Fico tirando lembranças da galera, dessa vez outra oportunidade que tive graças ao Badoo quando ainda era site, antes dos aplicativos. Deve ter sido por 2013 ou 2014, quando a versão gratuita permitia fazer e filtrar boas buscas.
Eu era casado fazia pouco tempo, então não tinha liberdade de horário e precisava procurar umas gostosas que não desconfiassem se a gente tivesse que se ver em dia de semana ou em horários nada convencionais. Falar que era casado pras solteiras não dava resultado, então tinha que mentir pra caralho. Nesse caso, vi que o perfil da Susy me visitou: uma loira de uns 40 anos, muito chamativa pro meu gosto, robusta, com curvas, nem obesa nem gorda, sem parceiro.
Mandei um papo e ela disse que era enfermeira e tinha vários filhos, então apostei que os horários dela eram uma bagunça e fiz minha tentativa. Conversamos bastante, ela tinha foto mas meio borrada, dava pra ver que era atraente. Passamos pro WhatsApp, trocamos fotos, pelo visto eu agradei e ela me mandou a dela, onde dava pra ver uma loira muito branca, muito bonita de rosto, maçãs do rosto marcadas e uns olhos cinzas incríveis.
Ficando mais picante, ela me disse que tinha peitões e de vez em quando mandava uma foto, nunca pelada, mas sempre do decote, e fiquei doido pra ver o tamanho daqueles peitos.
Combinamos de nos ver em Lanús pra tomar um café às 9 da manhã, e não errei na questão dos horários – ela nem estranhou eu propor um encontro de manhã, já que tava saindo de um plantão perto dali.
Manhã de inverno bem ensolarada e muito fria, esperei ela numa esquina até que apareceu e fiquei meio assustado porque era mais alta do que eu imaginava, só uns centímetros mais baixa que eu, quase 1,80m de uma loira imponente, ombros largos, quadris mais largos ainda, mesmo com o casaco dava pra ver os peitões que ela tinha, uma polaca robusta de verdade. Pensei: "minha rola não vai dar conta de comer um pedaço de gostosa desse tamanho". (Não sou como todo mundo aqui que tem pica de 25cm, hehe). E, mesmo que ninguém ligue, aqueles olhos eram de uma cor... Incrível.
Café e papo num bar, falando de coisas legais, nada pesado. Devemos ter ficado uns 30 minutos no máximo, o assunto já não rendia mais e pergunto se ela queria "continuar em outro lugar". Ela sorri com vergonha, aquelas bochechas brancas ficaram vermelhas, disse algo como "nunca fiz isso antes" (sobre ir transar com um cara que conheceu há pouco), devo ter contado alguma piada pra relaxar o clima e na hora ela fala "pra onde a gente vai?", eu digo que perto tem o hotel Siroco e pra lá saímos rindo.
Já no hotel, pela janela entrava uma luz quente de sol e começamos o beijo bem quentes os dois, minhas mãos não davam conta de agarrar a bunda e os peitos dela. Tive que deixar ela se despir porque ela tava com uma camiseta térmica bem apertada que não consegui tirar. Aí vejo uma pele branquíssima, tipo nuvem, e o sutiã apertando aqueles peitões que eu tinha visto nas fotos... tiro ele rápido e vejo o que posso dizer: os melhores peitos que já tive na vida, grandes, empinados, durinhos e uns mamilos rosados bem duros e eretos que eu me agarrei igual bebê, chupava, apertava os peitos, mordia...
O corpo forte, branco, claro com sua barriguinha e gordurinha, mas com curvas, a cintura mais fina que o quadril, e tiro a calcinha fio dental... uma loucura, onde pensei que ia encontrar uma bucetona, tinha uma bucetinha rosada e pequena igual de menina. Eu beijava os peitos dela, a barriga e rapidinho enfiei uns dedos e língua naquela buceta linda, mas deixei pra depois, tirei a cueca porque a pica tava explodindo.
Fico na posição de "chupa aqui" e ela me diz que fazia 5 anos que não transava, pra ter paciência se não fizesse direito... uffff como me excitou, não acreditava que ninguém tinha comido uma mulher tão gostosa, pensava que com seus 25 ou 30 anos ela ia arrebentar toda de tão boa que devia ser.
Ela pegou minha pica e começou literalmente a sugar, parecia um aspirador, com muita força. Tive medo de gozar na hora, pedi pra ela parar. mas suavecito, com muita língua e baba.
Mamada do caralho, fui levando a cabeça dela pra chupar minhas bolas e devagar fui abrindo as pernas pra ela descer e chupar meu cu... o que ela fez sem perguntar, sentir aquela língua quentinha e a respiração ofegante dela deixava minha pica dura que nem pedra, segurei a cabeça dela pra ficar um tempão ali chupando. Assim mesmo a gente se beijou de língua e ela disse que não sabia que homem gostava de ter o cu chupado, aí eu falei meio na brincadeira que não parecia que ela tinha vergonha de fazer isso.
Eu ainda meio que pensando como ia encaixar a pica naquelas pernas e naquele cu, coloquei ela de bruços na cama, beijava e lambia aquelas costas largas, brancas, macias, fui direto pra aquele cuzão, firme, redondo, abri as nádegas dela e vi um buraquinho pequeno e bem rosadinho, comecei a chupar ele igual um louco, ela resfolegava, gemia meio rouco, me fala que no cu só língua, então nem sei quanto tempo fiquei chupando enquanto passava os dedos na pussy dela, que fazia o corpo inteiro tremer.
Eu não aguentava mais, então dei um tapa na bunda dela pra ela ficar de quatro, e ali eu tive, era pra foto, aquele cuzão enorme, firme, aquelas costas fortes, esperando minha pica... coloquei a camisinha o mais rápido que pude, e devagar comecei a foder aquela pussy de menina, puta que pariu como aquele corpo tremia, a força daquela pussy, os gemidos cada vez mais parecendo resfolegos ofegantes, olhava como aquele cuzão batia no meu corpo, abria as nádegas dela pra passar o dedo babado no cu, aí já fiquei meio sem mente, lembro como flashes de dar tapas que deixaram uma nádega vermelha, me apoiar nas costas dela pra apertar os peitos pendurados, morder o pescoço dela, os resfolegos cada vez mais fortes dela, até que percebi que ela gozou com uma contração da pussy que parecia um punho, uma força incrível essa mulher... eu gozei um pouco depois, e de tanta força que fez, quando tirei, a camisinha ficou dentro, ficou a buceta dela escorrendo porra quentinha.
Não fez drama, ela mesma tirou a camisinha e disse que depois ia tomar a pílula do dia seguinte. Ficamos conversando enquanto recuperávamos o fôlego, uma gatinha muito gente boa, sorte que ela disse que foi o primeiro orgasmo dela em 5 anos, então fiquei feliz pra caralho.
Mesmo enquanto recuperava o ar e com a piroca mole, eu continuava agarrado naquelas tetas, não conseguia parar de apertar, chupar e morder aqueles bicos duros, enormes e compridos, e não sei se vocês sabem, mas as gatinhas gostam que a gente fique naquela posição de bebê, o sexo desperta todo tipo de instinto, até o maternal.
Com o tempo, enquanto eu chupava as tetas dela igual um bebê, ela foi apalpando minha piroca até ficar dura, ela mesma colocou a camisinha, sentou em cima de mim e começou a cavalgar devagar. Eu olhava extasiado pra ela, o reflexo dela no espelho do teto, nunca tinha comido uma gatinha tão grandona.
Conforme ela ia me comendo, aumentava o ritmo e os resfôlegos, já não eram gemidos, parecia um búfalo, eu continuava apertando as tetas dela e chupando enquanto dava...
O problema é que, conforme ela fazia mais força, o colchão da cama começou a se mexer, e ela continuou cavalgando cada vez mais forte, sentia como aquela buceta apertava minha piroca, e seguiu e seguiu, se movendo ela e o colchão, até que finalmente gozou num grito, ficou de boca aberta olhando pro teto uns instantes... nessa altura o colchão já tinha caído totalmente no chão, pulamos da cama, nunca mais me aconteceu algo assim.
Já estava chegando o fim do turno, então tomamos um banho rápido, últimos momentos pra apertar as tetas dela e dar uns amassos.
E assim foi essa história, depois minha mina teve uns problemas de saúde e por um tempo tive que sumir das aventuras que conseguia pelo Badoo.
Nos falamos com a Susy tipo um ano depois, ela tava mais enrolada que eu com horários e assim se acabaram as chances de provar de novo as tetonas da polaca mais gostosa que já conheci.
Eu era casado fazia pouco tempo, então não tinha liberdade de horário e precisava procurar umas gostosas que não desconfiassem se a gente tivesse que se ver em dia de semana ou em horários nada convencionais. Falar que era casado pras solteiras não dava resultado, então tinha que mentir pra caralho. Nesse caso, vi que o perfil da Susy me visitou: uma loira de uns 40 anos, muito chamativa pro meu gosto, robusta, com curvas, nem obesa nem gorda, sem parceiro.
Mandei um papo e ela disse que era enfermeira e tinha vários filhos, então apostei que os horários dela eram uma bagunça e fiz minha tentativa. Conversamos bastante, ela tinha foto mas meio borrada, dava pra ver que era atraente. Passamos pro WhatsApp, trocamos fotos, pelo visto eu agradei e ela me mandou a dela, onde dava pra ver uma loira muito branca, muito bonita de rosto, maçãs do rosto marcadas e uns olhos cinzas incríveis.
Ficando mais picante, ela me disse que tinha peitões e de vez em quando mandava uma foto, nunca pelada, mas sempre do decote, e fiquei doido pra ver o tamanho daqueles peitos.
Combinamos de nos ver em Lanús pra tomar um café às 9 da manhã, e não errei na questão dos horários – ela nem estranhou eu propor um encontro de manhã, já que tava saindo de um plantão perto dali.
Manhã de inverno bem ensolarada e muito fria, esperei ela numa esquina até que apareceu e fiquei meio assustado porque era mais alta do que eu imaginava, só uns centímetros mais baixa que eu, quase 1,80m de uma loira imponente, ombros largos, quadris mais largos ainda, mesmo com o casaco dava pra ver os peitões que ela tinha, uma polaca robusta de verdade. Pensei: "minha rola não vai dar conta de comer um pedaço de gostosa desse tamanho". (Não sou como todo mundo aqui que tem pica de 25cm, hehe). E, mesmo que ninguém ligue, aqueles olhos eram de uma cor... Incrível.
Café e papo num bar, falando de coisas legais, nada pesado. Devemos ter ficado uns 30 minutos no máximo, o assunto já não rendia mais e pergunto se ela queria "continuar em outro lugar". Ela sorri com vergonha, aquelas bochechas brancas ficaram vermelhas, disse algo como "nunca fiz isso antes" (sobre ir transar com um cara que conheceu há pouco), devo ter contado alguma piada pra relaxar o clima e na hora ela fala "pra onde a gente vai?", eu digo que perto tem o hotel Siroco e pra lá saímos rindo.
Já no hotel, pela janela entrava uma luz quente de sol e começamos o beijo bem quentes os dois, minhas mãos não davam conta de agarrar a bunda e os peitos dela. Tive que deixar ela se despir porque ela tava com uma camiseta térmica bem apertada que não consegui tirar. Aí vejo uma pele branquíssima, tipo nuvem, e o sutiã apertando aqueles peitões que eu tinha visto nas fotos... tiro ele rápido e vejo o que posso dizer: os melhores peitos que já tive na vida, grandes, empinados, durinhos e uns mamilos rosados bem duros e eretos que eu me agarrei igual bebê, chupava, apertava os peitos, mordia...
O corpo forte, branco, claro com sua barriguinha e gordurinha, mas com curvas, a cintura mais fina que o quadril, e tiro a calcinha fio dental... uma loucura, onde pensei que ia encontrar uma bucetona, tinha uma bucetinha rosada e pequena igual de menina. Eu beijava os peitos dela, a barriga e rapidinho enfiei uns dedos e língua naquela buceta linda, mas deixei pra depois, tirei a cueca porque a pica tava explodindo.
Fico na posição de "chupa aqui" e ela me diz que fazia 5 anos que não transava, pra ter paciência se não fizesse direito... uffff como me excitou, não acreditava que ninguém tinha comido uma mulher tão gostosa, pensava que com seus 25 ou 30 anos ela ia arrebentar toda de tão boa que devia ser.
Ela pegou minha pica e começou literalmente a sugar, parecia um aspirador, com muita força. Tive medo de gozar na hora, pedi pra ela parar. mas suavecito, com muita língua e baba.
Mamada do caralho, fui levando a cabeça dela pra chupar minhas bolas e devagar fui abrindo as pernas pra ela descer e chupar meu cu... o que ela fez sem perguntar, sentir aquela língua quentinha e a respiração ofegante dela deixava minha pica dura que nem pedra, segurei a cabeça dela pra ficar um tempão ali chupando. Assim mesmo a gente se beijou de língua e ela disse que não sabia que homem gostava de ter o cu chupado, aí eu falei meio na brincadeira que não parecia que ela tinha vergonha de fazer isso.
Eu ainda meio que pensando como ia encaixar a pica naquelas pernas e naquele cu, coloquei ela de bruços na cama, beijava e lambia aquelas costas largas, brancas, macias, fui direto pra aquele cuzão, firme, redondo, abri as nádegas dela e vi um buraquinho pequeno e bem rosadinho, comecei a chupar ele igual um louco, ela resfolegava, gemia meio rouco, me fala que no cu só língua, então nem sei quanto tempo fiquei chupando enquanto passava os dedos na pussy dela, que fazia o corpo inteiro tremer.
Eu não aguentava mais, então dei um tapa na bunda dela pra ela ficar de quatro, e ali eu tive, era pra foto, aquele cuzão enorme, firme, aquelas costas fortes, esperando minha pica... coloquei a camisinha o mais rápido que pude, e devagar comecei a foder aquela pussy de menina, puta que pariu como aquele corpo tremia, a força daquela pussy, os gemidos cada vez mais parecendo resfolegos ofegantes, olhava como aquele cuzão batia no meu corpo, abria as nádegas dela pra passar o dedo babado no cu, aí já fiquei meio sem mente, lembro como flashes de dar tapas que deixaram uma nádega vermelha, me apoiar nas costas dela pra apertar os peitos pendurados, morder o pescoço dela, os resfolegos cada vez mais fortes dela, até que percebi que ela gozou com uma contração da pussy que parecia um punho, uma força incrível essa mulher... eu gozei um pouco depois, e de tanta força que fez, quando tirei, a camisinha ficou dentro, ficou a buceta dela escorrendo porra quentinha.
Não fez drama, ela mesma tirou a camisinha e disse que depois ia tomar a pílula do dia seguinte. Ficamos conversando enquanto recuperávamos o fôlego, uma gatinha muito gente boa, sorte que ela disse que foi o primeiro orgasmo dela em 5 anos, então fiquei feliz pra caralho.
Mesmo enquanto recuperava o ar e com a piroca mole, eu continuava agarrado naquelas tetas, não conseguia parar de apertar, chupar e morder aqueles bicos duros, enormes e compridos, e não sei se vocês sabem, mas as gatinhas gostam que a gente fique naquela posição de bebê, o sexo desperta todo tipo de instinto, até o maternal.
Com o tempo, enquanto eu chupava as tetas dela igual um bebê, ela foi apalpando minha piroca até ficar dura, ela mesma colocou a camisinha, sentou em cima de mim e começou a cavalgar devagar. Eu olhava extasiado pra ela, o reflexo dela no espelho do teto, nunca tinha comido uma gatinha tão grandona.
Conforme ela ia me comendo, aumentava o ritmo e os resfôlegos, já não eram gemidos, parecia um búfalo, eu continuava apertando as tetas dela e chupando enquanto dava...
O problema é que, conforme ela fazia mais força, o colchão da cama começou a se mexer, e ela continuou cavalgando cada vez mais forte, sentia como aquela buceta apertava minha piroca, e seguiu e seguiu, se movendo ela e o colchão, até que finalmente gozou num grito, ficou de boca aberta olhando pro teto uns instantes... nessa altura o colchão já tinha caído totalmente no chão, pulamos da cama, nunca mais me aconteceu algo assim.
Já estava chegando o fim do turno, então tomamos um banho rápido, últimos momentos pra apertar as tetas dela e dar uns amassos.
E assim foi essa história, depois minha mina teve uns problemas de saúde e por um tempo tive que sumir das aventuras que conseguia pelo Badoo.
Nos falamos com a Susy tipo um ano depois, ela tava mais enrolada que eu com horários e assim se acabaram as chances de provar de novo as tetonas da polaca mais gostosa que já conheci.
1 comentários - La Polaca