La profesora Brigitte, clases de escultura 3

Bem-vindo, meu querido leitor. Se esta é a primeira história que você vai ler, te aconselho a começar pelo primeiro conto da série.
Meu nome é Antonio e sou aluno de uma escola superior de arte. Na verdade, estou metido numa confusão meio complicada que envolve também minha professora de educação artística, a senhora Brigitte; para os poucos íntimos, Brie, a Vaca Velha Putona.

Do relato anterior:
...o que acabei de descobrir é um buraco escuro que engoliu minha mão inteira até o pulso! Aí senti o músculo do esfíncter se fechar e, pronto, sou prisioneiro do cu da Brigitte!
Sabe o que eu acho? Eu adoro educação artística!

Agora tenta imaginar a cena: você está num quarto completamente escuro com sua professora de educação artística na sua frente, completamente nua, pedindo pra você estudar as formas do corpo dela confiando só no tato, até que se vê com a mão inteira enfiada no cu da professora, e ainda por cima preso por um esfíncter que te mantém travado. Juro, por mais tentador e safado que fosse, pra mim era uma situação difícil de lidar, então decidi ficar passivo e obediente a ela, minha Brigitte.

De repente, sinto o esfíncter se dilatar e os músculos dela empurrarem minha mão com força pra fora do corpo dela. Na escuridão total, ouço o som da Brigitte pegando o roupão. Aproveito pra levar minha mão ao nariz. Ao contrário do que imaginava, não sinto nenhum cheiro desagradável; na verdade, sem exagero, posso dizer que é gostoso, intrigante... a ponto de, por instinto, lamber um dedo, depois um segundo, e então... e então a luz acende de repente, com o olhar dela sobre mim, me pegando com os dedos na boca, e a expressão dela, misturada com severidade e satisfação, foi mais eloqüente do que qualquer discurso.

"Antonio, eu exijo o máximo de você, já que estou investindo muita energia no seu aprendizado. Agora exijo um compromisso maior seu."
Ao ouvir essas palavras, fiquei assustado na hora, mas como já estava começando a conhecer bem minha Professora, me acalmei na mesma hora e prestei a máxima atenção naquela que ia fazer de mim um grande artista e também um grande putinho.
"Agora que você me explorou no escuro em cada canto do meu corpo, peço que se concentre numa parte dele, a parte que você vai modelar… ou seja, sua primeira escultura. Que parte você escolheu?"
"Senhora Brigitte, com todo o respeito que tenho pela senhora, pensei nos lábios da buceta com o clitóris incluído."
"Não vai ser fácil, são formas muito irregulares, além do meu clitóris que poderíamos simplificar como um pinto pequeno. Tá bem, concordo com você e que assim seja."
Reagi a esse consenso com entusiasmo e fui pegar argila fresca.
"Aonde você vai, Antonio? Espera, não corre, ainda não te disse como você vai ter que fazer sua obra. Um bom artista não só consegue ver com a mente, também deveria ser capaz de modelar no escuro, e você vai fazer o mesmo!"
"Não entendi, Senhora Brigitte, a senhora vai apagar as luzes do laboratório? Ou vai me vendar pela segunda vez?"
"Nenhuma das duas opções. Você, Antonio, vai colocar suas mãos num ambiente onde não entra luz e onde você não consegue ver o conteúdo, mas vai ter que confiar só nos seus sentidos!"
"Entendi, Professora, mas não vejo esse tipo de recipiente!"
"Espera, Antonio, e não tenha pressa."
Naquele momento, Brigitte deixou cair o jaleco, se besuntou toda de vaselina, depois subiu na mesa e se ajoelhou de costas para mim, se inclinou pra frente encostando o rosto na superfície da mesa. Quanto mais ela baixava a cara, mais pra cima subia aquele rabão enorme, e quanto mais subia a bunda, mais se dilatavam o esfíncter e a buceta. Eu olhava interessado e fascinado. Até então não tinha visto nada daquele tipo, nem imaginado.
Depois teve um longo momento de relaxamento completo, com o passar dos minutos eu via o buraco se abrir, pra depois se dilatar e se expandir cada vez mais. mais, até atingir uma dilatação que é difícil de descrever!
...continua...La profesora Brigitte, clases de escultura 3

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