Minha mãe ajeitou a roupa e colocou o potro no cercado dele, eu soltei a gostosa e coloquei no dela, os dois calmos depois da foda, acabaram de trepar mãe e filho e nós também kkkk e nossa vontade tava mais que saciada. Mãe: não vai comentar nada com seu avô, hein? Eu: nada, mãe kkkk Na mesma tarde meus avós voltaram e tudo normal. De noite, enquanto jantávamos, eu não conseguia parar de olhar pra minha mãe com olhar de amor, tive que disfarçar porque minha avó me pegou várias vezes olhando pra bunda dela e senti o olhar dela, então tive que disfarçar. De noite dormi junto com ela na mesma cama e obviamente trepamos de novo, foi uma delícia comer ela devagar debaixo dos lençóis como um casal de recém-casados, gozei dentro dela e dormimos assim pelados e suados. No dia seguinte, eu pra escola, minha mãe pros afazeres dela e meus avós pra vida normal deles. Quando voltei da escola, meu avô tava nos preparativos porque iam trazer o garanhão a qualquer momento pra cruzar com a gostosa. Por curiosidade, fui pro estábulo no meu esconderijo e de lá dava pra ver a monta da gostosa. Minha mãe não sabia que eu tava lá observando. Vi como amarraram a gostosa e forçaram ela a deixar o garanhão montar, o potro tava muito agitado porque estavam comendo a mãe dele, a mulher dele. Meio desanimador porque ela só deixou montar uma vez sem muito tesão da gostosa e o garanhão não quis mais com ela. Eu sabia o porquê, kkkk pensei comigo: "solta o potro e vê como ela deixa o filho comer ela" Tava quase parando de observar quando algo chamou minha atenção, meu avô dispensou os dois senhores que trouxeram o potro, fechou o celeiro e enquanto minha mãe soltava a gostosa das pernas dela, ele se aproximou da minha mãe quase colado nela enquanto ela agachada de pernas abertas soltando as patas traseiras da gostosa colocava a bunda empinada, a mão do meu avô foi direto na bunda da filha dele, na bunda da minha Mãe!!!. Voltei o olhar quando vi isso, porque me deixou meio surpreso, nunca imaginei que minha mãe e meu avô... bom, antes de tirar conclusões, continuei observando. Meu avô ficou parado ali do lado da minha mãe, ela ainda estava de quatro soltando a sexy girl, e meu avô passava a mão por toda a bunda enorme da minha mãe. Ela estava com o macacão de trabalho, mas na posição que estava, dava pra ver bem o rabão dela. Minha mãe terminou de soltar a sexy girl, se levantou, e meu avô soltou a bunda dela, deu um tapa sonoro e levou a sexy girl. Quis sair e confrontar minha mãe, tipo "como é possível que você e meu avô estejam fazendo isso?", mas o bom senso falou mais alto. Não posso fazer isso porque eu também tô comendo ela, hahaha, pensei. Não fiz nada, esperei eles saírem do celeiro, saí, fui pro meu quarto e esperei minha mãe lá à tarde. Tomei banho, fiz minhas coisas, e ela chegou no fim da tarde. Mãe: Como foi na escola, meu amor? Eu: Bem, mãe. E você, como foi o seu dia? Mãe: Bem, filho. Acredita que a sexy girl não deixava o garanhão montar? Tive que amarrar ela pra ele montar. Eu: Hahaha, forçou ela, hein? Mas e com o filho, aí sim a mãozinha deixou a pica grossa, hahaha. Mãe: Bom, é que tem mamães que adoram as picas grossas dos nossos filhotes. Ela se aproximou da cama onde eu estava deitado e tocou meu pau por cima do shorts. Eu: Você gosta da pica do seu potrinho? Mãe: Mmmm, adoro, ainda mais quando fica bem durinha. Eu: Você vai tomar banho? Mãe: Sim, por quê, meu amor? Quer entrar no chuveiro comigo? Eu: Mas os avós estão lá embaixo, e se eles subirem ou algo assim? Mãe: Fechamos bem a porta. Entramos no chuveiro, eu já tinha tomado banho, mas não ia perder a chance de entrar lá com a mamasota. Me despi enquanto ela tirava o macacão e as botas. Na minha frente apareceu uma mulherão só de sutiã e fio dental, um fio dental bem pequenininho. Eu: UAU, mãe, você só usa isso por baixo do macacão? Mãe: Sim, por quê? Eu: Sei lá, pensei que talvez você usasse uma camiseta ou algo mais, mas Vejo que você gosta de andar levinha de roupa. Mãe: quer que eu tire tudo? Eu: deixa os peitos livres, mas não tira a tanga, essa a gente só vai puxar pro lado. Mãe: ok, gostei da ideia. Entramos no chuveiro e o corpo molhado dela tava uma delícia. Ela deixou eu brincar com ela, ensaboei o corpo todo dela, os peitões, a bunda grande, a buceta, enfiei meus dedos na vagina dela e brinquei enquanto o sabão e a água escorriam no corpo dela. Mãe: agora é minha vez. Peguei um banquinho de plástico que temos no banheiro e coloquei dentro do chuveiro, sentou nele e o rosto dela ficou na altura do meu pau, já tava durasso. Mãe: NOSSA filho, você não sabe a sorte que tem de nessa idade já ter essa trancuda. Eu: verdade, me sinto sortudo, mas acho que as sortudas vão ser as mulheres que eu comer, não acha? Ela colocou a mão no meu pau, abriu a boca e engoliu ele inteiro até a base, a testa dela encostou na minha barriga, depois tirou. Mãe: hmmm, você acha que vai comer muita buceta com essa coisa? Eu: uau, que gostoso!!! Pra que mais servem as mulheres, né? hahaha Mãe: cê tem razão, pra isso fomos feitas. De novo a boca dela engoliu meu pau e não soltou mais, ficou ali chupando, saboreando meu pau inteiro, tirava e lambia minha cabeça, dava beijos no comprimento todo e me masturbava enquanto puxava o ar. Eu: mãe!!! Tô quase... Mãe: não, não, não, espera, não quero tomar leite, bom, quero sim, mas não na minha boquinha, quero comer pela minha buceta. Ela levantou e pegou sabão pra lavar meu corpo, passou as mãos em tudo, limpou minhas pernas, minhas coxas, minhas bolas, meu pau inteiro. Mãe: vamos nos secar e assim mesmo entrar na cama, que acha? Eu: pelados, recém-banhados? Mãe: sim, você vai ver como é gostoso foder assim. Quando saímos do banheiro, não levamos toalha nem nada, ela tinha tirado a tanga e já tava pelada. Abriu os cobertores da cama e se enfiou neles. Mãe: vem, meu amor, me come!!! Subi na cama, me enfiei nos cobertores e em segundos já tava dentro dela. mãe novamente.
Eu: aaaah que gostosa que tá!!! Mãe: o dia inteiro sonhando em ter o pedaço de carne do filho dentro de mim. Eu: aqui posso gozar? Mãe: sim aqui pode... quer ouvir uma coisa perversa? Eu: fala!!! Mãe: fiquei com pena da gostosa!!! Eu: por quê? Mãe: a gente obrigou ela a deixar comer por um macho que ela não queria. Eu: ahhh continua falando que eu não vou parar de meter minha pica em você, mamãe.
Mamãe: ela se deixou forçar quando eu sabia que a rola que ela queria dentro dela era a do filho dela, a do potro, que ainda é igual a você, bem pitudo. São um par de moleques pitudos. Eu continuei penetrando ela sem parar. Mamãe: senti pena dela porque a tesão vai passar e ela nunca mais vai dar pro filho, enquanto eu posso dar pro meu... Eu: ahhhh mamãe!!! Mamãe: ohhhh assim assim meu amor, goza, vai goza dentro da buceta da mamãe, assim assim, ahhh me engravida vai, igual o potro engravidou a mãe dele. Eu estava no paraíso ouvindo as palavras dela e não parava de gozar do meu jeito e à vontade.
Acabamos de terminar, ela vestiu um roupão e disse que ia fazer o jantar, que me chamava quando estivesse pronto. Fiquei na cama pelado vendo TV. Umas 20 min depois, minha avó bateu na porta e entrou.
Avó: Oi, filho!!!
Eu: Oi, vó!!!
Avó: Cadê sua mãe?
Eu: Tá fazendo o jantar, acho!
Avó: Ela não tá na cozinha, e seu avô também não.
Eu: (Estranho, pensei que deviam estar no celeiro, mas não quis falar pra vó)
Avó: Vou deixar as coisas na cozinha e ver se não queima nada. Você faz um favor e procura eles?
Eu: Claro, vó.
No instinto, levantei da cama quase num pulo, sem lembrar que tava completamente pelado...
Avó: Ai, meu Deus do céu!!! Foram as primeiras palavras da boca da minha avó.
Quando me toquei, puxei um lençol da cama e cobri meu pau, que tava entre relaxado e meio duro. Mas dava pra ver, ou ela viu, minha cabeça toda.
Eu: Ai, desculpa, vó, esqueci que tô pelado. Saí do banho e me meti na cama, esqueci de vestir roupa e...
Avó: Tá tudo bem, tá tudo bem, calma. Ei, quantos anos você tem, meu filho?
Eu: 15, quase 16, por quê?
Avó: Sério? Nossa, então aquela coisa não parece de um menino da sua idade, parece de um homem.
Eu: Minha mãe fala a mesma coisa!!! Zás, quando falei, minha mente já não conseguiu fazer nada pra evitar que essas palavras saíssem da minha boca.
Avó: Sua mãe já viu? (Viu, hahaha, viu, chupou, lambeu, adorou e esgotou mais de uma vez, pensei)
Eu: Sim, bem, é normal, vó. Dormimos no mesmo quarto, dividimos banheiro, então é normal.
Avó: Claro, claro. E, por curiosidade, o que sua mãe falou sobre, você sabe, aquela coisa?
Eu ia responder quando minha mãe entrou gritando que precisava de ajuda no celeiro.
Avó: Se veste e vai ver o que houve, por favor. Depois a gente conversa sobre isso.
Eu: Ok, vó.
Ela saiu, eu vesti a calça, o tênis e uma camiseta, desci correndo, e minha mãe, de roupão meio sujo, falou pra eu ir com ela ajudar. Saímos pro celeiro e... Perguntei o que tinha acontecido. Mãe: Seu avô tentou mudar o potro de lugar, ele ficou nervoso e derrubou ele. Me ajuda a levantar ele. Entramos no celeiro, meu avô estava sentado na palha com a mão machucada e um joelho. Mãe: Me ajuda a levar ele pra casa. Avô: Tô bem, tô bem, consigo andar, melhor ajudar sua mãe a tirar aquele bicho daí ou ele vai machucar a égua gostosa. Levantei a vista e o potro tinha entrado no cercado da mãe dele, tinha pulado a cerca e estava com ela. Mãe levantou o avô e deixou ele na entrada do celeiro, foi andando pra casa, eu voltei com ela pro cercado. Eu: Entro por ele? Mãe: Não, ele vai se acalmar, você e eu sabemos o que ele quer. Eu: Deixamos? Mãe: Sim, vai ser a despedida dele! Eu: Despedida por quê? Mãe: Seu avô vendeu ele hoje, por isso ia mudar ele de lugar, pra amanhã cedo levarem ele. Eu: Então vamos dar uns minutos pra eles, vou fechar o celeiro. Fui, fechei o celeiro, voltei pra mãe e bem na hora que a gente tava ali olhando, o potro encaixou o ferro enorme dele, a égua gostosa ficou paradinha sem se mexer nem um milímetro, o filho subiu as patas dianteiras na mãe e procurou com o pau a buceta da égua gostosa. De uma só estocada enfiou até o fundo, ele tava doido, relinchava e se empurrava na mãe enquanto ela ficava quietinha de quatro recebendo pica. Puxei a mãe pra dentro do cercado e levantei o vestido dela, ela tava pelada por baixo, então entendeu o recado, se colocou num canto onde tinha palha limpa e foi se abaixando até ficar de quatro igual a égua gostosa. Eu fiquei atrás dela e meti meu pau na buceta dela até o fundo, igual o potro.
Mamãe: ah, sim, campeões!!! Mete em nós, assim, monta nas suas mães desse jeito, mmm que gostoso, enfia essas pirocas lindas que vocês têm. Minha mãe me excitava com as palavras dela, acho que descobri que adorava quando ela falava sujo enquanto eu comia ela. Eu: somos umas putas, nossas mães? Mamãe: sim, sim, somos umas vadias por deixar nossos bebês nos comerem, mmm somos umas putas por deixar vocês penetrarem a buceta por onde nasceram. O potro que tinha montado a mãe de novo estava duro, partiu para o ataque, o peso dele em cima da mãe e ela aguentando, o pau todo enterrado dentro dela. Eu: olha, mamãe, olha, cada um tá comendo a própria mãe!!!
Mamãe: aih que tesão e que gostoso. O potro se desmontou e o pauzão dele saiu todo melado das duas gozadas dele, uma quantidade enorme de porra saiu e ficou a buceta da mãe dele toda batida. Eu só vi isso, comecei a me esporrar de novo na minha mãe, tirei meu pau pra fora e ela ajeitou o roupão. Mamãe: vou deixar sua porra escorrer pelas minhas pernas, meu amor. Eu: acho que ninguém vai perceber, olha como a roupa tá toda suja. Minha mãe espiou e o roupão dela tava uma bagunça, lama, punheta, enfim, tava todo batido. Mamãe: vou subir pra me trocar assim que entrarmos, ok? Vamos pegar o potrinho na entrada e amarra ele bem. Ela se ajeitou e amarrou a gostosa, os dois por milagre se acalmaram, o potrinho agora era o bicho mais dócil e a gostosa calma. Saímos do celeiro pra casa. Eu: que despedida boa, hein, não acha? Mamãe: me jura que você nunca vai parar de me montar, jura!!! Eu: juro, juro, você sempre será minha mulher, mãe. Mamãe: não conta pro seu avô, ok? Vamos entrar, vou subir pra me trocar e jantamos como se nada tivesse acontecido. Eu: bom, talvez eu deva te contar, aconteceu uma coisa e... Vovó: já tá tudo bem? Minha avó nos interrompeu na entrada de casa. Mamãe: depois me conta, sim mãe, tudo bem já. Vovó: seu pai também já tá bem, foi só um machucado na mão e no joelho, mas vai ficar bem, vamos, venham jantar. Entramos, minha mãe subiu pro quarto pra se trocar, eu na cozinha lavei as mãos e jantamos. Minha avó não parava de me olhar, a ponto de eu já me sentir meio desconfortável. Terminamos de jantar e minha mãe me pediu pra ajudar minha avó a levantar a mesa. Ela subiu pro quarto, disse que tava cansada do dia e, bom, pelo menos depois de duas fodas minhas, tava de boa ela ir descansar. Eu tava levantando os pratos do jantar, meu avô já tinha ido pro quarto dele também descansar, e minha avó lavava as coisas. Me aproximei pra deixar os pratos pra ela e ela falou bem baixinho. Vovó: ainda não vai não, temos uma conversa pendente!!! Eu: já é tarde, acho que podemos deixar pra outro dia, não vó. Vó: bom, se você prefere, amanhã eu converso com sua mãe e... Eu: não, não, pra que fazer isso, tá bom, vamos conversar, mas aqui? Vó: vamos pro celeiro!!! Eu: ok, vó. Terminamos a cozinha, ela achou que o vô já tava dormindo e minha mãe também, claro. Chegamos no celeiro e eu pensei em levar ela pro meu esconderijo, mas primeiro precisava saber as intenções dela kkkk. Vó: vou ser rápida e direta, ok, meu neto. Eu: ok, vó. Vó: como é essa história de que sua mãe te disse que você já tem pinto de homem? Eu: é, eu... Vó: quero a verdade e quero que você se comporte assim... como homem. Eu: bom, é que já te falei, dormimos no mesmo quarto, dividimos a cama e, em algum momento, ela viu. Vó: viu, como viu? Eu: ué, assim, tipo, como você viu! Vó: certeza? Ela não viu ele bem durinho? Eu: vó!!! Vó: o quê, não me diga que ele não sobe? E não me fala que sua mãe nunca viu ele assim, pelo menos num descuido. Eu: bom, sim, feliz? Vó: ela viu!!! Sabia! Minha vó ficou pensativa e eu meio nervoso. Vó: e, bom, vou te perguntar, sem rodeios!!! Eu posso ver? Você pode me mostrar? Eu: o quê? Vó: seu pinto, meu neto!!! Seu pinto!!! Eu: bom, sim, claro, mas agora, é... bom. Como eu explicava pra minha vó que, pelo menos hoje, já tinha comido minha mãe duas vezes e que, de surpresa com o pedido dela, não queria decepcionar deixando ele não 100% duro. Vó: já entendi, você é novo nisso, precisa de uma motivada? Eu: bom, se você coloca desse jeito, claro que eu ia adorar!!! Vó: o que você acha desse vestido que eu tô usando? Eu: é muito bonito, vó!!! Vó: você já viu que calcinha eu uso? Eu: é, bom, sim, às vezes você deixa estendida depois de lavar e eu já vi. Vó: quer ver o que eu tô usando por baixo do vestido? Eu: sim. Fiquei na expectativa com a oferta dela, ajustei meu pinto de lado porque só tava de calça, não troquei depois de sair com a mãe pro celeiro. Ela se virou virei e me sentei num banco que tinha por perto. Ela se virou pra mim e perguntou: "pronto?" Eu só concordei com a cabeça que sim. Ela foi levantando o vestido e, diante dos meus olhos, apareceu aquele rabão enorme dela. Tava de calcinha fio dental, daquelas que a gente chama de "meia-nádega" aqui no Brasil, era divina, marcava a forma da bunda enorme dela e tava bem na minha cara. Como não reagir a uma parada dessas, pensei só de olhar. Meu pau começou a reagir também e fui endurecendo aos poucos. Ela se virou de costas e levantou o vestido, a calcinha tampava a buceta dela, mas desenhava os lábios vaginais. A buceta dela era bem gordinha, amei. Vó: "eu sei que já tô meio velhinha, mas espero conseguir levantar o pau de um jovenzinho como meu neto." Eu: "já conseguiu, vó!!!" Vó: "sério? Me mostra?" Ela abaixou o vestido e eu levantei do banco. Ela sentou no meu lugar e, na frente dela, de pé, comecei a abaixar o zíper, desabotoar a calça e, num movimento rápido, zás, abaixei tudo, liberando meu pau, já duro na frente dos olhos dela. Vó: "ai, meu Deus!!!" Minha avó se benzeu como se tivesse na igreja na frente do meu pau, kkkk. Eu: "o que achou, vovó?" Vó: "isso aí não é coisa de menino, isso é ferramenta de homem, um homem adulto." Eu: "pois é real, é o pau do seu netinho." Vó: "uiii, então parabéns, meu filho, você tem uma coisa linda." Eu: "o que você gosta mais nele?" Vó: "ué, tudo, olha ele, a cabeçona dele, é comprido e grosso, muito bem, hein, e essas bolas que você tem parecem de homem adulto, já até balançam um pouco." (É porque tão vazias por causa da sua filha... pensei, kkkk) Vó: "e sua mãe já viu ele assim?" Eu: "sim, um pouquinho." Vó: "ahhh, então eu... poderia... tocar nele?" Eu: "claro, vó, toca." Ela aproximou a mão e colocou em cima do meu pau, apertou um pouco. Vó: "ai, Deus, sinto ele pulsando na minha mão." Ela não soltava e não parava de olhar. Tive que avançar. Eu: "você me ama muito, vó?" Vó: "sim, meu amor, claro, você é como um filho pra mim, por quê?" Eu: "você me daria um beijinho?" Vó: "na boca?" Eu: "não, no meu... Pau!!! Vovó: no teu...aqui na cabecinha? Ela colocou o dedo ali e eu concordei que sim. Pegou meu pau com a mão pelo tronco e deixou minha cabeçona livre, virou pra me olhar e fez biquinho, se abaixou um pouco e muuuuuuuuua, eu ouvi. Minha avó tinha acabado de dar um beijo no meu pau. Vovó: ohhh gostou hein, saiu líquido. Passou o dedo no meu pau e as gotinhas de líquido pré-seminal ela espalhou na minha glande. Vovó: posso dar outro beijinho? Eu: quantos você quiser, vó. Vovó: vou comer seu pau de beijos. Só relaxei e prestei atenção na minha avó e nos carinhos dela. MUA, MUA, MUA, mmmmmmmuaaaa, só se ouvia esse barulho, minha avozinha estava literalmente comendo meu pau de beijos. Vovó: uuui já deixei ele todo cheio de batom. Olhei e realmente meu pau estava vermelho do batom que ela tinha na boca. Eu: sim kkkk, vai ter que limpar ele. Vovó: mas com o quê? Não tenho nada pra limpar. Eu: com saliva, com sua linguinha. Vovó: ohhh tá bom. Ela esticou a língua e desde a base das minhas bolas começou a lamber e lamber sem parar. Vovó: vou deixar ele bem limpinho, meu filho. Continuou no serviço dela, quando eu segurei sua nuca, no cabelo dela especificamente, e direcionei a cabeça dela pro meu pau, ela entendeu porque abriu a boca e pronto, enfiei meu pau na boca da minha avó. Eu: ohhh que gostoso, come ele, vó!!! Ela não se abalou, abriu a boca o máximo que pôde e eu sem piedade enfiei até o fundo, senti a cabeça dela batendo no meu estômago, e apertei ela contra mim. Era uma expert, a boca dela relaxou e senti que perfurei a garganta dela, meu pau estava na garganta dela, nem minha mãe tinha conseguido fazer isso. Eu estava no paraíso, sentia que ia gozar mas ela bateu nas minhas coxas com as mãos, eu tava sufocando ela!!! Soltei a cabeça dela e meu pau saiu disparado da boca dela, uma quantidade enorme de saliva molhou o vestido dela na parte do peito. Eu: desculpa, vó!!! Ela estava recuperando o fôlego, não conseguia nem falar kkkk. Vovó: ohhh não, não se preocupa, tá tudo bem, eu gostei disso, UAU. Fazia tempo que eu não me afogava com uma boa rola. Eu: a do meu avô não te afoga? Avó: antes sim, agora já não praticamos muito isso, então é difícil ele ficar duro, mas devo dizer que você tá muito perto de ter uma igual a dele nos bons tempos. Eu: bom, serei um herdeiro digno kkkk. Avó: e aí, já tá limpa ou quer que eu continue limpando? Eu: acho que ainda tá meio suja, não acha? Mas você tem que limpar até aqui, até a base, tem que chegar até aqui. Apontei quase pro meu estômago kkkk mais do que pra minha rola. Avó: é que me afoga, chega até a garganta, mas aguento mais uma limpada. Segurei ela pela cabeça e dessa vez levantei o queixo dela com a outra mão. Queria ver a cara dela enquanto chupava minha rola. Avó: pra ser tão jovem, sabe tratar muito bem uma mulher. Eu: tenho boas professoras!!! Avó: espera, sua mãe já fez isso? Não deixei ela terminar a pergunta e não respondi, forcei ela a chupar minha pica. Só se ouviu um ohhhhhgggg. Empurrei e empurrei minha rola dentro dela, os olhos dela se viraram pra mim e soltei o queixo dela, era o golpe final. Empurrei uns centímetros a mais e zaz, tava de novo na garganta dela. A cabeça dela grudou de novo em mim e dessa vez não me segurei, 1, 2, 3 jatos de leite bem na garganta dela, nem na boca, na garganta, não tirei porque ela não deu o sinal de bater nas minhas coxas. Aguentou como uma guerreira os tiros. Senti ela engolindo porque minha rola tava obstruindo a entrada. Eu: ohhh vovó, que gostoso, já tiro? Ela balançou a cabeça dizendo que não com minha rola dentro. Senti a língua dela brincando com minha rola, ela começou a perder a ereção e foi se contraindo, senti sair da garganta dela e quando tava na boca, chupou tudo que pôde apertando os lábios pra não deixar nem uma gota na minha pica, muaaaa, soltou minha rola da boquinha faminta dela. Avó: pronto, deixei limpa como tava, ok ahhh e obrigada pelo leite, fazia tempo que não tomava porra e ainda mais quentinha. Espera. Levantei a calça e arrumei o banco, ela se ajeitou um pouco, o vestido dela tava todo bagunçado e encharcado do peito. Eu: Meu avô não vai desconfiar de nada se te ver assim? Vó: Esse aí já tá mais dormindo que acordado, sua mãe não vai desconfiar de nada. Eu: Ela também já deve tá dormindo. Vó: Você tá comendo ela? Essa eu não esperava, minha avó era bem direta. Eu: Por que você tá me perguntando isso? Vó: Porque sua mãe seria uma idiota se não aproveitasse essa beleza de homem que você tá se tornando. Eu: Bom, esse é nosso problema, ok? Se eu tô comendo ela ou não, não é da sua conta, não te envolve, não te importa, ok? O que rola no nosso quarto é problema nosso. Vó: Já entendi, já entendi... E agora, o que você vai fazer comigo? Eu: Fazer o quê com você? Vó: Também quero um quarto pra gente, onde aconteça o que tiver que acontecer e não sejamos avó e neto, ou será que você não quer mais disso? Ela mostrou a língua, ainda com restos da minha gozada nela. Eu: Vem, me segue. Peguei ela pela mão, tirei as duas tábuas que cobriam meu esconderijo, os fardos que estavam de isca e coloquei ela no meu lugar secreto. Vó: Olha só, não tinha reparado nesse lugar. Eu: O celeiro é grande, construí ele há anos e é meu esconderijo. Vó: Pode ser nosso esconderijo? Eu: Foi pra isso que te trouxe. Eu entro pela parte do telhado pra não ter que tirar as tábuas e os fardos, mas vou fazer uma entrada pequena pra você, vai ter que entrar de gatinhas e tampar bem o acesso. Não queremos que ninguém nos descubra, né? Vó: Não, claro que não, vai ser nosso segredo. Eu: Agora que colocamos as cartas na mesa com a minha mãe, e você e o vô? Vó: O quê? Eu: Pois é, ele não vai ligar se não souber onde você tá ou se fizermos coisas como as de hoje? Vó: Eu cuido disso. Por enquanto, só foca em imaginar o que vamos fazer amanhã, quando sua mãe e ele forem vender os cavalos e demorarem mais de um dia pra voltar... Eu: Juntos, meu avô vai com ela, vão ficar juntos? Vó: Já fizeram isso antes, muitas vezes. Te surpreende? Ahhh, já sei, tá com ciúmes do seu avô e da sua mãe? Eu: ciúmes hahaha claro que não, é só que... deixa pra lá. É hora de ir embora. Saímos do celeiro e fechamos, entramos em casa e na sala minha avó me deu um beijo na bochecha. Vó: Boa noite, meu filho, descansa, valeu pelo gole de porra, tava muito gostoso!!! Eu: Vó!!! Vó: Ué, você me deu porra pra tomar, obrigada. Entrei no quarto com a minha mãe, ela tava dormindo mesmo, me meti na cama sem fazer barulho, abracei ela e nem se mexeu, tinha que descansar também, três gozadas no dia já tavam me deixando meio cansado, mas com um sorriso no rosto que ninguém imaginaria o porquê.
Acordei quando minha mãe já estava no banheiro se arrumando e saiu toda vestida, tava com uma calça jeans que ficava incrível nela, sem bolsos traseiros nem frontais, marcava delicioso a bunda dela, sem nada aparecendo por baixo, devia estar usando uma mini tanga ou fio dental. Em cima, uma camisa xadrez de vaqueira e tava vestindo uma jaqueta de couro preta, botas combinando, enfim, uma vaqueira madura gostosa pra caralho. Mãe: já acordou, dorminhoco!!! Eu: cê vai aonde? Mãe: na venda do gado, como toda temporada, não te falei? Eu: não, e com quem cê vai? Mãe: com seu avô, como sempre, além disso é uma baita ajuda eu ir, já que o cavalo machucou ele. Eu: ahhh e cê volta hoje, né? Mãe: não, meu amor, cê sabe que vou dormir lá hoje porque amanhã tem que acordar cedo, por que tanta pergunta? Eu: curiosidade. E onde cê vai ficar com o vô? Num hotel? Mãe: pois é, a gente não gosta de ficar no acampamento da feira de gado porque é meio feio, todo ano a gente aluga um quarto de hotel. Eu: ahhh e não vão aprontar nada? Mãe: que perguntas, filho, hahaha, vou indo, se cuida, te amo muito, cuida da sua avó que vai ficar com você e me espera com muita vontade porque amanhã quando eu voltar quero muitas e muitas fodas gostosas, tchau. Eu: tchau, mãe, sorte e se comporta, hein. Mãe: hahaha claro, bebê, tchau. Demorei um pouco pra sair do quarto, ouvi os carros saindo com os reboques e esperei mais um pouco, quase uma hora. Daí, lá da cozinha, minha avó gritou que o café já tava pronto. Desci meio sem vontade, a ideia da minha mãe e do meu avô sozinhos num hotel, sozinhos numa cama, mmmm, me deixava inquieto. Entrei na cozinha e tudo isso sumiu da minha cabeça. Minha avó tava divina na cozinha. Tava de costas pro fogão cozinhando. Eu: (UAU, ela não tá de calcinha?) bom dia, vó!!! Avó: oi, meu neto, bom dia, já tá quase seu café, ok, senta. Eu: ok, vó. Sentei e fiquei de frente pra ela, tava pasmo. Ela tava com um vestido florido branco, sempre usava Assim, vestido quase até o joelho, mas dessa vez ela tava com o avental amarrado na cintura. A parada é que, ao amarrar o avental, ela prendeu a parte de trás do vestido, deixando aquela rabetona toda exposta na minha frente. Pensei: ela não tá de calcinha, WOW desceu sem calcinha do quarto dela. Não, pera, que porra é essa, tinha que tirar a dúvida. Eu: Vó, me passa um copo pra eu pegar suco? Vó: Claro, meu neto, já vou. Ela chegou perto do armário onde ficam os copos e se esticou pra pegar um, isso fez o vestido e o avental subirem pelo menos uns dois dedos quando ela esticou o braço. Eu: (PUTA MERDA, apareceu um fiozinho de pano cor de pele que mal dava pra distinguir, era fininho e pelo tom quase parecia a pele dela. Minha avó tava de fio dental!!!) Vó: Aqui, meu neto. Eu: Valeu, vó. Fiquei de olho nela sem parar de admirar aquela bundona gostosa, embora minha mãe tivesse uma rabeta grande, não ganhava da minha avó, só que a dela era um pouco caída, não tão firme quanto a da minha mãe, mas pra idade dela tava espetacular. Vó: Aconteceu alguma coisa? Eu: Alguma coisa? Como assim? Vó: Sei lá, você tá muito sério, e te sinto estranho. Eu: Dá pra você virar um pouquinho e chegar mais perto, vó? Ela levantou, ficou do meu lado e parou ali. Plasss... plasss. Duas palmadas sonoras na bunda dela, uma em cada uma das nádegas. Vó: Aiiii, meu neto, por que isso? Eu: Se olha no espelho!!! Ela foi até a sala onde tem um espelho e se virou. Vó: Nossa, tô mostrando tudo, jijiji!!! Pensei que quando voltasse pra cozinha ela ia abaixar o vestido ou algo assim, mas ela veio na minha direção e se virou. Vó: Massageia, você deixou minha bunda dolorida com essas palmadas. Sim, aquela rabeta na minha cara, minhas mãos não perderam tempo e cada uma foi pra uma nádega. Vó: Mmmm, que gostoso!!! Eu: Podemos subir pro meu quarto e... Vó: Calma, meu neto, temos o dia todo pra nos divertir. Por enquanto, você quer sua avó pelada em casa o dia inteiro?...
Eu: aaaah que gostosa que tá!!! Mãe: o dia inteiro sonhando em ter o pedaço de carne do filho dentro de mim. Eu: aqui posso gozar? Mãe: sim aqui pode... quer ouvir uma coisa perversa? Eu: fala!!! Mãe: fiquei com pena da gostosa!!! Eu: por quê? Mãe: a gente obrigou ela a deixar comer por um macho que ela não queria. Eu: ahhh continua falando que eu não vou parar de meter minha pica em você, mamãe.
Mamãe: ela se deixou forçar quando eu sabia que a rola que ela queria dentro dela era a do filho dela, a do potro, que ainda é igual a você, bem pitudo. São um par de moleques pitudos. Eu continuei penetrando ela sem parar. Mamãe: senti pena dela porque a tesão vai passar e ela nunca mais vai dar pro filho, enquanto eu posso dar pro meu... Eu: ahhhh mamãe!!! Mamãe: ohhhh assim assim meu amor, goza, vai goza dentro da buceta da mamãe, assim assim, ahhh me engravida vai, igual o potro engravidou a mãe dele. Eu estava no paraíso ouvindo as palavras dela e não parava de gozar do meu jeito e à vontade.
Acabamos de terminar, ela vestiu um roupão e disse que ia fazer o jantar, que me chamava quando estivesse pronto. Fiquei na cama pelado vendo TV. Umas 20 min depois, minha avó bateu na porta e entrou. Avó: Oi, filho!!!
Eu: Oi, vó!!!
Avó: Cadê sua mãe?
Eu: Tá fazendo o jantar, acho!
Avó: Ela não tá na cozinha, e seu avô também não.
Eu: (Estranho, pensei que deviam estar no celeiro, mas não quis falar pra vó)
Avó: Vou deixar as coisas na cozinha e ver se não queima nada. Você faz um favor e procura eles?
Eu: Claro, vó.
No instinto, levantei da cama quase num pulo, sem lembrar que tava completamente pelado...
Avó: Ai, meu Deus do céu!!! Foram as primeiras palavras da boca da minha avó.
Quando me toquei, puxei um lençol da cama e cobri meu pau, que tava entre relaxado e meio duro. Mas dava pra ver, ou ela viu, minha cabeça toda.
Eu: Ai, desculpa, vó, esqueci que tô pelado. Saí do banho e me meti na cama, esqueci de vestir roupa e...
Avó: Tá tudo bem, tá tudo bem, calma. Ei, quantos anos você tem, meu filho?
Eu: 15, quase 16, por quê?
Avó: Sério? Nossa, então aquela coisa não parece de um menino da sua idade, parece de um homem.
Eu: Minha mãe fala a mesma coisa!!! Zás, quando falei, minha mente já não conseguiu fazer nada pra evitar que essas palavras saíssem da minha boca.
Avó: Sua mãe já viu? (Viu, hahaha, viu, chupou, lambeu, adorou e esgotou mais de uma vez, pensei)
Eu: Sim, bem, é normal, vó. Dormimos no mesmo quarto, dividimos banheiro, então é normal.
Avó: Claro, claro. E, por curiosidade, o que sua mãe falou sobre, você sabe, aquela coisa?
Eu ia responder quando minha mãe entrou gritando que precisava de ajuda no celeiro.
Avó: Se veste e vai ver o que houve, por favor. Depois a gente conversa sobre isso.
Eu: Ok, vó.
Ela saiu, eu vesti a calça, o tênis e uma camiseta, desci correndo, e minha mãe, de roupão meio sujo, falou pra eu ir com ela ajudar. Saímos pro celeiro e... Perguntei o que tinha acontecido. Mãe: Seu avô tentou mudar o potro de lugar, ele ficou nervoso e derrubou ele. Me ajuda a levantar ele. Entramos no celeiro, meu avô estava sentado na palha com a mão machucada e um joelho. Mãe: Me ajuda a levar ele pra casa. Avô: Tô bem, tô bem, consigo andar, melhor ajudar sua mãe a tirar aquele bicho daí ou ele vai machucar a égua gostosa. Levantei a vista e o potro tinha entrado no cercado da mãe dele, tinha pulado a cerca e estava com ela. Mãe levantou o avô e deixou ele na entrada do celeiro, foi andando pra casa, eu voltei com ela pro cercado. Eu: Entro por ele? Mãe: Não, ele vai se acalmar, você e eu sabemos o que ele quer. Eu: Deixamos? Mãe: Sim, vai ser a despedida dele! Eu: Despedida por quê? Mãe: Seu avô vendeu ele hoje, por isso ia mudar ele de lugar, pra amanhã cedo levarem ele. Eu: Então vamos dar uns minutos pra eles, vou fechar o celeiro. Fui, fechei o celeiro, voltei pra mãe e bem na hora que a gente tava ali olhando, o potro encaixou o ferro enorme dele, a égua gostosa ficou paradinha sem se mexer nem um milímetro, o filho subiu as patas dianteiras na mãe e procurou com o pau a buceta da égua gostosa. De uma só estocada enfiou até o fundo, ele tava doido, relinchava e se empurrava na mãe enquanto ela ficava quietinha de quatro recebendo pica. Puxei a mãe pra dentro do cercado e levantei o vestido dela, ela tava pelada por baixo, então entendeu o recado, se colocou num canto onde tinha palha limpa e foi se abaixando até ficar de quatro igual a égua gostosa. Eu fiquei atrás dela e meti meu pau na buceta dela até o fundo, igual o potro.
Mamãe: ah, sim, campeões!!! Mete em nós, assim, monta nas suas mães desse jeito, mmm que gostoso, enfia essas pirocas lindas que vocês têm. Minha mãe me excitava com as palavras dela, acho que descobri que adorava quando ela falava sujo enquanto eu comia ela. Eu: somos umas putas, nossas mães? Mamãe: sim, sim, somos umas vadias por deixar nossos bebês nos comerem, mmm somos umas putas por deixar vocês penetrarem a buceta por onde nasceram. O potro que tinha montado a mãe de novo estava duro, partiu para o ataque, o peso dele em cima da mãe e ela aguentando, o pau todo enterrado dentro dela. Eu: olha, mamãe, olha, cada um tá comendo a própria mãe!!!
Mamãe: aih que tesão e que gostoso. O potro se desmontou e o pauzão dele saiu todo melado das duas gozadas dele, uma quantidade enorme de porra saiu e ficou a buceta da mãe dele toda batida. Eu só vi isso, comecei a me esporrar de novo na minha mãe, tirei meu pau pra fora e ela ajeitou o roupão. Mamãe: vou deixar sua porra escorrer pelas minhas pernas, meu amor. Eu: acho que ninguém vai perceber, olha como a roupa tá toda suja. Minha mãe espiou e o roupão dela tava uma bagunça, lama, punheta, enfim, tava todo batido. Mamãe: vou subir pra me trocar assim que entrarmos, ok? Vamos pegar o potrinho na entrada e amarra ele bem. Ela se ajeitou e amarrou a gostosa, os dois por milagre se acalmaram, o potrinho agora era o bicho mais dócil e a gostosa calma. Saímos do celeiro pra casa. Eu: que despedida boa, hein, não acha? Mamãe: me jura que você nunca vai parar de me montar, jura!!! Eu: juro, juro, você sempre será minha mulher, mãe. Mamãe: não conta pro seu avô, ok? Vamos entrar, vou subir pra me trocar e jantamos como se nada tivesse acontecido. Eu: bom, talvez eu deva te contar, aconteceu uma coisa e... Vovó: já tá tudo bem? Minha avó nos interrompeu na entrada de casa. Mamãe: depois me conta, sim mãe, tudo bem já. Vovó: seu pai também já tá bem, foi só um machucado na mão e no joelho, mas vai ficar bem, vamos, venham jantar. Entramos, minha mãe subiu pro quarto pra se trocar, eu na cozinha lavei as mãos e jantamos. Minha avó não parava de me olhar, a ponto de eu já me sentir meio desconfortável. Terminamos de jantar e minha mãe me pediu pra ajudar minha avó a levantar a mesa. Ela subiu pro quarto, disse que tava cansada do dia e, bom, pelo menos depois de duas fodas minhas, tava de boa ela ir descansar. Eu tava levantando os pratos do jantar, meu avô já tinha ido pro quarto dele também descansar, e minha avó lavava as coisas. Me aproximei pra deixar os pratos pra ela e ela falou bem baixinho. Vovó: ainda não vai não, temos uma conversa pendente!!! Eu: já é tarde, acho que podemos deixar pra outro dia, não vó. Vó: bom, se você prefere, amanhã eu converso com sua mãe e... Eu: não, não, pra que fazer isso, tá bom, vamos conversar, mas aqui? Vó: vamos pro celeiro!!! Eu: ok, vó. Terminamos a cozinha, ela achou que o vô já tava dormindo e minha mãe também, claro. Chegamos no celeiro e eu pensei em levar ela pro meu esconderijo, mas primeiro precisava saber as intenções dela kkkk. Vó: vou ser rápida e direta, ok, meu neto. Eu: ok, vó. Vó: como é essa história de que sua mãe te disse que você já tem pinto de homem? Eu: é, eu... Vó: quero a verdade e quero que você se comporte assim... como homem. Eu: bom, é que já te falei, dormimos no mesmo quarto, dividimos a cama e, em algum momento, ela viu. Vó: viu, como viu? Eu: ué, assim, tipo, como você viu! Vó: certeza? Ela não viu ele bem durinho? Eu: vó!!! Vó: o quê, não me diga que ele não sobe? E não me fala que sua mãe nunca viu ele assim, pelo menos num descuido. Eu: bom, sim, feliz? Vó: ela viu!!! Sabia! Minha vó ficou pensativa e eu meio nervoso. Vó: e, bom, vou te perguntar, sem rodeios!!! Eu posso ver? Você pode me mostrar? Eu: o quê? Vó: seu pinto, meu neto!!! Seu pinto!!! Eu: bom, sim, claro, mas agora, é... bom. Como eu explicava pra minha vó que, pelo menos hoje, já tinha comido minha mãe duas vezes e que, de surpresa com o pedido dela, não queria decepcionar deixando ele não 100% duro. Vó: já entendi, você é novo nisso, precisa de uma motivada? Eu: bom, se você coloca desse jeito, claro que eu ia adorar!!! Vó: o que você acha desse vestido que eu tô usando? Eu: é muito bonito, vó!!! Vó: você já viu que calcinha eu uso? Eu: é, bom, sim, às vezes você deixa estendida depois de lavar e eu já vi. Vó: quer ver o que eu tô usando por baixo do vestido? Eu: sim. Fiquei na expectativa com a oferta dela, ajustei meu pinto de lado porque só tava de calça, não troquei depois de sair com a mãe pro celeiro. Ela se virou virei e me sentei num banco que tinha por perto. Ela se virou pra mim e perguntou: "pronto?" Eu só concordei com a cabeça que sim. Ela foi levantando o vestido e, diante dos meus olhos, apareceu aquele rabão enorme dela. Tava de calcinha fio dental, daquelas que a gente chama de "meia-nádega" aqui no Brasil, era divina, marcava a forma da bunda enorme dela e tava bem na minha cara. Como não reagir a uma parada dessas, pensei só de olhar. Meu pau começou a reagir também e fui endurecendo aos poucos. Ela se virou de costas e levantou o vestido, a calcinha tampava a buceta dela, mas desenhava os lábios vaginais. A buceta dela era bem gordinha, amei. Vó: "eu sei que já tô meio velhinha, mas espero conseguir levantar o pau de um jovenzinho como meu neto." Eu: "já conseguiu, vó!!!" Vó: "sério? Me mostra?" Ela abaixou o vestido e eu levantei do banco. Ela sentou no meu lugar e, na frente dela, de pé, comecei a abaixar o zíper, desabotoar a calça e, num movimento rápido, zás, abaixei tudo, liberando meu pau, já duro na frente dos olhos dela. Vó: "ai, meu Deus!!!" Minha avó se benzeu como se tivesse na igreja na frente do meu pau, kkkk. Eu: "o que achou, vovó?" Vó: "isso aí não é coisa de menino, isso é ferramenta de homem, um homem adulto." Eu: "pois é real, é o pau do seu netinho." Vó: "uiii, então parabéns, meu filho, você tem uma coisa linda." Eu: "o que você gosta mais nele?" Vó: "ué, tudo, olha ele, a cabeçona dele, é comprido e grosso, muito bem, hein, e essas bolas que você tem parecem de homem adulto, já até balançam um pouco." (É porque tão vazias por causa da sua filha... pensei, kkkk) Vó: "e sua mãe já viu ele assim?" Eu: "sim, um pouquinho." Vó: "ahhh, então eu... poderia... tocar nele?" Eu: "claro, vó, toca." Ela aproximou a mão e colocou em cima do meu pau, apertou um pouco. Vó: "ai, Deus, sinto ele pulsando na minha mão." Ela não soltava e não parava de olhar. Tive que avançar. Eu: "você me ama muito, vó?" Vó: "sim, meu amor, claro, você é como um filho pra mim, por quê?" Eu: "você me daria um beijinho?" Vó: "na boca?" Eu: "não, no meu... Pau!!! Vovó: no teu...aqui na cabecinha? Ela colocou o dedo ali e eu concordei que sim. Pegou meu pau com a mão pelo tronco e deixou minha cabeçona livre, virou pra me olhar e fez biquinho, se abaixou um pouco e muuuuuuuuua, eu ouvi. Minha avó tinha acabado de dar um beijo no meu pau. Vovó: ohhh gostou hein, saiu líquido. Passou o dedo no meu pau e as gotinhas de líquido pré-seminal ela espalhou na minha glande. Vovó: posso dar outro beijinho? Eu: quantos você quiser, vó. Vovó: vou comer seu pau de beijos. Só relaxei e prestei atenção na minha avó e nos carinhos dela. MUA, MUA, MUA, mmmmmmmuaaaa, só se ouvia esse barulho, minha avozinha estava literalmente comendo meu pau de beijos. Vovó: uuui já deixei ele todo cheio de batom. Olhei e realmente meu pau estava vermelho do batom que ela tinha na boca. Eu: sim kkkk, vai ter que limpar ele. Vovó: mas com o quê? Não tenho nada pra limpar. Eu: com saliva, com sua linguinha. Vovó: ohhh tá bom. Ela esticou a língua e desde a base das minhas bolas começou a lamber e lamber sem parar. Vovó: vou deixar ele bem limpinho, meu filho. Continuou no serviço dela, quando eu segurei sua nuca, no cabelo dela especificamente, e direcionei a cabeça dela pro meu pau, ela entendeu porque abriu a boca e pronto, enfiei meu pau na boca da minha avó. Eu: ohhh que gostoso, come ele, vó!!! Ela não se abalou, abriu a boca o máximo que pôde e eu sem piedade enfiei até o fundo, senti a cabeça dela batendo no meu estômago, e apertei ela contra mim. Era uma expert, a boca dela relaxou e senti que perfurei a garganta dela, meu pau estava na garganta dela, nem minha mãe tinha conseguido fazer isso. Eu estava no paraíso, sentia que ia gozar mas ela bateu nas minhas coxas com as mãos, eu tava sufocando ela!!! Soltei a cabeça dela e meu pau saiu disparado da boca dela, uma quantidade enorme de saliva molhou o vestido dela na parte do peito. Eu: desculpa, vó!!! Ela estava recuperando o fôlego, não conseguia nem falar kkkk. Vovó: ohhh não, não se preocupa, tá tudo bem, eu gostei disso, UAU. Fazia tempo que eu não me afogava com uma boa rola. Eu: a do meu avô não te afoga? Avó: antes sim, agora já não praticamos muito isso, então é difícil ele ficar duro, mas devo dizer que você tá muito perto de ter uma igual a dele nos bons tempos. Eu: bom, serei um herdeiro digno kkkk. Avó: e aí, já tá limpa ou quer que eu continue limpando? Eu: acho que ainda tá meio suja, não acha? Mas você tem que limpar até aqui, até a base, tem que chegar até aqui. Apontei quase pro meu estômago kkkk mais do que pra minha rola. Avó: é que me afoga, chega até a garganta, mas aguento mais uma limpada. Segurei ela pela cabeça e dessa vez levantei o queixo dela com a outra mão. Queria ver a cara dela enquanto chupava minha rola. Avó: pra ser tão jovem, sabe tratar muito bem uma mulher. Eu: tenho boas professoras!!! Avó: espera, sua mãe já fez isso? Não deixei ela terminar a pergunta e não respondi, forcei ela a chupar minha pica. Só se ouviu um ohhhhhgggg. Empurrei e empurrei minha rola dentro dela, os olhos dela se viraram pra mim e soltei o queixo dela, era o golpe final. Empurrei uns centímetros a mais e zaz, tava de novo na garganta dela. A cabeça dela grudou de novo em mim e dessa vez não me segurei, 1, 2, 3 jatos de leite bem na garganta dela, nem na boca, na garganta, não tirei porque ela não deu o sinal de bater nas minhas coxas. Aguentou como uma guerreira os tiros. Senti ela engolindo porque minha rola tava obstruindo a entrada. Eu: ohhh vovó, que gostoso, já tiro? Ela balançou a cabeça dizendo que não com minha rola dentro. Senti a língua dela brincando com minha rola, ela começou a perder a ereção e foi se contraindo, senti sair da garganta dela e quando tava na boca, chupou tudo que pôde apertando os lábios pra não deixar nem uma gota na minha pica, muaaaa, soltou minha rola da boquinha faminta dela. Avó: pronto, deixei limpa como tava, ok ahhh e obrigada pelo leite, fazia tempo que não tomava porra e ainda mais quentinha. Espera. Levantei a calça e arrumei o banco, ela se ajeitou um pouco, o vestido dela tava todo bagunçado e encharcado do peito. Eu: Meu avô não vai desconfiar de nada se te ver assim? Vó: Esse aí já tá mais dormindo que acordado, sua mãe não vai desconfiar de nada. Eu: Ela também já deve tá dormindo. Vó: Você tá comendo ela? Essa eu não esperava, minha avó era bem direta. Eu: Por que você tá me perguntando isso? Vó: Porque sua mãe seria uma idiota se não aproveitasse essa beleza de homem que você tá se tornando. Eu: Bom, esse é nosso problema, ok? Se eu tô comendo ela ou não, não é da sua conta, não te envolve, não te importa, ok? O que rola no nosso quarto é problema nosso. Vó: Já entendi, já entendi... E agora, o que você vai fazer comigo? Eu: Fazer o quê com você? Vó: Também quero um quarto pra gente, onde aconteça o que tiver que acontecer e não sejamos avó e neto, ou será que você não quer mais disso? Ela mostrou a língua, ainda com restos da minha gozada nela. Eu: Vem, me segue. Peguei ela pela mão, tirei as duas tábuas que cobriam meu esconderijo, os fardos que estavam de isca e coloquei ela no meu lugar secreto. Vó: Olha só, não tinha reparado nesse lugar. Eu: O celeiro é grande, construí ele há anos e é meu esconderijo. Vó: Pode ser nosso esconderijo? Eu: Foi pra isso que te trouxe. Eu entro pela parte do telhado pra não ter que tirar as tábuas e os fardos, mas vou fazer uma entrada pequena pra você, vai ter que entrar de gatinhas e tampar bem o acesso. Não queremos que ninguém nos descubra, né? Vó: Não, claro que não, vai ser nosso segredo. Eu: Agora que colocamos as cartas na mesa com a minha mãe, e você e o vô? Vó: O quê? Eu: Pois é, ele não vai ligar se não souber onde você tá ou se fizermos coisas como as de hoje? Vó: Eu cuido disso. Por enquanto, só foca em imaginar o que vamos fazer amanhã, quando sua mãe e ele forem vender os cavalos e demorarem mais de um dia pra voltar... Eu: Juntos, meu avô vai com ela, vão ficar juntos? Vó: Já fizeram isso antes, muitas vezes. Te surpreende? Ahhh, já sei, tá com ciúmes do seu avô e da sua mãe? Eu: ciúmes hahaha claro que não, é só que... deixa pra lá. É hora de ir embora. Saímos do celeiro e fechamos, entramos em casa e na sala minha avó me deu um beijo na bochecha. Vó: Boa noite, meu filho, descansa, valeu pelo gole de porra, tava muito gostoso!!! Eu: Vó!!! Vó: Ué, você me deu porra pra tomar, obrigada. Entrei no quarto com a minha mãe, ela tava dormindo mesmo, me meti na cama sem fazer barulho, abracei ela e nem se mexeu, tinha que descansar também, três gozadas no dia já tavam me deixando meio cansado, mas com um sorriso no rosto que ninguém imaginaria o porquê.
Acordei quando minha mãe já estava no banheiro se arrumando e saiu toda vestida, tava com uma calça jeans que ficava incrível nela, sem bolsos traseiros nem frontais, marcava delicioso a bunda dela, sem nada aparecendo por baixo, devia estar usando uma mini tanga ou fio dental. Em cima, uma camisa xadrez de vaqueira e tava vestindo uma jaqueta de couro preta, botas combinando, enfim, uma vaqueira madura gostosa pra caralho. Mãe: já acordou, dorminhoco!!! Eu: cê vai aonde? Mãe: na venda do gado, como toda temporada, não te falei? Eu: não, e com quem cê vai? Mãe: com seu avô, como sempre, além disso é uma baita ajuda eu ir, já que o cavalo machucou ele. Eu: ahhh e cê volta hoje, né? Mãe: não, meu amor, cê sabe que vou dormir lá hoje porque amanhã tem que acordar cedo, por que tanta pergunta? Eu: curiosidade. E onde cê vai ficar com o vô? Num hotel? Mãe: pois é, a gente não gosta de ficar no acampamento da feira de gado porque é meio feio, todo ano a gente aluga um quarto de hotel. Eu: ahhh e não vão aprontar nada? Mãe: que perguntas, filho, hahaha, vou indo, se cuida, te amo muito, cuida da sua avó que vai ficar com você e me espera com muita vontade porque amanhã quando eu voltar quero muitas e muitas fodas gostosas, tchau. Eu: tchau, mãe, sorte e se comporta, hein. Mãe: hahaha claro, bebê, tchau. Demorei um pouco pra sair do quarto, ouvi os carros saindo com os reboques e esperei mais um pouco, quase uma hora. Daí, lá da cozinha, minha avó gritou que o café já tava pronto. Desci meio sem vontade, a ideia da minha mãe e do meu avô sozinhos num hotel, sozinhos numa cama, mmmm, me deixava inquieto. Entrei na cozinha e tudo isso sumiu da minha cabeça. Minha avó tava divina na cozinha. Tava de costas pro fogão cozinhando. Eu: (UAU, ela não tá de calcinha?) bom dia, vó!!! Avó: oi, meu neto, bom dia, já tá quase seu café, ok, senta. Eu: ok, vó. Sentei e fiquei de frente pra ela, tava pasmo. Ela tava com um vestido florido branco, sempre usava Assim, vestido quase até o joelho, mas dessa vez ela tava com o avental amarrado na cintura. A parada é que, ao amarrar o avental, ela prendeu a parte de trás do vestido, deixando aquela rabetona toda exposta na minha frente. Pensei: ela não tá de calcinha, WOW desceu sem calcinha do quarto dela. Não, pera, que porra é essa, tinha que tirar a dúvida. Eu: Vó, me passa um copo pra eu pegar suco? Vó: Claro, meu neto, já vou. Ela chegou perto do armário onde ficam os copos e se esticou pra pegar um, isso fez o vestido e o avental subirem pelo menos uns dois dedos quando ela esticou o braço. Eu: (PUTA MERDA, apareceu um fiozinho de pano cor de pele que mal dava pra distinguir, era fininho e pelo tom quase parecia a pele dela. Minha avó tava de fio dental!!!) Vó: Aqui, meu neto. Eu: Valeu, vó. Fiquei de olho nela sem parar de admirar aquela bundona gostosa, embora minha mãe tivesse uma rabeta grande, não ganhava da minha avó, só que a dela era um pouco caída, não tão firme quanto a da minha mãe, mas pra idade dela tava espetacular. Vó: Aconteceu alguma coisa? Eu: Alguma coisa? Como assim? Vó: Sei lá, você tá muito sério, e te sinto estranho. Eu: Dá pra você virar um pouquinho e chegar mais perto, vó? Ela levantou, ficou do meu lado e parou ali. Plasss... plasss. Duas palmadas sonoras na bunda dela, uma em cada uma das nádegas. Vó: Aiiii, meu neto, por que isso? Eu: Se olha no espelho!!! Ela foi até a sala onde tem um espelho e se virou. Vó: Nossa, tô mostrando tudo, jijiji!!! Pensei que quando voltasse pra cozinha ela ia abaixar o vestido ou algo assim, mas ela veio na minha direção e se virou. Vó: Massageia, você deixou minha bunda dolorida com essas palmadas. Sim, aquela rabeta na minha cara, minhas mãos não perderam tempo e cada uma foi pra uma nádega. Vó: Mmmm, que gostoso!!! Eu: Podemos subir pro meu quarto e... Vó: Calma, meu neto, temos o dia todo pra nos divertir. Por enquanto, você quer sua avó pelada em casa o dia inteiro?...
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