Ganhei uma buceta como pagamento

Eu estava descendo da caminhonete, indo falar com um cliente. Um velho conhecido da minha família, daqueles que são um fardo. Eu sou o fornecedor dele e ele é um péssimo cliente, bagunceiro, que dá trabalho pra cobrar, aquele que sempre pede mais, as contas dele estavam no vermelho comigo. Embora sempre tivesse pago, tarde e mal, naquele momento a dívida dele comigo era enorme e, pro volume de vendas que ele tinha, era difícil ele me pagar. Até que ele me ligou e se ofereceu pra gente se encontrar pra achar uma solução.

Juan Carlos, que é como meu amigo se chama, é mais velho que eu, amigo do meu irmão da época da escola. Eu comecei a sair com eles pra dançar, foram eles que cuidavam de mim naqueles anos. Ele era o típico metido, o que sabe tudo, com um carisma inigualável, um magnetismo com as mulheres, um encantador de serpentes, era capaz de vender areia no deserto. Ele vinha de uma família bem de vida, sem ser rica, tinham uma situação financeira boa. Quando os pais morreram, deixaram uma herança boa pra ele, que ele torrou quase toda em muito pouco tempo. Isso não fez ele baixar o padrão de vida, a vida dele era uma fachada: casa boa, uma caminhonete alemã e uma mulher que é uma gostosa, muito mais nova que ele. Mas na real ele devia quase tudo que tinha, a casa tava hipotecada e ele sobrevivia com um negócio pequeno que montou na própria casa.

Eu me chamo Esteban, tenho 42 anos, divorciado. Sou um cara normal, com uns quilinhos a mais, meio careca, por isso decidi raspar tudo. Sou grandalhão, tenho 1,85m e pratico Muay Thai. Sou muito fechado e tenho dificuldade de me conectar com os outros, estou no espectro autista, bem leve, mas afeta principalmente minhas habilidades sociais, então tenho muita dificuldade de me relacionar com outra pessoa. Venho de uma família muito tradicional, mãe presente e carinhosa, e pai muito autoritário. Sempre podíamos contar com eles. Eles nos passaram valores, um deles era o trabalho. Por isso sempre batia de frente com o Juan Carlos e os negócios meio suspeitos dele. Minha distribuidora tinha me custado muito esforço, anos de trabalho duro. Entrei pela porta do negócio, com a pasta debaixo do braço, nela levava cópias dos pagarés, onde detalhava toda a dívida dele, 100 mil dólares. A isso tinha que somar 25 mil dólares que ele tinha me pedido há um mês. Se emprestei grana pra ele, foi porque ele me ligou desesperado, dizendo que o banco ia executar a hipoteca por falta de pagamento. Então ele me pediu o dinheiro e me deu como garantia a caminhonete, que estava no nome da mulher dele pra não ser penhorada. Digo "mulher dele" porque ele e a Ana não eram casados legalmente. Então emprestei a grana, porque se penhorassem, ia ser muito mais difícil cobrar, já que ele não ia poder trabalhar. E também porque a caminhonete valia muito mais que esse dinheiro. Ele me garantiu que em um mês iam liquidar os lucros de um negócio e ele me pagaria. Muito provavelmente é dos jogos de pôquer dele, um dos vícios dele junto com a cachaça e a maconha. Ao entrar, a Ana estava arrumando umas coisas no local, enquanto o funcionário dela, um moleque muito afeminado, atendia um cliente. Cumprimentei educadamente, mas sem ser muito próximo, porque ela era muito tímida, sempre falava baixinho e desviava o olhar. Quando me ouviu entrar, o Juan Carlos saiu dos fundos, veio todo efusivo me dar um abraço e cumprimentou o cliente que estava na loja. Depois de umas piadas com o cliente, ele me fez passar pra casa dele, que ficava atrás do negócio. Fomos pro fundo, num galpão pequeno muito bem feito, onde ele tinha as plantas de maconha dele, tipo estufa, com luz artificial e um sistema de irrigação por gotejamento. Tudo muito bem organizado, muito profissional. Percebi que ele não só consumia, mas também vendia o produto.

Juan Carlos: O que você acha do meu empreendimento?
Esteban: Já tô vendo onde está a grana que você me deve.
Juan Carlos: Calma, amigão, vou te pagar tudo com juros — ele me puxa pelo ombro com força —. Mais que isso, quero te fazer sócio do meu negócio. Com Isso aqui vai encher a gente de grana, você e eu.
Esteban: Não, valeu. Prefiro ficar na minha. Até porque isso tá bem montado, mas acho que não dá pros dois.
Juan Carlos: Fica tranquilo, isso é um teste piloto, é pra te mostrar que dá pra fazer. Com isso a gente começa, eu tenho os fornecedores e os clientes. Você não se envolve em nada, se é isso que te preocupa, eu cuido de tudo. Só me falta um empurrãozinho. — Já tava vendo isso vindo, mais grana, era um poço sem fundo.
Esteban: Olha, Juan Carlos, vou ser sincero, não tô afim. Eu vim aqui hoje pra receber o que você me deve, essa grana tá fazendo falta, já é um valor grande e tá ferrando minhas finanças. Essa dívida já tem mais de um ano e eu não posso continuar te bancando. — Sabia que ele não ia gostar do que eu falei, se não me engano, me oferecer esse negócio foi uma jogada de última hora.
Juan Carlos: Você me corta as pernas, Esteban, não vou conseguir trabalhar e, se não consigo trabalhar, como é que junto a grana pra te pagar? Pensei que pela nossa amizade você ia me dar uma força.
Esteban: Já te dei um monte de forças, esse tempo todo foi só o que eu fiz, mas não dá mais pra te aguentar. Preciso da grana ou vou executar os títulos na justiça. — Vim disposto a acabar com isso hoje, nem que fosse pra receber uma parte, mas se pudesse levaria tudo e mais um pouco, depois de ver no que ele tava investindo meu dinheiro.
Juan Carlos: Você me mata, deixa eu pensar.
Esteban: Olha, tenho que visitar um cliente na região, levo umas hora mais ou menos, passo aqui e você me dá a grana. — Não dei tempo nem pra ele responder e saí.

Na real, nunca trabalhava assim, sempre mantinha as contas correntes dos clientes bem curtas, mas o Juan Carlos era um caso à parte. A dívida dele virou uma bola de neve, então fui obrigado a fazer uns títulos de dívida com ele, pra ter um respaldo e uma obrigação que ele teria que respeitar. Como eu disse, podia executar na justiça ou vender a dívida, e aí ia ser pior pra ele. A parada entre a gente já tava mais que tensa. Faz muito tempo, por isso quando me pediu a grana, me deu como garantia a caminhonete Audi Q5, a mais completa. Tinha dois anos e o valor de revenda tava na casa dos 60 mil dólares, então se eu levasse ela, pensava em salvar um pouco da dívida. A outra coisa que pensei é que, ao falar de justiça, ele ficou com medo do projeto ilegal recente dele, o que não era problema meu. Eu tava muito puto, me senti usado por ele. Ao voltar, ele me levou pra sala da casa dele.

Juan Carlos: Olha, eu sei tudo que você fez por mim, não quero parecer um ingrato — o semblante dele já não era mais o alegre de sempre — por isso pensei em te incluir nos meus negócios, como compensação.

Esteban: Agradeço, mas não é algo que eu queira participar. Agora só quero recuperar a grana que é minha.

Juan Carlos: Bom, a verdade é que não tenho a grana, mas você pode levar a caminhonete — acendeu um baseado, odeio aquele cheiro — e pelo resto, posso te dar minha mulher por um mês.

Eu fiquei chocado. O que ele acabou de me dizer? Ainda não tinha processado direito. Ele queria me entregar a mulher dele por um mês. Isso não tava certo. Ele se levantou e saiu do quarto. Não cabia na minha cabeça, ou eu não conseguia processar isso. Enquanto tava nesse estado catatônico, Juan Carlos voltou com a Ana. Ela vinha atrás dele, de cabeça baixa, e ficou parada na minha frente. Essa situação já tava me cansando, tavam me fazendo de otário.

Esteban: Isso é uma piada, porque não tem graça — minha cabeça trabalhava a mil por hora analisando todas as possibilidades — ou é uma armadilha pra depois me acusar de estupro ou qualquer outro crime? — Falei isso puto, levantando bruscamente da cadeira.

Juan Carlos: Calma, amigo, senta. Não tem nada de errado aqui.

Esteban: Como não? Você tá prostituindo sua mulher ou quer me enganar. Você não tem nada a dizer sobre isso? — Perguntei pra Ana.

Juan Carlos: Olha, Esteban, eu e a Ana não somos um casal convencional. Somos amo e escrava. Ela não tem opinião nisso. e gostosa pagaria as dívidas do seu dono. Esteban: Mas isso não é normal, deixa ela responder. —Olhei para Juan Carlos e ele concordou. Ana: Estou satisfeita em obedecer ao meu dono, e farei o que ele me pedir. Juan Carlos: Pra você ficar mais tranquilo, eu faria um contrato com cessão de direitos sobre a Ana, não seria legal, mas você teria provas de que não a forçou a nada. Esteban: Olha, vou pegar a caminhonete, e sobre o dinheiro, você não me deixa outra saída senão executar tudo, mas isso não é o que eu procuro — vi pavor nos olhos dele, ele se aproximou e me interrompeu. Juan Carlos: Calma, vamos conversar. Olha que pedaço de mulher, tem 28 anos, é um manjar pra nós que passamos dos quarenta, ainda por cima você pode fazer o que quiser com ela, usar do jeito que te der na telha, ela tá aqui pra te servir, vai ser o dono dela por um mês inteiro ou, se quiser por mais tempo, é só me falar. Dito isso, ele abaixou o vestido que ela usava, ela não tinha sutiã, dois peitos lindos ficaram à minha vista, médios, tinham o tamanho certo com um mamilo pequeno marrom claro, bem empinados, até me fizeram duvidar se eram naturais. Abaixei o olhar e vi uma calcinha fio dental branca, Juan Carlos tirou, deixando à mostra uma bucetinha pequena, com uma trilha de pelos no púbis, perfeitamente desenhada, todo o resto bem depilado. Era uma delícia, olhava pra carinha angelical dela, traços finos, nariz pequeno, lábios médios, olhos cor de mel que transmitiam ternura e melancolia. O cabelo castanho claro dela não estava arrumado, só tinha um coque no cabelo, e também estava sem maquiagem, na verdade nunca a tinha visto arrumada. Nisso, ele a virou e inclinou um pouco pra eu poder ver a bunda e a buceta dela por trás, isso me matou, era uma vista incrível, bundinha pequena mas tentadora. Juan Carlos: Viu que pedaço de mulher que você pode ter? — Ele achava que tinha a partida ganha, e eu precisava virar o jogo a meu favor. Esteban: Sim, verdade. Mas não vale 100.000 dólares nem nos seus... melhores sonhos. Juan Carlos: cara, dá pra negociar, mas ela é uma submissa gostosa, acho que também não tá longe disso. Esteban: Olha, eu tenho um site de acompanhantes VIP, que a gente usa quando tem reunião com amigos ou negócios, a gente consulta e pergunta quanto custa um dia, e calcula por 30. Juan Carlos: ei, a Ana não é nenhuma puta, ela é uma escrava submissa, mas não se prostitui, você seria o primeiro que eu cedo ela, e só por causa da dívida que tenho com você e porque sei que você vai cuidar dela e não vai machucar ela. Esteban: Olha, esse site é bem exclusivo, até alugam escravas. Por outro lado, você tá oferecendo sua mulher pelo dinheiro de uma dívida, sexo por dinheiro. O melhor jeito de saber e precificar esse tempo é esse. Aceito de má vontade, entrei no site com meu número de usuário e escrevi pra eles. No site tinha duas Zairas: uma a escrava, que era uma mulher de 45 anos que já tinha passado dos melhores anos, e a gata, uma gostosa de 22 anos que era do melhor que dava pra conseguir. Os preços eram uma ponta e a outra do cardápio. Perguntei pela Zaira, a Escrava, ia dar um pequeno golpe no Juan Carlos e esperava que ele não conhecesse esse site exclusivo. A resposta foi quase na hora: 1.200 dólares por um dia. Na sequência, mostrei no meu celular a resposta e as fotos da Zaira, a gata. A Ana era muito linda, a Zaira tava um degrau acima. Juan Carlos: Não pode ser, isso é muito pouco pela Ana. Daria só 36.000 dólares — ficou pensando enquanto olhava as fotos da acompanhante — Olha, tenho que fechar o bar agora, você enquanto isso pode usar a Ana de graça e ver o valor dela, assim vai perceber que ela vale muito mais que isso. Eu volto daqui a pouco. Ana olhava pro chão com seu olhar doce, parecia tranquila. A pele branca dela era uma harmonia com o cabelo, lábios e mamilos. Me aproximei devagar dela, o dinheiro já ficava em segundo plano, eu precisava possuir ela, mas fazer isso nos meus termos e com todas as garantias possíveis. Juan Carlos Eu estava sendo abusado por ela há muito tempo e já não pretendia mais permitir isso. O racional já tinha ficado em segundo plano, como eu disse, tenho dificuldade em me relacionar socialmente, por isso sou direto e, às vezes, grosso e seco.

Esteban: O que você acha de tudo isso, de mim, da forma de pagamento?
Ana: Eu não tenho opinião sobre isso, me agrada obedecer ao meu amo. E sobre o senhor, acho que é uma boa pessoa.
Esteban: Então, quando eu for seu amo, poderei fazer o que quiser com você? E isso não te incomoda? O que você pensa sobre isso?
Ana: Quando aceitei ser escrava, também aceitei ser cedida a quem meu amo determinar temporariamente. Para nós, isso não é um jogo, é um estilo de vida, por isso, enquanto estiver com o senhor, vou respeitá-lo e obedecê-lo como meu amo.

Eu entendi que Ana não era um objeto, era uma pessoa que aceitava certas condições e delegava algumas de suas decisões a um Amo. Enquanto a olhava, passava minha mão pelo pescoço dela, clavícula, amassava seus peitos, que eram naturais e tinham um toque excelente, muito macios e lisos. Desci minha mão até a buceta dela e abri seus lábios com um leve massagem do meu dedo médio, com a outra mão peguei seu queixo e levantei seu rosto para que ela me olhasse nos olhos, ela não conseguiu sustentar meu olhar, como repreensão, mordi seus lábios, me afastei alguns passos e abaixei minha calça, deixando meu pau livre.

Esteban: Me mostra o que você sabe fazer.

Ana se ajoelhou automaticamente, pegou meu pau ereto e balançou. Colocou a cabeça na boca, começou uma sucção suave enquanto sua língua percorria a glande, foi muito prazeroso, enquanto chupava, sua língua percorria a cabeça e terminava num movimento de fricção contra meu freio, algo que nunca tinham feito comigo antes, ela era realmente muito boa. Ela me olhava nos olhos, tirou da boca e com a língua começou a percorrer todo o comprimento do meu pau, uma e outra vez, enquanto a mão dela acariciava suavemente minhas bolas, de repente, enfiou mais da metade na boca, fazendo um vai e vem. Tava bem gostoso, continuei acariciando minhas bolas enquanto tentava fazer um boquete profundo, mesmo sem conseguir enfiar tudo. Tirei um pouco e ela enfiou um ovo inteiro na boca, e olha que eles são grandes. Ela brincava com a língua, chupava e enfiava eles inteiros de novo, era uma mistura de prazer com uma dorzinha gostosa, até que ela voltou pro meu pau e enfiou quase tudo. Só tinham passado uns dois minutos e eu já tava quase gozando.

Esteban: Fica de joelhos no sofá, que vou te usar.

Ela obedeceu na hora, a vista era linda, as nádegas brancas dela, no meio um cu rosinha, e uma buceta de lábios pequenos. Me posicionei atrás dela, esfreguei meu pau nos lábios dela, percorri tudo que dava, passei entre as duas nádegas, apertei e esfreguei o máximo que pude. Peguei o cabelo dela e puxei forte pra ela arquear e empinar mais a bunda. Penetrei devagar, até o fundo, sentindo cada centímetro, ela tava molhada, e pra falar a verdade, bem apertada. Com uma mão segurava firme uma das nádegas dela, apertando até deixar os dedos marcados, e com a outra continuava puxando o cabelo dela. As costas dela tinham um brilho suado, e quando abri bem as nádegas dela, vi o cuzinho pequeno, parecia que ela não usava muito. Cuspi no cu dela e comecei a esfregar com o polegar, num momento enfiei, tava realmente apertado, isso me deixou mais tesudo e acelerei as metidas. No meio de um ritmo alucinado de penetração, ela soltou uns gemidos abafados e a buceta dela se contraiu umas duas vezes, dando uma sensação gostosa, ela gozou e eu não tava longe.

Esteban: Vai pro chão que você vai engolir meu leite.

Ela demorou uns segundos pra responder, porque ainda tava se recuperando do orgasmo. Se ajoelhou, e antes que ela pudesse fazer alguma coisa, peguei ela pelo pescoço, ela entendeu tudo e abriu a boca. Enfiei de uma vez só, tudo, até minhas bolas baterem no queixo dela. Comecei um vai e vem brutal, quase não deixava ela respirar. Tirava tudo e Eu enfiei de novo, ela estava com os olhos lacrimejando e a boca cheia de saliva e líquido pré-seminal. A cara dela era um poema, ver ela tão frágil, inocente, engolindo tudo, não consegui me segurar mais e gozei pra caralho na boca dela. Foi tanto que ela se engasgou e eu tive que tirar, então também acabei com porra na cara, no cabelo e nos peitos dela. Na porta, o Juan Carlos estava parado nos olhando.

Esteban: Cinquenta mil dólares e eu levo ela agora, junto com a caminhonete.
Juan Carlos: Bom, é bem menos do que eu tava pedindo, mas—
Ele não deixou terminar.
Esteban: Essa é minha última oferta. Se aceitar, prepara os papéis. E o que você me deve, paga quando eu devolver a Ana, ela vai ser a garantia.
Juan Carlos: Tá bom—fez um sinal e a Ana foi embora—Aceito porque não tenho outra escolha, sabe que tá fazendo um bom negócio com isso, por isso te peço um último favor. Hoje à noite tem um torneio de pôquer de ricos no clube de esgrima, me empresta dinheiro pra eu juntar a grana e recuperar a Ana, você sabe que esses ricos não ligam de perder dinheiro.
Esteban: Tá certo, vou te dar o que tenho na caminhonete, isso vai ser a última vez. Vamos deixar por escrito e a Ana vai ser a garantia.

Um par de horas depois, a gente partiu. Deixei 5.000 dólares pra ele, fui na minha caminhonete e atrás de mim, a Ana na Audi.

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