Anal gostoso com minha irmã Anna

(Parte um) A porta rangeu ao abrir, revelando a Anna, a irmã mais velha do Tyler. Fazia um tempão que não se viam, e ela foi recebida pela mãe. Ao entrar no saguão, ela chegou por trás do irmão mais novo sem fazer barulho e colocou as mãos tapando os olhos dele.Anal gostoso com minha irmã Anna- Adivinha quem sou eu... A voz sensual da irmã mais velha era tão reconhecível que ele soube na hora de quem se tratava. - Não pode ser! Anna, é você?... Ela soltou ele, e Tyler se virou para olhar pra ela, ficando cara a cara com a irmã. Levantou-se do sofá pra abraçar Anna com força. A figura esbelta, mas cheia de curvas, se apertava contra ele, e Tyler não conseguiu evitar notar como os peitos da irmã se moldavam levemente aos dele através do tecido fino da blusa dela. Tinha sido uma visita inesperada da irmã mais velha, Anna, que o surpreendeu pra caralho. Ela veio passar as férias de verão e ficar com a família, tava uns 7 anos desde que casou e se mudou pro Canadá. Ela é psicóloga, vai super bem, sendo uma psicoterapeuta muito destacada por lá. Tyler olha pra trás dela e percebe que ela vem acompanhada de uma menininha, e parece que o marido não veio junto. A irmã dele tem uma filha pequena de 6 anos que veio com ela. Eu e minha irmã nos soltamos do abraço, e ela me disse: - Olha só o que temos aqui!! Oi, Pequeno! - Que surpresa, irmã!!! Quanto tempo sem te ver! - Vim visitar a família e meu irmãozinho, que já não é tão pequeno assim! - É, bom... o tempo passa. - É, talvez agora eu deva te chamar de Tyler... - E quem é essa menina tão linda? (Me referindo à minha sobrinha) - Olha... ele é seu tio Tyler, cumprimenta ele. A menina, dizendo boa tarde educadamente, se apresentou timidamente como Emma. Tyler apertou a mãozinha dela e disse que era um prazer conhecer a sobrinha pequena, falou que ela era uma menina linda igual a mãe. Ela sorriu tímida e agradeceu. Depois, ele olhou de novo pra irmã, que tava incrível, linda pra caralho. Os olhos de Tyler percorriam discretamente o corpo tentador da Anna, babando na vista das pernas tonificadas enfiadas nuns leggings rosa incrivelmente justos. A blusa vermelha dela mal disfarçava a curva dos peitões, revelando a Cremosa extensão da sua carne e as bordas leves de um sutiã de renda preta, o tecido apertava contra o decote a cada respiração. Anna é uma verdadeira gostosa, mesmo sendo mãe, ela adora malhar, praticamente uma mulher fitness, passa muito tempo na academia e é por isso que, depois de tanto tempo, a irmã dela continua igualmente linda e com um corpaço. Ela é uma mulher de pele branca, cabelo comprido e meio ondulado, castanho claro, embora pinte mais escuro de vez em quando, é magra mas com curvas e uma cinturinha de violão bem definida, abdômen reto e levemente definido, tem uns peitos bem proporcionados com tetas firmes, pernas torneadas e lindas, é alta, de quadril largo, mas o maior tesão é que ela é muito nalguda. Aos 35, agora parecia mais madura, mas mais gostosa do que nunca. — E seu marido? Não veio com vocês? — Ah, ele... ficou no Canadá, não pôde vir. *Falou de forma cortante* Nossa! Que calor que faz aqui, me acostumei tanto com o clima frio do Canadá, vai me fazer bem o calor da Califórnia. — Quer beber alguma coisa? Te ofereço água, refrigerante ou prefere uma cerveja? — Hum, água tá bom, pequeno! — Ei, você disse que ia me chamar de Tyler! — Pra mim você sempre vai ser meu irmãozinho, PEQUENO!!! E a propósito, quando a Ellie volta? — Ah, chega daqui a uma semana, já passou dois anos na França com a bolsa da escola. — Oh, que bom, espero ver ela logo, essa menina saiu muito inteligente, quando fui embora era um bebê, já deve estar bem grandona. — Já viu a mamãe? — Sim, ela já abriu a porta pra gente, tá muito feliz de nos ver. — E eu também, irmã. Elas se abraçaram de novo, depois ele foi pegar um copo d'água pra irmã e um suco pra sobrinha pequena. Anna logo se juntou com a mãe no lobby, ficaram muito contentes conversando na sala, era um prazer vê-la depois de tanto tempo. Anna se instalou rápido na casa, usou o quarto antigo dela.analparece que ia ficar um tempinho, já que trouxe bastante bagagem. Tyler se ofereceu pra ajudar a levar as malas dela pro quarto.
— Valeu por ajudar, Tyler.
— Por nada, Anna. Qualquer coisa que precisar, tô aqui pra te ajudar, mana.
— Agradeço, Tyler.

Anna se afasta e começa a desfazer as malas. O irmão dela não consegue evitar de dar uma olhadinha discreta na bunda de Anna que, quando ela se inclina, as nádegas se alargam e, com a legging justa que ela usa, a raba dela fica irresistível.

No momento em que Anna se inclina de novo pra abrir outra mala, ela oferece, sem querer, uma visão tentadora pro irmão: a bunda enorme dela enfiada naquela legging apertada. A curva do rabo estica o tecido, realçando a redondez e deixando impossível ignorar. Ao sentir o olhar do irmão nela, Anna joga um olhar furtivo por cima do ombro. Tyler só desvia o olhar rapidinho, visivelmente nervoso, e Anna finge que não aconteceu nada e continua desfazendo as malas.

— Bom, mana, se precisar de algo, me chama. Vou estar na sala.
— Valeu, pequeno (ela fala, dando um sorrisinho).

Um tempinho depois, Anna tava com a filha no jardim dos fundos de casa. Tyler conseguia ver as duas sentado na varanda do jardim. A menina brincava na grama com uma bola e, quando a garota jogava a bola, Anna ia buscar. Pra ele, era difícil não reparar na figura tão gostosa da Anna.

Ele notou que Anna se aproximou de onde Tyler tava sentado e disse:
— Pequeno, já que a gente tá aqui, cê podia levar a gente pra praia? A Emma quer conhecer.
— Claro, mana. Preparem as coisas que amanhã cedo a gente vai pra praia.

A irmã e a sobrinha pequena ficaram super felizes.

De noite, Tyler levou uns lençóis e cobertores pro quarto delas. Anna recebeu, toda grata:
— Valeu, pequeno. Era exatamente o que eu tava precisando, maninho.

Anna se inclina e arruma um dos lençóis na cama, deixando à mostra pra Tyler a bunda linda dela enfiada na legging cinza justa. O tecido colado. Ela se esticava sobre suas bochechas arredondadas, realçando o volume. O olhar de Tyler se fixou na visão tentadora, incapaz de desviar os olhos. Ele se embebeu de cada detalhe provocante. Anna termina de arrumar a cama, se vira e vê Tyler ainda parado na porta, olhando para ela perdido em pensamentos. — Precisa de algo, irmão? — Hã?... Não, irmã, já vou dormir, descansa. Amanhã a gente se vê pra ir pra praia. — Valeu, obrigada pelas cobertas. Descansa, até amanhã, Tyler. Tyler saiu atrapalhado do quarto de Anna, quase tropeçando ao se despedir. Depois foi para o quarto dele. Anna acompanhou ele com o olhar até sumir no corredor. Ela só balançou a cabeça de um lado pro outro e riu sozinha, bem ciente do efeito que causava no irmão. No dia seguinte, subiram na caminhonete da mãe e Tyler dirigiu pra visitar as diferentes praias da Califórnia por três dias. No primeiro dia, Anna vestiu um biquíni de duas peças que deixava pouco pra imaginação. A peça era um biquíni azul justinho, que marcava cada curva e graça do corpo perfeito dela. Os quadris largos e a bunda empinada ficavam ainda mais evidentes com o biquíni, fazendo a rabeta exuberante dela ser o centro das atenções. No segundo dia, ela vestiu um biquíni dourado sexy com detalhes amarelos, e a peça cobria só o necessário, deixando à mostra a barriga tanquinho e os peitos lindos, perfeitamente redondinhos dentro do tecido apertado. As pernas torneadas dela ficavam ainda mais expostas por causa do biquíni, deixando-as ainda mais gostosas. O cabelo castanho caía solto sobre os ombros, contrastando com a pele branca. Era muito difícil não olhar pro corpo lindo dela de biquíni. Enquanto Tyler observava Anna de longe, admirava como a brisa do mar bagunçava o cabelo dela e brincava com as bordas do biquíni minúsculo. Cada vislumbre da pele macia e brilhante pelo protetor solar acelerava o pulso dele de desejo. Tyler clareou os pensamentos. — Porra!! Tenho que parar de pensar nisso. Ela, não posso ficar pensando na minha irmã desse jeito. No terceiro dia, Anna apareceu com um biquíni amarelo brilhante que valorizava sua figura espetacular. A peça minúscula se ajustava a cada curva do seu físico atlético, prova das horas que passava malhando na academia. Tyler ficou de boca aberta ao vê-la se aproximar. O jeito que o tecido neon esticava contra os peitos firmes e o abdômen definido deixava pouco espaço para a imaginação. Ele a percorreu com o olhar, reparando nos recortes tentadores nas laterais que revelavam flashes de pele macia. Puta merda!... murmurou entre os dentes. Como é que eu vou conseguir me concentrar em qualquer coisa que não seja foder ela até ela apagar com esse pedaço de pano pecaminoso? O corpo dela era de uma deusa grega ou uma valquíria nórdica: verdadeiramente lindo e gostoso. Tyler não conseguia desviar o olhar dela, absorvendo cada detalhe como um homem faminto. O jeito que os pezões durinhos pressionavam contra a lycra fina dava água na boca. Ele morria de vontade de estender a mão e percorrer os músculos definidos do abdômen dela, traçar cada curva da sua figura divina com mãos reverentes. Sentada ao lado dele na areia, Anna interrompeu o devaneio. Tyler sentiu o coração batendo forte no peito e as palmas das mãos suando. Tentou manter a calma, fingindo indiferença, mas não resistiu a olhar para Anna. — Tá gostando da praia, irmã? — Hummm, muito, é incrivelmente relaxante. Ela apoiou as mãos na areia e arqueou as costas, olhando para cima, relaxada. Esse movimento fez os peitos dela se destacarem, dando a Tyler uma vista incrível dos peitos perfeitos. Ele desviou o olhar na hora, antes que ela percebesse. — Que bom que você gostou, Anna. E sua filha, bem feliz também. — Sim, olha ela, toda feliz fazendo castelos de areia com a avó. — É, as duas parecem bem contentes. — Bom, e o que você... Parece que se a gente entrar na água, eu e você. Anna puxou ele pela mão pra irem nadar no mar. Pra Tyler, era incrível sentir ela tão perto. Eles estavam se jogando água e se divertindo pra caralho, tavam se amando. Anna tava muito feliz, se divertia pra cacete, mesmo parecendo que tinha tido algum problema com o marido dela no Canadá. A visita pra Califórnia parecia distrair ela dos problemas dela. Finalmente, cansados, decidiram sair da água. Enquanto voltavam pras toalhas, a mão de Anna roçou sem querer na de Tyler. Uma faísca elétrica passou entre os dois. Eles se olharam, sentindo de repente um vislumbre de uma tensão sexual que pulsava entre eles. Tyler sabia que tinha que agir rápido antes de perder o controle de vez. Ele simplesmente agiu como se nada tivesse acontecido, e Anna também. Depois, foram jantar num restaurante com a família. Lá, Tyler apresentou a namorada dele, que chegou porque ele avisou que tava naquele restaurante com a mãe e a irmã dele, que estavam de visita. Quando a namorada chegou, ele apresentou como Katherine. Tyler deu um beijo nela, e Anna ficou olhando, surpresa, com um olhar enigmático. Katherine, a namorada de Tyler, é uma mulher muito gostosa. Não tem o corpo da Anna, mas é muito sexy, esbelta, tem tudo no lugar e é muito bonita. Ela cumprimentou a mãe, que já conhecia ela, depois cumprimentou a sobrinha Emma e finalmente a irmã. Anna estendeu a mão e cumprimentou ela, e depois jantaram juntos. Depois do jantar, subiram na caminhonete da mãe, deixaram a namorada de Tyler, que se despediu educadamente, e depois foram pra casa pra descansar. A mãe de Anna e Tyler se despede deles e da netinha e vai dormir. Depois, a menininha sobe as escadas se despedindo do Tyler e agradecendo por ele ter levado ela pra visitar a praia, e vai pro quarto dela. Anna toca o ombro do Tyler. — Gostei de conhecer sua namorada, ela é muito bonitinha — fala enquanto sobe as escadas. — Valeu, Anna. Ela é sim. você também caiu muito bem pra ela. Ela se vira e sorri pra ele, enquanto continua subindo. A irmã dele só tá usando uma espécie de quimono de tecido leve preto transparente que cobre o biquíni apertado e o corpo exuberante dela. Tyler fica olhando enquanto ela sobe as escadas, dando uma última olhada na transparência do tecido que cobre as bundas gostosas dela. Anna vira por cima do ombro e descobre Tyler de novo olhando pra ela, sorri e fala: — Valeu por nos levar pra praia, maninho. A gente se vê amanhã, descansa. Os cantos dos lábios dela se curvaram num sorriso malicioso. Ela adorava provocar Tyler sem piedade, levando ele ao limite. — Descansa, irmã. Anna trabalhava de manhã e parte da tarde como psicóloga em casa, e agora que voltou pra casa, tinha que atender os pacientes por videochamada. Tyler percebeu que Anna fazia as consultas no quarto dela, que, apesar de não ser ruim, não era um lugar digno pro trabalho dela. Então ele decidiu arrumar o antigo escritório do pai pra ela. Ele limpou, pintou e decorou, deixando um escritório bem equipado e com uma aparência profissional pra Anna. Anna tava feliz com as atenções do irmão: — Agradeço muito, Tyler. Isso tá perfeito, o antigo escritório do papai... Enquanto Anna falava isso, um lápis pequeno caiu no chão. Ela se abaixou rápido na frente de Tyler, colocando a mão na coxa dele pra se apoiar. Naquele instante, uma lembrança breve e fugaz passou pela mente de Tyler como um flash: a imagem da irmã dele abaixada do mesmo jeito, fazendo sexo oral nele. A mão dela tava na mesma coxa, mas dessa vez Anna chupava ele enquanto masturbava ao mesmo tempo, no mesmo lugar, num momento do passado. O escritório escuro, só com a luz que entrava pelas janelas, Anna devorando ele com lascívia, e o eco dos gemidos abafados da irmã enquanto ele gozava na boca dela inundaram a mente dele. De repente, do mesmo jeito que a lembrança veio, ele voltou ao presente. Realidade com o mesmo flash, Anna se levantava de pegar o lápis, Tyler clareia a mente meio corado, Anna fala segura: "É um lugar muito bom pro meu trabalho, mesmo sendo à distância, é meu dever profissional atender meus pacientes. Você tá bem? Te noto... muito pensativo, hein..." "Ah, não, não é nada, tô bem, Anna. Fico feliz que você gostou de como o estúdio ficou. Espero que também tenha gostado da decoração. Adicionei um toque elegante pra contrastar com sua personalidade, irmã." "Sabe... amei. Com esse papel de parede vermelho carmim e o preto nos detalhes das bordas das paredes, dá um toque bem profissional. O tapete me fascina, a escrivaninha de mogno e a poltrona de couro são lindas e elegantes, e as cortinas douradas estão impecáveis. A iluminação é perfeita. Pra falar a verdade, você me surpreendeu, Tyler. O lugar ficou incrível. Valeu, pequeno... Valeu por tudo, Anna." Ele tocou o ombro dela e continuou o tour pelo estúdio, passando os dedos pela escrivaninha de mogno e pela poltrona de couro. Ela se sentou nela e olhou pra Tyler, sorrindo. A felicidade estampava o rosto dela por ter agora um lugar confortável pro trabalho.

No dia seguinte, Tyler viu Anna pela janela que dava pro estúdio. Ela se preparava pra trabalhar, arrumava alguns papéis e os revisava em pé na escrivaninha. Tyler não conseguia tirar os olhos da irmã.

Anna tava incrível naquele dia, vestida de um jeito que misturava sensualidade com elegância. Uma saia justa preta se moldava às curvas e à bunda dela, fazendo a raba enfiada no tecido fino se destacar ainda mais. As meias pretas tinham um brilho acetinado, cobrindo as pernas tonificadas até as coxas, terminando numa borda de renda que deixava ela gostosa pra caralho. Era um estilo executivo que realçava a silhueta esbelta e levemente curvilínea dela. A blusa branca que ela usava exibia um decote leve, mostrando um vislumbre da renda do sutiã vermelho. Era um look perfeito pra destacar a... Beleza e sensualidade dela. A imagem viva da psicoterapeuta gostosa, o sonho de qualquer homem. Tyler observava a irmã pela janela de vidro da porta do escritório. Ela parecia concentrada no trabalho, a expressão séria e profissional. Mas a mente dele não parava de pensar em como a Anna tava gostosa naquele dia. Anna sentou na poltrona dela, o colarinho da blusa meio desabotoado, deixando escapar um vislumbre da pele branca e delicada. O cabelo castanho e comprido caía solto nos ombros, brilhando sob a luz do escritório. Num momento, Anna levantou a vista e percebeu o Tyler olhando pra ela. Quando os olhares se cruzaram, Anna deu um sorriso doce, quase meigo. Depois voltou pro trabalho, os olhos de novo focados na tela do notebook. Começou a escrever alguma coisa rápido, os dedos se movendo sobre as teclas com agilidade. Tyler se afastou pra fazer as tarefas de casa que eram dele, deixando a irmã se concentrar no trabalho. Anna observou o Tyler se afastar, o olhar seguindo ele até sumir de vista. Pegou o lápis e levou devagar até os lábios. Mordeu levemente a ponta, com um sorriso enigmático e misterioso. Uma noite, o Tyler tava vendo TV na sala já tarde da noite, mudou de canal e apareceu um filme claramente erótico, onde um cara tava com uma mina num momento de muita tensão sexual e a mina seduzindo ele. Achou que todo mundo já tava dormindo e ficou assistindo. De repente, a Anna surpreendeu ele, chegando devagar por trás do sofá, passando os braços em volta dos ombros dele e a cara dela do lado da dele. Falou perto do ouvido: — Que que cê tá vendo?! Tyler se assustou ao ouvir ela, dando um pulinho no sofá. — Ah, Anna, pensei que cê já tava dormindo. — Umm! Não, não consigo dormir, tô meio acalorada. Ter ela tão perto dele trazia sensações muito gostosas, ele conseguia ver os olhos verdes grandes e lindos dela e sentir a respiração dela bem perto do pescoço dele, sem... mencionar que dava pra sentir os peitos dela apoiados nas costas dele - E a Emma já dormiu? - Sim, ela já tá dormidinha, o aquecedor fez bem pra ela, ela não tá com muito calor - É, acho que ela se adapta rápido e você, tem que se adaptar ao calor daqui, em uns dias você vai ficar melhor - Siiim, mas eu gosto, já tava sentindo falta do calor, aliás... agora sim eu aceitaria aquela cerveja que você tava me oferecendo, Pequena. - Claro Anna, já vou pegar Ela tirou os braços dos ombros do irmão e andou contornando o sofá pra sentar. Ela tava usando um vestido justo de couro com mangas compridas, marrom, bem curtinho, as pernas torneadas dela estavam muito gostosas, quase musculosas, sentou no sofá cruzando as pernas, Nossa que perna gostosa que minha irmã tem! (Pensou Tyler pra si mesmo) Foi pegar um par de cervejas e se juntou com Anna na sala, abriu uma cerveja pra ela e entregou, Anna perguntou: - E o que você tá vendo hein?... - Humm parece uma novela meio... Nesse momento a mina do filme começou a passar a mão no pau do cara por cima da calça enquanto se beijavam - Meio pornô... Kkkk! (respondeu ela rindo) - Kkkk, não sei, achei que era um filme francês, parece que me enganei, deixa eu trocar, - Ah tá! Vou acreditar em você, Não quis, Deixa, vamos ver um pouco pra saber do que se trata. - Certeza? - sim, o que tem? - Beleza Anna, se você quiser. Ficaram vendo o filme que mais do que erótico era pornô meio vintage e a irmã dele não parava de olhar com naturalidade e em momentos virava pra ver Tyler com um sorrisinho, o filme foi esquentando aos poucos, agora o cara tava tocando a mina, começou a passar a mão na perna dela e ir subindo levantando a saia e tocar a buceta dela - Puxa, tá bom esse seu cinema francês! Falou pra ele enquanto sorria divertida de forma meio provocadora Em uns segundos, num corte de cena tudo mudou drasticamente a mina tava fazendo um boquete numa cena explícita que deixou os dois mudos, Tyler não Sabia se trocava de canal ou só deixava rolar, mas aquilo tava me dando um certo tesão, e a irmã dele só olhava fixo pra tela, meio corada também. Aí, na outra cena, o cara tava metendo na mina de papai e mamãe, já transando sem vergonha nenhuma, na cara dura. Nessa hora, o Tyler comentou: A Anna limpou a garganta e se ajeitou no sofá, cruzando a outra perna, mudando de posição. — Sério, não achei que era porno isso... é estranho, não acha? Quer que eu mude? — Não, deixa quieto, a mamãe e a Emma tão dormindo, não tem problema. — Tô falando... a gente não devia tar vendo isso, haha, tô falando do pornô. — Ah! Como se a gente nunca tivesse visto pornô antes. Pra mim não é desconfortável, pra você é? — Não! De jeito nenhum, só é... — É super normal, relaxa. Ela chegou mais perto do irmão, se inclinando pra se apoiar no ombro dele e colocou a panturrilha em cima da perna do Tyler, perigosamente perto da ereção dele. O contato deixou ele nervoso na hora. — Calma, Pequeno!!... A essa altura, nada devia dar vergonha pra gente, não acha?... O Tyler virou pra ver o que ela queria dizer, mas ela virou a cabeça na mesma hora e continuou olhando o filme, tomando a cerveja dela de boa. Mas claro que o Tyler entendeu o que ela quis dizer, era óbvio que tava falando do que rolou entre eles antes dela casar. Ele começou a esquentar um pouco pensando nisso. De repente, num instante, o cara do filme tava fodendo a mina de um jeito violento, de quatro. — Vai matar a coitada da mina, haha — Sim, mas tá matando de prazer, haha, com esse pedaço enorme de carne. A Anna mordeu o lábio inferior quando falou isso. De repente, o sujeito ajeitou a mina e começou a acariciar e lubrificar o cu dela. A Anna comentou: "Uiii!!! Acho que ele quer marcar o maior território possível nessa mina." A perna da irmã dele se moveu um pouco, roçando a panturrilha na perna do Tyler, cada vez mais perto. da sua ereção crescente, Em seguida, colocou a cabeça do pau no cu da jovem e minha irmã exclamou: "Umm...! interessante" O homem penetra a garota pelo rabo, a mina parece estar curtindo pra caralho e era uma cena realmente gostosa, de verdade o Tyler estava ficando excitado e já dava pra notar a ereção, que estava fazendo uma barraca na calça dele, ele tentou disfarçar e comentou algo pra tentar não pensar nisso - Será que a atriz não quer isso de verdade? Sinto que o único que tá curtindo é o cara. Nisso, a irmã dele virou pra olhar pra ele e, inclinando o corpo na direção dele, disse - Você tá enganado, pequeno, as mulheres também curtem muito sexo anal.BucetaEle disse enquanto a panturrilha dela praticamente tocava a ereção dele como se não fosse intencional — Sério, Anna? Ao ouvir isso, ele ficou muito excitado, e acho que Anna percebeu por um instante a ereção dele, que estava bem perto da panturrilha que ela mantinha sobre a perna do irmão — Claro! A verdade é que é muito gostoso, ainda mais se o cara tem igual ao do filme, uuuuuu!!! Mmmmm!! Mais gostoso (ela soltou um gemidinho enquanto mordia o lábio inferior) — Poxa, então acho que deve ser muito gostoso mesmo. Os dois estavam assistindo ao filme enquanto a irmã dele contava um pouco sobre as práticas de sexo anal, e ela comentou: — Sexo anal é uma prática que, com a lubrificação certa e uma boa comunicação, pode ser uma experiência incrivelmente prazerosa. Além disso, estimula zonas erógenas pouco exploradas e pode intensificar os orgasmos. 💦 Anna ergueu as sobrancelhas e sorriu levemente ao dizer a última parte, com uma expressão sutil de como parecia interessante o fato de essa atividade sexual quente poder prolongar um orgasmo — Sério? Parece muito bom isso... Tyler estava ficando nervoso com a conversa, ainda mais porque não queria que Anna percebesse a excitação dele. — É muito gostoso, pequeno, tanto para o homem quanto para a mulher. O quê... Não me diga que... Você nunca fez?... — A verdade... é que... não, Anna, embora... a verdade é que adoraria fazer um dia. — Devia, você não sabe o que está perdendo, irmãozinho. Lembra... do beijo de Singapura?... Tyler nunca imaginou que a irmã fosse mencionar de novo algo sobre o que rolou entre eles anos atrás. Meio nervoso, respondeu: — Ah... bom... como esquecer, irmã. (Respondeu Tyler com um pouco de timidez) — Bom... então os caras com quem eu fiz disseram que a sensação que você sente quando a buceta aperta e suga! Bem, o anal é mais ou menos assim, mas o cu da mulher é Mais gostosa e mais apertada ainda. Anna olha direto nos olhos dele de um jeito meio sedutor ao terminar de mencionar o prazer que o sexo anal pode dar pra um homem — Sério, irmã?!! Então não tem dúvida que deve ser uma delícia, Anna! — Claro, e a gente também curte pra caralho, sentir o calor e a pulsação do pau é muito gostoso, além dessa área ter um monte de terminações nervosas e estimular partes internas da buceta que não são estimuladas no sexo normal, dá até pra ter um orgasmo. — Nossa, não sabia nada disso, irmã, acho que é bem interessante e... Prazeroso. — A essa altura eu já achava que você tinha feito de tudo, pequeno. — Bom, como você vê, ainda falta experimentar umas coisas, irmã, você sabe que eu sou meio tímido pra esse tipo de coisa. Anna até dá uma risadinha, de um jeito divertido e debochado — Ah, claro, você é um putão de primeira, maninho. Tyler ficou nervoso ao ouvir Anna chamá-lo de tarado, depravado, o que não era mentira, mas ser exposto pela irmã daquele jeito o deixava tenso — Bom, isso... É... Quando... Quando eu já tenho muita intimidade com alguém, Anna, não sou tão assim. — Haha, claro que sim!!! E... Você já pediu pra sua namorada? — Bom... Com a Katherine faz relativamente pouco tempo que tô saindo com ela... Ela é meio... De sexo clássico, digamos assim, por causa da religião dela e essas coisas... — Sério?... Achava que ela era mais... Aberta pra isso. — Haha, não... Na real, você não sabe o quanto eu sofri pra convencer ela a transar pela primeira vez. Eu gosto dela e quero ela, mas ela reprime muita coisa por causa disso. Uma vez eu mencionei algo sobre isso, mas ela ficou puta e disse que nunca faria uma coisa dessas, que é pecado e tal... Definitivamente, não toquei mais no assunto. — Entendo, pequeno, haha, cada um com suas liberdades e crenças. Sinto pena dela pelo que ela perde, mas tenho que dizer que fico feliz por você estar com uma mina direita. Mamãe fala umas coisas... Muito gostosa ela. — Simmm, ela é muito linda e eu amo ela, mas é meio fanática religiosa, até porque ultimamente a gente não transa com frequência. — Sério?! Não é só ela que se reprime, você também se reprimiu. — Verdade, já faz semanas que a gente não faz nada. — Entendi! Te entendo, digamos que a gente tá na mesma. — Sério? Com seu marido, tem algum problema? — Digamos... Mas não quero falar disso agora. Então, me conta mais... E na faculdade, alguma garota? — Bom, teve uma outra garota que um dia eu falei que queria experimentar o anal, mas ela tinha muito medo de doer e disse um não bem redondo. — Isso é o que dá pegar mina inexperiente que não se informa, pra isso existe preparação com gel ou lubrificante. Mas, olha, até entendo ela, porque você tem uma anaconda do caralho, irmãozinho! — hahaha — (Tyler riu nervoso e corado) — Então você... já fez, Anna? — Sim... já fiz algumas vezes e, pra ser sincera... eu gosto muito... de sexo anal. Ela disse mantendo contato visual com ele. Houve um pequeno silêncio entre ela e Tyler, carregado de tensão por um momento. O homem no filme gozou, soltando um gemido quase gutural, e a garota também gemeu alto, o que chamou a atenção deles de volta para a tela da TV. Eles viram o cara ter um orgasmo glorioso dentro da bunda da jovem, mostrando o prazer intenso dos dois protagonistas, e deixando escorrer o sêmen de dentro dela. Na sala, houve um pequeno silêncio. Anna e Tyler se olharam por um tempo nos olhos, numa espécie de tensão. Ela pegou a latinha de cerveja, ainda olhando para ele de um jeito bem sensual e enigmático, e depois quebrou o silêncio dizendo: — Um dia você vai conhecer isso, irmãozinho. A oportunidade vai aparecer com alguma garota experiente que queira fazer, até porque você é muito gato e... também... é bem dotado!!! Sorrindo safadamente, fez um sinal com as mãos e os dedos. dedos se referindo ao tamanho, ao ver e ouvir isso Tyler corou, tinha tanta vontade de acariciar a perna da irmã que estava exposta brilhando levemente com a luz da televisão, acentuando a silhueta das coxas torneadas e com a panturrilha em cima da perna de Tyler, o pau do irmão pulsou levemente dentro da calça que Anna com certeza sentiu na panturrilha, que desceu devagar e deu uma olhadinha na entreperna de Tyler, que estava claramente excitado, mas bem antes de tentar algo, Anna se levantou do sofá e disse "Bom, irmãozinho, vou te deixar com seu 'cinema francês' haha, valeu pela cerveja, caiu super bem, vou dormir, até amanhã" — "Tá bom Anna, descansa, tenha uma boa noite" — "Você também, boa noite, não vira a noite" e foi pro quarto antigo dela onde agora estava hospedada nas férias. Tyler ficou muito excitado, e não conseguiu evitar olhar pra bunda dela naquele mini vestido justinho, enquanto ela se afastava, se sentia feliz por tê-la de volta em casa, mas por outro lado ela o deixava muito tarado. No dia seguinte Anna brincava com a filha no jardim de novo e Tyler levou um baita susto ao ver a irmã, dessa vez ela estava usando umas leggings de efeito couro verde oliva escuro, extremamente justas na pele, cada passo fazia a bunda voluptuosa dela balançar hipnoticamente, e o couro sintético brilhante se moldava a cada curva como uma segunda pele. A cintura alta se enterrava na pele macia do quadril, fazendo a bunda dela se destacar ainda mais. A cada movimento, o material macio parecia ondular e se flexionar em volta dos contornos exuberantes, atraindo o olhar de Tyler como um ímã. Agora que Anna voltou pra casa, Tyler se sentia nervoso perto dela, uma sensação que despertava desejos antigos. Ver ela com essas leggings apertadas dava um tesão, fazendo o corpo dele reagir involuntariamente. Ele sabia perfeitamente que a irmã tinha consciência do efeito que Ver a Tyler com aquele tipo de legging faz ela pensar, por um momento, se Anna tá provocando ele. Mas ele tenta reprimir esses pensamentos e manter a cabeça fria, lembrando do limite que ela estabeleceu antes. Tyler lembra, como num flashback, as palavras de Anna antes de casar, onde fez ele prometer que nunca falaria nada do que rolou entre eles e que tinham que deixar o assunto morrer pelo bem dos dois, já que ela ia casar logo e queria deixar pra trás os encontros íntimos com o irmão dela. Tyler tinha memórias vívidas daqueles primeiros encontros íntimos com a irmã, antes do casamento, quando Anna decidiu que a virgindade de Tyler seria dela, quando a inocência do irmão se perdeu pela paixão que os dois compartilhavam. Lembrava como Anna se aproximou dele com olhos sedutores, lábios macios entreabertos e peitos rebeldes sob o tecido fino da camiseta dela. O jeito que ela tirou a roupa devagar, revelando uma pele branca e macia como seda, deixou ele sem fôlego. O momento em que Anna se ajoelhou na frente dele, chupando o pau duro dele com uma boca molhada e quente, foi algo que Tyler jamais esqueceria. A sensação da língua experiente dela envolvendo o pinto dele, a garganta apertando e soltando a ereção a cada estocada, levou ele à beira do êxtase. E depois, quando Anna levou ele pra cama dela, Tyler soube que a vida dele nunca mais seria a mesma. Lembranças daquela primeira vez que se uniram completamente, os corpos entrelaçados numa dança sexual, se misturavam com imagens de outras ocasiões, todas igualmente quentes e safadas. Anna, com o corpo perfeito e a mente perversa, tinha sido a professora dele e a primeira e única mulher dele, a mulher que iniciou ele no prazer e no desejo. Tyler clareou os pensamentos e tentou parar de lembrar disso. Rapidamente veio também na mente dele a vez que Anna pediu pra nunca mais tocarem no assunto e que nunca mais iam transar e como ela ficou brava um dia que Tyler tentou insistir. Ela foi pro quarto dela tentando reprimir seus desejos proibidos pela irmã mais velha. Nos dias seguintes depois que Tyler ficou vendo filme pornô e ter tido aquela conversa meio... quente naquela noite com a irmã, ele começou a notar algo estranho nela. Tyler observava fascinado como Anna começava a usar leggings bem justos com mais frequência e tangas que destacavam a bunda impressionante dela, deixando visível a fenda entre as nádegas redondas e firmes. Várias vezes, enquanto ela fazia tarefas domésticas perto dele, fingia que algum objeto escapava e se inclinava pra trás, oferecendo uma vista perfeita daquele cuzão monumental. Essa postura, combinada com a tensão no tecido dos leggings, destacava ainda mais a proeminência dos glúteos dela. Tyler sentia o coração acelerar e a respiração ficar ofegante diante de exibições tão descaradas da irmã. Conforme o dia passava, ele começou a perceber pequenos gestos e ações de Anna que antes não via. Toda vez que se cruzavam, ela parecia arranjar desculpas pra se aproximar e esfregar o corpo no dele de um jeito casual, quase como se fosse sem querer, mas que parecia passar uma mensagem clara. Na sala de jantar, enquanto serviam a comida, Anna se abaixou pra pegar algo na geladeira e, ao se curvar pra abrir a porta, deu a Tyler uma visão impactante da bunda coberta pelos leggings apertadíssimos. O material colado se moldava a cada curva e vale do corpo dela, criando um contraste entre o tecido fino e elástico e a maciez da carne. Os elásticos da tanga de Anna apareciam por cima dos leggings, formando uma tira que se estendia pelos quadris dela com uma sensualidade e erotismo indescritíveis. Esse detalhe extra realçava ainda mais a sexualidade da figura dela, como se fosse um lembrete constante do tesão que era ter ela por perto. Conforme Anna continuava se movendo com sensualidade, os elásticos da tanga se esticavam e relaxavam em sincronia com suas curvas, criando um efeito visual atraente e provocador. Tyler sentia sua excitação crescer, seu pau pulsando a cada sacudida dos quadris e a cada rotação da cintura. Tyler se viu paralisado, incapaz de desviar os olhos daquele deleite visual, onde via a fenda profunda entre as nádegas e o jeito que a costura da legging se enfiava dentro da calcinha enorme da irmã. O pau de Tyler pulsava dolorosamente dentro da calça, prenunciando o prazer que sentiria ao penetrar aquela bunda perfeita. Tyler se sentiu dominado pela beleza daquele rabo, que parecia se separar em duas metades perfeitas a cada movimento sensual de Anna. Ela parecia saber que o irmão a observava, e isso só aumentava sua confiança e sua sedução. Enquanto cantarolava a melodia de uma música, Anna começou a balançar os quadris de um lado para o outro, fazendo com que suas nádegas se movessem contra o tecido da legging num ritmo hipnótico. Cada movimento da bunda dela enviava vibrações diretas para a virilha de Tyler, estimulando sua ereção já dolorosa. Ele também notou que Anna começou a se vestir de forma mais sugestiva; quando a encontrava no corredor a caminho do estúdio, ele percebia que as saias que ela usava estavam cada vez mais curtas e mais justas. Também andava com os botões da blusa desabotoados, deixando à mostra a pele branca do início dos seus peitos cremosos, usava meias de rede muito sexys que mal cobriam a metade das coxas. Quando se movia, fazia com uma graça magistral, o rebolado dos quadris ao andar era hipnotizante, as nádegas se realçavam no tecido da saia justa, evidenciando o quanto aqueles globos eram voluptuosos e carnudos, parecendo cheios d'água, uma mistura perfeita de gordura e músculo, seguida por um par de pernas sexys e tonificadas envoltas em diferentes tipos de meia. média cada dia. Uma noite, durante o jantar em família, a perna da irmã roçou acidentalmente a de Tyler, ficando ali por um segundo longo demais para ser mera coincidência. Tyler percebeu como Anna se movia com mais liberdade perto dele, virando o corpo de um jeito que suas curvas gostosas esbarravam nele. Os olhos azuis dela brilhavam com um brilho provocativo toda vez que se cruzavam, e o sorriso ficava mais sensual e sugestivo. Na cozinha, enquanto preparavam o café da manhã, Anna se aproximou de Tyler com um ar excessivamente casual, roçando o peito no ombro dele enquanto pegava um prato. O perfume dela, um aroma doce e intenso, invadiu os sentidos dele; o decote que aparecia na blusa branca revelava um sutiã cor de vinho, com um tipo de alças cruzadas sobre os seios. A cor vinho dava um toque de maturidade e sensualidade à imagem, como se Anna quisesse mostrar que era uma mulher desejada e experiente. A cada movimento da respiração, o tecido do sutiã se ajustava aos peitos dela, fazendo com que parecessem ainda maiores e mais redondos. Tyler parou por um momento, na dúvida se Anna realmente estava dando em cima dele ou se era só impressão dele. Lembrou da conversa que tinham tido antes, quando Anna pediu para não conversarem mais nem terem qualquer intimidade. Como conciliar aquelas palavras com essas ações tão provocantes? Mas então, ao ver como Anna continuava se movendo com sensualidade, como o olhar dela se cruzava com o de Tyler em certos momentos e como os lábios dela se curvavam num sorriso safado, Tyler começou a duvidar das próprias percepções. Talvez Anna quisesse mesmo jogar esse jogo, mas de um jeito mais indireto, esperando que ele também desse os primeiros passos. Tyler refletiu que Anna claramente queria mostrar sua experiência sexual, mandando um recado claro para o irmão, transmitindo uma mensagem explícita de que estava disponível para realizar qualquer fantasia. dela. Mas também entendeu que não agiria de forma direta, precisava que ele também mostrasse desejo e disposição. —Talvez seja só coisa minha, caralho, tô ficando louco!! Anna ficava cada vez mais gostosa e insinuante, os leggings de couro que ela usou uma noite deram ao irmão um convite pra olhar aquela bunda linda, redonda e empinada que parecia um coração invertido. Tyler não conseguiu evitar reparar nos leggings de couro que ela vestia. Sabia que esse tipo de roupa era especialmente erótico pra ele, realçando as curvas dela e dando um toque de sadomasoquismo que o excitava profundamente. Anna devia saber do fetiche dele, já que agora parecia usar deliberadamente esse tipo de legging pra provocá-lo ainda mais. Cada movimento dos quadris dela fazia a luz refletir na superfície brilhante do couro, criando um efeito visual que misturava sensualidade e dominação. Anna andava pela casa nos dias seguintes com as pernas gostosas enfiadas em leggings justos que se moldavam a cada curva. Cada passo transmitia uma onda de movimento, acentuando o tecido macio contra as coxas torneadas dela. Quando se abaixava pra pegar algo, a bunda redonda inchava e ficava tensa, o material elástico grudando nos contornos do rabo como uma segunda pele. Por trás, a bunda da Anna ficava ainda mais deliciosa; as curvas pronunciadas pareciam implorar pra serem acariciadas. As bordas dos leggings que terminavam e eram seguidas por umas tirinhas elásticas da calcinha fio dental dela apareciam por cima dos leggings e se esticavam sobre os quadris, criando um espaço tentador entre o tecido e a pele. Tyler descobriu a porta do quarto da Anna entreaberta naquela noite, e não resistiu a dar uma espiada. Viu a irmã na frente do toucador, se olhando no espelho com uma atitude conscientemente sedutora. Tyler teve a clara impressão de que Anna sabia que ele tava vigiando, e que até se deliciava com aquela situação. Com cada movimento dos quadris dela, Anna fazia os leggings de couro brilhante se ajustarem à bunda redonda e firme dela, criando um espetáculo visual erótico que quase obrigava Tyler a bater uma ali mesmo, pensando nela. As imagens daquelas noites passadas, quando Tyler tinha Anna devolvendo a bunda pra ele e curtiam um sexo intenso, voltaram à mente dele. A sensação do pau duro roçando contra a bunda da irmã, sentindo como as nádegas dela se espremiam contra a ereção dele, foi tão vívida que ele quase conseguia recriar naquele momento. Lembrou como Anna se contorcia de prazer debaixo dele, os gemidos musicais dela enchendo o quarto enquanto exploravam os limites e descobriam novos níveis de êxtase juntos. Aquelas experiências tinham roubado o sono deles e os deixado exaustos, mas também com um desejo insatisfeito que nunca tinha se apagado completamente. Tyler lembrou com precisão como Anna tinha se colocado na frente dele, a bunda firme e redonda colada na pélvis nua dele. Depois, com os leggings de couro ainda vestidos, ela começou a mover os quadris em círculos lentos e sensuais, esfregando a buceta nele. A textura quente e macia da pele através dos leggings de Anna contrastava com a dureza do pau dele, criando um jogo de sensações estimulante. Tyler sentiu como as nádegas da irmã se moviam em harmonia com o pau dele, como se estivessem dançando uma rotina erótica perfeitamente coreografada. Os olhares de Anna e as provocações constantes despertaram uma putaria intensa em Tyler. Ela parecia estar especialmente em cima dele, preparando o café da manhã e oferecendo biscoitos recém-assados. Mas foi quando Anna andava pela casa vestida com roupas minúsculas e reveladoras que Tyler se sentiu completamente tentado. Uma das tardes em que Tyler se cruzou de novo com Anna no corredor de casa, ela estava terminando uma das palestras quando saiu do estádio. Tyler ficou de boca aberta. Anna usava um vestido de couro preto incrivelmente justo no corpo, com as nádegas e os quadris largos realçados, as pernas sexy destacando a leve musculatura, e uma pele macia e lisa. O vestido tinha mangas longas de couro, mas os ombros ficavam descobertos. A parte que cobre o tronco era perfeitamente ajustada, dando uma visão da barriga lisa e sexy dela por dentro do tecido, dando o toque final de sensualidade que precisava para atrair ainda mais a atenção do irmão. Cada passo que dava, cada movimento dos quadris, revelava mais do que deveria naquele contexto familiar. Tyler percebeu que Anna usava a roupa como arma de sedução, deixando pouco para a imaginação e estimulando o desejo dele de forma deliberada. Tyler se perguntava por que Anna estava sendo tão sedutora com ele agora, depois de todo o tempo que passaram sem intimidade. Ela estava perfeitamente casada, que motivos poderia ter para agir assim? No entanto, Tyler também lembrava da intensidade das relações sexuais deles no passado, e como sempre rompiam limites e ultrapassavam as barreiras. Talvez Anna estivesse apenas revivendo aqueles momentos passados, e não houvesse intenção de levar adiante. A mãe deles não achou nada estranho, já que Anna sempre foi assim quando morava na casa. Por um momento, Tyler tentou pensar igual. Ela tinha um olhar muito penetrante e agia com muita sensualidade. Enquanto tomavam café da manhã, Tyler notou que Anna levava cada garfada à boca com tanta sensualidade, saboreando cada mordida com gestos deliberadamente provocantes. Embora fizesse isso com discrição, evitando chamar a atenção da mãe, Tyler captava cada detalhe da sua performance erótica. Anna parecia aproveitar a clandestinidade do jogo, sabendo que Tyler era a única testemunha dos seus modos sedutores. Cada movimento da boca dela e cada chupada eram parte de uma coreografia desenhada para excitá-lo, sem comprometer a discrição exterior. Na cozinha, Anna pegou um morango da fruteira e levou à boca, olhando para Tyler com aquela expressão sedutora que tanto o intrigava até agora. Os olhos deles se encontraram, e por um momento, o mundo se reduziu àquela conexão erótica direta entre os dois. Tyler viu Anna morder o morango, seus lábios roçando a polpa vermelha, e como sua língua saía para saboreá-lo. A cena era tão íntima e sensual que Tyler sentiu uma onda de desejo invadi-lo, seu pau endurecendo debaixo da mesa. Ao ver Anna chupando o morango, Tyler foi transportado instantaneamente para as lembranças dos encontros sexuais passados. Imaginou sua irmã mais velha, com o rosto sério e concentrado, enfiando o membro na boca e chupando com habilidade, a língua circulando a cabeça e a glande num ritmo constante. Tyler lembrou da sensação do pau pulsando na boca da irmã, seus gemidos de prazer ecoando no ouvido enquanto ela o levava ao limite do êxtase. E então, o momento em que ele explodia, inundando a boca dela com seu leite quente, sentindo como ela engolia cada gota sem deixar vestígios. Anna observou Tyler mergulhar nas lembranças, sua expressão mudando de luxúria contida para nostalgia e desejo renovado. Ela sabia que tinha conseguido levá-lo até aquele ponto, onde a mente dele se focava exclusivamente nela e nos prazeres que compartilhavam. Com um leve toque de triunfo no olhar, Anna continuou sua performance erótica, saboreando o morango lentamente enquanto mantinha contato visual com Tyler. Queria garantir que seu irmão mais novo não ficasse só na nostalgia, mas também sentisse a necessidade urgente de repetir aquelas experiências. Anna conhecia bem a timidez de Tyler, então optou por uma abordagem paciente e indireta. Em vez de ser direta, seguiu com sua estratégia de sedução, esperando que ele finalmente se decidisse a fazer uma proposta. Essa paciência e tato eram características que Anna tinha desenvolvido. ao longo de seu relacionamento com Tyler, aprendendo a ler seus sinais e necessidades sem pressioná-lo demais. Enquanto isso, continuava com suas ações provocativas, confiante de que seu irmão mais novo não resistiria por muito tempo ao fogo que ela havia acendido dentro dele. Numa dessas noites, Anna dormiu no sofá, vestindo uma legging extremamente justa que destacava sua figura atlética e proporcionava uma visão perfeita da sua bunda. A vontade de tocar aquela bunda perfeita e apertada era intensa, mas Tyler se conteve, com medo de acordá-la e ela perceber o que ele estava fazendo. Em vez disso, decidiu cobrir a irmã com um cobertor, permitindo-se admirá-la de perto sem atrapalhar o sono dela. Tyler se sentia confuso e desnorteado. Se Anna estava sendo tão sedutora e provocante com ele, por que motivo faria isso? Ele sabia que ela era feliz no casamento e que, no passado, tinha escolhido ser fiel ao marido, até abrindo mão dos prazeres sexuais proibidos com ele, aqueles que os dois já haviam compartilhado. Tyler se perguntava se Anna tinha mudado de ideia sobre os atos incestuosos deles, e se agora estava disposta a explorar novamente aquele lado obscuro da relação, apesar das promessas de lealdade conjugal que havia feito. Por enquanto, Tyler também fez a parte dele, sabia que tinha conquistado um corpo bonito por causa da natação e do esporte que praticava constantemente. Numa tarde quente, Anna estava na piscina com a filha, nadando, como sempre, Anna usando um biquíni espetacular e sexy, um micro biquíni que revelava sua bunda escultural e orgulhosamente sexy e voluptuosa. Tyler foi levar uma limonada para a sobrinha e a irmã, veio sem camisa e o torso nu e másculo brilhava com óleo de coco, dando um aspecto realmente sensual que Anna percebeu na hora. Tyler notou o olhar da irmã percorrendo seu corpo, quase impactada, Tyler sabia que tinha conseguido, tinha dado a ela uma colher do próprio veneno. chocolate, depois se juntou com elas na piscina e se divertiram nadando e brincando juntos. Naquela noite, Tyler se sentiu todo excitado e com sede, a mente cheia de pensamentos sobre Anna e suas ações sedutoras. Ele desceu para pegar um copo d'água na cozinha. Enquanto bebia, mal percebeu que estava curtindo o frescor da água descendo pela garganta antes de Anna aparecer na escada, vestindo um robe preto, sexy como sempre. Ela se aproximou de Tyler — Oi Tyler, não consegue dormir? — Só estava com um pouco de sede, Anna — Ah, eu também, mas eu tô com muita vontade de leite, — disse de um jeito sensual, depois esticou a mão e pegou o leite da geladeira, servindo um copo com um sorriso divertido. — Que calor, né, Tyler? Ele se surpreendeu ao perceber que Anna estava brincando com ele, fazendo duplo sentido com o que o leite implicava e usando esse pretexto para provocá-lo e também para ficar a sós com ele. Depois, ela bebeu o leite com um ar sensual, como se aproveitasse cada gota. A cena era tão cotidiana e normal, e ainda assim carregada de um significado oculto. — Não tô com sono, mana, e você? — Não, Anna, também não tô com sono. — Que tal a gente ir pra sala conversar um pouco? — Claro, vamos. Naquela noite, foram pra sala, sentaram no sofá e conversaram. Surgiu o assunto do marido dela e por que ele não a tinha acompanhado. A irmã dela comentou: — Ultimamente não tô nada bem com ele, o trabalho consome ele demais e a gente quase não tem tempo um pro outro. A gente tem tido muitos problemas, sem falar de outras coisas que eu não poderia te contar, mas puf!!!... O que posso dizer... — Bom, mana, sabe que pode me contar qualquer coisa. — Bom... O que acontece é que... Ele é um bom homem, mas... Quando a gente transava, ele... só se preocupa com o próprio prazer. Isso foi quando a gente casou, mas ultimamente ele perdeu a forma, se descuidou e ainda é precoce... E também tem tido problemas de ereção... Por mais que eu tente ajudar ele, não consigo, ele não se deixa, acha que é Pode resolver isso com ajuda médica... E bom... sei que soa feio, mas a verdade é que já não me satisfaz mais... — Ah, sinto muito por você, Anna... Acho que é a idade, ele já é uma pessoa mais velha, embora claro, com ajuda médica talvez desse. Sim, acho que sim... mas a verdade é que ultimamente sinto que a chama que me atraía por ele se apagou um pouco. Eu fui uma boa mulher pra ele, fiel e também uma boa mãe, mas ele parece não notar. Já falei que a filha dele quer vê-lo e ele parece não se importar. Tenho me sentido muito sozinha ultimamente, ele viaja muito por causa do trabalho e... bom... faz um tempo que... que ele não me toca. E é assim que as coisas estão... e então... decidi dar um tempo pra pensar e organizar minhas ideias, por isso vim pra casa da minha mãe sem ele, já que ele teve que viajar porque não tem férias até fevereiro. — Uau! Anna, achei que seu relacionamento ia de vento em popa, que idiota é seu marido, a verdade é que ele não sabe o que está perdendo. Qualquer homem daria tudo por uma mulher como você. — Sim, nem tudo foram flores, na verdade ele me fez sentir insegura e cheguei a pensar que talvez eu esteja deixando de ser atraente pra ele ou sei lá... — Que isso! De jeito nenhum, Anna, você é uma mulher muito gostosa, se olha, você tá uma deusa, irmã. Qualquer um ia querer pegar uma mulher tão atraente, linda, inteligente e que ainda cozinha uma delícia (ela riu e o abraçou). — Obrigada, pequeno, você me faz sentir tão bem. Foi bom conversar com alguém sobre isso, fico feliz que seja com você. E sim, a verdade é que meu marido é um idiota, não sabe o que está perdendo. Depois que Anna compartilhou suas dificuldades com o casamento e sua insatisfação sexual, os dois se abraçaram e ficaram um momento em silêncio, sentindo a proximidade física entre eles. Tyler aproveitou o calor do corpo da irmã colado ao seu, um abraço reconfortante. De repente, Anna se aproximou do ouvido de Tyler e sussurrou com uma voz baixa e sedosa: — Você precisa saber que também está muito gostoso, desde que você crescido... Tá um homem feito, maninho!" *Ela sorriu com malícia.* "Sua namorada deve ser a inveja de todas as minas na faculdade." Tyler ficou vermelho até a raiz do cabelo ao ouvir os elogios de Anna, sentindo o coração disparar. Ela se afastou dele e desejou uma boa noite, dando um beijo na bochecha que quase roçou os lábios dele. Antes de subir as escadas pro quarto, Anna ainda deu uma última olhada na bunda redonda e firme dela, oferecendo uma imagem inesquecível pra Tyler. Ele ficou parado ali, vidrado na beleza da irmã, com a respiração pesada e a mente cheia de fantasias. Tyler observou fascinado enquanto Anna se afastava pelo corredor, a silhueta esbelta e sensual recortada contra a luz. Ao chegar nas escadas, ela usava uma camisola de seda preta brilhante que se ajustava perfeitamente ao corpo, marcando cada curva e contorno. Além disso, Anna usava meias de renda que mal cobriam a metade das pernas, deixando os muslos longos e firmes de fora. A cada passo, o tecido leve acompanhava os movimentos dela, destacando ainda mais a forma redonda e firme da bunda dela. Tyler pensou consigo mesmo que o cunhado dele tinha que ser muito otário pra não aproveitar uma mulher tão gostosa e tesuda como a Anna, e mesmo que no começo ele tivesse em mente outra mina pra praticar sexo anal com ela, ele decidiu que a primeira mulher que ele tinha que comer o cu tinha que ser a Anna, a irmã mais velha dele. — Se ela mesma me recomendou arrumar alguém com experiência — pensou Tyler —, quem melhor que a minha própria irmã, a deusa do sexo? A rainha do sexo anal. Então ele decidiu que a Anna seria a primeira a experimentar o desejo ardente dele de penetrar ela por trás. Agora, ele só tinha um objetivo na cabeça: convencer a Anna a deixar ele comer o cu dela pela primeira vez. Tyler imaginava a sensação de entrar naquele santuário proibido, de possuir a irmã dele de um jeito tão íntimo e profundo. Continua...

1 comentários - Anal gostoso com minha irmã Anna