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Compêndio IIIDIA 4
Aquela manhã começou com Hannah me fazendo um boquete. É um ritual que a Marisol faz sempre. Ela diz que minha gozada matinal é mais eficiente que qualquer café da manhã, esquentando o estômago dela e deixando ela satisfeita. Hannah, tão competitiva com minha esposa, não queria ficar pra trás e deu o melhor de si.
Seus olhos brilhavam com malícia enquanto me olhava, e eu sabia que estava pensando na Marisol. Ela sempre teve um jeito de me fazer sentir o rei do mundo quando fazia isso, como se tivesse duas rainhas disputando minha semente. E mesmo sabendo que era errado, me sentia completamente vivo, como se fosse jovem e invencível.Assim que me deixava no fogo, ela subia em cima de mim, seu corpinho me montando pela cintura. Ela sempre estava no controle quando ficava por cima. Era um jogo de poder, uma declaração silenciosa de supremacia no quarto. Ela se esfregava no meu pau, sua buceta apertada me recebendo de uma vez. Eu não conseguia evitar gemer pelos lábios, e ela ria, seus brilhantes reluzindo de vitória.
Nossos corpos se moviam com uma sincronia afiada pelos anos, nós dois sabendo exatamente o que o outro queria. Eu agarrava os peitos dela, brincando com os bicos até fazê-la gemer e me montar como uma mulher possessa. Dava pra sentir o corpo dela se apertando em volta do meu e sabia que ela tava perto do fim. Eu batia pra cima, encontrando a investida dela pra baixo com a minha, levando ela ao limite de novo até que ela gozasse gritando o orgasmo.Era selvagem, real e tudo que a gente precisava. Enquanto a gente descansava ali, encharcados de suor e sem conseguir respirar direito, não pude deixar de me sentir satisfeito. Essa era a Hannah que eu conhecia, a mulher que conseguia me colocar de joelhos com um olhar.
O engraçado foi que Hannah me levou pro banheiro me segurando pela mão e sorrindo.
Debaixo do chuveiro, ela me lavou, as mãos ensaboadas deslizando pelo meu corpo como se estivesse redescobrindo ele. A gente se beijou debaixo do jato morno, as bolhas de sabão estourando entre a gente como pequenas explosões de paixão.
E quando minha ereção subiu de novo, ela me sorriu deliciosamente, como se tivesse encontrado o brinquedo favorito dela de novo.
A mão dela envolveu ele, sacudindo de leve, e eu não consegui evitar acompanhar o ritmo. Nossos olhos se fixaram, e naqueles momentos, eu sabia que a gente ia repetir. Era inevitável. A gente tinha cruzado uma linha da qual não dava pra voltar atrás.A água lavava o sabão dos nossos corpos enquanto a gente se beijava, nossas mãos exploravam com total liberdade, se reconhecendo em cada curva e músculo. Nunca fomos tímidos com nossos corpos, e agora, com anos de abstinência liberada, a gente era como dois adolescentes, descobrindo nossos corpos pela primeira vez.
Enquanto Hannah apertava meu pau, eu deslizava a mão pra estimular o botãozinho dela, sentindo o arrepio e o gemido enquanto ela se apoiava em mim. Era uma sinfonia de prazer, uma dança que a gente já tinha feito um monte de vezes. Os dois tinham mudado desde aqueles dias na cabana, mas a química continuava intacta através do tempo.
Saímos do chuveiro, nos enrolamos nas toalhas e fomos pro quarto. As cortinas estavam abertas, deixando a luz do sol entrar, pintando o quarto com um brilho aconchegante. A gente nem falou, o ar pesado com palavras não ditas e desejos. Deitei ela na cama, meus olhos se deliciando com o corpo nu dela. Os peitos dela estavam mais cheios, o corpo mais curvilíneo, mas no fundo continuava sendo a mesma Hannah por quem eu me apaixonei.
Nos beijamos profundamente, nossas línguas explorando nossas bocas como se fosse a primeira vez. As pernas dela me envolviam pela cintura, me puxando pra perto, como se quisesse se fundir de novo comigo. Enfiei dentro dela, sentindo o calor e a umidade me envolvendo. Era como deslizar dentro de um abraço quentinho, uma sensação que eu não sentia há um bom tempo.Os gemidos dela ficaram fortes e, de novo, eu sabia que ela tava perto do fim. Acelerei o ritmo, metendo com uma fome que só cresceu com os anos. As unhas dela arranhavam minhas costas, deixando um rastro de calor por onde passavam. Dava pra sentir ela se apertando de novo, os músculos se contraindo e soltando num ritmo delicioso que combinava com o meu.
Nossos corpos estavam molhados de suor e água, se movendo juntos numa harmonia perfeita. Parecia que o tempo não tinha passado: nossos corpos se lembravam um do outro, lembravam como a gente se encaixava com tanta perfeição.
Eu também sentia que tava perto do fim e não queria que acabasse. Mas as unhas da Hannah cravaram nos meus ombros e ela se curvou, o orgasmo batendo nela como uma onda. Eu segui logo depois, meu próprio orgasmo quente e intenso, enchendo ela um pouco mais.
Ficamos ali, ofegantes e enroscados, o sol do meio-dia desenhando sombras nos nossos corpos. O quarto ficou em silêncio, só nossos corações sincronizados. Era um momento de prazer absoluto. Um momento que fazia tudo no mundo parecer tão distante.
Nosso almoço foi um pouco silencioso. A passagem dela tava marcada pras 8 da noite, e embora a gente quisesse que ela ficasse, a Marisol e minhas meninas estavam voando pra chegar no dia seguinte.
Nós dois sabíamos que era algo temporário, uma pequena fuga da realidade e que a realidade ia dar um puta tapa na nossa cara.
Voltamos pro nosso quarto de novo. Minha humilde casa, que nos primeiros dias parecia tão distante pra Hannah, tinha se misturado perfeitamente com Ela. Agora, não se intimidava mais com os desenhos das minhas filhas ou com as fotos da Marisol. Ela sabia que, se por algum milagre a gente tivesse ficado junto, a Hannah teria vivido uma vida muito parecida com essa.
O corpo nu dela, com aquela bunda pequena e perfeita se sacudindo, era um contraste enorme com a calma da casa. A gente nem se preocupava mais em se vestir. Viramos nudistas completos.
O quarto tinha virado nosso campo de batalha, um lugar onde a gente lutava contra nossos desejos e nossas culpas. Mas naqueles momentos, os desejos estavam vencendo. Ela montou em mim, os peitos dela balançando enquanto me cavalgava como se tivesse competindo pra ganhar um troféu. Agarrei a bunda dela, sentindo aqueles músculos se contraírem a cada descida.
Nossos olhos se encontraram de novo e eu percebi algo nela que não via há um bom tempo. Era uma mistura de prazer e dor, um lembrete do que tínhamos perdido e reencontrado. Sabia que ela estava pensando naquele idiota do Douglas, na vida que poderíamos ter tido se eu tivesse tomado outra decisão. Mas ela estava ali, comigo, e era tudo que importava.Os movimentos dela ficaram mais rápidos e desesperados, então eu sabia que ela estava perto do fim. Levantei minhas mãos para beliscar os bicos dos peitos dela e ela gemeu, a buceta se apertando em volta do meu pau. Era tudo que eu precisava para gozar e enchi ela com meu leite, vendo o rosto dela se contorcer de prazer enquanto gozava de novo.
Caímos na cama, nossos corpos enroscados como um novelo. O quarto estava quente, o ar pesado com cheiro de sexo e a promessa de mais por vir. O tique-taque do relógio no meu criado-mudo era um lembrete constante do pouco tempo que nos restava, mas ignoramos, aproveitando o momento.
Quando virei ela e comecei a apalpar a bunda dela, Hannah não reclamou. Conhecendo ela, é bem provável que só eu tenha comido o cu dela, como se ainda guardasse o melhor pra mim.
As nádegas dela se abriram com facilidade e eu deslizei pra dentro, os gemidos dela enchendo o quarto. Ver aquela bundinha minúscula engolindo meu pau é algo que nunca vai me cansar. O corpo inteiro dela era uma tela, e eu era o artista, pintando ela com meu próprio tesão.
Nosso ritmo ficou mais intenso, o som da nossa pele batendo ecoando pela casa toda. A cabeceira batendo na parede, e nós dois sabíamos que estávamos deixando marcas (tanto emocionais quanto físicas) que nunca iriam desaparecer.
Os olhos dela marejavam, mas ela não pediu pra eu parar. Pelo contrário, jogou o corpo pra trás, me enfiando mais fundo. A dor era um lembrete do nosso passado, um aviso de que não devíamos estar fazendo aquilo. Mas o prazer superava tudo, e os dois estavam curtindo.Peguei ela por trás, metendo com força como se fosse a última vez. A cama rangia debaixo da gente, a cabeceira batendo na parede no ritmo dos nossos corações.
— Ah, Marco! Ah, Marco! — gemeu apaixonada, a voz misturada com prazer e dor. — Não aguento!... Não aguento!
Mas ela aguentava e aguentou. O corpo dela me recebeu por inteiro e curtiu cada segundo. Parecíamos bichos no cio, sem conseguir saciar um do outro. Fiquei olhando o rostinho dela se contorcer de prazer enquanto eu estimulava o botãozinho dela, fazendo ela revirar os olhos.
As batidas da cama contra a parede ficaram mais fortes e eu sabia que estávamos deixando uma bagunça que viraria fofoca dos vizinhos. Mas naquele momento, eu não ligava. Tudo o que importava era a Hannah, aquela bundinha apertada me segurando firme, os gemidos escandalosos dela sendo mel pros meus ouvidos.O orgasmo que ela teve foi violento, gritando meu nome, o corpo todo tremendo de tanta intensidade. Eu fui junto, meu pau pulsando dentro daquele calor, enchendo a bundinha dela de porra. Foi um momento de êxtase puro, um instante que parecia durar pra sempre.
Não tivemos muito tempo pra descansar. A Hannah tomou banho sozinha dessa vez, enquanto eu abria as janelas e limpava a cama. Sabia que minha passarinhinha não ligaria pro cheiro de outra mulher (na verdade, isso até deixaria ela no cio), mas não sou o tipo de babaca que expõe nossas pequenas às minhas perversões.
Enquanto a Hannah se arrumava, percebi o jeito estranho que ela andava, meio desconfortável. Ela arrumou a mala e o notebook em silêncio.
Enquanto eu levava as coisas dela até a porta, a gente se beijou de novo. Ela sabia que, pra mim, não era um loveío passageiro. A Hannah sabia que eu amava ela de verdade e que não era só um romance escondido pra quando a Marisol me deixasse sozinho. A Hannah sabia que, pra mim, ela era muito mais que isso.
Mesmo assim, a despedida foi triste pros dois. A ideia de ficarmos juntos e termos uma família era linda, mas era um sonho temporário. Não tem como eu me divorciar da Marisol ou abandonar minhas meninas. E a Hannah teria me odiado se eu fizesse isso.
Então levei ela pro aeroporto e a gente chorou enquanto trocava o último beijo. Pra quem via de fora, devíamos parecer qualquer casal de amantes se despedindo. E de certa forma, éramos. Mas qualquer faísca que a gente compartilhou era fútil: um romance rápido que nos uniu por algo tão pequeno e volátil quanto um isótopo radioativo do tamanho de uma moeda (que, depois de 12 dias de busca frustrada, foi encontrado): potente, instável e fadado a se desfazer.
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