Tudo começou numa noite como tantas outras, comendo a Flor de quatro, feito gaveta que não fecha, daquelas vezes que o corpo pede guerra e a cabeça se deixa levar pelo tesão.
Tava segurando ela firme pelas cadeiras, aquela bunda gostosa quicando na minha pélvis, enquanto ela gemia que nem a puta tremenda que é. Metia com tudo, sentindo a buceta molhada dela apertando contra minha pica dura, gemendo e desesperada por mais.
A gente se xingava de tudo. Palavras quentes, confissões safadas que no frio você talvez calaria, mas naquele momento eram fogo. A gente tava na beira do orgasmo, os dois descontrolados de tesão, e foi aí que soltei o que vinha imaginando há anos:
—Que vontade de te comer gostoso, sua putinha...
Flor não só não parou. Ela pirou. Gemeu com mais intensidade, como se aquela frase tivesse apertado a buceta dela por dentro. E sem nem olhar pra mim, gemendo entre as investidas, me respondeu:
—Adoraria que me comessem de quatro na sua frente…
Essa frase me detonou. Senti que explodia. Meti mais cinco bombadas e gozei com toda minha força dentro dela, sentindo como a buceta dela me espremia, compartilhando um orgasmo tão carregado de tesão e prazer que ficamos tremendo, suados, respirando ofegantes, com as mentes viradas num inferno de calor.
Tínhamos cruzado um limite. Um lindo limite.
Dias depois, entre conversas cada vez mais quentes, surgiu a ideia de convidar ele pra brincar com a gente.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.. O ex dela. O cara com quem ela tinha transado quando a gente tinha se separado um tempo atrás. Eu sabia que ele tinha deixado ela louca. Pauzudo, dominador, aquele tipo que fazia ela gozar igual uma louca. Tudo nele encaixava perfeitamente com a nossa fantasia.
Dei carta branca pra Flor entrar em contato com ele. Falei pra ela acertar com o cara, que no sábado viesse aqui em casa. Daquele momento até chegar o dia,Flor e eu não paramos de trepar como animais. Cada foda era um ritual de tesão, cadae encontro uma bomba de tesão que alimentávamos sem freio.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.e no sexo, a gente brincava que era o Guido quem tava comendo ela, e éou nos levava ao limite. Ela sussurrava coisas no meu ouvido enquanto eu metia fundo com tudo.
—Você vai me deixar comer ele? — ela dizia com aquela vozinha de menina provocante, enquanto se enfiava com força em mim.
—Você gosta que me comam por puta?
—Você gosta de ver como fodem a diretora da sua namorada?
—É assim que quero que o Guido me coma… bem forte, do jeito que essa pussy slut gosta…
No meio de um boquete, ela me olhava e dizia:
—É assim que vou chupar o Guido, olha como eu pratico…
Eu me masturbava enquanto ela me contava tudo o que faziam com ele no passado. Cada detalhe era uma punheta nova, uma fantasia a mais que se somava. O nível de putaria que a gente tinha era de outro planeta. A gente tava tendo o melhor sexo das nossas vidas, como no começo de tudo, mas multiplicado por mil.
Mas a gente brincava, mas a gente se esquentava, mas a gente transava, mas mais tarados a gente ficava.
A Flor tem aquela carinha de santinha, que te engana. Mas na cama, ela é a maior puta de todas. Adora ser tratada como uma gostosa, ser agarrada com força pelo pescoço, ouvir putaria, engolir pica e ser comida gostoso. E essa dualidade me deixa louco. Essa é a minha Flor. Minha namorada. Minha puta.
E o que estávamos prestes a viver… ia levar tudo isso ao limite.
Foto numa daquelas noites de jogos...

Tava segurando ela firme pelas cadeiras, aquela bunda gostosa quicando na minha pélvis, enquanto ela gemia que nem a puta tremenda que é. Metia com tudo, sentindo a buceta molhada dela apertando contra minha pica dura, gemendo e desesperada por mais.
A gente se xingava de tudo. Palavras quentes, confissões safadas que no frio você talvez calaria, mas naquele momento eram fogo. A gente tava na beira do orgasmo, os dois descontrolados de tesão, e foi aí que soltei o que vinha imaginando há anos:
—Que vontade de te comer gostoso, sua putinha...
Flor não só não parou. Ela pirou. Gemeu com mais intensidade, como se aquela frase tivesse apertado a buceta dela por dentro. E sem nem olhar pra mim, gemendo entre as investidas, me respondeu:
—Adoraria que me comessem de quatro na sua frente…
Essa frase me detonou. Senti que explodia. Meti mais cinco bombadas e gozei com toda minha força dentro dela, sentindo como a buceta dela me espremia, compartilhando um orgasmo tão carregado de tesão e prazer que ficamos tremendo, suados, respirando ofegantes, com as mentes viradas num inferno de calor.
Tínhamos cruzado um limite. Um lindo limite.
Dias depois, entre conversas cada vez mais quentes, surgiu a ideia de convidar ele pra brincar com a gente.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.. O ex dela. O cara com quem ela tinha transado quando a gente tinha se separado um tempo atrás. Eu sabia que ele tinha deixado ela louca. Pauzudo, dominador, aquele tipo que fazia ela gozar igual uma louca. Tudo nele encaixava perfeitamente com a nossa fantasia.
Dei carta branca pra Flor entrar em contato com ele. Falei pra ela acertar com o cara, que no sábado viesse aqui em casa. Daquele momento até chegar o dia,Flor e eu não paramos de trepar como animais. Cada foda era um ritual de tesão, cadae encontro uma bomba de tesão que alimentávamos sem freio.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.e no sexo, a gente brincava que era o Guido quem tava comendo ela, e éou nos levava ao limite. Ela sussurrava coisas no meu ouvido enquanto eu metia fundo com tudo.
—Você vai me deixar comer ele? — ela dizia com aquela vozinha de menina provocante, enquanto se enfiava com força em mim.
—Você gosta que me comam por puta?
—Você gosta de ver como fodem a diretora da sua namorada?
—É assim que quero que o Guido me coma… bem forte, do jeito que essa pussy slut gosta…
No meio de um boquete, ela me olhava e dizia:
—É assim que vou chupar o Guido, olha como eu pratico…
Eu me masturbava enquanto ela me contava tudo o que faziam com ele no passado. Cada detalhe era uma punheta nova, uma fantasia a mais que se somava. O nível de putaria que a gente tinha era de outro planeta. A gente tava tendo o melhor sexo das nossas vidas, como no começo de tudo, mas multiplicado por mil.
Mas a gente brincava, mas a gente se esquentava, mas a gente transava, mas mais tarados a gente ficava.
A Flor tem aquela carinha de santinha, que te engana. Mas na cama, ela é a maior puta de todas. Adora ser tratada como uma gostosa, ser agarrada com força pelo pescoço, ouvir putaria, engolir pica e ser comida gostoso. E essa dualidade me deixa louco. Essa é a minha Flor. Minha namorada. Minha puta.
E o que estávamos prestes a viver… ia levar tudo isso ao limite.
Foto numa daquelas noites de jogos...

2 comentários - Jogos Tarados no Chongo da Minha Namorada