Ao longo da minha vida, sempre deixei a putaria tomar as decisões importantes, ou melhor, todas as decisões. Nenhuma decisão na minha vida foi tomada pela razão, sempre deixei a safadeza me guiar, e assim fui conquistando e ganhando experiências. Entrei pro mundo do crime engravidando a Jesi, sendo nós dois muito novos. Não satisfeito com isso, foi a mesma putaria que me levou a morar no barraco com a minha mina grávida. Depois veio a segunda criança, e como se a safadeza não pudesse te empurrar pra situações mais quentes e ousadas, acabei engravidando minha cunhada. Por causa da putaria, cheguei atrasado no trabalho milhares de vezes por ficar transando com a Jesi, e até perdi o emprego por isso. Por causa da putaria, na quarentena, trancados e curtindo o auxílio, chegou minha primeira filha mulher. Ou seja, por causa da putaria vivi um monte de coisas, e por isso nunca duvidei em nenhum momento de continuar avançando com a Cloe, sendo ela a melhor amiga da namorada do meu filho mais velho. Nem a enorme diferença de idade entre eu e a Cloe conseguiu ser obstáculo pra tanta safadeza. E é que muitos me perguntam como é minha vida no dia a dia. E a resposta é que é uma espécie de caixa de Pandora. Porque, embora a pobreza, a falta de grana faça com que por um lado tenha coisas rotineiras, viver rodeado de minas faz com que você nunca saiba o que vai rolar na manhã seguinte. A vida aqui é uma putaria constante. Pra quem é tarado igual a mim, tem centenas de milhares de situações que te deixam de cabeça quente por dia. Por exemplo, desde pequenas coisas como ver calcinhas fio dental jogadas no chão ou penduradas na torneira do banheiro, até estar transando com a minha mina no mesmo quarto que estava minha cunhada na época, e agora meu filho com a namorada. Tudo sem muito tabu, tudo como se fosse nada. No meio, claro, estão os looks das minas que te deixam louco. Leggings fio dental por todo lado, tops, saias curtas, peitos enormes que mal chegam no limite da raba, decotes que te dão... vontade de meter aí dentro. Com essa parada de que cada dia é uma caixa de Pandora, numa suposta noite tranquila de quinta-feira, meu filho Dylan juntou uns amigos e amigas dele em casa. É normal ele fazer isso, ele puxou bem a mãe na bagunça, então ficam de casa em casa enchendo o saco, bebendo umas, ouvindo música. Tanto eu quanto a Jesi, esse grupo nos ama porque somos de boa, às vezes bebemos com eles e deixamos eles livres pra curtir a vida. A Jesi é tipo mais uma mina do grupo, e comigo eles falam de tudo, zoam, etc. Além disso, várias vezes eles ouviram a gente transando, e desde então nos treatam como ídolos. Tipo, "eles tão pouco se fodendo, transam do mesmo jeito, não importa quem esteja em casa". O único detalhezinho é que nesse grupo tem a Cloe. A putinha tinha vindo pra matar do coração naquela noite. Mal ela passou pela porta do barraco, meus olhos quase pularam fora. Ela colocou um vestidinho preto todo aberto dos dois lados, que deixava ver não só o fio da calcinha fio-dental branca minúscula, mas também, se você visse de lado, uma parte da calcinha que cobria a bucetinha dela. A parte de cima do vestido era um decote, digamos, normal, que mostrava um pouco os peitinhos dela. Só de ver ela, já tava em chamas. Ela me cumprimentou com um beijo no rosto, bem perto da boca, numa atitude claramente provocativa, e encostou sutilmente a cinturinha dela na minha virilha. Me deu um sorriso e foi com as minas preparar os drinks. Eu fiquei de pau duro. Ouvir ela falar me deixava ainda mais excitado, e enquanto eu não conseguia tirar os olhos daquele vestido super aberto, ela contava coisas íntimas como se fosse nada. Abriu o jogo e disse que tava fluindo pra caralho e que tinha deixado a cama encharcada. "Eu molho ela toda pra você, um rio inteiro", foram as palavras dela. Eu tava com o pau duro batendo no moletom sem cueca, tentando disfarçar. A Jesi também tava um fogo, com uma saia bem curtinha, super pelada, e um top branco tipo faixa, sem sutiã. que marcava os peitões dela. Barriga de fora, óbvio. A tanga dela era vermelha, bem pequenininha, e toda vez que sentava ou levantava dava pra ver tudo. Além disso, minha mina tinha um cheiro especial. Um aroma de mulher villera, mistura de fluxo com a porra da noite anterior sem ter tomado banho ainda. Eu ficava de pau duro só de ter ela do meu lado. E a Jesi também não ficava atrás quando falava, soltava na maior cara de pau: "esse aí me engravidou na hora, cada gozada me acertava" ou mandava um "quando eu transo, não tô nem aí pra nada". Enquanto minha cabeça se dividia entre duas gatas, meu pau queria comer as duas. Conforme as horas passavam e a madrugada chegava, meu tesão tava no talo. Elas iam ficar um tempo, mas eu zoando com a Jesi, as horas foram voando. Pra piorar, a Jesi tinha sentado no meu colo, me provocando cada vez mais. Até se mexia um pouco, rebolando a raba pra fazer meu pau explodir de tanto tesão. Lá pras quatro da manhã, enquanto tocava umas cumbias antigas bem altas, a Jesi, na frente de todos os amigos do Dylan, na frente do Dylan e na frente da Cloe, me solta: "vamos trepar, amor". Eu fiquei doido com a frase, e enquanto ela se levantava e me puxava pela mão pro quarto, eu olhei por um segundo pra Cloe. Ela me deu uma cara de puta, mas eu sabia que ela não ia ficar quieta. Entramos no quarto, passando pela cortina que serve de porta, e com todo o tesão e adrenalina de saber que todo mundo tava na sala, a Jesi rapidamente me jogou na cama. Pra piorar, na cama do Dylan. A safada subiu em cima de mim e começamos a nos beijar selvagemente. Ela roçava o pau dela toda na buceta dela nua. Claro que ouvir as risadas e vozes dos amigos do meu filho só nos deixava com mais tesão. E rapidinho, minha mina baixou meu moletom, deixando meu pau duro e ereto na frente dela. Começou a me chupar na cama do nosso filho. Ela se engasgava com o pau. Alternava passar a linguinha na ponta com enfiar ele inteiro até o fundo. Jesi se sentou e eu tirei o top dela pra chupar os peitos e os bicos gostosos. Enquanto minha pika ficava mais e mais dura, ela gemia de prazer. Começamos um 69 com toda a safadeza juntos. A buceta peludinha dela tava toda melada, escorrendo pra caralho, e eu comecei a meter a língua igual um selvagem. Minha mina chupava minha pika até deixar ela prestes a explodir. De repente, dois jatos de meladinha encheram minha boca e minha cara. Grande parte caiu na cama da nossa filha. Não ligamos e, num movimento rápido, minha gostosa já tava em cima de mim cavalgando. Jesi gritava que dava gosto, gemia e berrava igual uma loba no cio. Imagino como esses gritos deviam ecoar e fico mais excitado ainda. No meio dessas cavalgadas, com Jesi gritando sem pudor e a meladinha dela inundando minha pika sem camisinha, é que, olhando por cima do ombro da minha mina, vejo Cloe parada na entrada do quarto. Ela olhava atenta enquanto Jesi me cavalgava, e dava pra ver, mesmo de longe, que ela tava com a respiração ofegante. Cloe sabia que nada que dissesse ia parar a foda, porque Jesi não liga pra absolutamente nada. Acho que ela sentiu que perdeu a batalha, mas não a guerra. Então, já que tava tudo perdido, ela entrou no quarto e, com voz de menina inocente, disse: "ai, desculpa, é que preciso de uma coisa na minha bolsa". Além da mentira, porque ela veio sem bolsa, a situação era quente demais. Jesi, ao ver ela entrar, intensificou a cavalgada. Tipo uma mensagem de malandra entre as minas. Eu, um pobre coitado, não acreditava que tinha uma competição tão grande por mim. (Só pra deixar claro, é mais uma competição entre elas do que por mim, viu?) Mas a safadeza ninguém tira. Cloe meteu a mão na bolsa de uma das gatas, sei lá se pra disfarçar ou pra roubar, enquanto Jesi gritava mais alto e me cavalgava, destruindo minha pika. Eu só fechei os olhos e deixei a situação e a putaria me levarem pra onde fosse. Cloe saiu do quarto com sede de vingança. Jesi acabou gozando jorros e jorros de porra no meu pau sem camisinha. A cama virou um rio, um espetáculo. E eu, como um bom turrão de lei, acabei enchendo a buceta da minha mina de porra. Que gozada. Acho que foi aí que ela engravidou dessa gravidez atual. Foi uma verdadeira loucura. Minha mina levantou e passou o travesseiro da Dylan na buceta dela pra dar uma limpada. Jogou ele em cima da cama molhada. Vestiu a saia, mas sem a calcinha fio dental, e falou: "vamos continuar zuando com os caras".
7 comentários - Vamos foder na cama do filho
Muy buenos