Família Complicada,6: Assédio à Minha Meia-Irmã

Parece repetitivo e eu sempre digo isso. Minha vida dando mudanças radicais permanentemente, até pouco tempo atrás eu era o nerd, alguém praticamente ignorado pela maioria, agora era um atleta escultural, tinha uma submissa à disposição, tinha algo que ainda não saberia definir com minha meia-irmã. Na faculdade, passei de um zé-ninguém a ser olhado com respeito pelos homens e desejo pelas gostosas, sim, e não eram quaisquer uma, a maioria eram do grupinho da Laura.

A briga no parque foi o assunto da semana toda, o "musculito" não tinha aparecido, havia rumores de todo tipo, alguns diziam que ele estava grave no hospital e outros que o que realmente estava danificado era o orgulho dele e que por vergonha não ia à faculdade. É incrível até onde vai a imaginação das pessoas, da briga havia poucos vídeos e a maioria não dava para ver direito, ou porque estavam gravados de longe ou porque começaram a gravar quando a briga estava para terminar, e isso alimentou ainda mais a ignorância e as fofocas, cada uma mais exagerada que a outra, isso fez com que eu fosse a estrela daquela semana.

Eu seguia com minha vida, fazia o mesmo de sempre, me juntava com meus amigos e a Flor, assistia a todas as aulas, naquela semana só consegui ir duas vezes à academia, onde fui recebido com aplausos e risadas.

Como disse, tudo normal, eu precisava deixar a briga para trás e me concentrar nas próximas provas, embora fosse difícil me afastar de tudo isso, mesmo esperando que fosse algo passageiro. Alguns populares se aproximaram para falar comigo, mas a grande maioria me via como alguém perigoso ou para respeitar. Depois, fiquei sabendo que um dos rumores mais espalhados era que meu pai era um mafioso poderoso e que tinha muitos homens, claro que muitos sabiam a verdade, mas ficou essa lenda popular e isso servia apenas para uma coisa: que falassem mais de mim.

Com minha meia-irmã as coisas estavam estranhas, não nos falávamos e nos evitávamos, o beijo foi muito intenso para nós dois, e eu pensava: mas se nós... Já tínhamos nos visto pelados, nos espiado e nos masturbado no processo. Mas o beijo foi algo transcendental, foi como aceitar que ambos nos desejávamos, era reconhecer que conhecíamos o segredo um do outro, era o fim do jogo. Mas não estávamos prontos para falar sobre isso, ela me evitava o máximo que podia, quase nunca estava em casa e, quando estava, ficava trancada no quarto. Parecíamos duas crianças — bom, não que eu fosse o homem maduro, mas acho que estava crescendo a passos largos.

Ela tinha trocado de namorado de novo. Se me perguntam, ela tinha vários e aparecia com aquele que mais lhe convinha na hora — uma foxy perigosa, essa menina. Nesse caso, era um banana; dava pra perceber de longe que ela o manipulava como queria. Longe do estereótipo dos musculosos, esse era um garoto de dinheiro, muito elegante, lindo, era tipo o Ken da Barbie. Magro, alto, loiro de olhos claros, bem branco, com traços muito delicados.

Parecia que nunca tinha se esforçado na vida. Estava nos últimos anos da faculdade e passava pra buscá-la num BMW Série 3 novinho em folha. Minha foxy meia-irmã tinha táxi de luxo particular com motorista — até dava pena do coitado, pelo jeito que ela o tratava. A gente via ele sempre que ia buscá-la, até pra coisas insignificantes; também víamos os presentes e, muitas vezes, eles eram descartados por elas, e o pobre voltava com eles. Na segunda-feira, ela o apresentou, mais por insistência da minha madrastra pra que o garoto descesse do carro pra conhecê-lo.

Ele cumprimentou a todos muito formalmente: aperto de mão pra mim e pro meu pai, e dois beijos pra Gabriela. A mão ele dava de leve, sem esforço, mais por obrigação do que por educação. Realmente era alguém patético, controlado e dominado pela Laura.

Na terça, passei na casa da Flor. A mãe dela ia fazer compras e nos dava um tempo de intimidade. Ela pagou o tesão que eu tava sentindo pela minha meia-irmã; aproveitei a hora e meia que ficamos sozinhos pra comê-la sem parar, ela me... acabaram os três preservativos que eu tinha e como eu ainda estava com tesão, ela teve que me fazer um oral enquanto eu brincava com meus dedos no seu cu, foi uma tarde gloriosa, embora eu continuasse excitado, vivia excitado por tudo que estava vivendo.Fer:Você vai ter que tomar precauções, porque da próxima vez não vou usar camisinha, e não quero te engravidar, ainda não. -Ela apenas concordou com a cabeça.

A Faculdade não ficava longe da minha casa, e eu fazia o trajeto a pé. Na verdade, não me incomodava não ter carro, eu gostava de caminhar, mas estava economizando para comprar um, mais para os fins de semana ou trajetos longos. Quinta-feira era o dia que eu saía mais tarde da faculdade, já de noite. Laura sabia meus horários e o caminho que eu fazia cortando pelo parque, porque mais de uma vez fizemos juntos, ela nesse dia saía cedo. Eu estava perdido nos meus pensamentos, com meus fones, pensando em tudo que tinha acontecido comigo ultimamente, quando vejo o BMW branco do nosso querido bundão, estava no escuro do parque, onde não passa muita gente.

A primeira coisa que pensei é que tinha acontecido algo com ele, pela posição do carro, de frente sob uma árvore frondosa, me aproximei pelo lado do passageiro para perceber o quão inocente eu sou às vezes e o quão safada é minha meia-irmã.Fer:Filha da puta da mãe - escapou baixinho.

Laura estava no banco de trás do carro, com a minissaia arregaçada e o namorado entre as pernas, chupando com gosto. O melhor de tudo é que parecia que Laura estava me esperando, ainda mais que me dedicou um sorriso mostrando os dentes, um sorriso carregado de erotismo, em seguida pegou os cabelos do namorado e o afundou mais contra a virilha. Aquela situação era muito excitante, e eu, como disse, estava com tesão desde o beijo com ela. Sem pensar, me aproximei do carro ficando quase colado no vidro da porta.

E como disse sem pensar, já que não subia sangue pro cérebro porque estava indo pra outro lugar, tirei meu pau. Laura viu e ficou congelada por uns segundos com a boca aberta, eu estava duríssimo e comecei a me masturbar olhando fixamente nos olhos dela. Ela se recuperou e apertou ainda mais, se possível, a cabeça dele contra a buceta, eu continuava balançando, movendo e Laura olhava meu pau e meus olhos, num dado momento abriu a camisa e abaixou o sutiã deixando no ar os dois peitos, e com a mão livre beliscava e apertava um dos seios, tão forte que ficavam vermelhos, eu não perdia detalhes de nada e nossos olhares se cruzavam permanentemente.

Até que ela não aguentou mais e soltou um som gutural bem longo, que anunciava seu orgasmo, também soltou a cabeça do cara, eu ainda não tinha acabado, mas como pude saí de lá, ela me procurou com o olhar e com minha mão fiz o sinal de polegar pra cima como se tudo estivesse bem, um sorriso se desenhou no rosto dela e não vi mais nada.

Quinze minutos depois chegava em casa e pra minha surpresa também Laura com o namorado, ela desceu do carro batendo a porta, e o bundão correndo atrás dela como um cachorrinho de colo, ela se virou irritada, parecia não ter me visto já que faltavam alguns metros.

Pelele:Querido, deixa eu te compensar.Laura:Me chupa os ovos" - disse furiosa - "Não acredito no quanto você é um pau mole, eu preciso de um homem de verdade ao meu lado." Disse isso entrando em casa irritadíssima, ele me viu e, de vergonha, cumprimentou de passagem e foi embora.

Ela se trancou no quarto e não saiu para jantar, por mais que sua mãe fosse chamá-la. Quando Gabriela voltou, a desculpou dizendo que certamente tinha brigado com o namorado, e de que maneira, pensei eu, rindo baixinho.

Já no meu quarto, tentei ver pela câmera se conseguia ver algo de Laura, mas ela tinha as cortinas fechadas, como se me vetasse o direito de espiá-la. Tive que me masturbar, é claro, em homenagem a ela. Mas ainda assim não conseguia dormir, ainda estava duro como um mastro de bandeira. Já estava pensando que teria que bater outra, quando ouvi barulhos na lavanderia. Meu quarto é o único que fica no térreo. Saí devagar e vi Laura colocando roupas no cesto de roupa suja. Ela estava vestida de maneira muito diferente dos conjuntos sensuais de outras vezes - uma camiseta velha e desgastada, e uma calça bem fina e larga. Claro que Laura ficaria bem até vestida de mendiga. Ela me viu vindo pelo corredor, e não acendi a luz, essa intimidade entre penumbras me dava tesão.Fer:E aí? Não consegue dormir?Laura:E o que você tem a ver com isso?Fer:Ah, entendi, essa raiva se chama insatisfação sexual. O que foi, seu bundão não te serve?

Vi o tapa vindo, não quis impedir, foi mais forte do que imaginei, mas eu já estava acostumado e não foi muito. Ela não gostou que depois de levar o golpe eu só ficasse olhando e sorrindo, isso fez com que ela soltasse fogo pelos olhos. O segundo eu não ia permitir e no ar agarrei sua mão, e a esmaguei contra a parede, ela se mexia para se soltar de mim tentando bater com a outra mão, a imobilizei como pude. Sua respiração era profunda, mais do que respirar parecia um touro prestes a investir contra alguém, só faltava sair vapor pelo nariz.

Então me arrisquei e a beijei, ela não colaborou, aliás tentou golpear minhas bolas com o joelho, embora a posição impedisse. Ela resistiu, e resistiu. Até que de repente nossas línguas entraram num combate épico, ela já tinha o corpo relaxado e sem fazer força, nosso beijo ficou obsceno, era ver quem enfiava mais a língua no outro, quem conseguia chupar melhor a língua, a saliva entre nós era abundante, foi um beijo eterno, que na verdade durou pouco mais de um minuto. Nos separamos para conseguir pegar ar, ela estava de boca aberta e respirava ofegante, seus olhos estavam vidrados. Passaram alguns segundos e eu quis beijá-la de novo, mas ela pareceu se lembrar de algo, me empurrou e conseguiu se soltar.Laura:Que você é um imbecil – disse enquanto ia embora.

Eu, na verdade, não entendia muito bem o que estava acontecendo, talvez com Laura fosse a mesma coisa, e ela tinha uma confusão de ideias e pensamentos. Olhei para o cesto de roupa suja e vi o fio-dental, completamente encharcado e com partes onde já tinha secado, mas ficava a marca, os lençóis mais do mesmo, aí eu percebi que ela devia ter se esfregado até não aguentar, a buceta dela devia estar em carne viva de tanto se dar prazer. Não me restou outra opção a não ser ir para o meu quarto com essa incógnita e me masturbar de novo, eu também ia deixar a minha em carne viva de tanto bater.

Na sexta-feira, terminada a semana de estudos, fui para a casa da Flor. Na verdade, não podíamos fazer muito, já que ela estava menstruada e eu, que pensava em arregaçar ela, queria descarregar tudo com ela. Flor usava um absorvente interno, portanto, podíamos fazer de tudo, menos penetrar a buceta dela. Assim que a mãe dela saiu, nos despimos rápido, não queríamos perder tempo, e ela começou a me chupar. Como ela tinha ficado boa! A meu favor, tenho que dizer que eu tinha treinado ela ao meu gosto.

Ela dava uma boa revisada em tudo com a língua, parecia que estava chupando um picolé, para depois se concentrar em esfregar bastante e lamber a cabeça, e quando você já está quase gozando, ela enfia tudo com um bom ritmo enquanto faz uma boa massagem nas bolas. Ela tinha virado uma especialista, também graças às dicas da mãe dela.

Com penetrações profundas na garganta dela. Eu estava sentado no sofá do quarto dela, ela ao meu lado, em cima do sofá de joelhos, fazendo um ótimo trabalho, a cabeça dela subia e descia, ela me chupava ficando de quatro, isso me permitia acariciar os peitos dela, que naquele momento faziam um trabalho parecido com o de ordenhar uma vaca, e com a outra mão eu brincava com a vulva e o ânus dela. Quando enfiei um dedo nele, custou bastante, notei um certo incômodo da parte dela, ela não estava tão excitada como na terça. Ela se levantou e pediu permissão para falar.Flor:Amor, minha mãe me deu um presente para essas ocasiões - eu sabia que ela contava tudo pra ela, e eu permitia porque até agora tinha sido muito útil.Fer:Vamos ver o que sua mãe te deu. Flor se aproximou com um tubo de creme, quando li estava escrito, Gel Íntimo, mais abaixo em letras pequenas, gel lubrificante de uso íntimo, adequado para uso oral, vaginal e anal, com sabor de morango.Fer:Esse é o que sua mãe usa quando seu pai arromba o cu dela?Flor:No, my father no longer gets erections strong enough for anal penetration, but my mother told me this was good for us so my bum wouldn't suffer, and since your tool is so big, she won't suffer either—she said, pointing at the member.Fer:O que mais ele te falou?Flor:Essa manhã me levaram ao ginecologista, e me deram as pílulas, assim evito que você me engravide - me olhou e baixou a cabeça - ou até que você decida.

A mãe da Flor sempre era uma surpresa, e sempre saía eu beneficiado.

Fer:Rápido, fica na mesma posição de antes pra eu comer você, assim eu já trabalho essa bunda também - ele fez rapidamente e começou com meu pau, que tinha perdido um pouco da rigidez - vou ter que desvirginar esse seu cu logo ou arrumar outra puta pra quando você estiver menstruada.Flor:alguém como a Laura, ou mais puta - ele disse, tirando o pau da boca só para continuar o trabalho, levantei um pouco o queixo dela.Fer:O que você sabe sobre isso?Flor:Nada, mas eu vejo que entre vocês dois tem uma tensão sexual muito forte.Fer:E isso te incomoda?Flor:nada a ver, minha mãe me disse que homens como você geralmente têm várias mulheres, meu pai teve várias desde que está com minha mãe, até compartilhou muitas com ela, até pouco tempo atrás eles faziam um trio uma vez por semana com a secretária dele — olha, o velhinho é um verdadeiro mestre — eu sou exclusivamente seu para fazer o que quiser, embora eu não gostaria que você me cedesse a outro homem, eu faria se fosse sua decisão.Fer:E outra mulher?Flor:essa ideia não me desagrada tanto - disse sorrindo e colocando o pênis de volta na boca, Flor era uma fofa de ouro para mim.

Na minha cabeça começou a se formar um plano, e eu ria enquanto exigia que Flor fosse mais fundo e mais rápida no boquete. Eu tinha que possuir Laura, torná-la minha, e Flor ia me ajudar a cumprir meus objetivos. Peguei o celular da mesa ao lado do sofá e avisei minha putinha que ia gravar quando ejaculasse, que ela desse um bom espetáculo e que aparecesse bem em primeiro plano. Ela pareceu gostar, porque os dois dedos no seu cu desapareceram imediatamente enquanto minha mão esquerda fazia malabarismos para conseguir um bom enquadramento. Tive que deixar o celular no encosto e colocar a câmera frontal porque meu pulso não permitia uma boa filmagem.

Flor se soltou com um boquete bem profundo. Quando avisei que estava perto, dei início à gravação. Ela tirou o pênis da boca e o colocou a alguns centímetros do membro, que começou a jorrar porra na boca, bochechas e cabelo dela. Parecia que meu pau queria se exibir, porque estava poderoso, forte, brilhante de saliva, com as veias marcadas e me pareceu um pouco maior que o habitual.

Tinha bons planos com esse vídeo, e contei para Flor. Além de minha submissa, ela era uma parte importante da minha vida como minha companheira. Cheguei em casa, meu pai tinha um churrasco na academia, para o qual me convidaram na quarta-feira e eu recusei porque queria ir me aliviar com Flor. Então jantei com Gabriela e Laura. Com minha madrastra tive uma conversa leve e agradável, enquanto minha irmã nos ignorava com o celular. Depois da sobremesa, tomei um café com Gabriela e Laura foi para seu quarto.

Mais tarde, no meu quarto, aproveitei e conectei a câmera do quintal. Pude ver pouco do quarto dela, mas percebi que ela tinha se preparado para se masturbar: um filme pornô no PC e, sempre que passava pela mísera parte da janela que dava para ver, a via seminua. Esperei um pouco para que sua masturbação estivesse no ponto mais quente e ela me mandasse o vídeo pelo WhatsApp, ela enviou de forma que só dava pra ver uma vez, passaram alguns minutos e Laura me enviou uma mão com o dedo do meio estendido, ao que respondi com um beijo.

2 comentários - Família Complicada,6: Assédio à Minha Meia-Irmã

Amigo y porfavor actualiza todas las historias estan exelentes ya estoy termiando esta ..pero estoy re metido en todas
@Cervero2012 gracias maestrooo..que me encantan estas historias de sumisas esclavas...ojala algun dia tenga una trola para tener ese juego con ella
@soy_caliente sería buenísimo
@Cervero2012 siii pero cuesta encotrar a menos que sean morras de 18 virgenes esas uno lss puede enseñarles como mayor