Minha ex-colega de escola

E aí, galera! Essa é minha primeira contribuição aqui, vou tentar dar todos os detalhes da minha experiência com uma ex-colega do ensino médio. Isso aconteceu há uma semana e, apesar de ter várias histórias pra contar, acho que essa experiência foi a que me animou a compartilhar.

Era uma segunda-feira, eu estava transitando pela cidade, tinha acabado de sair do trabalho e estava indo pra casa, de boa, tranquilo, tudo sob controle, curtindo minha playlist favorita dos anos 80. Vale mencionar que moro numa cidade que tem um calçadão à beira-mar, e o centro da cidade praticamente se concentra nas ruas perto desse calçadão, então o trânsito é bem lento. Mas, sinceramente, vale a pena porque a vista é linda quando o sol começa a se pôr, e muita gente, homens e mulheres, aproveita pra se exercitar e relaxar um pouco.

De repente, vi uma garota magra, de cabelo preto (só vi de costas) caminhando com outra garota um pouco gorda pro meu gosto. O que me chamou a atenção foi a garota magra, mas só da cintura pra baixo, porque ela tinha uma bunda enorme. Ela usava uma calça verde meio larga, mas dava pra ver perfeitamente que ela estava usando um fio-dental. Na hora, avaliei o tamanho daquela bunda e diria que era tamanho 42 ou 44. Me lembrou uma ex-namorada que eu tive, que usava calça jeans tamanho 42, ou talvez 44 pra ser mais exato.

Elas estavam andando na mesma direção que eu, só que eu estava de carro e com os vidros fechados porque tá muito calor nessa época. Fiquei admirando aquela maravilha, não posso negar que imaginei várias coisas enquanto via ela andando e aquele traseiro balançando, vendo as nádegas subindo e descendo no ritmo da caminhada dela.

Quando o trânsito andou um pouco mais rápido, consegui ver o rosto dela e que surpresa: era a Julissa, uma ex-colega do ensino médio. Por causa do trabalho do pai dela (que é médico), eles mudaram de cidade. Vale mencionar que a Julissa era meu amor platônico naquela época, e eu não desagradava ela nem um pouco, porque não sou feio – tenho 1,82m, sou pele branca, cabelo curtinho quase raspado, malho e sou muito limpo sempre fui por exigência dos meus pais, perdemos o contato em algum momento chegamos a conversar de novo mas não passou disso porque ela não morava aqui, não sei por que razão ela me removeu das redes sociais, soube que ela casou na época eu vi porque ela mesma publicou tudo mas depois de um tempo não soube mais dela até que a vi caminhando naquele dia, procurei ela e hoje surpresa não a tinha nos meus contatos vi o perfil dela e pensei bom mais tarde mando a solicitação e a gente vê no que dá, cheguei em casa tomei banho, preparei comida e sentei pra comer e dar uma olhada, mandei solicitação de amizade no Facebook e lá pelas 8 da noite chega uma notificação (Julissa aceitou sua solicitação) assim que vi as fotos dela mandei uma mensagem (oi, tudo bem? Te vi hoje caminhando pelo calçadão, você estava de calça verde e tinha uma moça com você). Em menos de 1 minuto ela responde e diz (oi, tudo e você? Que bom saber de você, sério que me viu? Podia ter me cumprimentado, era minha irmã que estava comigo).Minha ex-colega de escolaAí lembrei que se ela realmente tem uma irmã 5 anos mais nova, nós somos do mesmo ano, somos de 1990, temos 35 anos, embora eu faça em março e ela em junho. Enfim, conversamos e relembramos os velhos tempos, e em um momento ela me disse (eu teria adorado te cumprimentar e te ver). Vale mencionar que ela é casada e, na real, notei um pouco de ousadia na conversa dela. Eu me mantive respeitoso o tempo todo, mas não de forma extrema, sim com confiança, mas sempre respeitando aquele limite de mulher casada, porque a gente nunca sabe se o marido administra as contas dela e é melhor evitar problemas de graça (é o que eu penso). Se algo vai acontecer, vai acontecer sem tanto blá-blá-blá... Bom, retomando o comentário que ela fez, eu respondi que eu também teria adorado, mas que aparecer do nada não era uma opção, e por isso preferi mandar uma mensagem no Facebook. Na hora, perguntei quanto tempo ela ficaria na cidade e ela disse que mais 4 dias. Não perdi a oportunidade de convidá-la para um café e disse para ela escolher o horário, só que depois das 17h, que era quando eu saía do trabalho. Ela disse que tudo bem, sugeriu quinta-feira – aquele dia era segunda, faltava terça e quarta. Combinamos que ela me confirmaria o horário, nos despedimos e ficou por isso. Na terça de manhã, já tinha uma mensagem dela desejando um excelente dia, (te mando beijos), e um emoji assim 🤭. Respondi do mesmo jeito e disse: obrigado pelos beijos, são muito necessários nesse momento, valeu!vadiaO dia passou e não trocamos mais mensagens naquele dia... Chegou a quarta-feira e pela manhã veio uma mensagem dela (que tal às 8?). Quando vi o horário que ela sugeriu, aceitei rapidão, mas fiquei intrigado com o marido ou esposo dela. Será que ele vai estar com ela? Tipo, se ela vai sair nesse horário, quem deixa sua esposa gostosa sair sozinha a essa hora? Bom, preferi dar o benefício da dúvida à situação e não posso negar que só de pensar numa mulher como ela, casada com 2 filhos e um marido de boa família, estar no meu carro perfumada, recém-saída do banho e, sei lá, com sorte também usando um fio dental como no dia em que a vi no calçadão caminhando – aquilo me deixou com o pau latejando, sério, nunca tinha desejado tanto que o tempo passasse rápido. Pensei em bater uma pra aliviar a frustração, mas aí pensei: tenho que ser paciente. Se a oportunidade aparecer e as coisas seguirem como acho que já estão encaminhadas, prefiro guardar a energia e depois comer aquele rabo e aquela buceta, encher ela de porra. Quando saí naquela quarta, fui malhar como sempre, mas naquele dia tive que fazer mais uma hora de exercício pra baixar a ansiedade e o tesão acumulado (sou solteiro, só tenho uma filha e tô separado desde que ela nasceu, faz dois anos). Vale mencionar que mantenho uma boa relação com minha ex e com minha filha, não tenho problemas, sou responsável, visito ela e nas férias fica comigo quando a gente acerta tudo. Coloquei essa informação pra dar uma ideia de como sou e que tipo de homem sou. Cheguei em casa depois do treino, jantei um cereal e fui dormir, bem cansado. No dia seguinte, tinha uma mensagem dela – na verdade, a gente não trocou telefone, era só pelo inbox do Facebook. Ela dizia (ei, que tal a gente se encontrar num ponto intermediário, porque eu disse pros meus pais que ia sair com uma amiga pro cinema e combinei com ela de nos encontrar lá, já que ela não tem carro, e que depois do filme a gente ia jantar tacos na taquería que a gente sempre vai. Contei pra eles que o filme Começa às 10 e termina quase às 12:30, calculo que ela poderia voltar para casa às 2h no máximo 3h, deixei as crianças com a minha mãe, elas dormem cedo e meu marido não está conosco, ele não pôde nos acompanhar por causa do trabalho). Fiquei de boca aberta com a quantidade de mentiras que ela inventou para sair para jantar comigo, não posso negar que o pau ficou muito duro ao ler toda a mensagem, falei: wow! Ela é mesmo uma daquelas putas que fingem um casamento e sabem perfeitamente como se virar para montar em outros paus, sério amigos, fiquei de pau duro quase o dia todo, não podia levantar da minha mesa quando tinha alguém comigo porque seria muito notório, o pau tem quase 14 CM de comprimento e é grosso como a medida que faz ao juntar o dedo indicador com o polegar ou talvez um pouco mais grosso, não conseguia me concentrar no trabalho foi muito difícil mas no final voltei às minhas funções, o dia voou como se algo ou o destino estivesse a meu favor, de repente ao sair do trabalho me senti relaxado, sentia como se tudo fosse sair perfeito, chegou a tarde e recebo uma mensagem dela (te vejo no Cinemex da praça 😵. Perfeito! Eu disse, depois dei as características e placas do meu veículo, chegou a hora, eu fui de camisa manga longa, levava uma calça 511 da Levis, camisa xadrez nas cores roxo e vermelho quase vinho, sapato e cinto marrom, coloquei um perfume que sempre funciona para mim e recebo muitos elogios, é o Gucci guilty, vem numa garrafa tipo ânfora ou panchita preta fosca, esse perfume nunca me falha, pois chegou a hora, saí 10 minutos antes do horário combinado, quando cheguei não tinha ninguém, por um momento pensei que ela tinha se atrasado por causa das crianças ou sei lá, apaguei as luzes e só deixei os faróis de neblina do carro acesos, quando a vejo sair da farmácia falei wooooow!!! Ela estava usando um vestido preto de alcinhas, decotado, embora não tenha muitos peitos, eles são empinadinhos, do tamanho de meia laranja, mas isso era o de menos. O que realmente chamava atenção naquele vestido era a sua bunda. Dava para ver como o vestido caía sobre suas nádegas. Era um vestido de cetim na cor preta, curto e solto, chegando uns quatro dedos acima do joelho. Não consegui decifrar que tipo de calcinha ela usava porque o vestido era solto. Desci, cumprimentei-a e dei uma caixa de chocolates que havia comprado um dia antes para ela. Cumprimentei-a com um beijo na bochecha e dei um abraço. Apertei-a contra mim com um pouco de força, não muita, só para que sentisse meu poder sobre ela. Senti-a tão frágil. É daquelas mulheres que, ao abraçá-las, parecem não pesar nada, como se estivessem voando. Ela usava uma sandália preta, tamanho 40 ou 41, e um colar fino de ouro com um pingente de coração bem pequeno, de cor rosa claro. Fomos ao restaurante e conversamos pelo caminho sobre ela, seus filhos, minha filha e meu trabalho. Ela é professora por profissão, mas não direi, por privacidade, em que nível atua. Chegamos, pedimos pizza de forno a lenha, massa, vinho tinto e uma salada. Conversamos por duas horas enquanto jantávamos tranquilamente. Facilmente chegamos às 11 ou 12 da noite. O garçom chegou e nos avisou que em 30 minutos o restaurante fecharia. Pedi a conta, paguei e pedi ao garçom outra garrafa, mas que a embalasse para viagem (comentei que tinha gostado muito e queria levá-la para casa para apreciar em particular). Tudo isso com a intenção de que ela ouvisse, ao que ela soltou uma risada curta e disse: "Então você gosta de aproveitar as coisas sozinho... Mmm, que egoísta. Nunca teria pensado isso de você." E sorriu. Eu sorri de volta e disse: "Seria muito ambicioso da minha parte esperar que você continuasse me acompanhando e que continuássemos aproveitando nossas conversas, relembrando aqueles tempos de colégio..." Ao que ela respondeu: "Por que não? Além disso, sei que você é um verdadeiro cavalheiro. Sei que me trataria tão bem ou melhor do que agora." Eu, naquela noite, em... Em vez de usar cueca como costumo, usei uma sunga, uma que apertasse bem meu pau. Eu sabia que se usasse cueca me entregaria na hora para a equipe do restaurante e para ela, e num lugar assim seria imprudente. Um homem pensa em todos esses detalhes, né? Bom, pra não alongar mais essa experiência incrível, entramos no carro e começamos a rodar pela cidade. Eu dirigindo devagar, já era quase 1 da manhã, vejo que ela abre discretamente a bolsa enquanto eu ajustava o volume da música. Ela tira o anel e guarda na bolsa. Fingi que não vi, e nesse momento ela me pergunta: "Vamos pra sua casa? Porque preciso de um banheiro, não é urgente, mas onde você planeja que a gente continue bebendo e curtindo?" Ela diz isso num tom relaxado e com um olhar meio cheio de desejo. Dava pra ver de longe que ela tava pedindo pau e o que vem depois... Aí eu respondi: "Vamos pra minha casa, estamos a 5 minutos, já quase chegando."

Chegamos em casa, eu tinha deixado o ar da sala ligado e uma luzinha fraca vindo do banheiro de visitas no fundo do corredor. Ela perguntou: "Cadê o banheiro?" "É lá no fundo, à esquerda", respondi enquanto abria o vinho e servia. Quando ia caminhando, falei: "Deixa eu acender as luzes do corredor". Pra isso, ela já tinha ido até a metade, exatamente onde ficam os interruptores. Quando me aproximei dela, disse: "Desculpa, aqui estão os interruptores". Ela só se moveu um pouco e, com minha mão, sem querer, esbarrei numa das suas nádegas. Na hora pude sentir que a calcinha que ela usava era pequena o suficiente pra não ser daquelas fio-dental. Definitivamente era algo bem pequeno, porque senti o tecido do vestido diretamente na pele dela. Ela não falou nada, eu também não – não precisava pedir desculpas, foi um acidente. Ela entrou no banheiro enquanto eu colocava música. Coloquei música de saxofone, pra ser exato, do Kenny G. E em primeiro lugar, coloquei "A Love So Beautiful" do Michael Bolton, quando... ela saiu, eu a esperei em pé com duas taças de vinho nas mãos e disse com um sorriso: "Dança comigo?" Ela não disse nada, apenas se aproximou de mim lentamente, pegou a taça que lhe dei, bebeu sem tirar os olhos dos meus e me abraçou, passando os braços sobre meus ombros. Continuamos dançando sem dizer nada, devagar, bem devagar... Enquanto isso, quando ela foi ao banheiro, subi ao meu quarto e tirei a cueca, ficando só com a calça. Limpei meu pau das microejaculações que tive durante o jantar — sem dúvida, meu pênis estava pronto para penetrá-la no tempo que me restava com ela aquela noite. Quando dançávamos, ela tomou sua taça de uma vez e, sem parar de me olhar, pegou a minha e fez o mesmo, deixando-as sobre a mesa de centro. Depois voltou e me abraçou com mais intensidade, colando-se totalmente no meu pau. Sei que ela sentiu, porque deu um pequeno suspiro. Eu tinha minhas mãos nas costas dela e, conforme dançávamos, fui baixando elas. Ela, com o rosto no meu peito, respirava bem devagar — devia ser por causa do vinho. Passaram mais duas músicas, e baixei mais minhas mãos; a essa altura, já podia sentir onde começavam suas nádegas. Comecei a sentir seu vestido, a tocá-lo, buscando com meus dedos o relevo da calcinha. De um segundo para o outro, encontrei: era um fio dental bem fino. Na hora, o pau ficou mais duro, e ela se apertou mais contra mim. Sentia como meu pau estava exatamente pressionando sua buceta, enquanto eu brincava com o fio do seu thong. Foi quando ela pôs a mão atrás da minha cabeça, me inclinou com a intenção de dizer algo no meu ouvido e falou: "ENCONTROU UM BOM BRINQUEDO... gostou?" E eu respondi: "Adorei..." Ao que ela retrucou: "Brinca com ele o quanto quiser, mas não por muito tempo." Então aproximou mais a boca do meu ouvido e disse: "Tem outro brinquedo que tenho certeza que você vai adorar, mas precisa encontrá-lo." Ela riu, e na hora eu agarrei sua bunda com as duas mãos, fazendo-a soltar um gemido. Ela então me disse baixinho: "Quero te pedir uma coisa, mas não quero que ninguém possa ouvir... que não tem ninguém, mas é um segredo e só quero que você saiba esta noite, aproximei mais meu ouvido enquanto continuávamos dançando e eu com minhas mãos amassando sua bunda, ela me diz: "ESTA NOITE SÓ QUERO QUE ME COMA PELO CU, QUERO QUE VOCÊ GOZE EM MIM QUANTAS VEZES QUISER, ME PEGUE PRECISO TER SEU PAU NO MEU CU, MEU CU MORRE DE VONTADE DE SENTIR PRAZER E DOR..." Naquele momento a beijei, a peguei e a virei, tirei o vestido e efetivamente ela estava com um fio-dental preto, me abaixei e comecei a beijar suas nádegas, então ela disse: vem, fica de pé, quero tirar suas calças, me empurrou no sofá e desabotoou minha calça, puxou-a e na hora meu pau saltou, ela o pegou com uma mão e começou a chupar, depois cuspia e dizia: QUERO QUE ELE ESTEJA BEM LUBRIFICADO PARA QUANDO ENFIAR NO MEU CU, NÃO É QUE VOCÊ QUER? Me perguntou com uma risada discreta, eu disse sim, quero arrombar seu cu, quero dormir até de manhã com meu pau dentro de você, quero deixar seu cu frouxo e babando, ela soltou uma risada curta e disse: "EU ADORO" então puxei seus braços e a coloquei em pé, me levantei e a inclinei no sofá e comecei a beijar suas nádegas de novo, fui direto ao seu cu, queria enfiar minha língua nele, quando faço a primeira tentativa ela diz: "ESSA É SUA SEGUNDA SURPRESA" com a língua senti algo metálico em seu cu... Era um dilatador anal, com um pequeno diamante rosa de enfeite, na hora meu pau ficou maior e já estava babando, tinha um fio de porra pendurado, peguei o dilatador com minha boca e meus dentes e puxei, não queria sair e ela diz: "POR FAVOR TIRA, ESTOU COM MUITA VONTADE, ME INCOMODOU A NOITE TODA" quando tirei tinha formato de 2 bolas de golfe e tinha gosto de morango, no instante saiu um líquido de seu cu, era doce, cheirava e sabia a morango, como pude a deitei no sofá e comecei a comer seu cu, seu cu era macio e muito flexível, facilmente o abria com minha língua, comi tudo que saiu daquele cu, ela tinha os Olhos brancos e só gemendo, ela estava muito molhada, mas naquele momento eu só queria penetrar aquele cú lindo... Preparei-me para colocar a cabeça do meu pau no seu ânus já dilatado, entrou tão fácil que ela suspirou e me disse: "QUEM ME DERASSE ESTAR ASSIM TODAS AS NOITES". Aí entendi que era uma mulher casada pouco satisfeita, o que ela precisava era de um pau que saciasse aquele cuzinho comedor de rola que ela tem. Pedi permissão para enfiar o pau todo, e ela assentiu com a cabeça, sem dizer nada. Enfiei até o talo e deixei lá por uns 2 minutos. Ela pareceu relaxar demais, só suspirava com meu pau lá dentro. Aos poucos, ela começou a fazer movimentos circulares e a mover o bumbum pra cima e pra baixo, começou a gemer de prazer. Dava pra ver que os olhos dela estavam brancos, ela realmente curtia o anal como uma putinha casada. 5 minutos depois, ela disse: "Senta, quero cavalgar". Ela virou de costas pra mim, eu estava sentado no sofá e ela falou: "METE DEVAGAR". Peguei meu pau e só enfiei a cabecinha, depois ela desceu devagar. Deitou-se sobre mim e colocou os pés nas minhas pernas. Ela fazia movimentos de cima pra baixo, deslizando o ânus lubrificado por todo o meu pau. Ela gemia como uma puta, começou a fazer mais forte, mais intenso, e cada vez descendo mais e mais com meu pau grosso dentro. Naquele momento, meu pau parecia enorme, nunca nenhuma mulher tinha me usado daquele jeito, e ela estava curtindo pela primeira vez. De repente, as pernas dela começaram a tremer e ela se deixou cair. Acho que doeu um pouco, porque ela deu um gritinho. Na hora, tapei a boca dela com uma mão e, com o outro braço, segurei sua cintura e comecei a socar com todo o pau dentro. Em 15 segundos, ela teve um orgasmo e saiu como um xixi da sua buceta, mas não era urina não. Soltou uma descarga que molhou minhas pernas e parte do sofá. Na hora, senti que ela tinha tido um orgasmo porque o corpo dela afrouxou e o cu dela tinha contrações. Continuei socando o ânus dela e foi... Minha vez, eu disse. Agora é minha vez. Ela concordou com a cabeça e eu me concentrei em gozar. Gozei tanto que na hora ela começou a rir, as lágrimas escorriam dos olhos dela e as pernas começaram a tremer. Estava feito, eu tinha atendido ao pedido dela, ao desejo dela de ser enrabada naquela noite. Peguei ela nos meus braços e subi com ela pro meu quarto no segundo andar. Com voz suave ela me disse: "Me deixa aqui contigo hoje, tô com minha amiga, posso ficar até amanhã às 8h, tá tudo bem..." Eu abracei ela e me aproximei por trás, com meu pau duro. Ela pegou e meteu até a metade no cu dela, escorrendo, e dormiu... Na sexta fomos pra praia e consegui tirar uma foto dela de costas, vou compartilhar com vocês, espero que curtam. Mais pra frente vou continuar compartilhando experiências.gostosa

3 comentários - Minha ex-colega de escola

Q rica experiencia Bro,es rico cogerte las cuándo anda en busca de brgs y son casadas pinches putas ,yo me cogí a mi tía en año nuevo!