Comecei o ano brigado como sempre com minha esposa, já estávamos há anos sem nenhuma interação fÃsica e o pornô era meu único alÃvio, mas dessa vez tinha algo diferente, algo que eu guardava com ciúmes no fundo da minha gaveta. Fazia apenas algumas semanas, minha professora de zumba tinha me dado algo maravilhoso no Natal, um presente que eu nunca imaginaria receber, mas agora era meu maior tesouro: uma calcinha preta encharcada com o esperma dela. Sim, o dela, Sofia, minha professora de zumba, era transexual.
Logo antes das férias, eu vi escondido ela se masturbando na frente do espelho do estúdio onde ela dá aula pra gente, então tava só esperando as aulas voltarem pra ver ela de novo. Finalmente, foi em meados de janeiro quando chegou a mensagem no grupo do WhatsApp dizendo que as aulas de zumba iam voltar na quarta-feira seguinte. Cheguei cedo no estúdio com a intenção de procurar minha amiga Laura e contar o que rolou com o presente, embora primeiro tivesse que contar a história completa do vestiário... — É sério?! — ela perguntou quase gritando, fazendo algumas virarem pra gente. — Shhhh, abaixa esse volume! Sim, foi isso que aconteceu, no final só fui embora sem fazer barulho e depois, na caixinha, ela me deu a calcinha manchada com o bilhete. — Não acredito! Te falei que ela tinha te visto! — Então... Cê acha que eu tô na dela? — Cê é burro? Óbvio! Ela percebeu que você tava olhando e por isso começou a se masturbar! Caralho, Ramón, vou te matar se não aproveitar a chance. Nisso, a porta abriu e a Sofia entrou. Não sei se era porque já tinha visto ela pelada, mas ela tava mais gostosa do que no ano passado, quase dava pra notar a rola dela apertada debaixo da calcinha. Ela olhou pra todo mundo e, quando me viu, sorriu largo, e eu respondi com um sorriso igual. A aula inteira não consegui fazer outra coisa senão olhar pra ela, e só de imaginar ela pelada e de pau duro fazendo os exercÃcios, minha rola já ficava dura na hora. A Laura não parava de olhar pra mim e pra ela, como se tentasse entender o que ia rolar em seguida, não tinha ficado calada desde que contei o que aconteceu. No fim da aula, todo mundo começou a se trocar, e então me aproximei dela pra conversar.
— Oi, professora, que aula boa. Ela se virou pra me olhar, acabada de malhar, os peitos subindo e descendo pela respiração ofegante, brilhando um pouco com o suor na luz do abajur. Os bicos dos peitos começavam a marcar no top. — Oi, Ramón, que bom que você gostou. E que prazer ter você aqui de novo. — Valeu, a verdade é que adoro suas aulas e... — não queria que me ouvissem — também queria agradecer pelo presente. Ela ficou quieta por um instante, virou pra ver se estavam olhando e chegou mais perto de mim, me encarando nos olhos. O olhar dela era diferente, intenso. Colocou o rosto bem perto do meu, os lábios carnudos cor de pêssego brilharam por um segundo, dava pra sentir a respiração ofegante dela. Encostou a boca no meu ouvido pra falar só num sussurro que só eu ouvisse, e a voz dela mudou... Pra um tom mais grave e sensual que arrepiou minha pele. — Então... você gostou da minha calcinha? — S-sim — gaguejei sem conseguir me mexer. — E você gostou de me ver pelada? — Assenti nervoso. Ela baixou a mão e começou a me acariciar discretamente por cima do shorts. — E você gostou de me ver com meu pau duro? Olhei pra baixo por um momento. Os bicos dos peitos dela marcavam ainda mais contra o top esportivo, e a ereção já começava a aparecer também. Isso me excitou pra caralho, queria pegar no pau dela, tirar ele dali na hora, mas sabia que estavam nos olhando. — Sim, bastante. — Mmm — ela chegou mais perto, me deu uma lambida sutil na orelha — bora ver quando você vai me mostrar o seu? Não tinha mais dúvida de que ela queria a mesma coisa que eu. Comecei a mover minha mão devagar, primeiro rocei o bico do peito dela, e ela soltou um gemidinho (ahh), e continuei um pouco mais. Queria tocar ela por baixo também, mesmo que por cima do legging, mas quando estava quase conseguindo, a Laura me chamou de um pouco mais longe, interrompendo o momento. Nós dois demos um pulo e nos separamos na hora. A Sofia se afastou de mim num instante, envergonhada, com a desculpa de arrumar umas coisas. — O que você quer, Lau? — Falei entre os dentes. Ela me olhou, divertida. De cima pra baixo, fixando o olhar e notando minha ereção, eu me virei um pouco. — Hahaha, nada, só queria te falar que já pode ir se trocar. — Valeu... — falei com sarcasmo — mais alguma coisa? — Sim, se você queria ajuda com seu amiguinho? — E na hora ela fez um movimento como se fosse pegar na minha rola. — Laura!! — falei, me afastando pra trás por reflexo. E ela foi se trocar rindo, enquanto eu fiquei esperando. Quando terminei de me trocar, saà na esperança de continuar conversando com a Sofia, mas pra minha surpresa a Laura estava me esperando na porta, o que achei estranho, ainda mais depois do que tinha acabado de rolar. Não tive escolha a não ser ir com ela, e no caminho até o ponto de ônibus resolvi perguntar.
- Vamos, Lau, me conta, qual é o plano? -Plano? Que plano? Não sei do que você tá falando... -Ela disse, divertida, claramente sabendo do que eu tava falando. -Tá, tá, você nunca ficou me esperando antes e eu não acredito em coincidências, então me conta, o que você precisa? -Nada de mais, não se preocupa, somos amigos e eu só gosto de te encher o saco e ficar de pé no saco. Se eu não fodo você, você também não fode ninguém, quero ver você sofrer, hahaha. Fiquei em silêncio olhando pra ela, pensando no que ela acabou de dizer. Será que ela tava brincando? Mas a cara dela mostrava determinação. Não dei muita importância na hora e segui meu caminho sem imaginar o que viria a seguir. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Umas duas semanas depois, eu ainda não tinha conseguido nada além de olhares e sorrisos com a Sofia, porque toda vez que eu me aproximava, a Laura aparecia sorrindo pra interromper e me encher o saco, cumprindo a ameaça dela. Até onde iria essa mania de me sabotar? Eu não podia fazer nada além de bater uma punheta toda noite pensando em tudo que queria fazer com a Sofia, imaginando o momento em que a gente ficasse a sós e eu finalmente pudesse tocar o corpo dela inteiro. Meu cérebro já tava tão cheio de pornô trans que eu já sabia exatamente o que fazer passo a passo, e só ficava planejando jeitos de me livrar da Laura, até que numa sexta-feira eu tive minha chance. Naquele dia eu já tava atrasado pra aula, cheguei no estúdio bem na hora que começaram o aquecimento, então corri pro vestiário pra me trocar. Saà e fiquei no meu lugar de sempre, esperando algum comentário sarcástico da Laura, mas ele não veio. Olhei pros dois lados, mas não vi ela. -A Laura não veio -disse outra aluna. Virei umas duas vezes pra confirmar e na frente vi a Sofia, varrendo a sala inteira com o olhar no reflexo do espelho. Finalmente ela percebeu a mesma coisa que eu. Ela parou de olhar pra mim e, com um sorrisão, me piscou um olho. Finalmente eu teria caminho livre pra aquilo que eu tava desejando há semanas. Assim que a aula acabou, fui pro fundo. do salão, esperando que todas se trocassem e fossem embora pra finalmente ficar a sós, foi minha vez de entrar no vestiário. Colei o ouvido na porta escutando até a última aluna sair. Depois de alguns minutos, parei de ouvir risadas e conversas, então abri a porta devagar e só vi a Sofia arrumando umas coisas na frente do espelho. Saà do vestiário e, sem dizer nada, agarrei ela pela cintura, virei ela e meti um beijo. No começo ela se assustou, mas no fim cedeu e continuamos com um beijo mais profundo e apaixonado, liberando finalmente todos aqueles sentimentos reprimidos. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto acariciava os peitos dela, os biquinhos durinhos pulavam pra fora do top e, sem mais, belisquei um de leve, deixando claro que não ia parar por nada nesse mundo. Ela entendeu perfeitamente e, se afastando um pouco de mim, tirou o top esportivo na hora. Finalmente pude ver de novo aqueles peitos perfeitos, redondos, com uma auréola marrom escuro coroada com os biquinhos apontando pro teto. Sem perder tempo, afundei minha cara neles, lambendo um enquanto apertava o outro. Sofia só soltava uns gemidinhos (ahhh, isso, papai, ahhh) enquanto eu chupava igual um desesperado. Depois de uns minutos, ela falou com aquela voz sensual de novo: — Precisa de ajuda com isso? — e agarrou minha pica já durÃssima por baixo do short. Sem me dar tempo de responder, ela se ajoelhou na minha frente, baixou meu short junto com a cueca até os tornozelos, minha pica saltou pra cima já escorrendo um pouco. Sem tirar os olhos de mim, ela prendeu o cabelo, lambeu os lábios e, de uma vez só, enfiou inteira na boca.
Ela começou a me fazer um boquete como minha esposa nunca tinha feito na vida, tirando meu pau quase inteiro da boca pra depois engolir ele todo de novo, chupando como se fosse um canudo. Os sons que ela fazia me excitavam cada vez mais, eu tava no paraÃso e só conseguia gemer e gemer de prazer. Ela mudou de técnica e, enquanto massageava minhas bolas, começou a lamber meu pau como se fosse um pirulito, passando a lÃngua de cima pra baixo devagar, parando de vez em quando pra bater uma punheta e virar pra me olhar de um jeito safado, sorrindo. Claramente ela sabia o que tava fazendo, e era tanta maestria que comecei a sentir aqueles espasmos antes de gozar. — Ahh, Sofia... — Na cara, pai, me dá na minha cara. E com um brilho nos olhos, ela começou a me masturbar com mais força e mais rápido, com meu pau na frente dela e a boca aberta. Em poucos segundos, não aguentei mais e soltei uns jatos de porra quente, enchendo a cara e a boca dela com meu leite. Ajudei ela a se levantar e fomos pro closet, ela revirando a mala e eu sentado no sofá. Ela parou na minha frente e, enquanto limpava o rosto com uma toalha, eu olhava pra legging dela, com o volume bem marcado, apertado e já com uma mancha de umidade de tanta excitação. Sem pensar muito, peguei a legging dela e comecei a puxar devagar, finalmente liberando aquele pau que pulou na minha frente, apontando pra cima. Era algo grande, uns 17 cm e grosso na medida certa, perfeitamente ereto, com a ponta molhada de um lÃquido transparente que brilhava com a luz do abajur. Peguei ele com a mão, finalmente, depois de semanas imaginando, tava ali na minha frente, aquele pedaço de carne macio ao toque, mas duro como pedra, me hipnotizava. Nunca tinha pensado nisso antes, mas em todos os vÃdeos pornô que eu tinha visto, tanto ela quanto ele chupavam o pau um do outro e parecia que os dois curtiam. Fiquei parado um instante, acariciando devagar, sem tirar os olhos dele. Sofia me olhando de cima... perguntou com calma... - love, quer experimentar? - Ahm eu... Eu nunca... - Não se preocupa, você vai gostar. E devagar começou a empurrar o quadril pra frente, me olhando nos olhos com um sorriso enorme, sem hesitar abri a boca pra começar a chupar a rola dela, saboreando, tentando abocanhar cada centÃmetro sem muito sucesso, passava a lÃngua de cima a baixo enchendo de saliva enquanto enchia minha boca toda e quase batia na garganta. Sofia começou num ritmo suave, como se estivesse curtindo cada segundo. Enquanto isso, eu com uma mão segurava a rola dela, com a outra acariciava as coxas e a bunda dela, tentando enfiar um dedo no cu dela. Quando sentiu, ela soltou um gemido (ahh papai), e me puxando pelo cabelo, enfiou ainda mais a rola dura dela. A cada estocada, Sofia arqueava as costas, o que me dizia que ela tava gostando, então aumentei a velocidade e comecei a chupar com mais força, apertando com a boca, e sem tirar passava a lÃngua por todos os lados. Ela começava a perder o controle, o corpo tremia e a respiração ficou mais pesada, começou a gemer sem parar (ahhh, ahhh, que gostoso) e isso me deixava mais excitado, sabia perfeitamente o que ia rolar. - Continua love, por favor não para - ela falou com a voz trêmula e sem soltar meu cabelo.
Comecei a masturbá-la enquanto continuava chupando ela, cada vez mais rápido. Depois de alguns segundos, Sofia arqueou o corpo todo, e um gemido forte escapou ao mesmo tempo em que senti algo quente enchendo minhas bochechas. Um gosto doce e ácido me invadiu de repente, chegando até minha garganta. Era algo que eu nunca tinha provado, mas naquele momento não me importava nem um pouco. Vi Sofia toda suada e ofegante, com os olhos semicerrados e um sorrisão no rosto. Finalmente, sem pensar, engoli todo o gozo dela.
— Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento — falei.
— Sério?
— Sim, desde que te vi naquela vez, não consegui parar de pensar em você.
— Que bom, meu amor, porque agora quero sentir você dentro de mim.
Ela pegou minha pika, que surpreendentemente já estava dura de novo, e foi se sentando devagar, guiando ela até enfiar tudo. Nós dois soltamos um gemido forte. Estava apertado e muito quente. Ficamos assim por um momento, só se ouvindo nossas respirações. Depois de alguns segundos, virei para olhar Sofia nos olhos, e ela assentiu, me dando o sinal. Comecei a me mover devagar. Sofia só subia e descia, gemendo baixinho, com a cabeça jogada para trás, olhando o teto, aproveitando. Eu tinha a visão na frente, vendo o corpo suado dela, os peitos redondos brilhando de suor, com os bicos duros e a pika dela apontando pro teto, balançando junto com os movimentos. Aquela imagem me deixou louco, e comecei a acelerar o ritmo.
Os gemidos começaram a aumentar.
— Ahh, você gosta, mamãe?
— Haaa, assim, continua, mais, mais!
E o barulho da minha batendo na bunda dela ecoava no quartinho, junto com nossas respirações que aceleravam. Num pulo que Sofia deu, peguei a pika dela e comecei a masturbá-la enquanto ela continuava cavalgando em mim. Isso foi demais pra ela. Perdendo total controle, começou a gritar de prazer.
— Ahhh! Isso! Ramón, que gostoso! Não para!
Eu, obediente, continuei com minha tarefa até que, depois de alguns minutos, grossos jatos de gozo quente... começaram a espirrar pra todo lado enquanto a Sofia se arqueava pra trás, o que fez eu gozar também dentro dela quase ao mesmo tempo. Terminamos ofegantes, deitados no sofá, ainda sujos de porra e suados, não acreditava que finalmente tinha realizado meu tão sonhado plano. A gente recolheu e limpou tudo que deu e, bem antes de sair, ela me parou um instante... — Ahn, Ramón — parecia meio envergonhada — Dá pra manter isso em segredo? — Ah! Hum, sim, claro — respondi, meio desconcertado. — É que não queria que virasse uma fofoca na aula como da última vez. — Fica tranquila, não se preocupa — falei aliviado, pensando na minha esposa — não vou contar pra ninguém que você me dá "aulas extras" — E pode crer que essas eu não vou cobrar, hahaha. E saÃmos prometendo manter em segredo nossas aulas particulares, pensando em como fazer pra repetir mais vezes. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Continuei com minhas aulas de zumba, não pra conhecer mais gente, mas pra ver a Sofi, que toda vez que a gente se olhava trocava um olhar cúmplice e, a cada oportunidade, a gente se roçava "sem querer". Obviamente a Laura percebeu, não perdia uma, e depois de muito insistir, após duas semanas de silêncio, numa quarta-feira depois da aula contei o que tinha rolado... — E é isso, finalmente a gente se vestiu e cada um foi pra casa, prometemos não contar pra ninguém, então boca fechada. — Não fode! Não acredito, e... — fez uma pausa dramática — o pau dele é grande então? — Laura! Por que você pergunta isso? — Ah, só curiosidade hahaha, agora me diz, vão continuar trepando? Talvez fosse impressão minha, mas a Laura parecia muito interessada no assunto, pediu pra eu explicar com todos os detalhes e, conforme eu contava, ela ficava cada vez mais impressionada, sem contar que os bicos dos peitos dela estavam durinhos por baixo da blusa. — Bom, eu até queria, mas uma certa amiga enche o saco e não me deixa a sós com a Sofi. — Ah, Sofi pra cá, Sofi pra lá — ela zoou, mas com um olhar estranho — hum, te faço uma proposta. Algo: "Vou parar de te encher o saco pra você poder ficar a sós com a miss, se em troca você me contar como foi."
— Que?! E por que você quer saber disso?!
— Hã, já te falei, simples curiosidade! Só me diz, aceita ou não?
Claramente tinha algo estranho ali, não era normal a Laura ter tanto interesse na minha relação com a Sofia. Devia ter algum motivo oculto. Mesmo assim, ter uma aliada na sala me permitiria chegar mais perto da Sofia, então acabei aceitando, com a condição de não contar pra ninguém.
Os meses se passaram e as coisas não podiam estar melhores. Toda semana, na aula de sexta, a Laura dava um jeito de apressar as outras garotas com desculpas pra saÃrem rápido, o que me permitia ficar a sós com a Sofia pra umas sessões de sexo pegando fogo. E toda quarta, no fim da aula, eu ia tomar um café com a Laura pra contar o que tinha rolado na semana anterior.
Ela me ouvia toda animada, sempre pedindo até o menor e mais sujo detalhe, o que estranhamente a deixava bem excitada. E eu adorava reviver pra ela minhas sessões de sexo tão detalhadas que acabava com uma ereção daquelas, que a Laura notava.
Minha esposa não fazia a menor ideia. Eu só dizia que as aulas agora eram de duas horas, e como pra ela tanto fazia, não podia estar melhor.
Um dia, depois de nos vestirmos, a Sofia me perguntou se alguém sabia da gente. E sem conseguir mentir completamente, respondi:
— Bem, a Laura sabe que a gente sai, mas só isso, juro.
— Então tá explicado — ela disse, sorrindo.
— Por quê?! Ela te falou algo?
— Não, não. É que eu vejo você indo com ela toda quarta, e vocês andam muito juntos, então pensei...
— Ela é só minha amiga, a gente se dá muito bem. Nada demais. Por quê? Tá com ciúmes?
— Já, já. Não tá tudo bem, não se preocupa, era só curiosidade.
Ela me olhou por um momento, como se estivesse me avaliando. O rosto dela era um mistério, parecia estar pensando em algo que eu não entendia. Finalmente, pareceu tomar uma decisão e me disse:
— Sabe, já tenho seu presente de aniversário.
— Mas meu aniversário é só na outra... semana. —Já sei, por isso vou te dar na semana que vem... Sexta-feira. A aula de sexta-feira passou normal, sem nenhum sinal de comemoração na sala. Achei que ia ser quando ficássemos sozinhos, e fiquei imaginando o que poderia ser... uma lingerie nova? Ela sabia que eu era meio geek, ou seria um cosplay? Isso me deixou bem empolgado e, no fim da aula, todas foram embora, inclusive a Laura, que mal se despediu. Era minha hora... Entrei no vestiário e esperei a Sofia entrar, talvez já vestida ou algo assim, mas não. Ela só colocou a cabeça pra dentro e perguntou se eu tava pronto pra minha surpresa (—Claro, respondi) e mandou eu sair pra sala. Abri a porta, dei uns passos e parei, boquiaberto, sem acreditar no que tava vendo. Na minha frente, a Sofia tava me encarando, só de legging, com os peitos de fora brilhando na luz da lâmpada. E do lado dela, a Laura! Também sorrindo, se divertindo com minha cara. Igual a Sofia, ela tinha tirado o top e os peitões tamanho DD pendiam soltos, com auréolas enormes e marrons e bicos duros combinando. Uma MILF completa, tenho que admitir.
- Feliz aniversário, amor.
- É sim, amigo, feliz aniversário.
Elas se viraram uma pra outra, divertidas, e então estenderam os braços pra eu ir abraçá-las. Os peitos delas balançaram um pouco com a gravidade, e eu vi aquilo como se fosse em câmera lenta, me seduzindo. Fiquei na dúvida por um momento: será que era possÃvel? Elas continuavam sorrindo. Virei pra olhar pra Sofia, que deu uma leve piscada e um aceno com a cabeça, me indicando que tava tudo bem. Então, sem mais delongas, me aproximei com um sorriso enorme, beijei Sofia e depois me virei pra olhar pra Laura. Os peitos dela eram enormes. Peguei um com a mão, e ela deu um pequeno sobressalto. Comecei a beijá-la e senti Sofia tirando minha rola pra acariciar, mas isso... já é outra história, amigos 😉
Logo antes das férias, eu vi escondido ela se masturbando na frente do espelho do estúdio onde ela dá aula pra gente, então tava só esperando as aulas voltarem pra ver ela de novo. Finalmente, foi em meados de janeiro quando chegou a mensagem no grupo do WhatsApp dizendo que as aulas de zumba iam voltar na quarta-feira seguinte. Cheguei cedo no estúdio com a intenção de procurar minha amiga Laura e contar o que rolou com o presente, embora primeiro tivesse que contar a história completa do vestiário... — É sério?! — ela perguntou quase gritando, fazendo algumas virarem pra gente. — Shhhh, abaixa esse volume! Sim, foi isso que aconteceu, no final só fui embora sem fazer barulho e depois, na caixinha, ela me deu a calcinha manchada com o bilhete. — Não acredito! Te falei que ela tinha te visto! — Então... Cê acha que eu tô na dela? — Cê é burro? Óbvio! Ela percebeu que você tava olhando e por isso começou a se masturbar! Caralho, Ramón, vou te matar se não aproveitar a chance. Nisso, a porta abriu e a Sofia entrou. Não sei se era porque já tinha visto ela pelada, mas ela tava mais gostosa do que no ano passado, quase dava pra notar a rola dela apertada debaixo da calcinha. Ela olhou pra todo mundo e, quando me viu, sorriu largo, e eu respondi com um sorriso igual. A aula inteira não consegui fazer outra coisa senão olhar pra ela, e só de imaginar ela pelada e de pau duro fazendo os exercÃcios, minha rola já ficava dura na hora. A Laura não parava de olhar pra mim e pra ela, como se tentasse entender o que ia rolar em seguida, não tinha ficado calada desde que contei o que aconteceu. No fim da aula, todo mundo começou a se trocar, e então me aproximei dela pra conversar.
— Oi, professora, que aula boa. Ela se virou pra me olhar, acabada de malhar, os peitos subindo e descendo pela respiração ofegante, brilhando um pouco com o suor na luz do abajur. Os bicos dos peitos começavam a marcar no top. — Oi, Ramón, que bom que você gostou. E que prazer ter você aqui de novo. — Valeu, a verdade é que adoro suas aulas e... — não queria que me ouvissem — também queria agradecer pelo presente. Ela ficou quieta por um instante, virou pra ver se estavam olhando e chegou mais perto de mim, me encarando nos olhos. O olhar dela era diferente, intenso. Colocou o rosto bem perto do meu, os lábios carnudos cor de pêssego brilharam por um segundo, dava pra sentir a respiração ofegante dela. Encostou a boca no meu ouvido pra falar só num sussurro que só eu ouvisse, e a voz dela mudou... Pra um tom mais grave e sensual que arrepiou minha pele. — Então... você gostou da minha calcinha? — S-sim — gaguejei sem conseguir me mexer. — E você gostou de me ver pelada? — Assenti nervoso. Ela baixou a mão e começou a me acariciar discretamente por cima do shorts. — E você gostou de me ver com meu pau duro? Olhei pra baixo por um momento. Os bicos dos peitos dela marcavam ainda mais contra o top esportivo, e a ereção já começava a aparecer também. Isso me excitou pra caralho, queria pegar no pau dela, tirar ele dali na hora, mas sabia que estavam nos olhando. — Sim, bastante. — Mmm — ela chegou mais perto, me deu uma lambida sutil na orelha — bora ver quando você vai me mostrar o seu? Não tinha mais dúvida de que ela queria a mesma coisa que eu. Comecei a mover minha mão devagar, primeiro rocei o bico do peito dela, e ela soltou um gemidinho (ahh), e continuei um pouco mais. Queria tocar ela por baixo também, mesmo que por cima do legging, mas quando estava quase conseguindo, a Laura me chamou de um pouco mais longe, interrompendo o momento. Nós dois demos um pulo e nos separamos na hora. A Sofia se afastou de mim num instante, envergonhada, com a desculpa de arrumar umas coisas. — O que você quer, Lau? — Falei entre os dentes. Ela me olhou, divertida. De cima pra baixo, fixando o olhar e notando minha ereção, eu me virei um pouco. — Hahaha, nada, só queria te falar que já pode ir se trocar. — Valeu... — falei com sarcasmo — mais alguma coisa? — Sim, se você queria ajuda com seu amiguinho? — E na hora ela fez um movimento como se fosse pegar na minha rola. — Laura!! — falei, me afastando pra trás por reflexo. E ela foi se trocar rindo, enquanto eu fiquei esperando. Quando terminei de me trocar, saà na esperança de continuar conversando com a Sofia, mas pra minha surpresa a Laura estava me esperando na porta, o que achei estranho, ainda mais depois do que tinha acabado de rolar. Não tive escolha a não ser ir com ela, e no caminho até o ponto de ônibus resolvi perguntar.
- Vamos, Lau, me conta, qual é o plano? -Plano? Que plano? Não sei do que você tá falando... -Ela disse, divertida, claramente sabendo do que eu tava falando. -Tá, tá, você nunca ficou me esperando antes e eu não acredito em coincidências, então me conta, o que você precisa? -Nada de mais, não se preocupa, somos amigos e eu só gosto de te encher o saco e ficar de pé no saco. Se eu não fodo você, você também não fode ninguém, quero ver você sofrer, hahaha. Fiquei em silêncio olhando pra ela, pensando no que ela acabou de dizer. Será que ela tava brincando? Mas a cara dela mostrava determinação. Não dei muita importância na hora e segui meu caminho sem imaginar o que viria a seguir. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Umas duas semanas depois, eu ainda não tinha conseguido nada além de olhares e sorrisos com a Sofia, porque toda vez que eu me aproximava, a Laura aparecia sorrindo pra interromper e me encher o saco, cumprindo a ameaça dela. Até onde iria essa mania de me sabotar? Eu não podia fazer nada além de bater uma punheta toda noite pensando em tudo que queria fazer com a Sofia, imaginando o momento em que a gente ficasse a sós e eu finalmente pudesse tocar o corpo dela inteiro. Meu cérebro já tava tão cheio de pornô trans que eu já sabia exatamente o que fazer passo a passo, e só ficava planejando jeitos de me livrar da Laura, até que numa sexta-feira eu tive minha chance. Naquele dia eu já tava atrasado pra aula, cheguei no estúdio bem na hora que começaram o aquecimento, então corri pro vestiário pra me trocar. Saà e fiquei no meu lugar de sempre, esperando algum comentário sarcástico da Laura, mas ele não veio. Olhei pros dois lados, mas não vi ela. -A Laura não veio -disse outra aluna. Virei umas duas vezes pra confirmar e na frente vi a Sofia, varrendo a sala inteira com o olhar no reflexo do espelho. Finalmente ela percebeu a mesma coisa que eu. Ela parou de olhar pra mim e, com um sorrisão, me piscou um olho. Finalmente eu teria caminho livre pra aquilo que eu tava desejando há semanas. Assim que a aula acabou, fui pro fundo. do salão, esperando que todas se trocassem e fossem embora pra finalmente ficar a sós, foi minha vez de entrar no vestiário. Colei o ouvido na porta escutando até a última aluna sair. Depois de alguns minutos, parei de ouvir risadas e conversas, então abri a porta devagar e só vi a Sofia arrumando umas coisas na frente do espelho. Saà do vestiário e, sem dizer nada, agarrei ela pela cintura, virei ela e meti um beijo. No começo ela se assustou, mas no fim cedeu e continuamos com um beijo mais profundo e apaixonado, liberando finalmente todos aqueles sentimentos reprimidos. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto acariciava os peitos dela, os biquinhos durinhos pulavam pra fora do top e, sem mais, belisquei um de leve, deixando claro que não ia parar por nada nesse mundo. Ela entendeu perfeitamente e, se afastando um pouco de mim, tirou o top esportivo na hora. Finalmente pude ver de novo aqueles peitos perfeitos, redondos, com uma auréola marrom escuro coroada com os biquinhos apontando pro teto. Sem perder tempo, afundei minha cara neles, lambendo um enquanto apertava o outro. Sofia só soltava uns gemidinhos (ahhh, isso, papai, ahhh) enquanto eu chupava igual um desesperado. Depois de uns minutos, ela falou com aquela voz sensual de novo: — Precisa de ajuda com isso? — e agarrou minha pica já durÃssima por baixo do short. Sem me dar tempo de responder, ela se ajoelhou na minha frente, baixou meu short junto com a cueca até os tornozelos, minha pica saltou pra cima já escorrendo um pouco. Sem tirar os olhos de mim, ela prendeu o cabelo, lambeu os lábios e, de uma vez só, enfiou inteira na boca.
Ela começou a me fazer um boquete como minha esposa nunca tinha feito na vida, tirando meu pau quase inteiro da boca pra depois engolir ele todo de novo, chupando como se fosse um canudo. Os sons que ela fazia me excitavam cada vez mais, eu tava no paraÃso e só conseguia gemer e gemer de prazer. Ela mudou de técnica e, enquanto massageava minhas bolas, começou a lamber meu pau como se fosse um pirulito, passando a lÃngua de cima pra baixo devagar, parando de vez em quando pra bater uma punheta e virar pra me olhar de um jeito safado, sorrindo. Claramente ela sabia o que tava fazendo, e era tanta maestria que comecei a sentir aqueles espasmos antes de gozar. — Ahh, Sofia... — Na cara, pai, me dá na minha cara. E com um brilho nos olhos, ela começou a me masturbar com mais força e mais rápido, com meu pau na frente dela e a boca aberta. Em poucos segundos, não aguentei mais e soltei uns jatos de porra quente, enchendo a cara e a boca dela com meu leite. Ajudei ela a se levantar e fomos pro closet, ela revirando a mala e eu sentado no sofá. Ela parou na minha frente e, enquanto limpava o rosto com uma toalha, eu olhava pra legging dela, com o volume bem marcado, apertado e já com uma mancha de umidade de tanta excitação. Sem pensar muito, peguei a legging dela e comecei a puxar devagar, finalmente liberando aquele pau que pulou na minha frente, apontando pra cima. Era algo grande, uns 17 cm e grosso na medida certa, perfeitamente ereto, com a ponta molhada de um lÃquido transparente que brilhava com a luz do abajur. Peguei ele com a mão, finalmente, depois de semanas imaginando, tava ali na minha frente, aquele pedaço de carne macio ao toque, mas duro como pedra, me hipnotizava. Nunca tinha pensado nisso antes, mas em todos os vÃdeos pornô que eu tinha visto, tanto ela quanto ele chupavam o pau um do outro e parecia que os dois curtiam. Fiquei parado um instante, acariciando devagar, sem tirar os olhos dele. Sofia me olhando de cima... perguntou com calma... - love, quer experimentar? - Ahm eu... Eu nunca... - Não se preocupa, você vai gostar. E devagar começou a empurrar o quadril pra frente, me olhando nos olhos com um sorriso enorme, sem hesitar abri a boca pra começar a chupar a rola dela, saboreando, tentando abocanhar cada centÃmetro sem muito sucesso, passava a lÃngua de cima a baixo enchendo de saliva enquanto enchia minha boca toda e quase batia na garganta. Sofia começou num ritmo suave, como se estivesse curtindo cada segundo. Enquanto isso, eu com uma mão segurava a rola dela, com a outra acariciava as coxas e a bunda dela, tentando enfiar um dedo no cu dela. Quando sentiu, ela soltou um gemido (ahh papai), e me puxando pelo cabelo, enfiou ainda mais a rola dura dela. A cada estocada, Sofia arqueava as costas, o que me dizia que ela tava gostando, então aumentei a velocidade e comecei a chupar com mais força, apertando com a boca, e sem tirar passava a lÃngua por todos os lados. Ela começava a perder o controle, o corpo tremia e a respiração ficou mais pesada, começou a gemer sem parar (ahhh, ahhh, que gostoso) e isso me deixava mais excitado, sabia perfeitamente o que ia rolar. - Continua love, por favor não para - ela falou com a voz trêmula e sem soltar meu cabelo.
Comecei a masturbá-la enquanto continuava chupando ela, cada vez mais rápido. Depois de alguns segundos, Sofia arqueou o corpo todo, e um gemido forte escapou ao mesmo tempo em que senti algo quente enchendo minhas bochechas. Um gosto doce e ácido me invadiu de repente, chegando até minha garganta. Era algo que eu nunca tinha provado, mas naquele momento não me importava nem um pouco. Vi Sofia toda suada e ofegante, com os olhos semicerrados e um sorrisão no rosto. Finalmente, sem pensar, engoli todo o gozo dela.— Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento — falei.
— Sério?
— Sim, desde que te vi naquela vez, não consegui parar de pensar em você.
— Que bom, meu amor, porque agora quero sentir você dentro de mim.
Ela pegou minha pika, que surpreendentemente já estava dura de novo, e foi se sentando devagar, guiando ela até enfiar tudo. Nós dois soltamos um gemido forte. Estava apertado e muito quente. Ficamos assim por um momento, só se ouvindo nossas respirações. Depois de alguns segundos, virei para olhar Sofia nos olhos, e ela assentiu, me dando o sinal. Comecei a me mover devagar. Sofia só subia e descia, gemendo baixinho, com a cabeça jogada para trás, olhando o teto, aproveitando. Eu tinha a visão na frente, vendo o corpo suado dela, os peitos redondos brilhando de suor, com os bicos duros e a pika dela apontando pro teto, balançando junto com os movimentos. Aquela imagem me deixou louco, e comecei a acelerar o ritmo.
Os gemidos começaram a aumentar.
— Ahh, você gosta, mamãe?
— Haaa, assim, continua, mais, mais!
E o barulho da minha batendo na bunda dela ecoava no quartinho, junto com nossas respirações que aceleravam. Num pulo que Sofia deu, peguei a pika dela e comecei a masturbá-la enquanto ela continuava cavalgando em mim. Isso foi demais pra ela. Perdendo total controle, começou a gritar de prazer.
— Ahhh! Isso! Ramón, que gostoso! Não para!
Eu, obediente, continuei com minha tarefa até que, depois de alguns minutos, grossos jatos de gozo quente... começaram a espirrar pra todo lado enquanto a Sofia se arqueava pra trás, o que fez eu gozar também dentro dela quase ao mesmo tempo. Terminamos ofegantes, deitados no sofá, ainda sujos de porra e suados, não acreditava que finalmente tinha realizado meu tão sonhado plano. A gente recolheu e limpou tudo que deu e, bem antes de sair, ela me parou um instante... — Ahn, Ramón — parecia meio envergonhada — Dá pra manter isso em segredo? — Ah! Hum, sim, claro — respondi, meio desconcertado. — É que não queria que virasse uma fofoca na aula como da última vez. — Fica tranquila, não se preocupa — falei aliviado, pensando na minha esposa — não vou contar pra ninguém que você me dá "aulas extras" — E pode crer que essas eu não vou cobrar, hahaha. E saÃmos prometendo manter em segredo nossas aulas particulares, pensando em como fazer pra repetir mais vezes. ~~~~~~~~~~~~~~ ¢ ~~~~~~~~~~~~~~ Continuei com minhas aulas de zumba, não pra conhecer mais gente, mas pra ver a Sofi, que toda vez que a gente se olhava trocava um olhar cúmplice e, a cada oportunidade, a gente se roçava "sem querer". Obviamente a Laura percebeu, não perdia uma, e depois de muito insistir, após duas semanas de silêncio, numa quarta-feira depois da aula contei o que tinha rolado... — E é isso, finalmente a gente se vestiu e cada um foi pra casa, prometemos não contar pra ninguém, então boca fechada. — Não fode! Não acredito, e... — fez uma pausa dramática — o pau dele é grande então? — Laura! Por que você pergunta isso? — Ah, só curiosidade hahaha, agora me diz, vão continuar trepando? Talvez fosse impressão minha, mas a Laura parecia muito interessada no assunto, pediu pra eu explicar com todos os detalhes e, conforme eu contava, ela ficava cada vez mais impressionada, sem contar que os bicos dos peitos dela estavam durinhos por baixo da blusa. — Bom, eu até queria, mas uma certa amiga enche o saco e não me deixa a sós com a Sofi. — Ah, Sofi pra cá, Sofi pra lá — ela zoou, mas com um olhar estranho — hum, te faço uma proposta. Algo: "Vou parar de te encher o saco pra você poder ficar a sós com a miss, se em troca você me contar como foi."
— Que?! E por que você quer saber disso?!
— Hã, já te falei, simples curiosidade! Só me diz, aceita ou não?
Claramente tinha algo estranho ali, não era normal a Laura ter tanto interesse na minha relação com a Sofia. Devia ter algum motivo oculto. Mesmo assim, ter uma aliada na sala me permitiria chegar mais perto da Sofia, então acabei aceitando, com a condição de não contar pra ninguém.
Os meses se passaram e as coisas não podiam estar melhores. Toda semana, na aula de sexta, a Laura dava um jeito de apressar as outras garotas com desculpas pra saÃrem rápido, o que me permitia ficar a sós com a Sofia pra umas sessões de sexo pegando fogo. E toda quarta, no fim da aula, eu ia tomar um café com a Laura pra contar o que tinha rolado na semana anterior.
Ela me ouvia toda animada, sempre pedindo até o menor e mais sujo detalhe, o que estranhamente a deixava bem excitada. E eu adorava reviver pra ela minhas sessões de sexo tão detalhadas que acabava com uma ereção daquelas, que a Laura notava.
Minha esposa não fazia a menor ideia. Eu só dizia que as aulas agora eram de duas horas, e como pra ela tanto fazia, não podia estar melhor.
Um dia, depois de nos vestirmos, a Sofia me perguntou se alguém sabia da gente. E sem conseguir mentir completamente, respondi:
— Bem, a Laura sabe que a gente sai, mas só isso, juro.
— Então tá explicado — ela disse, sorrindo.
— Por quê?! Ela te falou algo?
— Não, não. É que eu vejo você indo com ela toda quarta, e vocês andam muito juntos, então pensei...
— Ela é só minha amiga, a gente se dá muito bem. Nada demais. Por quê? Tá com ciúmes?
— Já, já. Não tá tudo bem, não se preocupa, era só curiosidade.
Ela me olhou por um momento, como se estivesse me avaliando. O rosto dela era um mistério, parecia estar pensando em algo que eu não entendia. Finalmente, pareceu tomar uma decisão e me disse:
— Sabe, já tenho seu presente de aniversário.
— Mas meu aniversário é só na outra... semana. —Já sei, por isso vou te dar na semana que vem... Sexta-feira. A aula de sexta-feira passou normal, sem nenhum sinal de comemoração na sala. Achei que ia ser quando ficássemos sozinhos, e fiquei imaginando o que poderia ser... uma lingerie nova? Ela sabia que eu era meio geek, ou seria um cosplay? Isso me deixou bem empolgado e, no fim da aula, todas foram embora, inclusive a Laura, que mal se despediu. Era minha hora... Entrei no vestiário e esperei a Sofia entrar, talvez já vestida ou algo assim, mas não. Ela só colocou a cabeça pra dentro e perguntou se eu tava pronto pra minha surpresa (—Claro, respondi) e mandou eu sair pra sala. Abri a porta, dei uns passos e parei, boquiaberto, sem acreditar no que tava vendo. Na minha frente, a Sofia tava me encarando, só de legging, com os peitos de fora brilhando na luz da lâmpada. E do lado dela, a Laura! Também sorrindo, se divertindo com minha cara. Igual a Sofia, ela tinha tirado o top e os peitões tamanho DD pendiam soltos, com auréolas enormes e marrons e bicos duros combinando. Uma MILF completa, tenho que admitir.
- Feliz aniversário, amor. - É sim, amigo, feliz aniversário.
Elas se viraram uma pra outra, divertidas, e então estenderam os braços pra eu ir abraçá-las. Os peitos delas balançaram um pouco com a gravidade, e eu vi aquilo como se fosse em câmera lenta, me seduzindo. Fiquei na dúvida por um momento: será que era possÃvel? Elas continuavam sorrindo. Virei pra olhar pra Sofia, que deu uma leve piscada e um aceno com a cabeça, me indicando que tava tudo bem. Então, sem mais delongas, me aproximei com um sorriso enorme, beijei Sofia e depois me virei pra olhar pra Laura. Os peitos dela eram enormes. Peguei um com a mão, e ela deu um pequeno sobressalto. Comecei a beijá-la e senti Sofia tirando minha rola pra acariciar, mas isso... já é outra história, amigos 😉
3 comentários - Aula de zumba curiosa - parte final 🥵 (conto erótico)