Nós tínhamos ido viajar com uns amigos que há muito tempo estávamos planejando essa viagem pra Mendoza, tava um tempo meio frio mas não ia mudar muito a nossa vida. Ficamos num hotel bem conhecido pra fazer aquele plano besta de sempre: uns dias de festa e passeio, e depois acampar na montanha. Chegamos cansados da viagem, mas meus amigos tavam afim de ir pra balada naquela noite. Eu queria comer algo de boa pra descansar e só no dia seguinte sair pra farra, então eles foram e eu fiquei sozinho no quarto.Desci pro restaurante do hotel pra comer alguma coisa, tava morto de fome. No lugar, tava só eu naquele momento, então tava bem tranquilo esperando a comida. Não gosto que me encham o saco, então ficar sozinho ali era uma maravilha pra mim. Tava sentado no balcão tomando um drink e mexendo no celular, quando aparece uma mulher pedindo uma cerveja. Não dei muita bola e continuei na minha, até que ela me perguntou as horas:
— Com licença, que horas são? Sabe me dizer?
— Sim, são 23:20.
Quando olhei pra ela, vi que era a Flor Vigna.
- Ah, beleza, obrigado. Eu percebi, mas fingi que não sabia quem era, então voltei a disfarçar com o celular. Quando me chamaram pra pegar a comida pra viagem, enquanto eu pagava, ela me disse num tom de surpresa: — Vai jantar tão tarde?
— É, cheguei de viagem agora há pouco, só quero comer e descansar.
— Nossa, e viajou muito?
— Umas 5 horas de carro da minha cidade até aqui pra umas férias, então tô morto. E você, o que tá fazendo aqui?
— Vim viajar uns dias pra desligar e ver qual é.
— Ver qual é o quê?
— Ver qual é a dos caras daqui. Faz tempo que não fico com ninguém, e na minha cidade todos são uns babacas.
— Ah, beleza, tudo bem. Então, a gente se vê.
Peguei minha comida e fui pro quarto. Sabia que a mina era meio burra, então não tava a fim de puxar muito papo com ela. Passei pra comprar um suco numa espécie de quiosque que tinha no hotel. Quando entrei no elevador, ela apareceu de novo e entrou junto. Eu olhava de canto e ficava de olho nas pernas dela pelo espelho, e ela percebeu.
— Tá olhando o quê?
Eu não tinha nada a perder nem a ganhar, na minha cabeça (o cansaço tinha me afetado).
— Você é uma moça muito gostosa, é meio difícil não olhar.
— Olha só, tão atrevido assim?
— É, fazer o quê.
Não sei por quê, mas pra ela parecia ter um tesão em ser observada e provocada.
— E isso te agrada? (apontando pra própria bunda e rebolando)
— Pô, não tá ruim não.
— Se gosta tanto, vai ter que provar.
Eu não entendia o que tava rolando com a gatinha. Ela tava literalmente louca de tesão e com vontade de pica, mas eu também não ia perder a oportunidade.
Quando a porta do elevador abriu, falei pra irmos pro meu quarto. Deixei a comida na mesa e comecei a beijar ela na hora. Ela beijava pra caralho e me abraçava com carinho, o que me deixava bem excitado.
— Tá gostando, amorzinho?
— Tô adorando, princesa.
A gente continuou se beijando até que ela começou a se despir, tirou o sutiã e ficou de peitos de fora. Eram tão lindos que comecei a chupar eles. beliscando os mamilos dela enquanto ela gemia - aahh sim vai, que eu adoro. Enquanto chupava os peitos dela, descia com a mão pra sentir a pussy dela, ela apoiou minha mão na pussy quase que com euforia dizendo -vai, bate uma pra mim, quero sentir sua mão. Adorei como ela falou e esfregava a pussy dela enquanto meus dedos entravam nela e dava pra ouvir o quanto ela tava molhada, ela não ficou atrás e começou a acariciar minha cock. Isso me excitou e senti a necessidade de foder ela e arrombar a bunda dela pra que ela se tornasse minha -vou arrombar seu cu, sua puta -sim papai, quero sentir seu pênis. Coloquei ela de quatro na minha cama pra ver aquela bunda enorme dela.
Esse bum tava perfeito, bem grande e redondo, adoro como essa tatuagem fazia ela parecer ainda mais puta, então puxei a calcinha dela pra ver aquela buceta linda toda meladinha, tava tão gostosa que comecei a chupar e lamber ela toda. - Ahh, que delícia, meu amorrr - Cê gosta, putinha? Tua buceta é muito gostosa - Adoro tua língua dentro de mim, bebê. Eu chupava ela enquanto ela punha a mão na minha cabeça e me acariciava, dizendo que queria mais.
Fiquei de pau duro na hora e comecei a meter nela pela buceta enquanto ela soltava um gemido forte de tão fundo que eu enfiei a pica, a buceta dela era tão gostosa e eu curtia o prazer que tava sentindo, já sabia que ia gozar, então pra não deixar ela na mão, levantei ela um pouco pra ficarmos os dois de pé na cama e comecei a esfregar a buceta dela com uma mão enquanto com a outra apertava os peitos dela. De tanto que eu brincava com a buceta dela com a mão e com a pica, ela gozou e jorrou um monte de squirt enquanto gritava de tanto prazer que sentia — aahhhahahhhah que gostoso, filho da puta — ah, você é boca suja, hein? Nessa hora aproveitei pra gozar dentro dela uma quantidade enorme de porra, ela adorou que eu acabei dentro — sim, papai, que quentinha que tá essa porra — agora você é minha puta, flor. Depois disso, ficamos nos abraçando e nos apalpando até dormir, no outro dia ela acorda e me fala que tinha que ir, deixou o número dela com um bilhete "Adorei ontem à noite, na próxima vou devorar essa sua pica". Olha só que rabo gostoso, pra encher ele todo de porra e arrebentar completamente.



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