
CAPÍTULO 1
Incrível como a vida dá voltas. Uma conversa e ensinamento no primeiro ano do ensino médio, passei a primeiro tenho 13 anos. Me fez enxergar com outros olhos a minha linda mãe, que por sinal é muito gostosa.
Me chamo Alexander, tenho 1,55m, corpo normal, faço esporte na escola, estou na natação. Jogo videogame, quase não saio pra festas e nunca tive namorada.
A história começa desde o meu primeiro mês no ensino médio.
Mas primeiro vou contar mais sobre minha mãe, ela se chama Marcela. É alta, tem 1,73m, loira, 35 anos, tem um corpo bem gostoso e volumoso, até com roupa não muito justa ainda fica com uma aparência bem obscena, porque dá pra ver marcando esses peitões enormes e carnudos, essas pernudas grossas e longas, esse rabão gigante, até de vestido ela fica uma delícia. E de vestido solto, parece aquelas mulheres que você vê num filme pornô muito bom em todos os sentidos. Qualquer um que tivesse uma mãe assim passaria pelo que eu tô passando...
Ela é casada com meu pai, o Lisandro, mas viaja muito a trabalho.
Já antes eu tinha reparado no corpo dela, mas não tanto quanto depois da conversa que tive no ensino médio. Eu só ficava espiando quando ela se trocava ou quando me dava comida e eu via aqueles peitões enormes. Isso me deixava louco, e ver ela tentando enfiar aquele rabão enorme nas calças era tão gostoso...!
Mas quando entrei no ensino médio, me contaram sobre educação sexual e proteção na hora de transar, e como fazer com cuidado pra não pegar doença ou se infectar.
Tudo começa com uma camisinha que pediram para a escola.
Chegava da escola, minha mãe preparava a comida com roupa normal como sempre, eu só meio que observava, mas não tanto quanto depois. Era a minha perdição, ver ela movendo aquele rabão enorme pela casa toda, vendo aquelas nádegas imensas pulando.
>filho: oi mãe, como você tá? - disse, largando a mochila e sentando à mesa.
Mãe: Oi, meu filho! Tudo bem e você? Como foi na escola? - disse enquanto continuava preparando a comida e meus peitos balançavam na frente da pia, nunca foi de propósito.
O filho via suas bundonas por trás, ela estava usando uma calça social com tênis, soltinha embaixo e a parte de cima não tão justa, mas pelo tamanho de suas nádegas enormes, ficava bem apertadinha.
>filho: tudo bem, tudo bem mãe, e eu preciso comprar uma camisinha. Sabe onde posso comprar uma, mamãe? - disse enquanto começou a buscar no celular, camisinhas e informações sobre isso.
Mãe: Meu amor, mas pra que você vai querer uma camisinha, você ainda é muito pequeno! E quem falou de camisinha com você ou como você sabe disso? - exclamei meio surpresa enquanto virava pra olhar meu filho. Eu estava com um avental de cozinha que apertava a blusa, e pelo tamanho dos meus peitões, eles escapavam pelos lados e também por baixo da blusa.
>filho: só os grandões usam camisinha? Me pediram na escola, mãe... pra uma palestra amanhã e todo mundo teve que levar uma. - disse de esguelha, olhando pro celular e pra mãe
A mãe mais tranquila lembra que o filho já está no ensino médio e que ensinariam proteção sexual e todo esse tipo de coisa. Mas ao mesmo tempo ela pensava que o filho era muito novinho, nem sequer achava que ele já tivesse tido sua primeira punheta. Nem devia estar produzindo porra nos testículos ainda!
>Mãe: Bom, não exatamente assim, filho. Na verdade, não é que tenha uma idade certa para usar. Mas, é verdade, esqueci que você já está no ensino médio e ensinam a cuidar do corpo e dão educação sexual. - disse a mãe, sentindo-se um pouco desconfortável ao dizer a palavra "sexual" na frente do filho.
Eu tento deixar bem casual para que seu filho confie nela e saiba que essa informação é normal e que todo mundo precisa saber.
>filho: sim, é o que me disseram na escola, que quanto mais eu souber usar uma camisinha, melhor pra mim. E nos disseram pra levar uma pra próxima aula.
DIABOS...!!! Eu não tenho camisinha, e meu marido, acho que menos ainda, porque quando transamos não usamos, já que estou protegida, até nova data em que a gente queira outro bebê. Pensou Marcela.
>mamãe: é bom que você este bem informado, mesmo se tiver alguma coisa que não entenda ou tenha vergonha de perguntar na escola, pode me contar e eu explico em detalhes, meu amor. - disse a mãe sorrindo. - e sobre a camisinha, eu não tenho, mas eu compro uma pra você. - se você soubesse, meu amor, que a camisinha tira o prazer do homem e da mulher por não sentirem as partes direto e o quanto estão quentes... Mas não posso dizer isso pro meu próprio filho. pensava Marcela.
>filho : tá bom, me dá a camisinha quando tiver amanhã, tenho essa aula, Mãe.
>Mãe: à noite vou comprar na farmácia da minha amiga Arely. Enquanto a gente come eu já te sirvo, filho.
Preparo a mesa, eles comeram e terminaram. Alex foi para o seu quarto. A mãe começou a limpar o que foi usado na comida e depois se arrumou para ir à farmácia da sua amiga Arely.
Arely é uma mulher com um corpo exuberante, assim como ela. Elas eram amigas desde o ensino médio. Se davam bem. Ela tinha 2 filhos, um menino de 14 anos e uma menina de 18 anos. Separada por causa da infidelidade do ex-marido gostoso.
As duas se dão tão bem que antes brincavam de quem tinha os peitos ou a bunda maiores e sempre brigavam pra ver quem era a mais peituda ou a mais bunduda. Tinha muita intimidade entre elas. Era um tipo de competição pra ser a mais gostosa, não só da sala, mas da escola toda.
A mãe chegou na farmácia, uma farmácia grande bem espaçosa.
>Mamãe: Oi amiga, como você está? Como vai a segunda maior peituda da cidade? - disse Marcela abraçando sua amiga. Mesmo adultas, elas nunca deixaram de lado a competição.
>Arely: Oi amiga, muito bem. hehe! Na verdade eu sou a número um... minha vida!, mas você não gosta de admitir! - enquanto se abraçavam e seus peitos enormes e gordos de ambas se espremiam um contra o outro.
Parecia tão gostoso e obsceno, como duas mulheres maduras, com corpos voluptuosos e exuberantes, se abraçavam.
Mãe: meu amor, você e eu sabemos que meus peitos estão mais gordinhos! - disse segurando os dois peitões e sustentando eles, não dava conta dos dois e por entre as mãos escapava toda aquela carne por entre a roupa...
>Arely: É uma pena que meu marido não está mais aqui para conversar com o seu marido e eles escolherem quem tem os melhores peitos e bunda. - disse enquanto entrava no escritório da farmácia e sua amiga ia atrás dela.
Mãe: não, minha vida, mas nossos filhos mamaram nelas quando eram pequenos e sabem quais são mais gostosas e grandes. - ri Marcela - brincadeira, brincadeira, brincadeira!
Elas riam enquanto as duas entravam no escritório da farmácia.
A Arely tinha um jaleco e um uniforme de enfermera, que supostamente são folgados. Mas ela, justamente por ser tão gostosa, fica com tudo coladinho nela, ainda por cima tinha um jaleco que a fazia parecer uma atriz pornô num hospital.
>Arely: haha! você seria capaz de fazer nossos filhinhos medirem nossos melões pra gente ver quais estão maiores..??? - disse olhando direto pra cara dela com um sorriso malvado.
Mãe: foi brincadeira. Não acho que nossos filhos vão querer medir umas tetas tão grandes assim, eles iam ficar muito assustados... hehe!
Eu acho que qualquer garoto daquela idade não se importaria de pegar um par de peitos tão grandes e ainda mais perversos e gostosos, ainda mais se fossem os peitos da mãe deles. Mas claro, elas não sabiam disso.
>Arely: não acredita, hein! Na semana passada peguei meu filho pegando meu sutiã e colocando no rosto....!!!! kkkk, ele tava cheirando como se fosse um perfume, e respirando fundo.... - disse com cara de espanto.
Mãe: eles estão na puberdade, com certeza chamou a atenção dele, acho que é normal. Igual meu filho, da última vez que eu estava me trocando ele estava passando, e ficou parado olhando por uns segundos, mas ficou olhando meu corpo, você já vai entender que é difícil enfiar essa bunda na calça e enquanto eu lutava pra enfiar meu filho tava olhando, já imagino o quão obscena era a cena já que minha calcinha vira fio-dental e entra toda na buceta e no cu...
>Arely: Nossa! Então é normal, eles gostam de ver as mães ou se sentem atraídos porque é o mais perto que têm. Um dia desses a gente faz eles medirem nossos peitos pra sentirem que não devem fazer isso, e se assustarem com o tamanho deles. - enquanto agarrava suas tetas e as levantava com a mão, e o próprio ar que respirava as elevava ainda mais.
>Mamãe: Não acho que eles vão se assustar. Com certeza a pica deles fica dura hahaha! - falei com um leve sorriso malicioso.
>Arely: não acho que eles vão parar com as mães deles, pra ser sincera. - disse cruzando os braços e seus pechões se apertavam e ficavam tão gostosos e deliciosos. - e ainda por cima você veio me ver na farmácia, Marce, acho que você quer alguma coisa.
>Mamãe: isso vai ficar sabendo na hora certa, - disse piscando um olho. - AAhh! É verdade, preciso de algumas camisinhas, na verdade só uma camisinha, mas acho que você não vende uma só. Me vende só uma caixa de 3, qualquer uma serve...
>Arely: Pensei que seu marido te metia a pica a seco... sem camisinha. - disse franzindo a testa. - Além disso, eu sabia que vocês tinham proteção por ano, até decidirem reabrir a fábrica. Né?
Mãe: claro que ele mete direto em mim, Arely, é a melhor coisa quando sinto o pau dele com as veias nas paredes da minha buceta toda molhada e quente... AUMMMMM! Querendo espremer ele com minha buceta. Mas as camisinhas não são pra mim. São pro meu filho.
>Arely: Fico feliz que você ainda possa aproveitar isso... O QUÊ! Com apenas 13 anos seu filho já quer estrear? - disse surpresa enquanto seus peitões balançavamenormes .
Mãe: você também pode, só arruma um pra transar...E não, não pediram na escola, sabe que ele entrou no ensino médio e dão educação sexual e tal. Na verdade, eu falei pra ele que qualquer coisa ele podia me perguntar.
>Arely: ahh verdade! A mesma coisa aconteceu quando meu filho entrou, ficaram ensinando tudo isso pra ele.
>Mãe: bom, amiga, foi bom te ver, vamos ver que dia a gente sai e faz alguma coisa.
>Arely: claro e fazemos nossos filhos decidirem quem tem as maiores..... jijiji!
>Mamãe: haha! claro, eu vou ganar. - disse Marcela, mas pensando que a amiga estava brincando, não acreditava que fosse verdade que elas iam tirar os peitões enormes e os filhos delas veriam, até mesmo tocariam para medir.
>Arely: a gente se vê, meu bem. Se cuida.
Ela entregou o pacote de camisinhas, a mãe Marcela já estava indo para casa. Chegou em casa e seu filho estava no quarto, foi procurá-lo e viu algo que a deixou surpresa. Seu filho estava vendo imagens de mulheres com corpos bem gostosos.
Marcela pensou, nossa! vejo que é no ensino médio que a gente descobre tudo isso, imagino que a maioria perde a virgindade no ensino médio.
Ela ficou com um tesão só de ver o filho olhando imagens de mulheres como ela.
E sentiu algo estranho. Pensou que, que mãe doente o filho dela tinha.
Gritei do lado de fora da porta pra que o filho dela soubesse que eu já estava indo, obviamente tirei as imagens e fiz outra coisa. Ele colocou imagens de jogos ou vídeos.
Mãe: Oi filho, já passei lá e peguei as camisinhas, vem cá meu bem. - disse do lado de fora da porta e foi se sentar na sala.
>filho: ah, que legal, mamãe. Vou guardar logo pra não esquecer... - chegou na sala e viu a mãe e guardou.
Enquanto a mãe peituda lhe dava a camisinha, ela só pegou uma da caixa e ficou com as outras duas. Enquanto fazia esse movimento, seus peitos quase escapavam da blusa. E ela viu como seu filho rapidamente olhava para suas tetas e isso o deixava excitado...
Mãe: Claro, querida, eu vou guardar esses para caso peçam mais ou você queira mais. Aliás, você já sabe que pode me perguntar qualquer coisa se amanhã não entender bem a palestra de educação sexual.
Ela dizia ao filho enquanto o encarava com seriedade e um certo calor. Porque sabia que o filho não tirava os olhos dos seus peitões enormes. E ela gostava que vissem, e não só ele, mas na rua quando saía adorava ser devorada com o olhar.
>Filho: Sim, mamãe, obrigado. - Eu a abracei e senti os peitos imensos da minha mãe em todo o meu peito e foi muito foda, foi melhor do que ver fotos. Eles eram muito...
A noite foi normal. No dia seguinte, o filho teve sua aula de educação sexual. Mas ficou com algumas dúvidas e não quis perguntar na escola, pois sabia e se sentia melhor perguntando pra mãe dele, do que pra gente desconhecida.
Quando chego da escola. Ele pensou que a mãe estava no quarto e quando foi procurá-la viu que ela estava se trocando. Sem fazer muito barulho.
>filho: nossa... minha mãe tá bem gostosa, como é possível que eu sempre estivesse com ela e não percebesse, não me chamava atenção. Mas agora, só estou imaginando aquele rabão dela e esses peitões, como balançam tão gostoso e devagar quando ela anda e vê-la quando troca de roupa parece tão obsceno. Pensava Alex
A mãe olhou de soslaio, vendo o filho espiando ela, dava pra ver metade do rosto dele atrás da porta. Ela estava testando se da última vez tinha sido por acaso ou se ele realmente gostava de ver a mãe se trocando.
E ela percebeu que o filho não tirava os olhos dela em nenhum momento. E imaginou o jogo mórbido da mãe.
Mãe: Tá bom, filho, se você gosta de me espiar, vou te dar o que você procura...
Na hora de colocar a calça, sempre era difícil esconder aquele rabão.enormesE dessa vez ele fazia com mais propósito, movia-as mais e demorava mais, guardando sua bunda, já que para isso tinha sua calcinha bem enfiada no cu. Ao mesmo tempo, seus peitões enormes apareciam pelos lados do sutiã, que mal conseguia segurá-los. Pareciam tão grandes e deliciosos enquanto balançavam no sutiã. Quase com metade das tetas de fora...
Aquela cena era tão obscena que o filho já estava com o pau todo duro, quase estourando, e pensando na mãe como uma mulher.
Ela terminou de se trocar e seu filho saiu rápido como se mal tivesse chegado, foi até a cozinha e se serviu de um copo de água bem gelada para tirar o calor que a mãe dele estava provocando. Na hora fez muito barulho para que sua mãe ouvisse que ele já tinha chegado.
>Mãe: Filho, você já chegou? - Bobo, você faz barulho pra eu pensar que acabou de chegar, quando já faz minutos que tá me olhando os peitos e a bunda enquanto eu tento guardá-los na roupa. Você é um filho muito curioso hehe. Pensa, Marcela
>filho: oi mãe! Cheguei sim, tô tomando água porque tá um calor do caralho lá fora.....
Mãe: imagino que vou para a sala te ver. - Pensei que você estava com calor por estar me espiando, seu moleque safado! Que filho fica excitado com a própria mãe por vê-la de calcinha. Me surpreende que meu próprio filho sinta algo assim, não deveria ser assim. Desse jeito, não acho que você vai conseguir medir meus peitos, vai gozar só de vê-los a centímetros do seu rosto haha! Pensava Marcela
A mãe foi entrando com seu corpo exuberante em roupas justas. Balançando tudo. Sentou-se em frente ao filho.
Mãe: como foi na palestra, amor? Tudo bem?
>filho: sim, tudo bem, só que eu tive dúvidas e me senti desconfortável perguntando pra gente desconhecida.
Mãe: você sabe que pode me perguntar, me diz quais foram suas dúvidas?
>filho: Mmm, Eles falaram sobre masturbação, que eu ainda não conheço e gostaria de fazer, já que ouvi meus colegas dizendo que eles fazem 3 por dia, até 5, e dizem que é uma sensação incrível. E fiquei com vergonha de perguntar como se faz, já que acho que todo mundo faz todo dia e eu pareceria muito bobo perguntando como se faz.
Já quando espiou a mãe dele, deu vontade de pegar e esfregar o pau, mas ele ainda não sabia como se dar prazer.
A mãe pensou: caralho, como eu explico que ele tem que tirar o pau e bater uma quando me espiar... pra gozar, assim é uma punheta fácil e simples. hehe, óbvio que não diria isso. E como pode ter crianças dessa idade batendo punheta 3 ou 5 vezes por dia.... nossa, queria um homem que aguentasse tantas vezes.... Pensou, Marce.
>Mãe: Olha, amor, é meio complicado.
>filho: Complicado? Se todo mundo na escola faz e eu não sei como! – disse enquanto baixava o olhar.
>Mãe: calma, filho, eu explico. Mas preciso que você não tenha vergonha.
>filho: vergonha? Mas se todo mundo faz, por que eu teria vergonha...!
Poxa, vejo que você não tem a menor ideia de como é bater uma punheta, pensou a mãe.
>Mãe: ainda temos tempo, é cedo, olha, vou te explicar, filho. Para te ensinar, eu teria que ver seu pau. - pensava, não posso falar "pica", soaria muito vulgar, ainda mais porque sou a mãe dele...
>filho: quer dizer que eu tiro a calça aqui?!!!!
>Mamãe: E não só isso, seu sutiã também é pequeno. - falei sorrindo para que ela não se sentisse pressionada nem nada, mas era um sorriso perverso, não fofo, infelizmente.
>Filho: Tá bom, Mãe, eu faço. - falei enquanto abaixava a calça e a cueca ao mesmo tempo, minha pica já estava meio inchada de tanto ficar espiando ela...
Mãe: nossa, está muito bonito o seu pau, amor. Mas assim você não vai conseguir praticar a maldita masturbação... hehe.
>filho: o quêê! Por que? O que foi?
Mamãe: tem que estar ereta, dura! - fazendo gestos de dureza com a mão.
>filho: ahh, já sei! Mas é estranho, toda vez que ela fica assim... às vezes amanhece dura, às vezes à tarde ela fica dura...
>Mamãe: à tarde, como você faz pra ele ficar duro? E não se preocupa, fala sem vergonha, amor.
>filho: Bom, nas redes sociais aparecem imagens ou vídeos de mulheres e é assim que começa a ficar dura.
>Mãe: se é normal, filho, então vai buscar suas imagens e deixa ela ficar bem dura, eu volto já, vou pegar água. - falei porque só de ver o pau do meu filho já estava ficando excitada, pelo visto meu filho não é o único com tesão e doente nessa casa. Não podia acreditar que o pau dele tivesse me chamado a atenção e principalmente a vontade de esfregar. Minha buceta já está até molhada. Pensou Marce.
No momento em que voltei, ele viu que o filho já estava meio duro, mas não o suficiente, e tinha o celular na mão.
Mamãe: ainda falta ficar dura, amor... O que foi, tá complicando?
>filho: desculpa, mamãe, eu tô vendo as imagens, mas ainda não consegui ficar completamente duro. De manhã ele amanhece bem duro, que nem ferro, e agora mal tá querendo levantar. - disse, baixando o olhar.
Mãe: como você fica durão???? além de quando acorda, bebê?
>filho: a outra vez ela ficou ainda mais duraatépor um motivo... mas tenho vergonha de te contar, você vai ficar brava comigo.
>Mamãe: Não se preocupa, amor, você já está com a calça abaixada e seu pau meio duro pra fora, me conta sem vergonha, não vou me incomodar, acredite!...
>filho: espero que você não fique realmente chateada, olha, da última vez eu estava passando pelo seu quarto e a porta estava entreaberta e você estava se trocando, e sem querer eu te vi, e me chamou muito a atenção. Ver sua calcinha em você, fez ele ficar tão duro, nunca tinha sentido assim! - disse, olhando para as enormes tetas da minha mãe.
Mãe: Tudo bem, filho, não fico chateada, é normal na sua idade ter essas curiosidades. Olha, você acha que se eu tirar a blusa ele fica duro assim? - pensei, nossa, meu próprio filho vai ver meus peitões gordos apertados pelo meu sutiã que mal consegue segurá-los.
>filho: sim mãe, acho que com isso fica... - incrível, vou poder ver os peitões da minha mãe a centímetros de mim, preciso pensar em como dizer pra ela que ela devia tirá-los ou pelo menos me deixar tocar um. Pra ver como é tocar num peito tão grande.
>Mãe: tudo bem então eu abro a blusa, filho, mas antes de mais nada você não deve contar isso pra ninguém, tá bom, filho?
>filho : sim, mamãe, não vou contar nada.
>Mãe: ok. - falei enquanto soltava os botões da minha blusa e ela começou a abrir, vi meu filho olhando direto para minhas tetas enormes, e elas estavam muito à mostra. Abri a blusa para que ele pudesse vê-las bem e o pau dele começou a ficar duro. Ele começou a tocar nele bem devagar. Sem tirar os olhos dos meus peitões.
Na hora, ela puxou a mesa central da sala e sentou-se em frente ao filho com os peitões à mostra, balançando a cada segundo que passava.
>filho: nossa... mamãe, elas estão enormes e lindas...- tava babando vendo como essa mamãe tá gostosa... com a blusa aberta na frente e me mostrando esses peitões enormes com um sutiã gigante tentando cobrir essas tetas imensas. Meu pau já tava estourando, vê como ele tá latejando. Minhas veias estavam saltando demais, parecia que meu pau queria explotar.
.Mamãe: você nunca tinha visto umas assim tão grandes e de perto, meu filho? - falei com um sorriso malicioso e já excitada também, vendo como meu filho de 13 anos já estava com o pau ereto, a ponto das veias marcarem por todo o pau como se estivessem envolvendo ele, nunca tinha visto um pau tão jovem e ereto, ainda mais de um garoto de 13 anos... Já estava ficando muito excitada. Minha calcinha já estava encharcada..>filho: não mãe, não conheço ninguém que tenha assim, acho que as da sua amiga parecem com as suas tetas, bom, não vi as dela nem as suas por completo, mas parece que são desse tamanho... - falei movendo meu pau bem devagar, agarrando ele por completo com a mão sem parar de olhar pra aquelas tetas imensas.
Nossa, meu filho acha que são do mesmo tamanho, que menino mal-educado! Você devia pegar meus peitões e medir para sentir por si mesmo que os meus são maiores que os da putinha da minha amiga. Pensava Marcela em sua mente.
Mãe: Foi o que a gente conversou, sobre quem tinha os maiores, e combinamos de medir, mas sozinha não consigo medir e é difícil pra mim, - falei, testando se meu filho se oferece pra me ajudar a medir meus peitos. - Mas enfim, já vejo que você está bem duro, meu amor, parece que vai explodir...
>filho: mamãe, eu poderia te ajudar se você me permitir, claro. Já está dura. - enquanto suspirava a cada rebolado que dava, sem tirar os olhos de como minha mãe está gostosa na minha frente, sentada com a blusa aberta e as pernas sobre a mesa, parecia que eu ia arrebentar aquele rabão dela.
>mamãe: já que você diz, vou considerar... - falei mordendo meu lábio e admirando seu pau lindo com aquelas veias saltadas por toda a rola. - mas agora vamos ao que interessa, amor. Para se masturbar com ele duro assim, você tem que acariciar devagar, esfregando, com calma... - com minha voz um pouco diferente.
O filho continuou esfregando, mexendo ela com calma, sem perder a visão da buceta deliciosa da sua mãe.
Mamãe: continua balançando, meu amor, e depois vai aumentando, mais rápido. - enquanto dizia isso, fazia gestos com a mão como se estivesse masturbando alguém e minhas tetas enormes começam a se mover ainda mais, e como eu começava a fazer mais rápido, já começavam a pular. hehe! Já estava tão excitada que queria pegar no pau do meu filho, assim como vocês ouviram, queria pegar no pau do meu filho, me sentia tão quente que não importava que fosse meu filho nem que ele tivesse 13 anos, queria balançar o pau dele eu mesma e que minhas tetonas ao lado dele estivessem pulando, querendo sair do sutiã.... Ah siim.... Pensou Marcela.
>filho: tá uma delícia, mãe. Tá muito gostoso mesmo. Agora eu entendo por que todo mundo faz na escola... - disse ele, já falando todo excitado e gemendo.
Mamãe: filho meu, ainda falta, você precisa chegar ao clímax total, quando chegar vai sentir que está no céu. Mas vai, meu amor, continua para você conseguir gozar, vai, bebê... - falei enquanto me aproximava mais e balançava meus peitos. Um já estava quase saindo, mas tentei colocá-lo de volta e isso ficou tão obsceno, como eu agarrava meu peitão enorme e tentava guardá-lo no sutiã, com dificuldade pelo tamanho.
Foi aí que vi meu filho começar a gemer e falar meu nome, vi como ele já estava liberando porra, foi ficando mais rápido e respingando na calça dele, com a mão toda cheia de gozo. O esperma dele parecia tão gostoso e delicioso, que eu queria provar e saborear, queria saber qual o gosto de uma porra tão jovem. E eu ficava ainda mais louca de tesão ao saber que era do meu próprio filho. O pau do meu filho, tão jovem e ainda menino, parecia tão apetitoso, eu queria acariciá-lo e beijá-lo. Já estava me sentindo muito excitada, tinha que parar com isso, não sabia até onde isso poderia chegar... pensava Marcela.
>filho: ahh sim que delícia, mamãe, foi muito gostoso. Você tem razão, senti como se estivesse no céu. Vou praticar todo dia, mamãe... - sem parar de gemer em cada palavra que dizia...
Mãe: sim, amor, é muito gostoso chegar no clímax, mas também não se masturbe todo dia, no máximo 1 ou 2 vezes por semana, querida. - falei sem cobrir meus peitos, deixando-os ao ar ainda com sutiã.
>filho: foi incrível, e isso aqui é o sêmen de que falaram na escola, que é perigoso e por isso eu tenho que usar camisinha. - falei enquanto erguia a mão cheia de porra e mostrava pra minha mãe.
>mamãe: vamos ver, meu filho! O sêmen não é ruim. Só é preciso ter cuidado para não depositá-lo em qualquer mulher, mas não é perigoso, acredite... - disse, mordendo os lábios e sem parar de olhar para o pau dele todo coberto de esperma, já meio mole. Querendo roçar nele com um peito, mesmo de sutiã. Incrível que na idade dele já os testíbulos criem espermatozoides... Pensou, Marce.
>filho: ah sim, entendi, pra não engravidar uma mulher, isso nos disseram. - me levantei e guardei meu pau e me limpiei com papel. Caralho, já não pude mencionar nada de ver ou pegar pelo menos uma das suas tetas...
>Mãe: é isso mesmo, filho, pra não ter bebês não planeados, nem tão jovem!!!!
Enquanto conversavam, o filho se despediu da mãe para ir ao quarto e bater mais uma punheta.
A mãe ficou sentada na sala. Para assimilar o que tinha acontecido, sua mão estava na buceta por cima da roupa, tocando. Ela começou a abotoar a blusa e viu que em seus enormes peitos havia uma gota de sêmen do filho. Ao mesmo tempo sentiu nojo, mas sentiu mais tesão em ver e sentir o sêmen do próprio filho no peito, limpou com o dedo e levou à boca sem parar de esfregar a buceta. Só com o gosto do sêmen do filho e o atrito na buceta ela gozou pensando no filho, um pensamento abominável para uma mãe.
- Que doente eu estou, acabei de gozar pensando no meu próprio filho, o pau dele tão lindo... - Dizia Marcela bem devagar.
Quando terminei, abotoei totalmente a blusa e comecei a me sentir mal, que mãe doente faria isso e uma lágrima escorreu...
CONTINUA
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1 comentários - Hijo espia/cap1