Como a amiga gostosa do meu filho

Como todo mundo já sabe dos primeiros relatos, e se não sabe, vou contar: com a Jessi a gente tem três filhos e agora estamos esperando o quarto. Nessa história, os menores obviamente não importam. O mais velho, Dylan, foi criado como um bom cria da lei. No puro som de cumbia e barro, desde a barriga já tava na pegada. Com a Jesi grávida, ela bebia do mesmo jeito. Então a criança saiu completamente doida. No ano passado, era comum ter vários amigos e amigas dele em casa, bebendo e se preparando antes de ir pra alguma festa no bairro da vila. Tudo começou numa noite quente do ano passado. No nosso quarto, a gente tava fodendo com a minha mina, selvagens, soltos, a gente não se aguentava de tesão o dia inteiro, e lá pelas 12 da noite a gente tava no fogo. Aquelas fodas bem de cria que dão gosto: primeiro de quatro, depois eu tava vendo ela me deixando chupões e fazendo um 69 lindo. Minha mina gemia e gritava de prazer. Mas enquanto isso rolava no nosso quarto, na sala, a namoradinha do Dylan e uma amiga dela, a Cloe, estavam esperando ele terminar de tomar banho pra ir pra festa. Então as duas meninas ouviram todos os gritos e gemidos da Jesi e aquela foda do caralho. Muitas noites, inclusive, minha mina ficava bebendo com eles — uma das vantagens de ter uma mãe tão jovem, gostosa e fogosa. Eu, por outro lado, preferia ficar de fora. As amiguinhas do Dylan eram um absurdo, e como toda boa mina de vila, são muito fofoqueiras e encrenqueiras, então melhor se manter longe. Claro que várias vezes eu olhei a bunda delas. É que tinha umas que eram literalmente um fogo do caralho. Umas rabas perfeitas, sempre de fio dental, sempre de saia curta e peitudas que dava gosto. E é que por aqui, no mundo de cria da vila, as minas se transformam em umas gostosas que arrasam como se fosse nada. Eu não sei se é porque as mães como a Jessi bebem e fumam na gravidez, ou por causa dos laticínios de péssima qualidade que compram nos primeiros dois ou três anos de vida. Se for andar na lama e nas ruas de terra. Não sei qual é a causa, mas é um prazer ver elas andando na rua. Mas como eu disse antes e tendo a Jessi vendo uma garota linda e bem puta, por mais gostosas que fossem as amiguinhas da Dylan, não tinha nenhuma intenção de me meter naquela bagunça. Embora eu deva admitir que só de ver elas já te viram a cabeça. Mas vamos voltar pra noite da fodida braba com minha mina, com as amiguinhas da Dylan ouvindo tudo na sala. Depois de foder e com a buceta cheia de porra, minha mina se deitou na cama e dormiu como se nada tivesse acontecido. Eu ia fazer o mesmo, mas bateu uma vontade de mijar da porra. Então vesti um short de futebol, branco pra piorar, obviamente sem cueca e com a pica toda marcada, saí pra sala pra ir no banheiro. Eu não fazia ideia do que ia encontrar. E sinceramente, não me meto na vida da Dylan. Atravesso a cortina que serve de porta no nosso quarto e me deparo com a namoradinha da Dylan e a amiga dela. Assim que me viram, as duas sorriram. Naquele momento, nós três sabíamos que elas tinham ouvido todos os gritos e gemidos da foda. Rindo da situação, cumprimentei as garotas com um: "oi" (soltando uma risadinha) "desculpa, não sabia que vocês estavam aí." A namorada da Dylan eu cumprimentei com um beijo no rosto, mas a amiga cumprimentei de longe, como eu disse, não queria confusão. A namorada da Dylan, mais tímida, só respondeu com um sorriso, mas a Cloe, uma garota consagrada que é mais que casca grossa e, na real, super atrevida, riu e respondeu: "Pô, você se divertiu hein, que inveja." A namorada da Dylan, meio tímida, dá um tapinha na Cloe e fala: "shii, cala a boca, guria." Naquele momento, parei pra olhar pra ela. A Cloe é uma morena linda, bem vilera com todas as letras. Tem uns piercings, várias tatuagens e dá pra ver que tem muita rua pra pouca idade. Naquele momento, ela tava com um topzinho tipo faixa verde sem sutiã que marcava bem os bicos dos peitos. Uma saia preta curta, dessas abertas que deixam ver o fio da calcinha fio dental branca. E um tênis Adidas. Não combinava nada com o look, mas como toda mina da quebrada, ela adora ostentar. De todas as tatuagens dela, a que mais me chamava a atenção era a que ela tinha entre os peitos, que dava pra ver por cima e por baixo do topzinho. Eu respondi com um sorriso: "a vida é uma só". Aí ela, estufando o peito, falou: "pode crer, Rei". Não quis falar muito mais, então fui mijar no quintal. Mas não sem antes sentir que a Chloe tinha dado uma olhada no volume bem marcado no meu short curto branco do San Lorenzo. O que elas não contavam — ou talvez nem ligassem — é que do quintal onde eu tava mijando dá pra ouvir tudo, e eu escutei o seguinte: Chloe: "nossa, teu sogro é gostoso, hein". Namorada do Dylan: "ah, amiga, ele é um cara grande e casado". Chloe: "e daí? Viu como ele metia na mulher? Pode me detonar quando quiser, haha". Namorada do Dylan: "shiiiu, cala a boca, estúpida, a mãe do Dylan vai ouvir". Chloe: "vamo fazer dois pra um, amiga, você pega o filho e eu pego o pai, uuuu". Namorada do Dylan: "ah, amiga, para" (deu uma risadinha). "Ele é grande demais pra você". Enquanto eu mijava e ouvia, o pau foi subindo. Mas mesmo assim, quando voltei pra dentro, só cumprimentei de longe e me enfiei de novo no nosso quarto. Não sem antes dar uma última olhada na raba da Chloe. Porra, que puta gostosa. Mas fiquei na minha. Uns dias depois, cruzei com ela na rua. A Chloe vinha do tráfico e nem se preocupou em esconder o saquinho que tinha comprado quando me viu. Uma calcinha preta fininha, bem cavada, e um top branco que deixava a barriga toda e as tatuagens à mostra. Ela chegou perto de mim e me cumprimentou com um beijo no rosto. "E aí, Rei", falou, e continuou: "já se recuperou ou continuou atendendo?" Uma parte de mim sentia um fogo danado no pau de ouvir a amiga do meu filho me chamar assim. essas coisas. Outra parte de mim tá meio surpreso que ela pode ser tão ousada, que prazer, que beleza. Eu sorri pra ela e respondi: "e tem que dar todas as noites senão elas vão com outro, viu". Cloe olhou um segundo pro meu volume no meu moletom sem cueca. "esquece, mano, a buceta vermelha tu tem que deixar pra ela". De novo a mesma cena: uma parte de mim todo excitado com a pica dura ouvindo ela falar e outra parte pensando como pode essa mina ser tão atrevida. Tipo, ela tá literalmente falando pra eu deixar a buceta vermelha pra mãe do amigo dela, sendo que eu sou o pai do namorado da melhor amiga dela. É foda. Mas claramente pra uma jovem que vinha do tráfico, pouco ia ligar pra isso. Eu caí na risada e respondi como um verdadeiro malandro oficial: "é, com tantos anos aqui, tantas histórias, tantos filhos, as respostas são automáticas". "ué, não é à toa que já temos 3 filhos, né". Cloe, como toda boa mina, entendeu o recado. E é que pra elas a parada é clara: pessoas sem filhos, pessoas que não transam ou transam mal. Um ou dois filhos, pessoas com fodas não tão boas mas não tão ruins. Pessoas com três ou mais filhos, puta pausudos comedores. Cloe soltou uma risada e respondeu: "esquece, um atrás do outro, você povou o bairro, rei". Claramente ao me dizer isso, ela tava bem ligada no filho que eu tenho com minha cunhada. E pra melhorar, ela via isso como mais uma vitória do grande pau malandro comedor. Por quê? Não tem porquê. Mas, mesmo naquele momento eu ter me sentido um completo cagão, a verdade é que preferi chutar a bola pra fora. A diferença é muito grande, grande demais, e além disso tá muito ligada ao meu filho. E como eu disse, as minas hoje são muito encrenqueiras. Então preferi ficar com toda essa tesão guardada e comer minha mina naquela noite fantasiando um pouco com essa novinha. Tinham passado umas duas semanas e a gente não tinha se visto de novo, tudo tinha ficado no nada, só uma fantasia. Uma noite, eu... tinha saído pra fumar lá fora. Por um acaso do destino, naquela noite não tinha transado com a Jesi. Eu não conseguia dormir e, aproveitando o calorzinho, fui fumar lá fora. Era meia-noite de uma terça-feira e não tinha ninguém na rua. Diferente dos gloriosos anos de 2010 a 2015, quando sempre se ouvia cumbia e putaria, esses anos são chatos, amargurados, tristes. Ninguém tem grana. Na distância, aparece a figura de uma mina. De uma garota, obviamente. Cloe. Ela vinha do tráfico e dava pra ver que tava meio doida. Tava com uma saia preta bem curta, tênis e um top preto mais tipo sutiã. Chamava muita atenção. Eu tava encostado no capô do Renault 11 (ainda tenho o glorioso 147, não se assustem, ha) e a Cloe me avistou de longe. "E aí, perro malvado", ela falou, toda doida. Eu cumprimentei de longe e, quando ela chegou perto, dei um beijo no rosto dela. Não dava pra não olhar pra ela, a saia caía um espetáculo e eu morria de vontade de saber o que tinha por baixo, com certeza alguma fio dental minúscula. Eu tava de moletom cinza sem cueca e marcava tudo. "De onde você vem a essa hora?", perguntei, me fazendo de besta. "Do tráfico, parça", ela respondeu, enquanto dava uma olhada no meu volume. "Quer?", ela perguntou. Mostrei que tinha o cigarro na mão, e parece que aquela postura de máfia dos anos 50, encostado no carro, deixou ela com tesão, porque ela chegou mais um passo perto de mim. "Quer?", perguntei, mostrando o maço de cigarro. "Teu pau que eu quero", ela respondeu, sorrindo com cara de vila atrevida. Naquele momento, a resistência acabou. Dei um passo pra frente e beijei ela de boca aberta. Deixei de me importar com absolutamente tudo, tanto que ela era amiga da namorada do meu filho quanto a grande diferença de idade. Dava pra ver que a Cloe não sabia beijar muito bem. Então, apertando ela um pouco mais, passei minha mão por trás do pescoço dela e, segurando mais como um carinho do que com força, fui levando a língua dela até o fundo. Ela se deixou levar. Eu ia comendo ela. a boca enquanto meu volume com o pau todo duro batia na virilha dela. Com a outra mão, apertei forte a raba dela. Aí sim foi selvagem, apertei com gosto. Segurei firme aquele bundão divino e puxei ela ainda mais pra perto de mim. Ela deve ter sentido meu pau se cravando na virilha dela. Enquanto continuava beijando ela, metendo a língua até o fundo, enfiei a mão por baixo da saia dela. Fui acariciando a raba toda e apertei a bunda com a pele. Além disso, brinquei com o fiozinho fino da tanga. Cloe não ficou atrás e, com a mão direita, apertou meu pau. "Nossa, pauzão hein", ela disse enquanto apertava meu pau como se fosse um cano. Subimos no banco de trás do Renault 11. Cloe arriou meu moletom de uma vez e se inclinou pra me fazer um boquete. Sim, a garota doce não sabia beijar, mas claramente compensava no oral. Ela começou dando uns beijos suaves na ponta do meu pau. Passando a língua pela minha cabeça e por uma parte da haste. Babou bem. Antes de engolir tudo, parou pra cravar os olhos nos meus. Só aí abriu a boquinha e enfiou meu pau até o fundo. Ela engasgava chupando meu pau e continuava firme. Levantava o olhar por alguns instantes sem parar de passar a língua na cabeça do meu pau e me encarava. Eu tinha levantado toda a saia dela, que tinha ficado na altura da cintura. E apalpava gostoso aquela raba de tanga. Comecei a tocar a buceta dela por cima da tanga molhada e melada. É difícil descrever o cheiro, mas era bem forte de mina de quebrada. Meu pau tava a ponto de explodir e ela continuava chupando. Levantei ela devagar e fiz ela sentar em cima de mim. Cloe puxou a tanga pro lado e, sem camisinha, pele com pele, meu pau todo babado entrou no fundo da buceta melada dela. Parece que a menina dos boquetes bons também sabia cavalgar bem, porque feito uma bruta, começou a pular em cima de mim como uma louca. Fez a suspensão balançar. do carro, mas acima de tudo fazia com que meu pau se enterrasse no fundo da buceta dela uma vez atrás da outra. Eu coloquei os peitos dela pra fora e comecei a chupá-los. Beijava e mordia os mamilos dela. Ela ficava louca, gemia e gritava de prazer. Meu pau, pele com pele, penetrava naquela buceta completamente molhada. Enquanto isso, eu dava um chupão no peito dela. Depois de um tempinho montando em mim, eu já tava prestes a estourar. Era uma loucura, mas aquele boquete tinha feito algo incrível. Eu tentava pensar em outra coisa, segurar, mas a vontade de encher ela de porra me deixava maluco. Sentia que gozava a qualquer momento. Com beijos suaves na boca, tentei diminuir um pouco a intensidade, mas era inútil; a mina não tava nem aí, Isaías pulando em mim que nem uma bruta a cada cavalgada. Não íamos nem 25 minutos de foda quando eu senti que só me restavam segundos. Não conseguia frear ela, não conseguia parar o ritmo, era bestial. Pra piorar, ela gemia forte, grave, e ecoava pelo carro inteiro. Além disso, tinha colocado os peitos dela de volta na minha boca. Eu não tinha salvação. Poucos minutos depois, eu falei: "vou gozar", achando que ela ia sair de cima de mim. Mas ela não deu a mínima. Começou a cavalgar mais forte, dando umas risadinhas, enquanto eu enchia a buceta dela de porra. Sentia jorros e jorros de porra saindo do meu pau. Ela recebia com prazer e me beijava na boca. Quando saiu o último jato de porra do meu pau dentro da buceta dela, Cloe soltou uma risadinha e disse: "nossa, que detonada, e aí, que tal, ganhei de uma mina, hein?" Eu tinha ficado até sem palavras. Mal respondi: "você é louca", com um sorriso bonito. Cloe riu de novo, abaixou a saia, me deu um beijo na boca e disse: "me manda direct no Instagram, Rei, e a gente trepa de novo.Como a amiga gostosa do meu filho
morena

Comentarios Destacados

Que mal escribís 🤦
Volve a la primaria y exigile la turra de la maestra que te enseña!!!!
Prefiero garchar y pasarla bien. Vos segi estudiando jaja

7 comentários - Como a amiga gostosa do meu filho

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cad25
che a tu cuñada mayor la ortiva no te la cogiste?
Ya le quedó la ortiba jajaja. Y no. No me la coji
Bueno pero bajale a querer recalcar lo villeros que son loco