Solteirão de Verão (7): Hannah! (II)




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Compêndio IIIDIA 2

Na manhã seguinte, acordei ela às 6 da manhã. Quando a gente trabalhava no matadouro, ela odiava isso. Mas igual naquela época, ela estava linda, igual a um anjo.
Solteirão de Verão (7): Hannah! (II)Recebi ela com um pãozinho e uma xícara de café. Ela me sorriu meio vestida. Hannah tinha dormido bem na cama da minha filhinha. Comentou com um sorriso que teve "muitos amigos para abraçar durante a noite", palavras que me fizeram engolir seco.

De qualquer forma, imprimi os relatórios de trabalho dela. Em minha defesa, eu a convidei com a intenção de que trabalhasse mesmo.

No entanto, eu ainda estava a fim da Hannah. Costumávamos transar todas as noites naquela época e a ideia de que o corpo dela mal tinha mudado me deixava excitado.
loiraAté se divorciou daquele imbecil, o Douglas, que claramente só tava atrás dela pelo dinheiro e prestígio da família dela.

A Hannah trabalhava, mas de vez em quando se distraía olhando pro corredor, pra cozinha, pra janela que dava pro quintal. A gente tinha uma pazinha de brinquedo que as meninas "emprestaram pra gente catar os presentinhos" da putinha. Rabiscos com desenhos nas paredes. Coisas que distraíam ela com um sorriso...
infidelidade consentidaMe aproximei oferecendo uma xícara de chá e ela me olhou com aqueles lindos olhos azuis. Dava pra perceber que ela estava distraída. Depois de 2 anos juntos no trabalho, eu sabia quando ela estava bem e quando a cabeça dela estava na lua. Sentei ao lado dela, trazendo-a de volta à realidade, fazendo com que se concentrasse.

À tarde, Hannah me ajudou a preparar o jantar. Parecíamos de novo "um casal casado". No trabalho, ninguém duvidava que a gente se comia loucamente: toda manhã, Hannah aparecia no seu posto com um sorriso safado, enquanto eu andava sempre tranquilo.

Jantamos entre brincadeiras, nos tocamos e os sentimentos começaram a voltar aos poucos.

Então nos sentamos para ver televisão na sala. Havia lembranças constantes da minha vida de casado com Marisol e como pai: restos de lápis de cor das meninas, uma foto minha e da Marisol na mesa de centro. Mas Hannah parecia não se importar. Ela estava se divertindo.
Ferias quentesAquela noite, ela veio me fazer companhia de leggings e uma blusa longa, depois de tomar um banho, e se acomodou ao meu lado, do mesmo jeito que fazia antigamente pra assistir um pouco de TV. O cheiro dela era deslumbrante, me lembrando daquelas tardes frias em que compartilhávamos a cama e eu sentia que ela era minha garota. Minha mulher naquela época. Acho que ela também sentiu, porque sua mão apoiou na minha coxa, buscando meu calor como costumava fazer naquele tempo.

E não muito depois, começou tudo...

Beijei-a suavemente, derretendo nos seus lábios. Suas mãos percorriam meu corpo com desespero. Estávamos separados há anos. Talvez ela até tenha saído com outros. Mas dava pra perceber que a Hannah estava com tesão.

Sua mãozinha deslizou por baixo da minha camiseta, suas unhas percorrendo meus abdominais. Ela sempre foi um pouquinho rude e selvagem. Era uma das coisas que eu mais sentia falta.

Mas uma das razões pelas quais me apaixonei por ela é que a Hannah me lembrava a Marisol quando era mais jovem: os peitos da minha esposa eram menores e mais macios, e assim como a Hannah, sua bunda era seu único atrativo.
colega de trabalhoAlém disso, os olhos azuis da Hannah são muito parecidos com as esmeraldas brilhantes da Marisol, então toda vez que eu pensava que estava fazendo amor com minha saudosa, jovem gostosa, eu ficava extremamente excitado.Solteirão de Verão (7): Hannah! (II)A mão dela deslizou mais para baixo, encontrando minha ereção e apertando por cima da calça. Me fez gemer, minha própria mão acariciando sua bochecha.

•Ainda está enorme! – ela gemeu baixinho, enquanto mordiscava o lóbulo da minha orelha.

–Também sentiu sua falta! – respondi, me deliciando com suas carícias.

Sua mão me acariciou através do tecido e o atrito fazia faíscas percorrerem meu corpo. Sentia minha determinação fraquejar: a casa estava quieta, as meninas e minha esposa não estavam…

Estávamos sozinhos, como nos velhos tempos.

–Hannah! – falei, tentando me conter. – Tem certeza disso?

Ela fez uma pausa, com a mão sobre minha ereção, me matando no processo. Olhou nos meus olhos e, por um momento, percebi a mesma faísca selvagem que costumava incendiar meu mundo antes.

Ela se inclinou para mim e, fazendo um beicinho devastador, sussurrou:

•Nunca parei de pensar em nós, Marco. Não vamos fingir que isso não está acontecendo.

E dizendo isso, ela a enfiou na boca. Quando Hannah era casada com o imbecil do Douglas, ela não gostava de dar chupadas. Mas, depois de muito esforço, consegui convencê-la.
loiraAté o imbecil acabou adorando. Mas a Hannah sempre me dizia que preferia me chupar do que a ele, já que a minha era mais comprida, saborosa e grossa que a daquele corno.

Sua boca estava morna e ardente, sua língua dançando sobre a cabeça, me aquecendo a cada lambida. Tive que me recostar no sofá, gemendo enquanto ela me engolia mais fundo.

Seus olhos nunca me deixaram, aqueles diamantes cheios de fome e luxúria que senti tanta falta por tanto tempo. Hannah sempre foi assim, ansiosa, faminta por mais, como se quisesse me devorar inteiro.

Minha mão encontrou a nuca dela, guiando gentilmente enquanto sua cabeça subia e descia. Sentia a rigidez do meu corpo a cada sacudida. Fazia tanto tempo que não fazíamos aquilo e parecia que nunca perdemos a sintonia.

Mas estávamos mutuamente famintos um pelo outro. Ela montou em mim, tirando a blusa e me deslumbrando com aqueles peitos maravilhosos. Seus mamilos como moedinhas me encantaram e os chupei ansioso, como costumava fazer na gostosa.

Hannah gemia, uma mistura de autoconsciência e luxúria tomando conta dela.

A legging dela estava frustrantemente apertada, a ponto de quase ter que rasgá-la para tirar. Por baixo, uma calcinha branca de seda, igualzinha às que a Marisol usa, protegendo sua "honra de mocinha". Eu a afastei, sentindo sua buceta faminta e fazendo todo seu corpo tremer e soltar um gemido desesperado, e finalmente, encaixei a cabeça do meu pau na sua vulva apertada.

Os olhos da Hannah se arregalaram e ela se jogou para trás, arqueando o corpo na minha direção enquanto eu a preenchia por completo. Parecia voltar para casa depois de uma longa viagem: tudo era familiar, mas ao mesmo tempo novo e avassalador.
infidelidade consentidaEla estava extremamente apertada. Sua bunda sob meus dedos era uma delícia. Se a Hannah estava saindo com alguém, eu não conseguia perceber. Enquanto eu enfiava cada vez mais fundo, ela me envolvia com seu calor e seus líquidos amorosos. Ela estava adorando.

Nossos corpos se moviam no ritmo que praticamos por anos em nossa velha cabana, uma sinfonia silenciosa de paixão e desejo. Nos beijamos, nos tocamos, sussurramos carícias no ouvido que significavam tudo naqueles momentos.

Parecia que estávamos tentando compensar o tempo perdido, pelas carícias e beijos que não tínhamos trocado em anos.

Suas unhas cravavam nas minhas costas de um jeito parecido com o da Marisol, e eu podia sentir seu corpo se tensionar a cada enfiada. Sabia que ela estava perto. Ela sempre teve um jeito de chegar ao orgasmo rápido e intenso. E exatamente como eu esperava, ela chegou, seu clímax a atingindo com a força de uma onda, seus músculos se apertando em volta do meu pau enquanto ela ofegava e gemía no meu pescoço.

Eu gozei dentro dela, soltando jato após jato de porra quente. Não tinha transado com ninguém por uma semana e estava reprimido que nem um padre. Naquele momento, nenhum de nós se importava se eu a engravidasse.

Era algo primitivo. Essencial. Nós precisávamos um do outro e sentíamos saudades. Ficamos grudados por um tempo. Era algo que ela sempre adorou em mim: depois de gozar, eu nunca ficava mole.

Nos beijamos. Nos abraçamos. Apanhei seus peitos e ela reclamou, ainda competindo com meu rouxinol.

Nos separamos e nos beijamos. Não dividimos o mesmo quarto naquela noite e tudo bem. Estávamos apenas começando, precisávamos processar nossos sentimentos e ainda tínhamos tempo.
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