Sendo puta e realizando outra fantasia 4

Chego em casa, ainda excitada. Ao descer da minha caminhonete, percebo que no banco tem uma mancha, e essa mancha era sêmen misturado com os fluidos que minha buceta tava soltando. Como eu tava de saia e minha calcinha fio-dental era pequena, vazou tudo, deixando a marca da minha infidelidade. Recebo uma ligação, pensei que era ele, mas quando olhei o celular, era meu marido. Atendo e ele pergunta onde eu tô. Falo que tô chegando em casa, e ele, meio bravo e preocupado, diz: "Se apressa, porque já tá muito tarde". Aí tive uma ideia: se eu ainda tava com mais vontade, já sabia como ia saciar minha tesão de continuar trepando, e assim ele não ia questionar meu horário de chegada. Já tava exausta, mas só assim ia evitar as perguntas do meu marido.

Chego em casa e lá estava ele. Entramos e ele perguntou, com voz séria e irritada: "Onde você tava?" Respondi: "Fui numa festa com minha amiga e me atrasei". Pra evitar mais perguntas, me aproximei e comecei a beijá-lo. Felizmente, funcionou. Fomos pro nosso quarto e continuamos nos beijando. Ele tirou minha roupa, mas enquanto fazia isso, aproveitei pra apagar a luz, pra ele não ver os hematomas e chupões. Ele estranhou e disse: "Por que apagou a luz? Acende." Falei: "Não quero fazer com a luz acesa dessa vez. Acho que pode ser mais erótico." Ele respondeu: "Ok, como quiser. Acho que você tem razão." Não falo nada. Ele se deita de cueca e me abraça, dizendo que sentiu minha falta. Tira a cueca e sobe em cima de mim. Começa a me beijar e me toca com as mãos geladas, sentindo que tô molhada. Ele acha que é por causa dele. Na minha mente, eu lembrava cada detalhe do que rolou com o caminhoneiro, e isso me excitava ainda mais. Meu marido não fazia ideia, mas adorou que eu tava tão molhada, pensando que era por ele.

Ele começa a se masturbar pra aumentar a ereção e a gente começa a trepar. Eu tava tão excitada que comecei a gemer, igual ele. Os dois gozaram muito rápido. Dormimos um pouco e... começávamos de novo, eu só gozei na primeira e na última vez, ele gozou todas as vezes e sempre dentro de mim, a gente transou cinco vezes no total. Não acreditei, tava tão excitada que ainda queria continuar, ele tava super cansado e a gente dormiu abraçados pelados. Fiz ele me dar umas palmadas e meter selvagem pra no dia seguinte justificar as marcas que o caminhoneiro tinha deixado em mim. Meu celular tocou e recebi uma mensagem, era o caminhoneiro dizendo que já queria me ver, que queria me ter nos braços dele, me comer e falou que queria que eu fosse tão puta quanto no outro dia, só respondi que via ele à noite, ele disse que não aguentava mais, queria me ver antes, então a gente se viu três horas antes, ele tinha que deixar uma entrega e me pediu pra acompanhar, aceitei. Deixei meu carro no mesmo lugar, eu tava com uma blusa de renda com tecido transparente cor mostarda, não usei sutiã e dava pra ver meus peitos, uma calça jeans e uma calcinha fio dental vermelha, subi no caminhão e fomos pro lugar onde ele tinha que deixar uma carga, tava frio e ele ligou o aquecedor, na volta, perguntei se podia tirar o casaco, ele disse que sim, tirei e deixei ele ver a frente da blusa, ele não parava de olhar meus peitos, falou que eu tava deliciosa e muito puta, me pediu pra tirar a calça, tirei e ele viu minha calcinha fio dental, falou de novo que eu era uma puta mesmo, que me deixava muito excitado. Me pediu pra subir nas pernas dele de frente pra ele, tinha espaço suficiente entre o volante e ele, subi e ele pediu pra eu beijar o pescoço dele, enquanto faço isso sentada nas pernas dele, sinto o pau dele se mexer por baixo da calça e isso começa a me excitar muito, ele falou que ia me comer tão gostoso que eu não ia me arrepender e que eu merecia aquilo por ser uma puta. Um pouco antes de chegar no lugar onde ele ia estacionar, ele me pede pra esperar na cama que só estacionava e me alcançava. Quando chegou, fechou tudo e tirou a calça, não usa cueca, ficou pelado, subiu em cima de mim, levantou minha blusa e começa a chupar meus mamilos, faz muito forte e morde um deles, apoio minha cabeça e me mexo de dor, vai pro outro e chupa tanto que o mamilo fica duro, com a mão dele roça meus genitais e diz "você tá toda molhada, gosta disso, né? sei que gosta porque você é uma menina muito safada". Ele ia colocar camisinha, mas com minha mão eu parei e falo "quero que você goze dentro de mim", ele rasga minha calcinha fio dental, cheira, chupa, joga no chão, me pega pelas pernas e mete, começa forte, muito forte. Eu tava tão excitada e ainda mais porque ele me fazia tremer de medo, é muito bruto, nada carinhoso e não media a força dele. Ele se levantou e me carregou, com as mãos abriu minhas nádegas e eu abraçando ele com meus braços e pernas comecei a me mover pra cima e pra baixo, era tão gostoso, meu nível de excitação era tanto que tive um orgasmo, enquanto meus olhos reviravam e eu não parava de me mexer, gemia alto e ele gritava "assim mesmo, putinha, assim, sua vadia gostosa, aproveita porque agora é minha vez".Sendo puta e realizando outra fantasia 4
vadiaAcabei de terminar, ele desceu e, de pé, apoiando meu corpo na cama, já que me segurou pelas mãos para que eu não me mexesse, me penetrou pelo meu cu de um jeito bruto, doeu pra caralho, eu gritava pra ele parar e ele me dava tapas fortes na bunda, dizendo pra eu calar a boca que era pra isso que eu tinha ido. Tentei relaxar o máximo que pude pra não doer tanto. Ele dizia que sentia tão gostoso que me segurava mais forte pelas mãos, falava que ficava excitado ao sentir que eu queria me soltar. Ele tava muito excitado e eu só conseguia pensar na dor e que não podia me mexer. Ele me dava mais tapas na bunda, tão fortes que eu não aguentava mais, gritava de dor por ter ele no meu cu, as palmadas foram tantas que comecei a chorar, mas por dentro eu tava tão excitada que ele não parava porque me tocava e eu tava super molhada de tesão, e ele me perguntava se eu tava gostando e eu respondia que sim. Eu queria que ele parasse, mas não falava nada, e cada vez que ele perguntava eu respondia que sim. Ele começou a ficar mais e mais excitado, até que me puxou pelo cabelo, me puxava tão forte pelas mãos e pelo cabelo, e eu ouvi os gemidos fortes dele, ele gozou. Quando terminou, não tirou, se apoiou em mim e disse que adorava transar comigo e que se eu deixasse ele fazer tudo o que quisesse, ele tava disposto a me pagar. Eu tava tão dolorida que só conseguia respirar ofegante. Ele se levantou e começou a se vestir, eu só consegui vestir a calça porque ele rasgou minha calcinha fio dental. Não conseguia sentar direito, sentia minha bunda dormente de tantas porradas e meu cu doía. Juro que não consegui sentar direito por quase duas semanas. Antes de eu descer, ele pediu pra eu pensar bem naquilo de ser a putinha dele, que podia me pagar muito bem. Eu só sorri e disse que ia pensar. Ele me beijou, apalpou meus peitos e eu fui embora. Felizmente, naquele dia cheguei cedo e meu marido não desconfiou de nada.

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