Comer a mais feia

Essa é a história de como um amigo foi morar com uma gostosa no dia seguinte de conhecê-la e casou com ela um mês depois. Chegando no ano 2000, eu tinha 31 anos e estava divorciado há um ano e meio da minha esposa. Quando a gente se separa, passa por várias fases. No começo, a gente anda chorando por tudo quanto é canto. Depois, começa a fase da putaria. Essa foi a fase da minha vida onde tive as experiências mais estranhas. É o pior momento, porque a gente se solta e quer sair todo dia, então voltei a me juntar com vários amigos que estavam solteiros ou separados. Foi assim que começamos a sair pra farra na maioria dos dias da semana. Às vezes fazíamos apostas com metas pra aquela noite, e o vencedor do desafio não pagava nada na próxima saída. Numa oportunidade, a meta era sair com a inalcançável do lugar. Foi assim que fomos a um pub e, depois de um tempo, cada um já tinha sua vítima. No meu caso, era uma loira de peitão, uns 23/24 anos, que tinha um corpo descomunal. Ela usava um vestido branco bem apertado, com um decote enorme que deixava ver parte dos peitos sem sutiã, e a parte de baixo, com uma fenda lateral, mostrava que ela não tava de calcinha. Aos poucos, fui me aproximando de onde ela estava e mandei um drink igual ao que ela tava tomando. Pensei que ela fosse recusar, mas quando a garçonete entregou e indicou que eu tinha mandado, ela me olhou de longe, agradeceu e virou pra continuar falando com as amigas. Até aí, pensei que não ia ter sorte naquela noite, até que um cara do grupo dela se aproximou de mim. Ele disse que era gay e que não queria que ela fosse embora naquele dia com um cara que ela tava afim, porque ele também gostava dela. Ele falou que ia comentar sobre mim com ela e que depois viriam juntos falar comigo. Foi assim que, um tempo depois, estávamos os três conversando e rindo. Um tempo depois, ele foi embora e ficamos sozinhos. Continuamos tomando mais uns drinks e, quando já não tínhamos mais assunto, perguntei o que ela queria fazer. Ela respondeu me dizendo: —Me leva pra um lugar bonito e vamos passar um tempinho gostoso. Aí eu pensei: "Pronto, ganhei o desafio, vou comer a inalcançável e morrer nos braços dela." Porque aquela gostosa ia me mandar pro caixão logo na primeira transa. Quando ela entrou no meu carro, não acreditava no pedaço de tesão que eu ia comer. Na hora, rumei pro melhor hotel da região. No caminho, a gente ia conversando sobre o tempo e besteiras. Até aí, só tinha tocado na mão dela umas duas vezes. Quando cheguei num semáforo, virei pra ela, peguei no pescoço e beijei. Ela respondeu ao beijo só com os lábios e não deixou eu meter a língua na boca dela. E disse: "Vamos esperar pra depois, porque senão borro o batom." Fiquei surpreso com o que ela disse e continuei dirigindo. Quando entramos no quarto, pergunto se ela quer beber algo, e ela pede champanhe. Enquanto eu pedia o champanhe, ela colocou música e dançava numa barra que tinha no quarto. Eu comecei a tirar a roupa enquanto ela dançava. Segundos depois, a garrafa chegou. Servi uma taça pra ela e, ao entregar, a gente começou a se beijar, mas ela não colocava a língua na minha boca. Então ela me mandou sentar na cama pra eu vê-la se despir. Foi assim: enquanto eu tava sentado na cama só de cueca, ela começou a tirar o vestido e, como eu imaginava, não tava de sutiã nem calcinha fio dental. Depois de nua, não tinha um único pelo do pescoço pra baixo. Ela veio até mim e começou a me beijar, e eu fui descendo pelo pescoço dela. Quando cheguei nos peitos, percebi que eram operados. Enquanto chupava eles, fui deitando ela na cama e continuei descendo até a buceta dela. Quando cheguei na virilha, tive que abrir caminho com um pouco de força com o rosto, porque ela fechava as pernas. Comecei a chupar a bucetinha rosada perfeita dela e fui girando meu corpo pra ficar na posição de 69. Eu chupava a buceta dela, mas ela não me tocava nem chupava o pau. Aí peguei meu pau e enfiei nele. Guiou a boca dela com a minha mão. Ela começou a chupar meio sem jeito até que de repente parou e tirou meu pau da boca porque disse que tava saindo líquido do meu pau. Sentou na cama e tomou o que sobrou na taça pra tirar o gosto do meu pau. Depois se jogou na cama, abriu as pernas, enfiou os dedos na boca pra babar bem e passou na buceta enquanto me mandava comer ela. Coloquei uma camisinha, subi em cima dela e meti. Enquanto eu fazia, ela arrumava o cabelo e mexia a pelve pra entrar bem até o fundo. Quando o pau entrou todo, ela virou a cabeça pro lado, colocou os braços ao lado do corpo e ficou lá largada, que nem uma estátua. Nunca comi uma boneca inflável, mas acho que devia ser a mesma sensação. Ela não se mexia e quase não gemia, continuando com a cabeça virada. No máximo, às vezes eu sentia a buceta dela se contrair por dentro, como se tivesse chupando meu pau. Essa falta de reação dela fez com que eu demorasse muito mais pra gozar. Bem antes de eu gozar, ela levantou as pernas e acho que teve um orgasmo. Foi assim que eu gozei, sem ela se mexer. Depois que gozei, ela me olhou e me deu um beijinho na boca. Enquanto eu tirava a camisinha, ela foi pro banheiro e entrou no chuveiro. Quando saiu enrolada numa toalha, sentou no sofá e começou a se maquiar enquanto servia mais um pouco de champanhe. Eu tinha colocado um filme pornô na TV e o silêncio dela se misturava com os gemidos do filme. Ela deu um gole na taça e disse que ainda tava sentindo o gosto do que saiu do meu pau, então perguntei se nunca tinham gozado na boca dela. Ela respondeu, enquanto se vestia, que nunca, que tinha nojo. Meu pau tinha endurecido de novo e ela falou pra gente ir embora. Perguntei se ela ia me deixar daquele jeito e ela não respondeu nada. Então fomos embora e deixei ela no apartamento dela. No dia seguinte, meus amigos me parabenizaram porque eu tinha ganhado o reto. Depois contei pra ele o quanto tinha sido ruim a experiência. Foi tipo transar com uma múmia. Uma semana depois, a gente saiu de novo com meus amigos e eles começaram a propor desafios de novo. Eu, sinceramente, depois da experiência ruim que tive, não queria saber de nada. Aí um deles propôs que o desafio daquela noite era de quem comesse a mina mais feia ou mais desagradável do lugar. A ideia também era sair da nossa zona de conforto. Ir pra um lugar onde a gente não fosse cliente habitual e destoasse. Foi assim que fomos dançar num baile tropical em Palermo. Acho que chamava Fantástico Dançante. Já no lugar, depois de dar umas voltas, vimos quatro minas que eram exatamente o que o nosso desafio pedia. Uma delas era uma gordinha muito mal vestida, com um vestido preto bem velho e apertado que não disfarçava os pneus da cintura. A outra era uma magrela alta, com pernas bem finas e uma bunda bem chata, usando uma minissaia jeans e uma jaquetinha branca que cobria o pequeno top que escondia os peitos quase inexistentes. Outra parecia o personagem do Danny DeVito em Batman, parecia o Pinguim, o nariz era bem grande e ela ainda era vesga. E a última, pra ser sincero, era muito gostosa, tinha uma bunda enorme e tava vestida de colegial, com umas tranças no cabelo. Depois que a gente observou bem, cada um escolheu uma e começou o desafio. Eu escolhi a magrela alta. Mesmo sem peito e sem bunda, alguma coisa nas pernas longas e finas me deixava com tesão. A gente se aproximou delas com aquele papo de que não conhecíamos o lugar e que não estávamos à vontade sozinhos. Aí pedimos umas cervejas e nos juntamos ao grupo. Depois de tomar várias cervejas e dançar um pouco, a magrela e eu já tínhamos trocado uns beijos. O outro cara tava indo bem com a que parecia o Pinguim. Mas a do vestido preto não tava dando bola pro meu outro amigo, e sim pra mina que era gostosa. Então ele tava perdendo o desafio, mas pelo jeito que eu vi eles se beijando, certeza que ele comia ela naquela noite. Como aquela já tava garantida. Cogia sugeriu que fôssemos todos pra casa dele, que na verdade era a casa da avó que tinha morrido há anos e tava vazia, e a gente sempre usava pra farra. Então as 4 minas e nós fomos pra lá.

Chegando lá, como eu já tava bem no meu desafio com a magrinha, depois de umas cervejas, levei ela pra um dos quartos. O dono da casa foi com a mina dele pra outro cômodo. E o resto ficou na sala.

A magrinha e eu sentamos na cama e começamos a nos beijar enquanto tirávamos a roupa. Bem na hora que tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitinhos pequenos, ouvimos gritos do quarto ao lado. Saí rápido e entrei no quarto: a mina tava chorando e gritando com as pernas cheias de sangue. E o dono da casa tava largado no sofá com as mãos cheias de sangue, tampando a pica.

Quando os outros chegaram, ele começou a explicar que estavam deitados no sofá, ele levantou a saia dela, puxou a fio dental e, quando enfiou, sentiu uma queimação e uma dor forte, e depois sentiu algo molhado e viram o sangue. Acontece que o cara tinha uma pica enorme e, ao meter na pressa e de um jeito desconfortável, cortou o freio da pica.

Enrolamos a pica dele com uma toalha molhada, mas continuava sangrando, então foram levá-lo pro hospital. Não fazia sentido todo mundo ir, então a magrinha e eu ficamos.

Assim que eles saíram, entramos de novo no quarto, tiramos a roupa rapidinho e colocamos várias camisinhas em cima da cama. A magrinha se ajoelhou na minha frente e começou a fazer um boquete incrível. Ela chupava e lambia minha pica e minhas bolas como se fosse um sorvete. De vez em quando, parava na cabeça e dava lambidas com a língua dura.

Fiz ela ficar de pé e beijei ela fundo, com o gosto da minha pica na boca dela. E enfiei meus dedos na buceta dela, e ela começou a tremer de prazer. Deitei ela na cama, abri as pernas finas dela e fiquei de frente pra cara dela, não sei. porque escura usou a palavra: buceta de grandes lábios Enfiei minha língua nela usando a palavra: buceta e o suor dela se misturou com o fluxo e um pouco de cheiro de xixi que passou na hora Esse coquetel de cheiros me deixou muito excitado e comecei a morder bem de leve o clitóris e os lábios vaginais dela Assim fiz ela gozar várias vezes Depois virei de barriga pra cima e falei pra ela me comer Ela pegou uma camisinha e colocou na minha pica com a boca Chupou um pouco com a camisinha pra deixar bem dura e sentou em cima da minha pica Começou a cavalgar como se estivesse no jogo do touro louco Ainda bem que não tinha mais ninguém em casa porque ela gemia e gritava que nem uma louca Foi assim que começamos a girar na cama sem tirar a pica da buceta dela Até que eu fiquei debaixo de novo e ela começou a rebolaar a cintura enquanto esticava os braços pra cima e assim me fez gozar Ela saiu de cima de mim e se deitou na minha barriga me olhando e perguntou se eu tinha gostado Depois virou pro outro lado e a cabeça dela ficou no meu ventre olhando pra minha pica Ela tirou a camisinha da minha pica mole e eu senti que ela começou a soprar Dava pra sentir o ar frio da boca dela na minha pica Eu não conseguia ver mas sentia que aos poucos ela tocava com a língua a ponta da minha pica e continuava soprando Assim foi aproximando mais a cabeça dela da minha pica e começou a beijar bem docemente sem tocar com as mãos Aos poucos minha pica começou a ficar dura e ela enfiou na boca e chupava e rodeava com a língua Ficou um bom tempo assim deitada no meu ventre fazendo minha pica ficar bem dura Às vezes ela voltava a dormir Então sentou em cima do meu torso olhando pra minha pica e começou a me bater uma enquanto deixava a bunda magra e ossuda virada pro meu rosto Aí peguei ela pela cintura e guiei pra sentar na minha cara Enquanto ela me masturbava devagar eu esfregava minha boca na buceta e no cu dela Ela não parava de rebolaar a cintura e apertava a bunda no meu rosto Depois de uns momentos eu tava me sufocando e quase gozei. Aí eu saí de debaixo dela e fiz ela ficar de quatro. Coloquei uma camisinha e procurei uma posição confortável pra comer ela, já que as pernas longas dela deixavam meu pau muito alto. Então fiz ela se deitar pra trás e, de quatro, a buceta dela ficou bem aberta. Enfiei e cada vez que eu enterrava meu pau, parecia que inflava ela, de tanto que saía ar misturado com o fluxo da buceta dela. De vez em quando eu tirava e passava meu pau na entrada da buceta dela, e depois metia de uma vez. Ela gozou várias vezes com isso que eu fazia, até que num momento ela ficou mais à vontade e a buceta e o cuzinho magro dela ficaram bem abertos. Molhei meu polegar na boca e, enquanto comia ela, acariciava a bunda dela até enfiar o dedo no cu. Ela continuava gemendo e me dizia pra tirar o dedo do cu. Continuou gemendo e gritando por um tempo até que eu tirei meu pau e o dedo, e apoiei a cabeça do pau no cu dela. Ela, com a respiração ofegante e mal conseguindo falar, me dizia que o cu não, bem na hora que eu já tinha enfiado a cabeça. Ela tentou se jogar pra frente, como se quisesse tirar meu pau do cu, mas eu segurei ela firme pela cintura e puxei o corpo dela pra perto do meu, pra meu pau entrar até o fundo. Meti e tirei só algumas vezes enquanto não entendia o que ela tava dizendo. Fiquei com meu pau enfiado bem até o fundo e perguntei se tava doendo. Ela só respondeu que não importava, se eu tava gostando. Foi aí que comecei a comer ela com força. A cada estocada, a gente ia chegando mais perto da cabeceira da cama. Como ela tinha as pernas muito longas, a gente ia se movendo pela cama. Até que os braços dela foram parar no chão e as pernas bem abertas em cima da cama. E assim meu pau entrava e saía com muita facilidade do cu dela. Bem na hora que eu tirava e enfiava de novo no cu, abriram a porta pra avisar que tinham chegado. Ela se jogou na cama e se cobriu. Me tapei com os lençóis até fecharem a porta, e fiz o mesmo. Nós dois debaixo dos lençóis nos abraçamos e nos beijamos. Meu pau tinha amolecido e a camisinha tinha saído. Peguei a mão dela e levei até meu pau pra ela me bater uma e deixar ele duro de novo. Ela me batia uma forte enquanto me beijava e, sem tirar os lábios dos meus, me perguntava se eu ia continuar comendo ela. Assim que ficou bem duro, me ajoelhei na cama e coloquei ele na boca dela pra não amolecer de novo, enquanto pegava outra camisinha e colocava. Aí mandei ela ficar de pé ao lado da cama, se inclinar pra frente e apoiar as mãos na cama. Eu atrás dela, mandei ela abrir bem as pernas pra bunda dela ficar na altura certa do meu pau. Assim comecei a enfiar de novo na buceta dela com meu pau. Ela dizia que queria gritar, mas como todo mundo tava na sala, ela se segurava. A buceta dela nessa posição não parava de soltar pum. As costas dela estavam todas suadas, e as gotinhas se juntavam no meio da coluna, escorrendo suor pela bunda magra dela. Quando eu tava quase gozando, tirei meu pau e, sem ela ter tempo de perceber, ajudado pelo suor, meti de novo no cu dela. Sem dar tempo pra nada, comecei a comer ela com força, e fomos caindo na cama até eu acabar, com meu corpo exausto em cima das costas dela. Quando tirei o pau enquanto nos vestíamos, ela disse que eu tinha arrombado o cu dela pela primeira vez. Fomos pra sala, e lá estava meu amigo com o pau enfaixado junto com as outras duas minas tomando uns mates. O outro tava no quarto com a mina que parecia um pinguim. De vez em quando a gente espiava eles, e tavam se pegando com tudo. Depois de duas horas, eles saíram como se nada tivesse acontecido. A essa altura já eram 9 da manhã, então levamos as minas até pegar o trem. Meu amigo que tinha comido a pinguim se ofereceu pra acompanhar ela, então foi com elas no trem. Depois de vários dias, percebemos que não... Não sabíamos nada sobre ele nem sobre a família dele. Também não sabíamos nada sobre as minas, só que eram de Grand Bourg. Então fomos até Grand Bourg e começamos a investigar. Graças à descrição da garota pinguim, que era bem peculiar, conseguimos achar a casa dela uma semana depois.

Já na casa dela, descobrimos que meu amigo tinha ficado morando com ela e estava trabalhando numa construção perto dali. Começamos a falar que ele era maluco, que como é que ia morar com ela sem avisar a família nem a gente. Que mal conhecia ela há horas e já tava morando junto. Que voltasse com a gente, pensasse direito e com calma decidisse o que fazer. Até a mãe dele foi lá tentar convencer ele, mas foi em vão. Pra mãe dele, ele falou a mesma coisa que pra gente: que tava apaixonado e que era o melhor sexo da vida dele. A mãe dele dizia que tinham dado mate com regra e calcinha na água, hahahaha.

A parada é que a conclusão desse desafio, que ele ganhou de longe, é que por mais deusa ou inalcançável que uma mina pareça, ela pode te fazer passar uma noite bosta. E uma magrela que você não daria dois reais pode te dar uma foda do caralho e te entregar o cu pela primeira vez. Que também dá pra encontrar o amor verdadeiro em qualquer lugar, até ganhando o desafio de quem come a mais feia.

Resultado: meu amigo casou um mês depois. Com o tempo, foram morar na província de Salta, de onde é a família dela, e hoje já tem 6 filhos na família feliz dele.

2 comentários - Comer a mais feia

Aceby2 +3
Las feas cogen rico.. . Le echan más ganas qué las Bonitas... Son la Onda. 😍