91📑La Esposa del Jefe

91📑La Esposa del JefeNico trabalhava numa empresa de logĂ­stica, recĂ©m-contratado, quieto, jovem, 24 anos. O chefe dele, um cara frio e metĂłdico, tinha uma esposa que aparecia de vez em quando: LĂșcia, uns 39 anos, quadril largo, pernas perfeitas, cabelo preto liso, boca provocante. Toda vez que passava pelo escritĂłrio, todo mundo olhava pra ela. Mas ela sĂł olhava pro Nico.

Uma tarde, depois de uma reuniĂŁo chata, LĂșcia abordou ele no corredor.

— VocĂȘ Ă© o Nico, nĂ©?
— Sim, senhora.
— Me chama de LĂșcia — falou, encarando ele com aqueles olhos escuros, famintos —. Me ajuda a achar uns papĂ©is que deixei no escritĂłrio do meu marido?

Ele aceitou. Ela entrou primeiro, rebolando a bunda num ritmo lento, hipnĂłtico. Trancou a porta. Se virou.

— Seu chefe me ignora
 mas vocĂȘ me olha como se quisesse me partir toda — disse.

Nico engoliu seco. LĂșcia se aproximou, pegou a mĂŁo dele e guiou direto entre as pernas dela. Tava molhada.vadia—TĂĄ sentindo isso? —ele sussurrou—. É por sua causa.
Nico nĂŁo pensou duas vezes. Agarrou ela pela cintura e beijou como um animal. LĂșcia apertou ele contra si, baixou o zĂ­per e puxou o pau dele, duro, quente, grosso.
—Porra
 com isso vocĂȘ vai me deixar sem andar —ela gemeu.
Ajoelhou-se, enfiou ele na boca atĂ© o fundo, babando, engolindo, enquanto olhava nos olhos dele com uma mistura de luxĂșria e poder. Nico gemia, segurando ela pelo cabelo.
—Vou te foder como aquele velho de merda nunca te fodeu —ele disse, puxando ela pelo braço e dobrando ela sobre a mesa.vadiaArrancou a calcinha de renda dela. Abriu as pernas dela e meteu a rola na buceta dela de uma vez. LĂșcia gritou, empurrando a bunda contra ele, querendo mais.
—Forte, papai! Assim... mais!
Nico comia ela igual um bicho: rĂĄpido, selvagem, com as bolas batendo naquela bunda enorme. LĂșcia molhava a mesa inteira, gozava gritando, mordendo os dedos pra nĂŁo fazer mais barulho.
Ela se levantou, sentou em cima dele, e continuou cavalgando com força, os peitos quicando, suando, gemendo.
—Fala que eu sou sua putinha —sussurrou no ouvido dele.
—VocĂȘ Ă© minha putinha... delĂ­cia... vou gozar dentro.
—Sim! Enche minha buceta, gostoso! Tudo dentro!
Nico gozou urrando, descarregando tudo dentro dela enquanto ela tremia de puro prazer.Relatos eroticosLucĂ­a ajeitou o vestido, sem calcinha, e riu que nem uma diaba.
—Amanhã eu volto
 mas dessa vez, na sua mesa.
E saiu andando como se nada tivesse acontecido, enquanto ele ficava ali, com o pau babado e a cabeça virada num bagaço.

No dia seguinte, Nico não conseguia se concentrar. Toda vez que pensava na Lucía cavalgando nele, gemendo que nem uma puta, o pau subia. As horas passaram, até que perto do meio-dia, o celular vibrou. Uma mensagem.

> đŸ“Č LucĂ­a: TĂŽ aqui embaixo. EscritĂłrio vazio. Tranca a porta. Hoje quero que vocĂȘ arrebente minha bunda.

Nico sentiu uma onda de calor percorrer o corpo. Levantou, fechou o escritĂłrio, trancou a porta. Minutos depois, ela entrou: vestido curto, sem sutiĂŁ, lĂĄbios pintados, olhar de loba.

—Não vamos perder tempo —disse, jogando a bolsa no sofá.

Virou de costas, apoiou as mĂŁos na mesa, levantou o vestido e deixou Ă  mostra aquela bunda redonda e enorme. Tava com um plug pequeno, brilhante, enfiado no meio das nĂĄdegas.

—Gostou? Usei o caminho inteiro pensando em vocĂȘ —murmurou.

Nico se aproximou e cuspiu na bunda dela. Ajoelhou, lambeu devagar, rodeando o plug, chupando que nem um doente.

—Mmm isso
 chupa bem gostoso. Abre com a língua —gemeu ela.

Ele tirou o plug com um estalo molhado, e meteu a cara de novo entre as nĂĄdegas, lambendo aquele buraquinho quente, ansioso, enquanto enfiava dois dedos na buceta que jĂĄ escorria.

—VocĂȘ vai me viciar, cara!

Ele se levantou, puxou o pau e esfregou na bunda dela.

—Tem certeza?relatos porno—Sim
 enfia ela toda. Quero que me doa.
Nico empurrou devagar no começo. LĂșcia apertava os dentes, ofegando de olhos fechados. Quando a cabeça entrou, ela gemeu como uma puta no cio.
—Meu Deus! Sim! Isso! Mais!
A pica do Nico foi abrindo ela centĂ­metro por centĂ­metro. Quando entrou toda, LĂșcia começou a rebolar como uma selvagem.
—Come meu cu, não para
 me dá com tudo!
Nico comia ela forte, rĂĄpido, com as mĂŁos na cintura dela, dando tapas na bunda que deixavam marca. O som do corpo batendo, os gemidos sujos dela, tudo era puro pornĂŽ ao vivo.
—Vou gozar dentro de vocĂȘ —ele disse, apertando os dentes.
—Sim! Enche meu cu! Jorra tudo dentro!
E foi o que ele fez. Nico gozou com força, enterrado até o fundo do cu dela, enquanto ela tremia de prazer, com a língua pra fora, completamente entregue.
LĂșcia se abaixou, tirou a porra que escorria do cu dela e lambeu com os prĂłprios dedos.
Abaixou o vestido, piscou um olho e saiu, deixando ele ali, tremendo, com a pica mole e a alma vazia.esposa putaNico nĂŁo sabia como tinha chegado naquilo. Mas ali estava ele, parado na entrada de uma mansĂŁo na zona norte, com o coração bombando adrenalina. LĂșcia abriu a porta pra ele de roupĂŁo de seda vermelho, sem nada por baixo. O perfume de mulher molhada jĂĄ tava no ar.
— Meu marido tĂĄ dormindo. Tomou uns remĂ©dios — ela sussurrou —. Temos uma hora. NĂŁo faz barulho
 mas me arrebenta toda.
Ela pegou ele pela camisa e levou direto pra cozinha. A casa era silenciosa, elegante, com as luzes baixas. O coração do Nico batia que nem um louco. Ele sabia que se fossem descobertos, tava ferrado
 mas tambĂ©m sabia que aquilo deixava ele mais duro do que nunca.
LĂșcia subiu na ilha de mĂĄrmore e abriu as pernas. Tava toda depilada. Molhada. Pronta.
— NĂŁo tem tempo pra brincadeira, gato. Mete logo.vadia  rabudaNico nĂŁo hesitou. Tirou o roupĂŁo dela, jogou no chĂŁo e enfiou a pica na buceta dela sem aviso, fazendo-a gemer entre os dentes. LĂșcia cobriu a boca para nĂŁo gritar. Ele agarrou as coxas dela e meteu selvagem, batendo com força. O som das estocadas ecoava pelas paredes.
—Assim, porra! Me come como se fosse o dono dessa casa! —ela ofegou, jogando o quadril pra trás.
Ele a pegou no colo e levou pra sala de jantar. Colocou ela de bruços sobre a mesa de vidro e abriu o cu dela de novo, sem preparo. Cuspiu, apontou e enfiou tudo de uma vez.
—Filho da puta! —LĂșcia gemeu com um gemido rouco—. Vai, arrebenta meu cu!
Nico metia no cu dela com raiva, como se quisesse descontar tudo. LĂșcia estava encharcada, se contorcendo, mordendo a borda da mesa. O perigo a excitava. O fato de o marido dela poder acordar a qualquer momento a deixava mais puta.Esposa exibicionista—Vou gozar! —gritou ela, tirando os dedos da boca—. Vou gozar igual uma puta!
Ela gozou forte, tremendo. Nico tirou o pau do cu dela, ajoelhou ela e meteu na boca.
—Engole tudo, puta.
Ela obedeceu. Chupou desesperada, com os olhos cheios de tesão, até ele gozar na língua dela, quente, grosso, gemendo com o corpo todo tenso. Ela engoliu tudo, limpou com a língua e riu.
—Acho que agora eu me apaixonei.
Ao fundo, ouviu o som de uma porta se abrindo. LĂșcia se vestiu em dois segundos.
—Sai pelos fundos. Não fala nada. Vou te escrever.
Nico saiu pelo quintal, com o pau ainda molhado e a alma em chamas.
Não tinha volta. Agora ele era parte de algo perigoso
 e cada vez mais viciante.91📑La Esposa del Jefe


vadia

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