Eu estava num grande dilema, o que fazer da minha vida e francamente não sabia o que fazer. O que eu sabia é que precisava ser um homem forte, porque tempos difíceis se avistavam no horizonte.
Por um lado, eu ia ser pai, e essa seria minha prioridade. Quanto à mãe da criança, até agora era uma incógnita, falo sobre nosso futuro. Minha mulher, porque era o que ela era já que os papéis ainda nos uniam, por mais que não tivéssemos nem contato, era muito, mas muito difícil que tivéssemos um futuro juntos.
Enquanto isso, eu voltei para a minha rotina, meu trabalho, a praticar exercícios. Com a Mara, a gente se comunicava direto por telefone, até ia na casa dela pra vê-la. Por ela, fiquei sabendo que minha mulher levou muito mal a história da gravidez, cortou comunicação com a irmã e a mãe, e ninguém sabia nada dela. Quanto a voltar a ter relações, não tinha surgido a oportunidade, mesmo que a gente praticamente parecesse namorados. E minha sogra não falava nada, parecia achar tudo normal. Descobri na Mara uma mulher excepcional, com um jeito muito especial. Mas eu queria fazer ela entrar na linha.
Naquela sexta-feira, liguei pra ela e disse que não ia conseguir ir vê-la, e deu pra perceber uma certa tristeza na voz dela.
Então eu disse pra ela não se preocupar, que ela podia vir pra minha casa e passar a noite lá.
Mara:mas Carlos, mãe. - eu interrompi.
CarlosQuerida, tenho coisas pra fazer, te espero às 22h... e corte.
Às 22h05 ela estava batendo na porta da minha casa, entrou radiante e como se nada tivesse acontecido, me deu um beijinho e seguiu para a cozinha para deixar o sorvete que tinha trazido para a sobremesa. Enquanto me contava sobre o seu dia e como estava indo no novo trabalho, numa pequena empresa de uma amiga. Ela parecia realmente feliz, terminamos de preparar o jantar juntos, ela me ajudou já que não sabia cozinhar. Comemos e ela não parava de falar e me contar coisas do trabalho, da gravidez, que estava começando a notar a barriga, não parava de falar. Já na sobremesa, ela me disse que a mãe dela tinha falado com Vanina por telefone, alguns minutos, enquanto me olhava nos olhos e via minha reação, me contou que ela estava bem, ou pelo menos foi o que tinha dito para a minha sogra. Mara tinha descoberto por uma amiga que ela tinha começado a sair, ela ficou quieta e me olhou, fiz sinal para que continuasse falando, e me contou que ela tinha começado a sair com o colega de trabalho que dava em cima dela antes de tudo isso acontecer, e quando soube da gravidez dela se trancou por alguns dias e depois saiu para pegar qualquer um que aparecesse. Mentiaria se dissesse que não doeu, suas palavras cravaram uma faca no meu peito, mas sempre é bom saber.
Depois que comemos o sorvete, lavamos a louça — na verdade, ela lavava e eu enxugava. Os atritos eram muito intensos, e toda vez que passava por trás dela, não perdia a chance de encostar nela. Quando terminamos, peguei sua mão e fomos para o meu quarto. Ao chegar, nos beijamos muito, muitas carícias, fomos tirando a roupa um do outro. Ela estava surpresa com o tratamento, pois estava acostumada com sexo selvagem. Eu queria fazê-la experimentar o céu e o inferno.
Deitei-a suavemente na cama e comecei a beijá-la, descendo bem devagar pelo pescoço, peitos, parei na barriga e desci até as pernas. Beijei toda a parte interna das coxas e, quando cansei, subi até sua buceta, onde me esforcei para chupar tudo muito bem. Depois me endireitei e subi até sua boca, beijando-a de novo, e a penetrei na posição papai e mamãe, olhando em seus olhos. Foi a primeira vez que fizemos amor, foi realmente muito terno, e chegamos juntos a um orgasmo muito gostoso.
Descansamos um pouco. Ela tinha um sorriso e uma cara de satisfação que eu nunca tinha visto antes, até que ela esqueceu toda a ternura e se jogou no meu pau para revivê-lo com uma chupada. Queria voltar para a cela selvagem. Uma vez recuperado meu membro, ela subiu em cima de mim como uma amazona e começou a cavalgar selvagemente, apertava os peitos, arranhava meu peito, se abaixou e começou a me beijar de um jeito possessivo. Não durou muito, só uns dois minutos. Quando estava gozando, ela colocou os peitos na minha boca e mandou que eu os comesse, enquanto me dizia...
Mara:você é meu.
No final, ela passou o fim de semana inteiro comigo, nos cansamos de fazer em todas as posições possíveis, tanto no modo selvagem quanto no mais tranquilo. Também conversamos normalmente sobre tudo, até sobre a irmã dela, quando eu disse que ainda não tinha muito claro meus sentimentos, já que ainda estava apaixonado pela irmã dela, mas que estava disposto a fazer tudo por ela e pelo bebê. Não aprofundamos nossa relação, mas ficou subentendido que estávamos juntos.
Continuamos normalmente durante a semana, a gente se mandava mensagem o tempo todo e eu ia vê-la quando saía da academia. Na quarta-feira ela veio pra minha casa e acabou dormindo lá, onde também tivemos uma noite agitada, fazendo sexo selvagem e terminamos fazendo amor mais tranquilos. Mas nunca faltava uma surra de bunda, mesmo que ela me chamasse de porco ou viado, ela adorava e eu mais ainda fazer isso com ela.
Na sexta-feira era o aniversário do meu melhor amigo Daniel. A gente ia se encontrar à noite num bar, o mesmo bar que a gente frequentava desde a época da faculdade. Chegamos os cinco amigos de sempre e nos acomodamos numa mesa. Esse é o típico bar onde você pode pedir algo pra comer ou acompanhar o álcool. Pedimos cervejas e batata frita, com bacon, ovos, cebolinha e queijo cheddar. E começamos a conversar. O bom de ser os amigos de sempre é que cada um conta o que quer ou o que der na telha, e geralmente falamos besteira: futebol, política, qual mulher tá mais gostosa e que animal a gente venceria numa luta. A verdade é que eu tava muito à vontade com eles e naquele momento eu esquecia todos os meus problemas: da minha mulher, da minha cunhada, da gravidez e de tudo. E foram passando as cervejas, as batatas e as horas. Já era realmente muito tarde e todo mundo tava indo embora, cada um pra sua casa. Depois de colocar meus amigos nos carros, eu fiquei com vontade de mijar, então entrei de novo no bar pra ir ao banheiro. Eu tinha ficado sozinho e precisava chamar um Uber. Ao sair do banheiro, vejo o lado oposto de onde a gente tava sentado, que não tinha mesas, era o balcão e uma pequena pista de dança. E foi aí que eu a vi, e meu coração deu um salto. Era a Vanina, vestida pra matar, perfeitamente maquiada, com um corte de cabelo novo, uns mechas clarinhas e o resto do cabelo tinha escurecido. Ela tava com um vestido curtíssimo, preto, com as costas quase todas à mostra e um decote generoso. Era bem colado no corpo e deixava pouco à imaginação, já que destacava todos os seus atributos. Em cima dela, segurando-a por trás, um cara que me pareceu conhecido, de tê-lo visto no trabalho dela. Suspeitei que era aquele que tava dando em cima dela. Ela me viu e continuou com o fulano. Meu sangue ferveu, entre o álcool, o ciúme e a raiva que eu tava acumulando. Ela continuou me olhando e sorrindo. Eles se aproximaram da porta e eu saí atrás deles. Eu fui atrás deles como um touro, enquanto olhava pro tal sujeito. A verdade é que ele era bonito de... cara, mas de corpo extremamente magro e um pouco mais alto que ela, por volta de um metro e setenta, eu era enorme comparado a ele, sem ser gordo, sou robusto mesmo, e era bem mais alto que ele. Quando alcancei eles, agarrei a Vanina pelo braço, o que não agradou nada o acompanhante.
Carlos:Vanina, a gente precisa conversar.
Outro:Você, quem você pensa que é? - Vanina se posicionou atrás dele e viu minha cara de poucos amigos.
Carlos:Eu sou o marido, e se você não se afastar, vai acabar aleijado em breve. - Eu era outra pessoa, até eu mesmo não me reconhecia.
Voltei a pegar o braço da Vanina e repeti a parte de conversar, ela estava com muito medo, tremia. Sempre fui um grandalhão bonzinho, um cara de bem, ela dizia que pela minha compleição eu era um ursinho carinhoso. Acho que ela nunca me tinha visto naquele estado.
Vanina.Carlos, vamos entrar no bar e conversar com mais calma. - Não queria gente por perto, sério, eu estava com medo.
Então o acompanhante me agarrou pelo braço para me afastar dela, péssima ideia. Com meu braço, travei o dele e fiz uma alavanca na altura do cotovelo, algo doloroso e que com pouca força poderia quebrá-lo. Com a outra mão, agarrei seu pescoço e com o dedão pressionei sua jugular. Além de ser incômodo e doloroso em todo o pescoço, principalmente na traqueia, o polegar impede o fluxo normal de sangue entre o cérebro e o coração. Ele tentou me bater com a mão livre, mas sem forças, mal se mantinha de pé, já que eu o tinha levantado um pouco. Minha mulher me pedia para soltá-lo, que iríamos conversar em casa, mas que não fizesse mais escândalo. Joguei-o um pouco para longe e o babaca quase caiu. Olhei para ele com ódio e ele não se atreveu a se aproximar. Vanina disse que iria comigo, que depois o ligava. Eu o encarava como um puto lobo, que tinha ficado maior por causa da adrenalina e estava com todos os pelos do lombo arrepiados. Peguei Vanina pelo braço, não esperei por nada, coloquei-a em um táxi que tinha parado ali e fomos para minha casa. Não falamos durante toda a viagem, eu ainda estava me agitando, e minha raiva não fazia nada além de crescer a cada minuto.
Entramos na minha casa e ela já estava bem mais à vontade, a casa era minha, eu tinha comprado com uma herança dos meus avós e dinheiro que juntei. Ela largou a bolsa num móvel e se virou, claramente irritada.
Vanina:Quem você pensa que é pra me tratar assim? Você engravidou minha irmã e agora estão juntos.
Carlos:CALA A BOCA E SENTA.
Gritei e apontei para o sofá,
vi o medo voltar em seu olhar.
Peguei uma cadeira e coloquei na frente dela.
Sentei sem parar de encará-la,
já não era aquele que implorava por amor,
que se arrastava atrás dela.
Carlos:Aqui vamos falar tudo. O problema que tivemos teve três culpados, três responsáveis e três vítimas igualmente, eu não te vejo assumindo sua parte da culpa, só te vejo criticando e se fazendo de vítima. Você sabe o quanto eu, sua irmã e sua mãe te amamos. Você - falei apontando para ela - meteu uma mulher na nossa cama, não fui eu. Você me traiu com seu colega antes de tudo isso.
Vanina:Eu não transei com ele até sair daqui, você tem que acreditar em mim.
Carlos:Não me importa, você me desrespeitou e ao nosso casamento quando permitiu que ele te escrevesse. E se eu me deitei e engravidei sua irmã, quando não estava consciente disso, e agora me deito com ela, mas estando consciente, mesmo te amando.
Acho que as coisas não saíram como eu imaginava, ou o que eu disse não teve o efeito que eu queria. Porque mal terminei de falar e a Vanina se transformou num demônio, se jogou em cima de mim, com as unhas afiadas apontadas pros meus olhos, aquela mulher queria arrancá-los. Como pude, tirei ela de cima, mas ela voltava a atacar insistentemente. Consegui me levantar e dominá-la. Empurrei ela contra a parede, mesmo com ela insistindo em me machucar.
Vanina;Seu filho da puta, porco de merda, degenerado.
Me veio à mente que a única forma de calar a boca dela era com um beijo, o que ela não gostou muito, me mordeu até fazer sangrar. Eu não ia ficar por baixo, mordi ela também e fiz sangrar, e os dois tentávamos nos machucar até que notei a mão livre dela apertando minha bunda, e minha mão livre apertando um peito dela. Estávamos nos beijando pra valer, nos tocando como dava, mas de um jeito selvagem, ela apertava minhas nádegas até cravar as unhas. E eu beliscava seus mamilos torcendo de um lado pro outro. Nos afastamos um pouco e ela pegou meu pau por cima da calça, e eu meti minha mão por baixo do vestido dela pra encontrar uma verdadeira poça de mel, ela apertava meu pau como querendo endireitar, o que me dava dor e prazer ao mesmo tempo. Peguei ela pela nuca, nos demos um beijo e a virei de costas pra mim, a apertei contra a parede, levei minha boca até a nuca dela, que eu sabia que a derretia, e comecei a chupar, enquanto meus dedos entravam na sua buceta encharcada, não foi difícil, estava pegando fogo.
Vanina:Viado de merda, sou mulher demais pra você, por isso teve que arrumar uma puta pra me substituir.
Carlos:Pelo menos a puta sabe o que quer, e sabe reconhecer um macho. Diferente da irmã, que quer ser tratada como uma princesinha porque tem medo de admitir que é tão puta quanto a irmã.
Ela tentou se virar para me agarrar, mas eu não deixei, e enfiei três dedos de uma vez na buceta dela e comecei a masturbá-la com força.
Carlos:Se eu soubesse que ela era tão puta, teria tratado ela como minha putinha antes e não teria me jogado na sua irmã.
A menção de Mara fez sua buceta ficar toda melada, e ela começou a ter um orgasmo. Nas sacudidas, aproveitei para morder seu pescoço e marcar minha putinha, como minha propriedade. Ao fazer isso, seu orgasmo se intensificou e ela deu um squirt, o primeiro da vida dela. As pernas falharam, então tive que segurá-la, peguei-a no colo enquanto ela se recuperava, e a encarei fixamente.
Carlos:Vamos pro quarto pra você ver como um macho pega uma puta como você.
Joguei ela na cama, arranquei o vestido, rasgando um pouco, suas calcinhas eu arranquei e levei ao meu nariz para sentir o cheiro, ela me olhava como se eu fosse um troglodita.
Carlos:Mmmmm, cheira a cachorra no cio.
Agarrei seus tornozelos e levantei suas pernas, deixando sua bunda e buceta à minha disposição. Lambi tudo que pude, cobrindo toda a área. Quando seus gemidos já estavam bem altos, me levantei, coloquei suas pernas no meu ombro e enfiei de uma vez só. Ela fez um "O" com a boca, mas foi só de susto, porque ela estava bem molhada. Comecei a meter como se minha vida ou meu casamento dependessem disso. Vi um brilho no olhar dela que nunca tinha visto antes — aquele olhar de putinha, como descrevi depois. Ela estava curtindo pra caralho, mas queria mais. Enfiei meu polegar na boca dela pra que chupasse, e ela fez na hora, como se fosse um pau, chupando meu dedo enquanto eu metia com força. A gente se olhava com desejo, com vontade um do outro. Tirei meu dedo da boca dela e levei até o clitóris, começando a massagear enquanto continuava metendo forte. Ela não aguentou muito e gozou da mesma forma, me encharcando com uma mistura de lubrificação e urina. Isso me deixou ainda mais excitado, e levado pelas contrações dela, gozei abundantemente dentro.
Fui até a cozinha, peguei água para nós dois, bebemos em silêncio, ela continuava me olhando mas confusa, eu não sabia se o álcool estava passando ou se ela estava se arrependendo.
Ficamos um tempo assim, sem dizer nada, mas nos estudando, eu optei pelo caminho errado, essa noite já tinha me trazido bons resultados. Me aproximei dela e comecei a acariciar seu cabelo.
CarlosGostei da mudança, ficou bem gostosa em você.
Comecei a acariciar suas orelhas, pescoço, peguei seu queixo e beijei, ela colaborou pouco no começo, até que começou a fazer com vontade. Me endireitei, peguei sua nuca e a puxei em direção ao meu pau para que chupasse, coisa que ela não fez, resistia. Ela cada vez que chupava tinha que estar impecável, não gostava de sêmen e meu pau estava brilhando do meu gozo e dos seus fluidos, tentei de novo e ela não quis.
Carlos:Vai me chupar ou tenho que chamar a Mara pra dar uma mamada de verdade? - Os olhos dele ficaram injetados de sangue.
Vanina:Certeza que ela é uma expert nisso, com a quantidade que já comeu tem mais experiência que uma puta de rua e ainda por cima barata.
Carlos:Claro, já passou a sua tesão, você estava que nem uma puta no cio. Já deu pro cara da sua irmã e acabou.
Vanina:O homem da minha irmã, que eu sou mais mulher que ela, e demais pra você, que eu se quiser te tenho aos meus pés quando quiser bebendo direto da minha buceta. Se eu quisesse, ela não tem nada pra fazer com você.
Tentei de novo, foi arriscado porque ela estava ficando séria mesmo, mas dessa vez ela não fez cara de nojo, e de uma só tentativa ele entrou mais da metade, já quase totalmente ereto, e ficou completamente duro na boca dela. Ela se ajustou e encarou como um desafio, começou a fazer um boquete bem fundo, se ajeitou e ficou de quatro na cama enquanto eu ficava de pé ao lado, eu não ia ficar parado e comecei a apertar sua bunda, a masturbá-la, quando enfiei dois dedos na sua buceta, tentei enfiar um no seu cu, o que me custou trabalho, isso me fez pensar que ela não usava tanto quanto quando estávamos juntos, uma vez que entrou um, veio outro, e depois de um tempo ela estava com dificuldade de continuar com o que fazia.
Vanina:Arrebenta meu cu logo, não aguardo mais.
Virei ela e, como já estava de quatro, penetrei analmente. No começo, ela pediu para eu ficar parado, mas ignorei e comecei a me mexer devagar. Até que percebi que ela relaxou e aí fui com muito mais vontade. Ela xingava, se masturbava e esfregava o clitóris, até que não aguentamos mais e gozamos de novo. Fiquei por cima dela, com o pau enfiado, e sem querer acabamos dormindo.
Uns barulhos me acordaram, me endireitei e a vi arrumando o vestido, ela estava com a maquiagem borrada, como se tivesse chorado.
Vanina:Depois a gente conversa, preciso digerir muita coisa.
Ela estava indo em direção à porta quando a abriu e lá estava Mara, prestes a tocar a campainha.
Vanina:Oi irmã, acho que agora você vai sentir um pouquinho do que eu senti.
Por um lado, eu ia ser pai, e essa seria minha prioridade. Quanto à mãe da criança, até agora era uma incógnita, falo sobre nosso futuro. Minha mulher, porque era o que ela era já que os papéis ainda nos uniam, por mais que não tivéssemos nem contato, era muito, mas muito difícil que tivéssemos um futuro juntos.
Enquanto isso, eu voltei para a minha rotina, meu trabalho, a praticar exercícios. Com a Mara, a gente se comunicava direto por telefone, até ia na casa dela pra vê-la. Por ela, fiquei sabendo que minha mulher levou muito mal a história da gravidez, cortou comunicação com a irmã e a mãe, e ninguém sabia nada dela. Quanto a voltar a ter relações, não tinha surgido a oportunidade, mesmo que a gente praticamente parecesse namorados. E minha sogra não falava nada, parecia achar tudo normal. Descobri na Mara uma mulher excepcional, com um jeito muito especial. Mas eu queria fazer ela entrar na linha.
Naquela sexta-feira, liguei pra ela e disse que não ia conseguir ir vê-la, e deu pra perceber uma certa tristeza na voz dela.
Então eu disse pra ela não se preocupar, que ela podia vir pra minha casa e passar a noite lá.
Mara:mas Carlos, mãe. - eu interrompi.
CarlosQuerida, tenho coisas pra fazer, te espero às 22h... e corte.
Às 22h05 ela estava batendo na porta da minha casa, entrou radiante e como se nada tivesse acontecido, me deu um beijinho e seguiu para a cozinha para deixar o sorvete que tinha trazido para a sobremesa. Enquanto me contava sobre o seu dia e como estava indo no novo trabalho, numa pequena empresa de uma amiga. Ela parecia realmente feliz, terminamos de preparar o jantar juntos, ela me ajudou já que não sabia cozinhar. Comemos e ela não parava de falar e me contar coisas do trabalho, da gravidez, que estava começando a notar a barriga, não parava de falar. Já na sobremesa, ela me disse que a mãe dela tinha falado com Vanina por telefone, alguns minutos, enquanto me olhava nos olhos e via minha reação, me contou que ela estava bem, ou pelo menos foi o que tinha dito para a minha sogra. Mara tinha descoberto por uma amiga que ela tinha começado a sair, ela ficou quieta e me olhou, fiz sinal para que continuasse falando, e me contou que ela tinha começado a sair com o colega de trabalho que dava em cima dela antes de tudo isso acontecer, e quando soube da gravidez dela se trancou por alguns dias e depois saiu para pegar qualquer um que aparecesse. Mentiaria se dissesse que não doeu, suas palavras cravaram uma faca no meu peito, mas sempre é bom saber.
Depois que comemos o sorvete, lavamos a louça — na verdade, ela lavava e eu enxugava. Os atritos eram muito intensos, e toda vez que passava por trás dela, não perdia a chance de encostar nela. Quando terminamos, peguei sua mão e fomos para o meu quarto. Ao chegar, nos beijamos muito, muitas carícias, fomos tirando a roupa um do outro. Ela estava surpresa com o tratamento, pois estava acostumada com sexo selvagem. Eu queria fazê-la experimentar o céu e o inferno.
Deitei-a suavemente na cama e comecei a beijá-la, descendo bem devagar pelo pescoço, peitos, parei na barriga e desci até as pernas. Beijei toda a parte interna das coxas e, quando cansei, subi até sua buceta, onde me esforcei para chupar tudo muito bem. Depois me endireitei e subi até sua boca, beijando-a de novo, e a penetrei na posição papai e mamãe, olhando em seus olhos. Foi a primeira vez que fizemos amor, foi realmente muito terno, e chegamos juntos a um orgasmo muito gostoso.
Descansamos um pouco. Ela tinha um sorriso e uma cara de satisfação que eu nunca tinha visto antes, até que ela esqueceu toda a ternura e se jogou no meu pau para revivê-lo com uma chupada. Queria voltar para a cela selvagem. Uma vez recuperado meu membro, ela subiu em cima de mim como uma amazona e começou a cavalgar selvagemente, apertava os peitos, arranhava meu peito, se abaixou e começou a me beijar de um jeito possessivo. Não durou muito, só uns dois minutos. Quando estava gozando, ela colocou os peitos na minha boca e mandou que eu os comesse, enquanto me dizia...
Mara:você é meu.
No final, ela passou o fim de semana inteiro comigo, nos cansamos de fazer em todas as posições possíveis, tanto no modo selvagem quanto no mais tranquilo. Também conversamos normalmente sobre tudo, até sobre a irmã dela, quando eu disse que ainda não tinha muito claro meus sentimentos, já que ainda estava apaixonado pela irmã dela, mas que estava disposto a fazer tudo por ela e pelo bebê. Não aprofundamos nossa relação, mas ficou subentendido que estávamos juntos.
Continuamos normalmente durante a semana, a gente se mandava mensagem o tempo todo e eu ia vê-la quando saía da academia. Na quarta-feira ela veio pra minha casa e acabou dormindo lá, onde também tivemos uma noite agitada, fazendo sexo selvagem e terminamos fazendo amor mais tranquilos. Mas nunca faltava uma surra de bunda, mesmo que ela me chamasse de porco ou viado, ela adorava e eu mais ainda fazer isso com ela.
Na sexta-feira era o aniversário do meu melhor amigo Daniel. A gente ia se encontrar à noite num bar, o mesmo bar que a gente frequentava desde a época da faculdade. Chegamos os cinco amigos de sempre e nos acomodamos numa mesa. Esse é o típico bar onde você pode pedir algo pra comer ou acompanhar o álcool. Pedimos cervejas e batata frita, com bacon, ovos, cebolinha e queijo cheddar. E começamos a conversar. O bom de ser os amigos de sempre é que cada um conta o que quer ou o que der na telha, e geralmente falamos besteira: futebol, política, qual mulher tá mais gostosa e que animal a gente venceria numa luta. A verdade é que eu tava muito à vontade com eles e naquele momento eu esquecia todos os meus problemas: da minha mulher, da minha cunhada, da gravidez e de tudo. E foram passando as cervejas, as batatas e as horas. Já era realmente muito tarde e todo mundo tava indo embora, cada um pra sua casa. Depois de colocar meus amigos nos carros, eu fiquei com vontade de mijar, então entrei de novo no bar pra ir ao banheiro. Eu tinha ficado sozinho e precisava chamar um Uber. Ao sair do banheiro, vejo o lado oposto de onde a gente tava sentado, que não tinha mesas, era o balcão e uma pequena pista de dança. E foi aí que eu a vi, e meu coração deu um salto. Era a Vanina, vestida pra matar, perfeitamente maquiada, com um corte de cabelo novo, uns mechas clarinhas e o resto do cabelo tinha escurecido. Ela tava com um vestido curtíssimo, preto, com as costas quase todas à mostra e um decote generoso. Era bem colado no corpo e deixava pouco à imaginação, já que destacava todos os seus atributos. Em cima dela, segurando-a por trás, um cara que me pareceu conhecido, de tê-lo visto no trabalho dela. Suspeitei que era aquele que tava dando em cima dela. Ela me viu e continuou com o fulano. Meu sangue ferveu, entre o álcool, o ciúme e a raiva que eu tava acumulando. Ela continuou me olhando e sorrindo. Eles se aproximaram da porta e eu saí atrás deles. Eu fui atrás deles como um touro, enquanto olhava pro tal sujeito. A verdade é que ele era bonito de... cara, mas de corpo extremamente magro e um pouco mais alto que ela, por volta de um metro e setenta, eu era enorme comparado a ele, sem ser gordo, sou robusto mesmo, e era bem mais alto que ele. Quando alcancei eles, agarrei a Vanina pelo braço, o que não agradou nada o acompanhante.
Carlos:Vanina, a gente precisa conversar.
Outro:Você, quem você pensa que é? - Vanina se posicionou atrás dele e viu minha cara de poucos amigos.
Carlos:Eu sou o marido, e se você não se afastar, vai acabar aleijado em breve. - Eu era outra pessoa, até eu mesmo não me reconhecia.
Voltei a pegar o braço da Vanina e repeti a parte de conversar, ela estava com muito medo, tremia. Sempre fui um grandalhão bonzinho, um cara de bem, ela dizia que pela minha compleição eu era um ursinho carinhoso. Acho que ela nunca me tinha visto naquele estado.
Vanina.Carlos, vamos entrar no bar e conversar com mais calma. - Não queria gente por perto, sério, eu estava com medo.
Então o acompanhante me agarrou pelo braço para me afastar dela, péssima ideia. Com meu braço, travei o dele e fiz uma alavanca na altura do cotovelo, algo doloroso e que com pouca força poderia quebrá-lo. Com a outra mão, agarrei seu pescoço e com o dedão pressionei sua jugular. Além de ser incômodo e doloroso em todo o pescoço, principalmente na traqueia, o polegar impede o fluxo normal de sangue entre o cérebro e o coração. Ele tentou me bater com a mão livre, mas sem forças, mal se mantinha de pé, já que eu o tinha levantado um pouco. Minha mulher me pedia para soltá-lo, que iríamos conversar em casa, mas que não fizesse mais escândalo. Joguei-o um pouco para longe e o babaca quase caiu. Olhei para ele com ódio e ele não se atreveu a se aproximar. Vanina disse que iria comigo, que depois o ligava. Eu o encarava como um puto lobo, que tinha ficado maior por causa da adrenalina e estava com todos os pelos do lombo arrepiados. Peguei Vanina pelo braço, não esperei por nada, coloquei-a em um táxi que tinha parado ali e fomos para minha casa. Não falamos durante toda a viagem, eu ainda estava me agitando, e minha raiva não fazia nada além de crescer a cada minuto.
Entramos na minha casa e ela já estava bem mais à vontade, a casa era minha, eu tinha comprado com uma herança dos meus avós e dinheiro que juntei. Ela largou a bolsa num móvel e se virou, claramente irritada.
Vanina:Quem você pensa que é pra me tratar assim? Você engravidou minha irmã e agora estão juntos.
Carlos:CALA A BOCA E SENTA.
Gritei e apontei para o sofá,
vi o medo voltar em seu olhar.
Peguei uma cadeira e coloquei na frente dela.
Sentei sem parar de encará-la,
já não era aquele que implorava por amor,
que se arrastava atrás dela.
Carlos:Aqui vamos falar tudo. O problema que tivemos teve três culpados, três responsáveis e três vítimas igualmente, eu não te vejo assumindo sua parte da culpa, só te vejo criticando e se fazendo de vítima. Você sabe o quanto eu, sua irmã e sua mãe te amamos. Você - falei apontando para ela - meteu uma mulher na nossa cama, não fui eu. Você me traiu com seu colega antes de tudo isso.
Vanina:Eu não transei com ele até sair daqui, você tem que acreditar em mim.
Carlos:Não me importa, você me desrespeitou e ao nosso casamento quando permitiu que ele te escrevesse. E se eu me deitei e engravidei sua irmã, quando não estava consciente disso, e agora me deito com ela, mas estando consciente, mesmo te amando.
Acho que as coisas não saíram como eu imaginava, ou o que eu disse não teve o efeito que eu queria. Porque mal terminei de falar e a Vanina se transformou num demônio, se jogou em cima de mim, com as unhas afiadas apontadas pros meus olhos, aquela mulher queria arrancá-los. Como pude, tirei ela de cima, mas ela voltava a atacar insistentemente. Consegui me levantar e dominá-la. Empurrei ela contra a parede, mesmo com ela insistindo em me machucar.
Vanina;Seu filho da puta, porco de merda, degenerado.
Me veio à mente que a única forma de calar a boca dela era com um beijo, o que ela não gostou muito, me mordeu até fazer sangrar. Eu não ia ficar por baixo, mordi ela também e fiz sangrar, e os dois tentávamos nos machucar até que notei a mão livre dela apertando minha bunda, e minha mão livre apertando um peito dela. Estávamos nos beijando pra valer, nos tocando como dava, mas de um jeito selvagem, ela apertava minhas nádegas até cravar as unhas. E eu beliscava seus mamilos torcendo de um lado pro outro. Nos afastamos um pouco e ela pegou meu pau por cima da calça, e eu meti minha mão por baixo do vestido dela pra encontrar uma verdadeira poça de mel, ela apertava meu pau como querendo endireitar, o que me dava dor e prazer ao mesmo tempo. Peguei ela pela nuca, nos demos um beijo e a virei de costas pra mim, a apertei contra a parede, levei minha boca até a nuca dela, que eu sabia que a derretia, e comecei a chupar, enquanto meus dedos entravam na sua buceta encharcada, não foi difícil, estava pegando fogo.
Vanina:Viado de merda, sou mulher demais pra você, por isso teve que arrumar uma puta pra me substituir.
Carlos:Pelo menos a puta sabe o que quer, e sabe reconhecer um macho. Diferente da irmã, que quer ser tratada como uma princesinha porque tem medo de admitir que é tão puta quanto a irmã.
Ela tentou se virar para me agarrar, mas eu não deixei, e enfiei três dedos de uma vez na buceta dela e comecei a masturbá-la com força.
Carlos:Se eu soubesse que ela era tão puta, teria tratado ela como minha putinha antes e não teria me jogado na sua irmã.
A menção de Mara fez sua buceta ficar toda melada, e ela começou a ter um orgasmo. Nas sacudidas, aproveitei para morder seu pescoço e marcar minha putinha, como minha propriedade. Ao fazer isso, seu orgasmo se intensificou e ela deu um squirt, o primeiro da vida dela. As pernas falharam, então tive que segurá-la, peguei-a no colo enquanto ela se recuperava, e a encarei fixamente.
Carlos:Vamos pro quarto pra você ver como um macho pega uma puta como você.
Joguei ela na cama, arranquei o vestido, rasgando um pouco, suas calcinhas eu arranquei e levei ao meu nariz para sentir o cheiro, ela me olhava como se eu fosse um troglodita.
Carlos:Mmmmm, cheira a cachorra no cio.
Agarrei seus tornozelos e levantei suas pernas, deixando sua bunda e buceta à minha disposição. Lambi tudo que pude, cobrindo toda a área. Quando seus gemidos já estavam bem altos, me levantei, coloquei suas pernas no meu ombro e enfiei de uma vez só. Ela fez um "O" com a boca, mas foi só de susto, porque ela estava bem molhada. Comecei a meter como se minha vida ou meu casamento dependessem disso. Vi um brilho no olhar dela que nunca tinha visto antes — aquele olhar de putinha, como descrevi depois. Ela estava curtindo pra caralho, mas queria mais. Enfiei meu polegar na boca dela pra que chupasse, e ela fez na hora, como se fosse um pau, chupando meu dedo enquanto eu metia com força. A gente se olhava com desejo, com vontade um do outro. Tirei meu dedo da boca dela e levei até o clitóris, começando a massagear enquanto continuava metendo forte. Ela não aguentou muito e gozou da mesma forma, me encharcando com uma mistura de lubrificação e urina. Isso me deixou ainda mais excitado, e levado pelas contrações dela, gozei abundantemente dentro.
Fui até a cozinha, peguei água para nós dois, bebemos em silêncio, ela continuava me olhando mas confusa, eu não sabia se o álcool estava passando ou se ela estava se arrependendo.
Ficamos um tempo assim, sem dizer nada, mas nos estudando, eu optei pelo caminho errado, essa noite já tinha me trazido bons resultados. Me aproximei dela e comecei a acariciar seu cabelo.
CarlosGostei da mudança, ficou bem gostosa em você.
Comecei a acariciar suas orelhas, pescoço, peguei seu queixo e beijei, ela colaborou pouco no começo, até que começou a fazer com vontade. Me endireitei, peguei sua nuca e a puxei em direção ao meu pau para que chupasse, coisa que ela não fez, resistia. Ela cada vez que chupava tinha que estar impecável, não gostava de sêmen e meu pau estava brilhando do meu gozo e dos seus fluidos, tentei de novo e ela não quis.
Carlos:Vai me chupar ou tenho que chamar a Mara pra dar uma mamada de verdade? - Os olhos dele ficaram injetados de sangue.
Vanina:Certeza que ela é uma expert nisso, com a quantidade que já comeu tem mais experiência que uma puta de rua e ainda por cima barata.
Carlos:Claro, já passou a sua tesão, você estava que nem uma puta no cio. Já deu pro cara da sua irmã e acabou.
Vanina:O homem da minha irmã, que eu sou mais mulher que ela, e demais pra você, que eu se quiser te tenho aos meus pés quando quiser bebendo direto da minha buceta. Se eu quisesse, ela não tem nada pra fazer com você.
Tentei de novo, foi arriscado porque ela estava ficando séria mesmo, mas dessa vez ela não fez cara de nojo, e de uma só tentativa ele entrou mais da metade, já quase totalmente ereto, e ficou completamente duro na boca dela. Ela se ajustou e encarou como um desafio, começou a fazer um boquete bem fundo, se ajeitou e ficou de quatro na cama enquanto eu ficava de pé ao lado, eu não ia ficar parado e comecei a apertar sua bunda, a masturbá-la, quando enfiei dois dedos na sua buceta, tentei enfiar um no seu cu, o que me custou trabalho, isso me fez pensar que ela não usava tanto quanto quando estávamos juntos, uma vez que entrou um, veio outro, e depois de um tempo ela estava com dificuldade de continuar com o que fazia.
Vanina:Arrebenta meu cu logo, não aguardo mais.
Virei ela e, como já estava de quatro, penetrei analmente. No começo, ela pediu para eu ficar parado, mas ignorei e comecei a me mexer devagar. Até que percebi que ela relaxou e aí fui com muito mais vontade. Ela xingava, se masturbava e esfregava o clitóris, até que não aguentamos mais e gozamos de novo. Fiquei por cima dela, com o pau enfiado, e sem querer acabamos dormindo.
Uns barulhos me acordaram, me endireitei e a vi arrumando o vestido, ela estava com a maquiagem borrada, como se tivesse chorado.
Vanina:Depois a gente conversa, preciso digerir muita coisa.
Ela estava indo em direção à porta quando a abriu e lá estava Mara, prestes a tocar a campainha.
Vanina:Oi irmã, acho que agora você vai sentir um pouquinho do que eu senti.
4 comentários - Acidentalmente comi o cu da minha cunhada 4, sexo com minha