Eu voltava pra casa, era 20 de julho, 4 da manhã, dia do amigo no meu país, voltava bem bêbado. Minha mulher e eu tínhamos saído com nossos respectivos grupos de amigos, e eu fui de Uber pra poder beber à vontade. Acendi a luz do corredor pra não fazer muito barulho, caso minha esposa estivesse dormindo, e entrei no quarto. O cenário era impressionante: minha mulher jogada na cama numa posição quase fetal, com o torso virado pra baixo, deixando a bunda empinada, como se estivesse posando pra foto. E aqui preciso esclarecer uma coisa: minha mulher era monumental. Se as atrizes mais gostosas do cinema são um 10, minha mulher era um 9. E ainda por cima, todas as mulheres da família dela tinham uma peculiaridade: ter uma bunda magnífica, 10/10.
Me aproximei dela sem acender a luz do quarto, só iluminado pela luz do corredor. O vestido tinha subido, deixando à mostra um fio-dental preto de renda que desaparecia entre duas moles de carne grandes e perfeitas. Não reconheci a calcinha, então devia ser um presente pra mim. Já que ultimamente não estávamos transando muito, aquele rabo era um presente, e o laço era um fio-dental preto. Comecei a amassar aquelas nádegas duras, apertar, abrir. Não aguentei mais, desci, puxei um pouco o fio-dental e enfiei minha língua o máximo que pude. Lambi da buceta até o cu, de novo e de novo. O gosto dela estava um pouco mais ácido que o normal, mas era um néctar dos deuses pra mim. Ela, meio dormindo, abriu um pouco mais as pernas pra eu ter melhor acesso, e eu não perdi tempo: enfiei minha língua o máximo que pude dentro daquela buceta quente e molhada.
Estava penetrando ela de novo e de novo com a língua, ela respirava ofegante baixinho, e a respiração dela ficava cada vez mais forte. Minha língua brincava à vontade na vagina dela, penetrava, lambia os lábios, estimulava o clitóris e, por último, atacava o ânus. Comecei um beijo grego enquanto com os dedos massageava a vagina bem molhada dela, até que a penetrei com dois dedos enquanto um terceiro brincava com o clitóris. Aquilo era... uma piscina, ela estava encharcada. Eu me endireitei e tirei a calça, e meu pau já estava mais do que pronto, duríssimo por tudo que tinha vivido, escorrendo líquido pré-seminal. Não é que fosse de ator pornô, mas eu estava orgulhoso dele: comprimento normal, mas bem grosso e com uma curva enorme para a esquerda. Coloquei entre seus lábios vaginais e comecei a me mover esfregando contra eles, a lubrificação era enorme, excessiva. Me inclino para frente e aperto seus peitos, que estavam com os mamilos bem duros e me pareceram maiores do que nunca, ponho minha boca no pescoço dela e começo a beijar como sei que ela gosta, mordo sua orelha, continuo pelo pescoço, enquanto minha mão segue apertando seus mamilos e meu pau num vai e vem contínuo entre seus lábios. Sua respiração estava muito acelerada e seus gemidos constantes, mas baixos, tudo meio no sono e com um cheiro forte de álcool. Eu continuava com o meu, o calor e a excitação só aumentando. Falava no ouvido dela e dizia como ela era puta. A cama era alta, feita sob medida, o que ficava perfeito pra mim naquela posição. Continuei e continuei esfregando, até que numa enfiada meu pau penetrou sua buceta molhada. Estava apertado, por causa da posição, mas com tanta lubrificação entrou quase todo.
Ela: "Aiii, cabrão, o que você tá fazendo?" — disse meio rouca, enquanto eu enfiava tudo.
"Siiiii, filho da puta!" — Ela acordou de vez.
Peguei o cabelo dela com força e puxei, coloquei minha boca no pescoço e comecei a chupar e morder, enquanto ela gemía e com uma das mãos apertava minha bunda, pressionando contra ela, querendo que minha penetração fosse mais forte e profunda. Eu tirava meu pau até a cabeça e enfiava de novo até que as bolas batessem nela, uma vez e outra. Me abaixei e dei um beijo possessivo, devorando sua boca, para logo em seguida brincar com minha língua dentro dela — isso a deixou desesperada.
Ela: "Me fode mais forte, puto!" — A voz ainda estava bem rouca.
Então fiz como ela queria e comecei um vai e vem mais intenso. furiosos, enquanto ela gemía e xingava contra o travesseiro. Entrava e saía sem parar, meu dedo começou a penetrar seu ânus, que também me pareceu bem apertado. Sua buceta era um vulcão e seus fluidos, lava que escorria dela, minhas investidas eram frenéticas e no ânus acrescentei dois dedos, perfeitamente lubrificados com seus próprios sucos, então ela começou a gozar, suas unhas cravaram nas minhas nádegas e suas contrações me arrastaram para o orgasmo também. Ela continuava na mesma posição, embora totalmente relaxada, com a cabeça enterrada no travesseiro, e eu também continuava igual, com meu pau enterrado na sua buceta e dois dedos no seu ânus, me movendo lentamente, e via com a luz que entrava do corredor como minha porra jorrava com meus movimentos, olhei o relógio que estava ao lado da cama e eram 4:40 da manhã. Meu pau continuava duro e eu ainda me movia devagar, não sei se era a excitação, o álcool ingerido ou uma mistura dos dois, mas minha tesão continuava, e meu pau estava duríssimo igual no começo. Tirei meus dedos do ânus, inclinei-me e sussurrei no seu ouvido.
Eu: quer mais uma?
Ela: Puto de merda, você me comeu dormindo – tirei meu pau da sua buceta e coloquei na entrada do seu ânus – você vai me pagar, viado, eu não, haaaaaaaa – meu pau entrou até a metade no seu ânus apertado – você me arrebentou, puto de merda, haaaaa – entrei completamente num movimento só.
Eu conhecia minha mulher, e sabia que ela adorava anal, mas era algo para fazer de vez em quando e quando ela estava muito excitada, principalmente porque depois de comê-la por ali, ela sofria para sentar, por isso custei tanto a desvirginá-la analmente. E ela sempre se fazia de difícil por ali e me xingava, mas seus melhores orgasmos vieram por esse caminho.
E essa não ia ser exceção, eu pensava em dar uma foda daquelas. Penetrei com força, o ânus estava dilatado pelo meu trabalho oral e principalmente digital. Mas estava apertadíssimo, mais que o normal. Minhas estocadas eram profundas e fortes. Seus xingamentos, música para meus ouvidos, levantei a perna que estava por cima e coloquei no meu ombro, ela continuava em posição fetal e eu em pé ao lado da cama, com minha mão comecei a massagear seus lábios e clitóris, ela estava encharcada de novo em pouco tempo, voltou a agarrar minha bunda e continuei metendo sem parar, estava pegando fogo e seu cu se abria cada vez mais diante das minhas estocadas, ela continuava me xingando mas eu sinceramente nem ouvia, estava super concentrado e muito excitado. E começamos a gozar juntos, ela com um squirt impressionante, ela nunca tinha feito isso antes, o que fez meu orgasmo durar um pouco mais e ela novamente cravou as unhas na minha bunda, foi incrível. Minha mulher: Vocês dois aproveitaram? Virei para ver de onde me falavam e vi minha esposa parada na porta do quarto, não conseguia acreditar, olhei de novo para a cama, minha mulher acendeu a luz e era sua irmã Mara, com meu pau enterrado no seu cu, cheio de minha porra e com sua buceta também cheia de meu sêmen, nem preciso dizer que saí dela na hora causando um ploc, que se não fosse pela situação até seria engraçado. Eu não entendia nada, saí atrás da minha mulher que foi correndo, agarrei-a na sala de jantar da casa, assim que cheguei ela me jogou o centro de mesa que me acertou mas não liguei, isso deu tempo para ela sair pela porta e trancá-la, eu estava pelado, nem sabia onde estavam as chaves e estava em choque, não entendia nada, o carro dela saiu cantando pneu. E eu não saía do meu espanto, ainda não entendia o que aconteceu, minha mente não conectava. Nisso minha cunhada sai do quarto e vem em minha direção. Mara: Você é um puto animal ou o quê, não consegue se controlar, praticamente me estuprou. - Disse com reprovação e muito brava comigo. EU: Eu pensei que você era a Vanina - aí caiu a ficha - por que não me avisou? Mara: Olha, eu estava dormindo e você começou a me comer, praticamente me violentando, os homens pensam mais com o que têm pendurado do que com a cabeça. EU: Você colaborou, e você não me avisou que não era a Vanina, era nosso quarto, eu não sabia que você estava na casa, pensei que era minha mulher. Então não vem fazer de vítima safada nisso tudo - falei isso levantando, vermelho de raiva e impotência, minha cunhada recuou um pouco assustada. Mara: Eu, eu... Tava dormindo, bêbada e bom, fiquei excitada mas não sabia que era você, e eee você não me ouviu, tava me comendo que nem um animal no cio, que não vê outra coisa além de foder. Eu: some da minha casa antes que eu te chute pra fora. Bom, comecei a entender tudo um pouco depois de conversar no outro dia com minha sogra, porque recorri a ela. Porque minha amada esposa me bloqueou de tudo e não conseguia falar com ela. Então fui na casa da mãe dela, com quem tenho uma relação muito boa, a velha me adorava. E não tive outra opção senão contar tudo, coisa que ela já sabia porque minha cunhada tinha ido morar com ela. Eu sabia que as duas irmãs contavam tudo pra mãe, e ela era tipo a intermediária entre as duas. Ela me preparou um café e me fez sentar. E começou a me contar a história das filhas, algo que eu não sabia. Apesar de serem gêmeas, e muito parecidas, não idênticas, têm personalidades diferentes, minha mulher é um pouco mais dócil, mais doce e pensativa, enquanto minha cunhada é mais selvagem, passional e arisca. Como disse, fisicamente parecidas mas não iguais, minha cunhada um pouco mais alta, os olhos eram marrons escuros e os da minha esposa muito claros, ambas tinham cabelo castanho claro, minha cunhada tinha um sinal em cima do lábio, minha esposa tinha os peitos médios com um formato redondinho e um mamilo marrom claro, e minha cunhada tinha as tetas operadas, quanto à bunda a da minha mulher era um pouco maior, como eu gostava, no geral as duas são mulheres lindas, como disse um 9, e eu era um coitado 6 ou 6.5. Elas se matavam na academia e tinham um corpo realmente fitness, ambas tinham estudado economia, e tinham salários muito bons. Quanto a eu, como disse, era só mais um na multidão, mas sim, uma boa pessoa. Um pouco grandão, 1,88 m, pesava 100 kg, costas largas, braços grandes e fortes, uma barriguinha, pernas grandes e trabalhadas, sempre pratiquei esportes, principalmente KickBoxing, uma bunda grande mas firme e dura. Era administrativo numa empresa de Construção. Não tinha me formado, já que meu curso era muito caro na minha cidade, e depois o tempo não permitiu. Conheci minha mulher no aniversário de uma colega de trabalho, que era amiga dela. Nos conectamos na hora, conversamos como se fôssemos amigos, ela estava muito entediada já que não conhecia quase ninguém. O aniversário foi numa casa de campo, começou à tarde e terminou bem de noite, e não nos separamos, eu realmente não tinha esperanças com ela, ela era demais pra mim. Por isso nem tentei nada romântico. Algumas semanas depois, uma noite vi na beira da estrada um carro parado com uma mulher tentando trocar um pneu, quando parei era ela, me aproximei e rimos um bocado, depois de trocar o pneu dela ela me convidou pra jantar, e depois disso, a gente se escrevia todo dia no WhatsApp, começamos a sair como amigos por uns dois meses até que de repente, como quem não quer nada, acabamos nos beijando num bar e daí ficamos noivos por um ano e meio, e depois o casamento, já estamos casados há dois anos, até chegar nesse momento, eu com 32 anos e as gêmeas com 29 anos. Nosso casamento na verdade não tem sido um mar de rosas, nos dávamos espetacularmente bem como namorados, mas o casamento tem sido difícil, a convivência tem sido muito difícil, desde que me apresentou pra irmã dela eu sabia que elas não eram muito unidas, mas quando as vi juntas senti tensão no ar, mas minha mulher nunca quis me contar. Outra coisa é que ela sempre me disse que eu era normalzinho, que tinha se apaixonado por mim pelo meu jeito com ela e por ser boa pessoa. Coisa que no começo me incomodou, mas depois melhorou meu ponto de vista, já que me queriam pelo que eu era. Voltando para a cozinha com minha sogra e nossa conversa. Susana: Vamos ver, genro, se posso te ajudar. Você é muito importante para esta família, e ainda mais desde que meu marido faleceu. O problema que você teve ontem à noite não é novo, o novo talvez seja que você não sabia que estava se deitando com sua cunhada – e ela levantou a mão para me calar e deixá-la continuar – Sim, eu sei que você não sabia e a Mara também sabe. Mas não sei se ela vai admitir isso para você. Elas eram muito unidas, realmente unidas, até que a Vanina começou a namorar pela primeira vez, ela é romântica, a Mara é mais liberal e já teve seus “amigos”, mas ao ver a irmã com um garoto quis tirá-lo na hora, o que causou uma grande briga entre elas, mas a coisa não terminou aí, todo namorado que a Vanina tinha acabava nos braços da Mara, isso fez com que elas se tornassem rivais e fossem se afastando, e eu tendo que fazer de juíza entre as duas para que não se matassem, isso durou até que a Mara roubou um garoto que estava flertando com a Vanina e como elas tinham se formado na faculdade se mudaram para a cidade vizinha, onde ambas conseguiram trabalho. Acho que a Vanina, cansada das decepções amorosas, buscou um cara com valores, e não ligou tanto para a aparência, e aí você apareceu na família. Quanto a como ela apareceu na sua cama, fácil, há uma semana minha filha perdeu o emprego, voltou para casa e encontrou o namorado com outra, por isso voltou para a cidade, e por isso saiu para o dia do amigo com a Vanina, infelizmente ela não bebeu e decidiu levar as amigas para casa, e deixou a irmã primeiro na casa dela. Então aí está sua explicação. Complicado, não é? Aí entendi que tudo ia ser muito mais complicado do que eu pensava, minha mulher estava decepcionada, estava magoada, e não importava muito se eu não a tivesse reconhecido. Eu estava na mesma merda. Susana me disse que falou com as duas de manhã e que o melhor era dar espaço para ela. Que ela pudesse pensar sozinha, ela me ajudaria.
Me aproximei dela sem acender a luz do quarto, só iluminado pela luz do corredor. O vestido tinha subido, deixando à mostra um fio-dental preto de renda que desaparecia entre duas moles de carne grandes e perfeitas. Não reconheci a calcinha, então devia ser um presente pra mim. Já que ultimamente não estávamos transando muito, aquele rabo era um presente, e o laço era um fio-dental preto. Comecei a amassar aquelas nádegas duras, apertar, abrir. Não aguentei mais, desci, puxei um pouco o fio-dental e enfiei minha língua o máximo que pude. Lambi da buceta até o cu, de novo e de novo. O gosto dela estava um pouco mais ácido que o normal, mas era um néctar dos deuses pra mim. Ela, meio dormindo, abriu um pouco mais as pernas pra eu ter melhor acesso, e eu não perdi tempo: enfiei minha língua o máximo que pude dentro daquela buceta quente e molhada.
Estava penetrando ela de novo e de novo com a língua, ela respirava ofegante baixinho, e a respiração dela ficava cada vez mais forte. Minha língua brincava à vontade na vagina dela, penetrava, lambia os lábios, estimulava o clitóris e, por último, atacava o ânus. Comecei um beijo grego enquanto com os dedos massageava a vagina bem molhada dela, até que a penetrei com dois dedos enquanto um terceiro brincava com o clitóris. Aquilo era... uma piscina, ela estava encharcada. Eu me endireitei e tirei a calça, e meu pau já estava mais do que pronto, duríssimo por tudo que tinha vivido, escorrendo líquido pré-seminal. Não é que fosse de ator pornô, mas eu estava orgulhoso dele: comprimento normal, mas bem grosso e com uma curva enorme para a esquerda. Coloquei entre seus lábios vaginais e comecei a me mover esfregando contra eles, a lubrificação era enorme, excessiva. Me inclino para frente e aperto seus peitos, que estavam com os mamilos bem duros e me pareceram maiores do que nunca, ponho minha boca no pescoço dela e começo a beijar como sei que ela gosta, mordo sua orelha, continuo pelo pescoço, enquanto minha mão segue apertando seus mamilos e meu pau num vai e vem contínuo entre seus lábios. Sua respiração estava muito acelerada e seus gemidos constantes, mas baixos, tudo meio no sono e com um cheiro forte de álcool. Eu continuava com o meu, o calor e a excitação só aumentando. Falava no ouvido dela e dizia como ela era puta. A cama era alta, feita sob medida, o que ficava perfeito pra mim naquela posição. Continuei e continuei esfregando, até que numa enfiada meu pau penetrou sua buceta molhada. Estava apertado, por causa da posição, mas com tanta lubrificação entrou quase todo.
Ela: "Aiii, cabrão, o que você tá fazendo?" — disse meio rouca, enquanto eu enfiava tudo.
"Siiiii, filho da puta!" — Ela acordou de vez.
Peguei o cabelo dela com força e puxei, coloquei minha boca no pescoço e comecei a chupar e morder, enquanto ela gemía e com uma das mãos apertava minha bunda, pressionando contra ela, querendo que minha penetração fosse mais forte e profunda. Eu tirava meu pau até a cabeça e enfiava de novo até que as bolas batessem nela, uma vez e outra. Me abaixei e dei um beijo possessivo, devorando sua boca, para logo em seguida brincar com minha língua dentro dela — isso a deixou desesperada.
Ela: "Me fode mais forte, puto!" — A voz ainda estava bem rouca.
Então fiz como ela queria e comecei um vai e vem mais intenso. furiosos, enquanto ela gemía e xingava contra o travesseiro. Entrava e saía sem parar, meu dedo começou a penetrar seu ânus, que também me pareceu bem apertado. Sua buceta era um vulcão e seus fluidos, lava que escorria dela, minhas investidas eram frenéticas e no ânus acrescentei dois dedos, perfeitamente lubrificados com seus próprios sucos, então ela começou a gozar, suas unhas cravaram nas minhas nádegas e suas contrações me arrastaram para o orgasmo também. Ela continuava na mesma posição, embora totalmente relaxada, com a cabeça enterrada no travesseiro, e eu também continuava igual, com meu pau enterrado na sua buceta e dois dedos no seu ânus, me movendo lentamente, e via com a luz que entrava do corredor como minha porra jorrava com meus movimentos, olhei o relógio que estava ao lado da cama e eram 4:40 da manhã. Meu pau continuava duro e eu ainda me movia devagar, não sei se era a excitação, o álcool ingerido ou uma mistura dos dois, mas minha tesão continuava, e meu pau estava duríssimo igual no começo. Tirei meus dedos do ânus, inclinei-me e sussurrei no seu ouvido.
Eu: quer mais uma?
Ela: Puto de merda, você me comeu dormindo – tirei meu pau da sua buceta e coloquei na entrada do seu ânus – você vai me pagar, viado, eu não, haaaaaaaa – meu pau entrou até a metade no seu ânus apertado – você me arrebentou, puto de merda, haaaaa – entrei completamente num movimento só.
Eu conhecia minha mulher, e sabia que ela adorava anal, mas era algo para fazer de vez em quando e quando ela estava muito excitada, principalmente porque depois de comê-la por ali, ela sofria para sentar, por isso custei tanto a desvirginá-la analmente. E ela sempre se fazia de difícil por ali e me xingava, mas seus melhores orgasmos vieram por esse caminho.
E essa não ia ser exceção, eu pensava em dar uma foda daquelas. Penetrei com força, o ânus estava dilatado pelo meu trabalho oral e principalmente digital. Mas estava apertadíssimo, mais que o normal. Minhas estocadas eram profundas e fortes. Seus xingamentos, música para meus ouvidos, levantei a perna que estava por cima e coloquei no meu ombro, ela continuava em posição fetal e eu em pé ao lado da cama, com minha mão comecei a massagear seus lábios e clitóris, ela estava encharcada de novo em pouco tempo, voltou a agarrar minha bunda e continuei metendo sem parar, estava pegando fogo e seu cu se abria cada vez mais diante das minhas estocadas, ela continuava me xingando mas eu sinceramente nem ouvia, estava super concentrado e muito excitado. E começamos a gozar juntos, ela com um squirt impressionante, ela nunca tinha feito isso antes, o que fez meu orgasmo durar um pouco mais e ela novamente cravou as unhas na minha bunda, foi incrível. Minha mulher: Vocês dois aproveitaram? Virei para ver de onde me falavam e vi minha esposa parada na porta do quarto, não conseguia acreditar, olhei de novo para a cama, minha mulher acendeu a luz e era sua irmã Mara, com meu pau enterrado no seu cu, cheio de minha porra e com sua buceta também cheia de meu sêmen, nem preciso dizer que saí dela na hora causando um ploc, que se não fosse pela situação até seria engraçado. Eu não entendia nada, saí atrás da minha mulher que foi correndo, agarrei-a na sala de jantar da casa, assim que cheguei ela me jogou o centro de mesa que me acertou mas não liguei, isso deu tempo para ela sair pela porta e trancá-la, eu estava pelado, nem sabia onde estavam as chaves e estava em choque, não entendia nada, o carro dela saiu cantando pneu. E eu não saía do meu espanto, ainda não entendia o que aconteceu, minha mente não conectava. Nisso minha cunhada sai do quarto e vem em minha direção. Mara: Você é um puto animal ou o quê, não consegue se controlar, praticamente me estuprou. - Disse com reprovação e muito brava comigo. EU: Eu pensei que você era a Vanina - aí caiu a ficha - por que não me avisou? Mara: Olha, eu estava dormindo e você começou a me comer, praticamente me violentando, os homens pensam mais com o que têm pendurado do que com a cabeça. EU: Você colaborou, e você não me avisou que não era a Vanina, era nosso quarto, eu não sabia que você estava na casa, pensei que era minha mulher. Então não vem fazer de vítima safada nisso tudo - falei isso levantando, vermelho de raiva e impotência, minha cunhada recuou um pouco assustada. Mara: Eu, eu... Tava dormindo, bêbada e bom, fiquei excitada mas não sabia que era você, e eee você não me ouviu, tava me comendo que nem um animal no cio, que não vê outra coisa além de foder. Eu: some da minha casa antes que eu te chute pra fora. Bom, comecei a entender tudo um pouco depois de conversar no outro dia com minha sogra, porque recorri a ela. Porque minha amada esposa me bloqueou de tudo e não conseguia falar com ela. Então fui na casa da mãe dela, com quem tenho uma relação muito boa, a velha me adorava. E não tive outra opção senão contar tudo, coisa que ela já sabia porque minha cunhada tinha ido morar com ela. Eu sabia que as duas irmãs contavam tudo pra mãe, e ela era tipo a intermediária entre as duas. Ela me preparou um café e me fez sentar. E começou a me contar a história das filhas, algo que eu não sabia. Apesar de serem gêmeas, e muito parecidas, não idênticas, têm personalidades diferentes, minha mulher é um pouco mais dócil, mais doce e pensativa, enquanto minha cunhada é mais selvagem, passional e arisca. Como disse, fisicamente parecidas mas não iguais, minha cunhada um pouco mais alta, os olhos eram marrons escuros e os da minha esposa muito claros, ambas tinham cabelo castanho claro, minha cunhada tinha um sinal em cima do lábio, minha esposa tinha os peitos médios com um formato redondinho e um mamilo marrom claro, e minha cunhada tinha as tetas operadas, quanto à bunda a da minha mulher era um pouco maior, como eu gostava, no geral as duas são mulheres lindas, como disse um 9, e eu era um coitado 6 ou 6.5. Elas se matavam na academia e tinham um corpo realmente fitness, ambas tinham estudado economia, e tinham salários muito bons. Quanto a eu, como disse, era só mais um na multidão, mas sim, uma boa pessoa. Um pouco grandão, 1,88 m, pesava 100 kg, costas largas, braços grandes e fortes, uma barriguinha, pernas grandes e trabalhadas, sempre pratiquei esportes, principalmente KickBoxing, uma bunda grande mas firme e dura. Era administrativo numa empresa de Construção. Não tinha me formado, já que meu curso era muito caro na minha cidade, e depois o tempo não permitiu. Conheci minha mulher no aniversário de uma colega de trabalho, que era amiga dela. Nos conectamos na hora, conversamos como se fôssemos amigos, ela estava muito entediada já que não conhecia quase ninguém. O aniversário foi numa casa de campo, começou à tarde e terminou bem de noite, e não nos separamos, eu realmente não tinha esperanças com ela, ela era demais pra mim. Por isso nem tentei nada romântico. Algumas semanas depois, uma noite vi na beira da estrada um carro parado com uma mulher tentando trocar um pneu, quando parei era ela, me aproximei e rimos um bocado, depois de trocar o pneu dela ela me convidou pra jantar, e depois disso, a gente se escrevia todo dia no WhatsApp, começamos a sair como amigos por uns dois meses até que de repente, como quem não quer nada, acabamos nos beijando num bar e daí ficamos noivos por um ano e meio, e depois o casamento, já estamos casados há dois anos, até chegar nesse momento, eu com 32 anos e as gêmeas com 29 anos. Nosso casamento na verdade não tem sido um mar de rosas, nos dávamos espetacularmente bem como namorados, mas o casamento tem sido difícil, a convivência tem sido muito difícil, desde que me apresentou pra irmã dela eu sabia que elas não eram muito unidas, mas quando as vi juntas senti tensão no ar, mas minha mulher nunca quis me contar. Outra coisa é que ela sempre me disse que eu era normalzinho, que tinha se apaixonado por mim pelo meu jeito com ela e por ser boa pessoa. Coisa que no começo me incomodou, mas depois melhorou meu ponto de vista, já que me queriam pelo que eu era. Voltando para a cozinha com minha sogra e nossa conversa. Susana: Vamos ver, genro, se posso te ajudar. Você é muito importante para esta família, e ainda mais desde que meu marido faleceu. O problema que você teve ontem à noite não é novo, o novo talvez seja que você não sabia que estava se deitando com sua cunhada – e ela levantou a mão para me calar e deixá-la continuar – Sim, eu sei que você não sabia e a Mara também sabe. Mas não sei se ela vai admitir isso para você. Elas eram muito unidas, realmente unidas, até que a Vanina começou a namorar pela primeira vez, ela é romântica, a Mara é mais liberal e já teve seus “amigos”, mas ao ver a irmã com um garoto quis tirá-lo na hora, o que causou uma grande briga entre elas, mas a coisa não terminou aí, todo namorado que a Vanina tinha acabava nos braços da Mara, isso fez com que elas se tornassem rivais e fossem se afastando, e eu tendo que fazer de juíza entre as duas para que não se matassem, isso durou até que a Mara roubou um garoto que estava flertando com a Vanina e como elas tinham se formado na faculdade se mudaram para a cidade vizinha, onde ambas conseguiram trabalho. Acho que a Vanina, cansada das decepções amorosas, buscou um cara com valores, e não ligou tanto para a aparência, e aí você apareceu na família. Quanto a como ela apareceu na sua cama, fácil, há uma semana minha filha perdeu o emprego, voltou para casa e encontrou o namorado com outra, por isso voltou para a cidade, e por isso saiu para o dia do amigo com a Vanina, infelizmente ela não bebeu e decidiu levar as amigas para casa, e deixou a irmã primeiro na casa dela. Então aí está sua explicação. Complicado, não é? Aí entendi que tudo ia ser muito mais complicado do que eu pensava, minha mulher estava decepcionada, estava magoada, e não importava muito se eu não a tivesse reconhecido. Eu estava na mesma merda. Susana me disse que falou com as duas de manhã e que o melhor era dar espaço para ela. Que ela pudesse pensar sozinha, ela me ajudaria.
1 comentários - Rasguei o cu da minha cunhada sem querer