97📑O Bordel

97📑O BordelUm ano e três meses. Cento e cinquenta e seis amanheceres sobre águas cinzentas. O balanço do mar, o cheiro do salitre, as noites sem companhia… O Capitão Julián tinha a pele curtida pelo sol e o sangue fervendo de abstinência. Quando o navio atracou no porto de Cartagena, mal sua bota pisou na madeira firme do cais, ele já sabia para onde iria. O “Palácio do Prazer” não era o lugar mais refinado, mas sim o mais famoso. E o que Julián precisava não era refinamento: era carne. Calor. Gemidos reais. Pele contra pele.

—Quero duas putas —disse com voz grave ao porteiro, deixando uma trouxa de notas sobre o balcão—. As mais atrevidas que tiveres. Estou completo, forte… e preciso de desabafo.

A madame o observou de cima a baixo. Ele tinha o corpo de um touro jovem, os braços marcados pelas cordas do navio, a barba espessa e um olhar que devorava.

—Vou te mandar Yuli e Reina. Se depois delas ainda estiveres de pé, te fazemos um altar.

Ele subiu as escadas. O quarto era amplo, com uma cama redonda, espelhos no teto e cortinas vermelhas. Tirou a camisa lentamente, deixando ver o torso firme, a tatuagem de uma âncora no peito e um volume proeminente sob a calça.

As garotas chegaram minutos depois. Yuli era morena, baixinha, com curvas explosivas e um olhar travesso. Reina era mais alta, loira tingida, lábios carnudos e pernas longas envoltas em meias de renda.

—Então você nos queria às duas, marinheiro? —ronronou Reina, desabotoando o espartilho.

—Levo mais de um ano sem sentir uma mulher —respondeu Julián—. Não sei se dou descanso a vocês esta noite.

As garotas se olharam, sorriram e se aproximaram como felinas. Yuli se ajoelhou primeiro e abaixou a calça do marinheiro. Ao ver o que ele escondia, abriu os olhos com surpresa e desejo.

—Mãe do céu…

—Ele vai nos partir ao meio —sussurrou Reina, mordendo o lábio.

O primeiro foi um jogo de língua compartilhado. Enquanto uma se dedicava a lamber seu tronco firme e latejante, a outra beijava seus testículos inchados. Julián gemeu como um animal domado, seus dedos enterrados nos cabelos dela. —Quero elas pra cima agora —ordenou.vadiaYuli subiu primeiro, deslizando sua buceta com dificuldade pelo pau grosso dele, gemendo a cada centímetro que entrava. Reina se posicionou atrás dele, lambendo suas costas, suas orelhas, beijando seus ombros enquanto ele enfiava com força na buceta da Yuli, como se quisesse alcançar até a alma dela. Quando Yuli ficou sem fôlego, Reina a substituiu, deixando-se cair de costas sobre ele, pegando seu pau com as duas mãos para guiá-lo para dentro de sua vagina. O grito dela foi agudo, de prazer selvagem. Julián não parava. Eles mudavam de posição, suavam, mordiam-se. Às vezes ele tinha as duas em cima dele, uma beijando seus mamilos enquanto a outra quicava com força em seu pau.peitoesAs horas passaram como minutos. O colchão rangia. O quarto cheirava a sexo, a pele e a desejo saciado. Quando finalmente acabou —com um grunhido final enquanto seus quadris batiam com fúria— ele se deixou cair entre as duas, encharcado de prazer. Yuli, ainda ofegante, disse:
—Você é um animal, marinheiro.
Reina acariciou seu peito.
—Depois disso… você merece uma estátua no porto.
Julián sorriu, fechando os olhos, o corpo finalmente satisfeito.
—Não preciso de estátua. Só de saber que amanhã posso voltar.cogidaSó tinham se passado dois dias desde aquela noite de desabafo brutal com Yuli e Reina. Mas o corpo de Julián pedia mais. Como um navio que não se sacia só em tocar terra, ele precisava explorar novos portos... mais profundos. Ele voltou ao Palácio do Prazer. Seu andar era lento, mas firme, como se soubesse que o que procurava não estava em qualquer cama. A madame o viu entrar e soltou uma gargalhada.

— De novo tão cedo, marinheiro?

— Dessa vez quero uma mulher de verdade — disse com voz rouca. — Não uma garotinha. Quero uma milf, com experiência... e que não tenha medo de fogo.

— Mais algum detalhe?

— Peitos grandes... e que me deixe entrar pelo cu.

A madame não titubeou. Deu uma palma e uma silhueta apareceu no alto da escada.

— Sabrina, meu coração. O marinheiro quer tempestade.

Ela desceu lentamente. Um vestido justo cor de vinho cobria uns quadris generosos, e os peitos, enormes, firmes, mal contidos. Tinha mais de quarenta, mas se movia com uma segurança que derretia. Lábios grossos, olhar felino e voz baixa.

— Tem certeza do que pediu, marinheiro? Eu não brinco com principiantes.vadiaJulián se aproximou, sem medo, e pegou na mão dela. —Estou pronto para naufragar.

O quarto estava diferente desta vez: velas, um tapete grosso, uma poltrona estofada. Sabrina não perdeu tempo. Despiu-se devagar, deixando seus peitos caírem livres e pesados, com mamilos duros. Julián ajoelhou-se diante deles, como quem se rende a uma deusa, beijando-os com devoção, chupando com fome acumulada.

Ela agarrou seu cabelo. —Mais devagar. Olha pra mim enquanto faz isso.

Ele chupou um de seus mamilos enquanto a encarava, e viu-a fechar os olhos, apertando as coxas. —Toca aí —ordenou ela, sentando-se na poltrona.

Julián despiu-se completamente. Seu pau já estava firme, imponente. Sabrina observou-o como quem avalia uma arma. —Vem. Vamos ver se você manja isso como diz.

Ela sentou-se sobre ele, de frente, enfiando seu pau grosso na sua buceta entre gemidos longos. Os movimentos eram lentos, profundos. Seus peitos batiam em seu rosto. Julián os chupava, mordia de leve, enquanto ela cavalgava com ritmo de experiente.

—Agora, prepara… quero que me pegue como um animal —sussurrou ela, descendo.

Posicionou-se de quatro na cama, erguendo as nádegas grandes, redondas, perfeitas. Pegou um pequeno lubrificante na gaveta. Entregou-o sem palavras. Julián entendeu.

Lubrificou-a com cuidado, preparou-a com os dedos enquanto ela gemia, ofegava, abria-se. Depois, com lentidão, penetrou-lhe o cu.

—Isso… assim… tudo, marinheiro…

Ele agarrou-a firme pelos quadris e começou a se mover. Cada investida era mais funda, mais molhada, mais intensa. Sabrina gemía sem pudor, sua voz grave enchendo o quarto. Julián suava, ofegava, metendo com força enquanto seu corpo sacudía.Relatos eroticos—Não para! Mais forte!

Por minutos intermináveis ele a tomou com força, até que, com um grito abafado, explodiu dentro dela. Sabrina gemeu no mesmo instante, os dois tremendo juntos, corpos contraídos de prazer.

Quando ele caiu de costas, ela o olhou com um sorriso satisfeito.

—Marinheiro... se ficar em terra mais um pouco, vou te viciar.

—Já estou viciado —disse ele, sem conseguir parar de olhar aqueles peitões balançando a cada respiração.relatos pornoO navio zarparia ao amanhecer. Julián recebera a ordem naquela mesma tarde. Uma nova rota, seis meses no alto-mar. Vento, sal, solidão. Mas antes de partir, ele sabia o que queria. O que precisava.
Não foi ao bordel desta vez. Sabrina o esperava em seu pequeno apartamento sobre o porto. Recebeu-o de roupão, com uma taça de vinho na mão e um brilho diferente nos olhos.
— Então você vai embora de novo…
— Mas não sem me despedir como deve ser.
— Não vim sozinha — disse ela com um sorriso malicioso, abrindo a porta do quarto.
Lá estava Yuli, nua sobre os lençóis, pernas cruzadas, com aquele sorriso maroto que ele não esquecera.
— Estávamos na dúvida se ainda tinha energia, capitão — disse a morena, mordendo o lábio.
Julián não respondeu com palavras. Despiu-se enquanto caminhava até a cama, deixando cair a roupa como se largasse o peso do mundo. Seu corpo ainda era forte, firme… mas agora seus olhos tinham uma mistura de urgência e ternura.
Sabrina o agarrou primeiro, beijando-o com fome. Suas mãos acariciavam seu peito, seu abdômen, até encontrar seu pau já duro, latejante.
— Não perdeu a potência — murmurou, abaixando para beijá-lo com cuidado, lambendo da base até a ponta.
Yuli entrou no jogo, beijando seus testículos, depois subindo até seu peito para morder um mamilo. Julián gemeu, rodeado de língua e pele.
— Hoje quero saborear as duas — disse com voz profunda, deitando-se e puxando-as para si.
Primeiro foi Yuli quem sentou em seu rosto, movendo os quadris enquanto ele lambia sua buceta com maestria. Sabrina, por sua vez, posicionou-se entre suas pernas, chupando seu pau com experiência, fundo, sem reservas.vadia gostosaEra uma cena de corpos entregues, fluidos compartilhados, respirações misturadas. Quando Yuli gemeu seu primeiro orgasmo, deixou-se cair de lado, tremendo. Julián a beijou com a língua ainda molhada, depois se virou para Sabrina, que já estava pronta, de joelhos, se oferecendo. Ele a pegou por trás, penetrando sua buceta, forte, com ritmo. Seus peitos balançavam, seus gemidos eram mais graves, sujos e doces ao mesmo tempo. Yuli, recuperada, ajoelhou-se na frente de Sabrina, beijando-a, lambendo seus mamilos enquanto o vai e vem os sacudia. Julián não queria que acabasse. Mas o desejo não se negocia. Acelerou o ritmo, empurrando até o mais fundo, enquanto as duas gemiam juntas. Quando finalmente gozou, foi sobre os peitos de Sabrina, com Yuli acariciando suas costas, os três respirando como se tivessem sobrevivido a uma tempestade. Ficaram abraçados um longo tempo. Sabrina beijou sua testa.

— Você volta?

— Sempre volto onde me esperam peladas — ele brincou.

Yuli riu. Depois olhou para ele com doçura.

— Nós te esperamos… completas.

Naquela noite, enquanto o barco se afastava do porto, Julián olhou para a costa, sabendo que não deixava apenas um bordel… deixava um fogo aceso, esperando por seu retorno.97📑O Bordel



vadia

1 comentários - 97📑O Bordel

¡¡¡¡ Interesante su relato ...Van puntos ...!!!