92📑Amor e Pecado Sem Fronteiras

92📑Amor e Pecado Sem FronteirasSara chegou na cidade com uma mala quebrada, os saltos gastos e uma esperança que ainda não tinha murchado de vez. Tinha escapado de um país que arrancou o futuro dela, mas não o orgulho. Em cada passo que dava, a figura dela roubava olhares: cabelo preto, comprido até a cintura; pele morena, macia, de um tom dourado natural; um par de peitões grandes, naturais, que balançavam a cada movimento, e uma bunda firme, redonda, que parecia exigir respeito.vadiaConseguiu trabalho como empregada graças a um anúncio. O apartamento era do Santi, um designer gráfico que trabalhava de casa. Sorriso fácil e corpo marcado pela academia. Desde que viu ela entrar, com aquela blusa apertada e o olhar meio tímido, algo nele acendeu. —Sou Sara, vim pelo trabalho. —Santi. O trabalho é seu… se quiser — respondeu, engolindo seco. As semanas passaram. Ela limpava, cozinhava, e se movia pelo apartamento com a sensualidade involuntária de quem não precisa se esforçar. Ele não conseguia evitar espiar ela quando se abaixava, quando pendurava a roupa, quando enxugava o suor do pescoço. Sara também olhava pra ele. Gostava de como ele a tratava e de como era gato, e de como às vezes escapavam olhares que diziam mais que qualquer palavra. Uma noite, enquanto chovia, a tensão finalmente explodiu. Ela saiu do chuveiro só com uma toalha, e o Santi, ao vê-la molhada, com o cabelo colado no corpo e as gotas escorrendo entre os peitos, não aguentou mais. —Não vai embora — ele disse—. Fica aqui esta noite. Sara encarou ele, deixou a toalha cair, e se aproximou nua. O corpo dela era uma obra de arte. Bem na altura da buceta, tinha os pelos cortados em formato de coração. Santi sorriu ao descobrir. —Gostou? — perguntou ela, safada. —Adorei — sussurrou ele, ajoelhando pra beijar ali, naquele coração quentinho. Mas ela parou ele, empurrando-o de leve pro sofá. Ajoelhou-se e abaixou a calça dele. Quando puxou o pau, grande, grosso, cheio de veias, ela olhou pra ele como se fosse um prêmio.rabao—Isso eu sonhei tantas vezes… —disse Sara, antes de enfiar ele na boca. Ela chupou devagar no começo, com os olhos fixos nele, saboreando. Depois com fome, como se ele fosse dela. Santi gemia, segurando o cabelo dela, dizendo como ela era boa. Ela engolia ele inteiro, deixando um fio de saliva escorrer até os peitos apertados dela. —Vem, quero que você me coma —disse ela, com a voz suave.cogidaEla subiu em cima dele, guiou o pau dele dentro da buceta e cavalgou com fúria. Os peitos dela balançavam na cara dele, ele os beijava, e a bunda dela batia nas coxas dele uma e outra vez. Ela estava molhada como nunca. Apertava ele a cada vai e vem, gemendo, beijando ele selvagem. Depois se virou e ficou de quatro, oferecendo tudo.
—Mete no meu cu… quero que me encha toda.vadiaSanti spat into his hand, got it ready, and shoved his cock into her ass. She screamed, at first in pain, but then in pure pleasure. He fucked her wildly, gripping her hips, her tits, slamming into her hard, until she came screaming, trembling beneath his body. When he felt he couldn't hold out any longer, he made her turn around, placed it between her tits, and came all over them, panting. The semen splattered her neck and chest, and she smiled proudly, like someone who had claimed her place. "Now, yes," she said, wiping herself with a mischievous grin. "Now I truly feel I've found a better life.Relatos eroticosDesde aquela noite em que se entregaram como animais, nada voltou a ser igual. Sara já não dormia no quarto de serviço: suas roupas agora dividiam o armário com as de Santi, e seu aroma impregnava os lençóis como um feitiço quente e viciante. O que no começo foi puro desejo carnal foi se tingindo de carinho, de gestos cotidianos que teciam algo mais profundo. Sara cozinhava de calcinha e sutiã, e ele a abraçava por trás, já duro desde o primeiro toque, enquanto ela soltava uma risadinha e se esfregava na virilha dele. Uma tarde, Santi chegou cedo e a encontrou deitada de bruços, com o short levantado até as nádegas. Dormia com uma mão entre as pernas. O espetáculo o fez tremer. Ele se agachou, baixou o short dela com cuidado e beijou suas nádegas redondas, perfeitas. Ela acordou com um suspiro, sorrindo. — De novo com fome? — murmurou. — Sempre que te olho.relatos pornoSanti undressed, and without waiting, spread her legs. He took her right there, with her half-asleep, panting among the pillows. His cock slid in wet and firm, while she arched like a cat in heat. When they finished, Sara turned and looked at him with bright eyes.
—Have you ever thought about living with an illegal like me?
—Only if you promise to keep sucking my cock like this every morning.
Sara let out a laugh, sat him on the floor, and got on her knees. Her tongue traced his cock with devotion, licking the tip, making it throb between her lips. Santi grabbed her hair, guiding her with a slow rhythm, while she closed her eyes, enjoying every inch.92📑Amor e Pecado Sem FronteirasDepois ela subiu devagar em cima dele, apertando até o fundo. Montou ele suave no começo, mexendo a cintura em círculos, se masturbando enquanto sentia ele dentro. Depois acelerou, frenética, selvagem, até que o gemido roubou a voz dela. Santi virou ela e abriu a bunda dela de novo, empurrando ela contra o chão frio.
— Não para — gritou ela, tremendo enquanto ele enfiava no segundo buraco.
Ela gozou de novo, e ele, com a respiração descontrolada, gozou na boca dela dessa vez. Sara engoliu tudo sem tirar os olhos dele.
Depois, deitados no chão, ela sussurrou:
— Eu vim atrás de uma vida melhor. E agora não sei se quero outra coisa que não seja você.
Santi abraçou ela, e pela primeira vez não teve só sexo entre eles. Teve promessa, teve abrigo.vadiaOs dias passavam, e a relação entre Sara e Santi ficava mais intensa, mais íntima, mais viciante. O sexo era selvagem, diário, criativo. Eles transavam no chuveiro, na cozinha, até na escada do prédio quando não aguentavam esperar. Mas um dia, enquanto ela estendia a roupa, Santi encontrou algo que o parou no meio do caminho. Uma carta velha, amassada, escrita com tinta borrada. Nela, um nome: "Para Luis, meu amor eterno". A assinatura era de Sara. Naquela noite, enquanto ela dormia pelada, enroscada nos lençóis e com a bunda colada na barriga dele, ele não conseguiu evitar se perguntar: quem era Luis? Por que falava de amor eterno se tinha largado tudo? No dia seguinte, esperou ela terminar de montar em cima dele — cavalgando a pica dele como se o mundo fosse acabar — e bem na hora que ela gozou com um grito rasgado, segurou ela de leve pelo pescoço e perguntou: — Quem era Luis? Sara congelou. Olhou pra ele com uma mistura de medo e culpa. Levantou do peito dele, encarou ele em silêncio. — Era meu parceiro… na Venezuela. Santi sentiu uma pontada, mas não disse nada. — Me batia. Me controlava. Jurou que se eu fosse embora, me achava e me matava. Por isso fugi. Por isso nunca contei nada. Ele engoliu seco. Levantou, pelado, e abraçou ela. — E ainda ama ele? Sara balançou a cabeça. — Amo você. Mas tinha medo de que se soubesse… me visse de outro jeito. Ele beijou ela como nunca antes. Não com fome, mas com ternura. Depois deitou ela na cama, abriu as pernas dela com cuidado, e comeu ela devagar. Dessa vez não teve brutalidade. Teve amor. Meteu lento, fundo, acariciando ela enquanto sussurrava no ouvido que ela estava segura. — Você é minha, Sara. E ninguém mais vai te tocar. Ela chorou. Mas não de tristeza. E sim de alívio. E enquanto ele se movia dentro dela, a buceta dela molhava a cada estocada lenta, Sara se entregou por completo. Gozou chorando, gemendo, abraçada no homem dela. Na salvação dela. Ele deitou em cima dos peitos dela e ficaram em silêncio.rabaoPassaram-se os meses, e o que começou como uma história de desejo se transformou numa união indestrutível. Sara já não era só a mulher que o Santi amava comer toda noite — ela era o lar dele, o fogo dele, o tudo dele. Ela aprendeu a andar pela cidade, a falar com mais confiança, a deixar pra trás os medos que a perseguiam. Mas nunca deixou de ser aquela deusa caribenha que enlouquecia ele: toda vez que se abaixava pra limpar, toda vez que cozinhava com uma camiseta dele sem nada por baixo, o Santi sentia o pau traí-lo, endurecendo só de vê-la existir.

Uma tarde, enquanto curtiam na varanda, com o sol se pondo sobre o cimento quente, ele se levantou, nervoso, e estendeu uma caixinha de veludo.

— Quer casar comigo? Quero te comer todos os dias até a gente ficar velhinho… e te amar mais do que nunca.

Sara riu, com os olhos marejados, e respondeu:

— Sim, love. Com ligas brancas e tudo.

O casamento foi pequeno, mas mágico. Sara chegou vestida de branco, com renda justa, as costas de fora e o cabelo solto. Nas pernas, ligas de renda que o Santi morria de vontade de arrancar. Usava um pequeno véu de noiva com flores brancas, e um sorriso que derretia vulcões.

Naquela noite, no hotel onde se hospedaram, ela o esperou de pé ao lado da cama, com o vestido já no chão, as ligas no lugar, e o véu ainda firme. O corpo dela brilhava com óleo perfumado, e os olhos dela diziam: me come como nunca.cogida—Minha esposa —murmurou Santi, se aproximando nu—. Vou te foder até te deixar sem ar.
Empurrou ela contra a parede, levantou ela no ar, e meteu com força na buceta dela. Ela gritou o nome dele, envolvendo ele com as pernas, cravando as unhas nas costas dele.
—Me dá tudo, meu amor… agora sou sua —gemeu, com os peitos duros e a pele queimando.
Jogou ela na cama, colocou ela de quatro, e meteu de novo. Molhada, aberta, selvagem. Sara se masturbava enquanto ele enfiava no cu dela com uma mistura de amor e luxúria. Lambeu as costas dela, mordeu as coxas, pegou nos peitos dela até ela gozar tremendo.vadiaThen they lay down facing each other. Santi lifted one of her legs and entered her again, sliding his cock into her pussy slow and deep, looking into her eyes. "Promise me you'll always be mine." "I am. From the moment I crossed the border, I was already yours." They kissed, panting, moving gently as she caressed him from the inside. When Santi couldn't hold back any longer, he pulled out and came on her belly, his warm semen glistening on her brown skin. She smiled, still wearing her headpiece, and kissed him with a tongue full of love. "We're eternal now, my husband." "Always, my wife." And that night, in that hotel room, they sealed with sweat and moans a love born of desire... and blossomed into fire and tenderness.Relatos eroticos


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