Fiesta de leche (relato trans ilustrado)


Como vai, comunidade linda da Poringa? đŸ”„ Antes de mais nada, espero que estejam tendo um super
feliz dia do amigo!
đŸ˜đŸ©·âœš E pra dar uma espiada bem gostosa nesse dia tĂŁo especial, trago pra vocĂȘs um dos contos erĂłticos mais quentes que jĂĄ li, tanto que jĂĄ dediquei uma boa quantidade de punhetas pra ele haha 😂 Foi publicado originalmente por um usuĂĄrio chamado "danieslav" em outro site, e o que faço Ă© resgatar esse trabalho que me deu tanto prazer, com uns ajustes meus e as ilustraçÔes que a gente sabe que dĂŁo aquele tempero a mais đŸ„”đŸŒ¶ïž. Espero que curtam!


Quatro e meia, auge da quinta-feira à noite... Ou madrugada de sexta, é uma questão de perspectiva. No meio da fumaça e das luzes estroboscópicas, eu estava trabalhando numa boate da capital onde atuo como bartender, enchendo de gelo, Campari e suco de laranja o copo de um cara que me esperava com uma nota de 10 mil pesos na mão e o olhar perdido sabe-se lå onde, mais duro que rolha de sidra sem gås. O que também estava duríssima era minha rola dentro da calça. O que me deixava tão ansioso e excitado era a proposta que a Gimena tinha me feito, uma mulher trans de 40 anos, loira, peituda, que vai pra essa balada todos os fins de semana junto com as amigas, também meninas trans.
Fiesta de leche (relato trans ilustrado)
Gemida, como eu chamo ela na intimidade jĂĄ que nos conhecemos hĂĄ tempos, me propĂŽs que a acompanhasse, ela e duas amigas trans, numa viagem pelas Serras de CĂłrdoba, aproveitando o feriado prolongado. Quando perguntei quanto eu teria que dar para a gasolina, ela respondeu:
– O quĂȘ? Hahaha – ela riu Ă s gargalhadas –, a gente te quer pra ir chupando o pau das trĂȘs durante a viagem toda.
– Como? – Fiquei atînito com essas palavras.
– Isso mesmo, vocĂȘ ouviu bem, Leopoldo. A viagem Ă© bem longa, e queremos ter alguma coisa pra nos divertir – ela disse com sensualidade, passando o dedo indicador pelos meus peitorais definidos.
– Hmm
 Não sei, na verdade, eu
 – Eu estava muito nervoso e gaguejava.
– Vai logo! – ela fez beicinho – Pra que pensar tanto? Eu sei que vocĂȘ adorou a ideia

– Bom, mas Ă© que eu nunca fiquei com uma garota trans, e

– E daĂ­? É sua chance de experimentar, e ainda por cima com trĂȘs!
– É, eu sei, mas

– Ai, jĂĄ tĂĄ dando desculpa, vocĂȘ Ă© muito covarde. Mas nĂŁo importa, jĂĄ tĂĄ decidido, vocĂȘ vem ou vocĂȘ vem, porque jĂĄ falei pras meninas que vocĂȘ vem com a gente e elas estĂŁo super animadas com a ideia, entĂŁo nĂŁo me faz passar vergonha. AmanhĂŁ Ă  meia-noite eu passo pra te buscar.
– Espera, Gimena! Como assim?...
– Tchau, tchau, covardinho. AmanhĂŁ a gente se vĂȘ, e Ă© melhor vocĂȘ vir em jejum porque a gente vai te alimentar bem, hahaha

A ideia me parecia extremamente excitante, mas ao mesmo tempo eu me sentia intimidado. Nunca tinha transado com garotas trans, e ainda por cima a primeira vez ser com trĂȘs era demais... Mas enfim, jĂĄ era tarde demais para voltar atrĂĄs. Gimena tinha razĂŁo, era a oportunidade Ășnica de fazer algo que talvez nunca mais se repetisse na minha vida. Como diz o ditado, o trem passa sĂł uma vez.
relato
E lå estava eu, tomando um café às onze da noite no shop de um posto YPF, quando chegou um Vento cinza pra abastecer. Eram elas. Saí pra cumprimentå-las, e me deparei com a Gimena, acompanhada de outras duas minas:
– Aqui estĂĄ vocĂȘ, Leo! Te apresento a Barbie e DĂ©bora. – Oi, tudo bem? – Barbie me deu um beijo. – E aĂ­? Prazer – Cumprimentei DĂ©bora. – Sobe atrĂĄs com ela, Leopoldo. – Beleza – Falei um pouco tĂ­mido e nervoso.
Nos acomodamos nos bancos de trås do carro com a Débora, que era uma gostosa de uns 30 anos, moreninha, com pernas grossas e peitÔes. A Gimena pagou o frentista e subiu na frente com a Barbie. Colocamos o cinto de segurança e a Gimena engatou a primeira, saindo na estrada pra começar nossa viagem. A Barbie, que ia de carona, colocou um som de Turreo no bluetooth do celular dela, pra criar um clima, e com o DJ TAO tocando, a Débora começou a me beijar e a enfiar a mão no meu pau.
– Epa, jĂĄ começaram aĂ­ atrĂĄs? – Perguntou Gimena – VocĂȘ se concentra em dirigir, sua doida! – Repreendeu Barbie.
Débora, que estava vestida com uma minissaia de infartar e um top que mal cobria os peitos, levantou um pouco a mini e desceu a calcinha fio dental pelos joelhos, revelando um pau descomunal. Só de olhar pra ela, jå fiquei doido.
Porra
Me abaixei até ela, comecei a chupar, e rapidamente notei como ela ficou dura. Fui lambendo da cabeça até as bolas, e num movimento brusco ela empurrou e me deu um engasgo porque senti que estava me afogando.
–Vamos, chupador de rola, vamos, chupa ela bem fundo –ele me dizia–, hoje vocĂȘ vai engolir mais porra do que em toda a sua infĂąncia, ha, ha, ha.
As trĂȘs riam e zombavam de mim. A Barbie acariciava minha cabeça, empurrava ela contra a buceta da DĂ©bora, e Ă s vezes descia para enfiar a mĂŁo na minha bunda.
– E aĂ­, Leopoldo? Espero que sua lĂ­ngua nĂŁo dĂȘ cĂŁibra de tanto usar ela, hahaha – zoou Gimena.
Não sei quanto tempo fiquei chupando ele, e parei porque eståvamos chegando num pedågio. Débora se cobriu com uma toalha e me disse:
–Nossa, gatinho, eu já tî quase lá, viu? Se prepara porque a gente passa no pedágio e eu gozo. Não deixa derramar nem uma gota, porque olha só, hoje a Gime lavou o carro.
–É mesmo, idiota, me arrancaram a cabeça no lava-jato, nem pense em sujar os tapetes! –Gimena me avisava.
Passamos o pedågio e retomei minha tarefa. Logo senti suas convulsÔes e ele começou a jorrar porra que ia direto pra minha boca. Engoli o que pude, e adorei o sabor, era bem doce, mas era tanta porra que um fio escorreu pelo canto da minha boca e começou a descer pelo tronco dele em direção ao saco. Foi aí que ela me deu um tapa e gritou:
– Vai, porra, engole tudo! Não tá vendo que tá transbordando? Não deixa nada, lambe tudo direitinho!


porra
Eu, obediente e submisso, fiz tudo o que ela me pedia.
– Hmm, lindo, vocĂȘ gostou de mim? – me perguntou DĂ©bora com um sorrisinho sensual. – Sim, gostosa, adorei – respondi entre suspiros. – Que bom, porque isso Ă© sĂł o começo, temos vĂĄrias horas para vocĂȘ nos espremer e se alimentar. – É, e agora Ă© a minha vez! – disse Barbie, toda animada.
Gimena reduziu a velocidade e parou no acostamento. Ligou o pisca-alerta e Barbie desceu do Vento trocando de lugar com Débora, que agora iria no banco do passageiro. Gimena voltou para a estrada, enquanto eu tentava beijar a Barbie, mas ela me cortou na hora:
– VocĂȘ tĂĄ louco! Sua boca toda melada de porra da outra mina – ela me disse. – Ei! – exclamou DĂ©bora – Pra quem vocĂȘ tĂĄ chamando de mina, hein, mina?
A Barbie era a mais nova de todas, uns 20 ou 22 anos, magrinha, com peitos em formação, branquinha, pequenininha, cabelo preto, e na real bem gostosinha, é tipo uma bonequinha.
Travesti

Fiesta de leche (relato trans ilustrado)
Barbie se inclinou um pouco para o lado, como se estivesse olhando para a porta dos fundos, e me pediu para baixar a leggings e a calcinha fio-dental dela.
–JĂĄ que vocĂȘ queria me beijar, beija minha bunda.
Quando ouvi ela falar daquele jeito, pensei que meu pau ia rasgar a calça. Fiquei louco de tesão ao ouvir as ordens dela e, sem pensar duas vezes, enfiei meu rosto na sua bunda, penetrando com a língua seu cuzinho rosado de garota novinha. Tinha um gosto doce e salgado, uma delícia.
–Ahhyy
 –Barbie suspirou com a voz mais doce e feminina.
Lambia seu cu com devoção absoluta, metia e tirava minha língua de seu ùnus e percorria toda a fenda. Continuamos assim por uns 15 minutos, até que a Barbie cansou daquela posição e se sentou normalmente. Ela terminou de baixar a legging e a calcinha fio dental e pude finalmente ver seu pau, bem comprido, mas fininho, só um pouco mais grosso que um dedo, afinal ela tem um corpinho esbelto e é bem novinha ainda.
–Mama a buceta que Ă© tĂŁo gostosa quanto quando vocĂȘ chupou meu cu –Ela exigiu.
Puxei o prepĂșcio com a mĂŁo, e o pau dele jĂĄ estava babando, cheio de lĂ­quido prĂ©-gozo. Quando chupei, notei que o gosto era bem salgado, e isso porque enquanto eu chupava o cu dele, ela estava se molhando com o prĂ©-gozo. Com tudo isso, eu jĂĄ estava com o pau latejando e querendo tocar ele por cima da calça, mas levei um tapa na cabeça da DĂ©bora.
–NĂŁo se toque, vocĂȘ vai gozar sĂł quando a gente mandar! Nada de se tocar, vocĂȘ tem que chupar e nada mais, se fizer de novo, a gente amarra suas mĂŁos nas costas.
Chupa e chupa um bom tempo, enquanto a Barbie tirava minha camiseta e passava suas unhas afiadas pelas minhas costas. Ela brincava como uma menina travessa, com um sorriso malicioso. Mesmo sendo a mais quietinha, dava pra ver que a mina era bem tarada e sĂĄdica. Enquanto eu tava a todo vapor fazendo um boquete nela, a Barbie perguntou pras mulheres na frente:
– Meninas, adivinem hĂĄ quanto tempo eu nĂŁo gozo. –Ontem? – Disse DĂ©bora. –NĂŁo – Respondeu Barbie. –3 dias? – Sugeriu Gimena. –NĂŁo, tambĂ©m nĂŁo. A Ășltima vez que transei foi hĂĄ 10 dias. –Eita, como vocĂȘ aguenta tanto? Nem uma punhetinha vocĂȘ bate? – Se surpreendeu DĂ©bora. –Trabalho e chego destruĂ­da em casa, nem vontade me dĂĄ – Contou Barbie. –Ah, entĂŁo vocĂȘ vai jogar um caminhĂŁo da SerenĂ­sima no amigo. – Antecipou Gimena. –Mais ou menos, haha. – Barbie ria enquanto me olhava com pura perversĂŁo.
Ele me segurou e me fez deitar de costas no banco. Ela, por sua vez, se ajoelhou no assento de um jeito que eu fiquei embaixo e ela, com seu pau, ficou por cima. Comecei a entender: ela fez isso porque sabia que eu não ia conseguir segurar na boca toda aquela quantidade enorme de porra acumulada que estava prestes a vir, e se continuåssemos na posição anterior, muito do carregamento iria parar no chão. Barbie enfiava e tirava seu pau da minha boca de um jeito bem suave e devagar, porque a cabeça jå estava toda vermelha e inchada, e não precisava de mais nada além de uns pequenos atritos dos meus låbios para explodir de vez. Foi aí que notei como ela se agitou e os olhos reviraram. Ela soltou um gemido de menina bem barulhento e me agarrou com força no cabelo. Comecei a sentir minha boca inundar de porra, quente, bem grossa e com um sabor bem intenso. O pau dela disparou um jorro contínuo de gozo, parecia uma torneira no começo, e depois começou a bombear e cuspir fios de esperma intercalados, um atrås do outro, perdi a noção de quantos, mas todos igualmente pesados e cremosos como no início. Em um momento, o carro passa por um pequeno buraco e a porra da Barbie balança na minha boca aberta e quase escorre pelo meu queixo, mas eu não podia fechar a boca porque o pau dela ainda estava pingando gozo.

– Vai, agora sim, engole tudo. – Ela me disse.
relato
Tinha tanto sĂȘmen na boca, que quando fechei as bochechas ficaram parecendo dois balĂ”es no meu rosto. Tive que fazer um baita esforço com a garganta pra engolir aquela quantidade toda de porra, era demais e ainda por cima bem grudenta, esticava, mas nĂŁo descia. Quando abri a boca pra respirar, ainda tinha um pouco de porra misturada com minha saliva, formando uma bolha enorme no cĂ©u da boca. Engoli de novo e finalmente passou tudo.
–Eita, guri, agora vocĂȘ vai ver o que Ă© bom –Disse Gimena enquanto dava seta para a esquerda em direção a um parador.
O Vento parou no estacionamento, e naquela hora da madrugada não tinha ninguém, então descemos e enquanto a Barbie e a Débora foram ao banheiro feminino para se arrumar um pouco, a Gimena e eu entramos de boa no masculino. Trancamos em um dos cubículos individuais e a Gimena me fez sentar na privada. Ela levantou a saia com lantejoulas e puxou a calcinha pra baixo. O pau dela não era tão grande, mas dava pra ver que era grosso. Tinha todo o jeito de alguém de 40 anos.
Porra
Assim como o pau da Barbie, o da Gimena jå estava todo coberto de pré-gozo salgadinho, mas diferente da garotinha, Gimena segurou minha cabeça e começou a me foder selvagemente até a garganta. Eu estava engasgando e minha saliva encharcou todo o membro dela.
– VocĂȘ gosta de promĂ­scua? Gosta que mamĂŁe te fode pela boca? – ela me dizia. – Eu adoro, Gi
! – Ela nĂŁo me deixou terminar e enfiou de novo na minha boca. – VocĂȘ nĂŁo tem ideia de como eu estava te desejando, desde a primeira vez que nos vimos. Eu sinto umas coisas muito fortes por vocĂȘ, fico louca quando a gente se encontra, e agora finalmente posso te fazer minha. Mas olha tudo que eu tive que fazer!
Epa! E essa confissĂŁo? Nunca imaginei que uma gostosa como ela se sentisse assim a meu respeito. Com as mĂŁos segurando meu rosto, ela bombou e bombou, levantando os quadris e enfiando o pau atĂ© a garganta. Às vezes ela me soltava e eu respirava quase sufocado. E ainda por cima, a Gimena foi a que mais durou. Minha mandĂ­bula jĂĄ doĂ­a, mas a gente tinha acabado de começar. Ela continuou me comendo pela boca por um bom tempo, atĂ© que o jato de porra chegou direto na minha garganta.
porra
Me afoguei e soltei tudo, manchando suas meias-calças. Ela me deu um tapa e gritou:
–Cara, vocĂȘ me sujou toda! Olha a bagunça que vocĂȘ fez! Vamos, me limpa com a lĂ­ngua.
Meus olhos lacrimejavam por causa da garganta profunda que ela me deu. Ajoelhei na frente dela e lambi todo o sĂȘmen dos peitos. Quando terminei, perguntei se jĂĄ podia gozar, e ela me deu permissĂŁo. EntĂŁo, na hora, abri o zĂ­per da calça e tirei o pau pra fora. NĂŁo precisei de mais do que algumas punhetas; sĂł de lembrar do pau da DĂ©bora, do gozo da Barbie e da foda com a Gimena, foi o suficiente pra eu gozar com força no vaso. Sujei o assento, a tigela, o chĂŁo, a parede
 Uma bagunça, mas fiquei exausto e satisfeito. Com minhas Ășltimas forças, limpei tudo e aproveitei pra lavar o rosto. Notei que tinha manchas de porra na camiseta – de quem? Podia ser de qualquer uma delas ou das trĂȘs juntas. SaĂ­ do banheiro com a Gime, a DĂ©bora estava fumando e a Barbie pintava os lĂĄbios de rosa choque com um espelhinho.

Subimos no carro de novo e dessa vez fui com a Barbie no banco de trås. Ela sentada e eu deitado nas pernas dela. Ela acariciava minha cabeça e eu estava ficando com sono. Aí ela me pergunta
– VocĂȘ gosta de vir com a gente, turrito? – Uff, me sinto no paraĂ­so. – Ah, Ă© mesmo! Endireita aĂ­ um pouquinho – ela me pediu.
Quando fiz isso, a Barbie agarrou meu rosto e me deu um beijo delicioso e incrĂ­vel na boca.
– Eu te devia essa, haha.



5 comentĂĄrios - Fiesta de leche (relato trans ilustrado)

Joder. Esto sĂ­ es literatura
Gracias! đŸ˜đŸ˜đŸ”„đŸ”„
¥Qué buen relato, amigo! Imageniarme esas escenas con tremendas mujeres me excito demasiado. Es una de las fantasías que quiero cumplir.
Muchas gracias!! Literal, esto es el sueño del pibe, manifiesto que se nos haga real miles de veces jaja đŸ”„đŸ”„đŸŒ saludos!!
Qué rico me encantó el relato Yo también quiero ir de viaje con ellas y me den pija y mucha lechita
Una delicia! đŸ€€đŸŒ
Uf, excelente y excitante relato. ÂżNo tendrĂĄs mĂĄs de ese estilo? OjalĂĄ con cogida incluĂ­da
Hola!!! Que bueno que te haya gustado, gracias!!👏👏👏
No tengo creado uno, pero puedo hacerlo!!! Me gusta escribir. En estos días o cuando haga otro relato te aviso en dm 🙂