não se conhecer. Concluí que Devia ser assim mesmo porque o primeiro, enquanto continuava apalpando meus peitos como se fossem propriedade dele, questionou eu ter convidado o segundo.
Eu, já com a buceta encharcada e o coração a mil, fantasiando ter duas rolas melhor que uma, quis amenizar as coisas perguntando os nomes deles. O primeiro disse se chamar Carlos e o outro Javi.
— Já que somos amigos — falei com tom irônico e animado —, que haja paz porque tem pra nós dois.
Eles se olharam, resignados a dividir a presa como hienas famintas.
— Essa mina é uma máquina de putaria — disse Javi, baixando a calça só o suficiente pra mostrar a rola, comprida e dura, não tão grossa quanto a do Carlos, mas com uma curva que prometia se enfiar em lugares interessantes —. Por nada nesse mundo eu imaginava que hoje ia encontrar uma verdadeira gostosa. Olha o que tenho pra você — completou com a rola na mão, balançando de um lado pro outro, enquanto apertava com a outra o botão do último andar.
Não soube se ele fez isso pra prolongar o tempo ou se foi por acaso. Passei a língua nos lábios, mas também levantei a possibilidade de alguém nos pegar. Os dois se olharam, numa conversa silenciosa, tentando achar uma solução.
— Eu tenho um depósito daqueles que tem no terraço — disse Carlos —, mas preciso ir em casa pegar a chave.
— Então já que vai entrar em casa, porra, pega uns camisinhas — exigi, fazendo o sinal da cruz por não ter pensado nisso antes.
— Nunca uso com minha mulher, mas imagino que vou achar alguma revirando um pouco — respondeu Carlos.
— Desde o começo desconfiava que você era casado — falei com ar indiferente, sem dar muita importância pra esse novo detalhe. Também não quis saber da situação amorosa do Javi, tanto fazia pra mim.
Em menos de cinco minutos, a gente percorria o corredor comprido dos depósitos até que Carlos parou, abriu a porta do dele e entramos os três. Rapidamente me ajoelhei no chão, sem prestar atenção no que me rodeava, só me interessava Tirar os paus pra fora e deixar eles bem na minha cara. Peguei cada pau com uma mão e comecei a bater uma pra eles ao mesmo tempo, alternando olhares, como se decidisse por onde começar.
Resolvi começar pelo do Javi, o recém-descoberto, a novidade. Ele fechou os olhos enquanto eu apertava com força.
—Caralho, que mão essa Promíscua tem —murmurou quando comecei a bater uma pra ele—. Melhor você começar a chupar, porque tô prestes a estourar —completou, empurrando a bunda pra frente até colocar o pau na minha cara.
Passei a língua nos lábios e engoli o pau dele até a garganta, chupando com gosto sem soltar a mão, enquanto com a outra continuava batendo uma pro Carlos.
—Você chupa melhor que minha mulher, o que não me surpreende porque você é uma puta e ela é sem sal demais —afirmou Javi, ofegante, me segurando pelo rabo de cavalo e empurrando minha cabeça pra eu engolir inteiro uma vez atrás da outra.
—Cara, não monopoliza ela tanto, que eu também quero meter nessa boquinha de rabuda —protestou um impaciente Carlos, dando um toque no ombro do Javi como se estivessem dividindo uma cerveja.
Soltei uma risadinha de boca cheia, cuspi o pau do Javi e virei pro Carlos, engolindo o pau dele o máximo que pude enquanto batia uma pro outro com a mão livre.
—Vocês são uns porcos do caralho, mas me deixaram toda molhada —falei entre engasgos, enfiando uma mão dentro da legging pra me esfregar a buceta, que já tava escorrendo que nem torneira mal fechada.
—Olha como a rabuda se toca —disse Javi, com a voz tremendo de tão tarado que tava.
—Vamos te foder como você merece. Putas como você têm que ser fodidas com gosto —rosnou Carlos, fora de si, me levantando de um puxão e me virando contra a parede. Aí ele baixou minha legging e a calcinha fio dental com um movimento brusco, deixando minha bunda no ar e as pernas tremendo. Eu tava na mão dele, fraca e dominada por um desejo incontrolável.
Soltei um gemido forte e profundo quando ele me penetrou com meia estocada.
—Não para e mete mais, seu filho da puta —supliquei. apoiada com as mãos na parede, imitando o tom vulgar dele.
Carlos me deu gosto, fodendo minha buceta como um animal primitivo, provocando um barulho molhado que ecoava no cubículo fechado.
Javi ficou à minha direita, com o pau duro e brilhando de saliva.
— Chupa ele de novo enquanto o Carlos te fode — ordenou Javi, e eu, inclinando o tronco, obedeci.
O depósito era uma putaria só: gemidos, o chapinhar do pau de Carlos entrando e saindo da minha buceta, e os engasgos causados pelo pau de Javi quando ele fodiam minha boca.
— Essa puta vai nos deixar secos — disse Javi, com a voz entrecortada.
Carlos saiu da buceta e me deu um tapa na bunda que ardeu.
— Abre bem as pernas que vou te arrebentar — falou antes de cuspir na mão e me enfiar outra estocada até o fundo.
Soltei um grito de prazer e cravei as unhas nas coxas de Javi.
— Você é um filho da puta. Vai me partir com esse pauzão que você tem — ofeguei, enquanto ele investia num ritmo brutal que fazia meus joelhos tremerem.
— Continua chupando e não para, sua puta, que você me deixa louco — grunhiu Javi, segurando minha cabeça com as duas mãos, enfiando o pau até as lágrimas brotarem dos meus olhos e escorrerem pelas bochechas.
— Quero mais, seus bundões, gosto de ser fodida como uma puta — supliquei fora de mim, com a voz rouca, entre soluços de felicidade.
— Essa mina é a mais vagabunda que já comi — acrescentou Carlos, me dando um tapa na bunda que estalou como um chicote.
Javi não disse nada, só tirou minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos livres para amassá-los como se fossem massa de pão, antes de enfiar o pau de novo até a garganta.
— Adoro os peitos dessa puta, do jeito que eu gosto, com tamanho e volume perfeitos — garantiu Javi, brincando de agarrá-los, inclinado sobre minhas costas.
O ritmo era uma loucura. Carlos me empurrava como um touro, fazendo minha bunda quicar a cada golpe, enquanto Javi enfiava o pau tão fundo, que apenas me permitia respirar.
—Já que eu estreiei a buceta dela —disse Carlos enquanto saía de mim—, é justo que você estreie o cu dela, porque com certeza essa foxy gosta —completou, virando-se para Javi, enquanto enfiava dois dedos no meu cu.
—Não ia deixar vocês irem embora sem me arrebentarem —falei entre gemidos, angustiada por estar sem fôlego, tirando forças não sei de onde pra ficar de quatro no chão.
Rapidamente Javi se posicionou atrás de mim, excitado pela novidade, motivado por algo que não esperava. Colocou a cabeça do pau no meu buraquinho e foi ganhando profundidade aos poucos, de cócoras pra meter com energia.
Mal começou a me sodomizar, Carlos se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, forçando meus lábios a se abrirem com a cabeça.
Um na frente e outro atrás, os dois me comiam como campeões, principalmente o Javi, que arrancava berros do meu nariz enquanto me enrabava.
—Tava certo quando previ que você gosta de levar no cu —se gabou Carlos, enquanto me fodia a boca.
Eu apertava os lábios com força pra aumentar o prazer dele, olhando pro rosto dele, feliz porque a expressão dele era de pura alegria.
—Foi pura sorte —respondi cuspindo o pau dele, sem desviar o olhar dos olhos dele—. Essa é a terceira vez que enfiam no meu cu, mas hoje me sinto mais puta do que nunca e engulo a dor no começo.
—Vai se preparando então, porque você não escapa de eu também te enrabar, sua foxy do caralho —respondeu Carlos, enfiando o pauzão de novo na minha boca.
Eles me comeram desse jeito por pelo menos dez minutos. Foi brutal. Aí, enquanto eu recebia gostoso dos dois, tive certeza de que meu vício em sexo era absoluto. Eu tava realmente louca, implorando sem parar pra me comerem sem trégua.
O melhor de tudo foi quando trocaram de posição. Eu tinha mentido quando falei que era minha terceira vez levando por trás. Pensei que Dessa forma, elas se motivariam mais. Por isso, quando a pica do Carlos atravessou meu cu, gritei como se realmente estivesse me partindo ao meio. Depois, implorei para que me desse mais e mais.
— Essa puta é insaciável — garantiu Carlos —. Nunca conheci nenhuma mulher que implorasse pra levar no cu. Tô pensando em chamar uns colegas e deixar tão aberto que até um trem de carga entra.
Eu ri pra caralho da piada absurda dele.
— Não seria má ideia se eu não tivesse pressa — falei entre gemidos, enquanto olhava meu relógio de pulso.
— Por acaso tem algo melhor que isso te esperando? — perguntou Carlos, entre bufadas e grunhidos.
— Tenho que ir pra casa do meu namorado. Lá, ele e meu irmão tão me esperando pra me foder até eu ficar sem fôlego.
Carlos e Javi riram ao mesmo tempo, gargalhadas que ecoaram nas paredes do quarto.
— Você é realmente mais gostosa do que eu imaginava — disse Javi, com a pica entrando e sainda sem controle na minha boca.
— Não tiro uma vírgula, querido colega — completou Carlos, sem parar de rir, firme em destruir meu cu com as mãos agarradas na minha cintura —. Tem que ser muito puta, mas muito puta mesmo, pra transar com o namorado e o próprio irmão, mas quem sou eu pra questionar enquanto eu encho bem os chifres da minha mulher.
— Vou gozar. Não aguento mais — avisou Javi.
— Dá essa porra do seu gozo, filho da puta. Vai, goza na minha boca — implorei entre gemidos, vendo ele se masturbar na minha cara, abrindo a boca o máximo que podia pra receber o gozo.
Javi não demorou a soltar vários jatos grossos e mornos, uns na língua bem esticada, outros lá dentro. Depois, quando terminou de gozar, fiz um gesto com a boca pra cuspir tudo e engoli a pica de novo pra deixar ela brilhando.
Tava nessa, alheia ao resto, quando senti uma sensação estranha no cu. Carlos, o filho da puta, tava enchendo ele de esperma. Com pânico no rosto, lutando pra me livrar da pica dele, implorei pra ele parar, mas ele me impedia segurando minhas Quadris com uma força brutal.
Já não tinha mais jeito. Idiota que fui, minha mente ficou nublada depois da excitação inicial, tanto que nem percebi que estavam me comendo sem camisinha. Um erro imperdoável.
Não me restou alternativa a não ser esperar o Carlos terminar, repetindo sem parar que eles eram uns bastardos e jurando de pés juntos que aquilo nunca mais se repetiria.
Com esse ânimo, me vesti o mais rápido que pude e saí correndo daquele lugar como alma que o diabo leva. Mas, antes de entrar no elevador, abaixei minha legging e a tanga, me agachei no patamar e deixei escorrer o esperma que ainda estava no meu cu.
Por fim, já na rua, peguei um táxi pra ir pra casa. Tinha vergonha de pegar o ônibus e alguém notar a grande mancha de porra que tinha encharcado minha legging.
O desfecho final me impediu de fazer isso. Eu morreria de vergonha. Com esse tipo de assunto, não consigo improvisar ou mentir. Perceberiam que algo estranho turvava meu relato. A única que sabe desse ocorrido é minha amiga Sofia. Contei pra ela principalmente pra que entenda que não pretendo pisar no prédio dela por um bom tempo.
Mesmo assim, essa experiência, em parte desastrosa, não me impediu de me entregar a eles depois do jantar.
E é que já não posso negar: meu vício em sexo é uma evidência científica, algo a que não pretendo, nem quero renunciar, apesar de tudo.
— Acho que tô ficando viciada em sexo.
— Pra mim você tá exagerando — respondeu a Sofia —. Acho que você só tá descobrindo seu lado selvagem.
— Não tenho tanta certeza — retruquei com um tom amargo —. Acho que não é uma das minhas fases e que pode sair do controle. Às vezes me sinto culpada, como se tivesse fazendo algo errado, mesmo sabendo que não tem nada de errado em curtir meu corpo ou meus desejos. A sociedade sempre diz que a gente não devia querer tanto, que devia se conter. Mas e se eu quiser tudo e gostar de ser assim?
» Mas essa situação me assusta um pouco. Não quero que isso defina quem eu sou. Não quero que cada decisão que eu tome gire em torno dessa necessidade. Fico me perguntando se é vício se eu curto tanto, ou se só tô aprendendo a me conhecer. Não sei. Às vezes penso em buscar ajuda, falar com alguém que entenda, mas depois falo comigo mesma que talvez eu só precise de tempo pra encontrar um equilíbrio. Enquanto isso, me sinto presa entre o prazer e a dúvida, me perguntando se esse fogo que sinto é minha força ou minha fraqueza.
A Sofia ficou muda, sem saber o que dizer. Provavelmente não se via como alguém que entendesse. Desviou o assunto, sugerindo fazer uns smoothies gelados de frutas, e a conversa ficou no ar.
Lá pelas nove, quando tava indo pra casa com Intenção de tomar um banho e trocar de roupa antes de me encontrar com meu namorado, mas aconteceu uma coisa que ia jogar luz nas minhas divagações. Entrei no elevador, apertei o botão do térreo com um dedo preguiçoso e esperei, encostada de costas na parede do fundo. O trambolho tava meio escuro e com um cheiro de mofo misturado com desodorante barato que batia na cara como um soco. Segurei a respiração e, de novo, os dois garçons do restaurante vieram à minha mente. Na hora que as portas iam fechar, entrou um cara grandão de uns quarenta anos, com barba por fazer e um corpo que já foi de academia, mas agora tava mais barrigudo que outra coisa. Ele tava de bermuda, camiseta preta e uma sacola de supermercado pendurada na mão. Eu tava com uma legging branca tão justa que marcava até o último vinco, e o cabelo preso num rabo de cavalo meio solto que caía pelas costas. A gente se olhou por um segundo e se cumprimentou com aquele "oi" seco e automático de estranhos. O troço começou a descer. Ninguém falava nada, só se ouvia um chiado leve, o roçar da sacola plástica do cara e o mínimo estalo da minha legging toda vez que eu mudava o peso do corpo de uma perna pra outra. Mas aí, entre o nono e o oitavo andar, o trambolho deu um tranco brusco, as luzes piscaram como num pesadelo e parou de repente. — Porra, que merda! — soltei de mau humor, desconfiando que o cara tinha apertado o botão de emergência com as costas, mas medindo as palavras pra não errar. — É de foder com esse troço — disse o cara, largando a sacola no chão. — Parece que tá falhando de novo, e já é uma de tantas. Acho que dessa vez a gente se ferrou de vez — completou com um meio sorriso que me pareceu mais safado do que eu esperava numa hora dessas. Olhei ele de lado, reparando como a bermuda marcava um volume entre as pernas que não era nada mal pra um cara daquele jeito. Pinta de vagabundo.
—Pois é, tamo fudido mesmo —respondi, cruzando os braços e me apoiando na parede do elevador, movimento que fez meus peitos se apertarem contra a blusa como se quisessem escapar.
O cara nem disfarçou: cravou os olhos no meu decote como se fosse um mapa do tesouro.
—Pelo menos não fiquei preso com o gordo do 12A —brincou, inclinando-se um pouco na minha direção.
Mordi o lábio inferior, um treco que me sai sem querer quando tô nervosa ou com tesão, e nessa tarde, com o calor começando a apertar naquele cubículo de merda, era um pouco dos dois.
—Tá gostando do que vê ou só olhando por olhar? —soltei num tom que era meio desafio, meio convite.
O cara deu um passo na minha direção, encurtando a distância até nossos corpos quase se roçarem.
—Faz meses que te vejo no prédio com essa bunda de matar e pensando como seria meter a mão em você feito uma puta —confessou, com a voz grossa e os olhos brilhando como se tivesse imaginando a cena.
Eu não me esquivei; pelo contrário, levantei o queixo e encarei ele bem nos olhos.
—Então para de imaginar e bota a mão em mim, porque eu não mordo. Mas, dependendo de como você se comportar, pode ser que não escape de uma mordida ou outra —respondi, e isso foi como acender um pavio.
O cara não pensou duas vezes: plantou a mãozona na minha bunda, apertando tão forte que senti os dedos se cravarem na minha carne; a outra subiu pra um dos meus peitos, amassando por cima da blusa como se quisesse arrancá-la. Eu gemia de prazer e me contorcia igual uma cobra. O cara, me sentindo tão animada e disposta, murmurou que eu era uma gostosa de primeira e se grudou mais em mim, até eu sentir a pica dura contra minha coxa, mesmo através da bermuda.
Soltou um gritinho, surpresa com a rapidez que minha buceta tinha molhado com aquele contato tão bruto. Então, sem conseguir evitar, desci pra lama da vulgaridade garantindo que ele tinha um pau descomunal, e completei: que era um filho da puta e perguntando se eu usava ou só passeava, tudo isso enquanto enfiava a mão direita dentro da calça dele e pegava na pica dele. Senti ela grossa, quente e pulsando como se tivesse vida própria.
Minhas palavras foram espontâneas mas afiadas, tanto que machucaram o orgulho macho dele. Então, enquanto eu começava a bater uma pra ele com movimentos lentos mas firmes, ele garantiu num tom ameaçador que usava sim e que ia me foder até me partir no meio.
O calor no elevador subia a cada momento, e o ar estava ficando pesado, carregado de um cheiro de suor e tensão que deixava nós dois no limite. Eu apertei a pica dele um pouco mais, arrancando um gemido dele.
— Se continuar assim, vou gozar antes de começar — confessou o cara, mas eu só sorri feito uma safada e acelerei o ritmo.
Enfiados naquela putaria e com o elevador virado um forno do caralho, ele começou a se mover do nada, parou uns segundos depois e, por um milagre de merda, as portas se abriram. Do outro lado apareceu um cara magro mas sarado, jovem, com tatuagens nos braços e cara de malandro, daqueles que tão sempre tramando algo. Vestia uma regata preta e uma calça de moletom. Ao ver a cena, ficou de boca aberta, como se tivesse acabado de pegar os pais no meio do sexo.
— Caralho, pela puta que me pariu! — exclamou —. Que porra tá rolando aqui? — perguntou com uma mistura de surpresa e sacanagem que quebrou o clima.
O outro e eu ficamos parados uns segundos, mas reagi rápido.
— Rola se você entrar na festa que a gente tá montando — falei sem vergonha —. Qualquer coisa, mas não fica aí olhando com cara de otário — completei sem soltar a pica do outro, que ainda tava dura e quente na minha mão.
Agora, éramos três naquele cubículo de merda, onde o espaço, que já era pequeno, virou uma puta bagunça de corpos e respirações aceleradas.
Mesmo morando no mesmo prédio, os dois caras pareciam não se conhecer. Concluí que Devia ser assim mesmo porque o primeiro, enquanto continuava apalpando meus peitos como se fossem propriedade dele, questionou eu ter convidado o segundo.
Eu, já com a buceta encharcada e o coração a mil, fantasiando ter duas rolas melhor que uma, quis amenizar as coisas perguntando os nomes deles. O primeiro disse se chamar Carlos e o outro Javi.
— Já que somos amigos — falei com tom irônico e animado —, que haja paz porque tem pra nós dois.
Eles se olharam, resignados a dividir a presa como hienas famintas.
— Essa mina é uma máquina de putaria — disse Javi, baixando a calça só o suficiente pra mostrar a rola, comprida e dura, não tão grossa quanto a do Carlos, mas com uma curva que prometia se enfiar em lugares interessantes —. Por nada nesse mundo eu imaginava que hoje ia encontrar uma verdadeira gostosa. Olha o que tenho pra você — completou com a rola na mão, balançando de um lado pro outro, enquanto apertava com a outra o botão do último andar.
Não soube se ele fez isso pra prolongar o tempo ou se foi por acaso. Passei a língua nos lábios, mas também levantei a possibilidade de alguém nos pegar. Os dois se olharam, numa conversa silenciosa, tentando achar uma solução.
— Eu tenho um depósito daqueles que tem no terraço — disse Carlos —, mas preciso ir em casa pegar a chave.
— Então já que vai entrar em casa, porra, pega uns camisinhas — exigi, fazendo o sinal da cruz por não ter pensado nisso antes.
— Nunca uso com minha mulher, mas imagino que vou achar alguma revirando um pouco — respondeu Carlos.
— Desde o começo desconfiava que você era casado — falei com ar indiferente, sem dar muita importância pra esse novo detalhe. Também não quis saber da situação amorosa do Javi, tanto fazia pra mim.
Em menos de cinco minutos, a gente percorria o corredor comprido dos depósitos até que Carlos parou, abriu a porta do dele e entramos os três. Rapidamente me ajoelhei no chão, sem prestar atenção no que me rodeava, só me interessava Tirar os paus pra fora e deixar eles bem na minha cara. Peguei cada pau com uma mão e comecei a bater uma pra eles ao mesmo tempo, alternando olhares, como se decidisse por onde começar.
Resolvi começar pelo do Javi, o recém-descoberto, a novidade. Ele fechou os olhos enquanto eu apertava com força.
—Caralho, que mão essa Promíscua tem —murmurou quando comecei a bater uma pra ele—. Melhor você começar a chupar, porque tô prestes a estourar —completou, empurrando a bunda pra frente até colocar o pau na minha cara.
Passei a língua nos lábios e engoli o pau dele até a garganta, chupando com gosto sem soltar a mão, enquanto com a outra continuava batendo uma pro Carlos.
—Você chupa melhor que minha mulher, o que não me surpreende porque você é uma puta e ela é sem sal demais —afirmou Javi, ofegante, me segurando pelo rabo de cavalo e empurrando minha cabeça pra eu engolir inteiro uma vez atrás da outra.
—Cara, não monopoliza ela tanto, que eu também quero meter nessa boquinha de rabuda —protestou um impaciente Carlos, dando um toque no ombro do Javi como se estivessem dividindo uma cerveja.
Soltei uma risadinha de boca cheia, cuspi o pau do Javi e virei pro Carlos, engolindo o pau dele o máximo que pude enquanto batia uma pro outro com a mão livre.
—Vocês são uns porcos do caralho, mas me deixaram toda molhada —falei entre engasgos, enfiando uma mão dentro da legging pra me esfregar a buceta, que já tava escorrendo que nem torneira mal fechada.
—Olha como a rabuda se toca —disse Javi, com a voz tremendo de tão tarado que tava.
—Vamos te foder como você merece. Putas como você têm que ser fodidas com gosto —rosnou Carlos, fora de si, me levantando de um puxão e me virando contra a parede. Aí ele baixou minha legging e a calcinha fio dental com um movimento brusco, deixando minha bunda no ar e as pernas tremendo. Eu tava na mão dele, fraca e dominada por um desejo incontrolável.
Soltei um gemido forte e profundo quando ele me penetrou com meia estocada.
—Não para e mete mais, seu filho da puta —supliquei. apoiada com as mãos na parede, imitando o tom vulgar dele.
Carlos me deu gosto, fodendo minha buceta como um animal primitivo, provocando um barulho molhado que ecoava no cubículo fechado.
Javi ficou à minha direita, com o pau duro e brilhando de saliva.
— Chupa ele de novo enquanto o Carlos te fode — ordenou Javi, e eu, inclinando o tronco, obedeci.
O depósito era uma putaria só: gemidos, o chapinhar do pau de Carlos entrando e saindo da minha buceta, e os engasgos causados pelo pau de Javi quando ele fodiam minha boca.
— Essa puta vai nos deixar secos — disse Javi, com a voz entrecortada.
Carlos saiu da buceta e me deu um tapa na bunda que ardeu.
— Abre bem as pernas que vou te arrebentar — falou antes de cuspir na mão e me enfiar outra estocada até o fundo.
Soltei um grito de prazer e cravei as unhas nas coxas de Javi.
— Você é um filho da puta. Vai me partir com esse pauzão que você tem — ofeguei, enquanto ele investia num ritmo brutal que fazia meus joelhos tremerem.
— Continua chupando e não para, sua puta, que você me deixa louco — grunhiu Javi, segurando minha cabeça com as duas mãos, enfiando o pau até as lágrimas brotarem dos meus olhos e escorrerem pelas bochechas.
— Quero mais, seus bundões, gosto de ser fodida como uma puta — supliquei fora de mim, com a voz rouca, entre soluços de felicidade.
— Essa mina é a mais vagabunda que já comi — acrescentou Carlos, me dando um tapa na bunda que estalou como um chicote.
Javi não disse nada, só tirou minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos livres para amassá-los como se fossem massa de pão, antes de enfiar o pau de novo até a garganta.
— Adoro os peitos dessa puta, do jeito que eu gosto, com tamanho e volume perfeitos — garantiu Javi, brincando de agarrá-los, inclinado sobre minhas costas.
O ritmo era uma loucura. Carlos me empurrava como um touro, fazendo minha bunda quicar a cada golpe, enquanto Javi enfiava o pau tão fundo, que apenas me permitia respirar.
—Já que eu estreiei a buceta dela —disse Carlos enquanto saía de mim—, é justo que você estreie o cu dela, porque com certeza essa foxy gosta —completou, virando-se para Javi, enquanto enfiava dois dedos no meu cu.
—Não ia deixar vocês irem embora sem me arrebentarem —falei entre gemidos, angustiada por estar sem fôlego, tirando forças não sei de onde pra ficar de quatro no chão.
Rapidamente Javi se posicionou atrás de mim, excitado pela novidade, motivado por algo que não esperava. Colocou a cabeça do pau no meu buraquinho e foi ganhando profundidade aos poucos, de cócoras pra meter com energia.
Mal começou a me sodomizar, Carlos se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, forçando meus lábios a se abrirem com a cabeça.
Um na frente e outro atrás, os dois me comiam como campeões, principalmente o Javi, que arrancava berros do meu nariz enquanto me enrabava.
—Tava certo quando previ que você gosta de levar no cu —se gabou Carlos, enquanto me fodia a boca.
Eu apertava os lábios com força pra aumentar o prazer dele, olhando pro rosto dele, feliz porque a expressão dele era de pura alegria.
—Foi pura sorte —respondi cuspindo o pau dele, sem desviar o olhar dos olhos dele—. Essa é a terceira vez que enfiam no meu cu, mas hoje me sinto mais puta do que nunca e engulo a dor no começo.
—Vai se preparando então, porque você não escapa de eu também te enrabar, sua foxy do caralho —respondeu Carlos, enfiando o pauzão de novo na minha boca.
Eles me comeram desse jeito por pelo menos dez minutos. Foi brutal. Aí, enquanto eu recebia gostoso dos dois, tive certeza de que meu vício em sexo era absoluto. Eu tava realmente louca, implorando sem parar pra me comerem sem trégua.
O melhor de tudo foi quando trocaram de posição. Eu tinha mentido quando falei que era minha terceira vez levando por trás. Pensei que Dessa forma, elas se motivariam mais. Por isso, quando a pica do Carlos atravessou meu cu, gritei como se realmente estivesse me partindo ao meio. Depois, implorei para que me desse mais e mais.
— Essa puta é insaciável — garantiu Carlos —. Nunca conheci nenhuma mulher que implorasse pra levar no cu. Tô pensando em chamar uns colegas e deixar tão aberto que até um trem de carga entra.
Eu ri pra caralho da piada absurda dele.
— Não seria má ideia se eu não tivesse pressa — falei entre gemidos, enquanto olhava meu relógio de pulso.
— Por acaso tem algo melhor que isso te esperando? — perguntou Carlos, entre bufadas e grunhidos.
— Tenho que ir pra casa do meu namorado. Lá, ele e meu irmão tão me esperando pra me foder até eu ficar sem fôlego.
Carlos e Javi riram ao mesmo tempo, gargalhadas que ecoaram nas paredes do quarto.
— Você é realmente mais gostosa do que eu imaginava — disse Javi, com a pica entrando e sainda sem controle na minha boca.
— Não tiro uma vírgula, querido colega — completou Carlos, sem parar de rir, firme em destruir meu cu com as mãos agarradas na minha cintura —. Tem que ser muito puta, mas muito puta mesmo, pra transar com o namorado e o próprio irmão, mas quem sou eu pra questionar enquanto eu encho bem os chifres da minha mulher.
— Vou gozar. Não aguento mais — avisou Javi.
— Dá essa porra do seu gozo, filho da puta. Vai, goza na minha boca — implorei entre gemidos, vendo ele se masturbar na minha cara, abrindo a boca o máximo que podia pra receber o gozo.
Javi não demorou a soltar vários jatos grossos e mornos, uns na língua bem esticada, outros lá dentro. Depois, quando terminou de gozar, fiz um gesto com a boca pra cuspir tudo e engoli a pica de novo pra deixar ela brilhando.
Tava nessa, alheia ao resto, quando senti uma sensação estranha no cu. Carlos, o filho da puta, tava enchendo ele de esperma. Com pânico no rosto, lutando pra me livrar da pica dele, implorei pra ele parar, mas ele me impedia segurando minhas Quadris com uma força brutal.
Já não tinha mais jeito. Idiota que fui, minha mente ficou nublada depois da excitação inicial, tanto que nem percebi que estavam me comendo sem camisinha. Um erro imperdoável.
Não me restou alternativa a não ser esperar o Carlos terminar, repetindo sem parar que eles eram uns bastardos e jurando de pés juntos que aquilo nunca mais se repetiria.
Com esse ânimo, me vesti o mais rápido que pude e saí correndo daquele lugar como alma que o diabo leva. Mas, antes de entrar no elevador, abaixei minha legging e a tanga, me agachei no patamar e deixei escorrer o esperma que ainda estava no meu cu.
Por fim, já na rua, peguei um táxi pra ir pra casa. Tinha vergonha de pegar o ônibus e alguém notar a grande mancha de porra que tinha encharcado minha legging.
O desfecho final me impediu de fazer isso. Eu morreria de vergonha. Com esse tipo de assunto, não consigo improvisar ou mentir. Perceberiam que algo estranho turvava meu relato. A única que sabe desse ocorrido é minha amiga Sofia. Contei pra ela principalmente pra que entenda que não pretendo pisar no prédio dela por um bom tempo.Mesmo assim, essa experiência, em parte desastrosa, não me impediu de me entregar a eles depois do jantar.
E é que já não posso negar: meu vício em sexo é uma evidência científica, algo a que não pretendo, nem quero renunciar, apesar de tudo.
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