Minha mãe arrumou a roupa e colocou o potrinho no cercado dele, eu soltei a gostosa e coloquei no cercado dela, os dois calmos depois do serviço, acabaram de foder mãe e filho e nós também kkkk e nossas vontades estavam mais do que saciadas. Mãe: não vai comentar nada pro seu avô, hein? Eu: nada, mamãe kkkk Essa mesma tarde meus avós voltaram e tudo normal. À noite, enquanto jantávamos, eu não conseguia parar de olhar pra minha mãe com olhos de amor, tive que disfarçar porque minha avó me pegou várias vezes olhando pra bunda dela e senti o olhar dela, então tive que disfarçar. À noite dormi junto com ela na mesma cama e obviamente transamos de novo, foi delicioso foder ela devagar debaixo dos lençóis como um casal de recém-casados, gozei dentro dela e nós dormimos assim, pelados e suados. No dia seguinte eu fui pra escola, minha mãe pros afazeres dela e meus avós pra vida normal deles, ao voltar da escola meu avô tava com os preparativos porque iam trazer o garanhão a qualquer momento pra cobrir a gostosa. Por curiosidade fui pro estábulo, pro meu esconderijo, e de lá dava pra ver a monta da gostosa. Minha mãe não sabia que eu tava ali observando, vi como amarraram a gostosa e a obrigaram a deixar o garanhão montar, o potrinho tava muito inquieto porque estavam fodendo a mãe dele, a mulher dele, meio desanimados porque ela só deixou montar uma vez sem muito ímpeto da gostosa e o garanhão não quis mais com ela. Eu sabia o porquê, kkkk pensei comigo: "solta o potrinho e vão ver como ela deixa o filho foder". Eu tava quase parando de observar quando algo chamou minha atenção, meu avô dispensou os dois homens que trouxeram o potrinho, fechou o celeiro e enquanto minha mãe desamarrava as patas da gostosa, ele se aproximou da minha mãe quase a ponto de ficar corpo a corpo enquanto ela, agachada em posição, desamarrando as patas traseiras da gostosa, deixava a bunda empinada, a mão do meu avô foi direto pra bunda da filha dele, pra bunda da minha Caralho!!!. Voltei a olhar quando vi isso porque me deixou meio surpreso, nunca imaginei que minha mãe e meu avô... bem, antes de tirar conclusões continuei observando. Meu avô ficou ali parado ao lado da minha mãe, ela continuava agachada soltando a sexy girl e meu avô passava a mão por toda a bunda da minha mãe. Ela estava de macacão de trabalho, mas na posição que estava dava pra ver o bumbum dela marcando. Minha mãe terminou de soltar a sexy girl, se levantou e meu avô soltou a bunda dela, deu uma palmada bem dada e levou a sexy girl embora. Quis sair e brigar com minha mãe, como é possível que você e meu avô estejam fazendo isso, mas meu bom senso falou mais alto, não posso fazer isso porque eu também tô comendo ela hahaha, pensei. Não fiz nada, esperei eles saírem do celeiro, saí, fui pro meu quarto e fiquei esperando minha mãe chegar à tarde. Tomei banho, fiz minhas tarefas e ela chegou no final da tarde.
Mãe: Como foi na escola, meu amor?
Eu: Foi bem, mãe. E você, como foi seu dia?
Mãe: Tudo bem, neném. Acredita que a sexy girl não deixava o garanhão montar? Tive que amarrar ela pra ele conseguir.
Eu: Hahaha, obrigou ela, hein? E o filho, ali sim, mansinho, deixou a trolha entrar hahaha.
Mãe: Bom, é que tem mamães que adoram a trolha dos seus meninos.
Ela se aproximou da cama onde eu estava deitado e tocou no meu pau por cima do shorts.
Eu: Você gosta do pau do seu potrinho?
Mãe: Mmmm, adoro, ainda mais quando fica bem durão.
Eu: Você vai tomar banho?
Mãe: Sim, por quê, meu amor? Quer entrar no chuveiro comigo?
Eu: Mas os avós estão lá embaixo, e se subirem ou algo assim?
Mãe: A gente tranca bem a porta.
Entramos no chuveiro. Eu já tinha tomado banho, mas não ia perder a chance de entrar ali com essa mamasota. Fiquei pelado enquanto ela tirava o macacão e as botas. Na minha frente apareceu uma mulherão só de sutiã e calcinha fio-dental, uma fio-dental minúscula.
Eu: UAU, mãe, você só usa isso debaixo do macacão?
Mãe: Sim, por quê?
Eu: Sei lá, pensei que talvez você usasse uma camiseta ou algo a mais, mas... vejo que você gosta de andar bem leve de roupa. Mãe: quer que eu tire tudo? Eu: deixa os peitos livres, mas não tira a calcinha, essa a gente só vai tirar pro lado. Mãe: ok, gostei da ideia. Entramos debaixo do chuveiro e o corpo molhado dela estava uma delícia. Ela deixou eu brincar com ela, ensaboei o corpo todo, os peitões, o bundão, a buceta, enfiei meus dedos na vagina dela e brinquei com ela enquanto o sabonete e a água escorriam pelo corpo. Mãe: agora é minha vez. Puxou um banquinho de plástico que temos no banheiro e colocou no chuveiro, sentou nele e ficou com o rosto na altura do meu pau, que já estava bem duro. Mãe: WOW, sério filho, você não sabe o sortudo que é de ter essa trolha nessa idade. Eu: na verdade me sinto sortudo, mas acho que as sortudas vão ser as mulheres que eu pegar, não acha? Ela colocou a mão no meu pau, abriu a boca e engoliu ele todo até a base, a testa dela encostou no meu estômago, aí ela tirou. Mãe: mmmm, você acha que vai pegar muitas bucetas com essa coisa? Eu: uiii, que gostoso!!! Pois é, pra que mais servem as mulheres, né? Mãe: tem razão, pra isso fomos feitas. De novo a boca dela engoliu meu pau e não soltou mais, ficou lá chupando, saboreando meu pau todo, tirava e lambia a cabeça, dava beijos ao longo dele e me masturbava enquanto puxava ar. Eu: mãe!!! Já estou quase... Mãe: não, não, não, espera, não quero tomar porra, bom, quero sim, mas não na minha boquinha, quero tomar na minha vagina. Ela se levantou e pegou sabonete pra lavar meu corpo, passou as mãos por todos os lados, limpou minhas pernas, minhas coxas, minhas bolas, meu pau inteiro. Mãe: vamos nos secar e aí a gente vai pra cama, o que acha? Eu: assim pelados, recém-banhados? Mãe: sim, você vai ver que gostoso é foder assim. Saindo do banheiro, não levávamos toalha nem nada, ela tinha tirado a calcinha e já estava pelada. Abriu as cobertas da cama e entrou. Mãe: vem, meu amor, me come!!! Subi na cama, entrei nas cobertas e em alguns segundos já estava dentro dela. mãe de novo.
Eu: ohhh que gostosa você está!!!
Mãe: o dia inteiro sonhei em ter o pau do meu filho dentro de mim.
Eu: posso gozar aqui dentro?
Mãe: sim, pode... quer que eu conte uma coisa pervertida?
Eu: conta!!!
Mãe: fiquei com pena da sexy girl!!!
Eu: por quê?
Mãe: obrigamos ela a dar pra um cara que ela não queria.
Eu: ahhh continua, continua contando, eu não vou parar de meter meu pau em você, mamãe.
Mamãe: ela se deixou ser fodida à força quando eu sabia que a pica que ela queria dentro dela era a do filho dela, a do garanhão, que aliás está igual a você, bem dotado. Vocês são um par de garotos dotados. Eu continuei penetrando ela sem parar. Mamãe: senti pena dela porque a tesão vai passar e ela não vai mais ser comida pelo filho, enquanto eu posso transar com o meu... Eu: ahhhh mamãezinha!!! Mamãe: ohhhh assim assim meu amor, goza, vai, goza dentro da buceta da mamãe, assim assim, ahhh me engravida vai, assim como o garanhão engravidou a mãe dele. Eu estava no paraíso ouvindo as palavras dela e não parava de gozar do meu jeito e quando eu queria.
Acabamos de terminar, ela vestiu um roupão e disse que ia fazer o jantar e que me chamaria quando estivesse pronto. Fiquei na cama pelado assistindo TV. Passaram uns 20 minutos quando minha avó bateu na porta e entrou.
Vó: Oi, filho!!!
Eu: Oi, vó!!!
Vó: Ei, e sua mãe?
Eu: Tá fazendo o jantar, acho!
Vó: Não tá na cozinha e seu avô também não tá.
Eu: (estranho, devem estar no celeiro, pensei, mas não quis contar pra vó)
Vó: Vou deixar as coisas na cozinha e ver se nada queima, você me faz um favor e vai procurá-los?
Eu: Sim, vó, claro.
Como instinto, levantei da cama quase num pulo sem lembrar que estava completamente pelado...
Vó: Ai, meu Deus do céu!!! Foram as primeiras palavras da boca da minha avó. Assim que percebi, puxei um lençol da cama e cobri meu pau, que estava entre descanso e meio ereto, o que fez com que minha cabeça ficasse completamente à mostra ou ela visse tudo.
Eu: Ai, desculpa, vó, esqueci que tô pelado, saí do banho e vim pra cama, esqueci de vestir roupa e...
Vó: Tudo bem, tudo bem, calma. Ei, quantos anos você tem, meu filho?
Eu: 15, bom, quase 16, por quê?
Vó: Sério? Nossa, mas essa coisa não parece de um garoto da sua idade, parece mais de um homem.
Eu: Minha mãe diz a mesma coisa!!! Puts, quando falei, minha mente já não pôde fazer nada pra evitar que essas palavras saíssem da minha boca.
Vó: Sua mãe já viu? (Viu, hahaha, já viu, chupou, lambeu, adorou e me fez gozar mais de uma vez, pensei)
Eu: Sim, bom, é normal, vó, a gente dorme no mesmo quarto, divide o banheiro, então é normal.
Vó: Sim, claro, e bom, por curiosidade, o que sua mãe já disse sobre, você sabe, essa coisa?
Eu estava prestes a responder quando minha mãe entrou gritando que precisava de ajuda no celeiro.
Vó: Veste uma roupa e vai ver o que acontece, por favor, depois a gente conversa sobre isso.
Eu: Ok, vó.
Ela saiu, eu coloquei calça, sapatos e uma camiseta, desci correndo e minha mãe, de roupão um pouco sujo, me disse pra ir com ela ajudar. Saímos pro celeiro e Perguntei o que havia acontecido. Mãe: seu avô tentou mudar o potrinho de lugar e ele ficou agitado e derrubou ele, me ajuda a levantá-lo. Entramos no celeiro, meu avô estava sentado na cama de palha com a mão machucada e um joelho. Mãe: me ajuda a levá-lo para casa. Avô: estou bem, estou bem, posso andar, melhor ajudar sua mãe a tirar aquele animal de lá ou ele vai machucar a gostosa. Levantei o olhar e o potrinho havia entrado no cercado da mãe, tinha pulado a cerca e estava com ela. Mãe levantou o avô e o deixou na entrada do celeiro, ele foi andando para casa, eu voltei com ela para o cercado. Eu: entro por ele? Mãe: não, ele não vai se acalmar, você e eu sabemos o que ele quer. Eu: deixamos? Mãe: sim, será sua despedida! Eu: despedida por quê? Mãe: seu avô vendeu ele hoje, por isso ia mudar de lugar para amanhã levarem ele cedo. Eu: então vamos dar alguns minutos, vou fechar o celeiro. Fui, fechei o celeiro, voltei com a mãe e justo quando nós dois estávamos ali observando, o potrinho enfiou seu enorme pau, a gostosa ficou paradinha sem se mover um milímetro, seu filho subiu as patas dianteiras na mãe e buscou com seu pau a buceta da gostosa. De uma só estocada ele enfiou até o fundo, ele estava como um louco, relinchava e se empurrava sobre a mãe enquanto ela ficava quieta de quatro recebendo rola. Puxei a mãe para dentro do cercado e levantei seu vestido, ela estava nua por baixo então entendeu a indicação, se posicionou num canto onde havia palha limpa e foi se agachando até ficar de quatro igual a gostosa. Eu me coloquei atrás dela e enfiei meu pau na sua buceta até o fundo igual o potrinho.
Mãe: ai sim, campeões!!! Comam a gente, assim, montem em suas mães assim, mmm que gostoso, enfiem essas cocks lindas que vocês têm. Minha mãe me excitava com suas palavras, acho que descobri que adorava que ela falasse safadeza enquanto me comia.
Eu: são umas putas, nossas mães?
Mãe: sim, sim, somos umas vadias por deixar nossos bebês nos comerem, mmm somos umas putas por deixá-los penetrar a buceta por onde nasceram. O potrinho que tinha desmontado sua mãe de novo estava empinado, voltou ao ataque, seu peso em cima da mãe e ela aguentando, toda a cock dele enterrada nela.
Eu: olha, mamãe, olha, cada um está comendo sua mãe!!!
Mãe: uyy que tesão e que delícia. O garanhão desmontou e o pauzão dele saiu encharcado das duas gozadas, uma grande quantidade de porra saiu e a buceta da mãe dele ficou toda batida. Eu mal vi isso, comecei a me desleitar de novo na minha mãe, tirei meu pau e ela ajeitou o roupão. Mãe: vou escorrer seu sêmen nas minhas pernas, meu amor. Eu: acho que não vão perceber, olha como a safada está toda suja. Minha mãe se aproximou e o roupão dela estava uma bagunça, lama, masturbação, bom, estava tudo batido. Mãe: vou subir para me trocar assim que entrarmos ok, vamos buscar o potrinho na entrada e amarra bem. Ela se ajeitou e amarrou a gostosa, os dois como por mágica se acalmaram, o potrinho agora era o animal mais dócil e a gostosa calma. Saímos do celeiro em direção à casa. Eu: que despedida boa que eles deram, né? Mãe: jura que você nunca vai deixar de me montar, jura!!! Eu: juro, juro, você sempre será minha mulher, mamãe. Mãe: não conta para o seu avô ok, vamos entrar, vou subir para me trocar e jantaremos como se nada tivesse acontecido. Eu: bom, talvez eu deva te contar, aconteceu algo e... Vovó: já está tudo bem? Minha avó nos interrompeu na entrada da casa. Mãe: depois você me conta, sim mãe, está tudo bem já. Vovó: seu pai também já está bem, foi só um golpe na mão e no joelho, mas ele ficará bem, vamos, venham jantar. Entramos, minha mãe subiu para o quarto para se trocar, eu na cozinha lavei minhas mãos e jantamos. Minha avó não parava de me olhar a ponto de eu já me sentir um pouco desconfortável. Terminamos de jantar e minha mãe me pediu para ajudar minha avó a levantar a mesa. Ela subiu para o quarto, disse que estava cansada do dia e bom, pelo menos já com duas fodas da minha parte estava bom que ela fosse descansar. Eu estava levantando os pratos do jantar, meu avô já tinha ido para o quarto dele também descansar e minha avó lavava as coisas. Me aproximei para deixar os pratos e ela me disse bem baixinho. Vovó: ainda não vai embora, temos uma conversa pendente!!! Eu: já está tarde, acho que podemos deixar para outro dia não, vovó. Vovó: bom, se você prefere, amanhã eu falo com sua mãe e... Eu: não, não, pra que fazer isso, tudo bem vamos conversar mas aqui? Vovó: vamos ao celeiro!!! Eu: ok vovó. Terminamos a cozinha, ela supôs que o vovô estaria dormindo e minha mãe óbvio que também, chegamos ao celeiro e eu pensava em levá-la ao meu esconderijo mas primeiro devia saber suas intenções kkkk. Vovó: serei rápida e direta ok meu neto. Eu: ok vovó. Vovó: como é isso de que sua mãe te disse que você já tem pau de homem? Eu: esse, eu... Vovó: quero a verdade e quero que se comporte assim... como homem. Eu: pois é que já te falei, dormimos no mesmo quarto dividimos cama e pois em algum momento ela viu. Vovó: viu, como viu? Eu: pois assim, esse, como você viu! Vovó: tem certeza? Não viu assim bem dura? Eu: vovó!!! Vovó: que, não me diga que não fica duro? E não me diga que sua mãe não viu assim, no mínimo em algum descuido. Eu: bom, pois sim, feliz. Vovó: se viu!!! Sabia! Minha avó ficou pensativa e eu meio nervoso. Vovó: e, bom vou te perguntar, sem rodeios!!! Eu posso ver!!! Pode me mostrar? Eu: que coisa? Vovó: seu pau, meu neto!!! Seu pau!!! Eu: bom sim claro mas agora, esse...bom. Como explicava pra minha avó que pelo menos nesse dia já duas vezes tinha comido minha mãe e que pois assim de surpresa seu pedido não queria decepcioná-la em que não estivesse dura a 100. Vovó: já vejo, você é jovem nisso, precisa de alguma motivação? Eu: bom se coloca dessa maneira, claro que gostaria!!! Vovó: o que acha desse vestido que trago? Eu: é muito bonito vovó!!! Vovó: já viu que roupa íntima uso? Eu: esse, bom sim, pois às vezes deixa estendida depois de lavar e pois sim já vi. Vovó: quer ver o que trago debaixo do vestido? Eu: sim. Eu fiquei expectante com sua oferta, arrumei meu pau de lado pois só trazia uma calça já não me troquei depois de sair com mamãe ao celeiro. Ela se deu a Voltei e me sentei num banco que estava à mão. Viro pra olhar e ela me disse: "Pronto?" Eu só balancei a cabeça que sim. Ela foi levantando o vestido e diante dos meus olhos apareceu aquele rabão enorme. Ela usava uma calcinha arrebitada, como chamamos aqui no nosso país, era divina, marcava o formato daquele bumbum gigante e estava bem na minha frente. Como não reagir a uma coisa dessas, pensei só de ver. Meu pau também começou a reagir e fiquei empinando aos poucos. Ela se virou e levantou o vestido, a calcinha cobria a buceta mas desenhava os lábios vaginais, a vagina dela era bem carnuda, adorei.
Vovó: Sei que já estou meio velhinha, mas espero conseguir levantar o pau de um jovem como meu neto.
Eu: Já conseguiu, vó!!!
Vovó: Sério? Me mostra?
Ela abaixou o vestido e eu me levantei do banco. Ela tomou meu lugar e, de pé na frente dela, comecei a abaixar o zíper, a desabotoar a calça e, num movimento rápido, zas, baixei tudo, libertando meu pau, já empinado diante dos olhos dela.
Vovó: Ai, meu Deus!!!
Minha avó fez o sinal da cruz como se estivesse na igreja, diante do meu pau kkkk.
Eu: O que achou, vovozinha?
Vovó: Essa coisa não é de menino, isso é a ferramenta de um homem, um homem adulto.
Eu: Pois é real, é o pau do seu netinho.
Vovó: Uiii, pois parabéns, meu filho, você tem uma coisa linda.
Eu: O que você gosta mais nela?
Vovó: Nossa, tudo, olha só, essa cabeçona, é comprida e grossa, muito bem, hein. Além disso, esses ovos que você tem parecem de homem adulto, já até pendem um pouco. (É porque estão esvaziados pela sua filha... pensei kkkk)
Vovó: E sua mãe já viu ela assim?
Eu: Já, um pouquinho.
Vovó: Ohhh, então eu... poderia... tocar?
Eu: Claro, vó, toca.
Ela aproximou a mão e colocou sobre meu pau, apertou um pouco.
Vovó: Ai, Deus, sinto como ele pulsa na minha mão.
Não soltava e não parava de olhar, tive que avançar.
Eu: Você me quer muito, vó?
Vovó: Sim, meu amor, claro, você é como um filho pra mim, por quê?
Eu: Me daria um beijinho?
Vovó: Na boca?
Eu: Não, no meu caralho!!! Vovó: no seu... aqui na cabecinha? Ela colocou o dedo nela e eu concordei que sim. Pegou meu pau com a mão firme e deixou minha cabecinha livre, virou para me olhar e fez os lábios em forma de beijo, abaixou um pouco e muuuuuuuuua, ouvi. Minha avó tinha acabado de me dar um beijo no pau. Vovó: ohhh você gostou hein, saiu líquido. Passou o dedo pelo meu pau e as gotinhas de líquido pré-gozo espalhou na minha glande. Vovó: posso dar outro beijinho? Eu: quantos quiser, vovó. Vovó: vou devorar ela de beijos. Só relaxei e prestei atenção na minha avó e seus carinhos. MUA, MUA, MUA, mmmmmmmuaaaa, só se ouvia esse barulho, minha vovozinha estava literalmente devorando meu pau de beijos. Vovó: uyyy já deixei ela cheia de batom. Virou para ver e realmente meu pau estava vermelho do batom que minha avó tinha na boca. Eu: sim hahaha, vai ter que limpar. Vovó: mas com o quê? Não trouxe nada para fazer isso. Eu: com saliva, com sua linguinha. Vovó: ohhh ok. Botou a língua para fora e desde a base das minhas bolas começou a lamber e lamber saliva e descia sem parar. Vovó: vou deixar ela bem limpinha, meu filho. Continuou no seu trabalho, quando peguei sua nuca, seu cabelo especificamente e direcionei sua cabeça para o meu pau, ela entendeu porque abriu a boca e olha só, enfiei meu pau na boca da minha avó. Eu: ohhh que gostoso, engole tudo, vovó!!! Ela não se abalou, abriu o máximo que pôde a boca e eu sem piedade enfiei até o fundo, senti sua cabeça batendo no meu estômago, e apertei ela contra mim. Era uma experiente, sua boca relaxou e senti como perfurei sua garganta, estava meu pau na sua garganta, nem minha mãe tinha conseguido fazer isso. Eu estava na glória sentindo que ia gozar mas ela bateu nas minhas coxas com as mãos, estava afogando ela!!! Soltei sua cabeça e meu pau saiu disparado da sua boca, uma grande quantidade de saliva molhou seu vestido na parte do peito. Eu: desculpa, vovó!!! Ela estava recuperando o fôlego, não conseguia nem falar hahaha. Vovó: ohhh não, não se preocupa está tudo bem, eu gostei disso, WOW Fazia tempo que eu não me afogava com um pauzão bom. Eu: O do meu avô não te afoga? Vovó: Antes sim, mas agora a gente não pratica muito isso, é difícil ele ficar assim, mas devo dizer que você está bem perto de ter uma igual à dele nos bons tempos. Eu: Bom, serei um digno herdeiro hahaha. Vovó: Como vê, já está limpo ou quer que eu continue limpando? Eu: Acho que ainda tá meio sujo, não acha? Mas você tem que limpar até aqui, até a base, tem que chegar até aqui. Apontei quase pro meu estômago hahaha, mais que meu pau. Vovó: É que me afoga, chega até minha garganta, mas posso aguentar mais uma limpada. Segurei sua cabeça e dessa vez levantei seu queixo com a outra mão. Queria ver o rosto dela enquanto engolia meu pau. Vovó: Para ser tão jovem, você sabe tratar muito bem uma mulher. Eu: Tenho boas professoras!!! Vovó: Espera, sua mãe já fez isso? Não deixei ela terminar a pergunta e não dei resposta, obriguei ela a comer meu tronco. Só se ouviu um ohhhhhgggg. Empurrei e empurrei meu pau dentro dela, seus olhos reviravam pra mim e soltei seu queixo, era o golpe final. Empurrei mais uns centímetros e zas, estava de novo na sua garganta. Sua cabeça bateu de novo em mim e dessa vez não me contive, 1, 2, 3 jatos direto na garganta, nem na boca, na garganta, não tirei porque ela não deu o sinal de bater nas minhas coxas. Ela aguentou como uma verdadeira guerreira os tiros. Senti ela engolir porque meu pau estava obstruindo a entrada. Eu: Ohhh vovozinha que delícia, já tiro? Ela balançou a cabeça dizendo não com meu pau dentro. Senti sua língua brincando com meu pau, ele começou a perder a ereção e foi contraindo, senti sair da sua garganta e quando estava na sua boca, ela chupou tudo que pude apertando os lábios para não deixar uma única gota na minha rola, muaaaa, libertou meu pau de sua boquinha faminta. Vovó: Pronto, deixei limpo como estava, ok? Ahhh e obrigada pela porra, fazia tempo que não tomava sêmen e menos ainda quentinho e espezo. Subi minhas calças e arrumei o banco, ela se ajeitou um pouco - o vestido estava todo bagunçado e encharcado no peito.
Eu: Meu avô não vai suspeitar de nada se te ver assim?
Vovó: Aquele, já está mais dormindo do que qualquer coisa, sua mãe não vai suspeitar de nada.
Eu: Ela também já deve estar dormindo.
Vovó: Você tá comendo ela?
Essa eu não vi chegando, minha avó era muito direta.
Eu: Por que você me pergunta isso?
Vovó: Por que sua mãe seria uma idiota se não aproveitasse essa beleza de homem que você tá virando.
Eu: Bom, esse é problema nosso, ok? Se eu tô comendo ela ou não, não te interessa, não te envolve, não te importa, ok? O que acontece no nosso quarto é problema nosso.
Vovó: Já entendi, já entendi... e agora, o que você vai fazer comigo?
Eu: Fazer o quê?
Vovó: Eu também quero um quarto pra gente, onde aconteça qualquer coisa e a gente não seja avó e neto. Ou será que você não quer mais disso?
Ela botou a língua pra fora, mostrando ainda restos da minha porra nela.
Eu: Vem, me segue.
Peguei ela pela mão, tirei as duas tábuas que cobriam meu esconderijo, os fardos que estavam de isca, e meti ela no meu lugar secreto.
Vovó: Nossa, nossa, não tinha percebido esse lugar.
Eu: O celeiro é grande, construí isso anos atrás, é meu esconderijo.
Vovó: Pode ser nosso esconderijo?
Eu: Pra isso te trouxe. Eu entro pela parte do telhado, pra não precisar tirar as tábuas e os fardos, mas vou fazer uma entrada pequena pra você - vai ter que entrar de gatinhas e tampar bem o acesso. Não queremos que ninguém nos descubra, né?
Vovó: Não, claro que não. Vai ser nosso segredo.
Eu: Agora que a gente botou as cartas na mesa sobre minha mãe, e você e o vovô?
Vovó: Como assim?
Eu: É, será que ele não vai se importar se não souber onde você tá, ou se a gente fizer coisas como as de hoje?
Vovó: Eu cuido disso. Por enquanto, você só se concentra em imaginar o que a gente vai fazer amanhã, quando sua mãe e ele forem vender os cavalos e demorarem mais de um dia pra voltar...
Eu: Juntos? Meu avô vai com ela, vão ficar juntos?
Vovó: Já fizeram isso antes, muitas vezes, que... te surpreende? Ohhh, já sei, você está com ciúmes do seu avô e da sua mãe? Eu: ciúmes kkkkk claro que não, é só que, esquece. Hora de ir embora. Saímos do celeiro e trancamos, entramos na casa e na sala minha avó me deu um beijo na bochecha. Vó: boa noite, meu neto, descanse, obrigada pelo gole de porra, estava muito gostoso!!! Eu: vó!!! Vó: o que, ué, você me deu porra pra beber, obrigada. Entrei no quarto com minha mãe, de fato ela estava dormindo, entrei na cama sem fazer barulho, a abracei e ela nem se mexeu, eu também precisava descansar, três gozadas no dia me deixaram meio cansado, mas com um sorriso no rosto que ninguém imaginaria o porquê.
Acordei quando minha mãe já estava no banho se arrumando e saiu vestida, com uma calça jeans que ficava incrível nela, sem bolsos traseiros nem dianteiros, desenhava perfeitamente seu bundão, sem nada marcando devia estar usando uma calcinha fio-dental ou mini, em cima uma camisa xadrez de vaqueira e estava vestindo uma jaqueta de couro preta, botas combinando, bem, uma vaqueirinha madura gostosa.
Mãe: Acorda já, dorminhoco!!!
Eu: Pra onde você vai?
Mãe: Pra venda de gado, como toda temporada, não tinha te avisado?
Eu: Não, e com quem você vai?
Mãe: Com seu avô como sempre, além do mais é uma grande ajuda ele ir já que o cavalo machucou ele.
Eu: Ahhh e você volta hoje, né?
Mãe: Não, meu amor, você sabe que hoje a noite dormimos lá porque amanhã tem que madrugar, por que tanta pergunta?
Eu: Curiosidade. E onde vocês vão ficar com o vovô? Num hotel?
Mãe: Pois é, não gostamos de ficar no acampamento da feira de gado porque é meio feio, todo ano alugamos um quarto de hotel.
Eu: Ahhh e vocês não aprontam nada?
Mãe: Que perguntas, filho, hahaha, vou indo tá, se cuida muito te amo, cuida da sua avó que vai ficar com você e me espera com muita ansiedade porque amanhã quando eu voltar quero muitas e bem gostosas fodas, tchau.
Eu: Tchau, mamãe, boa sorte e se comporta, hein.
Mãe: Hahaha claro, bebê, tchau.
Demorei um pouco pra sair do quarto, ouvi a saída dos carros com os reboques e esperei mais um pouco, quase uma hora, depois um tempo minha avó gritou da cozinha que o café da manhã já estava pronto.
Desci sem muita vontade, a ideia da minha mãe e do avô sozinhos num hotel, sozinhos numa cama, hmmm, me deixou inquieto. Entrei na cozinha e tudo isso sumiu da minha mente. Minha avó estava divina na cozinha. Estava de costas no fogão cozinhando.
Eu: (CARAMBA, ela não tá de calcinha?) Bom dia, vó!!!
Avó: Oi, meu neto, bom dia, seu café da manhã já está quase pronto, ok, senta aí.
Eu: Ok, vó.
Me sentei e fiquei de frente pra ela, estava pasmo, ela estava com um vestido florido branco, sempre se vestia vestida assim com o vestido quase abaixo do joelho, mas dessa vez ela estava com o avental amarrado na cintura, a particularidade era que ao amarrar o avental, ela amarrou a parte de trás do vestido também, deixando suas nádegas enormes expostas à minha vista. Pensei: ela não está de calcinha, WOW, desceu sem calcinha do quarto, não, não espera, o que é aquilo? Tinha que tirar a dúvida.
Eu: Vó, me passa um copo para eu me servir de suco?
Vó: Sim, meu filho, vou pegar.
Ela se aproximou da prateleira onde ficam os copos e se esticou para pegar um, isso fez com que seu vestido e avental subissem pelo menos alguns centímetros ao esticar o braço.
Eu: (CARALHO, apareceu um fio dental cor de pele que mal deu para distinguir, era muito fino e pelo tom quase parecia a pele dela. Minha avó estava usando um fio dental!!!)
Vó: Aqui está, meu filho.
Eu: Obrigado, vó.
Fiquei assim atento a ela sem parar de olhar aquele bumbum lindo, embora minha mãe fosse bunduda, não ganhava da minha avó, só que ela tinha um pouco caído, não tão firme quanto minha mãe, mas para a idade dela estava espetacular.
Vó: Tem algo errado?
Eu: Algo? Como assim?
Vó: Não sei, você está muito sério, e sinto algo estranho em você.
Eu: Pode se virar um pouco e se aproximar, vó.
Ela se levantou, ficou ao meu lado e parou quieta.
Plasss... plasss.
Duas palmadas sonoras na sua bunda, uma em cada nádega.
Vó: Aiii, meu filho, por que fez isso?
Eu: Se olha no espelho!!!
Ela caminhou até a sala onde tem um espelho e se virou.
Vó: Ai caramba, tô mostrando tudo jijiji!!!
Pensei que ao voltar para a cozinha ela iria arrumar o vestido ou algo assim, mas ela veio até mim e deu as costas.
Vó: Me esfrega, você deixou minha bunda dolorida com essas palmadas.
Aquele bumbumzão na frente dos meus olhos, minhas mãos não perderam tempo e cada uma foi para uma de suas nádegas.
Vó: Mmmm que gostoso!!!
Eu: Podemos subir para o meu quarto e...
Vó: Calma, meu filho, temos o dia todo para nos divertir, por enquanto, você quer sua avó pelada na casa o dia todo?...
Mãe: Como foi na escola, meu amor?
Eu: Foi bem, mãe. E você, como foi seu dia?
Mãe: Tudo bem, neném. Acredita que a sexy girl não deixava o garanhão montar? Tive que amarrar ela pra ele conseguir.
Eu: Hahaha, obrigou ela, hein? E o filho, ali sim, mansinho, deixou a trolha entrar hahaha.
Mãe: Bom, é que tem mamães que adoram a trolha dos seus meninos.
Ela se aproximou da cama onde eu estava deitado e tocou no meu pau por cima do shorts.
Eu: Você gosta do pau do seu potrinho?
Mãe: Mmmm, adoro, ainda mais quando fica bem durão.
Eu: Você vai tomar banho?
Mãe: Sim, por quê, meu amor? Quer entrar no chuveiro comigo?
Eu: Mas os avós estão lá embaixo, e se subirem ou algo assim?
Mãe: A gente tranca bem a porta.
Entramos no chuveiro. Eu já tinha tomado banho, mas não ia perder a chance de entrar ali com essa mamasota. Fiquei pelado enquanto ela tirava o macacão e as botas. Na minha frente apareceu uma mulherão só de sutiã e calcinha fio-dental, uma fio-dental minúscula.
Eu: UAU, mãe, você só usa isso debaixo do macacão?
Mãe: Sim, por quê?
Eu: Sei lá, pensei que talvez você usasse uma camiseta ou algo a mais, mas... vejo que você gosta de andar bem leve de roupa. Mãe: quer que eu tire tudo? Eu: deixa os peitos livres, mas não tira a calcinha, essa a gente só vai tirar pro lado. Mãe: ok, gostei da ideia. Entramos debaixo do chuveiro e o corpo molhado dela estava uma delícia. Ela deixou eu brincar com ela, ensaboei o corpo todo, os peitões, o bundão, a buceta, enfiei meus dedos na vagina dela e brinquei com ela enquanto o sabonete e a água escorriam pelo corpo. Mãe: agora é minha vez. Puxou um banquinho de plástico que temos no banheiro e colocou no chuveiro, sentou nele e ficou com o rosto na altura do meu pau, que já estava bem duro. Mãe: WOW, sério filho, você não sabe o sortudo que é de ter essa trolha nessa idade. Eu: na verdade me sinto sortudo, mas acho que as sortudas vão ser as mulheres que eu pegar, não acha? Ela colocou a mão no meu pau, abriu a boca e engoliu ele todo até a base, a testa dela encostou no meu estômago, aí ela tirou. Mãe: mmmm, você acha que vai pegar muitas bucetas com essa coisa? Eu: uiii, que gostoso!!! Pois é, pra que mais servem as mulheres, né? Mãe: tem razão, pra isso fomos feitas. De novo a boca dela engoliu meu pau e não soltou mais, ficou lá chupando, saboreando meu pau todo, tirava e lambia a cabeça, dava beijos ao longo dele e me masturbava enquanto puxava ar. Eu: mãe!!! Já estou quase... Mãe: não, não, não, espera, não quero tomar porra, bom, quero sim, mas não na minha boquinha, quero tomar na minha vagina. Ela se levantou e pegou sabonete pra lavar meu corpo, passou as mãos por todos os lados, limpou minhas pernas, minhas coxas, minhas bolas, meu pau inteiro. Mãe: vamos nos secar e aí a gente vai pra cama, o que acha? Eu: assim pelados, recém-banhados? Mãe: sim, você vai ver que gostoso é foder assim. Saindo do banheiro, não levávamos toalha nem nada, ela tinha tirado a calcinha e já estava pelada. Abriu as cobertas da cama e entrou. Mãe: vem, meu amor, me come!!! Subi na cama, entrei nas cobertas e em alguns segundos já estava dentro dela. mãe de novo.
Eu: ohhh que gostosa você está!!! Mãe: o dia inteiro sonhei em ter o pau do meu filho dentro de mim.
Eu: posso gozar aqui dentro?
Mãe: sim, pode... quer que eu conte uma coisa pervertida?
Eu: conta!!!
Mãe: fiquei com pena da sexy girl!!!
Eu: por quê?
Mãe: obrigamos ela a dar pra um cara que ela não queria.
Eu: ahhh continua, continua contando, eu não vou parar de meter meu pau em você, mamãe.
Mamãe: ela se deixou ser fodida à força quando eu sabia que a pica que ela queria dentro dela era a do filho dela, a do garanhão, que aliás está igual a você, bem dotado. Vocês são um par de garotos dotados. Eu continuei penetrando ela sem parar. Mamãe: senti pena dela porque a tesão vai passar e ela não vai mais ser comida pelo filho, enquanto eu posso transar com o meu... Eu: ahhhh mamãezinha!!! Mamãe: ohhhh assim assim meu amor, goza, vai, goza dentro da buceta da mamãe, assim assim, ahhh me engravida vai, assim como o garanhão engravidou a mãe dele. Eu estava no paraíso ouvindo as palavras dela e não parava de gozar do meu jeito e quando eu queria.
Acabamos de terminar, ela vestiu um roupão e disse que ia fazer o jantar e que me chamaria quando estivesse pronto. Fiquei na cama pelado assistindo TV. Passaram uns 20 minutos quando minha avó bateu na porta e entrou. Vó: Oi, filho!!!
Eu: Oi, vó!!!
Vó: Ei, e sua mãe?
Eu: Tá fazendo o jantar, acho!
Vó: Não tá na cozinha e seu avô também não tá.
Eu: (estranho, devem estar no celeiro, pensei, mas não quis contar pra vó)
Vó: Vou deixar as coisas na cozinha e ver se nada queima, você me faz um favor e vai procurá-los?
Eu: Sim, vó, claro.
Como instinto, levantei da cama quase num pulo sem lembrar que estava completamente pelado...
Vó: Ai, meu Deus do céu!!! Foram as primeiras palavras da boca da minha avó. Assim que percebi, puxei um lençol da cama e cobri meu pau, que estava entre descanso e meio ereto, o que fez com que minha cabeça ficasse completamente à mostra ou ela visse tudo.
Eu: Ai, desculpa, vó, esqueci que tô pelado, saí do banho e vim pra cama, esqueci de vestir roupa e...
Vó: Tudo bem, tudo bem, calma. Ei, quantos anos você tem, meu filho?
Eu: 15, bom, quase 16, por quê?
Vó: Sério? Nossa, mas essa coisa não parece de um garoto da sua idade, parece mais de um homem.
Eu: Minha mãe diz a mesma coisa!!! Puts, quando falei, minha mente já não pôde fazer nada pra evitar que essas palavras saíssem da minha boca.
Vó: Sua mãe já viu? (Viu, hahaha, já viu, chupou, lambeu, adorou e me fez gozar mais de uma vez, pensei)
Eu: Sim, bom, é normal, vó, a gente dorme no mesmo quarto, divide o banheiro, então é normal.
Vó: Sim, claro, e bom, por curiosidade, o que sua mãe já disse sobre, você sabe, essa coisa?
Eu estava prestes a responder quando minha mãe entrou gritando que precisava de ajuda no celeiro.
Vó: Veste uma roupa e vai ver o que acontece, por favor, depois a gente conversa sobre isso.
Eu: Ok, vó.
Ela saiu, eu coloquei calça, sapatos e uma camiseta, desci correndo e minha mãe, de roupão um pouco sujo, me disse pra ir com ela ajudar. Saímos pro celeiro e Perguntei o que havia acontecido. Mãe: seu avô tentou mudar o potrinho de lugar e ele ficou agitado e derrubou ele, me ajuda a levantá-lo. Entramos no celeiro, meu avô estava sentado na cama de palha com a mão machucada e um joelho. Mãe: me ajuda a levá-lo para casa. Avô: estou bem, estou bem, posso andar, melhor ajudar sua mãe a tirar aquele animal de lá ou ele vai machucar a gostosa. Levantei o olhar e o potrinho havia entrado no cercado da mãe, tinha pulado a cerca e estava com ela. Mãe levantou o avô e o deixou na entrada do celeiro, ele foi andando para casa, eu voltei com ela para o cercado. Eu: entro por ele? Mãe: não, ele não vai se acalmar, você e eu sabemos o que ele quer. Eu: deixamos? Mãe: sim, será sua despedida! Eu: despedida por quê? Mãe: seu avô vendeu ele hoje, por isso ia mudar de lugar para amanhã levarem ele cedo. Eu: então vamos dar alguns minutos, vou fechar o celeiro. Fui, fechei o celeiro, voltei com a mãe e justo quando nós dois estávamos ali observando, o potrinho enfiou seu enorme pau, a gostosa ficou paradinha sem se mover um milímetro, seu filho subiu as patas dianteiras na mãe e buscou com seu pau a buceta da gostosa. De uma só estocada ele enfiou até o fundo, ele estava como um louco, relinchava e se empurrava sobre a mãe enquanto ela ficava quieta de quatro recebendo rola. Puxei a mãe para dentro do cercado e levantei seu vestido, ela estava nua por baixo então entendeu a indicação, se posicionou num canto onde havia palha limpa e foi se agachando até ficar de quatro igual a gostosa. Eu me coloquei atrás dela e enfiei meu pau na sua buceta até o fundo igual o potrinho.
Mãe: ai sim, campeões!!! Comam a gente, assim, montem em suas mães assim, mmm que gostoso, enfiem essas cocks lindas que vocês têm. Minha mãe me excitava com suas palavras, acho que descobri que adorava que ela falasse safadeza enquanto me comia. Eu: são umas putas, nossas mães?
Mãe: sim, sim, somos umas vadias por deixar nossos bebês nos comerem, mmm somos umas putas por deixá-los penetrar a buceta por onde nasceram. O potrinho que tinha desmontado sua mãe de novo estava empinado, voltou ao ataque, seu peso em cima da mãe e ela aguentando, toda a cock dele enterrada nela.
Eu: olha, mamãe, olha, cada um está comendo sua mãe!!!
Mãe: uyy que tesão e que delícia. O garanhão desmontou e o pauzão dele saiu encharcado das duas gozadas, uma grande quantidade de porra saiu e a buceta da mãe dele ficou toda batida. Eu mal vi isso, comecei a me desleitar de novo na minha mãe, tirei meu pau e ela ajeitou o roupão. Mãe: vou escorrer seu sêmen nas minhas pernas, meu amor. Eu: acho que não vão perceber, olha como a safada está toda suja. Minha mãe se aproximou e o roupão dela estava uma bagunça, lama, masturbação, bom, estava tudo batido. Mãe: vou subir para me trocar assim que entrarmos ok, vamos buscar o potrinho na entrada e amarra bem. Ela se ajeitou e amarrou a gostosa, os dois como por mágica se acalmaram, o potrinho agora era o animal mais dócil e a gostosa calma. Saímos do celeiro em direção à casa. Eu: que despedida boa que eles deram, né? Mãe: jura que você nunca vai deixar de me montar, jura!!! Eu: juro, juro, você sempre será minha mulher, mamãe. Mãe: não conta para o seu avô ok, vamos entrar, vou subir para me trocar e jantaremos como se nada tivesse acontecido. Eu: bom, talvez eu deva te contar, aconteceu algo e... Vovó: já está tudo bem? Minha avó nos interrompeu na entrada da casa. Mãe: depois você me conta, sim mãe, está tudo bem já. Vovó: seu pai também já está bem, foi só um golpe na mão e no joelho, mas ele ficará bem, vamos, venham jantar. Entramos, minha mãe subiu para o quarto para se trocar, eu na cozinha lavei minhas mãos e jantamos. Minha avó não parava de me olhar a ponto de eu já me sentir um pouco desconfortável. Terminamos de jantar e minha mãe me pediu para ajudar minha avó a levantar a mesa. Ela subiu para o quarto, disse que estava cansada do dia e bom, pelo menos já com duas fodas da minha parte estava bom que ela fosse descansar. Eu estava levantando os pratos do jantar, meu avô já tinha ido para o quarto dele também descansar e minha avó lavava as coisas. Me aproximei para deixar os pratos e ela me disse bem baixinho. Vovó: ainda não vai embora, temos uma conversa pendente!!! Eu: já está tarde, acho que podemos deixar para outro dia não, vovó. Vovó: bom, se você prefere, amanhã eu falo com sua mãe e... Eu: não, não, pra que fazer isso, tudo bem vamos conversar mas aqui? Vovó: vamos ao celeiro!!! Eu: ok vovó. Terminamos a cozinha, ela supôs que o vovô estaria dormindo e minha mãe óbvio que também, chegamos ao celeiro e eu pensava em levá-la ao meu esconderijo mas primeiro devia saber suas intenções kkkk. Vovó: serei rápida e direta ok meu neto. Eu: ok vovó. Vovó: como é isso de que sua mãe te disse que você já tem pau de homem? Eu: esse, eu... Vovó: quero a verdade e quero que se comporte assim... como homem. Eu: pois é que já te falei, dormimos no mesmo quarto dividimos cama e pois em algum momento ela viu. Vovó: viu, como viu? Eu: pois assim, esse, como você viu! Vovó: tem certeza? Não viu assim bem dura? Eu: vovó!!! Vovó: que, não me diga que não fica duro? E não me diga que sua mãe não viu assim, no mínimo em algum descuido. Eu: bom, pois sim, feliz. Vovó: se viu!!! Sabia! Minha avó ficou pensativa e eu meio nervoso. Vovó: e, bom vou te perguntar, sem rodeios!!! Eu posso ver!!! Pode me mostrar? Eu: que coisa? Vovó: seu pau, meu neto!!! Seu pau!!! Eu: bom sim claro mas agora, esse...bom. Como explicava pra minha avó que pelo menos nesse dia já duas vezes tinha comido minha mãe e que pois assim de surpresa seu pedido não queria decepcioná-la em que não estivesse dura a 100. Vovó: já vejo, você é jovem nisso, precisa de alguma motivação? Eu: bom se coloca dessa maneira, claro que gostaria!!! Vovó: o que acha desse vestido que trago? Eu: é muito bonito vovó!!! Vovó: já viu que roupa íntima uso? Eu: esse, bom sim, pois às vezes deixa estendida depois de lavar e pois sim já vi. Vovó: quer ver o que trago debaixo do vestido? Eu: sim. Eu fiquei expectante com sua oferta, arrumei meu pau de lado pois só trazia uma calça já não me troquei depois de sair com mamãe ao celeiro. Ela se deu a Voltei e me sentei num banco que estava à mão. Viro pra olhar e ela me disse: "Pronto?" Eu só balancei a cabeça que sim. Ela foi levantando o vestido e diante dos meus olhos apareceu aquele rabão enorme. Ela usava uma calcinha arrebitada, como chamamos aqui no nosso país, era divina, marcava o formato daquele bumbum gigante e estava bem na minha frente. Como não reagir a uma coisa dessas, pensei só de ver. Meu pau também começou a reagir e fiquei empinando aos poucos. Ela se virou e levantou o vestido, a calcinha cobria a buceta mas desenhava os lábios vaginais, a vagina dela era bem carnuda, adorei. Vovó: Sei que já estou meio velhinha, mas espero conseguir levantar o pau de um jovem como meu neto.
Eu: Já conseguiu, vó!!!
Vovó: Sério? Me mostra?
Ela abaixou o vestido e eu me levantei do banco. Ela tomou meu lugar e, de pé na frente dela, comecei a abaixar o zíper, a desabotoar a calça e, num movimento rápido, zas, baixei tudo, libertando meu pau, já empinado diante dos olhos dela.
Vovó: Ai, meu Deus!!!
Minha avó fez o sinal da cruz como se estivesse na igreja, diante do meu pau kkkk.
Eu: O que achou, vovozinha?
Vovó: Essa coisa não é de menino, isso é a ferramenta de um homem, um homem adulto.
Eu: Pois é real, é o pau do seu netinho.
Vovó: Uiii, pois parabéns, meu filho, você tem uma coisa linda.
Eu: O que você gosta mais nela?
Vovó: Nossa, tudo, olha só, essa cabeçona, é comprida e grossa, muito bem, hein. Além disso, esses ovos que você tem parecem de homem adulto, já até pendem um pouco. (É porque estão esvaziados pela sua filha... pensei kkkk)
Vovó: E sua mãe já viu ela assim?
Eu: Já, um pouquinho.
Vovó: Ohhh, então eu... poderia... tocar?
Eu: Claro, vó, toca.
Ela aproximou a mão e colocou sobre meu pau, apertou um pouco.
Vovó: Ai, Deus, sinto como ele pulsa na minha mão.
Não soltava e não parava de olhar, tive que avançar.
Eu: Você me quer muito, vó?
Vovó: Sim, meu amor, claro, você é como um filho pra mim, por quê?
Eu: Me daria um beijinho?
Vovó: Na boca?
Eu: Não, no meu caralho!!! Vovó: no seu... aqui na cabecinha? Ela colocou o dedo nela e eu concordei que sim. Pegou meu pau com a mão firme e deixou minha cabecinha livre, virou para me olhar e fez os lábios em forma de beijo, abaixou um pouco e muuuuuuuuua, ouvi. Minha avó tinha acabado de me dar um beijo no pau. Vovó: ohhh você gostou hein, saiu líquido. Passou o dedo pelo meu pau e as gotinhas de líquido pré-gozo espalhou na minha glande. Vovó: posso dar outro beijinho? Eu: quantos quiser, vovó. Vovó: vou devorar ela de beijos. Só relaxei e prestei atenção na minha avó e seus carinhos. MUA, MUA, MUA, mmmmmmmuaaaa, só se ouvia esse barulho, minha vovozinha estava literalmente devorando meu pau de beijos. Vovó: uyyy já deixei ela cheia de batom. Virou para ver e realmente meu pau estava vermelho do batom que minha avó tinha na boca. Eu: sim hahaha, vai ter que limpar. Vovó: mas com o quê? Não trouxe nada para fazer isso. Eu: com saliva, com sua linguinha. Vovó: ohhh ok. Botou a língua para fora e desde a base das minhas bolas começou a lamber e lamber saliva e descia sem parar. Vovó: vou deixar ela bem limpinha, meu filho. Continuou no seu trabalho, quando peguei sua nuca, seu cabelo especificamente e direcionei sua cabeça para o meu pau, ela entendeu porque abriu a boca e olha só, enfiei meu pau na boca da minha avó. Eu: ohhh que gostoso, engole tudo, vovó!!! Ela não se abalou, abriu o máximo que pôde a boca e eu sem piedade enfiei até o fundo, senti sua cabeça batendo no meu estômago, e apertei ela contra mim. Era uma experiente, sua boca relaxou e senti como perfurei sua garganta, estava meu pau na sua garganta, nem minha mãe tinha conseguido fazer isso. Eu estava na glória sentindo que ia gozar mas ela bateu nas minhas coxas com as mãos, estava afogando ela!!! Soltei sua cabeça e meu pau saiu disparado da sua boca, uma grande quantidade de saliva molhou seu vestido na parte do peito. Eu: desculpa, vovó!!! Ela estava recuperando o fôlego, não conseguia nem falar hahaha. Vovó: ohhh não, não se preocupa está tudo bem, eu gostei disso, WOW Fazia tempo que eu não me afogava com um pauzão bom. Eu: O do meu avô não te afoga? Vovó: Antes sim, mas agora a gente não pratica muito isso, é difícil ele ficar assim, mas devo dizer que você está bem perto de ter uma igual à dele nos bons tempos. Eu: Bom, serei um digno herdeiro hahaha. Vovó: Como vê, já está limpo ou quer que eu continue limpando? Eu: Acho que ainda tá meio sujo, não acha? Mas você tem que limpar até aqui, até a base, tem que chegar até aqui. Apontei quase pro meu estômago hahaha, mais que meu pau. Vovó: É que me afoga, chega até minha garganta, mas posso aguentar mais uma limpada. Segurei sua cabeça e dessa vez levantei seu queixo com a outra mão. Queria ver o rosto dela enquanto engolia meu pau. Vovó: Para ser tão jovem, você sabe tratar muito bem uma mulher. Eu: Tenho boas professoras!!! Vovó: Espera, sua mãe já fez isso? Não deixei ela terminar a pergunta e não dei resposta, obriguei ela a comer meu tronco. Só se ouviu um ohhhhhgggg. Empurrei e empurrei meu pau dentro dela, seus olhos reviravam pra mim e soltei seu queixo, era o golpe final. Empurrei mais uns centímetros e zas, estava de novo na sua garganta. Sua cabeça bateu de novo em mim e dessa vez não me contive, 1, 2, 3 jatos direto na garganta, nem na boca, na garganta, não tirei porque ela não deu o sinal de bater nas minhas coxas. Ela aguentou como uma verdadeira guerreira os tiros. Senti ela engolir porque meu pau estava obstruindo a entrada. Eu: Ohhh vovozinha que delícia, já tiro? Ela balançou a cabeça dizendo não com meu pau dentro. Senti sua língua brincando com meu pau, ele começou a perder a ereção e foi contraindo, senti sair da sua garganta e quando estava na sua boca, ela chupou tudo que pude apertando os lábios para não deixar uma única gota na minha rola, muaaaa, libertou meu pau de sua boquinha faminta. Vovó: Pronto, deixei limpo como estava, ok? Ahhh e obrigada pela porra, fazia tempo que não tomava sêmen e menos ainda quentinho e espezo. Subi minhas calças e arrumei o banco, ela se ajeitou um pouco - o vestido estava todo bagunçado e encharcado no peito.
Eu: Meu avô não vai suspeitar de nada se te ver assim?
Vovó: Aquele, já está mais dormindo do que qualquer coisa, sua mãe não vai suspeitar de nada.
Eu: Ela também já deve estar dormindo.
Vovó: Você tá comendo ela?
Essa eu não vi chegando, minha avó era muito direta.
Eu: Por que você me pergunta isso?
Vovó: Por que sua mãe seria uma idiota se não aproveitasse essa beleza de homem que você tá virando.
Eu: Bom, esse é problema nosso, ok? Se eu tô comendo ela ou não, não te interessa, não te envolve, não te importa, ok? O que acontece no nosso quarto é problema nosso.
Vovó: Já entendi, já entendi... e agora, o que você vai fazer comigo?
Eu: Fazer o quê?
Vovó: Eu também quero um quarto pra gente, onde aconteça qualquer coisa e a gente não seja avó e neto. Ou será que você não quer mais disso?
Ela botou a língua pra fora, mostrando ainda restos da minha porra nela.
Eu: Vem, me segue.
Peguei ela pela mão, tirei as duas tábuas que cobriam meu esconderijo, os fardos que estavam de isca, e meti ela no meu lugar secreto.
Vovó: Nossa, nossa, não tinha percebido esse lugar.
Eu: O celeiro é grande, construí isso anos atrás, é meu esconderijo.
Vovó: Pode ser nosso esconderijo?
Eu: Pra isso te trouxe. Eu entro pela parte do telhado, pra não precisar tirar as tábuas e os fardos, mas vou fazer uma entrada pequena pra você - vai ter que entrar de gatinhas e tampar bem o acesso. Não queremos que ninguém nos descubra, né?
Vovó: Não, claro que não. Vai ser nosso segredo.
Eu: Agora que a gente botou as cartas na mesa sobre minha mãe, e você e o vovô?
Vovó: Como assim?
Eu: É, será que ele não vai se importar se não souber onde você tá, ou se a gente fizer coisas como as de hoje?
Vovó: Eu cuido disso. Por enquanto, você só se concentra em imaginar o que a gente vai fazer amanhã, quando sua mãe e ele forem vender os cavalos e demorarem mais de um dia pra voltar...
Eu: Juntos? Meu avô vai com ela, vão ficar juntos?
Vovó: Já fizeram isso antes, muitas vezes, que... te surpreende? Ohhh, já sei, você está com ciúmes do seu avô e da sua mãe? Eu: ciúmes kkkkk claro que não, é só que, esquece. Hora de ir embora. Saímos do celeiro e trancamos, entramos na casa e na sala minha avó me deu um beijo na bochecha. Vó: boa noite, meu neto, descanse, obrigada pelo gole de porra, estava muito gostoso!!! Eu: vó!!! Vó: o que, ué, você me deu porra pra beber, obrigada. Entrei no quarto com minha mãe, de fato ela estava dormindo, entrei na cama sem fazer barulho, a abracei e ela nem se mexeu, eu também precisava descansar, três gozadas no dia me deixaram meio cansado, mas com um sorriso no rosto que ninguém imaginaria o porquê.
Acordei quando minha mãe já estava no banho se arrumando e saiu vestida, com uma calça jeans que ficava incrível nela, sem bolsos traseiros nem dianteiros, desenhava perfeitamente seu bundão, sem nada marcando devia estar usando uma calcinha fio-dental ou mini, em cima uma camisa xadrez de vaqueira e estava vestindo uma jaqueta de couro preta, botas combinando, bem, uma vaqueirinha madura gostosa.Mãe: Acorda já, dorminhoco!!!
Eu: Pra onde você vai?
Mãe: Pra venda de gado, como toda temporada, não tinha te avisado?
Eu: Não, e com quem você vai?
Mãe: Com seu avô como sempre, além do mais é uma grande ajuda ele ir já que o cavalo machucou ele.
Eu: Ahhh e você volta hoje, né?
Mãe: Não, meu amor, você sabe que hoje a noite dormimos lá porque amanhã tem que madrugar, por que tanta pergunta?
Eu: Curiosidade. E onde vocês vão ficar com o vovô? Num hotel?
Mãe: Pois é, não gostamos de ficar no acampamento da feira de gado porque é meio feio, todo ano alugamos um quarto de hotel.
Eu: Ahhh e vocês não aprontam nada?
Mãe: Que perguntas, filho, hahaha, vou indo tá, se cuida muito te amo, cuida da sua avó que vai ficar com você e me espera com muita ansiedade porque amanhã quando eu voltar quero muitas e bem gostosas fodas, tchau.
Eu: Tchau, mamãe, boa sorte e se comporta, hein.
Mãe: Hahaha claro, bebê, tchau.
Demorei um pouco pra sair do quarto, ouvi a saída dos carros com os reboques e esperei mais um pouco, quase uma hora, depois um tempo minha avó gritou da cozinha que o café da manhã já estava pronto.
Desci sem muita vontade, a ideia da minha mãe e do avô sozinhos num hotel, sozinhos numa cama, hmmm, me deixou inquieto. Entrei na cozinha e tudo isso sumiu da minha mente. Minha avó estava divina na cozinha. Estava de costas no fogão cozinhando.
Eu: (CARAMBA, ela não tá de calcinha?) Bom dia, vó!!!
Avó: Oi, meu neto, bom dia, seu café da manhã já está quase pronto, ok, senta aí.
Eu: Ok, vó.
Me sentei e fiquei de frente pra ela, estava pasmo, ela estava com um vestido florido branco, sempre se vestia vestida assim com o vestido quase abaixo do joelho, mas dessa vez ela estava com o avental amarrado na cintura, a particularidade era que ao amarrar o avental, ela amarrou a parte de trás do vestido também, deixando suas nádegas enormes expostas à minha vista. Pensei: ela não está de calcinha, WOW, desceu sem calcinha do quarto, não, não espera, o que é aquilo? Tinha que tirar a dúvida.
Eu: Vó, me passa um copo para eu me servir de suco?
Vó: Sim, meu filho, vou pegar.
Ela se aproximou da prateleira onde ficam os copos e se esticou para pegar um, isso fez com que seu vestido e avental subissem pelo menos alguns centímetros ao esticar o braço.
Eu: (CARALHO, apareceu um fio dental cor de pele que mal deu para distinguir, era muito fino e pelo tom quase parecia a pele dela. Minha avó estava usando um fio dental!!!)
Vó: Aqui está, meu filho.
Eu: Obrigado, vó.
Fiquei assim atento a ela sem parar de olhar aquele bumbum lindo, embora minha mãe fosse bunduda, não ganhava da minha avó, só que ela tinha um pouco caído, não tão firme quanto minha mãe, mas para a idade dela estava espetacular.
Vó: Tem algo errado?
Eu: Algo? Como assim?
Vó: Não sei, você está muito sério, e sinto algo estranho em você.
Eu: Pode se virar um pouco e se aproximar, vó.
Ela se levantou, ficou ao meu lado e parou quieta.
Plasss... plasss.
Duas palmadas sonoras na sua bunda, uma em cada nádega.
Vó: Aiii, meu filho, por que fez isso?
Eu: Se olha no espelho!!!
Ela caminhou até a sala onde tem um espelho e se virou.
Vó: Ai caramba, tô mostrando tudo jijiji!!!
Pensei que ao voltar para a cozinha ela iria arrumar o vestido ou algo assim, mas ela veio até mim e deu as costas.
Vó: Me esfrega, você deixou minha bunda dolorida com essas palmadas.
Aquele bumbumzão na frente dos meus olhos, minhas mãos não perderam tempo e cada uma foi para uma de suas nádegas.
Vó: Mmmm que gostoso!!!
Eu: Podemos subir para o meu quarto e...
Vó: Calma, meu filho, temos o dia todo para nos divertir, por enquanto, você quer sua avó pelada na casa o dia todo?...
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