De simulación a sumisión (relato gay) segunda parte

Ainda tinha o gosto do gozo fresco na boca do Ivan quando, me segurando pelo braço e com os dedos ainda na minha bunda, ele me manuseou como um marionetista. Quando percebi, minhas mãos estavam apoiadas nos braços da poltrona do Raúl, que não demorou a abaixar a calça e mostrar um pau quase igual ao do Ivan, mas mais escuro, depilado e com veias saltadas. Antes que eu pudesse dizer uma palavra, ele me puxou pela nuca e comecei a chupar seu pau, que foi ficando duro a cada sobe e desce. Enquanto isso, os dedos do Ivan entravam e saiam da minha buceta sem parar. Por inexperiência, eu raspava o pau todo com os dentes, além de ter ânsia toda vez que ele enfiava até o fundo. E o Raul comentou:

— Não fica nervioso, bebê. Chupa de boa que é todo seu.

E então, olhando para o Ivan, continuou:

— Sei que você é amigo da minha esposa, mas por favor, nem uma palavra. Ultimamente a gente tá meio distanciado e faz quase um mês que não como ela. Esse desabafo tá caindo muito bem.

Ivan:

— É... Não... Sem drama — respondeu meio sem saber o que dizer. — Por mim ela não vai ficar sabendo.

Raul:

— Se quiser, também tenho pra você, hein?!

Ivan:

— Não, não, obrigado. Eu gosto é das... Sou ativo — respondeu nervoso, quase se confundindo.

Não sei se era nervosismo, mas ele começou a enfiar três dedos, justo quando eu estava me acostumando. Queria parar de chupar pela dor, mas a mão na minha nuca e o pau enfiado até onde dava não me deixavam opção. Tentei empurrar com a mão, e ele a agarrou e levou até meu pau para que eu me masturbasse. Para minha surpresa, eu estava com um baita tesão. Ele abaixou minhas calças completamente, revelando que eu estava usando meia 3/4.

Raul:

— Ufff, mas olha que coisa linda!

Ele começou a alternar entre a mão e chupar minha bunda, várias vezes. Em um momento, enfiou o que achei que fossem quatro dedos — não sei —, mas fazia muita pressão para entrar. Enquanto com uma das mãos me masturbava, com a outra me segurava pela cintura, começando a bombar, primeiro devagar, mas depois aumentando e aumentando. o ritmo até soltar minha mão e agarrar meu quadril com as duas mãos. Enquanto o pau dele entrava e saía quase completamente do meu cu e voltava a enfiar. Eu não podia fazer nada além de me segurar nos braços da poltrona. Não conseguia acreditar que o Ivan estava me comendo sem camisinha, enquanto tinha o pau de um desconhecido enfiado até a garganta. Meus gemidos e choramingos não demoraram a aparecer, e o Raul comentou:

Raul: — Como você geme de prazer, putinha... Que lindo!

E ele se levantou, de modo que fiquei no meio de uma foda pelo cu e outra pela boca. Com um ritmo cada vez mais rápido e forte. Não sabia se doía mais o cu ou a mandíbula. E o Raul comenta de novo:

Raul: — Posso dar uma vez eu? Porque esses gemidos estão me deixando louco.

Com tom extasiado, o Ivan diminuiu o ritmo, embora mais lento, mas colocando muita intensidade em cada bombada, e respondeu com tom agitado e excitadíssimo:

Ivan: — Sim, claro... Me dá uns minutos que eu já acabo.

Eles se emprestavam minha bunda como se não fosse minha. E ele voltou a aumentar o ritmo e tirava o pau completamente e enfiava de uma vez, me fazendo quase chorar de dor, e comentou:

Ivan: — É, esses gemidos você gosta, né?

E continuou metendo.

Raul: — Sim, adoro que ela curta assim.

Respondeu, seguindo o jogo de excitação. Poucos segundos depois, ele me agarra com força pela cintura e sinto o pau dele ficar duro e começa a encher meu cu de porra como se não tivesse acabado na minha boca há pouco. Continuou bombando por mais alguns segundos e, assim que tirou, o Raul me endireitou e puxou minha calça completamente, levantou uma perna na altura do quadril dele. Ficou tateando até encontrar minha bunda e enfiou sem mais delongas. Minha bunda ainda latejava de dor e pingava a porra quente do Ivan. Mas já tinha o pau do Raúl enfiado, que bombava sem parar, me fazendo ver estrelas de dor e ficando toda putinha com a perna pra cima. Enquanto o Ivan foi ao banho se lavar, o Raul me mudou de posição de novo, agora com as mãos nos braços da poltrona, enquanto me segurava pelo quadril. e o ritmo aumentava cada vez mais. Meus gemidos o enchiam de euforia e eu queria contê-los, mas não conseguia pela dor e excitação. Depois de alguns minutos, sinto que ele também fica todo tenso e o pau vira uma pedra. E enquanto ele enche minha bunda de porra de novo, Ivan volta do banheiro e comenta:

Ivan: — Ei, vocês estão sem água de novo.

E olhando para mim, continua:

Ivan: — Vai ter que chupar até deixar ele limpo.

Raul: — Os dois!

Enquanto ele tira o pau da minha bunda, banhado em porra. Fiquei alguns minutos chupando os dois até que os dois paus ficassem cheios de saliva, mas limpos. Ouvimos o elevador parar no 11º andar e claramente era a Gabriela voltando. Eles se trocaram super rápido. Eu coloquei a calça e a camiseta — nem percebi quando tinha tirado — e fomos para a mesa. A Gabriela encontrou o delivery no caminho e subiu com tudo. E lá estava eu, com a mandíbula dolorida, gosto de pau na boca, a bunda latejando fortemente de dor e pingando porra dos dois. Enquanto eles comiam, comentavam e riam como se nada tivesse acontecido, e estavam super relaxados. Eu tinha sido a putinha complacente deles. A noite passou, ele me mandou para a cozinha lavar as coisas com a Gabriela enquanto ficava com o Raúl, e no final nós fomos embora.

2 comentários - De simulación a sumisión (relato gay) segunda parte

bueno cumpliste con tu amigo!! te debe una!!
que lindo!!
GIEGUI +1
Me.enxanyaria que un amigo me pidiera un fVor asi