E aí, amigos, seguidores e colegas cornudos! Que prazer poder escrever de novo sobre uma das nossas aventuras recentes e meus últimos chifres. Pra quem não me conhece, me apresento: sou Axl, um homem felizmente casado e felizmente corno. Minha esposa, Candy, é uma loirinha baixinha, peituda, fogosa e deliciosa. Dessa vez, vou contar o que rolou há uns dias com um amigo dela que é ferreiro — ele tá fazendo uns serviços aqui em casa, como já contei no relato anterior. Até uns dias atrás, ele não sabia que eu adorava ser corno, mas depois do encontro que ele teve com minha esposa na sala de casa, eu tive que tomar a iniciativa e fui convidando ele aos poucos pra mais. Quando eu chegava do trabalho à noite, chegava com umas cervejas, a gente conversava, fumava um cigarro e eu subia pro nosso quarto. Mas antes de dormir, eu mandava mensagem pra ele perguntando se não queria subir pra ficar um tempo com minha esposa. Ele, meio na dúvida, respondia só com risadas ou emojis. Assim foi várias noites, até que um dia a gente foi comprar umas coisas e eu falei que tava falando sério — ele não acreditava, que a Candy dormia completamente pelada, que quando ele quisesse ir ver ela, podia ir com toda confiança. Ele só riu e o assunto ficou por isso mesmo. Há algumas noites, como de costume, cheguei, a gente fumou um cigarro e eu subi pra deitar com minha esposa. Como sempre, ela tava deitada completamente nua, destapada porque tava muito calor. Aí eu cheguei, beijei ela desde os pés e ela se virou surpresa. Perguntei se ela tava esperando mais alguém ou por que tava surpresa. Ela só riu e disse que não tinha me ouvido chegar. Continuei, beijando, acariciando, tocando ela por um bom tempo e comecei a sentir como ela tava ficando molhada. Foi aí que toquei no assunto de que o Edgar tava acordado, e ela só riu de novo. Então propus convidar ele — levei um não, mas quanto mais eu tocava nela e falava sobre, mais molhada ela ficou… e aí veio um SIM. Peguei meu celular e mandei a mensagem de sempre… “Quer subir?” Ela está pelada? Como você acha? É sério, SIM ou NÃO?
Não, tipo, de querer sim, mas não quero problemas.
NTP, como te falei, por mim não tem erro, só me diz SIM ou NÃO.
Não, pois é, mas e você, qual é?
Eu desço ou saio um pouco pra fumar um cigarro.
Ok, mas então eu subo só assim ou como?
Sim, eu saio pro terraço e você entra.
Ok, já subo.
Foi o que fiz: saí do quarto pro terraço e vi pelo vidro como ele entrou direto. Como já contei, tenho câmeras em casa e nosso quarto não é exceção, tenho uma pequena no closet. Então comecei a espiar.
Ao entrar, ele ficou só olhando ela um tempo, já que ela estava fingindo que dormia. Ele começou acariciando os pés dela, ela se virou e perguntou o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu que só queria vê-la um pouco. Sem mais, ela se sentou e convidou ele pra sentar. Ele sentou na beirada da cama e ficaram assim uns 5 minutos, até que ele passou a mão pela perna da minha esposa. Ela disse que ele estava esquentando ela e que ia ter que apagar o fogo. Ele riu e tirou a mão, ela puxou ele e disse pra ele sentir. Ele tocou e pôde ver como ela estava bem molhadinha. Ele ajustou a calça e deitou do lado dela, começaram a se acariciar.
Candy se virou de costas pra ele, e foi aí que ele começou a acariciar a buceta e os peitos dela enquanto beijava e esfregava o pau. Ela mexia a bunda e Edgar se ajeitou, tirou o pau pra fora da calça e começou a penetrar ela assim, no pelo. Quando vi essa cena pelo celular, entrei silenciosamente e colei a orelha na porta. Não era a mesma coisa ouvir pelo telefone e de fora do quarto. Dava pra ouvir ele metendo com força, e eu via como ele a tinha. Uns gemidos baixos, tão gostosos, e ele chamando ela de putinha safada. Isso me deixou ainda mais excitado, saber que estavam fodendo minha esposa na minha casa, na minha cama. Ele a teve assim um tempo, de conchinha. Depois os dois ficaram de joelhos na cama, ele apertava a cintura dela e beijava os peitos com um desespero... Ela se ajeitou, ficou de quatro e ele nem pensou, começou a meter de novo, aqueles gemidos e barulho de pele batendo de volta. Depois de um tempo, minha bateria acabou. Aí só me restou ouvir, então fiquei mais atento pra me masturbar e escutar pela porta, os gemidos continuaram até que ouvi ela dizendo pra parar, que já tava bom, mas pelo visto ele não deu bola e ela continuou gemendo enquanto ao mesmo tempo repetia – Já, já. Isso me deixou ainda mais excitado porque dava pra ouvir as estocadas ficando cada vez mais fortes, ouvi o último gemido e voltei pra varanda. Uns 15 minutos depois, Edgar sai comigo, mas meio sério. Perguntei se tava tudo bem e ele, sem me olhar, disse que sim. Perguntei se tinha dado ruim e ele disse que não, mas que foi estranho. Só falei que era normal, mas que se ele não quisesse repetir, eu entendia. Ele deu uma risada e disse que não era isso, que só era novidade pra ele. Deu um pouco de risa e falei que era só se acostumar. Dei um tapinha nas costas dele e disse que ia entrar pra dormir. Ele desceu pro quarto dele e eu entrei no meu. A Candy tava na cama, estirada, pelada e recém comida. Deitei em cima dela e comecei a chupar os peitos. Ela fechou os olhos e começou com uns gemidinhos baixos, eles estavam uma delícia e ela me disse que o Edgar tinha chupado bem eles. Isso me deixou com mais tesão ainda e comecei a masturbá-la. Ela continuou gemendo mais alto e eu tava quase explodindo. Comecei a penetrar, ela tava tão aberta que não dava pra acreditar, foi uma coisa esquisita. Ela foi me contando tudo que ele tinha feito, ficou na mesma posição que tinha ficado pra ele e isso me fez gozar. Ela só se deitou e fez uma coisa que nunca tinha feito antes, mas foi incrível: me beijou na boca e disse – Até amanhã, corno. Virou de lado e dormiu. Eu abracei ela por trás e dormimos gostoso pra caralho essa noite. O Edgar continua ficando em casa, então espero que essas noites se repitam… Não esqueçam de deixar seus pontos e comentários se quiserem continuar lendo nossas aventuras e mais sobre meus chifres, aqui é o Axel, seu amigo corno
Não, tipo, de querer sim, mas não quero problemas.
NTP, como te falei, por mim não tem erro, só me diz SIM ou NÃO.
Não, pois é, mas e você, qual é?
Eu desço ou saio um pouco pra fumar um cigarro.
Ok, mas então eu subo só assim ou como?
Sim, eu saio pro terraço e você entra.
Ok, já subo.
Foi o que fiz: saí do quarto pro terraço e vi pelo vidro como ele entrou direto. Como já contei, tenho câmeras em casa e nosso quarto não é exceção, tenho uma pequena no closet. Então comecei a espiar.
Ao entrar, ele ficou só olhando ela um tempo, já que ela estava fingindo que dormia. Ele começou acariciando os pés dela, ela se virou e perguntou o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu que só queria vê-la um pouco. Sem mais, ela se sentou e convidou ele pra sentar. Ele sentou na beirada da cama e ficaram assim uns 5 minutos, até que ele passou a mão pela perna da minha esposa. Ela disse que ele estava esquentando ela e que ia ter que apagar o fogo. Ele riu e tirou a mão, ela puxou ele e disse pra ele sentir. Ele tocou e pôde ver como ela estava bem molhadinha. Ele ajustou a calça e deitou do lado dela, começaram a se acariciar.
Candy se virou de costas pra ele, e foi aí que ele começou a acariciar a buceta e os peitos dela enquanto beijava e esfregava o pau. Ela mexia a bunda e Edgar se ajeitou, tirou o pau pra fora da calça e começou a penetrar ela assim, no pelo. Quando vi essa cena pelo celular, entrei silenciosamente e colei a orelha na porta. Não era a mesma coisa ouvir pelo telefone e de fora do quarto. Dava pra ouvir ele metendo com força, e eu via como ele a tinha. Uns gemidos baixos, tão gostosos, e ele chamando ela de putinha safada. Isso me deixou ainda mais excitado, saber que estavam fodendo minha esposa na minha casa, na minha cama. Ele a teve assim um tempo, de conchinha. Depois os dois ficaram de joelhos na cama, ele apertava a cintura dela e beijava os peitos com um desespero... Ela se ajeitou, ficou de quatro e ele nem pensou, começou a meter de novo, aqueles gemidos e barulho de pele batendo de volta. Depois de um tempo, minha bateria acabou. Aí só me restou ouvir, então fiquei mais atento pra me masturbar e escutar pela porta, os gemidos continuaram até que ouvi ela dizendo pra parar, que já tava bom, mas pelo visto ele não deu bola e ela continuou gemendo enquanto ao mesmo tempo repetia – Já, já. Isso me deixou ainda mais excitado porque dava pra ouvir as estocadas ficando cada vez mais fortes, ouvi o último gemido e voltei pra varanda. Uns 15 minutos depois, Edgar sai comigo, mas meio sério. Perguntei se tava tudo bem e ele, sem me olhar, disse que sim. Perguntei se tinha dado ruim e ele disse que não, mas que foi estranho. Só falei que era normal, mas que se ele não quisesse repetir, eu entendia. Ele deu uma risada e disse que não era isso, que só era novidade pra ele. Deu um pouco de risa e falei que era só se acostumar. Dei um tapinha nas costas dele e disse que ia entrar pra dormir. Ele desceu pro quarto dele e eu entrei no meu. A Candy tava na cama, estirada, pelada e recém comida. Deitei em cima dela e comecei a chupar os peitos. Ela fechou os olhos e começou com uns gemidinhos baixos, eles estavam uma delícia e ela me disse que o Edgar tinha chupado bem eles. Isso me deixou com mais tesão ainda e comecei a masturbá-la. Ela continuou gemendo mais alto e eu tava quase explodindo. Comecei a penetrar, ela tava tão aberta que não dava pra acreditar, foi uma coisa esquisita. Ela foi me contando tudo que ele tinha feito, ficou na mesma posição que tinha ficado pra ele e isso me fez gozar. Ela só se deitou e fez uma coisa que nunca tinha feito antes, mas foi incrível: me beijou na boca e disse – Até amanhã, corno. Virou de lado e dormiu. Eu abracei ela por trás e dormimos gostoso pra caralho essa noite. O Edgar continua ficando em casa, então espero que essas noites se repitam… Não esqueçam de deixar seus pontos e comentários se quiserem continuar lendo nossas aventuras e mais sobre meus chifres, aqui é o Axel, seu amigo corno
1 comentários - Invito al amigo Herrero a ver a mi esposa desnuda