76📑La Nueva Mucama

76📑La Nueva MucamaA esposa do Julián tinha sido clara: "Contratei alguém pra te ajudar na limpeza. Ela vem três vezes por semana. Não quero que você toque em nada, ok?" E então chegou a Camila. Vinte e sete anos, dominicana, com um corpo escandaloso: curvas marcadas, bunda alta e firme, cintura fina apertada num uniforme branco que mal fechava. Tinha lábios grossos, pele cor de canela, peitos que balançavam sem sutiã e um jeito de andar que fazia barulho na cabeça. Não no chão. A primeira vez que ele a viu, Julián só conseguiu cumprimentar. Na segunda, ele se distraiu tanto que quase se cortou fazendo a barba. Na terceira… já não deu pra disfarçar. Camila se agachava pra limpar e o vestido subia, deixando ver seu fio-dental e aquelas nádegas perfeitas. Ela olhava pra ele com malícia, sabendo bem o efeito que causava. Uma tarde, enquanto a esposa saiu pra fazer compras, a casa ficou em silêncio. E a tensão ficou insustentável. —Precisa de alguma coisa, senhor Julián? —disse Camila, mordendo o lábio. —Sim… que você pare de me provocar. Ela sorriu e se aproximou com movimentos lentos. Pegou a mão dele e guiou direto pra sua bunda. —Incomoda se eu limpar sem calcinha? —Não… pelo contrário. Ela abaixou o vestido. Não tinha nada por baixo. Seus peitos caíram livres, grandes, morenos, com mamilos escuros, duros.vadia—E se me der uma mão, patrão? — disse, abaixando o zíper da calça dele.
Seu pau saltou duro na hora. Camila se ajoelhou e agarrou ele com as duas mãos.
—Mmm… isso não se limpa, se chupa — murmurou, antes de enfiar ele até a garganta.
Chupava o pau com força, babando, ofegante, enquanto olhava pra ele de baixo com os olhos cheios de tesão. Julián não acreditava.
—Puta que pariu… você vai me deixar louco.
—Então me come — disse ela, deitando de costas na mesa da sala de jantar.
Ele abriu as nádegas dela e enfiou o pau inteiro de uma só vez. Camila gritou:
—Isso, buceta! Assim mesmo! Me dá, papai!
O som das estocadas enchia a casa. Julián metia com tudo, agarrando o cabelo dela, os quadris, afundando naquela buceta molhada que apertava ele com fome.
—Não para! Enfia tudo! Arrebenta meu cu se quiser!
Ele a levantou, pôs ela de quatro, cuspiu no cú dela e enfiou. Camila se arqueou de prazer:
—Continua! Me come por onde quiser! Faz de mim sua!
Comeu ela com força por trás, dando palmadas na bunda, enquanto ela gozava gritando. Ele gozou dentro, fundo, descarregando tudo.
Os dois ficaram ofegantes, suados, pelados na sala de jantar.
Ela olhou pra ele e sorriu.
—Parece que vou ter que vir todo dia, patrão…empregadaCamila não era mais uma simples empregada. Era a putinha pessoal do Julián. Ela sabia disso, e adorava. Desde aquela primeira foda brutal na sala de jantar, o patrão não conseguia parar de pensar nela: naquele rabão, naquela boca quente, naquele sotaque dominicano que o deixava louco quando ela gemía “mete em mim, papi!”. Naquela manhã, a esposa tinha ido ao spa. Camila o esperava na sala, sentada no sofá completamente nua, com as pernas abertas e um dildo preto entre os dedos.cogida—Hoje eu que mando — disse ela, sem se mexer. — Quero sentir você e ser preenchida por todos os lados.

Julián ficou paralisado. Ela se levantou, caminhou até ele e o empurrou na poltrona. Tirou seu cinto e abaixou suas calças, deixando seu pau duro exposto.

— Mmm… esse pau já é meu — afirmou, engolindo-o por completo como uma experiente.

Chupou com força, fazendo barulhos obscenos enquanto massageava o clitóris com a outra mão. Depois, montou nele, enfiando-o de uma só vez na sua buceta, e começou a cavalgar como uma gostosa no cio.

— Isso, papi! Me dá esse leite! Enche essa buceta do jeito que você gosta!

Mas não era o suficiente. Camila inclinou-se para frente, pegou o dildo, cuspiu nele e o inseriu lentamente em seu cu, enquanto o pau de verdade a preenchia por baixo.

— Estou levando duas picas, chefe! A sua e essa outra! Sou sua putinha! Me usa!EbanoJulián não acreditava. Ele a observava se mexendo, com os dois buracos cheios, gemendo como uma louca, escorrendo pelas coxas, suando. Ele agarrou seus peitos enormes, mordeu-os com força. Ela o arranhou com as unhas no peito.

— Mais forte! Cuspe em mim, me bate se quiser! Eu sou sua, porra!

Ele a colocou no chão, a pôs de quatro e a comeu pela bunda com fúria, enquanto ela enfiava o dildo de novo na buceta. Os dois estavam loucos. Era puro instinto, puro desejo sem regras.Relatos eroticosCamila gozou com um grito dilacerante, tremendo como nunca. Julián acabou segundos depois, enterrado até o fundo, enchendo ela por dentro. Ambos ficaram jogados no chão, destruídos, ofegantes. Camila limpou os lábios com os dedos e sorriu para ele. Eram 7:40 da manhã. Julián entrou no chuveiro antes de ir trabalhar. Água quente, olhos fechados, cabeça cheia de imagens obscenas da Camila. Não a tinha visto naquele dia. Sua esposa dormia lá em cima. Tudo calmo. Até que ouviu a porta do banheiro abrir... e depois fechar com a chave girando. Abriu os olhos. Lá estava ela. Camila. Nua. Molhada. Corpo brilhando com o vapor. Cabelo preso. Tatuagem acima do quadril. E aquele sorriso de diabrete que ele já conhecia. —Bom dia, patrão... vim ajudar a lavar esse pau. —disse, entrando no chuveiro com ele sem esperar permissão.muito gostosaJulián não disse nada. Seu pau já estava ficando duro só de olhar para ela. Ela se ajoelhou sem falar mais nada, olhou para ele de baixo e começou a lamber suas bolas com a língua quente, devagar, provocante. Depois subiu até a ponta e enfiou tudo na boca, fundo, direto.

—Mmm... está uma delícia como sempre. Mas tem que lavar mais a fundo —ela suspirou, enquanto babava até o abdômen dele.

Julián apoiou uma mão na parede. Ela estava tirando o fôlego dele.

Camila se virou, apoiou as mãos na cerâmica e levantou a bunda.

—Agora ensaboa você, patrão… e me enfia enquanto faz isso.

Ele passou o sabão pelas nádegas grandes, redondas, perfeitas. Depois cuspiu nela e a penetrou com um único movimento. Sua buceta estava tão molhada quanto a água que caía.

—Ai, isso, assim mesmo! Me fode com força, que a água disfarça os barulhos!

Ele a fodia com força, dando palmadas na bunda, fazendo o som dos corpos batendo ecoar junto com a água caindo. Camila gemía selvagemente, como se adorasse ser usada ali mesmo, no chuveiro da casa da sua chefe.relatos porno—Enfia mais, mais fundo! Eu vou gozar de novo, porra! Julián a levantou, a encostou na parede e ergueu uma de suas pernas. Enfiou os dedos no cu e o pau na buceta ao mesmo tempo. Camila gritava sufocada de prazer. —Tô gozando, papi! Enche essa puta, me enche todinha! Ele gozou dentro, com uma descarga intensa, enquanto ela tremia com a cabeça apoiada em seu peito. Ficaram ali, molhados, suados, ofegantes. Camila olhou para ele e disse: —Hoje você limpou, patrão. Mas essa noite… é minha vez de me sujar de novo. Piscou o olho e saiu do chuveiro nua, deixando marcas de água por todo o corredor. Julián chegou cedo em casa. Não tinha motivo, mas algo o empurrou a voltar antes. Silêncio. O carro da esposa estava na garagem. Camila também devia estar. Mas não se ouvia nada. Subiu as escadas. O quarto tinha a porta entreaberta. Ouviu algo. Um gemido. Seu coração acelerou. Empurrou a porta com suavidade… e ficou paralisado. Lá estavam: Camila e sua esposa, Victoria, nuas, os corpos entrelaçados, se beijando profundamente, com as pernas abertas. Camila tinha a boca entre as pernas de Victoria, lambendo-a com vontade, e sua mulher gemia com os olhos fechados.76📑La Nueva Mucama— Mas que porra…? — disse Julián, incrédulo.

Victoria olhou para ele sem medo. Pelo contrário. Sorriu, com o rosto ruborizado de prazer.

— Fecha a porta, amor… estávamos te esperando.

Camila levantou a cabeça, com a boca brilhante, e piscou para ele.

— Agora só falta o pau do chefe pra isso ficar perfeito.

Julián não pensou mais. Tirou a roupa como um louco. Sua esposa o olhava com desejo como se ele fosse outro homem. Camila abriu as pernas e o chamou com a mão:vadia—Enfia logo, papi. Você me fez uma puta… agora eu quero que você coma nós duas.
Julián subiu na cama e a penetrou sem avisar. Camila gritou de prazer, enquanto Victoria a beijava na boca, lambendo seus mamilos.
—Assim! Arrebenta como sempre! Na frente da sua esposa! —Camila gemeu.
Victoria se masturbava enquanto os via transar. Depois, ficou de joelhos e ofereceu sua bunda para Julián.
—Agora eu. Quero que você me coma enquanto ela me lambe.
Camila se posicionou atrás de Victoria, abriu suas nádegas e começou a lamber seu ânus com movimentos sujos. Julián não resistiu mais e enfiou na sua esposa por trás, com força. Victoria gemeu como nunca antes.
—Isso! Me come! Acaba comigo enquanto minha empregada chupa meu cu!
Era um festival de pele, suor, gritos abafados, sexo sem regras. Julián gozou dentro da sua mulher, enquanto Camila continuava lambendo-a como uma puta no cio. Depois, trocaram: a esposa enfiou um dildo na Camila, enquanto Julián a comia pela boca de novo.
Gozaram uma vez e outra. Sobre a cama, no chão, na parede. Até ficarem os três destruídos, ofegantes, abraçados numa mistura de corpos molhados e cheiro de sexo.
Victoria sorriu, satisfeita.
—Acho que vamos precisar que a Camila more com a gente.
Camila riu, exausta.
—Eu só vim limpar… mas agora me sujo com gosto.
Julián abraçou as duas, sem acreditar no que tinha acontecido. Mas ele sabia de uma coisa:
não existia final mais perfeito do que aquele.empregada


cogida

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