Tudo começou com a visita do Carlos, o amigo do babaca do Alberto, meu marido. Ele é o completo oposto, percebi na hora que o negócio era sério e que eu ia acabar dando pra ele. O plano do meu marido não ia dar certo, ele precisava negociar com o Carlos uma entrevista com um comerciante poderoso pra fechar um negócio, e a melhor ideia que teve foi me deixar bem gostosa pra amolecer o Carlos. O que eu nunca imaginei é que o Carlos seria tão gostoso.
Alberto, olha, tu tem que esquentar ele de qualquer jeito, não importa o custo, esse é um negócio vital pra nós dois e a gente tem que fechar. Eu sei o que o Carlos gosta, então não veste outra coisa que não seja uma saia curta.
Então tenho que ir fundo?
Alberto, claro, amor, você tem que ser a mais sedutora do mundo. Eu vou te dar espaço pra rolar o que tiver que rolar.
Tá falando sério comigo? E se ele quiser tudo, vai deixar ele comer?
Alberto, tenho certeza de que ele vai querer, tudo depende de você, bebê.
Amor, cê tá me dizendo pra te trair com seu amigo por causa de um negócio?
É muito mais que um negócio.
E aí, você vai me ver dando pro seu amigo? Vai bater uma punheta da boa ou vai ficar de castigo?
que chifres lindos você vai exibir depois, bebê, imagina seus parceiros sabendo que você é o maior cuck love, aff, olha como você ficou duro, céu, acho que isso deixa meu punheteiro bem excitado
Alberto, pra ser sincero, se ele beber, eu já tô explodindo.
Na sexta à noite, convidei ele pra jantar, bebê.
Então comprei umas roupinhas novas, umas camisetas e duas saias curtinhas, além de um conjunto bem sexy. Deixei o Alberto escolher a roupa que eu usaria pra receber o amigo dele, o Carlos. O Alberto saiu de casa sabendo que naquela noite os chifres dele iam crescer pra caralho. Tanto ele quanto eu sabíamos que fazia tempo que meu marido era cuck. O Alberto já desconfiava e agora ia confirmar, embora eu não gostasse muito da ideia dele nos ver. Então combinamos que ele fingiria que tinha dormido ou passado mal, e eu tomaria conta da situação.
Foi assim que o Alberto chegou em casa com o Carlos. O primeiro olhar dele pra mim foi de admiração, mas não de desejo, dava pra ver que ele não era um tarado. Logo servi as cervejas pra eles e fui pra cozinha pegar uma tábua de frios. Voltei com vários pratos. O Alberto começou a comer na hora, mas o Carlos se ofereceu pra me ajudar a trazer o resto. Ele vinha atrás de mim, sabia que o olhar dele tava grudado na minha bunda e isso já tinha me deixado toda molhada. Me apoiei na bancada e me estiquei pra tentar abrir o armário de cima, procurando uma travessa, fazendo de tudo pra mostrar pro Carlos que eu não alcançava. Minha atuação deu resultado na hora. Eu tava com a bunda bem empinada pra trás. Na mesma hora senti um volume enorme e duro se esfregando no meu rabo. Que delícia que era aquilo, tanto que não só deixei ele fazer como também comecei a rebolar no ritmo dele e soltei um gemidinho baixo. Levei uns minutos pra pegar a travessa, enchi ela e, junto com a outra, levei pra sala. O Alberto soube disfarçar quando viu a ereção do Carlos na volta. Na hora começaram a conversar sobre o passado deles. O Carlos, de vez em quando, olhava de lado pros meus peitões. Levantei pra pegar mais cerveja.
Servi mais cerveja pra eles e, claro, não me meti na conversa. O assunto era o Carlos conseguir uma entrevista com o pai dele pra apoiar um negócio e, assim, chegar nos clientes do velho. Antes de responder, Carlos pediu licença pra ir ao banheiro. Eu fui com ele, mostrando o caminho pelo corredor. Quando chegamos na porta, me inclinei demais pra abrir, deixando ele ver minha calcinha fio dental. Ele entrou. Sabia que ele ia ficar de pau duro. Esperei do outro lado da porta, criei coragem e entrei. Lá estava o Carlos, parado com o pau na mão. Era o dobro do pau do Alberto. Carlos me olhou surpreso. Fiz sinal de silêncio, me ajoelhei e chupei ele sem falar nada. Não deixei ele gozar. Agora só queria que ele me comesse. Levantei e saí do banheiro. Fomos os dois pra sala de jantar e, quando chegamos, fiz um sinal pro Alberto.
Alberto... perdão, Carlos, não sei o que tá rolando comigo, deve ser o nervosismo. Vou dar uma relaxada aqui, já volto.
Alberto se levantou segurando a barriga.
Tá bem, amor?
Alberto, pra ser sincero, não.
Ajudei ele a ir pra cama e, enquanto arrumava meu marido, deixei meu cu quase todo à mostra pro Carlos. Fechei a porta e fomos pra sala de jantar. Assim que chegamos, o Carlos me abraçou.
Carlos Alberto é meu amigo, mas tu é muito puta.
Assim que senti você na minha bunda, soube que ia acabar assim, tomara que o Alberto fosse que nem você.
Depois disso, as palavras sobraram, eu chupei ele de novo. Carlos tinha medo que Alberto acordasse enquanto isso e tentava convencê-lo de que não ia acordar tão cedo. Ele me levou pro sofá, me inclinou e puxou minha tanga. Eu sabia que ia rolar o que eu tanto queria, e no fim aconteceu. Senti o pau dele entrar na minha pussy empapada, doía, mas me enchia de prazer. Aquela vara fazia estragos, entrando e saindo do meu corpo.
carlos, você gosta de puta, você é incrível, puta. Tá se cuidando, não é mesmo? Desde que te vi, soube que ia te comer.
e eu tambémmm me enche todaaa que pau que você tem meu céuuu ahhh ahhh
enquanto me comia, ele apalpava meus peitos, isso me fazia gozar como uma puta, não queria que parasse nem fazer muito barulho, mas não consegui evitar gemer quando finalmente o Carlos gozou dentro de mim
Tomamos mais uma cerveja e seguimos, meu marido ainda aguenta por um bom tempo.
Carlos, você tá pronto pra seguir a noite toda, pena que não posso, minha esposa tá me esperando.
mesmo que seja só mais uma vez, teu pau é lindo
Carlos, beleza, manda mais uma cerveja aí e a gente vê.
Alberto, olha, tu tem que esquentar ele de qualquer jeito, não importa o custo, esse é um negócio vital pra nós dois e a gente tem que fechar. Eu sei o que o Carlos gosta, então não veste outra coisa que não seja uma saia curta.
Então tenho que ir fundo?
Alberto, claro, amor, você tem que ser a mais sedutora do mundo. Eu vou te dar espaço pra rolar o que tiver que rolar.
Tá falando sério comigo? E se ele quiser tudo, vai deixar ele comer?
Alberto, tenho certeza de que ele vai querer, tudo depende de você, bebê.
Amor, cê tá me dizendo pra te trair com seu amigo por causa de um negócio?
É muito mais que um negócio.
E aí, você vai me ver dando pro seu amigo? Vai bater uma punheta da boa ou vai ficar de castigo?
que chifres lindos você vai exibir depois, bebê, imagina seus parceiros sabendo que você é o maior cuck love, aff, olha como você ficou duro, céu, acho que isso deixa meu punheteiro bem excitado
Alberto, pra ser sincero, se ele beber, eu já tô explodindo.
Na sexta à noite, convidei ele pra jantar, bebê.
Então comprei umas roupinhas novas, umas camisetas e duas saias curtinhas, além de um conjunto bem sexy. Deixei o Alberto escolher a roupa que eu usaria pra receber o amigo dele, o Carlos. O Alberto saiu de casa sabendo que naquela noite os chifres dele iam crescer pra caralho. Tanto ele quanto eu sabíamos que fazia tempo que meu marido era cuck. O Alberto já desconfiava e agora ia confirmar, embora eu não gostasse muito da ideia dele nos ver. Então combinamos que ele fingiria que tinha dormido ou passado mal, e eu tomaria conta da situação.
Foi assim que o Alberto chegou em casa com o Carlos. O primeiro olhar dele pra mim foi de admiração, mas não de desejo, dava pra ver que ele não era um tarado. Logo servi as cervejas pra eles e fui pra cozinha pegar uma tábua de frios. Voltei com vários pratos. O Alberto começou a comer na hora, mas o Carlos se ofereceu pra me ajudar a trazer o resto. Ele vinha atrás de mim, sabia que o olhar dele tava grudado na minha bunda e isso já tinha me deixado toda molhada. Me apoiei na bancada e me estiquei pra tentar abrir o armário de cima, procurando uma travessa, fazendo de tudo pra mostrar pro Carlos que eu não alcançava. Minha atuação deu resultado na hora. Eu tava com a bunda bem empinada pra trás. Na mesma hora senti um volume enorme e duro se esfregando no meu rabo. Que delícia que era aquilo, tanto que não só deixei ele fazer como também comecei a rebolar no ritmo dele e soltei um gemidinho baixo. Levei uns minutos pra pegar a travessa, enchi ela e, junto com a outra, levei pra sala. O Alberto soube disfarçar quando viu a ereção do Carlos na volta. Na hora começaram a conversar sobre o passado deles. O Carlos, de vez em quando, olhava de lado pros meus peitões. Levantei pra pegar mais cerveja.
Servi mais cerveja pra eles e, claro, não me meti na conversa. O assunto era o Carlos conseguir uma entrevista com o pai dele pra apoiar um negócio e, assim, chegar nos clientes do velho. Antes de responder, Carlos pediu licença pra ir ao banheiro. Eu fui com ele, mostrando o caminho pelo corredor. Quando chegamos na porta, me inclinei demais pra abrir, deixando ele ver minha calcinha fio dental. Ele entrou. Sabia que ele ia ficar de pau duro. Esperei do outro lado da porta, criei coragem e entrei. Lá estava o Carlos, parado com o pau na mão. Era o dobro do pau do Alberto. Carlos me olhou surpreso. Fiz sinal de silêncio, me ajoelhei e chupei ele sem falar nada. Não deixei ele gozar. Agora só queria que ele me comesse. Levantei e saí do banheiro. Fomos os dois pra sala de jantar e, quando chegamos, fiz um sinal pro Alberto.
Alberto... perdão, Carlos, não sei o que tá rolando comigo, deve ser o nervosismo. Vou dar uma relaxada aqui, já volto.
Alberto se levantou segurando a barriga.
Tá bem, amor?
Alberto, pra ser sincero, não.
Ajudei ele a ir pra cama e, enquanto arrumava meu marido, deixei meu cu quase todo à mostra pro Carlos. Fechei a porta e fomos pra sala de jantar. Assim que chegamos, o Carlos me abraçou.
Carlos Alberto é meu amigo, mas tu é muito puta.
Assim que senti você na minha bunda, soube que ia acabar assim, tomara que o Alberto fosse que nem você.
Depois disso, as palavras sobraram, eu chupei ele de novo. Carlos tinha medo que Alberto acordasse enquanto isso e tentava convencê-lo de que não ia acordar tão cedo. Ele me levou pro sofá, me inclinou e puxou minha tanga. Eu sabia que ia rolar o que eu tanto queria, e no fim aconteceu. Senti o pau dele entrar na minha pussy empapada, doía, mas me enchia de prazer. Aquela vara fazia estragos, entrando e saindo do meu corpo.
carlos, você gosta de puta, você é incrível, puta. Tá se cuidando, não é mesmo? Desde que te vi, soube que ia te comer.
e eu tambémmm me enche todaaa que pau que você tem meu céuuu ahhh ahhh
enquanto me comia, ele apalpava meus peitos, isso me fazia gozar como uma puta, não queria que parasse nem fazer muito barulho, mas não consegui evitar gemer quando finalmente o Carlos gozou dentro de mim
Tomamos mais uma cerveja e seguimos, meu marido ainda aguenta por um bom tempo.
Carlos, você tá pronto pra seguir a noite toda, pena que não posso, minha esposa tá me esperando.
mesmo que seja só mais uma vez, teu pau é lindo
Carlos, beleza, manda mais uma cerveja aí e a gente vê.
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