Sempre que tenho um tempo livre, dou uma passada no cinema pornô de Mendoza à tarde. Às vezes só procurando alguém pra me chupar, outras vezes buscando algo a mais.
Num verão de calor infernal, entrei pra me refrescar e passar o tempo até meu próximo cliente do trabalho. Só queria matar tempo e, quem sabe, um boquete, já que na noite anterior minha esposa tinha me deixado na mão.
Dentro da sala, sentei numa cadeira e comecei a ver o filme enquanto me masturbava devagar. O lugar tava bem movimentado, com gente entrando e saindo do banheiro e dos reservados.
Depois de um tempo, fui pro quarto escuro. Mal entrei, já tirei meu pau pra fora e fui até o fundo, procurando alguém pra me chupar. Tinha bastante gente, dava pra ouvir gemidos de quem tava transando e o som de uma boca chupando um pau.
Passei do lado de várias pessoas com o pau pra fora, mas só me tocaram de passagem. Um me masturbou um pouco e ainda ofereceu o cu, mas não era o que eu queria. Então voltei pra sala.
Ia assistir ao filme mais um pouco e depois ir pro outro reservado, perto do banheiro, onde tem uns boxes.
Justo quando ia levantar da cadeira, a cortina da entrada se abriu e entrou um cara bem novinho, não devia ter mais de 20 anos. Cabelo loiro meio comprido, mochila nas costas. Andando bem afeminado e rápido, foi direto pro banheiro.
Ficou um bom tempo lá e saiu vestido com um vestidinho branco minúsculo, saia bem curta. Tava uma verdadeira "nenê", pelo jeito que se vestiu e andava.
Atravessou toda a sala com uma caminhada sensual e saiu.
Depois de um tempo, voltou pra sala sem a mochila e com uns fones de ouvido brancos enormes. Parou num canto e ficou assistindo ao filme, Ã s vezes dava pra ouvir ele cantar baixinho.
Nos olhamos algumas vezes enquanto eu me masturbava, e ele baixava o olhar.
Passado um tempo, ele atravessou a sala... Salão, esvoaçando a saia com sua bunda empinada, e foi direto para o quartinho escuro. Justo quando eu estava prestes a segui-lo, ele saiu e foi ao banheiro. Ficou só alguns segundos no banheiro e voltou para o quartinho escuro. Esperei um bom tempo e fui até o quartinho escuro para ver qual era a do cara do vestidinho ou se conseguia a chupada que estava procurando. Ao entrar no quarto, apesar da escuridão, pelo vestido branco dele, pude vê-lo em pé, encostado na parede, perto de um canto, sozinho. Passei ao lado dele e parei perto, justo quando eu estava prestes a me aproximar, alguém agarrou meu volume e se ajoelhou na minha frente, tirou minha cock e começou a chupar bem devagar. Enquanto eu observava como o cara continuava em pé sozinho e quando alguém se aproximava dele, ele se afastava mais para o canto. Quem estava me chupando fazia muito bem, a ponto de em pouco tempo encher sua boca de porra enquanto massageava minhas bolas. Enquanto me limpava até a última gota, eu continuava olhando para o cara que, baixinho, dava para ouvir cantar à s vezes. Já tinha conseguido o que procurava, então ia embora, mas havia algo naquele cara que me excitava e me intrigava. Foi assim que me aproximei ao lado dele e pude sentir o perfume gostoso de mulher que ele estava usando. Ele reagiu como com as outras pessoas que ficaram ao lado dele, se afastando. Mas desta vez não pôde fazer muito porque já estava ao lado do canto e atrás da porta de entrada do quartinho. Então ele estava meio encurralado por mim e pela porta, e só as paredes do canto atrás dele. Ele ficou parado e balançava o corpo no ritmo do que, suponho, estava ouvindo. Me mexi um pouco mais para o lado dele e ele não teve outra opção a não ser ficar quieto. Então estiquei minha mão e enfiei por baixo da saia e comecei a tocar sua bunda macia. Ele ficou quieto enquanto eu percorria sua nádega com minha mão. Ele continuava ouvindo sua música e cantando à s vezes enquanto eu percorria toda sua bunda e apertava sua nádega. Me afastei um pouco... um pouco mais perto dele e apoiei meu pau na pele da sua perna enquanto enfiava meus dedos por baixo do que imagino ser uma calcinha fio-dental. Depois que puxei bem a calcinha, enfiei dois dedos e comecei a tocar seu ânus. Dava pra sentir a respiração acelerada dele enquanto ele continuava ouvindo música, com o olhar perdido à frente. De repente, ele só fez um movimento abrindo um pouco mais as pernas. Ele continuou paradinho enquanto eu esfregava sua bunda com meus dedos e pressionava meu corpo contra o dele. Eu o mantinha apertado de lado com meu corpo e meus dedos na sua bunda. Meu pau continuava esfregando na perna dele enquanto eu começava a enfiar um dedo no seu cu. Nesse momento, ele arqueou as costas, empinando a bunda pra trás, fazendo meu dedo entrar mais fundo. Com esse movimento, ficou mais fácil eu enfiar outro dedo e começar a meter no seu cu com dois dedos. Às vezes eu tirava os dedos do cu e apertava suas nádegas duras de pele bem macia. No momento em que tentei enfiar o terceiro dedo no seu cu, peguei uma mão dele e levei até meu pau. Ele envolveu com os dedos, mas não fazia nada. Então falei pra ele: "me bate uma punheta". Não sei se ele ouviu com os fones, mas com minha mão por cima da dele, eu mostrava como fazer, e com a outra mão, enfiei pela frente pra tocar no pau dele. Ele fez um movimento brusco, saiu do canto, enquanto arrumava a calcinha e rapidamente foi pra sala. Fiquei parado com o pau pingando, de tão duro que estava. Caminhei até onde sentia que tinha um casal transando. Fiquei na frente de quem estava fodendo e, sem perder tempo, ele pegou meu pau, começou a bater uma e enfiou na boca, agachando-se pra frente. Dava pra sentir com meu pau na boca dele as batidas cada vez que ele enfiava o pau até o fundo. Não demorou muito pra eu gozar e fui pra sala ver o que tinha acontecido com o garoto de vestidinho. Fui ao banheiro e ao outro reservado e não o encontrei. Aparentemente, ele tinha ido embora. O cara me deixou com muitas perguntas. sobre qual era a dele, mas também ficando excitado com a bunda perfeita dele. Fiquei mais um pouco e depois fui embora. Passaram alguns meses e nas vezes que voltei ao cinema nunca mais vi o cara, até que um sábado quando o cinema estava lotado, eu estava nas cabines com uma travesti magrinha bem bonita. Estávamos nos beijando enquanto fazÃamos uma punheta cruzada, quando de repente vejo o cara saindo do banheiro de novo, com o vestidinho branco e os fones de ouvido. Naquele momento, a travesti se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Justo quando eu estava quase gozando, tirei o pau da boca dela e disse que faria mais tarde, subi a calça e fui para a sala principal, deixando a travesti. Uma vez na sala, procurei para ver se o cara estava e não o vi. Então fui para o quartinho escuro, que estava bem cheio, dava para sentir vários casais transando. Depois que me enfiei, vi o cara de novo, parado no mesmo lugar da outra vez. Ele estava cercado por alguns velhos que estavam se masturbando na frente dele. Me enfiei entre os velhos e fiquei ao lado dele. De novo ele se moveu e ficou no canto atrás da porta. Ele continuava ouvindo música. O perfume marcante dele me deixou mais excitado e, de novo, enfiei a mão por baixo da saia e comecei a tocar toda a bunda dele. Ele continuou parado, mas eu sentia que ele empinava um pouco a bunda para trás. Então subo um pouco a mão até a cintura, seguro ele com força e viro ele de frente para a parede. Ficando de costas para mim. Já mais confortável, com as duas mãos percorri toda a bunda e a cintura dele. Então pego a calcinha e puxo bem para o lado, molho bem os dedos e passo saliva na bunda dele. Com minhas pernas, abro as pernas dele e não parava de passar saliva no cu dele. Ele continuava parado, olhando para a parede, ouvindo música. Chegou um momento em que comecei a enfiar o dedo no cu dele e, no final, já tinha três dedos lá dentro. Não queria que ele se assustasse como da outra vez, então com cuidado passei minha mão pela frente dele e Apoiei ela na pélvis e mandei ela jogar a bunda pra trás. Com a outra mão, tirei meu pau e encostei na fenda do cu dela. Senti que ela fez uma certa força pra trás pra sentir mais. Enquanto isso, peguei uma camisinha e coloquei. Passei mais saliva na bunda dela e encostei a cabeça do pau na porta do cu. AÃ, puxei o fone de ouvido dela e falei: "respira fundo". Quando ela respirou, enfiei de uma vez a cabeça do pau no cu. Ela tentou fugir, acho que de dor, mas não conseguiu se soltar porque eu a segurava contra a parede. Fiquei um tempo parado assim, com a cabeça do meu pau dentro do cu dela. Dava pra sentir uma das pernas dela tremendo, e ela mexia a bunda, mas acho que era de dor, e isso fazia meu pau entrar mais, já que eu continuava empurrando. Depois que enfiei até o fundo, soltei a pressão contra a parede, e ela se inclinou pra frente, jogando a bunda pra trás. Então, segurei ela pela cintura e comecei a meter mais forte. Depois de alguns minutos, ela já estava quicando na minha pica, com aquele cu duro e redondo. Tinha vários caras ao redor batendo punheta. Pra sentir mais o cu dela, agarrei pela frente e desci a mão pela pélvis até chegar no pauzinho dela. Fiquei batendo uma pra ela enquanto metia. Tava toda molhada de lÃquido pré-gozo. Não aguentei muito aquele cu quente e, enquanto apertava ela contra a parede de novo, gozei fundo, com meu pau até o fundo do cu dela. Deixei dentro até começar a amolecer. Quando tirei, ela ajeitou a calcinha, virou e foi embora. Quando saà do reservado, o cara já tinha ido. Depois daquele dia, nunca mais a vi.
Num verão de calor infernal, entrei pra me refrescar e passar o tempo até meu próximo cliente do trabalho. Só queria matar tempo e, quem sabe, um boquete, já que na noite anterior minha esposa tinha me deixado na mão.
Dentro da sala, sentei numa cadeira e comecei a ver o filme enquanto me masturbava devagar. O lugar tava bem movimentado, com gente entrando e saindo do banheiro e dos reservados.
Depois de um tempo, fui pro quarto escuro. Mal entrei, já tirei meu pau pra fora e fui até o fundo, procurando alguém pra me chupar. Tinha bastante gente, dava pra ouvir gemidos de quem tava transando e o som de uma boca chupando um pau.
Passei do lado de várias pessoas com o pau pra fora, mas só me tocaram de passagem. Um me masturbou um pouco e ainda ofereceu o cu, mas não era o que eu queria. Então voltei pra sala.
Ia assistir ao filme mais um pouco e depois ir pro outro reservado, perto do banheiro, onde tem uns boxes.
Justo quando ia levantar da cadeira, a cortina da entrada se abriu e entrou um cara bem novinho, não devia ter mais de 20 anos. Cabelo loiro meio comprido, mochila nas costas. Andando bem afeminado e rápido, foi direto pro banheiro.
Ficou um bom tempo lá e saiu vestido com um vestidinho branco minúsculo, saia bem curta. Tava uma verdadeira "nenê", pelo jeito que se vestiu e andava.
Atravessou toda a sala com uma caminhada sensual e saiu.
Depois de um tempo, voltou pra sala sem a mochila e com uns fones de ouvido brancos enormes. Parou num canto e ficou assistindo ao filme, Ã s vezes dava pra ouvir ele cantar baixinho.
Nos olhamos algumas vezes enquanto eu me masturbava, e ele baixava o olhar.
Passado um tempo, ele atravessou a sala... Salão, esvoaçando a saia com sua bunda empinada, e foi direto para o quartinho escuro. Justo quando eu estava prestes a segui-lo, ele saiu e foi ao banheiro. Ficou só alguns segundos no banheiro e voltou para o quartinho escuro. Esperei um bom tempo e fui até o quartinho escuro para ver qual era a do cara do vestidinho ou se conseguia a chupada que estava procurando. Ao entrar no quarto, apesar da escuridão, pelo vestido branco dele, pude vê-lo em pé, encostado na parede, perto de um canto, sozinho. Passei ao lado dele e parei perto, justo quando eu estava prestes a me aproximar, alguém agarrou meu volume e se ajoelhou na minha frente, tirou minha cock e começou a chupar bem devagar. Enquanto eu observava como o cara continuava em pé sozinho e quando alguém se aproximava dele, ele se afastava mais para o canto. Quem estava me chupando fazia muito bem, a ponto de em pouco tempo encher sua boca de porra enquanto massageava minhas bolas. Enquanto me limpava até a última gota, eu continuava olhando para o cara que, baixinho, dava para ouvir cantar à s vezes. Já tinha conseguido o que procurava, então ia embora, mas havia algo naquele cara que me excitava e me intrigava. Foi assim que me aproximei ao lado dele e pude sentir o perfume gostoso de mulher que ele estava usando. Ele reagiu como com as outras pessoas que ficaram ao lado dele, se afastando. Mas desta vez não pôde fazer muito porque já estava ao lado do canto e atrás da porta de entrada do quartinho. Então ele estava meio encurralado por mim e pela porta, e só as paredes do canto atrás dele. Ele ficou parado e balançava o corpo no ritmo do que, suponho, estava ouvindo. Me mexi um pouco mais para o lado dele e ele não teve outra opção a não ser ficar quieto. Então estiquei minha mão e enfiei por baixo da saia e comecei a tocar sua bunda macia. Ele ficou quieto enquanto eu percorria sua nádega com minha mão. Ele continuava ouvindo sua música e cantando à s vezes enquanto eu percorria toda sua bunda e apertava sua nádega. Me afastei um pouco... um pouco mais perto dele e apoiei meu pau na pele da sua perna enquanto enfiava meus dedos por baixo do que imagino ser uma calcinha fio-dental. Depois que puxei bem a calcinha, enfiei dois dedos e comecei a tocar seu ânus. Dava pra sentir a respiração acelerada dele enquanto ele continuava ouvindo música, com o olhar perdido à frente. De repente, ele só fez um movimento abrindo um pouco mais as pernas. Ele continuou paradinho enquanto eu esfregava sua bunda com meus dedos e pressionava meu corpo contra o dele. Eu o mantinha apertado de lado com meu corpo e meus dedos na sua bunda. Meu pau continuava esfregando na perna dele enquanto eu começava a enfiar um dedo no seu cu. Nesse momento, ele arqueou as costas, empinando a bunda pra trás, fazendo meu dedo entrar mais fundo. Com esse movimento, ficou mais fácil eu enfiar outro dedo e começar a meter no seu cu com dois dedos. Às vezes eu tirava os dedos do cu e apertava suas nádegas duras de pele bem macia. No momento em que tentei enfiar o terceiro dedo no seu cu, peguei uma mão dele e levei até meu pau. Ele envolveu com os dedos, mas não fazia nada. Então falei pra ele: "me bate uma punheta". Não sei se ele ouviu com os fones, mas com minha mão por cima da dele, eu mostrava como fazer, e com a outra mão, enfiei pela frente pra tocar no pau dele. Ele fez um movimento brusco, saiu do canto, enquanto arrumava a calcinha e rapidamente foi pra sala. Fiquei parado com o pau pingando, de tão duro que estava. Caminhei até onde sentia que tinha um casal transando. Fiquei na frente de quem estava fodendo e, sem perder tempo, ele pegou meu pau, começou a bater uma e enfiou na boca, agachando-se pra frente. Dava pra sentir com meu pau na boca dele as batidas cada vez que ele enfiava o pau até o fundo. Não demorou muito pra eu gozar e fui pra sala ver o que tinha acontecido com o garoto de vestidinho. Fui ao banheiro e ao outro reservado e não o encontrei. Aparentemente, ele tinha ido embora. O cara me deixou com muitas perguntas. sobre qual era a dele, mas também ficando excitado com a bunda perfeita dele. Fiquei mais um pouco e depois fui embora. Passaram alguns meses e nas vezes que voltei ao cinema nunca mais vi o cara, até que um sábado quando o cinema estava lotado, eu estava nas cabines com uma travesti magrinha bem bonita. Estávamos nos beijando enquanto fazÃamos uma punheta cruzada, quando de repente vejo o cara saindo do banheiro de novo, com o vestidinho branco e os fones de ouvido. Naquele momento, a travesti se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Justo quando eu estava quase gozando, tirei o pau da boca dela e disse que faria mais tarde, subi a calça e fui para a sala principal, deixando a travesti. Uma vez na sala, procurei para ver se o cara estava e não o vi. Então fui para o quartinho escuro, que estava bem cheio, dava para sentir vários casais transando. Depois que me enfiei, vi o cara de novo, parado no mesmo lugar da outra vez. Ele estava cercado por alguns velhos que estavam se masturbando na frente dele. Me enfiei entre os velhos e fiquei ao lado dele. De novo ele se moveu e ficou no canto atrás da porta. Ele continuava ouvindo música. O perfume marcante dele me deixou mais excitado e, de novo, enfiei a mão por baixo da saia e comecei a tocar toda a bunda dele. Ele continuou parado, mas eu sentia que ele empinava um pouco a bunda para trás. Então subo um pouco a mão até a cintura, seguro ele com força e viro ele de frente para a parede. Ficando de costas para mim. Já mais confortável, com as duas mãos percorri toda a bunda e a cintura dele. Então pego a calcinha e puxo bem para o lado, molho bem os dedos e passo saliva na bunda dele. Com minhas pernas, abro as pernas dele e não parava de passar saliva no cu dele. Ele continuava parado, olhando para a parede, ouvindo música. Chegou um momento em que comecei a enfiar o dedo no cu dele e, no final, já tinha três dedos lá dentro. Não queria que ele se assustasse como da outra vez, então com cuidado passei minha mão pela frente dele e Apoiei ela na pélvis e mandei ela jogar a bunda pra trás. Com a outra mão, tirei meu pau e encostei na fenda do cu dela. Senti que ela fez uma certa força pra trás pra sentir mais. Enquanto isso, peguei uma camisinha e coloquei. Passei mais saliva na bunda dela e encostei a cabeça do pau na porta do cu. AÃ, puxei o fone de ouvido dela e falei: "respira fundo". Quando ela respirou, enfiei de uma vez a cabeça do pau no cu. Ela tentou fugir, acho que de dor, mas não conseguiu se soltar porque eu a segurava contra a parede. Fiquei um tempo parado assim, com a cabeça do meu pau dentro do cu dela. Dava pra sentir uma das pernas dela tremendo, e ela mexia a bunda, mas acho que era de dor, e isso fazia meu pau entrar mais, já que eu continuava empurrando. Depois que enfiei até o fundo, soltei a pressão contra a parede, e ela se inclinou pra frente, jogando a bunda pra trás. Então, segurei ela pela cintura e comecei a meter mais forte. Depois de alguns minutos, ela já estava quicando na minha pica, com aquele cu duro e redondo. Tinha vários caras ao redor batendo punheta. Pra sentir mais o cu dela, agarrei pela frente e desci a mão pela pélvis até chegar no pauzinho dela. Fiquei batendo uma pra ela enquanto metia. Tava toda molhada de lÃquido pré-gozo. Não aguentei muito aquele cu quente e, enquanto apertava ela contra a parede de novo, gozei fundo, com meu pau até o fundo do cu dela. Deixei dentro até começar a amolecer. Quando tirei, ela ajeitou a calcinha, virou e foi embora. Quando saà do reservado, o cara já tinha ido. Depois daquele dia, nunca mais a vi.
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