Mantive minha relação mais violenta de DOM e SUM com a V, uma mina que conhecia do colégio e que anos depois me contatou. Ela confessou que sempre foi apaixonada por mim (algo que eu meio que cagava e andava) e, conversa vai, conversa vem, descobri que ela tinha grandes fantasias de ser submisso — aí sim me chamou a atenção.
Talvez outro momento eu fale dessa mina mais a fundo, mas hoje a história é outra. Resumindo, começamos devagar: puxões de cabelo, sufocadas, cuspidas na boca, e terminamos com porradas realmente fortes, amarrada, afogando ela com a pica na garganta até as últimas consequências, xingando, humilhando, manipulando pra ela se sentir amada com after care e depois falhava, etc etc. A relação era muito sexual, muita carne, era boa.
Com o tempo, ela se cansou dessas idas e vindas e, como eu também não tava muito afim, ela arrumou um namorado (coitado do cara — enquanto só saíam, essa filha da puta me chupava a pica e depois pedia pra eu deixar ela na casa desse otário, tremenda lixo).
Estando ela namorando e eu com tesão, escrevo pra ela: "V, você pode me dar uma mão com tal coisa? Você manja muito disso, seria um puta favor você vir aqui." Ela topa, vem pra minha casa, me faz esse favor (real).
Na minha casa, enquanto faz o favor, ela começa a se aproximar demais de mim, bochecha com bochecha enquanto olhávamos o PC, muitos carinhos. Aí eu falo firme:
— V, você tem namorado. Para com isso.
Ela me diz que eu sou louco, que interpretei mal as coisas, e insiste de novo.
— V, tô falando sério, para, porque depois você não aguenta.
Ela se acalma e continua o favor até que diz que tá desconfortável na cadeira. Falo pra ela sentar no meu colo. Ela senta, e enquanto faz o favor, começa a rebolando.
Termina e eu falo:
— V, não é assim, não é certo.
Ela concorda... Nessa altura, já me arrependi de ter parado ela, tava com um tesão do caralho.
Quando termina, falo pra ela deitar na cama comigo pra conversar. Ela não quer.
Abri a cama, abaixei a calça dela e falei: "Entra. a cama idiota, quantas vezes a gente conversou aqui, olha só o que você vai fazer, tanta história. ela já tinha se encolhido, com mais dúvidas do que certezas, se mete.
A gente conversa suave no começo, sobre a vida dela com o parceiro, sobre a minha, rimos de umas histórias, mas o toque das pernas dela nas minhas deixou minha piroca dura pra caralho. E ela sentia. Depois de três vezes que eu falei pra parar porque ela tem parceiro, ela queria continuar ali. Com culpa, mas empurrada pelo tesão, ela levanta a perna e coloca em cima da minha.
Dou um abraço """de amigos""" enquanto beijo o pescoço dela e apalpo os peitos dela.
"Hmmm eeh- c-c-chega."
ela fala baixinho.
Se vou parar, falo, raspo minha cueca e vou tirar sua calcinha fio dental.
Ela fica vermelha: não não?? o que cê tá fazendo!! não!
Minha resposta é que nessa altura... é a mesma coisa, só não me faz doer que não vai rolar nada.
Coloco minha piroca (minha piroca é especialmente grossa, 18cm e branca) no meio das bandas do cu dela e uso elas pra fazer uma punheta de conchinha. Ela hesita em falar algo e eu tapo a boca dela e falo:
você não tá fazendo nada, fica quieta aí.
"P-p-pero" ela fala
Eu falo: te falei que não ia te comer porque você tem parceiro, mas você passou a tarde me esquentando, então agora no mínimo me deixa bater uma punheta sossegado.
*ela aceita*
Passei a piroca na buceta dela (totalmente molhada) pra lubrificar e bater punheta esfregando nela.
CHEGA ela grita.
Olho pra ela e ela tava com uma cara de puta safada total e os olhos marejados.
Tá bom tá bom, calma falo, vou bater uma aqui quietinho, olha, coloco a cabeça da piroca dentro da buceta dela sem camisinha obviamente e começo a bater punheta.
Ela começa a chorar e eu meto.
Ela chora e morde o travesseiro, tá escorrendo de tão molhada que tá.
Começo a me mexer devagar e falo: por que você chora? Por que te dá raiva que eu te como sem camisinha e ele não? Por que você percebe que é minha mesmo sem querer admitir? - Tento responder e ela leva um tapa, eu tapo a boca dela e pulo em cima dela - "O que você vai responder agora, idiota? Era isso que você estava procurando a tarde inteira. Agora que me procurou tanto, vai me encontrar." Ela começa a chorar e, ao mesmo tempo, goza toda na minha pica.
Não sei se gozo dentro e faço você cuidar de um filho meu com aquele outro imbecil.
"Não, por favor, não", ela implora.
"Na boca, no cu, onde você quiser, mas não faz isso com a gente."
Enquanto chora e implora, ela levanta o quadril e fica de quatro pra penetração ser mais funda.
A situação toda me parecia super excitante e não demorei mais de 10 minutos pra gozar.
Enquanto tô prestes a gozar, falo pra ela:
"Vem cá, você vai fazer o que eu mandar." Vou pro banheiro e encho a tampa do vaso inteira de porra. "Você vai limpar com a língua e vai me agradecer. E quando chegar no cuck, vai postar uma história beijando ele."
Dito e feito.
Nunca mais falei com ela.
Talvez outro momento eu fale dessa mina mais a fundo, mas hoje a história é outra. Resumindo, começamos devagar: puxões de cabelo, sufocadas, cuspidas na boca, e terminamos com porradas realmente fortes, amarrada, afogando ela com a pica na garganta até as últimas consequências, xingando, humilhando, manipulando pra ela se sentir amada com after care e depois falhava, etc etc. A relação era muito sexual, muita carne, era boa.
Com o tempo, ela se cansou dessas idas e vindas e, como eu também não tava muito afim, ela arrumou um namorado (coitado do cara — enquanto só saíam, essa filha da puta me chupava a pica e depois pedia pra eu deixar ela na casa desse otário, tremenda lixo).
Estando ela namorando e eu com tesão, escrevo pra ela: "V, você pode me dar uma mão com tal coisa? Você manja muito disso, seria um puta favor você vir aqui." Ela topa, vem pra minha casa, me faz esse favor (real).
Na minha casa, enquanto faz o favor, ela começa a se aproximar demais de mim, bochecha com bochecha enquanto olhávamos o PC, muitos carinhos. Aí eu falo firme:
— V, você tem namorado. Para com isso.
Ela me diz que eu sou louco, que interpretei mal as coisas, e insiste de novo.
— V, tô falando sério, para, porque depois você não aguenta.
Ela se acalma e continua o favor até que diz que tá desconfortável na cadeira. Falo pra ela sentar no meu colo. Ela senta, e enquanto faz o favor, começa a rebolando.
Termina e eu falo:
— V, não é assim, não é certo.
Ela concorda... Nessa altura, já me arrependi de ter parado ela, tava com um tesão do caralho.
Quando termina, falo pra ela deitar na cama comigo pra conversar. Ela não quer.
Abri a cama, abaixei a calça dela e falei: "Entra. a cama idiota, quantas vezes a gente conversou aqui, olha só o que você vai fazer, tanta história. ela já tinha se encolhido, com mais dúvidas do que certezas, se mete.
A gente conversa suave no começo, sobre a vida dela com o parceiro, sobre a minha, rimos de umas histórias, mas o toque das pernas dela nas minhas deixou minha piroca dura pra caralho. E ela sentia. Depois de três vezes que eu falei pra parar porque ela tem parceiro, ela queria continuar ali. Com culpa, mas empurrada pelo tesão, ela levanta a perna e coloca em cima da minha.
Dou um abraço """de amigos""" enquanto beijo o pescoço dela e apalpo os peitos dela.
"Hmmm eeh- c-c-chega."
ela fala baixinho.
Se vou parar, falo, raspo minha cueca e vou tirar sua calcinha fio dental.
Ela fica vermelha: não não?? o que cê tá fazendo!! não!
Minha resposta é que nessa altura... é a mesma coisa, só não me faz doer que não vai rolar nada.
Coloco minha piroca (minha piroca é especialmente grossa, 18cm e branca) no meio das bandas do cu dela e uso elas pra fazer uma punheta de conchinha. Ela hesita em falar algo e eu tapo a boca dela e falo:
você não tá fazendo nada, fica quieta aí.
"P-p-pero" ela fala
Eu falo: te falei que não ia te comer porque você tem parceiro, mas você passou a tarde me esquentando, então agora no mínimo me deixa bater uma punheta sossegado.
*ela aceita*
Passei a piroca na buceta dela (totalmente molhada) pra lubrificar e bater punheta esfregando nela.
CHEGA ela grita.
Olho pra ela e ela tava com uma cara de puta safada total e os olhos marejados.
Tá bom tá bom, calma falo, vou bater uma aqui quietinho, olha, coloco a cabeça da piroca dentro da buceta dela sem camisinha obviamente e começo a bater punheta.
Ela começa a chorar e eu meto.
Ela chora e morde o travesseiro, tá escorrendo de tão molhada que tá.
Começo a me mexer devagar e falo: por que você chora? Por que te dá raiva que eu te como sem camisinha e ele não? Por que você percebe que é minha mesmo sem querer admitir? - Tento responder e ela leva um tapa, eu tapo a boca dela e pulo em cima dela - "O que você vai responder agora, idiota? Era isso que você estava procurando a tarde inteira. Agora que me procurou tanto, vai me encontrar." Ela começa a chorar e, ao mesmo tempo, goza toda na minha pica.
Não sei se gozo dentro e faço você cuidar de um filho meu com aquele outro imbecil.
"Não, por favor, não", ela implora.
"Na boca, no cu, onde você quiser, mas não faz isso com a gente."
Enquanto chora e implora, ela levanta o quadril e fica de quatro pra penetração ser mais funda.
A situação toda me parecia super excitante e não demorei mais de 10 minutos pra gozar.
Enquanto tô prestes a gozar, falo pra ela:
"Vem cá, você vai fazer o que eu mandar." Vou pro banheiro e encho a tampa do vaso inteira de porra. "Você vai limpar com a língua e vai me agradecer. E quando chegar no cuck, vai postar uma história beijando ele."
Dito e feito.
Nunca mais falei com ela.
4 comentários - mi primera vez con una infiel