O sexo com minha agora ex-namorada sempre foi muito prazeroso. Acho importante dizer que ela é um ano mais velha que eu e, na época do que vou contar, ela tinha 27 e eu 26. Na cama, a gente tinha uma química foda que nos levou a experimentar desde sexo anal, passando por sexo violento (tapas e mordidas) até exibicionismo (numa das nossas aventuras no centro da cidade, fomos parar num hotel cujos quartos tinham uma varanda que dava pra rua principal, vocês já imaginam o resto). Mesmo assim, ficaram pendentes várias propostas que não conseguimos realizar e outras que eu não tinha certeza se eram de verdade.
Nós dois tínhamos fantasias, algumas já estavam na mesa; da minha parte, queria fazer um ménage MHM, mas não descartei um HMH depois pra agradar ela e retribuir o favor de me deixar experimentar com duas mulheres ao mesmo tempo. O problema com isso é que ela tinha mais curiosidade de me ver comendo outra mulher e dizia que, se eu visse ela com outro homem, eu não a amava o suficiente. Assim, o assunto ficou quieto. No entanto, tinha uma certa fantasia que ela não aceitava, mas sempre mencionava, e isso me excitava toda vez que surgia na conversa.
Ela, sendo estudante de mestrado, tinha despesas pra cobrir e procurou emprego numa escola particular de ensino médio pra dar aulas. Aceitaram ela na hora, porque precisavam de professores, e deram uma vaga pra dar aulas de história. No começo, tudo correu normal, ela estava um pouco nervosa porque era a primeira vez dela na frente de uma turma de adolescentes. Com o passar dos dias, ela começou a falar de um deles que era especialmente chato, daqueles que não faltam nas escolas, que olhava pra ela sem vergonha e chamava a atenção dela por não fazer as atividades e só bancar o valentão. Sou homem e também fui estudante, reconheço quando rola uma certa atração por uma figura assim, porque eu gostava da minha professora de química no ensino médio, que não era muito... Rosto bonito, mas sempre usava saias lisas que deixavam à mostra uma bunda volumosa, meia-calça e salto alto. Muitas vezes me masturbei pensando nela e em como seria tocar suas pernas envoltas em seda. No entanto, minha ex, com o passar do tempo, me contava que o valentão estava cada vez mais enchendo o saco dela e, em vez disso, falava animada sobre outro aluno, muito tranquilo, que era dedicado nas tarefas. Esse, se não me engano, estava no último ano, era mais alto que os outros e vinha de uma família aparentemente rica. Eu não suspeitava de nada estranho, achava normal ela se empolgar tanto com aquele aluno, já que, comparado aos outros, ele fazia as tarefas sem falta e com grande interesse, participando da aula sempre que podia. Foi depois de uma boa sessão de sexo que percebi que a situação com o garoto já não era tão inocente assim. Estávamos descansando quando ela pegou o celular e disse que queria que eu lesse um pequeno texto que tinha pedido como tarefa. Ela considerou a melhor redação que recebeu e elogiou quem escreveu, que não era outro senão aquele jovem. Além disso, me confessou que, ao voltar das férias do feriado, ele deu a ela uma pulseira e, desde então, ela usava. Foi nesse momento que, sem papas na língua, perguntei o que estava rolando com aquela situação em particular, porque também tinha notado uma certa tendência dela em usar roupas cada vez mais justas ou decotadas quando ia dar aula. Ela ficou quieta por um instante e simplesmente respondeu rindo que eu estava imaginando coisas, que ela não faria nenhuma besteira porque estava comigo como parceira e que ele tinha no máximo 18 anos. Um pouco desconfiado, insisti: "Isso não quer dizer que você não gostaria de fazer algo louco, não acha?" Ela evitou minha pergunta com argumentos morais e tal, e eu concluí dizendo que aquela relação de aluno-professora não me parecia normal. Antes que eu percebesse, ela já estava em cima de mim, se preparando para o... próximo round enquanto sorria e dizia "você é maluco". Passaram-se alguns dias e as coisas continuavam igualmente estranhas. O clímax dessa história aconteceu quando, depois de ficarmos bêbados, discutimos por besteiras e, como já era tarde e ela estava mais bêbada do que eu, decidi irmos para minha casa. Lá, deitei ela na cama e, por estar irritado, optei por dormir no sofá que tenho no meu quarto. Não tinham passado nem 20 minutos quando senti ela acariciando minha virilha e sussurrando "quero que você me coma". Apesar dos esforços dela estarem me convencendo e meu pau já estar meio duro, mandei ela dormir e disse que conversaríamos de manhã. -Não quero conversar, quero transar, e quero fazer isso agora, não amanhã.- disse ela em voz lenta enquanto a mão dela subia e descia por cima da minha calça acariciando meu pinto. -Acho que você já devia dormir. Olha pra você, tá bêbada.- falei. -Bêbada mas sei o que quero, vai me dar?.- e virando-se, colocou a bunda na frente da minha barriga, se esfregando com frenesi. Eu já não conseguia mais disfarçar minha raiva e falei pra ela se mexer mais rápido e que, se eu gostasse do que ela tava fazendo, consideraria comê-la. Então ela colocou as mãos nos apoios de braço do sofá e aumentou a velocidade, mas parou de repente. -Assim ou mais rápido? Já vai me dar o pau?.- disse ela me olhando no escuro. -Se você quer, tem que procurar e dar um bom boquete com essa boquinha de puta que você tem. Ela não demorou pra se ajoelhar na minha frente enquanto abaixava minha calça com a cueca ainda. Senti ela pegar minha carne com força quando libertou. -Tem que gostar de como você chupa pra eu meter no seu cu. -Quero que você meta depois que eu chupar.- disse ela meio irritada. -A gente vê. E ela começou, lambendo a cabeça e descendo por todo o tronco, subia e descia a mão me masturbando. Desceu até minhas bolas e chupou e lambeu deliciosamente. Achei que seria só isso, mas desceu ainda mais e me lambeu o cu dela. Tava vendo estrelas. Parou. —Já vai me comer? Peguei ela pelo cabelo e empurrei contra o sofá com a cara virada pra parede e a bunda dela na minha frente. —Você mereceu uma boa fodida, putinha.— falei no ouvido dela enquanto beijava a boca dela com vontade. Peguei ela pela cintura e guiei meu pau pro sexo dela que já tava bem molhado. Foi muito fácil meter e comi ela ainda com raiva mas também com loucura. Dava pra ouvir o barulho da bunda dela batendo na minha barriga pelo quarto inteiro, o cheiro de sexo se espalhava rápido. Tava tão tesudo que subi de vez no sofá pra meter e tirar mais rápido meu pau mas senti ainda o choque das minhas bolas nas coxas dela, o que me excitou tanto que continuei com mais força até gozar. A gente tava exausto, eu ainda segurando ela pela cintura e pelo cabelo e ela se apoiando no encosto do sofá e mordendo ele. —Vamos deitar.— falei quando levantei e enxuguei o suor do rosto. Já deitados, abracei ela pelo pescoço. —Gostei muito de como você me comeu, você tava muito bravo? —Não muito, mas você insistiu demais. Além disso, posso estar bravo mas não vou deixar você mal comida. Cochilei um pouco até sentir de novo o movimento da bunda dela contra minha barriga. —Quer continuar então? —Não sei do que você tá falando, só tô me mexendo. Melhor me dizer, você já pensou em outra pessoa enquanto me come? —Ummm não, acho que não.— Mentira piedosa. As mulheres sempre fazem esse tipo de pergunta armadilha. —Você já pensou? —Não, ou não sei. Bom, é que não sei o que aconteceu. —O que aconteceu com o quê? —É que enquanto você me comia passou pela minha cabeça que era meu aluno que tava fazendo isso. Não vai ficar bravo, só queria te contar. —Então eu tava certo!— falei quase animado.— Sabia, sabia que não era normal você falar tanto e do jeito que fala dele. —Você não tá bravo? Achei que ia te incomodar.—Talvez tô um pouco, mas entendo. Também fiz ensino médio e também gostei de uma professora. Além disso, não é culpo de te ver com esses olhos, tu tem umas pernas boas e uma bunda linda, tem uns peitões gostosos. —Também não acho que sou tão gostosa assim. Mas valeu, achei que você fosse levar a mal. —Mas eu sabia que ela sabia que era gostosa, só tava se fazendo de modesta. —Imagina. Acho normal. —calei por um momento enquanto passava pela minha cabeça levar até as últimas consequências o que tinha acabado de se revelar— E é a primeira vez que acontece com você? O que você pensa nele enquanto a gente fode? —Pra que você quer saber? — respondeu entre confusa e ansiosa. —Só curiosidade. —Não. — disse baixando o tom de voz; eu, ao ouvir isso, me levantei pra ficar por cima dela já com uma ereção bem firme. —Ah... vira de bruços. — ela se virou deixando eu sentir as bundas dela com minha carne. —O que mais você pensou sobre ele? —Imaginei que a gente ficasse sozinho na sala e que... cê sabe... —Não, não sei, o que acontece? — coloquei meu pau na buceta dela de novo, já molhada, enquanto mordia levemente a orelha dela. —Bom, que ele me fode... —Ahã. —Mas ele não sabe, e eu ensino. Falo como enfiar o pau dele. —É, ele não deve ter muita experiência. Precisa de quem ensine. —Ahã... e quando ele já sabe por onde meter, não aguenta e goza rápido. —Normal. Precisa de prática. —É, por isso falo que na próxima oportunidade ele tem que aguentar mais, que é assim que se trata mulher. —Exato, tem que ter resistência. Mas você vai ensinar o que ele precisa saber, né? —Vou, vou ensinar o que fazer quando alguém der um boquete nele. —Ah! Você vai chupar ele. Igual faz comigo? Vai chupar as bolas dele? —Sim, ele precisa saber como é a sensação pra não gozar rápido. — Nessa hora eu enfiava e tirava meu pau devagar mas com força enquanto ela gemia ao mesmo tempo que respondia. Eu segurava ela pelo cabelo e pelo pescoço e de vez em quando mordia a orelha dela e lambia e mordiscava, ouvindo a respiração ofegante dela no máximo. Ela abria as nádegas pra eu conseguir ir mais fundo nela. —Ele precisa aprender um monte de coisas. Você vai Você vai me ensinar como fazer um espanhol? Vai se vestir tipo uma puta pra ele? Vai deixar ele gozar na sua boca?
—Sim. Vou mandar ele colocar o pau entre meus peitos e fazer ele gozar. Vou engolir todo o sêmen dele quando isso acontecer. E vou me vestir bem puta pra ele ver que sou uma cadela no cio. Você vai me dar permissão pra fazer tudo isso?
—Não vejo por que não. Também vai deixar ele te comer no cu?
—Sim, mas quero que você me coma primeiro pra ele aprender como se faz. Embora ele possa se assustar porque não estaríamos só eu e ele.
—É possível, mas eu diria pra ele ficar tranquilo, que só vou dar essa lição e depois ele pode fazer o que quiser.
—Você deixaria um dos meus alunos me comer na sua frente?
—Só se ele fizer direito.
—Então você vai me emprestar, não sou sua puta, sua vadia?
—Já cala a boca. — beijei ela na boca pra enfiar minha língua e continuei metendo e tirando, não aguentei muito, tava muito tesudo. Nós dois gememos igual loucos quando eu falei que ia gozar e senti meu leite quente escorrendo dentro dela, ela afrouxou os braços. Fiquei por cima dela mais uns segundos e quando me deitei abracei ela pelo pescoço de novo. A gente dormiu.
Passaram umas duas semanas quando, por causa do mestrado, ela parou de ir trabalhar naquela escola. De vez em quando o assunto do aluno dela aparecia enquanto a gente transava ou trocava mensagem, ela sabia o quanto me excitava ler ou ouvir ela falar daquele jeito, mas depois que ela saiu do trabalho a frequência disso foi diminuindo.
Das últimas vezes que tocamos no assunto, ela me contou que uma colega dela tinha se sentido atraída por outro aluno e que tinham começado a se ver, não sei até onde foram esses encontros, mas isso fez ela pensar que deveria ter tirado a curiosidade. Da minha parte, posso dizer que se ela fazia ou não, tinha que decidir por conta própria. Em certo momento do nosso relacionamento, me senti atraído por uma mulher bem mais velha e cedi ao desejo, busquei a experiência e achei legal, embora a guardei pra mim; se minha então namorada decidisse provar dessas delícias, eu não teria reclamado. Que sorte têm alguns alunos que conseguiram chegar tão íntimos assim com suas professoras, tenho inveja deles. Cadê essas professoras gostosas quando eu tava no ensino médio? Talvez na minha frente, mas meus hábitos de nerd daquela época me faziam passar despercebido por elas. Extra: Um par de fotos da moça em questão. Com certeza, quando ela queria, era uma bomba... me pergunto se ainda é.
Nós dois tínhamos fantasias, algumas já estavam na mesa; da minha parte, queria fazer um ménage MHM, mas não descartei um HMH depois pra agradar ela e retribuir o favor de me deixar experimentar com duas mulheres ao mesmo tempo. O problema com isso é que ela tinha mais curiosidade de me ver comendo outra mulher e dizia que, se eu visse ela com outro homem, eu não a amava o suficiente. Assim, o assunto ficou quieto. No entanto, tinha uma certa fantasia que ela não aceitava, mas sempre mencionava, e isso me excitava toda vez que surgia na conversa.
Ela, sendo estudante de mestrado, tinha despesas pra cobrir e procurou emprego numa escola particular de ensino médio pra dar aulas. Aceitaram ela na hora, porque precisavam de professores, e deram uma vaga pra dar aulas de história. No começo, tudo correu normal, ela estava um pouco nervosa porque era a primeira vez dela na frente de uma turma de adolescentes. Com o passar dos dias, ela começou a falar de um deles que era especialmente chato, daqueles que não faltam nas escolas, que olhava pra ela sem vergonha e chamava a atenção dela por não fazer as atividades e só bancar o valentão. Sou homem e também fui estudante, reconheço quando rola uma certa atração por uma figura assim, porque eu gostava da minha professora de química no ensino médio, que não era muito... Rosto bonito, mas sempre usava saias lisas que deixavam à mostra uma bunda volumosa, meia-calça e salto alto. Muitas vezes me masturbei pensando nela e em como seria tocar suas pernas envoltas em seda. No entanto, minha ex, com o passar do tempo, me contava que o valentão estava cada vez mais enchendo o saco dela e, em vez disso, falava animada sobre outro aluno, muito tranquilo, que era dedicado nas tarefas. Esse, se não me engano, estava no último ano, era mais alto que os outros e vinha de uma família aparentemente rica. Eu não suspeitava de nada estranho, achava normal ela se empolgar tanto com aquele aluno, já que, comparado aos outros, ele fazia as tarefas sem falta e com grande interesse, participando da aula sempre que podia. Foi depois de uma boa sessão de sexo que percebi que a situação com o garoto já não era tão inocente assim. Estávamos descansando quando ela pegou o celular e disse que queria que eu lesse um pequeno texto que tinha pedido como tarefa. Ela considerou a melhor redação que recebeu e elogiou quem escreveu, que não era outro senão aquele jovem. Além disso, me confessou que, ao voltar das férias do feriado, ele deu a ela uma pulseira e, desde então, ela usava. Foi nesse momento que, sem papas na língua, perguntei o que estava rolando com aquela situação em particular, porque também tinha notado uma certa tendência dela em usar roupas cada vez mais justas ou decotadas quando ia dar aula. Ela ficou quieta por um instante e simplesmente respondeu rindo que eu estava imaginando coisas, que ela não faria nenhuma besteira porque estava comigo como parceira e que ele tinha no máximo 18 anos. Um pouco desconfiado, insisti: "Isso não quer dizer que você não gostaria de fazer algo louco, não acha?" Ela evitou minha pergunta com argumentos morais e tal, e eu concluí dizendo que aquela relação de aluno-professora não me parecia normal. Antes que eu percebesse, ela já estava em cima de mim, se preparando para o... próximo round enquanto sorria e dizia "você é maluco". Passaram-se alguns dias e as coisas continuavam igualmente estranhas. O clímax dessa história aconteceu quando, depois de ficarmos bêbados, discutimos por besteiras e, como já era tarde e ela estava mais bêbada do que eu, decidi irmos para minha casa. Lá, deitei ela na cama e, por estar irritado, optei por dormir no sofá que tenho no meu quarto. Não tinham passado nem 20 minutos quando senti ela acariciando minha virilha e sussurrando "quero que você me coma". Apesar dos esforços dela estarem me convencendo e meu pau já estar meio duro, mandei ela dormir e disse que conversaríamos de manhã. -Não quero conversar, quero transar, e quero fazer isso agora, não amanhã.- disse ela em voz lenta enquanto a mão dela subia e descia por cima da minha calça acariciando meu pinto. -Acho que você já devia dormir. Olha pra você, tá bêbada.- falei. -Bêbada mas sei o que quero, vai me dar?.- e virando-se, colocou a bunda na frente da minha barriga, se esfregando com frenesi. Eu já não conseguia mais disfarçar minha raiva e falei pra ela se mexer mais rápido e que, se eu gostasse do que ela tava fazendo, consideraria comê-la. Então ela colocou as mãos nos apoios de braço do sofá e aumentou a velocidade, mas parou de repente. -Assim ou mais rápido? Já vai me dar o pau?.- disse ela me olhando no escuro. -Se você quer, tem que procurar e dar um bom boquete com essa boquinha de puta que você tem. Ela não demorou pra se ajoelhar na minha frente enquanto abaixava minha calça com a cueca ainda. Senti ela pegar minha carne com força quando libertou. -Tem que gostar de como você chupa pra eu meter no seu cu. -Quero que você meta depois que eu chupar.- disse ela meio irritada. -A gente vê. E ela começou, lambendo a cabeça e descendo por todo o tronco, subia e descia a mão me masturbando. Desceu até minhas bolas e chupou e lambeu deliciosamente. Achei que seria só isso, mas desceu ainda mais e me lambeu o cu dela. Tava vendo estrelas. Parou. —Já vai me comer? Peguei ela pelo cabelo e empurrei contra o sofá com a cara virada pra parede e a bunda dela na minha frente. —Você mereceu uma boa fodida, putinha.— falei no ouvido dela enquanto beijava a boca dela com vontade. Peguei ela pela cintura e guiei meu pau pro sexo dela que já tava bem molhado. Foi muito fácil meter e comi ela ainda com raiva mas também com loucura. Dava pra ouvir o barulho da bunda dela batendo na minha barriga pelo quarto inteiro, o cheiro de sexo se espalhava rápido. Tava tão tesudo que subi de vez no sofá pra meter e tirar mais rápido meu pau mas senti ainda o choque das minhas bolas nas coxas dela, o que me excitou tanto que continuei com mais força até gozar. A gente tava exausto, eu ainda segurando ela pela cintura e pelo cabelo e ela se apoiando no encosto do sofá e mordendo ele. —Vamos deitar.— falei quando levantei e enxuguei o suor do rosto. Já deitados, abracei ela pelo pescoço. —Gostei muito de como você me comeu, você tava muito bravo? —Não muito, mas você insistiu demais. Além disso, posso estar bravo mas não vou deixar você mal comida. Cochilei um pouco até sentir de novo o movimento da bunda dela contra minha barriga. —Quer continuar então? —Não sei do que você tá falando, só tô me mexendo. Melhor me dizer, você já pensou em outra pessoa enquanto me come? —Ummm não, acho que não.— Mentira piedosa. As mulheres sempre fazem esse tipo de pergunta armadilha. —Você já pensou? —Não, ou não sei. Bom, é que não sei o que aconteceu. —O que aconteceu com o quê? —É que enquanto você me comia passou pela minha cabeça que era meu aluno que tava fazendo isso. Não vai ficar bravo, só queria te contar. —Então eu tava certo!— falei quase animado.— Sabia, sabia que não era normal você falar tanto e do jeito que fala dele. —Você não tá bravo? Achei que ia te incomodar.—Talvez tô um pouco, mas entendo. Também fiz ensino médio e também gostei de uma professora. Além disso, não é culpo de te ver com esses olhos, tu tem umas pernas boas e uma bunda linda, tem uns peitões gostosos. —Também não acho que sou tão gostosa assim. Mas valeu, achei que você fosse levar a mal. —Mas eu sabia que ela sabia que era gostosa, só tava se fazendo de modesta. —Imagina. Acho normal. —calei por um momento enquanto passava pela minha cabeça levar até as últimas consequências o que tinha acabado de se revelar— E é a primeira vez que acontece com você? O que você pensa nele enquanto a gente fode? —Pra que você quer saber? — respondeu entre confusa e ansiosa. —Só curiosidade. —Não. — disse baixando o tom de voz; eu, ao ouvir isso, me levantei pra ficar por cima dela já com uma ereção bem firme. —Ah... vira de bruços. — ela se virou deixando eu sentir as bundas dela com minha carne. —O que mais você pensou sobre ele? —Imaginei que a gente ficasse sozinho na sala e que... cê sabe... —Não, não sei, o que acontece? — coloquei meu pau na buceta dela de novo, já molhada, enquanto mordia levemente a orelha dela. —Bom, que ele me fode... —Ahã. —Mas ele não sabe, e eu ensino. Falo como enfiar o pau dele. —É, ele não deve ter muita experiência. Precisa de quem ensine. —Ahã... e quando ele já sabe por onde meter, não aguenta e goza rápido. —Normal. Precisa de prática. —É, por isso falo que na próxima oportunidade ele tem que aguentar mais, que é assim que se trata mulher. —Exato, tem que ter resistência. Mas você vai ensinar o que ele precisa saber, né? —Vou, vou ensinar o que fazer quando alguém der um boquete nele. —Ah! Você vai chupar ele. Igual faz comigo? Vai chupar as bolas dele? —Sim, ele precisa saber como é a sensação pra não gozar rápido. — Nessa hora eu enfiava e tirava meu pau devagar mas com força enquanto ela gemia ao mesmo tempo que respondia. Eu segurava ela pelo cabelo e pelo pescoço e de vez em quando mordia a orelha dela e lambia e mordiscava, ouvindo a respiração ofegante dela no máximo. Ela abria as nádegas pra eu conseguir ir mais fundo nela. —Ele precisa aprender um monte de coisas. Você vai Você vai me ensinar como fazer um espanhol? Vai se vestir tipo uma puta pra ele? Vai deixar ele gozar na sua boca?
—Sim. Vou mandar ele colocar o pau entre meus peitos e fazer ele gozar. Vou engolir todo o sêmen dele quando isso acontecer. E vou me vestir bem puta pra ele ver que sou uma cadela no cio. Você vai me dar permissão pra fazer tudo isso?
—Não vejo por que não. Também vai deixar ele te comer no cu?
—Sim, mas quero que você me coma primeiro pra ele aprender como se faz. Embora ele possa se assustar porque não estaríamos só eu e ele.
—É possível, mas eu diria pra ele ficar tranquilo, que só vou dar essa lição e depois ele pode fazer o que quiser.
—Você deixaria um dos meus alunos me comer na sua frente?
—Só se ele fizer direito.
—Então você vai me emprestar, não sou sua puta, sua vadia?
—Já cala a boca. — beijei ela na boca pra enfiar minha língua e continuei metendo e tirando, não aguentei muito, tava muito tesudo. Nós dois gememos igual loucos quando eu falei que ia gozar e senti meu leite quente escorrendo dentro dela, ela afrouxou os braços. Fiquei por cima dela mais uns segundos e quando me deitei abracei ela pelo pescoço de novo. A gente dormiu.
Passaram umas duas semanas quando, por causa do mestrado, ela parou de ir trabalhar naquela escola. De vez em quando o assunto do aluno dela aparecia enquanto a gente transava ou trocava mensagem, ela sabia o quanto me excitava ler ou ouvir ela falar daquele jeito, mas depois que ela saiu do trabalho a frequência disso foi diminuindo.
Das últimas vezes que tocamos no assunto, ela me contou que uma colega dela tinha se sentido atraída por outro aluno e que tinham começado a se ver, não sei até onde foram esses encontros, mas isso fez ela pensar que deveria ter tirado a curiosidade. Da minha parte, posso dizer que se ela fazia ou não, tinha que decidir por conta própria. Em certo momento do nosso relacionamento, me senti atraído por uma mulher bem mais velha e cedi ao desejo, busquei a experiência e achei legal, embora a guardei pra mim; se minha então namorada decidisse provar dessas delícias, eu não teria reclamado. Que sorte têm alguns alunos que conseguiram chegar tão íntimos assim com suas professoras, tenho inveja deles. Cadê essas professoras gostosas quando eu tava no ensino médio? Talvez na minha frente, mas meus hábitos de nerd daquela época me faziam passar despercebido por elas. Extra: Um par de fotos da moça em questão. Com certeza, quando ela queria, era uma bomba... me pergunto se ainda é.

1 comentários - (Repost) La fantasía de mi ex.