Quando cheguei em casa, entramos e cada um foi pro seu quarto, como eu tava dizendo, eu tava morta de cansada, só queria dormir. Então troquei de roupa, coloquei um shorts curtinho de algodão bem confortável pra dormir e um top de alcinhas. Me acomodei na cama já com tudo apagado, e foi justo nesse momento que comecei a lembrar do que tinha acontecido na festa, de como eu tava nervosa por causa dos meus pais e tudo que rolou com as bebidas e a comida. Lembro que tava com isso na cabeça quando do nada chegaram várias mensagens no meu celular de uma vez. Na real, eu não ia olhar, mas a curiosidade falou mais alto.
Eram mensagens do meu avô. Não sabia por que eram ou o que tava acontecendo. Pensei em não abrir, tinha a desculpa de que tinha dormido de tanto cansaço, mas elas não paravam de chegar e ele começou a ligar. Aí pensei que podia ser uma emergência e acabei abrindo as mensagens.
Ele dizia que tava fora de casa, que tinha visto a gente chegar fazia pouco e queria me ver, pra eu sair. Falou que era rapidinho, que meus pais nem iam perceber porque tavam bebados. Enquanto lia as mensagens, ele me ligou e eu atendi sem querer, por engano. Aí não me restou outra alternativa a não ser responder.
— Oi, vô, o que foi? Tudo bem?...
— "Sim, gatita, sai um cadinho com seu avô, vem, vamos dar uma voltinha"...
— Mas, vô, já troquei de roupa e meus pais tão aí, e se eles escutam? Vai ser uma confusão depois, ou quando eu voltar?...
— "Não acontece nada, gatita, anda logo, sai, não precisa trocar, sai como estiver. Tô com a caminhonete na porta da sua casa, anda, não seja desobediente".
Dito isso, ele desligou. Eu não sabia o que fazer, se devia sair ou não, mas ele tava lá fora e tava me pedindo. Então abri a porta do meu quarto pra ver se ouvia algum barulho. Tudo parecia apagado e não dava pra ouvir nada. Aí caminhei bem devagar até chegar na porta, abri o mais lento que pude e saí. Ao fechar a porta, vejo meu avô parado no portãozinho da rua pra casa, abrindo pra eu sair.
Oi. Vô, o que foi, por que você queria que eu saísse, tá tudo bem??... "Claro que sim, minha gatinha, dá um alô pra mim". Ele me segura pela cintura e me puxa contra o corpo dele, se inclinando para me dar um beijo longo na boca, enquanto uma das mãos dele desliza em direção à minha bunda pequena, mas ele mete a mão dentro do elástico do meu short apertando minha nádega enquanto não parava de devorar minha boca.
Ai não, não, aqui não, e se algum vizinho vê, não não faça isso por favor, eu peço toda envergonhada e nervosa com a situação e com a ousadia dele. Calma, gatinha, todos esses filhos da puta estão bêbados ou dormindo, você fica tranquila, vem sobe na caminhonete, vamos dar uma volta, coração, ele me dizia alto e sem disfarçar, pois já estava meio bêbado então estava escandaloso, então pra evitar que ele continuasse fazendo barulho eu preferi subir antes que ele acorde todo mundo.
Ele começou a dirigir e me disse que no chão tinha uma sacola branca de supermercado, que eu pegasse e pusesse que ele tinha trazido, eu abro e vejo que tem uns saltos altos pretos de verniz, com o salto bem alto tipo agulha, uma tiara com orelhas e chifrinhos de vaquinha, e algo que parecia um biquíni mas faltava a parte do meio, ou seja, era como só um top de onde saíam duas tirinhas finas pra baixo que formava uma calcinha fio dental, era com manchas de vaquinha assim como umas meias com manchas de vaca, tinha ainda uma espécie de bola com duas cordas nas laterais e uma daquelas coisas que você tapa os olhos pra poder dormir que também tinha manchinhas de vaca, tudo era estilo vaquinha branca com manchas pretas...
Eu estava chocada com tudo aquilo, meu coração batia forte, tinha uma mistura de sentimentos, entre empolgação e nervosismo, mas não disse nada, nem tentei perguntar ou falar, não sei por quê, só virei pra olhar pra ele surpresa mas ele só olhava a estrada, então sem dizer mais nada, tirei a roupa que estava usando e comecei a me vestir com tudo que ele tinha me dado, depois de alguns minutos eu disse que estava pronta, e foi aí que ele estacionou na beira da ele parou o carro na estrada e me disse "vamos, quero ver você, desce". ele saiu do lado dele e caminhou até minha porta, abriu e eu desci do carro.
desci com muito cuidado pra não cair e ele me ajudou com a mão... só via que ele me olhava com os olhos arregalados, me vendo de cima a baixo... sem dizer nada, pegou minha bunda e começou a me beijar e apalpar toda minha bunda e meu corpo... aí me solta e me diz... "ah, gatita, você tá bem putinha assim, acho que agora você vai ser a bezerrinha, olha só pra você, uma vaquinha que adora porra, agora vou te dar sua porra, sobe".
voltamos pro carro, mas antes de arrancar ele abriu a calça deixando o pau pra fora, e só fez um sinal com os olhos, me olhou e baixou o olhar pro pau dele. eu, sem dizer nada, me inclinei, subi meus joelhos no banco de modo que meu rosto estava engolindo o pau dele e minha bunda estava levantada apontando pra janela...
dessa vez ele não demorou, em poucos minutos ele disse "engole sua porra, bezerrinha", seguido de três jatos grossos de porra acertando minha garganta. eu tentava engolir tudo, mas sentia que escorria pelos cantos da minha boca, me engasgava porque o pau dele ainda estava na minha boca, chegando na minha garganta, mas no final consegui engolir toda a porra e quase nada vazou.
"vamos, putinha, abre a boca, muito bem, putinha linda, engoliu tudo". eu só balançava a cabeça afirmando enquanto recuperava o fôlego. aí ele estaciona na beira da estrada e me diz "agora é hora de você colocar o resto, bezerrinha". então pega a bolinha com as fitas e me pede pra abrir a boca e colocar. era meio grande, então minha boca ficou bem aberta, e ele amarrou atrás da minha cabeça. eu sentia minha saliva escorrendo pela borda da bola e pelos meus lábios, não conseguia falar nem um pouco. e então colocou nos meus olhos algo parecido com aquelas máscaras que as pessoas usam pra dormir, só que essa também amarrou atrás da minha cabeça. já não podia nem falar nem ver. aí sinto ele colocando uma coleira no meu pescoço e sinto que coloca uma corrente de metal... Colar, eu sei porque quando ele soltou senti o metal frio no meu corpo. Dirigiu um pouco mais, talvez uns 10 minutos, senti que saímos da estrada principal e entramos numa estrada de terra. Poucos minutos depois, paramos. Ele desliga a caminhonete e já me pede para esperar ali.
Eu queria ver onde estávamos, estava curiosa para saber, mas me segurei para não tirar a venda. Nisso, ouço a porta abrindo e meu avô diz: "Vamos, coração, vem descer com cuidado". Sinto a mão dele pegando a minha e ele me ajuda a descer. Aí ele me diz: "Eu te levo, putinha". Sinto então um puxão na corrente e ele me leva para frente. Eu, sem ver nada, ando devagarinho tentando seguir os puxões que ele dava. Em vários momentos, ele pega minha mão para subir e descer desníveis no chão... Ouço uma porta abrindo e entramos ao mesmo tempo que ela se fecha...
Meu avô me pede para colocar as mãos nas costas, e eu obedeço. Sinto ele colocando algo como algemas... Imediatamente ouço a porta abrir de novo e fechar...
Logo em seguida, sinto um forte tapa nas minhas nádegas, que me fez querer gritar, mas não pude por causa da bola na minha boca. Senti um segundo tapa, um terceiro e um quarto. Tentava me mexer, mas não conseguia, não via nada. Uma mão me empurra e caio sobre uma cama. Sinto as mãos levantando minhas pernas, ficando de quatro com o rosto na cama e os pés no chão, fazendo minha bunda ficar no ar...
Sinto um rosto se enfiando entre minhas nádegas, sentia a respiração e o hálito no meu cuzinho enquanto começavam a lamber minha buceta e meu cuzinho, com muita vontade. Aí ele afasta a cabeça das minhas nádegas e sinto ele abrindo minhas nádegas com as duas mãos. Começo a sentir um pau esfregando na minha buceta bem devagar, passando na minha frestinha. Aí sinto outro tapa forte que quase me derruba. Seguram meus quadris com força e sinto aquele pau entrar de uma vez na minha buceta. Ele empurrava com força e parecia grosso, Não muito longa, mas bem grossa, eu sentia ela entrando e saindo, comecei a sentir prazer quando de repente levei um tapa forte, mas agora não era a mão, era algum objeto, talvez um cinto ou uma corda... doeu muito, mas as enfiadas e tiradas do pau faziam a dor passar rápido. De repente, outro tapa forte, doeu igual, mas a dor também passou rápido. Foi assim por uns 10 minutos, minhas nádegas já estavam todas inchadas, mas agora a cada tapa eu começava a sentir um orgasmo intenso, sentia como se fosse explodir, não entendia por que não doía mais tanto, talvez de tão inchadas que minhas bundinhas estavam, eu já não sentia a dor, não sabia o que estava acontecendo...
Não vou mentir, tive vários orgasmos enquanto era maltratada, até que senti ele começar a gozar dentro de mim e empurrar forte contra meu corpo, quase me derrubando, e enquanto ele gozava, começou a me dar tapas de novo, mas agora com as mãos, sentia um tapa atrás do outro com as duas mãos em cada nádega... doía, mas eu não conseguia gritar, só fazia uns barulhos que pareciam gemidos por causa da bolinha na minha boca.
Ele se afastou de mim poucos segundos depois de terminar, senti o pau dele ficando menor e mais fino, até que saiu...
Aí sinto um empurrão de lado e caio na cama de ladinho, sinto ele me pegar nos braços e me mover, me acomodando na cama de barriga para cima, ele faz eu manter meus pés para trás, como se levasse meus joelhos até meus ombros. Enquanto isso, ele lambe meu cuzinho... aí sinto algo esfregando nele, uma bolinha fria, e sinto ele empurrando devagarzinho no meu buraquinho, até que entra toda, só sinto a bolinha dentro e algo como um fio pendurado nela... depois sinto outra um pouco maior, mas agora ele está empurrando na minha buceta até que entra com muita facilidade, também parece ter algo pendurado nela...
Ouço passos no quarto como se ele estivesse se afastando e abrindo uma mochila, seguido de um barulho, aquele barulho... era como quando você tira a fita adesiva transparente daquela de vedar caixas, ele se aproxima de mim e sinto como se ele colocasse a fita sobre minha buceta, põe um pedaço e depois corta outro e vai colocando assim várias vezes…
Começa a me despir, a tirar o traje que eu usava, fico só de salto alto e meia.
Depois, um silêncio, não ouvia nada até que, de repente, o que ele tinha enfiado em mim começou a vibrar muito forte, sentia as vibrações dentro do meu cuzinho e minha xota… sentia tanto, não aguentei mais e em poucos segundos tive um orgasmo intenso. Nisso, sinto a velocidade aumentar um pouco em ambos, só queria gemer, sentia prazer demais, quando de repente senti algo quente caindo sobre mim, mas era muito quente, caía sobre meus mamilos, doeu tanto que me contorci toda, mas não conseguia parar de sentir prazer por causa dos dois vibradores que tinha dentro. Continuei sentindo aquele líquido super quente caindo sobre mim, e comecei a sentir o cheiro e entendi que era cera de vela — ele tinha uma vela e estava derramando a cera no meu corpo. Depois de encher meus seios de cera, começou a descer pelo meu abdômen, minha cintura e quadril foram banhadas com cera quente, assim até chegar na minha vagina, onde passou um tempão derramando sobre minhas coxas e tudo em volta da minha buceta. Por sorte, ele tinha colocado a fita, o que diminuiu bastante a sensação de calor. Quando derramava direto na minha xota, doía, queimava, mas assim como as palmadas, comecei a ter orgasmos junto com a dor da cera e as vibrações — já não distinguia mais as sensações, só gozava e gozava.
Ele me virou de costas e continuou me banhando na cera quente, deixava cair sobre minhas nádegas, as separava para que meu cuzinho ficasse cheio de cera.
Sentia que não aguentava mais, morrendo de cansaço da festa e da dança, e de tanto orgasmo que já tinha tido, sentia minhas coxas tremendo. De repente, parei de sentir a cera, e os vibradores pararam de vibrar. Ouvi ele sair do quarto e não havia mais ruído, continuei deitada e quase adormeci. quando de repente sinto o brinquedo sendo arrancado de uma vez da minha bunda minúscula, o que doeu um pouco e me acordou, sinto que colocam um líquido na minha bunda minúscula e massageiam sobre ela, até que sinto o pau de novo esfregando na minha bunda minúscula, quando então enfiam de uma vez e começam a me comer ao mesmo tempo que o vibrador na minha buceta começa a funcionar, mas mais rápido, eu só gemía como podia, sentia todo o meu rosto cheio de baba escorrendo pelos cantos da minha boca.
Queria pedir piedade mas não conseguia, só fazia barulho com a boca, com o que ganhei novamente algumas palmadas na minha bunda já dolorida, depois de um bom tempo arrebentando minha bunda minúscula, ele puxa de uma vez e sinto que me pegam pelo pescoço e peito e me fazem levantar, me levavam quase empurrando, mal conseguia andar os saltos eram muito altos, entramos em outro cômodo, e com as mãos me empurrando pelos ombros me fizeram ajoelhar e depois deitar de costas no chão frio quando de repente sinto um cheiro forte e morno, essa pessoa estava urinando no meu rosto, não conseguia fechar a boca por causa da bolinha, sentia molhar todo o meu rosto, meu cabelo, depois passou e molhou meus seios e depois minhas pernas e entre as pernas, assim até terminar, me levanto e desatam minhas mãos das costas, mas só para amarrá-las novamente agora na frente.
Sinto que passa uma corda entre minhas mãos e as algemas, como ele enrola em volta dos meus pulsos, quando de repente sinto um puxão na corda e minhas mãos ficaram para cima puxadas pela corda, não conseguia baixá-las nem movê-las, estava completamente em pé com dificuldade, nisso ouço que saem do cômodo.
Não sei quanto tempo passou, mas sentia que foi muito, estava cansada, queria sentar, já não sentia completamente os braços, sentia medo e não sabia que horas eram, pensava nos meus pais que acordariam logo e morria de sede, muita sede.
Passou ainda mais um tempo, até que ouço alguém entrar de novo onde estou, nisso sinto que me soltam a bolinha da minha boca e a tiram sem remover e a primeira coisa que consigo dizer é água por favor, colocam a bolinha de volta e saem, poucos segundos depois entram de novo mas ouço o barulho como quando alguém urina num plástico, e digo urina porque era assim que soava e cheirava, nisso soltam a bolinha de novo e começam a me dar de beber de uma garrafa mas não era água era a urina dessa pessoa, então mesmo com nojo, acabei bebendo como se fosse a água mais gostosa do mundo já que estava morrendo de sede, acabei com toda a garrafa depois que terminei a garrafa ouço como abrem uma garrafa e a aproximam de mim e era água normal e gelada, senti deliciosa e voltei a tomar mais mas já estava satisfeita mas não paravam de inclinar a garrafa então tinha que continuar bebendo para poder respirar, assim e de novo outra garrafa onde fizeram o mesmo comigo, ao terminá-la colocaram a bolinha novamente na minha boca.
Sinto como se coloca atrás de mim, e me pega pela cintura enquanto com a outra mão levanta uma das minhas pernas, enquanto sinto como esfrega seu pau na minha bunda minúscula, até que mete de novo, me fodia com muita força, entrava toda e saía toda, só para voltar a enfiar de uma vez, eu já não aguentava mais, até que sinto como vai gozando na minha bunda, ao terminar de gozar, tira seu pau, mas sinto como coloca sua mão na minha bunda minúscula, depois de alguns minutos a retira, sinto como me tira a bolinha e mete sua mão na minha boca, enfiando quase toda sua mão, esfregando na minha língua, e aí entendi que tinha tirado todo o sêmen que deixou na minha bunda minúscula com a mão e estava me dando para comer.
Tirou sua mão e antes que pudesse dizer algo, colocou a bolinha de novo e foram embora de novo.
Já estava assustada já tinha passado mais tempo, e agora comecei a ouvir o barulho dos pássaros e outros ruídos que indicam que está amanhecendo ou já amanheceu, por isso me desesperei muito, tentei me soltar ou puxar a corda, mas não conseguia e Não tinha forças, só comecei a chorar.
Depois de um tempo, sem nem saber que horas eram, uma vontade enorme de fazer xixi me invadiu. Não dava mais para segurar, então tive que urinar em pé mesmo. Senti o mijo escorrendo pelas minhas pernas e, logo que terminei, algumas lágrimas voltaram a sair dos meus olhos. Foi nesse momento que senti um tapa forte na minha bunda. O estranho é que não ouvi ninguém entrar — ou seja, ele estava me observando o tempo todo. De repente, os tapas começaram a vir um atrás do outro. Ardia muito, eu só me contorcia e tentava me cobrir com as pernas, mas era impossível. Depois de alguns minutos, os tapas pararam.
Ouvi o barulho de baldes sendo colocados no chão e, poucos segundos depois, senti um monte de água gelada caindo sobre mim. Jogaram em mim com o balde, uma vez, depois outra e mais uma. Estava tremendo de frio e de medo, quando senti alguém se aproximar e começar a me secar com uma toalha. Em seguida, beijaram meus peitos, meu abdômen, depois minhas costas e nádegas. Senti as mãos percorrerem minhas coxas até chegarem à minha virilha, onde, com um puxão, arrancaram a fita que ainda estava grudada ao lado da minha buceta. Tiraram os brinquedos do meu cuzinho apertado e da minha buceta, e senti ele enfiando o pau novamente. Me pegou ali em pé, amarrada no teto, começou a meter com muita força e rapidez. Aí, ele tirou da minha buceta só para enfiar de uma vez no meu cuzinho, onde, depois de alguns minutos, tirou para meter na minha buceta de novo e acabou enchendo ela de porra.
Enquanto ele gozava, senti ele me abraçar, segurando meus peitos e apertando com força enquanto beijava meu pescoço. Depois de alguns minutos, ele se afastou e ouvi de novo um barulho de sacolas plásticas. Senti ele começar a separar minhas nádegas com uma mão e esfregar algo contra meu cuzinho. Pouco a pouco, foi enfiando. Não sei o que era, mas parecia muito grosso e grande. Ele foi empurrando devagar até conseguir meter tudo. Ardia um pouco pelo tamanho, depois… Sinto algo semelhante começando a enfiar na minha buceta, enquanto com a outra mão ele segura minha bunda, já que meu corpo tentava empurrá-lo para fora.
Quando consegue enfiar bem os dois, ele levanta uma das minhas pernas, depois a outra e coloca o que eu sentia como uma calcinha que ficava muito apertada, colocada para evitar que o que ele tinha enfiado em mim saísse do meu corpo.
Depois de me deixar assim por vários minutos, sinto minhas mãos sendo soltas, e foi um alívio, senti o sangue fluindo de novo, até uma espécie de cãibra senti nelas.
Me pegaram pelo colar e me puxaram para outro cômodo, onde me fizeram andar em volta da sala, enquanto puxavam a corrente. Senti muito, pois ao caminhar sentia aquelas duas coisas que enfiaram em mim se apertando uma contra a outra, o que produzia prazer, mas também dor. Me mantiveram assim por um tempo, eu já não aguentava mais, queria suplicar, mas não conseguia falar, até que pararam e desataram minhas mãos, mas só para amarrá-las novamente nas minhas costas. Dessa vez, também amarraram minhas duas pernas, e delas passaram uma corda para o meu pescoço. Então, se eu movia a cabeça, minhas pernas eram puxadas, e se tentava esticar minhas pernas, meu pescoço era puxado. Assim, não conseguia me mexer, fiquei em posição fetal. Novamente, me deitaram na cama... ouço a porta abrindo e fechando.
Eram mensagens do meu avô. Não sabia por que eram ou o que tava acontecendo. Pensei em não abrir, tinha a desculpa de que tinha dormido de tanto cansaço, mas elas não paravam de chegar e ele começou a ligar. Aí pensei que podia ser uma emergência e acabei abrindo as mensagens.
Ele dizia que tava fora de casa, que tinha visto a gente chegar fazia pouco e queria me ver, pra eu sair. Falou que era rapidinho, que meus pais nem iam perceber porque tavam bebados. Enquanto lia as mensagens, ele me ligou e eu atendi sem querer, por engano. Aí não me restou outra alternativa a não ser responder.
— Oi, vô, o que foi? Tudo bem?...
— "Sim, gatita, sai um cadinho com seu avô, vem, vamos dar uma voltinha"...
— Mas, vô, já troquei de roupa e meus pais tão aí, e se eles escutam? Vai ser uma confusão depois, ou quando eu voltar?...
— "Não acontece nada, gatita, anda logo, sai, não precisa trocar, sai como estiver. Tô com a caminhonete na porta da sua casa, anda, não seja desobediente".
Dito isso, ele desligou. Eu não sabia o que fazer, se devia sair ou não, mas ele tava lá fora e tava me pedindo. Então abri a porta do meu quarto pra ver se ouvia algum barulho. Tudo parecia apagado e não dava pra ouvir nada. Aí caminhei bem devagar até chegar na porta, abri o mais lento que pude e saí. Ao fechar a porta, vejo meu avô parado no portãozinho da rua pra casa, abrindo pra eu sair.
Oi. Vô, o que foi, por que você queria que eu saísse, tá tudo bem??... "Claro que sim, minha gatinha, dá um alô pra mim". Ele me segura pela cintura e me puxa contra o corpo dele, se inclinando para me dar um beijo longo na boca, enquanto uma das mãos dele desliza em direção à minha bunda pequena, mas ele mete a mão dentro do elástico do meu short apertando minha nádega enquanto não parava de devorar minha boca.
Ai não, não, aqui não, e se algum vizinho vê, não não faça isso por favor, eu peço toda envergonhada e nervosa com a situação e com a ousadia dele. Calma, gatinha, todos esses filhos da puta estão bêbados ou dormindo, você fica tranquila, vem sobe na caminhonete, vamos dar uma volta, coração, ele me dizia alto e sem disfarçar, pois já estava meio bêbado então estava escandaloso, então pra evitar que ele continuasse fazendo barulho eu preferi subir antes que ele acorde todo mundo.
Ele começou a dirigir e me disse que no chão tinha uma sacola branca de supermercado, que eu pegasse e pusesse que ele tinha trazido, eu abro e vejo que tem uns saltos altos pretos de verniz, com o salto bem alto tipo agulha, uma tiara com orelhas e chifrinhos de vaquinha, e algo que parecia um biquíni mas faltava a parte do meio, ou seja, era como só um top de onde saíam duas tirinhas finas pra baixo que formava uma calcinha fio dental, era com manchas de vaquinha assim como umas meias com manchas de vaca, tinha ainda uma espécie de bola com duas cordas nas laterais e uma daquelas coisas que você tapa os olhos pra poder dormir que também tinha manchinhas de vaca, tudo era estilo vaquinha branca com manchas pretas...
Eu estava chocada com tudo aquilo, meu coração batia forte, tinha uma mistura de sentimentos, entre empolgação e nervosismo, mas não disse nada, nem tentei perguntar ou falar, não sei por quê, só virei pra olhar pra ele surpresa mas ele só olhava a estrada, então sem dizer mais nada, tirei a roupa que estava usando e comecei a me vestir com tudo que ele tinha me dado, depois de alguns minutos eu disse que estava pronta, e foi aí que ele estacionou na beira da ele parou o carro na estrada e me disse "vamos, quero ver você, desce". ele saiu do lado dele e caminhou até minha porta, abriu e eu desci do carro.
desci com muito cuidado pra não cair e ele me ajudou com a mão... só via que ele me olhava com os olhos arregalados, me vendo de cima a baixo... sem dizer nada, pegou minha bunda e começou a me beijar e apalpar toda minha bunda e meu corpo... aí me solta e me diz... "ah, gatita, você tá bem putinha assim, acho que agora você vai ser a bezerrinha, olha só pra você, uma vaquinha que adora porra, agora vou te dar sua porra, sobe".
voltamos pro carro, mas antes de arrancar ele abriu a calça deixando o pau pra fora, e só fez um sinal com os olhos, me olhou e baixou o olhar pro pau dele. eu, sem dizer nada, me inclinei, subi meus joelhos no banco de modo que meu rosto estava engolindo o pau dele e minha bunda estava levantada apontando pra janela...
dessa vez ele não demorou, em poucos minutos ele disse "engole sua porra, bezerrinha", seguido de três jatos grossos de porra acertando minha garganta. eu tentava engolir tudo, mas sentia que escorria pelos cantos da minha boca, me engasgava porque o pau dele ainda estava na minha boca, chegando na minha garganta, mas no final consegui engolir toda a porra e quase nada vazou.
"vamos, putinha, abre a boca, muito bem, putinha linda, engoliu tudo". eu só balançava a cabeça afirmando enquanto recuperava o fôlego. aí ele estaciona na beira da estrada e me diz "agora é hora de você colocar o resto, bezerrinha". então pega a bolinha com as fitas e me pede pra abrir a boca e colocar. era meio grande, então minha boca ficou bem aberta, e ele amarrou atrás da minha cabeça. eu sentia minha saliva escorrendo pela borda da bola e pelos meus lábios, não conseguia falar nem um pouco. e então colocou nos meus olhos algo parecido com aquelas máscaras que as pessoas usam pra dormir, só que essa também amarrou atrás da minha cabeça. já não podia nem falar nem ver. aí sinto ele colocando uma coleira no meu pescoço e sinto que coloca uma corrente de metal... Colar, eu sei porque quando ele soltou senti o metal frio no meu corpo. Dirigiu um pouco mais, talvez uns 10 minutos, senti que saímos da estrada principal e entramos numa estrada de terra. Poucos minutos depois, paramos. Ele desliga a caminhonete e já me pede para esperar ali.
Eu queria ver onde estávamos, estava curiosa para saber, mas me segurei para não tirar a venda. Nisso, ouço a porta abrindo e meu avô diz: "Vamos, coração, vem descer com cuidado". Sinto a mão dele pegando a minha e ele me ajuda a descer. Aí ele me diz: "Eu te levo, putinha". Sinto então um puxão na corrente e ele me leva para frente. Eu, sem ver nada, ando devagarinho tentando seguir os puxões que ele dava. Em vários momentos, ele pega minha mão para subir e descer desníveis no chão... Ouço uma porta abrindo e entramos ao mesmo tempo que ela se fecha...
Meu avô me pede para colocar as mãos nas costas, e eu obedeço. Sinto ele colocando algo como algemas... Imediatamente ouço a porta abrir de novo e fechar...
Logo em seguida, sinto um forte tapa nas minhas nádegas, que me fez querer gritar, mas não pude por causa da bola na minha boca. Senti um segundo tapa, um terceiro e um quarto. Tentava me mexer, mas não conseguia, não via nada. Uma mão me empurra e caio sobre uma cama. Sinto as mãos levantando minhas pernas, ficando de quatro com o rosto na cama e os pés no chão, fazendo minha bunda ficar no ar...
Sinto um rosto se enfiando entre minhas nádegas, sentia a respiração e o hálito no meu cuzinho enquanto começavam a lamber minha buceta e meu cuzinho, com muita vontade. Aí ele afasta a cabeça das minhas nádegas e sinto ele abrindo minhas nádegas com as duas mãos. Começo a sentir um pau esfregando na minha buceta bem devagar, passando na minha frestinha. Aí sinto outro tapa forte que quase me derruba. Seguram meus quadris com força e sinto aquele pau entrar de uma vez na minha buceta. Ele empurrava com força e parecia grosso, Não muito longa, mas bem grossa, eu sentia ela entrando e saindo, comecei a sentir prazer quando de repente levei um tapa forte, mas agora não era a mão, era algum objeto, talvez um cinto ou uma corda... doeu muito, mas as enfiadas e tiradas do pau faziam a dor passar rápido. De repente, outro tapa forte, doeu igual, mas a dor também passou rápido. Foi assim por uns 10 minutos, minhas nádegas já estavam todas inchadas, mas agora a cada tapa eu começava a sentir um orgasmo intenso, sentia como se fosse explodir, não entendia por que não doía mais tanto, talvez de tão inchadas que minhas bundinhas estavam, eu já não sentia a dor, não sabia o que estava acontecendo...
Não vou mentir, tive vários orgasmos enquanto era maltratada, até que senti ele começar a gozar dentro de mim e empurrar forte contra meu corpo, quase me derrubando, e enquanto ele gozava, começou a me dar tapas de novo, mas agora com as mãos, sentia um tapa atrás do outro com as duas mãos em cada nádega... doía, mas eu não conseguia gritar, só fazia uns barulhos que pareciam gemidos por causa da bolinha na minha boca.
Ele se afastou de mim poucos segundos depois de terminar, senti o pau dele ficando menor e mais fino, até que saiu...
Aí sinto um empurrão de lado e caio na cama de ladinho, sinto ele me pegar nos braços e me mover, me acomodando na cama de barriga para cima, ele faz eu manter meus pés para trás, como se levasse meus joelhos até meus ombros. Enquanto isso, ele lambe meu cuzinho... aí sinto algo esfregando nele, uma bolinha fria, e sinto ele empurrando devagarzinho no meu buraquinho, até que entra toda, só sinto a bolinha dentro e algo como um fio pendurado nela... depois sinto outra um pouco maior, mas agora ele está empurrando na minha buceta até que entra com muita facilidade, também parece ter algo pendurado nela...
Ouço passos no quarto como se ele estivesse se afastando e abrindo uma mochila, seguido de um barulho, aquele barulho... era como quando você tira a fita adesiva transparente daquela de vedar caixas, ele se aproxima de mim e sinto como se ele colocasse a fita sobre minha buceta, põe um pedaço e depois corta outro e vai colocando assim várias vezes…
Começa a me despir, a tirar o traje que eu usava, fico só de salto alto e meia.
Depois, um silêncio, não ouvia nada até que, de repente, o que ele tinha enfiado em mim começou a vibrar muito forte, sentia as vibrações dentro do meu cuzinho e minha xota… sentia tanto, não aguentei mais e em poucos segundos tive um orgasmo intenso. Nisso, sinto a velocidade aumentar um pouco em ambos, só queria gemer, sentia prazer demais, quando de repente senti algo quente caindo sobre mim, mas era muito quente, caía sobre meus mamilos, doeu tanto que me contorci toda, mas não conseguia parar de sentir prazer por causa dos dois vibradores que tinha dentro. Continuei sentindo aquele líquido super quente caindo sobre mim, e comecei a sentir o cheiro e entendi que era cera de vela — ele tinha uma vela e estava derramando a cera no meu corpo. Depois de encher meus seios de cera, começou a descer pelo meu abdômen, minha cintura e quadril foram banhadas com cera quente, assim até chegar na minha vagina, onde passou um tempão derramando sobre minhas coxas e tudo em volta da minha buceta. Por sorte, ele tinha colocado a fita, o que diminuiu bastante a sensação de calor. Quando derramava direto na minha xota, doía, queimava, mas assim como as palmadas, comecei a ter orgasmos junto com a dor da cera e as vibrações — já não distinguia mais as sensações, só gozava e gozava.
Ele me virou de costas e continuou me banhando na cera quente, deixava cair sobre minhas nádegas, as separava para que meu cuzinho ficasse cheio de cera.
Sentia que não aguentava mais, morrendo de cansaço da festa e da dança, e de tanto orgasmo que já tinha tido, sentia minhas coxas tremendo. De repente, parei de sentir a cera, e os vibradores pararam de vibrar. Ouvi ele sair do quarto e não havia mais ruído, continuei deitada e quase adormeci. quando de repente sinto o brinquedo sendo arrancado de uma vez da minha bunda minúscula, o que doeu um pouco e me acordou, sinto que colocam um líquido na minha bunda minúscula e massageiam sobre ela, até que sinto o pau de novo esfregando na minha bunda minúscula, quando então enfiam de uma vez e começam a me comer ao mesmo tempo que o vibrador na minha buceta começa a funcionar, mas mais rápido, eu só gemía como podia, sentia todo o meu rosto cheio de baba escorrendo pelos cantos da minha boca.
Queria pedir piedade mas não conseguia, só fazia barulho com a boca, com o que ganhei novamente algumas palmadas na minha bunda já dolorida, depois de um bom tempo arrebentando minha bunda minúscula, ele puxa de uma vez e sinto que me pegam pelo pescoço e peito e me fazem levantar, me levavam quase empurrando, mal conseguia andar os saltos eram muito altos, entramos em outro cômodo, e com as mãos me empurrando pelos ombros me fizeram ajoelhar e depois deitar de costas no chão frio quando de repente sinto um cheiro forte e morno, essa pessoa estava urinando no meu rosto, não conseguia fechar a boca por causa da bolinha, sentia molhar todo o meu rosto, meu cabelo, depois passou e molhou meus seios e depois minhas pernas e entre as pernas, assim até terminar, me levanto e desatam minhas mãos das costas, mas só para amarrá-las novamente agora na frente.
Sinto que passa uma corda entre minhas mãos e as algemas, como ele enrola em volta dos meus pulsos, quando de repente sinto um puxão na corda e minhas mãos ficaram para cima puxadas pela corda, não conseguia baixá-las nem movê-las, estava completamente em pé com dificuldade, nisso ouço que saem do cômodo.
Não sei quanto tempo passou, mas sentia que foi muito, estava cansada, queria sentar, já não sentia completamente os braços, sentia medo e não sabia que horas eram, pensava nos meus pais que acordariam logo e morria de sede, muita sede.
Passou ainda mais um tempo, até que ouço alguém entrar de novo onde estou, nisso sinto que me soltam a bolinha da minha boca e a tiram sem remover e a primeira coisa que consigo dizer é água por favor, colocam a bolinha de volta e saem, poucos segundos depois entram de novo mas ouço o barulho como quando alguém urina num plástico, e digo urina porque era assim que soava e cheirava, nisso soltam a bolinha de novo e começam a me dar de beber de uma garrafa mas não era água era a urina dessa pessoa, então mesmo com nojo, acabei bebendo como se fosse a água mais gostosa do mundo já que estava morrendo de sede, acabei com toda a garrafa depois que terminei a garrafa ouço como abrem uma garrafa e a aproximam de mim e era água normal e gelada, senti deliciosa e voltei a tomar mais mas já estava satisfeita mas não paravam de inclinar a garrafa então tinha que continuar bebendo para poder respirar, assim e de novo outra garrafa onde fizeram o mesmo comigo, ao terminá-la colocaram a bolinha novamente na minha boca.
Sinto como se coloca atrás de mim, e me pega pela cintura enquanto com a outra mão levanta uma das minhas pernas, enquanto sinto como esfrega seu pau na minha bunda minúscula, até que mete de novo, me fodia com muita força, entrava toda e saía toda, só para voltar a enfiar de uma vez, eu já não aguentava mais, até que sinto como vai gozando na minha bunda, ao terminar de gozar, tira seu pau, mas sinto como coloca sua mão na minha bunda minúscula, depois de alguns minutos a retira, sinto como me tira a bolinha e mete sua mão na minha boca, enfiando quase toda sua mão, esfregando na minha língua, e aí entendi que tinha tirado todo o sêmen que deixou na minha bunda minúscula com a mão e estava me dando para comer.
Tirou sua mão e antes que pudesse dizer algo, colocou a bolinha de novo e foram embora de novo.
Já estava assustada já tinha passado mais tempo, e agora comecei a ouvir o barulho dos pássaros e outros ruídos que indicam que está amanhecendo ou já amanheceu, por isso me desesperei muito, tentei me soltar ou puxar a corda, mas não conseguia e Não tinha forças, só comecei a chorar.
Depois de um tempo, sem nem saber que horas eram, uma vontade enorme de fazer xixi me invadiu. Não dava mais para segurar, então tive que urinar em pé mesmo. Senti o mijo escorrendo pelas minhas pernas e, logo que terminei, algumas lágrimas voltaram a sair dos meus olhos. Foi nesse momento que senti um tapa forte na minha bunda. O estranho é que não ouvi ninguém entrar — ou seja, ele estava me observando o tempo todo. De repente, os tapas começaram a vir um atrás do outro. Ardia muito, eu só me contorcia e tentava me cobrir com as pernas, mas era impossível. Depois de alguns minutos, os tapas pararam.
Ouvi o barulho de baldes sendo colocados no chão e, poucos segundos depois, senti um monte de água gelada caindo sobre mim. Jogaram em mim com o balde, uma vez, depois outra e mais uma. Estava tremendo de frio e de medo, quando senti alguém se aproximar e começar a me secar com uma toalha. Em seguida, beijaram meus peitos, meu abdômen, depois minhas costas e nádegas. Senti as mãos percorrerem minhas coxas até chegarem à minha virilha, onde, com um puxão, arrancaram a fita que ainda estava grudada ao lado da minha buceta. Tiraram os brinquedos do meu cuzinho apertado e da minha buceta, e senti ele enfiando o pau novamente. Me pegou ali em pé, amarrada no teto, começou a meter com muita força e rapidez. Aí, ele tirou da minha buceta só para enfiar de uma vez no meu cuzinho, onde, depois de alguns minutos, tirou para meter na minha buceta de novo e acabou enchendo ela de porra.
Enquanto ele gozava, senti ele me abraçar, segurando meus peitos e apertando com força enquanto beijava meu pescoço. Depois de alguns minutos, ele se afastou e ouvi de novo um barulho de sacolas plásticas. Senti ele começar a separar minhas nádegas com uma mão e esfregar algo contra meu cuzinho. Pouco a pouco, foi enfiando. Não sei o que era, mas parecia muito grosso e grande. Ele foi empurrando devagar até conseguir meter tudo. Ardia um pouco pelo tamanho, depois… Sinto algo semelhante começando a enfiar na minha buceta, enquanto com a outra mão ele segura minha bunda, já que meu corpo tentava empurrá-lo para fora.
Quando consegue enfiar bem os dois, ele levanta uma das minhas pernas, depois a outra e coloca o que eu sentia como uma calcinha que ficava muito apertada, colocada para evitar que o que ele tinha enfiado em mim saísse do meu corpo.
Depois de me deixar assim por vários minutos, sinto minhas mãos sendo soltas, e foi um alívio, senti o sangue fluindo de novo, até uma espécie de cãibra senti nelas.
Me pegaram pelo colar e me puxaram para outro cômodo, onde me fizeram andar em volta da sala, enquanto puxavam a corrente. Senti muito, pois ao caminhar sentia aquelas duas coisas que enfiaram em mim se apertando uma contra a outra, o que produzia prazer, mas também dor. Me mantiveram assim por um tempo, eu já não aguentava mais, queria suplicar, mas não conseguia falar, até que pararam e desataram minhas mãos, mas só para amarrá-las novamente nas minhas costas. Dessa vez, também amarraram minhas duas pernas, e delas passaram uma corda para o meu pescoço. Então, se eu movia a cabeça, minhas pernas eram puxadas, e se tentava esticar minhas pernas, meu pescoço era puxado. Assim, não conseguia me mexer, fiquei em posição fetal. Novamente, me deitaram na cama... ouço a porta abrindo e fechando.

5 comentários - Chantageada após um assalto em casa