Rompí el culo sin querer de mi cuñada 3, nueva mujer

A polícia tava na minha porta, por causa dos barulhos e gritos, a vizinha fofoqueira chamou a polícia, que pensou que era um caso de violência doméstica.


Ao ver ela aparecer, minha vizinha confundiu a Mara com minha mulher. O pessoal que estava na porta ficou de boca aberta ao ver a Mara surgir pelada e, depois de dizer pra ela:


Mara:Que é isso, não posso transar com meu homem sem ser incomodada? Tô bem, mais que bem, seus oficiais. Se não se importam, a gente ainda não terminou — em seguida, fechei a porta na cara deles, peguei na minha mão e fomos pro meu quarto.


Com um empurrão, ele me joga na cama e eu me deixo cair.


Eu:você é homem?
Mara:Não posso deixar o pai do meu filho ir preso por estupro.
Eu:Estupro?
Mara:Claro, e ainda mais se a gente não terminou.


Mara me olhava, principalmente pro meu pau que já tava mais do que pronto depois de tudo que a gente tinha vivido. Ela se aproximou de mim feito uma pantera na direção da presa, parecia querer me devorar com o olhar. Chegou até mim e se ajoelhou entre minhas pernas, olhava pro meu pau e depois nos meus olhos, enquanto passava a língua nos lábios, como se fosse comer o doce mais gostoso que existia pra ela. Num segundo, ela engoliu meu pau inteiro, até o nariz encostar e o queixo dela pousar nas minhas bolas. Na mesma hora, ela levantou o olhar e nossos olhos se cruzaram. Eu vi o olhar de uma mulher no cio, os olhos dela transmitiam fogo. E eu soube que aquela mulher não ia parar até me deixar seco, sem uma gota. Ela sustentou o olhar por alguns segundos, o suficiente pra me lançar um desafio, como quem diz que tava acostumada a ter os homens debaixo dela, e não como até agora, que eu tinha o controle.


Começou um boquete furioso, quase tirava ele inteiro e colocava de volta, a velocidade era muito rápida. Depois de alguns minutos, eu já estava no meu limite. Ela tirou ele e deixou só a cabecinha na boca, começou a brincar com a língua, enquanto as mãos massageavam minhas bolas, me encarando nos olhos. Tirou ele da boca e passou a língua inteira por todo o meu pau. Quando cansou, enfiou uma bola na boca e chupava, alternando entre uma e outra, enquanto me masturbava. Eu estava à beira do orgasmo, não queria gozar tão rápido, que era o que ela queria. Quando pensei que ia aguentar, ela se endireitou e colocou meu pau entre os peitos dela. Foi uma sensação inigualável, aquelas massas de carne duras e macias apertavam meu pau, subia e descia, e de vez em quando ela cuspia nele e lambia a cabecinha. Trinta segundos aguentei, explodi como um vulcão entre os peitos e o pescoço dela. Ela montou em cima de mim, me deu um tapa que doeu e sentou na minha cara.


Mara:É hora de me pagar o favor.


Mal dava pra respirar, ela esfregava a buceta na minha cara, queria me humilhar e me tratar como um brinquedo sexual. Comecei a lamber tudo que tinha na minha frente, os fluidos dela eram abundantes, tava tão gostosa que gozou em poucos minutos. Dominar me excitava pra caralho, mas não era isso que eu queria. Podia deixar ela brincar um pouco, mas tinha que dominar ela, senão eu seria só um brinquedo pra ela pra sempre.


Aproveitei aquele momento em que ela estava viajando, sentada na minha cara e com as mãos apoiadas na cabeceira da cama, para sair daquela posição. Ela ficou de lado, abri as pernas dela feito uma tesoura e me posicionei por cima. Como já tinha me recuperado — era anormal isso, tava melhor que na minha adolescência —, essa mulher fazia eu ficar duro em questão de minutos. De uma vez só, meti na buceta dela, era uma lagoa, a umidade dessa mulher era impressionante, enfiei até o fundo.


Mara:Deixa eu descansar um pouco, viadinho.


Nem dei bola pra ela, metia fundo, com força, como se estivesse batendo com um aríete. Em poucos minutos ela começou a reagir, cravando as unhas no travesseiro e mordendo ele. Os gemidos dela saíam abafados por causa disso. Quando vi que ela tava no auge do prazer, chegando no clímax, mudei de alvo e meti no cu dela. O travesseiro abafou um pouco o grito, ela ficou tensa e o cu dela se contraiu, apertando meu pau com força. Deixei ela se acostumar um pouco e comecei devagar um vai e vem lá dentro das entranhas dela. A cada metida, ela ia relaxando mais, e eu ia me movendo cada vez mais violentamente, até que o ritmo ficou endiabrado.


Mara:Seu filho da puta, aposto que você gosta de arrombar a bunda dos homens assim, seu viadinho.


Que mal que eu caía, ou não. Mas naquele momento eu queria arrebentar a bunda dela. Tirei ela e puxei até que ela ficou de quatro, se deixou fazer. Coloquei meu pau na entrada do cu dela, e penetrei devagar até o fundo, queria sentir tudo. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela arquear as costas, me aproximei da orelha dela, mordi e falei:


Carlos:Não, só me submeto às vadias de rua que dão pros cunhados delas.
Mara:Ex-cunhado, me tirou a minha, ex-cunhado, kkkkkk


E aí começou uma arrebentação de buceta monumental, ela gritava, claro, mas eu não ia dar trégua. Ia usar ela pra meu prazer, ia transformar ela na minha gostosa. Nosso ritmo voltou a ser intenso. Tava doendo tudo, minhas pernas, meus glúteos, minha mão de tanto bater na bunda dela, minhas bolas de tanto bater nos lábios dela. Mas não pensei em parar, continuei com as estocadas, até que ela começou a gozar, os braços dela cederam e ela apoiou o rosto no travesseiro, e começou o gozo da vida dela, parecia que ela tava se mijando, e o cu dela se contraía sem parar, me levando ao meu próprio orgasmo. Ficamos largados na cama, do jeito que estávamos, nem nos mexemos, já era noite e estávamos acabados, a gente tinha transado de forma violenta, eu tinha gozado quatro vezes e ela com certeza perdeu a conta. Nem percebi quando dormi, o que sei é que a última coisa que pensei foi que ela tinha admitido que queria ficar comigo, ou algo assim, eu não tava falando de estupro ou abuso.


Sentia uma brisa leve, e um barulho distante, e comecei a acordar e lembrar de tudo. Fazia tempo que não dormia tão bem, na verdade, muito tempo. Olhei pro quarto e tava uma bagunça, cheirava a sexo, talvez por isso a Mara tenha aberto a janela. Dava pra ouvir o chuveiro do banheiro, então deduzi o óbvio: ela tava tomando banho. Entrei no banheiro, e ela tava se ensaboando. Comecei a mijar enquanto admirava o corpo da minha cunhada, ou ex-cunhada.


Mara:Você é um tarado, não conseguiu esperar acabar, seu porco.


Ela percebeu como eu olhava pra ela, e acho que até deu medo nela, já não era a pantera da noite anterior, eu continuava mijando e me tocando no pau.


Mara:Ei, não pense que o que rolou ontem entre a gente muda alguma coisa, que eu tô com os hormônios à flor da pele, e você é só o pai do meu bebê.


Entrei no chuveiro com ela, e continuei tocando meu pau, olhando pra ela com cara de doido, com fome, mas de mulher.


Mara:Não pensa que entre eu e você vai rolar alguma coisa, só cuida do bebê mesmo, que esqueci de te falar que amanhã tenho o primeiro horário com o obstetra.


Ela ficou me olhando enquanto eu me masturbava e me aproximava devagar, olhando pros peitos dela e pra boca dela, os mamilos estavam durinhos e entregavam ela, o olhar dela era de dúvida, o jeito dela não era aquele combativo de sempre. Cheguei perto dela, segurei o pescoço dela e beijei, no começo ela não colaborou, mas depois de uns segundos, colaborou. Apertei ela contra a parede e enfiei minha língua na boca dela, pareciam duas cobras dançando. Levei minha mão até a buceta dela e tava lubrificada, não tanto quanto de noite, virei ela de costas e desci a mão, enfiando dois dedos na buceta dela por trás, caprichei muito. Quando achei que ela tava pronta, tirei os dedos e coloquei meu pau no lugar, o que agradou a Mara, e ela deixou claro com um gemido que parecia mais um uivo. Foi mais calmo, mas igualmente gostoso, ela teve um orgasminho, momento que aproveitei pra virar ela, ela levantou uma perna e me envolveu, enfiei de novo de frente, tudo era bem mais tranquilo, o que me deixava beijar ela, acariciar os peitos dela ou amassar a bunda dela. No final, nós dois gozamos num orgasmo bem mais calmo, nos olhamos nos olhos enquanto acontecia, no olhar dela vi doçura, não resisti e dei um beijo carinhoso nela.


Carlos:Vou cuidar de você e do nosso bebê. E vou te tomar como minha mulher. Vou fazer o café da manhã, você vai ficar.


No olhar dela eu vi medo, dúvida e um monte de outras sensações que eu não sabia descrever, não era a Foxy que eu conhecia.


Mara:Combinei de almoçar com a mamãe, mandei mensagem pra ela assim que acordei.


Enquanto ela foi se trocar, eu preparei o café da manhã, já eram onze horas. Sentamos na cozinha e conversamos sobre coisas simples: o tempo, a consulta médica e a mãe dela. Me pareceu uma mulher agradável que eu conheci e julguei errado.
Mara: Cê deve achar que sou a maior filha da puta, né. – eu sorri um pouco. – Não planejei isso, tô passando uns meses de merda. Um relacionamento bosta, com uma pessoa patética, e eu sabia que era assim. O que rolou entre a gente, naquela noite, eu... – os olhos dela encheram de lágrimas. – Machuquei muita gente, mesmo sem querer, mas machuquei.
Vi muita tristeza no seu olhar, ela se levantou chorando em direção à porta, eu agarrei ela, trouxe pra perto de mim e abracei, ela chorou no meu ombro, eu deixei.


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She pulled away from me, looked at me, and hugged me again.


Mara:Vou indo, senão a mamãe vai se preocupar.


Antes de ir embora, dei um beijinho nela que ela não recusou, mas me encarou por uns segundos, pensando em alguma coisa.
Naquela tarde, comecei a limpar que nem um louco, alguma coisa em mim tinha mudado. Não é que eu tivesse me apaixonado pela minha cunhada, não dava pra negar a atração que a gente sentia um pelo outro, mas não era amor. Decidi que tinha que fazer alguma coisa com a minha vida, precisava parar de me lamentar e chorar, e assumir o controle.


No dia seguinte, fui no turno com minha cunhada grávida. A obstetra foi super gente boa e explicou tudo direitinho, e a conta que ela fez da gestação caía exatamente no Dia do Amigo, data em que transei com a Mara. Ela fez a gente ouvir o coração do bebê, o que me arrepiou inteiro e quase me fez chorar. A Mara chorou mesmo, e eu segurei a mão dela o tempo todo, naturalmente. Parecíamos um casal. Eu queria perguntar quando podia fazer um DNA, mas não perguntei e nem achei necessário. Saímos super felizes e fomos almoçar num lugar perto, conversando sobre tudo. A Mara tava muito contente e com um brilho especial no olhar. Depois do almoço, fomos a uma sorveteria perto, porque ela tava com vontade de sorvete, e o tempo passou voando enquanto a gente conversava. Em seguida, atravessamos pro parque do outro lado da rua e ficamos caminhando. Num dado momento, sem perceber, estávamos de mãos dadas, feito um casal. Quando o celular dela tocou, vimos que já tinham passado mais de seis horas juntos. Era a mãe dela. Depois, levei ela em casa. Ela não queria ir, mas virou pra mim, me deu um beijo bem suave, um beijo carinhoso. E disse que a gente continuava se falando por telefone, apontando pro celular dela.

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