Mãe submissa

Naquele verão, meus pais planejaram uma viagem para umas cabanas de um amigo deles, que ficava na costa, rodeado de lagoas e rios que davam no mar. A gente ia viajar confortável, já que a viagem era longa. No caminho, meu pai contava que o amigo dele era quase como um irmão. Depois de algumas horas, chegamos ao lugar, que era realmente espetacular. Chegamos no fim da tarde e, enquanto descarregávamos as coisas, meu pai recebeu uma ligação: o auxiliar que ele tinha deixado no trabalho tinha se acidentado. Enquanto discutia no telefone, ele olhou pra gente e fez um sinal de que ia embora, que resolveria tudo e voltaria. Enquanto explicava a situação pro amigo Luis, Luis falou: "Não, não se preocupa, amigo. Vai lá que eu cuido muito bem da sua família." E foi isso: não demorou nem meia hora pra ele ir embora, tendo que percorrer uma grande distância à noite até o trabalho.

Luis, um homem alto e meio gordo, com aquela barriga de bêbado típica, uns cinquenta e poucos anos, apertou a mão da minha mãe enquanto devorava ela com os olhos. E o filho dele, de pouco mais de vinte anos, "Felipe", que parecia ter algum problema, tipo mental ou algo assim. Eles nos receberam mostrando a casa onde moravam e onde iam nos hospedar: uma cabana de dois andares, com os quartos no primeiro andar, acessados por escadas diferentes — uma pra família deles e outra pros convidados. Eles nos mostraram nossos quartos: um pra minha mãe e outro, ao lado, pra mim, com o banheiro perto. Felipe, quando me viu, me cumprimentou, mas ficou mais de olho na minha mãe, que naquela época devia ter uns 34 anos. Os olhares do jovem foram pros encantos exuberantes da minha mãe, pras tetas dela e pro rabo, embora ela não tenha dado importância, cumprimentando eles com um sorriso e um alegre:

Mãe: "Oi! Felipe, sou a Raquel."
Felipe: "Oi, Raquel, como a senhora é bonita."
Mãe: "Que lindo, Felipe, obrigada. Vou deixar vocês, meninos, vou guardar minhas coisas no quarto."

Felipe e eu não perdemos a oportunidade de olhar pra minha mãe. Subindo as escadas, já que o jeans que eu vestia marcava bem a bunda dela, era um rebolado de quadril que formava um coração perfeito. Nisso, Felipe me tirou do transe.
Felipe: cochichou no meu ouvido:
— Se liga que, depois do jantar, a gente se encontra atrás da casa.
Eu: — Ah, valeu, tô dentro!
Surpreso, respondi também em voz baixa, grato por já terem me incluído tão rápido na "vida" deles.

Quando anoiteceu, fomos jantar, deixando a visita à cidade para o dia seguinte. Com a desculpa de que estávamos cansados, minha mãe disse que íamos dormir, já que era tarde. Mas Felipe falou baixinho, apontando com a cabeça para uma porta aberta.
Felipe: — Tão te esperando lá atrás.
Ele piscou um olho e continuou sussurrando:
— Quando ouvir sua irmã entrar no quarto dela, sai sem fazer barulho.

Surpreso por ele achar que era minha irmã em vez da minha mãe, e por me propor desobedecer a ordem dela, não contei nada pra ela. Pensei que ela era uma chata e que não ia dar bola pra poder me divertir com meus "novos amigos".

Depois de escovar os dentes e ganhar o beijo de boa noite da minha mãe, entrei todo obediente no meu quarto, ouvindo ela fechar o dela. Sem fazer barulho, saí do quarto, fechei a porta e, com a luz do andar de baixo acesa, desci as escadas de boa, encontrando Felipe me esperando.
Felipe: — Vamo, anda logo!
Ele disse, abrindo uma porta que dava pro escuro. Vendo minha hesitação, colocou a mão nas minhas costas, me empurrou de leve e mandou a gente se apressar:
— Vem, não faz barulho que já vai começar!

Pela voz, soube que era o mesmo cara que tinha falado comigo antes, e me perguntei, confuso: "Já vai começar o quê?"
Segui ele até umas árvores e arbustos onde, no escuro, vi que o pai dele, o Seu Luís, estava. Notei que ele olhava pra uma janela acesa no primeiro andar. Uma cortina fina cobria a janela, devia ser... Uma cortina enrolável, mas era tão fina que dava pra ver através dela quando era noite lá fora e tinha luz dentro do quarto. Passaram alguns segundos e, de repente, notei que alguém aparecia na janela. Eu vi os peitos dela! Eram enormes, redondos e empinados! Era a minha mãe! Eu estava olhando pros peitos nus da minha mãe! E não era só eu! Todo mundo estava vendo os peitos dela! Todo mundo! Atordoado, eu não sabia o que fazer, nem o que dizer, nem pra onde olhar, mas todos estavam olhando sem piscar. Olhei de novo pra janela e lá estava ela, minha mãe, andando na frente da janela com os peitos nus balançando a cada movimento que fazia. Quando a janela chegou na altura da cintura dela, graças a Deus!, não dava pra ver se também não estava de calcinha, se estava completamente nua. Ela não parecia perceber que estava sendo observada, não devia saber, porque arrumava a roupa no armário sem pressa. Devia estar guardando a roupa que a gente tinha trazido na mala. Mas será que ela não tinha reparado que a janela estava aberta? Será que achava que a cortina não ia aparecer de noite? Ouvi uns barulhos do meu lado e, quando olhei, percebi que o senhor Luís tinha mudado de posição, talvez pra ver melhor, e nisso ele puxou o pau pra fora e estavam se masturbando. Estavam se masturbando enquanto viam os peitos da minha mãe! Assim que minha mãe terminou de arrumar a roupa, fechou a porta do armário e, olhando direto pra janela, levantou a persiana que a cobria!, percebendo naquele momento que tinha andado de peitos de fora com a janela aberta. Dando um gritinho, ela cobriu os peitos com as mãos, se afastando o suficiente da janela pra gente não ver ela. Depois de um tempo, vi a cabeça dela aparecer na moldura da janela e ela olhou pra fora. A escuridão era tanta que ela não deve ter nos visto, então achou que ninguém estava olhando e, descobrindo os peitos de novo, fechou a veneziana na hora, acabando com o espetáculo lascivo. O homem continuou. masturbando, lembrando das tetas durinhas da minha mãe. Era tanta vergonha que eu sentia que não ousava me mexer nem falar nada, mas percebi que eu também estava excitado, embora não tivesse coragem de tirar o pau pra me masturbar. Felipe: Já acabou. Vou pra casa. Ele me disse em voz baixa que tinha me convidado pra participar do show da minha mãe de tetas de fora. Eu: Por que você me convidou? Me atrevi a perguntar sussurrando. Felipe: Pra você poder ver as tetas da sua irmã. Foi a resposta dele. Minha irmã? Mas se é minha mãe. Pensei sem ousar tirá-lo do erro dele. Achava que era menos grave verem as tetas da minha irmã do que da minha mãe. Ao ver que todos estavam indo embora, fui pra casa onde vimos minha mãe de tetas de fora. Quando fui pro meu quarto, na porta me esperava Felipe que, sorrindo perverso pra mim, perguntou: Gostou? Só me atrevi a dizer em voz baixa um seco “Sim”, não tive coragem de dar outra resposta, e ele respondeu: Se você não contar nada pra ela, vai ver muitas outras coisas que vai gostar. Entrando em casa, subi sem fazer barulho pro meu quarto e, vestindo o pijama, me deitei na cama. Custei a dormir por causa da vergonha e da excitação provocada pelo que tinha visto. A vergonha deu lugar ao tesão e me masturbei duas vezes antes de dormir. Na manhã seguinte, acordei com a porta do meu quarto se fechando e a voz da minha mãe do outro lado do corredor: Mãe: Não funciona a água do banheiro. Felipe: Cortou em toda a casa, mas você pode tomar banho no pátio. Foi a resposta que ela recebeu do Felipe e, após uma breve pausa, ele continuou: Felipe: Vem, que eu te mostro! Levantando da cama, abri a porta e vi minha mãe seguindo o jovem descendo as escadas. Pensei que o melhor era segui-los e, fechando a porta do meu quarto, me troquei o mais rápido que pude. Já vestido, cruzei com o Felipe antes de descer as escadas e ele me disse: Vem, me acompanha! Não descemos, mas, seguindo ele, me levou até uma Terraço da casa cheio de vasos, onde, por sinais, ela me mandou ficar quieto e, deitando no chão, rastejar até a borda e olhar pra baixo. Fiz isso e, olhando pra baixo, vi a uns três metros o pátio, onde tinha tipo um banheiro secundário com uma banheira dentro, com umas paredes falsas de madeira mais ou menos de metro e meio de lado, sem teto e no meio do quadrado um chuveiro rústico. Enquanto Felipe mostrava o "banheiro", ele agia como se estivesse muito mal mentalmente, tipo, mais do que o normal. Agora que penso, talvez não estivesse tão ruim; a baba escorria e ele colocava os pés de um jeito que parecia que ia cair, torcia as mãos. O filho da puta dava um jeito de tocar na minha mãe e conseguiu, colocando uma das mãos na bunda dela. O rosto dela ficou vermelho. "Aí, Felipe", aquela mão, hehe. Felipe: "Desculpa, desculpa, é que não consigo controlar minha doença." Mãe: "Ah, não, não se preocupa, tá tudo bem." Felipe: "Qualquer coisa que precisar, é só me avisar." Mãe: "Hehe, obrigada, que gentil." Minha mãe fechou a porta provisória, colocando um tipo de corrente, porque ela não confiava em nada. Depois de olhar pra dentro, ela passou o olhar pra todo lado, pra ver se alguém a via, hesitando em entrar, já que não confiava no "garoto". Ela optou por entrar, sem saber onde colocar a toalha e as roupas. Tinha um gancho na parte de fora de uma parede do banheiro, mas ela não se atreveu a deixar nada ali. Então, entrando no banheiro rústico, ela ficou na ponta dos pés e colocou a toalha em cima de uma das paredes de madeira, assim como um frasco de gel e uma esponja no chão. Tirou as sandálias, desabotoou o vestido de dormir tipo roupão e, tirando-o, ficou de calcinha e sutiã. Minha mãe estava se despindo e eu ali vendo tudo, deitado de bruços no terraço. Minha atenção toda nela, que, de novo na ponta dos pés, colocou o vestido em cima de outra parede. Depois, soltou o sutiã por trás e... Tirando o sutiã, pude ver novamente os peitões enormes, empinados e redondos, com os bicos rosados e durinhos. Ela largou o sutiã em cima do vestido e puxou a calcinha pra baixo, tirando ela. Agora eu via a virilha dela, a buceta quase coberta por uma tirinha fina de pelos pubianos castanho-claros. Tava vendo ela pelada, completamente pelada! Tava vendo minha mãe completamente nua! Virando pro chuveiro, agora eu olhava as nádegas dela, firmes e empinadas, sem um pingo de celulite nem mancha ou espinha, perfeitas. Ela abriu uma torneira com uma marca azul e deixou a água cair, molhando só uma mão, depois fez o mesmo com a de marca vermelha, e, quando achou que o jato tava na temperatura certa, entrou debaixo. A água escorria pelo corpo dela, percorrendo as curvas dos peitos, do quadril, da bunda e das coxas, entrando em todos os cantinhos, se metendo entre os lábios da buceta. Se abaixando pra pegar o pote e a esponja que tinha deixado, pude ver com toda clareza a maravilha da bunda dela, do rabo, e, entre as pernas, a vulva escorrendo fluidos, água com certeza naquela hora. Ela derramou o conteúdo do frasco na mão, massageando o cabelo com ele e fazendo espuma. Depois colocou na esponja, com que massageou o corpo, os peitos, passando não só nas axilas mas também na virilha, onde dedicou um tempão, tanto que massageou que eu diria que ela tava se masturbando, embora antes de chegar ao êxtase tenha parado. Enquanto eu curtia o espetáculo e minha mãe, acho, se masturbava, o Felipe chegou em silêncio e, erguendo o olhar pra mim, me sorriu safado, e então pegou primeiro a toalha e depois toda a roupa. Quando minha mãe parou a água, se virou pra pegar a toalha, mas já não tava mais! Nem a roupa dela! Vi a surpresa no rosto dela, arregalando os olhos e a boca, e depois a vergonha pintou ela de vermelho da cabeça aos pés. parte de cima dos peitos cobrindo o rosto dela. Sem saber o que fazer, ela ficou parada por vários segundos e, quando reagiu, abriu um pouco a porta, vendo se tinha alguém olhando ou que pudesse ajudar ela a recuperar a roupa. Como não devia ter visto ninguém, abriu mais a porta, o suficiente pra conseguir sair, e, cobrindo os peitos com um braço e a virilha com a mão do outro braço, saiu timidamente do banheiro. A primeira coisa que fez foi olhar se a toalha tinha caído no chão, mas, como não viu, soltou um gritinho de susto e ficou literalmente petrificada, percebendo que alguém tinha tirado ela. Mesmo assim, abrindo a porta toda, tentou a sorte do outro lado e, se movendo devagar, olhou se o vestido e a roupa íntima tinham caído no chão, mas não, também não tinha roupa no chão, nem o vestido, calcinha e sutiã. Roubaram a roupa dela! Deixaram ela completamente pelada! E agora o que ela ia fazer?, deve ter se perguntado e, entrando de novo no banheiro, fechou a porta atrás de si, ficando uns segundos na dúvida do que fazer. Eu ouvi ela falar alto: Por favor, por favor, alguém me ajuda! Ela calou a boca por uns dois segundos pra repetir a mesma frase num volume mais alto. Ela repetiu o pedido de socorro com pequenas variações por vários minutos num volume cada vez maior, fazendo pausas curtas de menos de um minuto, até que, cansada de não ter resposta, resolveu sair do banheiro. Ela cobriu de novo os peitos com um braço e a buceta com a outra mão e, abrindo a porta, deu uma olhada em volta pra ver se alguém via ela, e saiu correndo de passinhos miúdos até a porta de casa, onde desapareceu. Quando vi ela sumir, levantei rápido do chão e corri atrás dela com a intenção de me esconder pra ela não me ver naquele estado, completamente nua. Quando alcancei ela, ela se escondia em diferentes partes da casa, no sofá, no pilar e assim por diante, enquanto eu fazia o mesmo atrás dela pra não perder nenhum detalhe nisso. ouve-se uma porta que dava pro corredor comprido... ouvi, era o Luís. Luís: "O que você tá fazendo assim, criatura? O que aconteceu com você?" Eu me inclinei por cima do sofá e observei as costas do homem e minha mãe na frente dele, encolhida, com o rosto vermelho feito um tomate e se cobrindo com as mãos e os braços os peitos e a buceta. Ouvi ela balbuciar algo sem sentido e, em seguida, saiu correndo, desviando do corpo do Luís. Balançando os peitos, começou a subir o mais rápido que podia as escadas, se aproximando de onde eu estava, enquanto o homem ria às gargalhadas e observava de pau duro o movimento balançante das bundas enormes. Tanta pressa que tinha e tão envergonhada que estava que não me viu e, entrando no quarto dela, fechou a porta atrás de si. Sem fazer barulho, entrei no meu quarto, ouvindo antes os soluços dela e meu coração se apertou. Ela chorava pela vergonha que acabara de passar. Roubaram a roupa dela e o anfitrião a viu completamente pelada correndo pela casa e riu dela. Agüentei no meu quarto quase meia hora, deitado na cama, olhando pro teto e lembrando de pau duro o corpo nu e voluptuoso da minha mãe, até que a vontade de mijar me obrigou a sair pro banheiro. Depois, descendo pra cozinha, comecei a tomar café da manhã com o que o senhor Luís tinha preparado, mas não demorou pra minha mãe também descer, e, pra minha surpresa, ela tinha vestido o mesmo vestido que usava antes. Como ela tinha recuperado? Será que o jovem perverso tinha colocado em cima da cama do próprio quarto dela? Embora estivesse com os olhos vermelhos de tanto chorar, tentou disfarçar como se nada tivesse acontecido e começou a tomar café comigo. A conversa girou em torno de como ela tinha dormido, se tinha passado calor, mas nada sobre a experiência dela ontem à noite, quando todo mundo viu os peitos dela, nem sobre esta manhã, há pouco mais de uma hora, quando roubaram a roupa dela e ela correu completamente pelada pela casa toda. casa. Depois do café, o senhor Luís convidou eu e minha mãe pra conhecer a cidade, nisso apareceu o Felipe e me chamou pro rio pescar caranguejo, mas a conversa sempre girava em torno das tetas tão perfeitas e redondas que minha mãe tinha e o que eles fariam com elas. Eles ainda achavam que não era minha mãe, mas sim minha irmã, então achavam que tinham licença pra falar todo tipo de putaria sobre as tetas dela, sobre a buceta dela e sobre tudo que fariam com ela. Chegou a hora do almoço. Ao chegar na casa onde estávamos hospedados, encontrei o senhor Luís. "Fala pra sua mãe descer, que a comida já tá pronta!" O homem me ordenou, e eu, bem obediente, subi as escadas pra avisar ela, achando que tava no quarto dela. Na escada, o Felipe apareceu e, passando na minha frente, abriu a porta do quarto da minha mãe, pegando ela de calcinha e com as tetas de fora. Caralho, que tetonas que minha mãe tinha! Minha mãe, ao perceber, deu um grito de vergonha, cobrindo os peitos com as mãos. "Vamo comer!" Foi o que o jovem disse pra ela, rindo, e, fechando a porta, piscou pra mim e desceu as escadas. Poucos minutos depois, minha mãe desceu, já com um vestido que cobria as tetonas dela, e, embora estivesse séria e ainda com o rosto meio vermelho, não disse nada e comeu praticamente em silêncio, evitando olhar tanto pro chefe da família quanto pro seu perverso filhote. Depois do almoço, ela ajudou a lavar a louça, e eu subi pro meu quarto pra descansar, mas não tirava da cabeça as grandes e empinadas tetas da minha mãe. Não tinham passado nem quinze minutos quando a porta do quarto se abriu, e ela apareceu, me disse pra fazer espaço e deitou comigo. Em silêncio, fechamos os olhos e eu dormi. Quando acordei, ela já não estava mais lá, nisso encontro o Felipe, que me diz pra irmos jogar na cidade, enquanto minha mãe via TV. Nisso, o Felipe me apresenta uns amigos e começamos a jogar, o tempo passou muito rápido e já era... Não vi o Felipe, então voltei correndo pra casa já no fim da tarde pra jantar. Foi o seu Luís de novo quem me disse pra avisar minha mãe pra descer pra comer. Dessa vez não vi o Felipe em lugar nenhum, então subi sozinho e, lembrando como o jovem tinha aberto a porta do quarto da minha mãe, pegando ela de surpresa de calcinha e com os peitos de fora, fiz a mesma coisa, já de pau duro: abri a porta de repente e… encontrei os dois transando! Minha mãe tava deitada de barriga pra cima na cama, completamente pelada, e o Felipe, também no pelo, de pé entre as pernas dela, se movendo pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, metendo nela. Tava metendo na minha mãe! O jovem segurava as pernas torneadas dela na altura da cintura enquanto enfiava uma vez atrás da outra, fazendo os peitos voluptuosos da minha mãe balançarem num vai e vem lascivo, enquanto ela gemia e suspirava, de olhos fechados e boca entreaberta, com a língua rosada passando pelos lábios molhados e gostosos. Fiquei parado e em silêncio, chocado com o que tava vendo, como eles tavam comendo minha mãe! Não sei quanto tempo fiquei olhando ele macetando ela, até que o jovem virou a cabeça na minha direção, me deu um sorriso perverso, e aí eu acordei assustado como se fosse um sonho molhado e proibido, e, fechando a porta depressa, desci as escadas correndo. Quando cheguei lá embaixo, sentei na mesa, onde o seu Luís já tava sentado, e ele perguntou me sorrindo: Já terminaram? Não entendi direito a pergunta de tão transtornado que eu tava. Já vai descer? Sim, sim, já vai descer! Respondi rápido, ainda com a imagem na retina do que tinha visto lá em cima, minha mãe transando com os peitos de fora. Como ela demorou pra descer, começamos a jantar, mas dez minutos depois desceu um Felipe todo sorridente que, sentando à mesa, serviu um pouco da panela que tava no meio e começou a comer como se não tivesse comido minha mãe. Um olhar cúmplice se cruzou com o pai dele e, me olhando, ele piscou de novo o olho. Cinco minutos se passaram até que minha mãe também desceu. Ela estava séria, com o cabelo bagunçado e o rosto vermelho. Sentou-se, serviu-se também e começou a comer em silêncio. Depois do jantar, enquanto minha mãe ajudava a lavar a louça, Felipe fez um sinal para eu acompanhá-lo. Subimos para os quartos e, entrando no que eu dormia, ele apontou para um ponto na parede. Era um buraco perfeitamente camuflado, impossível de ver se você não prestasse muita atenção. Ele me disse que, olhando por ele, dava pra ver o quarto onde minha mãe dormia. Não foi o único buraco que ele me mostrou; tinha uns dez outros, de onde, segundo ele, dava pra ver tudo que rolava no outro quarto. Ele falou que era um segredo entre nós dois e que eu usasse sem fazer barulho e com a luz do meu quarto apagada. Por fim, disse que naquela noite não teria espetáculo lá fora, que minha mãe já tinha fechado as venezianas, mas que teria dentro e só pra mim se eu olhasse por aqueles buracos. Ele tava afim de comer ela de noite também! E me convidava pra ver! Naquela noite fiquei observando minha mãe no quarto dela através daqueles buracos e, de fato, antes dela vestir uma camisola fina, eu vi os peitos dela quando tirou o vestido e a buceta quando tirou a calcinha. Antes de deitar, ela colocou uma cadeira trancando a porta pra ninguém entrar. Tava com medo de alguém invadir o quarto dela e comer ela. Com a luz apagada, ela se deitou e eu também no meu quarto, mas não tinha passado nem meia hora quando ouvi alguém tentando entrar no quarto da minha mãe, mas a cadeira impedia. Ouvi minha mãe levantar e empurrar a porta pra não deixar entrar. Uma voz sussurrando apressou do outro lado da porta: — Me deixa entrar! Era a voz de Felipe, e minha mãe respondeu baixinho: — Não! Não! Tá velha! Tá velha! — Amanhã você vai ser minha de novo! Foi a resposta do jovem antes de ir embora, descendo as escadas. Pelo menos naquela noite. À noite ficamos tranquilos. Na escuridão da noite, lembrei das tetas gostosas da minha mãe e como elas balançavam safadas enquanto ela estava sendo comida. Mas uma tristeza enorme apertava meu coração ao lembrar minha mãe sofrendo e chorando, nua, humilhada e ultrajada. Mesmo assim, preferia pensar que ela não resistiu quando estava sendo fodida, e sim que curtiu a transa que estavam dando nela. Preferia que ela fosse uma piranha e uma puta! Preferia o prazer à tristeza! Então, antes de dormir, bati uma punheta gostosa, me deliciando uma e outra vez com o corpo nu da minha mãe e a fodida violenta que deram nela.

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