Sabadão de putaria

Sábado foi a festa da minha amiga. O pai do meu namorado emprestou o carro pra ele e ele passou pra me pegar. Saí feliz de casa, minha mãe falou pra eu me divertir, mas quando meu namorado me viu, disse que o vestido tava muito justo, que eu tava muito ousada, e me senti meio mal, esperava que ele fosse gostar. E percebi ele meio sério. Passamos na casa da minha amiga pra pegar ela, e o namorado dela já tinha ido na frente e ia esperar a gente no salão. Entramos no salão e meu namorado continuava meio sério, pedi pra ele me chamar pra dançar e ele não quis. Tinha uns colegas da escola e um deles veio até nossa mesa e me chamou pra dançar, eu não queria pra não irritar mais meu namorado do que já tava, mas minha amiga insistiu e me puxou pra dançar. Dancei sem prestar atenção nas pessoas, só pensava que não devia ter me vestido assim, mas já não podia fazer nada. Tentei falar com meu namorado, mas ele não colaborou, disse que não gostava do meu vestido porque tava muito ousado, que se eu não tinha percebido que os caras tavam me olhando. Sinceramente, não tinha notado que tavam me olhando, falei que me vesti e me arrumei pra ele, mas ele não entendeu razão nenhuma, então me senti mal naquele momento, queria voltar pra casa, pedi pra ele me levar e ele disse que não podia. Minha amiga Glória percebeu e perguntou o que tava rolando, e contei que meu namorado tava com ciúmes do jeito que eu me arrumei e que queria ir pra casa, que ia pedir pro meu cunhado vir me buscar. Ela falou que tava beleza. Depois de 40 minutos, minha amiga e o namorado dela me acompanharam até a porta do salão, quando entrei na caminhonete não aguentei mais e comecei a chorar. Minha amiga e o namorado dela voltaram pra festa, eu tava no estacionamento do salão. Meu cunhado me perguntou o que tava rolando antes de começar a dirigir, entre soluços contei o que tinha acontecido com meu namorado, ele me ouviu atento. Cunhado - Deixa ele, cê gosta dele? Eu - Um pouco, mas o que a gente fez e como ele me fez sentir me fez sentir culpada. Me sinto mal por isso. Cunh- não chora, você tá linda, não fica mal, olha, é normal ele ficar com ciúme, porque teu rabo é lindo e redondinho, de verdade, você tá gostosa. Eu - você só fala isso pra me fazer sentir bem. Cunh- se quiser, vai com ele, eu espero. Eu- não, vamos embora, não quero saber dele agora, sei que amanhã ele vai me ligar. Cunh- vem, me dá um abraço. Abracei ele, ele acariciou meu cabelo, me beijou, fez eu mexer minha cintura, abrir minhas pernas, a mão dele me acariciava, a outra mão subiu no meio das minhas pernas, tocou minha calcinha fio dental que quase não cobria minha bucetinha. Pegou minha mão e disse: "sente como você me deixa, minha menina", levou a mão dele com a minha sobre a calça dele, timidamente senti ele duro, olhei nos olhos dele. Cunh- tira ela. Eu- não, não, e se alguém nos ver? E se meu namorado aparecer? Ele me beijou de novo, abri meus lábios de novo, a língua dele era quente, me fazia gemer, a mão dele acariciou minha bucetinha de novo. Não conseguia evitar mexer minha cintura, abrir minhas pernas quando o dedo dele entrou na minha bucetinha, gemi mais, minha mão começou a acariciar o pau dele por cima da calça, ele beijava meu pescoço, descia pelo meu vestido e beijava meus peitos, me deitou no banco, o dedo dele fazia movimentos dentro da minha bucetinha que me faziam gemer, não conseguia evitar mexer minha cintura. Ele tirou o dedo molhado, começou a acariciar minha bunda, espalhava meus fluidos nas minhas nádegas, era uma sensação nova pra mim, nunca tinha vivido algo assim. Cunh- adoro sua bunda, como você anda, seu rabo é apertadinho. Senti ele enfiar o dedo no meu cu. Mordi meus lábios quando ele tinha o dedo no meu cu, me beijou, o dedo entrava e saía do meu cu, eu abria a boca, gemia, acariciava ele mais. Cunh- que gostosa você tá, minha menina, tem um cu apertadinho gostoso. Essas palavras me excitaram mais, não consegui evitar abaixar o zíper da calça dele, tirar o pau dele. Acariciei ele. Cunh- você gosta? Soltei o pau dele, abracei ele, beijei ele. Eu- sim, eu gosto, não continua mais, por favor, vamos embora. Ele mexia mais o dedo que tinha no meu cu, o pau dele passava por cima da minha calcinha. com os sucos dele eu lambuzava minha calcinha fio dental, mexia meus quadris no ritmo do pau dele. Cunhado – quer que eu te coma, minha menina? Não falei nada, só suspirava, me mexia, tinha meus olhos fechados, suspirava. Ele tirou o dedo do meu cu, o que fez eu abrir os olhos. Cunhado – não se preocupa, me beijou. Cunhado – fica de quatro. Meu vestido estava na minha cintura, ele beijava minhas nádegas, acariciava minha bucetinha, subia pelas minhas costas me beijando, não conseguia evitar de mexer minhas nádegas quando senti o pau quente dele, os sucos que lambuzavam minhas nádegas. Beijava meu pescoço, apertava o pau dele com minhas nádegas, me inclinei no banco, separei com minhas mãos minhas nádegas, ofereci meu cu pra ele. Ele colocou o pau na entrada do meu cu, me segurou pela cintura, empurrou, me fez gemer. Cunhado – mais? Eu – siiiim. O pau dele abria meu cu, sentia dor, mordia meus lábios, ele empurrava mais, eu me jogava pra trás pra ele meter mais, senti a cabeça dele entrando, não consegui evitar de gritar, ele colocou a mão na minha boca pra ninguém me ouvir, parou, eu respirava, suava, ele me beijou o pescoço. Cunhado – já entrou, minha menina. Me senti feliz, comecei a me mexer, ele me penetrava no cu. Com movimentos suaves, ele começou a se mover, entrava, saía um pouco, eu rodava meus quadris pra ele me comer mais, comecei a gemer. Cunhado – que gostosa, você se mexe. Cunhado – meto tudo? Eu – siiiim, siiiim. Senti ele meter tudo, me fez gritar de novo, batia a pélvis dele, as bolas dele na minha bucetinha. Com minhas unhas, acariciava as bolas dele enquanto ele me penetrava toda, eu gemia, me mexia, levantei minha cara e vi na entrada da sala meu namorado, que estava conversando com minha amiga. Comecei a me mexer mais, o pau do cunhado entrava e saía do meu cu sem tirar a cabeça. Ver meu namorado na entrada da sala, e meu cunhado me comendo, me deixou mais excitada, me mexia mais. Meu celular começou a tocar, vi que era meu namorado. Cunhado – atende. Eu – não. Ele insistiu de novo, atendi. Cunhado – vou gozar, saio? Eu – não, não. Senti ele ficar rígido, me apertou mais, o gozo quente dele entrava em mim, me senti muito feliz sentindo as descargas do gozo dele. no meu cu. Sentia as descargas da porra dele enquanto ele beijava meu pescoço, falava "toma minha porra, minha menina", eu via meu namorado na entrada da sala com o celular e eu recebendo a porra do meu cunhado. Cunhado — que gostosa, como você aperta, como você se mexe. Cunhado — você gostou? Eu beijei ele. Eu — adorei. Beijei ele. Falei pra ele me levar pra casa, tava muito cansada, muito feliz. Fui abraçada nele enquanto ele dirigia, acariciava o pau dele por cima da calça. O sinal fechou. Cunhado — você adora meu pau? Falei com um beijo: sim. Chegamos e minha mãe tava com meu sobrinho no quarto dela, falei que chegamos e ela só disse "tá bom, vai dormir". Meu cunhado me carregou e me beijava enquanto apalpava minha bunda e enfiava os dedos na minha bucetinha e no meu cu, beijei ele tão gostoso e olhei nos olhos dele. Eu — já quero dormir. Ele me deixou na entrada do meu quarto. Cunhado — descansa, minha menina.Sabadão de putaria
vadia
gostosa

2 comentários - Sabadão de putaria

Tu papa debe de vivir con la pija dura de mirarte el culo todo el dia