Nós e meu colega de trabalho III

Nós e meu colega de trabalho IIIA água do banho ainda corria quando Lúcia se arqueou na cama, a camisola azul-clara mal cobrindo seu corpo, transparente sob a luz quente das velas. Os dedos dela traçavam círculos lentos nas coxas, subindo, subindo, até roçar a beirada da buceta. Meus dentes se apertaram. — *Gosta de me ver me tocando, love?* — sussurrou ela, me olhando com aqueles olhos verdes que sempre souberam me dominar—. *Ou prefere que seja ele quem veja...*

Roberto saiu do banheiro, a testa brilhando de suor, a camisa colada nas costas. Parou de repente ao nos ver, a garganta se movendo num gole seco. — *D-Daniel...* — gaguejou, os olhos cravados em Lúcia, que agora mordia o lábio enquanto os dedos afundavam um pouco mais entre as pernas dela. — *Não para de filmar* — ordenei, a voz mais rouca do que esperava—. *Ela quer que você capture tudo.*

Roberto assentiu, erguendo a câmera com mãos trêmulas. O *click* do obturador soou como um chicote no ar carregado de desejo. — *Mais perto* — exigiu Lúcia, se arqueando pra dar um ângulo melhor—. *Quero que sinta o calor.*

Ele obedeceu, arrastando os pés como um homem em transe. Dava pra sentir a excitação dele, aquele cheiro azedo de nervos e testosterona. — *Caralho...* — murmurou Roberto, a lente focando sem vergonha entre as pernas da minha mulher.gostosa
FantasiasUma pontada de ciúme atravessou meu peito, mas algo mais profundo, mais escuro, respondeu dentro de mim. Lúcia sabia. Ela sempre sabia. —*Vem cá* —ela ordenou, estendendo a mão—. *Quero sua boca em mim quando ele disparar.* Avancei como um homem possuído, derrubando-a sobre os lençóis, meus lábios encontrando seu pescoço, seus peitos, sua barriga. Ela gemeu, alto e doce, enquanto minhas mãos abriam sua buceta ainda mais para a câmera. —*Assim...* —Lúcia ofegou, os dedos se enroscando no meu cabelo—. *Deixa ele ver como você me come...* Roberto praguejou baixo, o volume na calça agora impossível de ignorar. Disparava em rajadas, a respiração entrecortada. —*Não... não consigo...* —murmurou, se ajustando sem jeito. Lúcia soltou uma risada baixa, cruel. —*Coitadinho* —sussurrou, passando a língua na minha orelha antes de se dirigir a ele—. *Tá doendo, Roberto? Quer me tocar?* Ele deixou escapar um gemido, a câmera caindo contra o peito. —*Lúcia, por favor...* —*Só olhar* —lembrei, embora minha voz soasse mais como aviso do que permissão—. *Essa foi a regra.* Mas Lúcia, minha Lúcia, sempre ia um passo além. Com um movimento felino, se soltou do meu aperto e se inclinou em direção a Roberto, a alça da camisola caindo pra revelar um mamilo duro. —*Mais uma foto* —ordenou, levando a mão até o lugar onde eu tinha acabado de estar—. *Aqui. Onde ainda tá quente da língua dele.* Roberto ofegou, o polegar roçando o botão de disparo como se fosse o gatilho de uma arma. —*Não sei se...* —*Faz* —interrompi, me surpreendendo—. *Mas não toca nela.* O flash iluminou a pele dourada dela, capturando o triunfo nos olhos. —*Bom garoto* —murmurou Lúcia, se recostando de novo contra mim—. *Agora... querem ver como eu quebro as regras?* E quando os dedos dela desabotoaram minha calça, eu soube que essa noite só tinha um fotógrafo... mas dois homens prestes a serem devorados. O flash da câmera iluminou pela última vez a curva das costas de Lúcia antes de Roberto baixar o equipamento, seu olhos escuros cheios de uma necessidade que já não conseguia conter. — *Tenho uma ideia melhor* — disse ele, a voz rouca —. *Deixem-me filmar vocês. Quero capturar cada segundo, cada gemido... dirigir vocês.*
Lucía e eu trocamos um olhar. Ela sorriu, devagar, como uma puta que vê a presa se aproximando.
— *E o que você nos diria, diretor?* — perguntou ela, deslizando uma mão pelo meu peito.
Roberto não hesitou. Ligou a câmera de vídeo e ajustou o tripé com mãos experientes, mas a respiração dele estava irregular, acelerada.
— *Daniel, deita ela de barriga pra cima. Lucía, abre as pernas pra mim... pra câmera, mas não totalmente. Só um vislumbre.*
Obedecemos. Lucía se recostou nos travesseiros, separando as coxas só o suficiente pra deixar algo à imaginação. A buceta dela estava encharcada e o mel escorria, brilhando a cada flash. — *Agora, Daniel, beija o pescoço dela... devagar, saboreia ela.*
Meus lábios encontraram a pele dela, doce e quente. Ela arqueou o pescoço, se oferecendo.
— *Isso aí... agora desce. Passa a língua entre os peitos dela. Não se apressa.*
Eu obedecia, mas cada ordem do Roberto queimava dentro de mim. Ele estava ali, vendo tudo, controlando tudo. Minha pica explodia dentro da calça, igual imagino que acontecia com ele. Isso me dava ciúmes, orgulho e tesão ao mesmo tempo. — *Lucía, pega nele. Tira a pica dele e segura com força, mas nada mais ainda. Faz ele querer, faz ele esperar.*
Ela pegou na minha pica com uma mão, os dedos fechando com precisão. Eu grunhi, mas ela só sorriu, safada.
— *Perfeito. Agora, Daniel, desce, beija ela... isso, aí, chupa bem essa buceta, foca no clitóris dela. Faz ela gozar só com a língua... faz ela gemer.*
Eu deslizei entre as pernas dela, sabendo exatamente como fazê-la perder o controle. A primeira lambida fez ela arquear.
— *Isso! Assim...* — Roberto ofegou, a câmera tremendo nas mãos dele. *Lucía, aperta os próprios peitos enquanto ele te chupa, chupa um peito.*esposa putaEla obedeceu, a boca dela nos peitões dela, a minha chupando do jeito que eu sabia que ela gostava. Os gemidos dela ficaram mais agudos, mais urgentes. —*Roberto…* murmurou, olhando direto pra ele. *Tá gostando do que vê?* Ele não respondeu. Só ajustou o foco, mas o corpo dele denunciava a tensão. —*Daniel, agora encosta a ponta da pica na entrada dela, isso… ponteia… agora mexe pra cima e pra baixo… devagar… agora mete, mas bem devagar… só a ponta.* Me coloquei entre as pernas dela, sentindo a Lúcia me guiando pra dentro dela. A entrada foi um inferno de prazer, lento, torturante. —*Roberto…* Lúcia gemeu, os olhos fixos nele. *Não quer um ângulo melhor?* Ele xingou, se aproximando. A câmera já não tava no tripé—ele segurava com uma mão enquanto a outra… —*Porra…* Vi então. O Roberto já não aguentava mais. A calça dele tava desabotoada, a pica dura na mão, pulsando. —*Não para de filmar* — sussurrou Lúcia, mordendo o lábio—. *Quero que você capture o momento em que gozar nos vendo.* Roberto não negou. Não conseguia. A mão dele se movia com urgência, a câmera ainda apontando pra gente, mas os olhos dele já não viam pelo visor—viam direto a Lúcia, eu, nossos corpos entrelaçados. —*Coloca ela de quatro, quero filmar como os peitos dela balançam enquanto você come ela… assim… pega ela pelas nádegas, abre… isso, assim… encosta o polegar no cu dela e empurra um pouquinho…* — me guiava o Roberto. A Lúcia já tinha gozado umas duas vezes e eu não tava longe de gozar também. Roberto continuava se masturbando cada vez mais perto da gente, mais perto da Lúcia… —*Agora deita, Dani, e você monta nele* — as caras que a Lúcia fazia eram de derreter até iceberg, os peitos dela balançavam num ritmo infernal. —*Belisca os bicos dos peitos, chupa um agora* — ordenou Roberto, e ela fazia tudo e mais. —*Tá bom assim?…* — murmurou Lúcia, cravando as unhas no meu peito. —*Agora deita de lado na cama, Lúcia, e você ajoelha entre as pernas dela* — ordenou Roberto. Essa posição deixou minhas mãos livres pra passar a mão nos peitos dela e enfiar um dedo no cu da Lucía, o que fez ela delirar. Eu sentia as contrações da buceta dela apertando meu pau dentro dela. E bem quando eu começava a me mexer mais rápido, quando o ar se encheu com nossos gemidos, o Roberto soltou um gemido abafado. O som da mão do Roberto se movendo com pressa no próprio pau se misturava com nossos gemidos. A Lucía olhava fixo pra ele, os lábios entreabertos, os olhos brilhando de puro tesão. — *Daniel…* — ela sussurrou, cravando as unhas na minha cintura —. *Quero tocar nele. Deixa?* O ar ficou preso no meu peito. A ideia me acendeu e me torturou ao mesmo tempo. Te deixou com tesão? Quer a próxima parte? Te leio no chat, nos comentários ou no @eltroglodita

0 comentários - Nós e meu colega de trabalho III