87/2📑Serviço de Quarto - Parte 2

87/2📑Serviço de Quarto - Parte 2Duas semanas depois daquela foda selvagem no terraço, Camila andava pelos corredores do prédio com uma confiança nova. Seu bumbum ainda balançava como um pêndulo irresistível, e seu caso secreto com Luis, o administrador, tinha virado rotina ardente: no quarto ele a comia duas vezes, no depósito do estacionamento, ela cavalgava nele. Até um banho compartilhado na suíte presidencial. Mas tudo mudou com a chegada de Sabrina. Loiro, alta, branca como neve fresca, com uns peitos enormes que ameaçavam estourar o uniforme desde o primeiro dia. Tinha modos de princesa... e um olhar calculista. Mal cumprimentou Camila ao se apresentar. Só olhou ela de cima a baixo com um sorriso falso.vadia—Eu sim vim trabalhar, não pra agradar chefe — murmurou ao passar. Camila a ignorou… por enquanto. Mas Luis não conseguiu. Ele a viu pelas câmeras. Ouviu ela falar com uma voz suave e provocante. Observou ela se abaixar, com aquela blusa justa, o decote profundo… e sentiu: seu pau reagiu. Uma tarde, Sabrina ligou para o escritório dele. — Senhor Luis, estou com problemas com as chaves do depósito. Poderia me mostrar… pessoalmente? Luis sabia que estava brincando com fogo. Mas não disse não. Quando ele entrou no depósito, ela fechou a porta atrás dele. Olhou direto nos seus olhos. — Camila se acha a rainha, né? Mas eu tenho algo que falta nela… Desabotoou a blusa. Devagar. Sem vergonha. Os peitos mais perfeitos que Luis já viu na vida ficaram expostos. Sem sutiã, túrgidos, com mamilos rosados duros como pedras. — Quer provar cum fresca, chefe? Ele a devorou com o olhar… e depois com a boca. Beijou-a com fúria. Chupou seus mamilos como se estivesse sedento. Sabrina gemeu, agarrou seu cabelo. Ela se ajoelhou, tirou seu pau duro da calça e começou a lamber e chupar com vontade. Esfregou-o entre seus peitos. — Mete em mim… quero sentir. Me faz sua antes que aquela puta apareça! Luis não resistiu. Levantou sua saia, puxou sua calcinha, apoiou-a contra uma estante e enfiou de uma vez na sua buceta molhada e quente. Sabrina se arqueou, tremendo, soltando um gemido agudo e cheio de desejo.rabao—Isso! Mais! Mais forte! A Camila não te come como eu! Luis a agarrou como se o mundo fosse acabar. Ele a fodeu com raiva, apertando seus peitos, como se estivesse se vingando de seu desejo reprimido. Ela ficou de quatro no chão, com os peitos balançando e mostrando a bunda rosada, ele penetrou devagar, com o pau quente bombando aquela bunda, ela gemendo, quando ele estava quase gozando, tirou e terminou nos peitos dela, ela lambendo até a última gota. Ao terminar, ela olhou para ele com um sorriso triunfante.cogida—Se quiser mais… você sabe onde me encontrar. E cuidado pra moreninha não descobrir… mas, quem sabe, talvez ela goste de assistir. Luis saiu do depósito suando, confuso, com o pau ainda latejando e a culpa queimando no peito. E Camila, pela câmera de segurança que ela mesma tinha aprendido a usar… já sabia. Camila não disse nada nos primeiros dias. Observava. Esperava. Mas por dentro, ardia. Sabia que Luis tinha transado com a loira. Viu tudo: as mãos, a língua, o jeito que Sabrina gemía como uma atriz pornô. O que mais doeu foi ver Luis curtindo. Então ela esperou. Uma tarde, enquanto Sabrina limpava uma suíte no 9º andar, Camila entrou sem avisar e trancou a porta. —O que você faz aqui? —perguntou Sabrina, virando-se com falsa surpresa. Estava de short, sem sutiã sob a blusa. Camila sorriu. Não havia um pingo de simpatia no seu olhar. —Vim te dizer pra parar de mexer com o que não é seu. Sabrina soltou uma risada espontânea. —Seu? Aquele pau velho? Porque ele te deu umas vezes você acha que é a única? Camila se aproximou, o corpo tenso, os olhos brilhando. —Ele me comía enquanto você estava limpando banheiros. Eu mereci. Não sou uma puta de vitrine como você. —Pois parece que ele gostou da minha vitrine —disse Sabrina, desabotoando mais um botão. Camila a empurrou. Sabrina empurrou de volta. E então… se beijaram. Foi selvagem. Quase como uma briga. Lábios que mordiam. Línguas que se cruzavam como adagas. Mãos que arranhavam e apalpavam suas bocetas, os peitos grandes de Sabrina pressionando contra os de Camila. O atrito era fogo. Camila a jogou na cama. Sabrina montou nela imediatamente, esfregando seu corpo nu sobre o da latina morena. —Tá vendo o que você faz, puta? Me deixa com tesão… —Cala a boca e continua chupando —rosnou Camila, segurando sua cabeça e levando-a até sua buceta. Esfregavam as bocetas uma na outra, chupavam uma à outra. E nesse momento, Luis abriu a porta. As duas mulheres se viraram, suadas, com o cabelo despenteado e os corpos entrelaçados. O silêncio durou apenas dois segundos. Camila olhou para ele. Sabrina olhou para ele. E foi Camila quem falou: —Ou você se junta… ou cai fora. Mas isso aqui já não é só sobre você, papi. Luis fechou a porta… por dentro. E soube que tinha acabado de entrar num novo inferno: um quente, úmido e delicioso do qual nunca mais conseguiria escapar. Luis fechou a porta com o coração batendo feito um tambor de guerra. À sua frente, na suíte luxuosa do 9º andar, estavam Camila e Sabrina, nuas, suadas, quentes pelo atrito, pela briga… e por ele. —Vai ficar aí parado, chefe? —disse Camila, mordendo o lábio. —Vem ver qual das duas faz melhor —acrescentou Sabrina, piscando um olho. Luis não respondeu. Apenas se despiu enquanto sua ereção latejava como uma barra de aço. Sentou-se na cadeira de encosto alto, como um rei recebendo tributo com o pau duro. Camila foi primeiro. Montou nele com as nádegas redondas e quentes apertadas contra sua pélvis, olhando-o com aquela mistura de fogo e malícia.vadia—Olha e aprende, Barbie — disse a Sabrina. Enquanto enfiava o pau dele na buceta. Começou a cavalgá-lo devagar, sensual, com movimentos circulares que faziam Luis gemer com a cabeça jogada para trás. Seus peitos pequenos mas firmes balançavam no ritmo, suas unhas cravavam nos ombros dele. — Gosta de como essa moreninha rebola, papi?

Luis só conseguiu acenar, ofegante. Mas Sabrina não ficou parada. — É só isso? — disse zombeteira, se aproximando. Afastou Camila com um gesto de rainha. — Agora vou te mostrar o que é uma cavalgada de verdade.

Assumiu o controle sem demora, sentando com força no pau, já molhado de Luis. Seus peitos grandes sacudiam a cada investida, ele os apertava e chupava, seus gemidos eram mais agudos, seu ritmo mais frenético.Relatos eroticos—Isso! É assim que se monta num pau duro! No estilo americano, papi! Camila rosnou. Posicionou-se atrás de Sabrina e, enquanto ela cavalgava Luís como uma amazona, enfiou os dedos no seu cu e a fez gemer como uma puta no cio. —E assim você ainda consegue continuar cavalgando? —sussurrou Camila. Luís estava à beira do colapso. Duas deusas, uma morena com fogo na pele, outra loira com peitos de cinema, e ambas lutando para explodir sua mente e seu corpo. —Minha vez de novo! —disse Camila, e empurrou Sabrina no chão, pegando-o agora de costas, enfiou seu pau no seu cu. Começou a quicar em seu pênis, selvagem, gritando seu nome. —Luís! Luís! Me diz quem cavalga melhor! Fala!garota de bunda grandeSabrina com as pernas abertas, se tocando na frente deles. Ela se virou de quatro e começou a rebolinar a bunda. Ele saiu de Camila e se posicionou atrás de Sabrina, enfiando o pau na bunda dela, montando nela como um animal. —Fala, papi… Qual de nós faz você ver estrelas?relatos pornoLuis não conseguia decidir. Tinha as duas chupando seu pau, enquanto uma mamava, a outra lambia suas bolas. Seu corpo ficou tenso. O prazer subiu como um vulcão. Ele explodiu com um gemido profundo, gozando em uma e respingando na outra. Sua respiração ficou caótica. Sua mente, em branco.

As duas mulheres o olhavam, ofegantes, suadas, com um sorriso de conquista.
— Acho que empatamos — disse Sabrina.
— É — respondeu Camila —. Aguardo a revanche.

A suíte estava em silêncio, apenas interrompido pelo zumbido do ar-condicionado e o cheiro penetrante de suor e sexo. Luis dormia nu, com Camila de um lado e Sabrina do outro, ambas abraçadas a ele como troféus quentes.

Mas no dia seguinte, tudo mudou.

Uma reunião inesperada. Um relatório não enviado. Reclamações de hóspedes por falta de limpeza. Cobranças extras aplicadas errado. E o pior: uma câmera do andar da manutenção o flagrou transando com Sabrina contra um carrinho de roupas de cama.

Naquela mesma sexta-feira, o gerente regional o chamou na matriz.
— Luis, a gente gostava de você… mas o hotel não é um puteiro. Você está demitido. Esvazie seu armário e não volte.

Luis se retirou com o coração despedaçado, não por ter perdido o emprego, mas por perder aquelas putas, e saiu de cabeça baixa e com o pau frio pela primeira vez em semanas.

Camila ficou sabendo na hora. Sabrina também. Elas se cruzaram no vestiário.
— Ele foi demitido por nossa causa — disse Camila, sem pena.
— Nossa? Eu só o comi melhor — respondeu Sabrina, sorrindo.

Elas se olharam, intensas, com aquele ódio envolto em desejo que as unia.

E então, entrou o novo chefe.

Jovem. Cabelo escuro. Barba de três dias. Terno apertado nos bíceps, com sorriso fácil e sotaque que molhava calcinhas.
— Meninas — disse com voz grave —. Sou o Julián, o novo administrador. Vim para botar ordem… e conhecê-las bem.

Ambas o olharam como lobas diante de uma presa suculenta.

Camila mordeu o lábio.
— Ordem… ou disciplina?

Sabrina se adiantou, cruzando as pernas com descaramento. —Vamos ver se você aguenta o que o anterior não conseguiu. O novo chefe sorriu sem entender o fogo que estava por vir. E Camila, no ouvido de sua rival, sussurrou: —Agora sim, loirinha… vamos ver quem fode primeiro.vadia  rabuda




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