Aqui vai a segunda parte dessa história.
Espero que vocês curtam muito.
http://www.poringa.net/posts/relatos/6025550/Jamal-el-bully-de-mi-hijo.html
esta é a primeira parte
Muito obrigado por me ler.
por os pontos e por me seguir
Foi assim que cheguei em casa depois de ter andado aquelas quadras do meu bairro com muita dificuldade, minha aparência dizia tudo, pra minha sorte já era muito tarde, só esperava que o Oscarcito ainda estivesse estudando. Assim que entrei, fui direto pro banheiro, um banho longo na banheira me recompôs um pouco. Saí de lá e cruzei com o Oscar.
Oscar, tudo bem, mãe? Como foi com o Jamal?
A verdade é que foi melhor do que eu esperava. O pai dele, o Anselmo, foi muito compreensivo comigo, tenho certeza que ele não vai mais te encher o saco.
Oscar, tô percebendo que foi foda pra caralho, te custou uma paciência do cacete pra convencer ele.
Sim, amor, mas a verdade é que valeu a pena. O Jamal é um cara legal, só precisa de mais carinho. Agora vou descansar um pouco, me avisa quando chegar, papai céu.
Só queria descansar um pouco e me recuperar antes do meu marido chegar, meu corpo tava doendo inteiro, mas principalmente minha bunda. Foi aí que comecei a lembrar da trepada que aqueles dois negões tinham me dado, e principalmente como eles me transformaram numa puta ninfomaníaca deles. Por algum motivo, quando lembrava deles, eu ficava toda molhada. Só esperava que ele tivesse conseguido que o Jamal não enchesse mais o saco do Oscarcito. No dia seguinte, tava ansiosa pra saber o resultado, não só por causa do Oscarcito, mas também pra saber se eu ia ver o Jamal de novo na casa dele.
Oscar: Oi, gostosa, como cê tá?
Tá bom, amor, ainda com umas dores, mas de boa, meu céu. Como foi teu dia hoje?
Oscar, pra ser sincero, foi uma maravilha. Não sei o que você falou com o Jamal, mas valeu a pena. Hoje a gente conversou e, acredite se quiser, ele pediu desculpas por qualquer vez que me tratou mal. Ninguém ousou me encher o saco e, acredite, a gente sentou junto. Só que tive que explicar umas paradas pra ele, e quando terminamos, ele me acompanhou até em casa pra garantir que não acontecesse nada comigo.
Que bom, minha vidaaa
Oscar, preciso te pedir uma parada. Segunda-feira tem prova. A real é que eu tô suave com tudo, mas o coitado do Jamal mal consegue lidar com matemática e eu queria dar uma força pra ele.
Tá bom, minha vida.
Oscar, então quero convidar ele pra minha casa esse fim de semana pra ajudar ele, é que agora ele é muito bom comigo.
Justo neste fim de semana teu pai não vai estar em casa, ele precisa viajar pra uma conferência, amor.
Oscar, então é melhor chamar o Jamal, o segurança vai cuidar muito bem da gente.
Sim, meu céu, tá bom, a gente vai se acertar muito bem.
Desde aquele momento eu já sabia o que ia rolar, só de pensar em passar o fim de semana inteiro com o Jamal eu já ficava toda molhada, só esperava que o Oscar não percebesse nada, coisa muito difícil pra mim porque eu não parava de me tocar pensando naquela pica preta enorme. E aí chegou o sábado, eu me vesti bem a caráter pra esquentar meu novo macho preto, só um robe vermelho por cima e nada além de uma fio dental por baixo, verdade seja dita, eu tava pegando fogo, não acreditava como aquela pica preta controlava meu corpo. Arrumei um lugar legal no escritório do meu marido pra eles dois poderem estudar, finalmente o Jamal chegou, quando vi ele quase me mijei toda, ele me deu um abraço sem perder a chance de passar a mão na minha bunda de propósito, falando no meu ouvido.
Jamal, sexta-feira tem festa em casa, hoje tu é minha putinha, tu não faz ideia do que te espera.
Sim, filho da puta, mas que meu filho não descubra, essa é a única condição que eu coloco.
Jamal, você não pode colocar nenhuma condição, sua puta.
Se ela descobrir, não vai mais te ajudar e pode esquecer de passar de ano.
Oscar estava terminando de arrumar o estúdio e, quando desceu, levou o Jamal pro lugar onde iam estudar e depois desceu pra pegar algo pra beber.
Oscar, mami, cê viu o Jamal? Viu como ele tava? Pelo amor de Deus, se veste melhor.
Hay love, claro que vi sim, o moleque tá com os hormônios a mil, mas eu assim tô muito confortável, meu céu.
Oscar, mas viu como ele ficou duro? Aquela parada é enorme.
Viu, céu, nem seu pai tem uma dessas.
Oscar, toma cuidado, véia, essa coisa com certeza vai te partir no meio.
Tomara que eu fizesse, meu anjo, mas até pouco tempo atrás eu era seu bully, nunca esqueça disso.
Naquele momento, não me chamou a atenção que o Oscarcito olhasse pro pacote do Jamal com tanta admiração, eu só queria que ele me fizesse dele e ser comida de novo selvagemente. Duas horas depois, o Jamal desceu e me levou pra cozinha, onde ele só tirou o pau dele pra fora da calça. Praticamente me joguei em cima e comecei a chupar sem ele me mandar nada, ele só gemia e me humilhava pelo tanto de puta que eu tava sendo. E assim ele começou a comer minha boca, me segurando pela cabeça, e não parou até encher minha boca de porra, me deixando ali ajoelhada no chão, enquanto ele pegava uma cerveja e ia pro estúdio do meu marido. Eu fiquei com a garganta dolorida e, com meus dedos, juntei a porra do preto no meu rosto e engoli. Nessa hora, o Oscar chegou e quis tomar um mate comigo, já que o Jamal tava praticando uns exercícios. Ver meu filho compartilhando a mesma bombinha que, com certeza, passava os restos de porra do bully dele me deu muita pena. Não podia ser tão ruim com meu bebê, mas não conseguia evitar. Quando ele finalmente foi embora, pensei no que o Jamal tinha me transformado, eu que até conhecê-lo era uma senhora decente, incapaz de trair meu marido, mesmo transando pouco com ele. Me ver assim, desesperada por paus pretos, me fazia não me reconhecer. Pensar que antes nunca quis entregar minha bunda e agora só pensava em dar pros negros pra me arrebentarem, quando nem pro meu marido eu tinha dado. Me sentia dominada e adorava demais. Assim foi passando a tarde, esperando ansiosa pela noite. Preparei o jantar sem parar de pensar naquele pau, e quando eles desceram pra jantar, já tava tudo pronto. Jantamos e eles subiram de novo, enquanto eu coloquei um filme que não conseguia assistir. Lá pela meia-noite, subi pro estúdio e falei pro Oscar.
Bueno, filhote, já é hora de dormir. Amanhã vocês têm o dia inteiro pra estudar.
Jamal, pra ser sincero, tô cansado pra caralho de tanto estudar, preciso dar uma distraída.
Oscar tá de boa, se quiser pode ir dormir, hoje você avançou pra caralho, mas eu vou ficar revisando aqui pra mim porque tô muito atrasado.
Jamal, e aí, tu passou o tempo todo me ajudando, hein?
Mas tu quer dormir ou se distrair um pouco? Eu tô vendo um filme, se quiser pode vir.
Jamal, beleza, vamos só um pouco, já quero ir pra cama.
Oscar ficou no estúdio e a gente foi pra sala. Mal a gente saiu, o Jamal me pegou pela buceta e me levou assim até o futon.
Para, o Oscarcito ainda tá acordado.
Jamal, que se foda, sua puta, anda, me traz uma cerveja e começa a chupar.
Trouxe ela e me joguei em cima da pica dele.
Jamal, que faminta que você tá, sua puta, melhor a gente ir pra cama onde você dorme com seu marido.
Já entrei com o pau dele pra fora, assim que chegamos tirei meu roupão e a minha calcinha fio dental, que ele guardou no bolso enquanto eu, ansiosa, tirava a roupa dele. Ele me jogou na cama e eu sentei em cima dele. Eu já tava mais que molhada, minha buceta abria e fechava pedindo pra ter aquele pau inteiro dentro, nem que doesse. Sentei em cima dele e ele meteu de uma vez só até o fundo, e assim fiquei me acabando sozinha, engolindo aquele pau enorme sem parar de gemer que nem uma gata. Depois ele mandou eu dar minha bundinha pequena pra ele.
Já quer me arrebentar a buceta? Me dá um pouco mais de prazer, cara.
Jamal faz o que eu mando, puta, você só pode obedecer ao que eu ordeno.
Fiquei do jeito que ele gosta, resignada a ser a putinha dele, mesmo que doesse e eu ficasse manca, o que aconteceu na hora. Ele me comeu sem pena e, assim que a pica dele entrou no meu cu, começou a me foder sem parar. Oscar não ouvia meus gemidos enquanto eu me agarrava aos lençóis, minhas pobres pernas tremiam demais e não aguentaram aquele macho por muito tempo. Logo cederam, e assim o Jamal continuou arrombando meu cu do jeito que queria, enquanto eu, chorando de dor, me perguntava por que aquilo me dava tanto tesão. O Jamal não parou de gozar, mesmo depois de eu já ter tido três orgasmos antes de ele encher meu cu. Depois de me encher, me obrigou a limpar bem a rola dele até ela ficar dura de novo, e quando consegui, ele disse
Jamal, agora vamos fazer um irmãozinho pro Oscarcito.
Não me opus a isso, pelo contrário, pedi pra ele me engravidar se quisesse.
Jamal, vagabundo, mulheres não engravidam, as putas são emprenhadas, seu vagabundo de merda.
Ele enfiou o pau na minha buceta e começou a me foder com tudo, eu não aguentava aquelas porradas de pica e implorei pra ele ir mais devagar, o que só fez ele ficar mais puto e meter com mais força. Mesmo assim, tive mais dois orgasmos até ele encher minha buceta de porra, me deixando toda quebrada e ele também exausto.
Jamal, agora vou com o Oscarcito, acho que vou fazer daquele viadinho também meu putinho.
Ai não, por favor, não faz isso, te imploro
Jamal, se não quiser que eu faça, na sexta-feira vêm três amigos em casa e quero você lá a noite inteira.
Não me trata como puta, Jamal. Eu sou sua, mas só pra proteger meu filho.
Jamal, sei lá, pensa direito. Se não cumprir, vou arrebentar o cu dele também e do teu marido, que deve ser um baita dum viado por não te comer no cu.
Espero que vocês curtam muito.
http://www.poringa.net/posts/relatos/6025550/Jamal-el-bully-de-mi-hijo.html
esta é a primeira parte
Muito obrigado por me ler.
por os pontos e por me seguir
Foi assim que cheguei em casa depois de ter andado aquelas quadras do meu bairro com muita dificuldade, minha aparência dizia tudo, pra minha sorte já era muito tarde, só esperava que o Oscarcito ainda estivesse estudando. Assim que entrei, fui direto pro banheiro, um banho longo na banheira me recompôs um pouco. Saí de lá e cruzei com o Oscar.
Oscar, tudo bem, mãe? Como foi com o Jamal?
A verdade é que foi melhor do que eu esperava. O pai dele, o Anselmo, foi muito compreensivo comigo, tenho certeza que ele não vai mais te encher o saco.
Oscar, tô percebendo que foi foda pra caralho, te custou uma paciência do cacete pra convencer ele.
Sim, amor, mas a verdade é que valeu a pena. O Jamal é um cara legal, só precisa de mais carinho. Agora vou descansar um pouco, me avisa quando chegar, papai céu.
Só queria descansar um pouco e me recuperar antes do meu marido chegar, meu corpo tava doendo inteiro, mas principalmente minha bunda. Foi aí que comecei a lembrar da trepada que aqueles dois negões tinham me dado, e principalmente como eles me transformaram numa puta ninfomaníaca deles. Por algum motivo, quando lembrava deles, eu ficava toda molhada. Só esperava que ele tivesse conseguido que o Jamal não enchesse mais o saco do Oscarcito. No dia seguinte, tava ansiosa pra saber o resultado, não só por causa do Oscarcito, mas também pra saber se eu ia ver o Jamal de novo na casa dele.
Oscar: Oi, gostosa, como cê tá?
Tá bom, amor, ainda com umas dores, mas de boa, meu céu. Como foi teu dia hoje?
Oscar, pra ser sincero, foi uma maravilha. Não sei o que você falou com o Jamal, mas valeu a pena. Hoje a gente conversou e, acredite se quiser, ele pediu desculpas por qualquer vez que me tratou mal. Ninguém ousou me encher o saco e, acredite, a gente sentou junto. Só que tive que explicar umas paradas pra ele, e quando terminamos, ele me acompanhou até em casa pra garantir que não acontecesse nada comigo.
Que bom, minha vidaaa
Oscar, preciso te pedir uma parada. Segunda-feira tem prova. A real é que eu tô suave com tudo, mas o coitado do Jamal mal consegue lidar com matemática e eu queria dar uma força pra ele.
Tá bom, minha vida.
Oscar, então quero convidar ele pra minha casa esse fim de semana pra ajudar ele, é que agora ele é muito bom comigo.
Justo neste fim de semana teu pai não vai estar em casa, ele precisa viajar pra uma conferência, amor.
Oscar, então é melhor chamar o Jamal, o segurança vai cuidar muito bem da gente.
Sim, meu céu, tá bom, a gente vai se acertar muito bem.
Desde aquele momento eu já sabia o que ia rolar, só de pensar em passar o fim de semana inteiro com o Jamal eu já ficava toda molhada, só esperava que o Oscar não percebesse nada, coisa muito difícil pra mim porque eu não parava de me tocar pensando naquela pica preta enorme. E aí chegou o sábado, eu me vesti bem a caráter pra esquentar meu novo macho preto, só um robe vermelho por cima e nada além de uma fio dental por baixo, verdade seja dita, eu tava pegando fogo, não acreditava como aquela pica preta controlava meu corpo. Arrumei um lugar legal no escritório do meu marido pra eles dois poderem estudar, finalmente o Jamal chegou, quando vi ele quase me mijei toda, ele me deu um abraço sem perder a chance de passar a mão na minha bunda de propósito, falando no meu ouvido.
Jamal, sexta-feira tem festa em casa, hoje tu é minha putinha, tu não faz ideia do que te espera.
Sim, filho da puta, mas que meu filho não descubra, essa é a única condição que eu coloco.
Jamal, você não pode colocar nenhuma condição, sua puta.
Se ela descobrir, não vai mais te ajudar e pode esquecer de passar de ano.
Oscar estava terminando de arrumar o estúdio e, quando desceu, levou o Jamal pro lugar onde iam estudar e depois desceu pra pegar algo pra beber.
Oscar, mami, cê viu o Jamal? Viu como ele tava? Pelo amor de Deus, se veste melhor.
Hay love, claro que vi sim, o moleque tá com os hormônios a mil, mas eu assim tô muito confortável, meu céu.
Oscar, mas viu como ele ficou duro? Aquela parada é enorme.
Viu, céu, nem seu pai tem uma dessas.
Oscar, toma cuidado, véia, essa coisa com certeza vai te partir no meio.
Tomara que eu fizesse, meu anjo, mas até pouco tempo atrás eu era seu bully, nunca esqueça disso.
Naquele momento, não me chamou a atenção que o Oscarcito olhasse pro pacote do Jamal com tanta admiração, eu só queria que ele me fizesse dele e ser comida de novo selvagemente. Duas horas depois, o Jamal desceu e me levou pra cozinha, onde ele só tirou o pau dele pra fora da calça. Praticamente me joguei em cima e comecei a chupar sem ele me mandar nada, ele só gemia e me humilhava pelo tanto de puta que eu tava sendo. E assim ele começou a comer minha boca, me segurando pela cabeça, e não parou até encher minha boca de porra, me deixando ali ajoelhada no chão, enquanto ele pegava uma cerveja e ia pro estúdio do meu marido. Eu fiquei com a garganta dolorida e, com meus dedos, juntei a porra do preto no meu rosto e engoli. Nessa hora, o Oscar chegou e quis tomar um mate comigo, já que o Jamal tava praticando uns exercícios. Ver meu filho compartilhando a mesma bombinha que, com certeza, passava os restos de porra do bully dele me deu muita pena. Não podia ser tão ruim com meu bebê, mas não conseguia evitar. Quando ele finalmente foi embora, pensei no que o Jamal tinha me transformado, eu que até conhecê-lo era uma senhora decente, incapaz de trair meu marido, mesmo transando pouco com ele. Me ver assim, desesperada por paus pretos, me fazia não me reconhecer. Pensar que antes nunca quis entregar minha bunda e agora só pensava em dar pros negros pra me arrebentarem, quando nem pro meu marido eu tinha dado. Me sentia dominada e adorava demais. Assim foi passando a tarde, esperando ansiosa pela noite. Preparei o jantar sem parar de pensar naquele pau, e quando eles desceram pra jantar, já tava tudo pronto. Jantamos e eles subiram de novo, enquanto eu coloquei um filme que não conseguia assistir. Lá pela meia-noite, subi pro estúdio e falei pro Oscar.
Bueno, filhote, já é hora de dormir. Amanhã vocês têm o dia inteiro pra estudar.
Jamal, pra ser sincero, tô cansado pra caralho de tanto estudar, preciso dar uma distraída.
Oscar tá de boa, se quiser pode ir dormir, hoje você avançou pra caralho, mas eu vou ficar revisando aqui pra mim porque tô muito atrasado.
Jamal, e aí, tu passou o tempo todo me ajudando, hein?
Mas tu quer dormir ou se distrair um pouco? Eu tô vendo um filme, se quiser pode vir.
Jamal, beleza, vamos só um pouco, já quero ir pra cama.
Oscar ficou no estúdio e a gente foi pra sala. Mal a gente saiu, o Jamal me pegou pela buceta e me levou assim até o futon.
Para, o Oscarcito ainda tá acordado.
Jamal, que se foda, sua puta, anda, me traz uma cerveja e começa a chupar.
Trouxe ela e me joguei em cima da pica dele.
Jamal, que faminta que você tá, sua puta, melhor a gente ir pra cama onde você dorme com seu marido.
Já entrei com o pau dele pra fora, assim que chegamos tirei meu roupão e a minha calcinha fio dental, que ele guardou no bolso enquanto eu, ansiosa, tirava a roupa dele. Ele me jogou na cama e eu sentei em cima dele. Eu já tava mais que molhada, minha buceta abria e fechava pedindo pra ter aquele pau inteiro dentro, nem que doesse. Sentei em cima dele e ele meteu de uma vez só até o fundo, e assim fiquei me acabando sozinha, engolindo aquele pau enorme sem parar de gemer que nem uma gata. Depois ele mandou eu dar minha bundinha pequena pra ele.
Já quer me arrebentar a buceta? Me dá um pouco mais de prazer, cara.
Jamal faz o que eu mando, puta, você só pode obedecer ao que eu ordeno.
Fiquei do jeito que ele gosta, resignada a ser a putinha dele, mesmo que doesse e eu ficasse manca, o que aconteceu na hora. Ele me comeu sem pena e, assim que a pica dele entrou no meu cu, começou a me foder sem parar. Oscar não ouvia meus gemidos enquanto eu me agarrava aos lençóis, minhas pobres pernas tremiam demais e não aguentaram aquele macho por muito tempo. Logo cederam, e assim o Jamal continuou arrombando meu cu do jeito que queria, enquanto eu, chorando de dor, me perguntava por que aquilo me dava tanto tesão. O Jamal não parou de gozar, mesmo depois de eu já ter tido três orgasmos antes de ele encher meu cu. Depois de me encher, me obrigou a limpar bem a rola dele até ela ficar dura de novo, e quando consegui, ele disse
Jamal, agora vamos fazer um irmãozinho pro Oscarcito.
Não me opus a isso, pelo contrário, pedi pra ele me engravidar se quisesse.
Jamal, vagabundo, mulheres não engravidam, as putas são emprenhadas, seu vagabundo de merda.
Ele enfiou o pau na minha buceta e começou a me foder com tudo, eu não aguentava aquelas porradas de pica e implorei pra ele ir mais devagar, o que só fez ele ficar mais puto e meter com mais força. Mesmo assim, tive mais dois orgasmos até ele encher minha buceta de porra, me deixando toda quebrada e ele também exausto.
Jamal, agora vou com o Oscarcito, acho que vou fazer daquele viadinho também meu putinho.
Ai não, por favor, não faz isso, te imploro
Jamal, se não quiser que eu faça, na sexta-feira vêm três amigos em casa e quero você lá a noite inteira.
Não me trata como puta, Jamal. Eu sou sua, mas só pra proteger meu filho.
Jamal, sei lá, pensa direito. Se não cumprir, vou arrebentar o cu dele também e do teu marido, que deve ser um baita dum viado por não te comer no cu.
2 comentários - Jamal, o valentão do Oscarcito
todo va en ese camino
disfrutalo
http://www.poringa.net/posts/relatos/6029082/Jamal-un-fin-de-semana-con-el-bully.html