A mesa estava posta. Os três pratos diante deles. O aroma da comida enchendo o ambiente. Tudo parecia normal… exceto pela atmosfera densa e elétrica que se sentia entre aqueles três corpos. Carlos sentou-se numa ponta da mesa, como sempre. Mas desta vez, Júlio não se posicionou no lado oposto. Sentou-se bem ao lado de Valéria, colado nela, tão perto que seus joelhos se roçavam. Valéria, com aquela saia minúscula e o top justo que ele mesmo havia sugerido, acomodou-se ao lado dele com naturalidade. Cruzou as pernas, deixando a saia subir ainda mais, e sorriu como se nada fosse. Carlos tentou se concentrar no prato, mas sua vista inevitavelmente se desviava para eles. No começo, eram apenas olhares cúmplices. Sorrisos. Pequenos toques de braços. Mas depois… a verdadeira provocação começou. Júlio deslizou uma mão por baixo da mesa, fora da visão direta de Carlos. Valéria soltou um leve suspiro, disfarçando enquanto levava o garfo à boca. Carlos franziu a testa. Moveu o olhar para baixo, para as pernas de Valéria. Então notou. A mão de Júlio estava sobre sua virilha, acariciando-a com lentidão, seus dedos subindo e descendo, perigosamente perto da borda da saia minúscula. Valéria segurava o garfo, mastigando com calma, mas suas bochechas avermelhadas, sua respiração acelerada e a mordida nervosa no lábio inferior a entregavam. Carlos apertou o talher, o ciúme ardendo. Mas não conseguiu desviar o olhar. Júlio continuou. Sua mão subiu, seus dedos se infiltrando por baixo da saia, brincando no limite. Valéria conteve um leve gemido, inclinando-se um pouco para frente, como se nada. — A comida está boa? — perguntou Júlio em voz baixa, com aquele sorriso perverso, sem retirar a mão. Valéria assentiu, engolindo em seco, seu rosto ruborizado. — Muito — sussurrou, sem olhar para ele, mas deixando sua perna se abrir sutilmente, dando-lhe mais acesso. Carlos sentia o peito arder, os dentes cerrados, o estômago embrulhado… mas ele não disse nada. Não conseguia. O tesão… a perversão… dominavam ele. A refeição continuou. Os sussurros, as carícias debaixo da mesa… também. E Carlos, preso nessa espiral de ciúmes e desejo, só podia olhar… e aceitar que já não tinha controle sobre nada.
A noite caiu sobre o apartamento, mas o clima já estava carregado há horas por algo muito mais denso que o simples cansaço do dia. Carlos saiu do banho, secando o cabelo, e encontrou Julián e Valéria na sala. A cena falava por si só. Julián, recostado no sofá, com o controle remoto na mão. Valéria, sentada entre suas pernas, seu corpo relaxado, sua minissaia e seu top branco deixando muito pouco à imaginação, seu cabelo solto, os lábios levemente mordidos, a pele arrepiada. O controle… já não era dele. Era de Julián. E Julián sabia disso.
— Prontos para um novo jogo? — perguntou Julián com um sorriso torto, aquele que misturava arrogância e provocação.
Carlos olhou para ele, tenso.
— O que você tem em mente? — perguntou, apesar de tudo, incapaz de recusar, preso na perversão que se respirava no ar.
Julián se inclinou levemente, sua mão acariciando a perna de Valéria com naturalidade.
— É simples. Uma rodada de "verdade ou desafio", mas com uma única regra… — fez uma pausa, seu olhar fixo em Carlos —. Se alguém escolher "desafio", eu decido… e os desafios podem ser… interessantes.
Valéria riu baixinho, mordendo o lábio. Carlos engoliu seco. O estômago deu um nó.
— E se escolhermos "verdade"? — perguntou, sua voz rouca.
Julián sorriu, seu dedo brincando na coxa de Valéria.
— As verdades… também serão desconfortáveis — disse, divertido.
Valéria não protestou. Pelo contrário, concordou com a cabeça, seu corpo claramente à vontade naquele jogo pervertido, seu olhar brilhante, sua atitude provocante… e submissa.
O jogo começou. Os primeiros turnos foram simples, mas Julián logo elevou a temperatura. Quando chegou a vez de Valéria, sem hesitar, ela escolheu "desafio". Julián olhou para ela com aquela mistura de autoridade e perversão que o caracterizava.
— Tira a saia — ordenou, sem titubear.
Carlos ficou tenso. O ar congelou. Valéria sorriu… e obedeceu. Lentamente, deslizou a saia pelos quadris, revelando sua calcinha preta, minúscula, de renda, que mal cobria o necessário. Suas pernas longas, perfeitas, ficaram completamente expostas.
O coração do Carlos batia forte, seu corpo ardendo entre a curiosidade mórbida e o ciúme. Ele sabia que a noite só iria piorar. Ou… ficar ainda mais viciante. O clima na sala estava pesado, denso, quase irrespirável. Valéria, sentada entre as pernas do Julián, só de calcinha e aquele topzinho branco minúsculo, brincava com uma mecha do próprio cabelo, a respiração ofegante, o rosto corado… mas nos olhos dela brilhava aquela centelha perigosa de provocação. Carlos não conseguia desviar o olhar. O jogo continuou. Quando foi a vez do Julián, ele escolheu "verdade", só para esquentar o clima. Carlos, com a voz tensa, perguntou: —Desde quando… você planeja dominar tudo isso? Julián sorriu com tranquilidade, a mão subindo descaradamente pela cintura da Valéria. —Desde que percebi que me deixavam —respondeu, direto, os olhos fixos em Carlos, como se o desafio já não fosse só com a Valéria… mas com ele. O próximo turno foi da Valéria de novo. Ela escolheu "desafio". Julián não hesitou. —Tira o top… —ordenou em voz baixa, quase num sussurro, mas com uma segurança impossível de ignorar. Carlos ficou gelado. Valéria baixou o olhar por um segundo… e depois, sorrindo, obedeceu. Lentamente, deslizou o top pelo corpo, revelando os seios perfeitos, firmes, sem pudor, os mamilos endurecidos pelo frio… ou pela excitação.
Carlos sentiu um calafrio percorrer sua espalda, o estômago embrulhado, os dentes cerrados... mas seu corpo, maldito traidor, ardia de desejo. Julián acariciou o lado de Valéria com calma, seu olhar satisfeito. —Perfeita —disse, sem tirar os olhos dela, ignorando completamente a presença de Carlos. Os desafios continuaram. Cada um mais ousado. Mais sombrio. Mais humilhante para Carlos. Mas Valéria não resistia. Pelo contrário. Cada gesto, cada suspiro, cada olhar, a denunciavam. Ela estava submissa... mas provocando. E Carlos, incapaz de intervir, preso entre o ciúme e o tesão, só podia observar como a noite mergulhava em um jogo do qual nenhum dos três sairia ileso. O silêncio na sala tornou-se insuportável. Valéria, praticamente nua, sentada entre as pernas de Julián, seu corpo exposto, seu olhar brilhante de provocação e submissão. Julián, relaxado, sua mão acariciando-a sem disfarce, seu sorriso seguro, arrogante. E Carlos... preso em seu próprio inferno de ciúme e tesão, sem conseguir desviar o olhar, sem conseguir fazer nada. Foi então que Julián, com aquela calma perigosa, lançou o desafio. —Tenho um desafio final para fechar a noite —disse, sua voz grave, o olhar fixo em Carlos—. E desta vez... é para você. Carlos franziu a testa, a mandíbula tensa. —Para mim? Julián assentiu, sua mão subindo descaradamente pelo lado de Valéria. —Uma simples aposta... se aceitar, claro. Trocamos de quartos... só por uma semana. Eu fico no seu... você fica no meu. Carlos sentiu um nó no estômago. Sabia o que significava. Seu quarto. Sua cama. Seu espaço... com Valéria. Durante uma semana... nas mãos de Julián. A proposta não era inocente. Não se tratava apenas de uma troca de lugar. Era uma declaração de domínio. Valéria não disse nada. Mas seu corpo ficou levemente tenso, sua respiração acelerou, e suas bochechas ficaram ainda mais vermelhas. Não protestou. Não se opôs. Carlos engoliu seco. O ciúme o queimava. Mas a perversão... o tesão... a curiosidade pervertida… o mantinham congelado. —E se eu não aceitar? —perguntou Carlos, a voz rouca. Julián sorriu, inclinando a cabeça. —Então vou saber que o jogo ficou grande demais pra você —respondeu sem hesitar—. Mas se aceitar… bom… acho que você vai descobrir até onde sua própria morbidez pode chegar. O silêncio ficou pesado. Carlos sentia as batidas do coração ecoando nas têmporas. Sabia que não devia aceitar. Mas sabia que já não conseguia evitar. A noite… o jogo… a provocação… Tudo já tinha superado ele. O silêncio se prolongou. O coração de Carlos batia com tanta força que ele sentia o eco nos ouvidos. À sua frente, Julián o encarava com aquela expressão desafiante, certo de que tinha o controle. Valeria, entre suas pernas, quase nua, brincava com uma mecha do próprio cabelo, sem disfarçar a excitação que a situação lhe causava… e o poder que, aos poucos, Julián exercia sobre ela. Carlos engoliu em seco. Sabia que aceitar era ceder. Sabia que aceitar era perder terreno, abrir a porta para algo muito mais sombrio, muito mais perverso. Mas também sabia que não conseguia resistir. Sua própria morbidez… seu vício no perigo… já o tinham preso. —Tá bom… —disse finalmente, a voz tensa, rouca—. Aceito. Um sorriso lento e perigoso se desenhou no rosto de Julián. —Perfeito —respondeu, satisfeito, acariciando a perna de Valeria, como se tivesse acabado de ganhar muito mais que uma simples troca de quarto. Carlos se levantou, o corpo tenso, o orgulho ferido, mas incapaz de recuar. Naquela noite, as malas foram trocadas. Carlos se instalou no quarto de Julián… um quarto vazio, frio, sem rastro de Valeria, sem o cheiro do corpo dela, sem a roupa dela, sem a presença dela. E Julián… se acomodou no de Carlos. Com Valeria. Com sua cama. Com sua intimidade. Carlos se deitou no colchão desconhecido, olhando para o teto, o ciúme devorando-o por dentro… mas a morbidez, aquele fogo maldito, continuava queimando. Sabia que as câmeras continuavam gravando. Sabia que, na o quarto que antes era dele, nesta mesma noite… algo aconteceria. E o pior… ou o melhor… era que ele não conseguiria desgrudar os olhos da tela. A aposta estava feita. O jogo… mal havia começado. Carlos estava deitado na cama de Julián, mas seu corpo não encontrava descanso. O colchão era desconfortável, o ambiente frio… mas nada disso importava. Sua atenção estava completamente focada na tela do celular. As câmeras escondidas continuavam ativas. O quarto que antes era dele… agora pertencia a Julián. E a Valéria. O coração de Carlos batia violentamente no peito quando a imagem começou a carregar. O quarto estava iluminado apenas pela luz do abajur, criando sombras suaves nas paredes. O espaço que ele conhecia tão bem —a cama, os lençóis, o espelho, o armário— tudo estava igual… mas agora, a cena era completamente diferente. Julián estava sentado na beirada da cama, com total segurança. Seu torso nu, o moletom folgado, seu olhar relaxado, mas com aquele brilho de domínio que Carlos já não conseguia ignorar. Valéria estava diante dele. E sua aparência fez o estômago de Carlos se contrair. Ela usava um conjunto minúsculo de lingerie preta, de renda, que mal cobria o necessário. O tecido colava em sua pele, delineando suas curvas de forma descarada. Seus seios, firmes, marcados sob o tecido fino. A parte de baixo, um conjunto de tiras que deixavam ver a perfeição de seus quadris e a extensão sem fim de suas pernas.
Ela caminhava descalça, o cabelo solto, a expressão... submissa, provocante, completamente entregue ao jogo. —Vem aqui —ordenou Julián, a voz grave, calma, como se nem fosse um desafio. Valéria obedeceu sem hesitar.
Carlos apertou os dentes. Sua namorada… sua Valéria… se aproximando de Julián, com aquela atitude dócil, aqueles passos lentos, sensuais, seu olhar baixo… mas os lábios entreabertos, as bochechas coradas, a respiração acelerada. Julián a pegou pelo pulso e a fez sentar em suas pernas, como se já fosse seu lugar natural. As mãos dele deslizaram pela cintura de Valéria, subindo pelas costas, percorrendo sua pele. Ela fechou os olhos por um segundo, mordendo o lábio.
—Se sente confortável no meu quarto? —perguntou Julián, com aquela segurança perturbadora.
Valéria assentiu, sua voz quase um sussurro.
—Muito…
Carlos engoliu em seco, seu corpo tenso, incapaz de desviar o olhar da tela. As mãos de Julián continuaram explorando, subindo até seu pescoço, descendo pela região lombar, parando na borda da minúscula peça de renda. Valéria não resistia. Se deixava guiar. Gostava. Seu corpo, sua linguagem, tudo gritava submissão e provocação.
Carlos sentiu o ciúme queimar sua garganta. Mas o maldito tesão… o desejo perverso… era ainda mais forte. Sabia que essa noite… não dormiria. Sabia que essas imagens… esses carinhos… essa cumplicidade entre eles… o destruiriam. E, ao mesmo tempo, o enlouqueceriam. O jogo… mal havia começado.
—Pronta? —perguntou em voz baixa, seu tom escuro, dominante, quase perverso.
Valéria assentiu sem protestar, com aquela mistura de submissão e desejo tão evidente que fez a boca de Carlos secar. A imagem da câmera parou justo quando Julián a guiava suavemente para a cama, reivindicando o espaço que antes pertencia a Carlos. A última imagem que viu foi o rosto de Valéria, os olhos fechados, os lábios entreabertos, seu corpo entregue, e Julián dominando cada centímetro daquele quarto.
Carlos desligou a tela, incapaz de continuar olhando… mas também incapaz de se afastar completamente. Ele sabia que naquela noite não dormiria. Sabia que, ao aceitar aquele desafio, havia aberto a porta para algo muito mais distorcido, perverso e sombrio… e já não podia detê-lo. A cama já não era sua. Nem o quarto. Nem a Valéria. O jogo… estava em andamento. E o pior… é que ele queria continuar jogando. O sol entrava suavemente pelas persianas, mas no apartamento o ambiente continuava carregado de tensão e algo mais sombrio, algo que não se dissipou com a noite… pelo contrário, parecia ter se intensificado. Carlos saiu do quarto de Julián cedo, mal havia dormido. As imagens da câmera continuavam frescas em sua mente. O banho. A cama. Os sussurros. As carícias. Tudo o que Julián e Valéria compartilharam… no seu quarto… na sua cama. O apartamento estava em silêncio. Mas não por muito. Minutos depois, Valéria apareceu no corredor, recém-saída do quarto. Sua aparência lhe cortou a respiração. Ela usava uma minúscula camiseta branca, tão justa e fina que deixava entrever perfeitamente a forma de seus seios, sem sutiã, os mamilos marcados de forma descarada. Embaixo, um shorts esportivo cinza, minúsculo, que mal cobria o necessário, marcando a curva perfeita de seus quadris e deixando suas pernas longas completamente expostas.
Ela estava descalça, o cabelo solto, ainda um pouco úmido, e sua expressão... uma mistura perigosa de provocação e docilidade. Carlos apertou os punhos, sentindo o ciúme subir pela garganta... mas ao mesmo tempo, seu corpo reagia da pior — ou melhor — maneira possível. Valéria se aproximou da cozinha, sem olhá-lo diretamente, como se já não tivesse que prestar contas a ele, como se seu corpo, sua roupa, sua atitude... já não fossem decisão sua. Minutos depois, Julián saiu também, andando tranquilo, seguro, seu sorriso torto e arrogante, aquele que deixava claro que já não se sentia um simples convidado... se sentia o dono do lugar. — Dormiu bem? — perguntou Julián a Carlos, como se tudo fosse normal. Carlos engoliu seco, a mandíbula tensa. — O suficiente — respondeu, com um tom áspero. Julián sorriu, sua mão apoiando-se na cintura de Valéria de forma descarada enquanto ela servia o café, sem se afastar nem protestar, ao contrário, inclinando-se levemente, permitindo o contato, a submissão evidente em cada gesto. O dia mal tinha começado. E Carlos já sabia que seria longo. Muito longo. A roupa de Valéria. Sua atitude. O domínio de Julián. Tudo continuava... e cada vez era mais difícil resistir. Ou escapar. O aroma de café e pão torrado enchia o apartamento, mas o clima estava longe de ser acolhedor. Carlos permanecia à mesa, seu olhar perdido, o ciúme ardendo como um veneno lento, a lembrança da noite anterior ainda ecoando em sua mente. Então, Julián, com aquela atitude segura e perversa, decidiu ir um passo além. — Ei, Valéria — chamou, enquanto ela terminava de preparar o café da manhã, vestida de forma quase indecente com aquela minúscula camiseta branca e o short que parecia mais uma provocação do que uma peça de roupa —, por que você não coloca algo mais confortável para o café da manhã? Algo... mais você. Carlos franziu a testa. Valéria se virou para Julián, sorrindo, aquela faísca perigosa em seus olhos, e concordou sem hesitar. — Algo mais confortável... ou mais ousado? — perguntou, brincando com a ponta da camiseta dele. —Viu que você já entendeu? —respondeu Juliano, divertido. Carlos observou em silêncio, o estômago embrulhado, o ciúme queimando… mas os olhos fixos nela, incapaz de se desgrudar. Minutos depois, Valéria reapareceu. A roupa dela tirou o fôlego. Um biquíni preto minúsculo, daqueles que ela só usava em ocasiões especiais, que mal cobria o essencial. A parte de cima tão pequena que os peitos pareciam prestes a transbordar, as alianças finas mal seguravam o tecido. Embaixo, um biquíni de corte altíssimo, marcando sem vergonha nenhuma os quadris e deixando exposta boa parte da pele. Por cima, só uma camisa branca aberta, que não fazia nada pra disfarçar.
Ela caminava descalça, com total naturalidade, como se esse fosse seu estado habitual em casa. —Assim é melhor —disse Julián, cruzando os braços, admirando-a. Valéria riu suavemente, acomodando-se na cadeira, cruzando as pernas com provocação deliberada. Carlos não conseguiu dizer nada. Sua namorada, vestida como se estivesse na praia, à mercê dos olhares de Julián… e o pior… sem sequer olhar para ele, como se sua opinião já não importasse. E então, Julián foi além. —Carlos —disse num tom casual, mas com aquela malícia na voz—, pode me trazer o café? Quero continuar admirando esta… vista. Carlos ficou paralisado. Seu estômago se revirou de impotência. A mensagem era clara. Ele, servindo. Julián, dominando. Valéria, provocando… e gostando. Carlos engoliu seco, com os dentes apertados… mas se levantou. Sabia que o jogo não tinha terminado. Sabia que só estava começando. Até aqui a parte 3, espero que tenham gostado! Se tiverem gifs, agradeceria se compartilhassem comigo. Deixem seus pontos para mais!
A noite caiu sobre o apartamento, mas o clima já estava carregado há horas por algo muito mais denso que o simples cansaço do dia. Carlos saiu do banho, secando o cabelo, e encontrou Julián e Valéria na sala. A cena falava por si só. Julián, recostado no sofá, com o controle remoto na mão. Valéria, sentada entre suas pernas, seu corpo relaxado, sua minissaia e seu top branco deixando muito pouco à imaginação, seu cabelo solto, os lábios levemente mordidos, a pele arrepiada. O controle… já não era dele. Era de Julián. E Julián sabia disso.— Prontos para um novo jogo? — perguntou Julián com um sorriso torto, aquele que misturava arrogância e provocação.
Carlos olhou para ele, tenso.
— O que você tem em mente? — perguntou, apesar de tudo, incapaz de recusar, preso na perversão que se respirava no ar.
Julián se inclinou levemente, sua mão acariciando a perna de Valéria com naturalidade.
— É simples. Uma rodada de "verdade ou desafio", mas com uma única regra… — fez uma pausa, seu olhar fixo em Carlos —. Se alguém escolher "desafio", eu decido… e os desafios podem ser… interessantes.
Valéria riu baixinho, mordendo o lábio. Carlos engoliu seco. O estômago deu um nó.
— E se escolhermos "verdade"? — perguntou, sua voz rouca.
Julián sorriu, seu dedo brincando na coxa de Valéria.
— As verdades… também serão desconfortáveis — disse, divertido.
Valéria não protestou. Pelo contrário, concordou com a cabeça, seu corpo claramente à vontade naquele jogo pervertido, seu olhar brilhante, sua atitude provocante… e submissa.
O jogo começou. Os primeiros turnos foram simples, mas Julián logo elevou a temperatura. Quando chegou a vez de Valéria, sem hesitar, ela escolheu "desafio". Julián olhou para ela com aquela mistura de autoridade e perversão que o caracterizava.
— Tira a saia — ordenou, sem titubear.
Carlos ficou tenso. O ar congelou. Valéria sorriu… e obedeceu. Lentamente, deslizou a saia pelos quadris, revelando sua calcinha preta, minúscula, de renda, que mal cobria o necessário. Suas pernas longas, perfeitas, ficaram completamente expostas.
O coração do Carlos batia forte, seu corpo ardendo entre a curiosidade mórbida e o ciúme. Ele sabia que a noite só iria piorar. Ou… ficar ainda mais viciante. O clima na sala estava pesado, denso, quase irrespirável. Valéria, sentada entre as pernas do Julián, só de calcinha e aquele topzinho branco minúsculo, brincava com uma mecha do próprio cabelo, a respiração ofegante, o rosto corado… mas nos olhos dela brilhava aquela centelha perigosa de provocação. Carlos não conseguia desviar o olhar. O jogo continuou. Quando foi a vez do Julián, ele escolheu "verdade", só para esquentar o clima. Carlos, com a voz tensa, perguntou: —Desde quando… você planeja dominar tudo isso? Julián sorriu com tranquilidade, a mão subindo descaradamente pela cintura da Valéria. —Desde que percebi que me deixavam —respondeu, direto, os olhos fixos em Carlos, como se o desafio já não fosse só com a Valéria… mas com ele. O próximo turno foi da Valéria de novo. Ela escolheu "desafio". Julián não hesitou. —Tira o top… —ordenou em voz baixa, quase num sussurro, mas com uma segurança impossível de ignorar. Carlos ficou gelado. Valéria baixou o olhar por um segundo… e depois, sorrindo, obedeceu. Lentamente, deslizou o top pelo corpo, revelando os seios perfeitos, firmes, sem pudor, os mamilos endurecidos pelo frio… ou pela excitação.
Carlos sentiu um calafrio percorrer sua espalda, o estômago embrulhado, os dentes cerrados... mas seu corpo, maldito traidor, ardia de desejo. Julián acariciou o lado de Valéria com calma, seu olhar satisfeito. —Perfeita —disse, sem tirar os olhos dela, ignorando completamente a presença de Carlos. Os desafios continuaram. Cada um mais ousado. Mais sombrio. Mais humilhante para Carlos. Mas Valéria não resistia. Pelo contrário. Cada gesto, cada suspiro, cada olhar, a denunciavam. Ela estava submissa... mas provocando. E Carlos, incapaz de intervir, preso entre o ciúme e o tesão, só podia observar como a noite mergulhava em um jogo do qual nenhum dos três sairia ileso. O silêncio na sala tornou-se insuportável. Valéria, praticamente nua, sentada entre as pernas de Julián, seu corpo exposto, seu olhar brilhante de provocação e submissão. Julián, relaxado, sua mão acariciando-a sem disfarce, seu sorriso seguro, arrogante. E Carlos... preso em seu próprio inferno de ciúme e tesão, sem conseguir desviar o olhar, sem conseguir fazer nada. Foi então que Julián, com aquela calma perigosa, lançou o desafio. —Tenho um desafio final para fechar a noite —disse, sua voz grave, o olhar fixo em Carlos—. E desta vez... é para você. Carlos franziu a testa, a mandíbula tensa. —Para mim? Julián assentiu, sua mão subindo descaradamente pelo lado de Valéria. —Uma simples aposta... se aceitar, claro. Trocamos de quartos... só por uma semana. Eu fico no seu... você fica no meu. Carlos sentiu um nó no estômago. Sabia o que significava. Seu quarto. Sua cama. Seu espaço... com Valéria. Durante uma semana... nas mãos de Julián. A proposta não era inocente. Não se tratava apenas de uma troca de lugar. Era uma declaração de domínio. Valéria não disse nada. Mas seu corpo ficou levemente tenso, sua respiração acelerou, e suas bochechas ficaram ainda mais vermelhas. Não protestou. Não se opôs. Carlos engoliu seco. O ciúme o queimava. Mas a perversão... o tesão... a curiosidade pervertida… o mantinham congelado. —E se eu não aceitar? —perguntou Carlos, a voz rouca. Julián sorriu, inclinando a cabeça. —Então vou saber que o jogo ficou grande demais pra você —respondeu sem hesitar—. Mas se aceitar… bom… acho que você vai descobrir até onde sua própria morbidez pode chegar. O silêncio ficou pesado. Carlos sentia as batidas do coração ecoando nas têmporas. Sabia que não devia aceitar. Mas sabia que já não conseguia evitar. A noite… o jogo… a provocação… Tudo já tinha superado ele. O silêncio se prolongou. O coração de Carlos batia com tanta força que ele sentia o eco nos ouvidos. À sua frente, Julián o encarava com aquela expressão desafiante, certo de que tinha o controle. Valeria, entre suas pernas, quase nua, brincava com uma mecha do próprio cabelo, sem disfarçar a excitação que a situação lhe causava… e o poder que, aos poucos, Julián exercia sobre ela. Carlos engoliu em seco. Sabia que aceitar era ceder. Sabia que aceitar era perder terreno, abrir a porta para algo muito mais sombrio, muito mais perverso. Mas também sabia que não conseguia resistir. Sua própria morbidez… seu vício no perigo… já o tinham preso. —Tá bom… —disse finalmente, a voz tensa, rouca—. Aceito. Um sorriso lento e perigoso se desenhou no rosto de Julián. —Perfeito —respondeu, satisfeito, acariciando a perna de Valeria, como se tivesse acabado de ganhar muito mais que uma simples troca de quarto. Carlos se levantou, o corpo tenso, o orgulho ferido, mas incapaz de recuar. Naquela noite, as malas foram trocadas. Carlos se instalou no quarto de Julián… um quarto vazio, frio, sem rastro de Valeria, sem o cheiro do corpo dela, sem a roupa dela, sem a presença dela. E Julián… se acomodou no de Carlos. Com Valeria. Com sua cama. Com sua intimidade. Carlos se deitou no colchão desconhecido, olhando para o teto, o ciúme devorando-o por dentro… mas a morbidez, aquele fogo maldito, continuava queimando. Sabia que as câmeras continuavam gravando. Sabia que, na o quarto que antes era dele, nesta mesma noite… algo aconteceria. E o pior… ou o melhor… era que ele não conseguiria desgrudar os olhos da tela. A aposta estava feita. O jogo… mal havia começado. Carlos estava deitado na cama de Julián, mas seu corpo não encontrava descanso. O colchão era desconfortável, o ambiente frio… mas nada disso importava. Sua atenção estava completamente focada na tela do celular. As câmeras escondidas continuavam ativas. O quarto que antes era dele… agora pertencia a Julián. E a Valéria. O coração de Carlos batia violentamente no peito quando a imagem começou a carregar. O quarto estava iluminado apenas pela luz do abajur, criando sombras suaves nas paredes. O espaço que ele conhecia tão bem —a cama, os lençóis, o espelho, o armário— tudo estava igual… mas agora, a cena era completamente diferente. Julián estava sentado na beirada da cama, com total segurança. Seu torso nu, o moletom folgado, seu olhar relaxado, mas com aquele brilho de domínio que Carlos já não conseguia ignorar. Valéria estava diante dele. E sua aparência fez o estômago de Carlos se contrair. Ela usava um conjunto minúsculo de lingerie preta, de renda, que mal cobria o necessário. O tecido colava em sua pele, delineando suas curvas de forma descarada. Seus seios, firmes, marcados sob o tecido fino. A parte de baixo, um conjunto de tiras que deixavam ver a perfeição de seus quadris e a extensão sem fim de suas pernas.
Ela caminhava descalça, o cabelo solto, a expressão... submissa, provocante, completamente entregue ao jogo. —Vem aqui —ordenou Julián, a voz grave, calma, como se nem fosse um desafio. Valéria obedeceu sem hesitar.
Carlos apertou os dentes. Sua namorada… sua Valéria… se aproximando de Julián, com aquela atitude dócil, aqueles passos lentos, sensuais, seu olhar baixo… mas os lábios entreabertos, as bochechas coradas, a respiração acelerada. Julián a pegou pelo pulso e a fez sentar em suas pernas, como se já fosse seu lugar natural. As mãos dele deslizaram pela cintura de Valéria, subindo pelas costas, percorrendo sua pele. Ela fechou os olhos por um segundo, mordendo o lábio. —Se sente confortável no meu quarto? —perguntou Julián, com aquela segurança perturbadora.
Valéria assentiu, sua voz quase um sussurro.
—Muito…
Carlos engoliu em seco, seu corpo tenso, incapaz de desviar o olhar da tela. As mãos de Julián continuaram explorando, subindo até seu pescoço, descendo pela região lombar, parando na borda da minúscula peça de renda. Valéria não resistia. Se deixava guiar. Gostava. Seu corpo, sua linguagem, tudo gritava submissão e provocação.
Carlos sentiu o ciúme queimar sua garganta. Mas o maldito tesão… o desejo perverso… era ainda mais forte. Sabia que essa noite… não dormiria. Sabia que essas imagens… esses carinhos… essa cumplicidade entre eles… o destruiriam. E, ao mesmo tempo, o enlouqueceriam. O jogo… mal havia começado.
—Pronta? —perguntou em voz baixa, seu tom escuro, dominante, quase perverso.
Valéria assentiu sem protestar, com aquela mistura de submissão e desejo tão evidente que fez a boca de Carlos secar. A imagem da câmera parou justo quando Julián a guiava suavemente para a cama, reivindicando o espaço que antes pertencia a Carlos. A última imagem que viu foi o rosto de Valéria, os olhos fechados, os lábios entreabertos, seu corpo entregue, e Julián dominando cada centímetro daquele quarto.
Carlos desligou a tela, incapaz de continuar olhando… mas também incapaz de se afastar completamente. Ele sabia que naquela noite não dormiria. Sabia que, ao aceitar aquele desafio, havia aberto a porta para algo muito mais distorcido, perverso e sombrio… e já não podia detê-lo. A cama já não era sua. Nem o quarto. Nem a Valéria. O jogo… estava em andamento. E o pior… é que ele queria continuar jogando. O sol entrava suavemente pelas persianas, mas no apartamento o ambiente continuava carregado de tensão e algo mais sombrio, algo que não se dissipou com a noite… pelo contrário, parecia ter se intensificado. Carlos saiu do quarto de Julián cedo, mal havia dormido. As imagens da câmera continuavam frescas em sua mente. O banho. A cama. Os sussurros. As carícias. Tudo o que Julián e Valéria compartilharam… no seu quarto… na sua cama. O apartamento estava em silêncio. Mas não por muito. Minutos depois, Valéria apareceu no corredor, recém-saída do quarto. Sua aparência lhe cortou a respiração. Ela usava uma minúscula camiseta branca, tão justa e fina que deixava entrever perfeitamente a forma de seus seios, sem sutiã, os mamilos marcados de forma descarada. Embaixo, um shorts esportivo cinza, minúsculo, que mal cobria o necessário, marcando a curva perfeita de seus quadris e deixando suas pernas longas completamente expostas.
Ela estava descalça, o cabelo solto, ainda um pouco úmido, e sua expressão... uma mistura perigosa de provocação e docilidade. Carlos apertou os punhos, sentindo o ciúme subir pela garganta... mas ao mesmo tempo, seu corpo reagia da pior — ou melhor — maneira possível. Valéria se aproximou da cozinha, sem olhá-lo diretamente, como se já não tivesse que prestar contas a ele, como se seu corpo, sua roupa, sua atitude... já não fossem decisão sua. Minutos depois, Julián saiu também, andando tranquilo, seguro, seu sorriso torto e arrogante, aquele que deixava claro que já não se sentia um simples convidado... se sentia o dono do lugar. — Dormiu bem? — perguntou Julián a Carlos, como se tudo fosse normal. Carlos engoliu seco, a mandíbula tensa. — O suficiente — respondeu, com um tom áspero. Julián sorriu, sua mão apoiando-se na cintura de Valéria de forma descarada enquanto ela servia o café, sem se afastar nem protestar, ao contrário, inclinando-se levemente, permitindo o contato, a submissão evidente em cada gesto. O dia mal tinha começado. E Carlos já sabia que seria longo. Muito longo. A roupa de Valéria. Sua atitude. O domínio de Julián. Tudo continuava... e cada vez era mais difícil resistir. Ou escapar. O aroma de café e pão torrado enchia o apartamento, mas o clima estava longe de ser acolhedor. Carlos permanecia à mesa, seu olhar perdido, o ciúme ardendo como um veneno lento, a lembrança da noite anterior ainda ecoando em sua mente. Então, Julián, com aquela atitude segura e perversa, decidiu ir um passo além. — Ei, Valéria — chamou, enquanto ela terminava de preparar o café da manhã, vestida de forma quase indecente com aquela minúscula camiseta branca e o short que parecia mais uma provocação do que uma peça de roupa —, por que você não coloca algo mais confortável para o café da manhã? Algo... mais você. Carlos franziu a testa. Valéria se virou para Julián, sorrindo, aquela faísca perigosa em seus olhos, e concordou sem hesitar. — Algo mais confortável... ou mais ousado? — perguntou, brincando com a ponta da camiseta dele. —Viu que você já entendeu? —respondeu Juliano, divertido. Carlos observou em silêncio, o estômago embrulhado, o ciúme queimando… mas os olhos fixos nela, incapaz de se desgrudar. Minutos depois, Valéria reapareceu. A roupa dela tirou o fôlego. Um biquíni preto minúsculo, daqueles que ela só usava em ocasiões especiais, que mal cobria o essencial. A parte de cima tão pequena que os peitos pareciam prestes a transbordar, as alianças finas mal seguravam o tecido. Embaixo, um biquíni de corte altíssimo, marcando sem vergonha nenhuma os quadris e deixando exposta boa parte da pele. Por cima, só uma camisa branca aberta, que não fazia nada pra disfarçar.
Ela caminava descalça, com total naturalidade, como se esse fosse seu estado habitual em casa. —Assim é melhor —disse Julián, cruzando os braços, admirando-a. Valéria riu suavemente, acomodando-se na cadeira, cruzando as pernas com provocação deliberada. Carlos não conseguiu dizer nada. Sua namorada, vestida como se estivesse na praia, à mercê dos olhares de Julián… e o pior… sem sequer olhar para ele, como se sua opinião já não importasse. E então, Julián foi além. —Carlos —disse num tom casual, mas com aquela malícia na voz—, pode me trazer o café? Quero continuar admirando esta… vista. Carlos ficou paralisado. Seu estômago se revirou de impotência. A mensagem era clara. Ele, servindo. Julián, dominando. Valéria, provocando… e gostando. Carlos engoliu seco, com os dentes apertados… mas se levantou. Sabia que o jogo não tinha terminado. Sabia que só estava começando. Até aqui a parte 3, espero que tenham gostado! Se tiverem gifs, agradeceria se compartilhassem comigo. Deixem seus pontos para mais!
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