A primeira lua de mel de Manuel foi passada no quartel de alistamento forçado, logo antes de partir para a guerra civil. Foi algo que ele lamentou muito, pois teve que ir para a guerra ainda virgem, e pior ainda foi fingir durante os três anos seguintes que não era diante dos companheiros. Na lua de mel do seu segundo casamento, ele pôde ficar com a esposa, mas tiveram que se contentar com um fim de semana de acampamento a vários quilômetros de casa. Seu filho e sua nora teriam mais sorte. Na manhã seguinte, eles iriam ao aeroporto rumo a Paris.
Passada da meia-noite, José entrou todo empolgado com sua mulher nos braços em casa. As risadas e a alegria explodiram em cada canto e fizeram Manuel esboçar um sorriso. Seu filho mal conseguia carregar a esposa, mas não a soltou em nenhum momento. Isabel se agarrava no ombro dele com medo de cair. O longo vestido de noiva varria o chão e José não parava de tropeçar enquanto caminhava com ela nos braços. Manuel se aproximou deles para pelo menos tentar tirar o véu de sua nova nora.
Isabel estava com o cabelo preso num elegante coque bem elaborado. Vários fios de cabelo claro e grosso caíam sobre sua testa e rosto, e seu sorriso brilhava. Ela estava mais gostosa que nunca. José também vestia um terno escuro elegante, colete com estampas chamativas e uma gravata combinando.
— Pai! — exclamou José, erguendo a voz —. Mas o que você tá fazendo acordado a essa hora? Já passou da meia-noite.
A voz do José saía embolada e ele travava na hora de formar as palavras. Tava na cara que ele tava muito bêbado.
—Sim, já passa da meia-noite. Os vizinhos vão reclamar se você continuar gritando assim — ele lembrou.
—Ah, vamos, pai. É o dia do meu casamento — reclamou, sem baixar a voz em nenhum momento —. E você já devia estar dormindo… era pra você ter saído do banquete mais cedo pra poder descansar.
— Seu pai tem razão — acrescentou Isabel, muito bêbada também, enquanto tentava se apoiar no chão diante dos incessantes tremores dos braços do marido —. Não podemos fazer tanto escândalo.
José pegou a mulher no colo de novo, deixando ela toda surpresa, e soltou umas risadas altas e estridentes.
—Que fiquem sabendo que acabei de me casar com a mulher mais gostosa do país!
José entrou na casa como um touro fodão. Avançou aos tropeços e, bem no meio da sala, escorregou. Manuel reagiu o mais rápido que pôde e agarrou a barra do vestido dela para impedir a queda, mas o tecido cedeu e se rasgou. O casal de recém-casados ficou jogado no chão. Ele de um lado, de barriga para cima, e ela a alguns centímetros de distância. Então Isabel começou a rir sem parar. Logo José se juntou às risadas e, finalmente, Manuel suspirou aliviado. Enquanto o casal ria, Manuel fixou os olhos no vestido, lamentando que ele tivesse se rompido. A saia havia se aberto numa fenda larga que ia até acima dos joelhos, deixando parte das longas pernas de Isabel à mostra. Ela usava uma calcinha de renda branca, com uma liga combinando que colava em sua pele. Daquela posição, Manuel conseguiu ver a tanga de sua nora, mas desviou o olhar quando sentiu seu membro reagir violentamente.
Manuel se aproximou dela e a ajudou a se levantar. Quando Isabel ficou de pé, sem muita agilidade devido ao seu estado de embriaguez, ela escorregou levemente de novo, mas Manuel a puxou para perto de si e a segurou, juntando sua virilha com o quadril dela. O velho não sabia se Isabel percebeu o estado do seu membro, mas o atrito, mesmo que tenha sido só por um instante, conseguiu deixá-lo à beira do orgasmo.
— Você tá bem? — perguntou Manuel.
—Sim, mas muito bêbada...
José se levantou e a pegou pelos ombros enquanto dava um beijo longo em sua bochecha. Manuel foi até o frigobar e pegou a garrafa de vinho mais cara que tinha.
—Então vamos tomar mais uma dose antes de ir pro quarto.
— Hã? — questionou José —. Não, pai. A gente já vai cuidar da nossa vida.
—Vamos, filho, é um Rioja muito caro que eu guardava para momentos especiais, e já abri a garrafa.
José olhou para sua nova mulher e ela concordou, encolhendo os ombros. Manuel passou a garrafa para o filho servir a si mesmo, enquanto se preparava para acender o fogo da lareira. Já não acendiam mais aquilo, exceto no Natal.
Os três se sentaram em volta da pequena mesa de vidro da sala, de frente para a lareira, onde Manuel colocou frutas secas como aperitivo. Os minutos passaram rapidamente enquanto José e Isabel contavam histórias de como se conheceram.
—… e então eu me atrevi a pedir. Pensei que ele ia fazer o idiota, porque nunca achei que estivesse ao meu alcance…
— José... — ela o repreendeu, colocando a mão sobre a dele com um gesto carinhoso.
—Ela sempre se sentava sozinha na hora do almoço, sem ninguém pra conversar. Nossos colegas de trabalho achavam que ela era autista ou coisa do tipo.
Tanto ela quanto ele riram do comentário, mas agora as risadas eram menos energéticas e vinham acompanhadas de gestos cansados. O fogo crepitava com a lenha úmida e a TV, que tinha sido ligada com volume baixo, começou a passar clipes de músicas.
— Eu só era tímida. Sempre tive dificuldade de me abrir pros outros — confessou —. Além do mais, odiava aquele trabalho de secretária.
—Você nunca mais vai ter que fazer cópias para aquele imbecil do Sánchez. Com meu salário vamos viver bem, e se eu tiver que pegar dois empregos pra você viver como uma rainha, eu faço.
—Ah, querido, não precisa pegar dois empregos — ela disse entre beijos —. Eu também te quero em casa.
— Vocês são muito sortudos — disse Manuel, sorrindo para ele —. Sua mãe teria ficado muito orgulhosa, filho.
—É uma pena que ela não esteja aqui hoje —ele lamentou.
—Sim. Ela sempre quis te ver com uma mulher de valor. Mais um pouco e ela teria visto seu desejo realizado.
Esse último comentário fez um silêncio na sala e os três perceberam a música da televisão.
—Como foi seu casamento, pai? —perguntou finalmente José.
— Pois nada a ver com a de vocês — garantiu ele. — Como era meu segundo casamento, e tinha uma certa polêmica porque sua mãe e eu tínhamos quinze anos de diferença, tivemos que nos casar numa paróquia pequena em Getafe. Não teve vestido de noiva, nem damas de honra, e o banquete foi só sua mãe, eu e um casal de amigos num bar.
—Que triste —lamentou Isabel, fechando os olhos de sono.
— Era outra época. Vocês não têm ideia da sorte que têm de viver em mil novecentos e noventa.
— O importante não é como é o casamento, mas sim como é o relacionamento — José a consolou.
—Muito verdade, filho. Muito verdade.
— Vamos brindar por isso — acrescentou Isabel, com a cabeça girando.
Os três ergueram suas taças e deram um bom gole. Manuel começou a se sentir bêbado e descobriu que tinham quase acabado com a garrafa.
— Fico feliz que nossa família tenha crescido, pelo menos para nós — disse Manuel, rindo sem parar —. Na igreja, além dos seus amigos, eu era o único da família do lado do noivo. Se pelo menos a gente tivesse conseguido encher uma mesa no banquete.
— Você já come por quatro, pai — garantiu José, seguido pelas risadas dos três.
—Espero… que minha mãe tenha feito você se sentir à vontade… à mesa — desejou Isabel, com a voz quase ininteligível de tão bêbada —. Minha tia Maria não parou de dar em cima de você…
Mais uma vez as risadas invadiram a sala e Manuel mais do que ninguém. Esvaziou a garrafa nas três taças e brindou novamente.
—Pela sua família, que agora é a nossa.
Os três deram um generoso gole de vinho e, bem naquele momento, a televisão exibiu o videoclipe de uma balada que estava fazendo o maior sucesso. Os três ficaram escutando, hipnotizados. José apoiou a cabeça na base do sofá que tinha perto e Isabel começou a fechar os olhos pela metade. Manuel também ouviu a música com toda a atenção que pôde, mas aos poucos o sono foi vencendo, e antes que a música terminasse, os três já dormiam.
Manuel acordou num instante com dor nas costas. Estava completamente desorientado, mas precisou de apenas alguns segundos para perceber que estava na sala. O fogo da lareira já estava apenas em brasas, e a TV continuava ligada transmitindo um programa de vendas. Manuel olhou para o relógio, ainda com a visão embaçada, e conseguiu ver que marcava três da madrugada. José dormia encostado na base da poltrona. Isabel, no entanto, estava numa posição muito desconfortável. Tinha a cabeça inclinada com o pescoço torcido por não ter apoio, e suas costas também estavam em má posição. Manuel então engoliu seco e começou a sentir suor frio. Isabel tinha as pernas abertas e dava para ver, graças ao sulco formado no vestido, o fio-dental e a lingerie. Os lábios da sua buceta estavam completamente marcados na fina tela do fio-dental e Manuel quase conseguia sentir, apesar da distância, o néctar suculento que ali se escondia. Seu membro começou a crescer dentro da calça, como uma fera enjaulada que começa a vislumbrar a liberdade. Levou a mão à virilha apenas para reposicionar o pau dentro da cueca, mas depois não quis tirá-la. Apertou-o, massageou-o e espremeu a cabeça enquanto tentava se conter.
Manuel se perguntava como era possível que seu filho tivesse tanta sorte. Ele tinha sido mais bonito que o filho na juventude, e mesmo tendo se casado duas vezes, nunca teve uma sorte dessas. Então, balançou a cabeça em negação, tirou a mão da virilha e prometeu a si mesmo que se conteria. Mesmo assim, Manuel pensou que não podia deixar sua nora naquela posição, então se levantou e pegou Isabel no colo. Ela pesava bastante, mas ele se surpreendeu com a facilidade com que conseguia carregá-la, considerando as dificuldades que seu filho tinha para isso. Ao segurá-la, a mão direita agarrou a bunda dela, e ele se surpreendeu tentando sentir algo através do contato. Então, sentiu o bafo da mulher em seu pescoço e seu membro começou a latejar de novo. Deu alguns passos até o sofá comprido e deitou sua nora nele com muito cuidado.
As longas pernas de Isabel e a lingerie de renda ainda eram claramente visíveis no sofá, especialmente estando de pé ao lado dela. Manuel sentiu um desejo incontrolável e abaixou o zíper. Puxou seu pênis completamente ereto e começou a esfregá-lo. Seu coração batia a mil e por um momento ele pensou que teria um ataque cardíaco. Mas ao ver as pernas delicadas de sua nora, seu desejo só aumentou e ele começou a se tocar. Puxou seu pênis de cima para baixo e sentiu o formigheiro da masturbação tomando conta dele. Continuou sem parar e se sentiu descontrolado. Aproximou seu pênis do rosto de Isabel, mas mantendo distância suficiente para não tocá-la com nada. Da ponta de seu membro já saía um pouco de líquido pré-ejaculatório, então Manuel teve cuidado para se controlar e não ejacular de repente no rosto dela. Olhou rapidamente para trás para ter certeza de que seu filho ainda estava dormindo, e justo ao confirmar isso, sentiu uma mão agarrando seu pênis. Virou a cabeça e viu sua nora, com os olhos fechados e aparentemente sonolenta, colocando o pênis lentamente em sua boca. Manuel ficou estático.
Isabel nunca tinha sentido o cheiro de pau com tanta intensidade. Muito bêbada e sonolenta, ela percebeu, apenas pelo olfato, o pênis do marido. Não poderia dizer onde estava, nem o momento ou o lugar, mas seu corpo reagiu e enfiou o pau tão fundo em sua boca que quase entrou pela garganta. Ela continuou chupando vorazmente, como se quisesse desgastar a pica ereta com lambidas, como se fosse uma chupeta. Ela engoliu, e a sensação de prazer foi aumentada pelo torpor. Ela tirou o pênis da boca inconscientemente para poder respirar melhor.
—Ah… José… —ela sussurrou.
Manuel, como havia imaginado, estava sendo confundido com seu filho. Mas ele não ligou. Não queria estragar aquele momento por nada. Em vez disso, levou a mão à virilha da nora e começou a massageá-la com vigor. Deslizou o fio dental da Isabel para cima e para baixo, e de um lado para o outro. Forçou, enfiando-o dentro da buceta, levantando-o de um jeito que parecia que ia arrancá-lo, e esticando tanto que já não cobria mais as partes íntimas da nora. O fio dental acabou tão encharcado e sofreu tanta tensão que finalmente arrebentou de um lado. Manuel soltou e os restos do fio dental ficaram presos na coxa direita da Isabel. Manuel continuou esfregando o clitóris da Isabel e ela abriu mais as pernas, deixando toda a sua xota à mostra, completamente depilada.
Enquanto isso, Isabel continuava a amassar o pau com a língua. Ela pressionava a cabeça e apertava com toda a mandíbula, cada vez com mais energia. Acreditava sentir os dedos da mão do marido penetrando nela cada vez com mais efusividade. Isabel abriu as pernas e ergueu o quadril repetidamente, sem conseguir se conter. Queria gemer, mas a ponta do pênis chegava até sua garganta e ela só parava quando se afogava. Então, sentiu um formigamento que a embriagou intensamente. Sua buceta regurgitava fogo e uma sensação de urinar a assolou. Ela não se conteve e sentiu-se mijando nas próprias pernas, ao redor, no vestido. Os jatos saíam sem parar e ela não deixou de mover o quadril em círculos enquanto ajudava a mão a fazer o trabalho.
Manuel sentiu os jatos da sua nora respingarem em sua roupa e encharcarem toda a sua mão. E isso o excitou ainda mais. Sentiu a língua de Isabel lambendo todo o seu membro de cima a baixo. E então percebeu que faltava muito pouco para chegar ao clímax. Por isso, sem pensar duas vezes, retirou o pênis da boca de sua nora e, após se reposicionar, deitou-se sobre ela. Isabel tinha as pernas bem abertas e sua buceta completamente dilatada, então a união dos dois foi quase instantânea. O idoso de sessenta e oito anos não sentiu atrito quando penetrou sua nora, mas mesmo assim seu pênis parecia querer explodir de excitação. Ele enfiou até o fundo desde o início, sacudida após sacudida, enquanto libertava a parte superior do vestido de noiva. Os seios de sua nora não eram exageradamente grandes, mas eram suficientemente generosos para não caberem na grande boca de Manuel. Ele chupou o mamilo com voracidade e apertou o outro seio com a mão.
Isabel sentiu o peso do marido e como seu pênis a perfurava com paixão enquanto recriava a cena na cabeça. Com a boca livre, começou a gemer baixinho e aos poucos foi abrindo os olhos. Sua visão estava muito embaçada e as investidas a obrigavam a fechá-los de novo, dada a pouca firmeza das pálpebras naquele momento. Porém, num instante, só num instante, percebeu que quem estava por cima dela não era o marido, mas o sogro. A firmeza voltou às pálpebras e seus olhos ficaram abertos como pratos, sem piscar. Mas sua mente ainda estava parcialmente ausente. Cada vez que era penetrada, soltava um gemidinho enquanto encarava os olhos de Manuel fixamente. O velho também a encarava, e isso fazia com que ele a enfiasse cada vez com mais explosividade. Finalmente, seu sogro aproximou o rosto do dela e comeu sua boca. Isabel fechou os olhos e sentiu a língua do sogro entrar dentro, e sua própria língua se enroscou com efusividade. Sentiu a saliva do sogro empastar nos dentes e descer pela garganta. Ela engoliu a língua do sogro enquanto, com as pernas, o apertava pelos quadris como um caranguejo agarra sua presa. O ritmo da penetração tinha ficado bem mais lento depois do beijo, mas eles continuaram se comendo a boca por longos minutos mais.
Finalmente, suas línguas se separaram e Manuel voltou a investir. Isabel virou a cabeça para o lado tentando recuperar o fôlego e foi deixando as pernas livres, suspensas no ar sem apoio. Manuel continuou penetrando-a, sem tanta força, mas com mais pressão, e Isabel sentiu a ponta do membro do sogro chegar mais fundo do que qualquer coisa jamais havia chegado. Os últimos movimentos de Manuel ficaram mais lentos e finalmente ele a encheu com seu sêmen.
Isabel sentiu dentro de sua mente o calor do gozo viscoso grudando nas paredes de seu interior. Enquanto isso, à sua frente estava José, completamente adormecido e alheio a tudo que estava acontecendo. Como se tivesse sido tomada por um sonho, Isabel baixou suas pernas suavemente e fechou os olhos. Poucos segundos foram suficientes para que sua mente a preenchesse com o esquecimento e a congelasse no sono. Com o peso de seu sogro ainda em cima, e a porra escorrendo pela sua buceta, Isabel adormeceu novamente.
Manuel se levantou com cuidado da poltrona e tirou seu pau de dentro da nora. Afastou-se um pouco e viu que a buceta da Isabel parecia uma piscina de baba de caracol. Alguns fios de gozo escapavam da piscina e desciam pelas nádegas como rios transbordantes. A saia do vestido tinha se rompido completamente e a parte de cima estava deformada e aberta, com os peitos à mostra. O resto do vestido e a poltrona estavam encharcados pela própria ejaculação multiorgásmica da Isabel. Manuel sabia que não podia deixar a situação daquele jeito quando o filho acordasse, mas o fio dental continuava rasgado e enrolado na perna dela, e ele não podia deixá-la com a buceta exposta. Suspirou profundamente e decidiu cobri-la da melhor maneira possível com a saia do vestido de noiva, para que nenhuma parte nua do corpo dela ficasse visível. Ajeitou a parte de cima do vestido, que por sorte não tinha rasgado, e limpou a poltrona e o chão com um pano.
O trabalho levou quase uma hora, e durante todo esse tempo nenhum dos dois recém-casados acordou. Finalmente, ele subiu as escadas e foi para seu quarto. Caiu como uma pedra antes de se enfiar entre os lençóis, e só acordou na tarde do mesmo dia. A próxima notícia que teve sobre seu filho e nora foi à noite, quando ligaram de Paris.
CONTINUA
Vocês podem ver a segunda parte nesta publicação: http://www.poringa.net/posts/relatos/4658971/Capitulo-de-Los-Cuatro-Ancianos-Segunda-parte.html
Vocês podem ver a terceira parte nesta publicação:
http://www.poringa.net/posts/relatos/4662181/Otro-capitulo-de-Los-Cuatro-Ancianos-Tercera-parte.html
Se vocês querem ver o livro completo de graça, podem acessar meu Patreon: patreon.com/JTyCC
Passada da meia-noite, José entrou todo empolgado com sua mulher nos braços em casa. As risadas e a alegria explodiram em cada canto e fizeram Manuel esboçar um sorriso. Seu filho mal conseguia carregar a esposa, mas não a soltou em nenhum momento. Isabel se agarrava no ombro dele com medo de cair. O longo vestido de noiva varria o chão e José não parava de tropeçar enquanto caminhava com ela nos braços. Manuel se aproximou deles para pelo menos tentar tirar o véu de sua nova nora.
Isabel estava com o cabelo preso num elegante coque bem elaborado. Vários fios de cabelo claro e grosso caíam sobre sua testa e rosto, e seu sorriso brilhava. Ela estava mais gostosa que nunca. José também vestia um terno escuro elegante, colete com estampas chamativas e uma gravata combinando.
— Pai! — exclamou José, erguendo a voz —. Mas o que você tá fazendo acordado a essa hora? Já passou da meia-noite.
A voz do José saía embolada e ele travava na hora de formar as palavras. Tava na cara que ele tava muito bêbado.
—Sim, já passa da meia-noite. Os vizinhos vão reclamar se você continuar gritando assim — ele lembrou.
—Ah, vamos, pai. É o dia do meu casamento — reclamou, sem baixar a voz em nenhum momento —. E você já devia estar dormindo… era pra você ter saído do banquete mais cedo pra poder descansar.
— Seu pai tem razão — acrescentou Isabel, muito bêbada também, enquanto tentava se apoiar no chão diante dos incessantes tremores dos braços do marido —. Não podemos fazer tanto escândalo.
José pegou a mulher no colo de novo, deixando ela toda surpresa, e soltou umas risadas altas e estridentes.
—Que fiquem sabendo que acabei de me casar com a mulher mais gostosa do país!
José entrou na casa como um touro fodão. Avançou aos tropeços e, bem no meio da sala, escorregou. Manuel reagiu o mais rápido que pôde e agarrou a barra do vestido dela para impedir a queda, mas o tecido cedeu e se rasgou. O casal de recém-casados ficou jogado no chão. Ele de um lado, de barriga para cima, e ela a alguns centímetros de distância. Então Isabel começou a rir sem parar. Logo José se juntou às risadas e, finalmente, Manuel suspirou aliviado. Enquanto o casal ria, Manuel fixou os olhos no vestido, lamentando que ele tivesse se rompido. A saia havia se aberto numa fenda larga que ia até acima dos joelhos, deixando parte das longas pernas de Isabel à mostra. Ela usava uma calcinha de renda branca, com uma liga combinando que colava em sua pele. Daquela posição, Manuel conseguiu ver a tanga de sua nora, mas desviou o olhar quando sentiu seu membro reagir violentamente.
Manuel se aproximou dela e a ajudou a se levantar. Quando Isabel ficou de pé, sem muita agilidade devido ao seu estado de embriaguez, ela escorregou levemente de novo, mas Manuel a puxou para perto de si e a segurou, juntando sua virilha com o quadril dela. O velho não sabia se Isabel percebeu o estado do seu membro, mas o atrito, mesmo que tenha sido só por um instante, conseguiu deixá-lo à beira do orgasmo.
— Você tá bem? — perguntou Manuel.
—Sim, mas muito bêbada...
José se levantou e a pegou pelos ombros enquanto dava um beijo longo em sua bochecha. Manuel foi até o frigobar e pegou a garrafa de vinho mais cara que tinha.
—Então vamos tomar mais uma dose antes de ir pro quarto.
— Hã? — questionou José —. Não, pai. A gente já vai cuidar da nossa vida.
—Vamos, filho, é um Rioja muito caro que eu guardava para momentos especiais, e já abri a garrafa.
José olhou para sua nova mulher e ela concordou, encolhendo os ombros. Manuel passou a garrafa para o filho servir a si mesmo, enquanto se preparava para acender o fogo da lareira. Já não acendiam mais aquilo, exceto no Natal.
Os três se sentaram em volta da pequena mesa de vidro da sala, de frente para a lareira, onde Manuel colocou frutas secas como aperitivo. Os minutos passaram rapidamente enquanto José e Isabel contavam histórias de como se conheceram.
—… e então eu me atrevi a pedir. Pensei que ele ia fazer o idiota, porque nunca achei que estivesse ao meu alcance…
— José... — ela o repreendeu, colocando a mão sobre a dele com um gesto carinhoso.
—Ela sempre se sentava sozinha na hora do almoço, sem ninguém pra conversar. Nossos colegas de trabalho achavam que ela era autista ou coisa do tipo.
Tanto ela quanto ele riram do comentário, mas agora as risadas eram menos energéticas e vinham acompanhadas de gestos cansados. O fogo crepitava com a lenha úmida e a TV, que tinha sido ligada com volume baixo, começou a passar clipes de músicas.
— Eu só era tímida. Sempre tive dificuldade de me abrir pros outros — confessou —. Além do mais, odiava aquele trabalho de secretária.
—Você nunca mais vai ter que fazer cópias para aquele imbecil do Sánchez. Com meu salário vamos viver bem, e se eu tiver que pegar dois empregos pra você viver como uma rainha, eu faço.
—Ah, querido, não precisa pegar dois empregos — ela disse entre beijos —. Eu também te quero em casa.
— Vocês são muito sortudos — disse Manuel, sorrindo para ele —. Sua mãe teria ficado muito orgulhosa, filho.
—É uma pena que ela não esteja aqui hoje —ele lamentou.
—Sim. Ela sempre quis te ver com uma mulher de valor. Mais um pouco e ela teria visto seu desejo realizado.
Esse último comentário fez um silêncio na sala e os três perceberam a música da televisão.
—Como foi seu casamento, pai? —perguntou finalmente José.
— Pois nada a ver com a de vocês — garantiu ele. — Como era meu segundo casamento, e tinha uma certa polêmica porque sua mãe e eu tínhamos quinze anos de diferença, tivemos que nos casar numa paróquia pequena em Getafe. Não teve vestido de noiva, nem damas de honra, e o banquete foi só sua mãe, eu e um casal de amigos num bar.
—Que triste —lamentou Isabel, fechando os olhos de sono.
— Era outra época. Vocês não têm ideia da sorte que têm de viver em mil novecentos e noventa.
— O importante não é como é o casamento, mas sim como é o relacionamento — José a consolou.
—Muito verdade, filho. Muito verdade.
— Vamos brindar por isso — acrescentou Isabel, com a cabeça girando.
Os três ergueram suas taças e deram um bom gole. Manuel começou a se sentir bêbado e descobriu que tinham quase acabado com a garrafa.
— Fico feliz que nossa família tenha crescido, pelo menos para nós — disse Manuel, rindo sem parar —. Na igreja, além dos seus amigos, eu era o único da família do lado do noivo. Se pelo menos a gente tivesse conseguido encher uma mesa no banquete.
— Você já come por quatro, pai — garantiu José, seguido pelas risadas dos três.
—Espero… que minha mãe tenha feito você se sentir à vontade… à mesa — desejou Isabel, com a voz quase ininteligível de tão bêbada —. Minha tia Maria não parou de dar em cima de você…
Mais uma vez as risadas invadiram a sala e Manuel mais do que ninguém. Esvaziou a garrafa nas três taças e brindou novamente.
—Pela sua família, que agora é a nossa.
Os três deram um generoso gole de vinho e, bem naquele momento, a televisão exibiu o videoclipe de uma balada que estava fazendo o maior sucesso. Os três ficaram escutando, hipnotizados. José apoiou a cabeça na base do sofá que tinha perto e Isabel começou a fechar os olhos pela metade. Manuel também ouviu a música com toda a atenção que pôde, mas aos poucos o sono foi vencendo, e antes que a música terminasse, os três já dormiam.
Manuel acordou num instante com dor nas costas. Estava completamente desorientado, mas precisou de apenas alguns segundos para perceber que estava na sala. O fogo da lareira já estava apenas em brasas, e a TV continuava ligada transmitindo um programa de vendas. Manuel olhou para o relógio, ainda com a visão embaçada, e conseguiu ver que marcava três da madrugada. José dormia encostado na base da poltrona. Isabel, no entanto, estava numa posição muito desconfortável. Tinha a cabeça inclinada com o pescoço torcido por não ter apoio, e suas costas também estavam em má posição. Manuel então engoliu seco e começou a sentir suor frio. Isabel tinha as pernas abertas e dava para ver, graças ao sulco formado no vestido, o fio-dental e a lingerie. Os lábios da sua buceta estavam completamente marcados na fina tela do fio-dental e Manuel quase conseguia sentir, apesar da distância, o néctar suculento que ali se escondia. Seu membro começou a crescer dentro da calça, como uma fera enjaulada que começa a vislumbrar a liberdade. Levou a mão à virilha apenas para reposicionar o pau dentro da cueca, mas depois não quis tirá-la. Apertou-o, massageou-o e espremeu a cabeça enquanto tentava se conter.
Manuel se perguntava como era possível que seu filho tivesse tanta sorte. Ele tinha sido mais bonito que o filho na juventude, e mesmo tendo se casado duas vezes, nunca teve uma sorte dessas. Então, balançou a cabeça em negação, tirou a mão da virilha e prometeu a si mesmo que se conteria. Mesmo assim, Manuel pensou que não podia deixar sua nora naquela posição, então se levantou e pegou Isabel no colo. Ela pesava bastante, mas ele se surpreendeu com a facilidade com que conseguia carregá-la, considerando as dificuldades que seu filho tinha para isso. Ao segurá-la, a mão direita agarrou a bunda dela, e ele se surpreendeu tentando sentir algo através do contato. Então, sentiu o bafo da mulher em seu pescoço e seu membro começou a latejar de novo. Deu alguns passos até o sofá comprido e deitou sua nora nele com muito cuidado.
As longas pernas de Isabel e a lingerie de renda ainda eram claramente visíveis no sofá, especialmente estando de pé ao lado dela. Manuel sentiu um desejo incontrolável e abaixou o zíper. Puxou seu pênis completamente ereto e começou a esfregá-lo. Seu coração batia a mil e por um momento ele pensou que teria um ataque cardíaco. Mas ao ver as pernas delicadas de sua nora, seu desejo só aumentou e ele começou a se tocar. Puxou seu pênis de cima para baixo e sentiu o formigheiro da masturbação tomando conta dele. Continuou sem parar e se sentiu descontrolado. Aproximou seu pênis do rosto de Isabel, mas mantendo distância suficiente para não tocá-la com nada. Da ponta de seu membro já saía um pouco de líquido pré-ejaculatório, então Manuel teve cuidado para se controlar e não ejacular de repente no rosto dela. Olhou rapidamente para trás para ter certeza de que seu filho ainda estava dormindo, e justo ao confirmar isso, sentiu uma mão agarrando seu pênis. Virou a cabeça e viu sua nora, com os olhos fechados e aparentemente sonolenta, colocando o pênis lentamente em sua boca. Manuel ficou estático.
Isabel nunca tinha sentido o cheiro de pau com tanta intensidade. Muito bêbada e sonolenta, ela percebeu, apenas pelo olfato, o pênis do marido. Não poderia dizer onde estava, nem o momento ou o lugar, mas seu corpo reagiu e enfiou o pau tão fundo em sua boca que quase entrou pela garganta. Ela continuou chupando vorazmente, como se quisesse desgastar a pica ereta com lambidas, como se fosse uma chupeta. Ela engoliu, e a sensação de prazer foi aumentada pelo torpor. Ela tirou o pênis da boca inconscientemente para poder respirar melhor.
—Ah… José… —ela sussurrou.
Manuel, como havia imaginado, estava sendo confundido com seu filho. Mas ele não ligou. Não queria estragar aquele momento por nada. Em vez disso, levou a mão à virilha da nora e começou a massageá-la com vigor. Deslizou o fio dental da Isabel para cima e para baixo, e de um lado para o outro. Forçou, enfiando-o dentro da buceta, levantando-o de um jeito que parecia que ia arrancá-lo, e esticando tanto que já não cobria mais as partes íntimas da nora. O fio dental acabou tão encharcado e sofreu tanta tensão que finalmente arrebentou de um lado. Manuel soltou e os restos do fio dental ficaram presos na coxa direita da Isabel. Manuel continuou esfregando o clitóris da Isabel e ela abriu mais as pernas, deixando toda a sua xota à mostra, completamente depilada.
Enquanto isso, Isabel continuava a amassar o pau com a língua. Ela pressionava a cabeça e apertava com toda a mandíbula, cada vez com mais energia. Acreditava sentir os dedos da mão do marido penetrando nela cada vez com mais efusividade. Isabel abriu as pernas e ergueu o quadril repetidamente, sem conseguir se conter. Queria gemer, mas a ponta do pênis chegava até sua garganta e ela só parava quando se afogava. Então, sentiu um formigamento que a embriagou intensamente. Sua buceta regurgitava fogo e uma sensação de urinar a assolou. Ela não se conteve e sentiu-se mijando nas próprias pernas, ao redor, no vestido. Os jatos saíam sem parar e ela não deixou de mover o quadril em círculos enquanto ajudava a mão a fazer o trabalho.
Manuel sentiu os jatos da sua nora respingarem em sua roupa e encharcarem toda a sua mão. E isso o excitou ainda mais. Sentiu a língua de Isabel lambendo todo o seu membro de cima a baixo. E então percebeu que faltava muito pouco para chegar ao clímax. Por isso, sem pensar duas vezes, retirou o pênis da boca de sua nora e, após se reposicionar, deitou-se sobre ela. Isabel tinha as pernas bem abertas e sua buceta completamente dilatada, então a união dos dois foi quase instantânea. O idoso de sessenta e oito anos não sentiu atrito quando penetrou sua nora, mas mesmo assim seu pênis parecia querer explodir de excitação. Ele enfiou até o fundo desde o início, sacudida após sacudida, enquanto libertava a parte superior do vestido de noiva. Os seios de sua nora não eram exageradamente grandes, mas eram suficientemente generosos para não caberem na grande boca de Manuel. Ele chupou o mamilo com voracidade e apertou o outro seio com a mão.
Isabel sentiu o peso do marido e como seu pênis a perfurava com paixão enquanto recriava a cena na cabeça. Com a boca livre, começou a gemer baixinho e aos poucos foi abrindo os olhos. Sua visão estava muito embaçada e as investidas a obrigavam a fechá-los de novo, dada a pouca firmeza das pálpebras naquele momento. Porém, num instante, só num instante, percebeu que quem estava por cima dela não era o marido, mas o sogro. A firmeza voltou às pálpebras e seus olhos ficaram abertos como pratos, sem piscar. Mas sua mente ainda estava parcialmente ausente. Cada vez que era penetrada, soltava um gemidinho enquanto encarava os olhos de Manuel fixamente. O velho também a encarava, e isso fazia com que ele a enfiasse cada vez com mais explosividade. Finalmente, seu sogro aproximou o rosto do dela e comeu sua boca. Isabel fechou os olhos e sentiu a língua do sogro entrar dentro, e sua própria língua se enroscou com efusividade. Sentiu a saliva do sogro empastar nos dentes e descer pela garganta. Ela engoliu a língua do sogro enquanto, com as pernas, o apertava pelos quadris como um caranguejo agarra sua presa. O ritmo da penetração tinha ficado bem mais lento depois do beijo, mas eles continuaram se comendo a boca por longos minutos mais.
Finalmente, suas línguas se separaram e Manuel voltou a investir. Isabel virou a cabeça para o lado tentando recuperar o fôlego e foi deixando as pernas livres, suspensas no ar sem apoio. Manuel continuou penetrando-a, sem tanta força, mas com mais pressão, e Isabel sentiu a ponta do membro do sogro chegar mais fundo do que qualquer coisa jamais havia chegado. Os últimos movimentos de Manuel ficaram mais lentos e finalmente ele a encheu com seu sêmen.
Isabel sentiu dentro de sua mente o calor do gozo viscoso grudando nas paredes de seu interior. Enquanto isso, à sua frente estava José, completamente adormecido e alheio a tudo que estava acontecendo. Como se tivesse sido tomada por um sonho, Isabel baixou suas pernas suavemente e fechou os olhos. Poucos segundos foram suficientes para que sua mente a preenchesse com o esquecimento e a congelasse no sono. Com o peso de seu sogro ainda em cima, e a porra escorrendo pela sua buceta, Isabel adormeceu novamente.
Manuel se levantou com cuidado da poltrona e tirou seu pau de dentro da nora. Afastou-se um pouco e viu que a buceta da Isabel parecia uma piscina de baba de caracol. Alguns fios de gozo escapavam da piscina e desciam pelas nádegas como rios transbordantes. A saia do vestido tinha se rompido completamente e a parte de cima estava deformada e aberta, com os peitos à mostra. O resto do vestido e a poltrona estavam encharcados pela própria ejaculação multiorgásmica da Isabel. Manuel sabia que não podia deixar a situação daquele jeito quando o filho acordasse, mas o fio dental continuava rasgado e enrolado na perna dela, e ele não podia deixá-la com a buceta exposta. Suspirou profundamente e decidiu cobri-la da melhor maneira possível com a saia do vestido de noiva, para que nenhuma parte nua do corpo dela ficasse visível. Ajeitou a parte de cima do vestido, que por sorte não tinha rasgado, e limpou a poltrona e o chão com um pano.
O trabalho levou quase uma hora, e durante todo esse tempo nenhum dos dois recém-casados acordou. Finalmente, ele subiu as escadas e foi para seu quarto. Caiu como uma pedra antes de se enfiar entre os lençóis, e só acordou na tarde do mesmo dia. A próxima notícia que teve sobre seu filho e nora foi à noite, quando ligaram de Paris.
CONTINUA
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