Trago um novo relato, agora sobre uma streamer, Tiktoker mexicana... Lightmoon 🔥🔥 Espero que gostem e nĂŁo esqueçam de deixar seus pontos 🔥🔥 🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥 A luz do sol entrava preguiçosa pela fresta da persiana. Batia direto na minha cara, como se dissesse "acorda logo, vagabundo". Me espreguicei um pouco na cama, os ossos estalaram gostoso. NĂŁo tinha pressa. Domingo, e com os dias de folga que deram no trampo, eu tinha praticamente meia semana pra nĂŁo fazer nada. Ou pra fazer o que desse na telha. Levantei coçando a nuca, ainda meio grogue, e fui direto pro banheiro. Lavei o rosto com água fria e escovei os dentes na calma. O espelho refletia minha cara inchada de recĂ©m-acordado, mas nem ligava. Hoje nĂŁo tinha correria. Hoje tudo ia ser devagar. Fui pra cozinha e peguei um pouco de carne frita que tinha guardado no dia anterior. Joguei no micro-ondas e, enquanto girava no prato de vidro, o cheiro abriu meu apetite. Bem na hora que apitou avisando que tava pronta, bateram na porta. — Porra — murmurei entre os dentes —. Agora, Ă©? Cheguei perto e abri. Era Marcos Acevedo, meu vizinho do lado. Esse filho da puta sempre aparecia quando precisava de algo. Já tinha me pedido desde alicate de mecânico atĂ© carregar o celular dele quando a luz caĂa. — QualĂ©, mano? — falei, meio sorrindo. — Fala, irmĂŁo — respondeu com aquele tom relaxado dele, confiante, como se fĂ´ssemos amigos de infância. Me contou que ia pra Monterrey a trabalho, uns dias sĂł. Já sabe, coisa de engenheiro de campo, instalação de cabeamento, andar pra lá e pra cá. Disse que a irmĂŁ dele ia ficar na casa dele durante esses dias, mas que ela era muito de andar na rua e que nĂŁo confiava muito em deixar a segurança do lugar com ela. — SĂł dá uma olhada, parceiro. Já sabe, pra nĂŁo entrar rato ou algum doido — falou, enquanto tirava o celular e anotava o nĂşmero dele, pra qualquer coisa. — Beleza, sem problema. Tu Fica tranquilo, tio" —falei. No fim das contas, nĂŁo me custava nada. Ele me deu um tapinha no ombro e, sem mais, virou as costas, subiu no carro dele e arrancou rumo ao aeroporto. Fiquei um segundo vendo o carro se afastar. Depois fechei a porta e fui tomar cafĂ©. Me servi um copo de suco gelado, acompanhei com a carne já quente e sentei pra comer sem pressa, vendo o sol entrar suave pela janela. Era um dia bom, sem muito barulho, sem pressĂŁo. Depois me joguei no sofá, de barriga cheia, e liguei a TV pra ver se a Netflix tinha algo decente. Comecei a navegar entre as sĂ©ries, mas nada me chamava a atenção. Tudo que eu tinha começado e largado no meio. Clássico. AĂ ouvi o motor de um carro parar na frente da casa do vizinho. Espiei pelas persianas. Pois é… era a irmĂŁ do Marcos. NĂŁo dava pra ver direito por causa do portĂŁo entre as duas casas, mas dava pra perceber que ela tava com uma roupa branca, tipo um conjunto justo. Um macaquinho? Uma calça com blusa colada? NĂŁo soube direito, mas o corpo dela marcava… isso eu notei. Ela tinha postura, isso era inegável. Caminhava como se nĂŁo precisasse de ninguĂ©m. Com firmeza. Como se soubesse que mais de um tava olhando sem conseguir evitar. SĂł pensei comigo: Tomara que nĂŁo seja igual ao irmĂŁo, pedindo favor toda hora. A tarde passou tranquila. NĂŁo fiz quase nada. Tomei um banho rápido quando anoiteceu, jantei algo leve e me joguei na cama pra mexer no celular. As notificações tavam mortas, entĂŁo larguei o telefone de lado e apaguei a luz. Fechei os olhos. SilĂŞncio total. Ou quase. Lá pelas dez e meia da noite, bem quando o sono tava começando a vencer, uma mĂşsica começou a tocar alta da janela do lado. NĂŁo era qualquer mĂşsica, era daquelas com batidas pesadas, meio eletrĂ´nicas, que fazem o vidro vibrar se vocĂŞ aumenta o volume. E a janela do meu quarto dá bem na da casa do Marcos. A irmĂŁ dele, Claro, nĂŁo fazia ideia do quanto dava pra ouvir do meu quarto. Soltei um bufado. Enfiei a cabeça no travesseiro, mas nĂŁo adiantou nada. A mĂşsica continuava. Pensei em mandar uma mensagem pro Marcos, mas ele já devia estar voando. EntĂŁo levantei, vesti uma camiseta e fui direto bater na porta dela. Bati duas vezes. Firme, mas sem ser grosso. A mĂşsica continuou por mais uns segundos, aĂ baixou de repente, e logo depois a porta se abriu. E lá estava ela. A irmĂŁ do Marcos. De perto… era outro nĂvel. Ela tava usando uma espĂ©cie de macacĂŁo esportivo cinza, justo no corpo, como se tivesse pintado nela. O tecido fino marcava o contorno dos peitos dela, firmes e mĂ©dios, e a cintura fina que se abria nuns quadris perfeitamente desenhados. Ela tava descalça. O cabelo preso, meio molhado, como se tivesse acabado de tomar banho.
Ela me olhou bem nos olhos, com um sorrisinho maroto, como se já soubesse por que eu estava ali antes mesmo de eu falar. — Sim? — perguntou com a voz calma, meio rouca, quase brincando. Engoli seco disfarçadamente. — Desculpa incomodar… Ă© que a mĂşsica tá bem alta no meu quarto. Tava com dificuldade pra dormir, sĂł vim ver se vocĂŞ podia abaixar um pouco — falei, mantendo a compostura. Ela sorriu mais. Baixou o olhar e levantou de novo, como se me analisasse. — Nossa, nĂŁo sabia que tava tĂŁo alta assim… desculpa, vizinho. NĂŁo queria te atrapalhar. Já abaixei, sem problema. — Valeu, sĂ©rio. Era sĂł isso. — NĂŁo quer entrar um pouquinho? Já que vocĂŞ tá aqui… Preciso da opiniĂŁo de alguĂ©m pra um vĂdeo que tĂ´ fazendo — disse ela, com aquele tom suave, mas com algo por trás. NĂŁo era uma simples cortesia. Era um convite… diferente. Fiquei parado meio segundo, avaliando. E por que nĂŁo? pensei. Concordei de leve. — Beleza, mas sĂł um instante. — Perfeito — disse ela, abrindo mais a porta e se afastando. Entrei, e mal cruzei a porta, senti o perfume suave que flutuava no ar, quente, feminino. Algo naquela casa cheirava a desejo sem ter começado nada ainda. E ela… se movia com uma naturalidade tĂŁo provocante, que eu já sabia que aquela noite nĂŁo ia dormir cedo. Ela fechou a porta atrás de mim com cuidado. A casa cheirava a baunilha, limpa, com um toque feminino que nĂŁo deixava dĂşvidas de que o espaço já tinha outra energia desde que ela chegou. — A propĂłsito, sou Diana. Diana Acevedo — disse ela, enquanto caminhava atĂ© a cozinha americana. — Quer alguma coisa pra beber? — Acabei de jantar, valeu — respondi, ajustando a camiseta. — Mas obrigado pelo convite. — Sem problema — disse com um sorriso suave, e voltou com uma garrafa de água nas mĂŁos. — Meu irmĂŁo falou de vocĂŞ antes de ir embora. Disse que podia confiar de boa, que vocĂŞ era um bom vizinho… responsável. — Ah, Ă©? Que estranho ele dizer isso. Ele sempre vem me pedir coisas como se eu trabalhasse pra ele. Pra ele — falei com uma risadinha. — Kkkk, Ă©, parece o Marcos — respondeu, soltando uma gargalhada leve, uma risada que escapou mais natural do que forçada. A gente sentou no sofá. O clima tava relaxado, mas alguma coisa no jeito que ela cruzou as pernas, na forma como se inclinou pra pegar o controle da TV, começou a despertar aquela tensĂŁo inevitável. O corpo dela falava. E eu tava ouvindo. — Já ouviu falar da Lightmoon no TikTok? — HĂŁ? NĂŁo… por quĂŞ? — Sou eu — disse com um olhar safado, enquanto abria o app na TV e projetava o perfil dela. A tela mostrou na hora a conta. O avatar, os olhos maquiados, o sorriso com filtro. Milhares de likes. E lá estavam os vĂdeos: danças, transições com troca de roupa, takes em câmera lenta que destacavam o corpo dela. Rebolado. Lábios roçando um canudo. Roupa esportiva apertada. Vestidos curtos. Cosplays. Tudo tĂŁo bem produzido que nĂŁo tinha como nĂŁo olhar. — Esse Ă© o Ăşltimo — falou com um tom suave, como se nĂŁo soubesse o efeito que tava causando em mim. — Gravei ontem. Ela deu play. Lá estava ela, com uma saia curta e uma blusa que mal cobria. Girando na frente do espelho. Mordendo o lábio. Dançando no ritmo de uma mĂşsica lenta e sedutora. O vĂdeo terminava com um olhar dela direto pra câmera. Quase como se tivesse falando com vocĂŞ. Engoli seco e, sem pensar, soltei: — VocĂŞ tá uma gostosa. Ela virou pra me olhar, surpresa com a minha sinceridade. As bochechas ficaram vermelhas e ela desviou o olhar com uma risadinha nervosa. — Ah… obrigada — murmurou. E mordeu o lábio, mas dessa vez fora do vĂdeo.
Fez-se um silĂŞncio carregado. Aquele tipo de silĂŞncio que nĂŁo Ă© desconfortável, mas denso, cheio de eletricidade no ar. — Posso usar o banheiro? — perguntei, pra cortar um pouco a tensĂŁo. — Claro, fica no corredor, Ă direita — ela disse, ainda com um meio sorriso no rosto. Fui ao banheiro, fechei a porta, fiz o que tinha que fazer e, ao sair, enquanto ajustava a camiseta, virei na direção errada sem querer. Ao tentar corrigir, o cotovelo bateu em algo… um painel de madeira mal fechado de lado. Pum. Uma porta de armário se escancarou e de lá caiu uma coisa. Peguei no instinto antes que tocasse o chĂŁo. Era uma fantasia de cosplay, mas nĂŁo era qualquer uma. Uma daquelas que mal cobrem, de tecido brilhante e decote atrevido, com rendas e fitinhas, meia arrastĂŁo e orelhinhas. Tava na cara que nĂŁo era sĂł pra TikTok. Fiquei olhando pra ela por um segundo. Depois virei pra onde estava Diana, que vinha saindo do quarto ao ouvir o barulho. A gente se encarou. Ela viu a fantasia nas minhas mĂŁos, e o rosto dela congelou. Olhos arregalados. A cara vermelha como se eu tivesse acabado de descobrir um segredo dela. — Desculpa, nĂŁo foi minha intenção… — comecei a dizer, mas nĂŁo terminei. Ela baixou o olhar, apertou os lábios… e aĂ, com a voz baixa, quase inaudĂvel, disse: — TambĂ©m tenho OnlyFans. Fez-se um silĂŞncio pesado. Ela nĂŁo me olhava. Ficava brincando com os dedos. Esperava, talvez, que eu a julgasse. Mas nĂŁo julguei. Meus olhos foram da fantasia… pra ela. E de volta pra fantasia. E naquele instante, a tensĂŁo que nos rodeava desde o começo virou outra coisa. Algo palpável. — Bom… que bons negĂłcios vocĂŞ tem — falei com um sorriso de canto, ainda com a fantasia nas mĂŁos. Ela me olhou com surpresa. As sobrancelhas dela se ergueram, e por um momento pareceu prender a respiração. NĂŁo sabia se ria, se se defendia ou se saĂa correndo. — VocĂŞ realmente nĂŁo… nĂŁo pensa mal de mim? — perguntou baixinho, com aquela mistura de ternura e vulnerabilidade que poucas vezes alguĂ©m deixa transparecer de verdade. Balancei a cabeça que nĂŁo e Dei um passo em sua direção, me aproximando devagar. —NĂŁo. De jeito nenhum. Cada um se vira como pode, e se vocĂŞ tem o que Ă© preciso… por que nĂŁo? VocĂŞ nĂŁo tá machucando ninguĂ©m. Ela baixou o olhar, como se minhas palavras tivessem sido um alĂvio inesperado. Sorriu de leve, e naquele instante eu soube que tinha algo a mais. NĂŁo era sĂł o segredo revelado. Era o jeito que ela me olhava. Como se, de repente, nĂŁo existissem mais filtros, nem máscaras. SĂł duas pessoas e uma tensĂŁo que já nĂŁo dava mais pra esconder. Estendi o braço pra devolver o traje. Ela pegou… mas nĂŁo se afastou. Em vez disso, levantou o olhar… e se jogou em mim. Me beijou de repente, sem aviso, com uma intensidade que me deixou sem ar. Os lábios dela eram quentes, macios, mas com fome. Um beijo que nĂŁo pedia carinho, mas desejo. Puro desejo. Respondi na hora. Segurei ela pela cintura e puxei pra perto, nossas bocas se explorando sem pressa, mas com firmeza. O corpo dela encaixava perfeitamente no meu. Sentia o calor da pele dela atravĂ©s daquela roupa fina. O roçar do peito dela contra o meu. Minhas mĂŁos deslizaram pelas costas dela, descendo devagar, sem pressa. O beijo ficou mais profundo, mais molhado, mais desesperado. Quase sem perceber, entre beijos, roçadas e respiração ofegante, começamos a caminhar atĂ© o quarto dela. Esbarramos em algumas coisas no corredor, sem nunca perder o contato. Como se o resto do mundo tivesse simplesmente sumido.
Entramos no quarto dela. As luzes estavam baixas. SĂł uma fita de LED azul iluminava sutilmente o ambiente. Na cama, alguns travesseiros com formato de personagens de anime. Tudo cheirava a perfume doce, a corpo quente, a algo que já nĂŁo dava mais pra parar. — Tem certeza? — perguntei, com a voz meio rouca de tesĂŁo. Ela me encarou, com a respiração ofegante e as bochechas vermelhas. — Sim… total certeza — respondeu, sem hesitar, mordendo o lábio inferior enquanto a mĂŁo dela deslizava pelo meu peito por cima da camiseta. Aquele foi o ponto sem volta. Me aproximei de novo, beijei ela com mais vontade, minhas mĂŁos viajaram pela cintura dela, subindo por baixo do macacĂŁo, sentindo a pele lisa e quente. Ela arqueou levemente as costas ao sentir meus dedos percorrerem o lado do corpo, se colando mais em mim, como se o corpo dela soubesse exatamente onde queria estar. Depois de alguns segundos, ela se afastou devagar dos meus lábios, nossas respirações ofegantes preenchiam o silĂŞncio do quarto. Me olhou com uma mistura de fogo e nervosismo, e sem dizer uma palavra, levou as mĂŁos atĂ© a lateral do macacĂŁo branco. Com um movimento suave, puxou pra baixo, primeiro os ombros, depois o tronco. O tecido desceu devagar, revelando aos poucos o tom quente da pele dela. Meus olhos nĂŁo se desgrudavam dela. O macacĂŁo caiu como uma cascata branca no chĂŁo, deixando a silhueta dela Ă mostra… sĂł coberta por um biquĂni roxo que destacava o corpo dela de um jeito perfeito.
O decote em “V” profundo, o corte alto nos quadris, o ajuste na cintura… tudo naquele maiĂ´ parecia feito pra provocar. Os peitos dela se marcavam sutilmente pelo tecido molhado da pele ainda quente. A barriga lisa respirava pesado, e as pernas, levemente abertas, estavam firmes, macias, desejáveis. Ela se meteu na cama sem pressa, como se soubesse que cada segundo dela era uma provocação silenciosa. Se recostou nos lençóis brancos, apoiando a cabeça no travesseiro, e me olhou. Aquele olhar… Despreocupado, seguro, mas tambĂ©m vulnerável. Como se estivesse me convidando pra ver uma parte dela que nĂŁo mostrava fácil. Meus olhos deslizaram por cada centĂmetro do corpo dela. Aquela imagem ficou gravada na minha mente como se fosse uma foto: Diana Acevedo, com aquele biquĂni roxo que mal cobria o necessário, deitada de lado, uma perna cruzada sutilmente sobre a outra, e o olhar fixo em mim. — VocĂŞ vai ficar aĂ parado… ou vai vir? — ela disse, com a voz rouca, quase um sussurro que me sacudiu por dentro. Sorri sem dizer nada. Me aproximei, devagar, me deixando levar pelo instinto, pelo desejo que já era impossĂvel disfarçar. Tirei a camiseta e sentei na beira da cama, bem do lado dela. Minha mĂŁo percorreu a coxa dela suavemente, sentindo a maciez da pele, a tensĂŁo contida nos mĂşsculos, o tremor mĂnimo que sĂł se nota quando vocĂŞ tá tĂŁo perto que sente o calor do corpo do outro. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo aquele primeiro contato real. Meus dedos subiram pela perna dela, roçando a borda do biquĂni. A respiração dela acelerou um pouco. Ela lambeu os lábios. Me inclinei e beijei ela de novo, dessa vez mais devagar, saboreando cada segundo. Minhas mĂŁos pousaram na cintura dela, sentindo ela se mexer com meus carinhos, como se o corpo dela buscasse desesperadamente mais. A pele dela ardia. NĂŁo sĂł de calor, mas de tesĂŁo. As coxas dela se tensionavam levemente com minhas carĂcias. A ponta dos meus dedos percorreu a cintura, subiu pela barriga dela e roçou de leve a borda inferior do top roxo, enquanto nossas bocas continuavam se encontrando, se beijando devagar, molhado, com uma fome contida. De repente, entre suspiros, Diana abriu os olhos e sussurrou pra mim com um sorriso safado:
—É a sua primeira vez com uma streamer? Soltei uma risadinha, preso entre o pescoço dela e a clavĂcula, onde tava deixando uns beijinhos. —A primeira vez com uma gostosa igual vocĂŞ, sim —falei, sem filtro, olhando nos olhos dela enquanto minhas mĂŁos nĂŁo paravam de acariciar. Ela riu, aquele riso doce e safado que desarma qualquer um. Mordeu meu lábio inferior de leve enquanto se empurrava pra grudar mais em mim, como se o corpo dela quisesse marcar cada segundo do que tava rolando. Minha mĂŁo direita desceu pela barriga dela, devagar, atĂ© chegar na beirada da calcinha do biquĂni. Parei ali, roçando com os dedos, sem apertar. Olhei pra ela, com uma mistura de tesĂŁo e respeito. NĂŁo era brincadeira. Tava prestes a cruzar o limite. —Posso? —perguntei baixinho, acariciando o tecido fino com a ponta do polegar. Ela assentiu. Devagar, fundo. As bochechas dela tavam vermelhas, as pupilas dilatadas. NĂŁo precisou falar mais nada. Deslizei a calcinha pra baixo com cuidado, como se fosse frágil, como se o momento merecesse toda a delicadeza do mundo. Fui descendo pelos quadris dela, pelas coxas, atĂ© ficar livre. Ela ajudou levantando as pernas, deixando o tecido sair completamente do caminho. A imagem na minha frente era simplesmente perfeita. Diana, deitada de costas, com o top roxo ainda vestido, os peitos dela balançando de leve a cada respiração ofegante, e o corpo todo entregue pra mim. O jeito que ela me olhava dizia tudo. NĂŁo tinha nervosismo, nĂŁo tinha dĂşvida. SĂł tesĂŁo. Me inclinei pra ela, dei um beijo suave no umbigo dela (que parecia uma caverna do prazer), e comecei a descer devagar atĂ© a entrada da buceta dela.
Me afaste sĂł alguns centĂmetros. Minha respiração tava pesada. Olhei nos olhos dela enquanto minha mĂŁo descia discreta pra puxar meu pau, já durasso, pulsando de tanto tesĂŁo guardado. —Vou meter —sussurrei, minha voz rouca, mais pelo que eu tava sentindo do que pelo que eu tava falando. Ela me olhou com aquela mistura de carinho, desejo e decisĂŁo que nĂŁo deixa dĂşvida nenhuma. Ela assentiu firme, mordendo o lábio, e aĂ baixou as mĂŁos pra me pegar. Os dedos dela envolveram ele com força, com segurança, e guiaram pra entrada dela. A ponta roçou a pele quente e molhada dela. As pernas dela se abriram mais um pouco. Ela levantou a pelvis devagar, como se o corpo dela já soubesse exatamente o que queria. E ali, bem na beirinha, naquele instante onde tudo para por um segundo, senti ela tremer de leve. O silĂŞncio se encheu da respiração ofegante dela. —Sim… mete —ela falou num sussurro quase inaudĂvel, mas tĂŁo carregado de tesĂŁo que me incendiou de vez. Me empurrei devagar, sentindo o corpo dela me receber, quente, apertado, perfeito. Entrei nela com calma, sentindo como o corpo dela se abria pra me receber, quente, molhado, tĂŁo justinho que me fez prender a respiração. Diana se agarrou com força nos meus antebraços, as unhas dela arranhando de leve minha pele enquanto as pernas dela se enroscavam devagar na minha cintura, tentando me manter dentro, colado nela. O olhar dela virou pra mim, fixo, profundo, com um tremor leve nos lábios. —Assim… —ela sussurrou, quase sem ar, com os olhos brilhando e as bochechas vermelhas—. Exatamente assim… Comecei a me mover num vai e vem lento, aproveitando cada centĂmetro, cada sensação. As paredes dela me apertavam a cada entrada, como se me abraçassem por dentro. Ela mordia o lábio, com gemidinhos que nĂŁo conseguia controlar, sons que escapavam em cada respiração, suaves, quentes, tĂŁo reais que me faziam tremer. Minhas mĂŁos exploravam o corpo dela, passando pelos quadris, subindo pela barriga, sentindo a Contração dos mĂşsculos dela no ritmo das estocadas. Meus lábios desceram atĂ© o pescoço dela, onde deixei um beijo molhado, demorado, bem naquele ponto sensĂvel onde a pele se arrepiou com o contato. Ela começou a se mover comigo, levantando o quadril cada vez que eu empurrava, marcando o ritmo com as mĂŁos nas minhas costas, com as unhas apertando de leve. O corpo dela se alinhava ao meu com uma precisĂŁo instintiva, como se fĂ´ssemos feitos pra encaixar. Acelerei um pouco o ritmo. A respiração dela ficou mais ofegante. Soltou um gemido mais alto que os anteriores, sem vergonha, com o rosto totalmente entregue ao prazer. — Deus… — sussurrou entre ofegos, arqueando as costas —. É tĂŁo… gostoso…
Baixei o olhar e observei como nossos corpos se uniam, molhados, brilhando de suor, fundidos naquele vai e vem cada vez mais intenso. O som das nossas peles se encontrando enchia o quarto. O perfume do corpo dela, misturado com o calor do ambiente, era embriagante. Me inclinei de novo pra beijá-la, mas dessa vez com mais urgĂŞncia. Nossos lábios se chocaram, molhados, com lĂnguas se explorando, sem suavidade, com fome. Beijei ela enquanto continuava empurrando dentro dela, sentindo como cada gemido se misturava com minha respiração. Diana levou uma das mĂŁos atĂ© o prĂłprio corpo e começou a se tocar suavemente enquanto eu entrava e saĂa dela, ao mesmo tempo que as coxas dela se fechavam levemente na minha cintura, como se quisesse me prender dentro, nĂŁo me deixar sair. — NĂŁo para — ela disse com os olhos semicerrados, a voz entrecortada —. NĂŁo para por nada… E eu nĂŁo parei. Continuei metendo nela com mais força, marcando o ritmo com meu corpo, sentindo como os quadris dela respondiam, batendo contra os meus. A pele suada dela deslizando contra a minha, o pescoço exposto cada vez que ela arqueava as costas, os peitos dela pulando mal cobertos pelo top justo. Era um espetáculo… e uma loucura de sensações. Agarrei os quadris dela e comecei a aprofundar mais, acelerando o ritmo, sentindo como ela me apertava por dentro, molhada, ardente, perfeita. Ela soltava gemidos cada vez mais descontrolados, se deixando levar por completo. Mas de repente, sem aviso, Diana empurrou meu peito com firmeza e me fez girar. Com um movimento ágil, fiquei debaixo dela. Ela se acomodou em cima de mim, me montando com uma segurança deliciosa. As pernas dela ficaram de cada lado dos meus quadris, as mĂŁos apoiadas no meu abdĂ´men pra manter o equilĂbrio. Ela me olhou de cima, com o cabelo solto caindo pelos ombros, o rosto vermelho, os lábios inchados e molhados, e um sorriso safado no rosto. — Agora… deixa comigo — ela disse baixinho, e começou a se mover. A sensação foi brutal. O quadril dela subiu devagar, sentindo meu pau deslizar dentro dela, e depois desceu com força, me encaixando atĂ© o fundo. Soltamos um gemido ao mesmo tempo. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo o domĂnio, e voltou a se mexer… mais rápido dessa vez. Eu estava completamente imĂłvel, entregue, vendo ela se mover em cima de mim como se já tivesse feito isso mil vezes. O quadril dela fazia cĂrculos, balançava firme, exato, me fazendo sentir ela de todos os ângulos. O corpo dela brilhava de suor. O top roxo começava a grudar na pele Ăşmida, marcando ainda mais o formato dos peitos dela que subiam e desciam a cada investida. O jeito que as coxas dela apertavam meu quadril, a barriga firme, a expressĂŁo de prazer… tudo nela era hipnĂłtico. Apoiei nos cotovelos pra me levantar um pouco e levei as mĂŁos atĂ© a cintura dela, ajudando a marcar o ritmo, a controlar. — Porra… — murmurei sem conseguir me segurar, ofegante —. VocĂŞ tá… incrĂvel. Ela abriu os olhos e me olhou de cima, com aquela mistura de luxĂşria e carinho que desarmava qualquer defesa. Se inclinou pra mim, os peitos dela quase roçando meu torso, e me beijou com intensidade enquanto nĂŁo parava de se mexer. A lĂngua dela brincava com a minha ao mesmo tempo que o quadril dela continuava se encaixando com precisĂŁo selvagem. De vez em quando ela mordia o lábio, ria entre os gemidos, baixava o olhar pra ver como meu pau sumia dentro dela uma e outra vez. Parecia que ela tava curtindo tanto quanto eu. Ou mais. — VocĂŞ gosta quando eu faço assim, nĂ©? — sussurrou no meu ouvido, descendo uma mĂŁo atĂ© o prĂłprio corpo, se acariciando sem vergonha bem em cima de onde a gente tava ligado.
Eu sĂł consegui concordar com a cabeça, quase sem voz, sentindo o fogo me queimar por dentro. Ela se endireitou de novo e começou a quicar mais rápido, com o cabelo solto balançando, os gemidos enchendo o quarto, os sons molhados dos nossos corpos se chocando acompanhando o ritmo cada vez mais intenso. Eu tentava segurar, mas cada movimento dela me levava ao limite. NĂŁo do clĂmax… ainda nĂŁo… mas da loucura. Sentia como ela me apertava por dentro, como o corpo dela se contraĂa e relaxava, como cada gemido dela era gasolina pro meu desejo. —NĂŁo goza ainda… —disse com um sorriso malicioso, parando um pouco e girando o quadril em cĂrculos lentos, fazendo meu corpo tremer debaixo do dela. —NĂŁo vou… mas se continuar assim… —falei, apertando os quadris dela com força. —EntĂŁo… —murmurou, se inclinando de novo pra roçar meu ouvido com a respiração—. Vou te fazer sofrer um pouco mais… E voltou a se mover. Mais devagar. Mais fundo. Ela subia de um jeito excitante, assim como descia de uma vez, era uma verdadeira deusa do sexo. Começou a se mover em cĂrculos, o interior dela apertava mais a cada movimento que fazia, eu a abracei de forma selvagem contra mim, enquanto começava a meter tambĂ©m. —Porra, Diana… VocĂŞ tá tĂŁo apertada que vou gozar —falei enquanto metia mais rápido. —NĂŁo, espera… Faz fora… —a voz dela cortou… Já era tarde demais, gozei dentro de Diana, a jatos, e pelo visto nĂŁo fui sĂł eu, ela tambĂ©m… Ficamos os dois abraçados na cama, esperando a respiração voltar ao normal. Olhei pra ela. O rosto dela brilhava de suor, a expressĂŁo era de calma total… atĂ© que eu me atrevi a quebrar o silĂŞncio com a voz baixa, quase culpada: —Diana… gozei dentro de vocĂŞ. Ela entreabriu os olhos, com uma expressĂŁo que passou de leve surpresa pra um sorriso tranquilo. Se aproximou um pouco mais e me beijou o pescoço com suavidade antes de responder:
—Tranquilo… tĂ´ com o implante. Já faz dois anos. NĂŁo vai dar nada, juro. O jeito que ela falou, com aquele tom entre seguro e cĂşmplice, me fez soltar o ar que, sem perceber, eu tava segurando. Mesmo assim, nĂŁo consegui evitar dar uma risadinha, meio que por reflexo. —Ainda bem… porque, porra, nem pensei… nem por um segundo. Ela riu tambĂ©m, com aquele riso doce que já tava começando a me pegar mais do que devia. Me deu um tapinha leve no peito com a mĂŁo aberta. —Eu tambĂ©m nĂŁo. NĂŁo imaginei que isso ia rolar quando cheguei hoje Ă tarde… e olha a gente. Ficamos ali, nos olhando em silĂŞncio, com os corpos colados, a pele ainda quente, enquanto o ventilador girava devagar sobre nossas cabeças e a noite começava a morrer lá fora. —VocĂŞ vai ficar? —ela perguntou de repente, com a voz suave, enquanto passava um dedo no meu abdĂ´men em cĂrculos lentos. Virei pra olhar a janela. Tava completamente escuro ainda. Sentia o tempo parado… atĂ© que olhei pro meu celular no chĂŁo, junto com minha roupa espalhada. Passei o dedo na tela. —SĂŁo 4h17 da manhã… —SĂ©rio? —ela disse, rindo, se cobrindo com o lençol atĂ© o peito enquanto se sentava um pouco na cama—. Parece que passou sĂł uma hora… Sentei tambĂ©m, esfregando o rosto com as mĂŁos, como se tentasse voltar Ă realidade. Olhei pra ela enquanto me abaixava pra pegar minha cueca no chĂŁo. —Talvez… outra hora eu fique. AtĂ© porque seu irmĂŁo ainda nĂŁo voltou —falei com um sorriso torto, começando a me vestir. Diana me observou em silĂŞncio enquanto eu vestia a camiseta, ainda coberta com o lençol, as pernas dobradas debaixo dela, o cabelo bagunçado caindo num dos ombros. Era uma imagem que ficou gravada em mim: a pele dela ainda rosada pelo calor, os olhos brilhando sob a luz azul, e aquele sorriso pela metade, como se nĂŁo quisesse que eu fosse embora. —Bom… —ela disse por fim, enquanto eu caminhava atĂ© a porta—. EntĂŁo te vejo amanhã… ou depois? Me aproximei e dei um Ăşltimo beijo nela. Os lábios dela estavam mornos, macios, como um adeus perfeito. —A gente vĂŞ, Lightmoon —falei brincando, fazendo ela rir de novo—. NĂŁo me provoca. Virei e saĂ do quarto, andando pelo corredor com as luzes apagadas, ainda em silĂŞncio total na rua inteira. Já na sala, ajeitei a camiseta e peguei minhas chaves, enquanto uma parte de mim ainda tremia por dentro, como se meu corpo nĂŁo conseguisse processar o que tinha rolado. Antes de sair, virei a cabeça. Diana ainda estava lá, na entrada do quarto, sĂł coberta pelo lençol, me olhando em silĂŞncio. Mandou um beijo com a mĂŁo, aquele gesto safado e meio infantil que nĂŁo combinava com a intensidade do que a gente tinha acabado de viver… e mesmo assim, deixava ela ainda mais real.
Abri a porta com cuidado e saĂ. O ar da madrugada bateu no meu rosto. Tudo estava em paz. O silĂŞncio do bairro, o cĂ©u ainda sem luz, as ruas vazias… mas dentro de mim, o barulho continuava: o eco dos gemidos dela, o calor da pele, o cheiro, os movimentos… Caminhei atĂ© minha casa com passos lentos, como se resistisse a deixar aquele momento acabar de vez. Meu corpo ainda carregava o cansaço gostoso da entrega, e minha mente revivia cada segundo, cada olhar, cada sensação. E no fundo, eu sabia que aquela noite nĂŁo ia se repetir fácil. Ou talvez sim… Talvez o melhor estivesse sĂł começando.
Ela me olhou bem nos olhos, com um sorrisinho maroto, como se já soubesse por que eu estava ali antes mesmo de eu falar. — Sim? — perguntou com a voz calma, meio rouca, quase brincando. Engoli seco disfarçadamente. — Desculpa incomodar… Ă© que a mĂşsica tá bem alta no meu quarto. Tava com dificuldade pra dormir, sĂł vim ver se vocĂŞ podia abaixar um pouco — falei, mantendo a compostura. Ela sorriu mais. Baixou o olhar e levantou de novo, como se me analisasse. — Nossa, nĂŁo sabia que tava tĂŁo alta assim… desculpa, vizinho. NĂŁo queria te atrapalhar. Já abaixei, sem problema. — Valeu, sĂ©rio. Era sĂł isso. — NĂŁo quer entrar um pouquinho? Já que vocĂŞ tá aqui… Preciso da opiniĂŁo de alguĂ©m pra um vĂdeo que tĂ´ fazendo — disse ela, com aquele tom suave, mas com algo por trás. NĂŁo era uma simples cortesia. Era um convite… diferente. Fiquei parado meio segundo, avaliando. E por que nĂŁo? pensei. Concordei de leve. — Beleza, mas sĂł um instante. — Perfeito — disse ela, abrindo mais a porta e se afastando. Entrei, e mal cruzei a porta, senti o perfume suave que flutuava no ar, quente, feminino. Algo naquela casa cheirava a desejo sem ter começado nada ainda. E ela… se movia com uma naturalidade tĂŁo provocante, que eu já sabia que aquela noite nĂŁo ia dormir cedo. Ela fechou a porta atrás de mim com cuidado. A casa cheirava a baunilha, limpa, com um toque feminino que nĂŁo deixava dĂşvidas de que o espaço já tinha outra energia desde que ela chegou. — A propĂłsito, sou Diana. Diana Acevedo — disse ela, enquanto caminhava atĂ© a cozinha americana. — Quer alguma coisa pra beber? — Acabei de jantar, valeu — respondi, ajustando a camiseta. — Mas obrigado pelo convite. — Sem problema — disse com um sorriso suave, e voltou com uma garrafa de água nas mĂŁos. — Meu irmĂŁo falou de vocĂŞ antes de ir embora. Disse que podia confiar de boa, que vocĂŞ era um bom vizinho… responsável. — Ah, Ă©? Que estranho ele dizer isso. Ele sempre vem me pedir coisas como se eu trabalhasse pra ele. Pra ele — falei com uma risadinha. — Kkkk, Ă©, parece o Marcos — respondeu, soltando uma gargalhada leve, uma risada que escapou mais natural do que forçada. A gente sentou no sofá. O clima tava relaxado, mas alguma coisa no jeito que ela cruzou as pernas, na forma como se inclinou pra pegar o controle da TV, começou a despertar aquela tensĂŁo inevitável. O corpo dela falava. E eu tava ouvindo. — Já ouviu falar da Lightmoon no TikTok? — HĂŁ? NĂŁo… por quĂŞ? — Sou eu — disse com um olhar safado, enquanto abria o app na TV e projetava o perfil dela. A tela mostrou na hora a conta. O avatar, os olhos maquiados, o sorriso com filtro. Milhares de likes. E lá estavam os vĂdeos: danças, transições com troca de roupa, takes em câmera lenta que destacavam o corpo dela. Rebolado. Lábios roçando um canudo. Roupa esportiva apertada. Vestidos curtos. Cosplays. Tudo tĂŁo bem produzido que nĂŁo tinha como nĂŁo olhar. — Esse Ă© o Ăşltimo — falou com um tom suave, como se nĂŁo soubesse o efeito que tava causando em mim. — Gravei ontem. Ela deu play. Lá estava ela, com uma saia curta e uma blusa que mal cobria. Girando na frente do espelho. Mordendo o lábio. Dançando no ritmo de uma mĂşsica lenta e sedutora. O vĂdeo terminava com um olhar dela direto pra câmera. Quase como se tivesse falando com vocĂŞ. Engoli seco e, sem pensar, soltei: — VocĂŞ tá uma gostosa. Ela virou pra me olhar, surpresa com a minha sinceridade. As bochechas ficaram vermelhas e ela desviou o olhar com uma risadinha nervosa. — Ah… obrigada — murmurou. E mordeu o lábio, mas dessa vez fora do vĂdeo.
Fez-se um silĂŞncio carregado. Aquele tipo de silĂŞncio que nĂŁo Ă© desconfortável, mas denso, cheio de eletricidade no ar. — Posso usar o banheiro? — perguntei, pra cortar um pouco a tensĂŁo. — Claro, fica no corredor, Ă direita — ela disse, ainda com um meio sorriso no rosto. Fui ao banheiro, fechei a porta, fiz o que tinha que fazer e, ao sair, enquanto ajustava a camiseta, virei na direção errada sem querer. Ao tentar corrigir, o cotovelo bateu em algo… um painel de madeira mal fechado de lado. Pum. Uma porta de armário se escancarou e de lá caiu uma coisa. Peguei no instinto antes que tocasse o chĂŁo. Era uma fantasia de cosplay, mas nĂŁo era qualquer uma. Uma daquelas que mal cobrem, de tecido brilhante e decote atrevido, com rendas e fitinhas, meia arrastĂŁo e orelhinhas. Tava na cara que nĂŁo era sĂł pra TikTok. Fiquei olhando pra ela por um segundo. Depois virei pra onde estava Diana, que vinha saindo do quarto ao ouvir o barulho. A gente se encarou. Ela viu a fantasia nas minhas mĂŁos, e o rosto dela congelou. Olhos arregalados. A cara vermelha como se eu tivesse acabado de descobrir um segredo dela. — Desculpa, nĂŁo foi minha intenção… — comecei a dizer, mas nĂŁo terminei. Ela baixou o olhar, apertou os lábios… e aĂ, com a voz baixa, quase inaudĂvel, disse: — TambĂ©m tenho OnlyFans. Fez-se um silĂŞncio pesado. Ela nĂŁo me olhava. Ficava brincando com os dedos. Esperava, talvez, que eu a julgasse. Mas nĂŁo julguei. Meus olhos foram da fantasia… pra ela. E de volta pra fantasia. E naquele instante, a tensĂŁo que nos rodeava desde o começo virou outra coisa. Algo palpável. — Bom… que bons negĂłcios vocĂŞ tem — falei com um sorriso de canto, ainda com a fantasia nas mĂŁos. Ela me olhou com surpresa. As sobrancelhas dela se ergueram, e por um momento pareceu prender a respiração. NĂŁo sabia se ria, se se defendia ou se saĂa correndo. — VocĂŞ realmente nĂŁo… nĂŁo pensa mal de mim? — perguntou baixinho, com aquela mistura de ternura e vulnerabilidade que poucas vezes alguĂ©m deixa transparecer de verdade. Balancei a cabeça que nĂŁo e Dei um passo em sua direção, me aproximando devagar. —NĂŁo. De jeito nenhum. Cada um se vira como pode, e se vocĂŞ tem o que Ă© preciso… por que nĂŁo? VocĂŞ nĂŁo tá machucando ninguĂ©m. Ela baixou o olhar, como se minhas palavras tivessem sido um alĂvio inesperado. Sorriu de leve, e naquele instante eu soube que tinha algo a mais. NĂŁo era sĂł o segredo revelado. Era o jeito que ela me olhava. Como se, de repente, nĂŁo existissem mais filtros, nem máscaras. SĂł duas pessoas e uma tensĂŁo que já nĂŁo dava mais pra esconder. Estendi o braço pra devolver o traje. Ela pegou… mas nĂŁo se afastou. Em vez disso, levantou o olhar… e se jogou em mim. Me beijou de repente, sem aviso, com uma intensidade que me deixou sem ar. Os lábios dela eram quentes, macios, mas com fome. Um beijo que nĂŁo pedia carinho, mas desejo. Puro desejo. Respondi na hora. Segurei ela pela cintura e puxei pra perto, nossas bocas se explorando sem pressa, mas com firmeza. O corpo dela encaixava perfeitamente no meu. Sentia o calor da pele dela atravĂ©s daquela roupa fina. O roçar do peito dela contra o meu. Minhas mĂŁos deslizaram pelas costas dela, descendo devagar, sem pressa. O beijo ficou mais profundo, mais molhado, mais desesperado. Quase sem perceber, entre beijos, roçadas e respiração ofegante, começamos a caminhar atĂ© o quarto dela. Esbarramos em algumas coisas no corredor, sem nunca perder o contato. Como se o resto do mundo tivesse simplesmente sumido.
Entramos no quarto dela. As luzes estavam baixas. SĂł uma fita de LED azul iluminava sutilmente o ambiente. Na cama, alguns travesseiros com formato de personagens de anime. Tudo cheirava a perfume doce, a corpo quente, a algo que já nĂŁo dava mais pra parar. — Tem certeza? — perguntei, com a voz meio rouca de tesĂŁo. Ela me encarou, com a respiração ofegante e as bochechas vermelhas. — Sim… total certeza — respondeu, sem hesitar, mordendo o lábio inferior enquanto a mĂŁo dela deslizava pelo meu peito por cima da camiseta. Aquele foi o ponto sem volta. Me aproximei de novo, beijei ela com mais vontade, minhas mĂŁos viajaram pela cintura dela, subindo por baixo do macacĂŁo, sentindo a pele lisa e quente. Ela arqueou levemente as costas ao sentir meus dedos percorrerem o lado do corpo, se colando mais em mim, como se o corpo dela soubesse exatamente onde queria estar. Depois de alguns segundos, ela se afastou devagar dos meus lábios, nossas respirações ofegantes preenchiam o silĂŞncio do quarto. Me olhou com uma mistura de fogo e nervosismo, e sem dizer uma palavra, levou as mĂŁos atĂ© a lateral do macacĂŁo branco. Com um movimento suave, puxou pra baixo, primeiro os ombros, depois o tronco. O tecido desceu devagar, revelando aos poucos o tom quente da pele dela. Meus olhos nĂŁo se desgrudavam dela. O macacĂŁo caiu como uma cascata branca no chĂŁo, deixando a silhueta dela Ă mostra… sĂł coberta por um biquĂni roxo que destacava o corpo dela de um jeito perfeito.
O decote em “V” profundo, o corte alto nos quadris, o ajuste na cintura… tudo naquele maiĂ´ parecia feito pra provocar. Os peitos dela se marcavam sutilmente pelo tecido molhado da pele ainda quente. A barriga lisa respirava pesado, e as pernas, levemente abertas, estavam firmes, macias, desejáveis. Ela se meteu na cama sem pressa, como se soubesse que cada segundo dela era uma provocação silenciosa. Se recostou nos lençóis brancos, apoiando a cabeça no travesseiro, e me olhou. Aquele olhar… Despreocupado, seguro, mas tambĂ©m vulnerável. Como se estivesse me convidando pra ver uma parte dela que nĂŁo mostrava fácil. Meus olhos deslizaram por cada centĂmetro do corpo dela. Aquela imagem ficou gravada na minha mente como se fosse uma foto: Diana Acevedo, com aquele biquĂni roxo que mal cobria o necessário, deitada de lado, uma perna cruzada sutilmente sobre a outra, e o olhar fixo em mim. — VocĂŞ vai ficar aĂ parado… ou vai vir? — ela disse, com a voz rouca, quase um sussurro que me sacudiu por dentro. Sorri sem dizer nada. Me aproximei, devagar, me deixando levar pelo instinto, pelo desejo que já era impossĂvel disfarçar. Tirei a camiseta e sentei na beira da cama, bem do lado dela. Minha mĂŁo percorreu a coxa dela suavemente, sentindo a maciez da pele, a tensĂŁo contida nos mĂşsculos, o tremor mĂnimo que sĂł se nota quando vocĂŞ tá tĂŁo perto que sente o calor do corpo do outro. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo aquele primeiro contato real. Meus dedos subiram pela perna dela, roçando a borda do biquĂni. A respiração dela acelerou um pouco. Ela lambeu os lábios. Me inclinei e beijei ela de novo, dessa vez mais devagar, saboreando cada segundo. Minhas mĂŁos pousaram na cintura dela, sentindo ela se mexer com meus carinhos, como se o corpo dela buscasse desesperadamente mais. A pele dela ardia. NĂŁo sĂł de calor, mas de tesĂŁo. As coxas dela se tensionavam levemente com minhas carĂcias. A ponta dos meus dedos percorreu a cintura, subiu pela barriga dela e roçou de leve a borda inferior do top roxo, enquanto nossas bocas continuavam se encontrando, se beijando devagar, molhado, com uma fome contida. De repente, entre suspiros, Diana abriu os olhos e sussurrou pra mim com um sorriso safado:
—É a sua primeira vez com uma streamer? Soltei uma risadinha, preso entre o pescoço dela e a clavĂcula, onde tava deixando uns beijinhos. —A primeira vez com uma gostosa igual vocĂŞ, sim —falei, sem filtro, olhando nos olhos dela enquanto minhas mĂŁos nĂŁo paravam de acariciar. Ela riu, aquele riso doce e safado que desarma qualquer um. Mordeu meu lábio inferior de leve enquanto se empurrava pra grudar mais em mim, como se o corpo dela quisesse marcar cada segundo do que tava rolando. Minha mĂŁo direita desceu pela barriga dela, devagar, atĂ© chegar na beirada da calcinha do biquĂni. Parei ali, roçando com os dedos, sem apertar. Olhei pra ela, com uma mistura de tesĂŁo e respeito. NĂŁo era brincadeira. Tava prestes a cruzar o limite. —Posso? —perguntei baixinho, acariciando o tecido fino com a ponta do polegar. Ela assentiu. Devagar, fundo. As bochechas dela tavam vermelhas, as pupilas dilatadas. NĂŁo precisou falar mais nada. Deslizei a calcinha pra baixo com cuidado, como se fosse frágil, como se o momento merecesse toda a delicadeza do mundo. Fui descendo pelos quadris dela, pelas coxas, atĂ© ficar livre. Ela ajudou levantando as pernas, deixando o tecido sair completamente do caminho. A imagem na minha frente era simplesmente perfeita. Diana, deitada de costas, com o top roxo ainda vestido, os peitos dela balançando de leve a cada respiração ofegante, e o corpo todo entregue pra mim. O jeito que ela me olhava dizia tudo. NĂŁo tinha nervosismo, nĂŁo tinha dĂşvida. SĂł tesĂŁo. Me inclinei pra ela, dei um beijo suave no umbigo dela (que parecia uma caverna do prazer), e comecei a descer devagar atĂ© a entrada da buceta dela.
Me afaste sĂł alguns centĂmetros. Minha respiração tava pesada. Olhei nos olhos dela enquanto minha mĂŁo descia discreta pra puxar meu pau, já durasso, pulsando de tanto tesĂŁo guardado. —Vou meter —sussurrei, minha voz rouca, mais pelo que eu tava sentindo do que pelo que eu tava falando. Ela me olhou com aquela mistura de carinho, desejo e decisĂŁo que nĂŁo deixa dĂşvida nenhuma. Ela assentiu firme, mordendo o lábio, e aĂ baixou as mĂŁos pra me pegar. Os dedos dela envolveram ele com força, com segurança, e guiaram pra entrada dela. A ponta roçou a pele quente e molhada dela. As pernas dela se abriram mais um pouco. Ela levantou a pelvis devagar, como se o corpo dela já soubesse exatamente o que queria. E ali, bem na beirinha, naquele instante onde tudo para por um segundo, senti ela tremer de leve. O silĂŞncio se encheu da respiração ofegante dela. —Sim… mete —ela falou num sussurro quase inaudĂvel, mas tĂŁo carregado de tesĂŁo que me incendiou de vez. Me empurrei devagar, sentindo o corpo dela me receber, quente, apertado, perfeito. Entrei nela com calma, sentindo como o corpo dela se abria pra me receber, quente, molhado, tĂŁo justinho que me fez prender a respiração. Diana se agarrou com força nos meus antebraços, as unhas dela arranhando de leve minha pele enquanto as pernas dela se enroscavam devagar na minha cintura, tentando me manter dentro, colado nela. O olhar dela virou pra mim, fixo, profundo, com um tremor leve nos lábios. —Assim… —ela sussurrou, quase sem ar, com os olhos brilhando e as bochechas vermelhas—. Exatamente assim… Comecei a me mover num vai e vem lento, aproveitando cada centĂmetro, cada sensação. As paredes dela me apertavam a cada entrada, como se me abraçassem por dentro. Ela mordia o lábio, com gemidinhos que nĂŁo conseguia controlar, sons que escapavam em cada respiração, suaves, quentes, tĂŁo reais que me faziam tremer. Minhas mĂŁos exploravam o corpo dela, passando pelos quadris, subindo pela barriga, sentindo a Contração dos mĂşsculos dela no ritmo das estocadas. Meus lábios desceram atĂ© o pescoço dela, onde deixei um beijo molhado, demorado, bem naquele ponto sensĂvel onde a pele se arrepiou com o contato. Ela começou a se mover comigo, levantando o quadril cada vez que eu empurrava, marcando o ritmo com as mĂŁos nas minhas costas, com as unhas apertando de leve. O corpo dela se alinhava ao meu com uma precisĂŁo instintiva, como se fĂ´ssemos feitos pra encaixar. Acelerei um pouco o ritmo. A respiração dela ficou mais ofegante. Soltou um gemido mais alto que os anteriores, sem vergonha, com o rosto totalmente entregue ao prazer. — Deus… — sussurrou entre ofegos, arqueando as costas —. É tĂŁo… gostoso…
Baixei o olhar e observei como nossos corpos se uniam, molhados, brilhando de suor, fundidos naquele vai e vem cada vez mais intenso. O som das nossas peles se encontrando enchia o quarto. O perfume do corpo dela, misturado com o calor do ambiente, era embriagante. Me inclinei de novo pra beijá-la, mas dessa vez com mais urgĂŞncia. Nossos lábios se chocaram, molhados, com lĂnguas se explorando, sem suavidade, com fome. Beijei ela enquanto continuava empurrando dentro dela, sentindo como cada gemido se misturava com minha respiração. Diana levou uma das mĂŁos atĂ© o prĂłprio corpo e começou a se tocar suavemente enquanto eu entrava e saĂa dela, ao mesmo tempo que as coxas dela se fechavam levemente na minha cintura, como se quisesse me prender dentro, nĂŁo me deixar sair. — NĂŁo para — ela disse com os olhos semicerrados, a voz entrecortada —. NĂŁo para por nada… E eu nĂŁo parei. Continuei metendo nela com mais força, marcando o ritmo com meu corpo, sentindo como os quadris dela respondiam, batendo contra os meus. A pele suada dela deslizando contra a minha, o pescoço exposto cada vez que ela arqueava as costas, os peitos dela pulando mal cobertos pelo top justo. Era um espetáculo… e uma loucura de sensações. Agarrei os quadris dela e comecei a aprofundar mais, acelerando o ritmo, sentindo como ela me apertava por dentro, molhada, ardente, perfeita. Ela soltava gemidos cada vez mais descontrolados, se deixando levar por completo. Mas de repente, sem aviso, Diana empurrou meu peito com firmeza e me fez girar. Com um movimento ágil, fiquei debaixo dela. Ela se acomodou em cima de mim, me montando com uma segurança deliciosa. As pernas dela ficaram de cada lado dos meus quadris, as mĂŁos apoiadas no meu abdĂ´men pra manter o equilĂbrio. Ela me olhou de cima, com o cabelo solto caindo pelos ombros, o rosto vermelho, os lábios inchados e molhados, e um sorriso safado no rosto. — Agora… deixa comigo — ela disse baixinho, e começou a se mover. A sensação foi brutal. O quadril dela subiu devagar, sentindo meu pau deslizar dentro dela, e depois desceu com força, me encaixando atĂ© o fundo. Soltamos um gemido ao mesmo tempo. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo o domĂnio, e voltou a se mexer… mais rápido dessa vez. Eu estava completamente imĂłvel, entregue, vendo ela se mover em cima de mim como se já tivesse feito isso mil vezes. O quadril dela fazia cĂrculos, balançava firme, exato, me fazendo sentir ela de todos os ângulos. O corpo dela brilhava de suor. O top roxo começava a grudar na pele Ăşmida, marcando ainda mais o formato dos peitos dela que subiam e desciam a cada investida. O jeito que as coxas dela apertavam meu quadril, a barriga firme, a expressĂŁo de prazer… tudo nela era hipnĂłtico. Apoiei nos cotovelos pra me levantar um pouco e levei as mĂŁos atĂ© a cintura dela, ajudando a marcar o ritmo, a controlar. — Porra… — murmurei sem conseguir me segurar, ofegante —. VocĂŞ tá… incrĂvel. Ela abriu os olhos e me olhou de cima, com aquela mistura de luxĂşria e carinho que desarmava qualquer defesa. Se inclinou pra mim, os peitos dela quase roçando meu torso, e me beijou com intensidade enquanto nĂŁo parava de se mexer. A lĂngua dela brincava com a minha ao mesmo tempo que o quadril dela continuava se encaixando com precisĂŁo selvagem. De vez em quando ela mordia o lábio, ria entre os gemidos, baixava o olhar pra ver como meu pau sumia dentro dela uma e outra vez. Parecia que ela tava curtindo tanto quanto eu. Ou mais. — VocĂŞ gosta quando eu faço assim, nĂ©? — sussurrou no meu ouvido, descendo uma mĂŁo atĂ© o prĂłprio corpo, se acariciando sem vergonha bem em cima de onde a gente tava ligado.
Eu sĂł consegui concordar com a cabeça, quase sem voz, sentindo o fogo me queimar por dentro. Ela se endireitou de novo e começou a quicar mais rápido, com o cabelo solto balançando, os gemidos enchendo o quarto, os sons molhados dos nossos corpos se chocando acompanhando o ritmo cada vez mais intenso. Eu tentava segurar, mas cada movimento dela me levava ao limite. NĂŁo do clĂmax… ainda nĂŁo… mas da loucura. Sentia como ela me apertava por dentro, como o corpo dela se contraĂa e relaxava, como cada gemido dela era gasolina pro meu desejo. —NĂŁo goza ainda… —disse com um sorriso malicioso, parando um pouco e girando o quadril em cĂrculos lentos, fazendo meu corpo tremer debaixo do dela. —NĂŁo vou… mas se continuar assim… —falei, apertando os quadris dela com força. —EntĂŁo… —murmurou, se inclinando de novo pra roçar meu ouvido com a respiração—. Vou te fazer sofrer um pouco mais… E voltou a se mover. Mais devagar. Mais fundo. Ela subia de um jeito excitante, assim como descia de uma vez, era uma verdadeira deusa do sexo. Começou a se mover em cĂrculos, o interior dela apertava mais a cada movimento que fazia, eu a abracei de forma selvagem contra mim, enquanto começava a meter tambĂ©m. —Porra, Diana… VocĂŞ tá tĂŁo apertada que vou gozar —falei enquanto metia mais rápido. —NĂŁo, espera… Faz fora… —a voz dela cortou… Já era tarde demais, gozei dentro de Diana, a jatos, e pelo visto nĂŁo fui sĂł eu, ela tambĂ©m… Ficamos os dois abraçados na cama, esperando a respiração voltar ao normal. Olhei pra ela. O rosto dela brilhava de suor, a expressĂŁo era de calma total… atĂ© que eu me atrevi a quebrar o silĂŞncio com a voz baixa, quase culpada: —Diana… gozei dentro de vocĂŞ. Ela entreabriu os olhos, com uma expressĂŁo que passou de leve surpresa pra um sorriso tranquilo. Se aproximou um pouco mais e me beijou o pescoço com suavidade antes de responder:
—Tranquilo… tĂ´ com o implante. Já faz dois anos. NĂŁo vai dar nada, juro. O jeito que ela falou, com aquele tom entre seguro e cĂşmplice, me fez soltar o ar que, sem perceber, eu tava segurando. Mesmo assim, nĂŁo consegui evitar dar uma risadinha, meio que por reflexo. —Ainda bem… porque, porra, nem pensei… nem por um segundo. Ela riu tambĂ©m, com aquele riso doce que já tava começando a me pegar mais do que devia. Me deu um tapinha leve no peito com a mĂŁo aberta. —Eu tambĂ©m nĂŁo. NĂŁo imaginei que isso ia rolar quando cheguei hoje Ă tarde… e olha a gente. Ficamos ali, nos olhando em silĂŞncio, com os corpos colados, a pele ainda quente, enquanto o ventilador girava devagar sobre nossas cabeças e a noite começava a morrer lá fora. —VocĂŞ vai ficar? —ela perguntou de repente, com a voz suave, enquanto passava um dedo no meu abdĂ´men em cĂrculos lentos. Virei pra olhar a janela. Tava completamente escuro ainda. Sentia o tempo parado… atĂ© que olhei pro meu celular no chĂŁo, junto com minha roupa espalhada. Passei o dedo na tela. —SĂŁo 4h17 da manhã… —SĂ©rio? —ela disse, rindo, se cobrindo com o lençol atĂ© o peito enquanto se sentava um pouco na cama—. Parece que passou sĂł uma hora… Sentei tambĂ©m, esfregando o rosto com as mĂŁos, como se tentasse voltar Ă realidade. Olhei pra ela enquanto me abaixava pra pegar minha cueca no chĂŁo. —Talvez… outra hora eu fique. AtĂ© porque seu irmĂŁo ainda nĂŁo voltou —falei com um sorriso torto, começando a me vestir. Diana me observou em silĂŞncio enquanto eu vestia a camiseta, ainda coberta com o lençol, as pernas dobradas debaixo dela, o cabelo bagunçado caindo num dos ombros. Era uma imagem que ficou gravada em mim: a pele dela ainda rosada pelo calor, os olhos brilhando sob a luz azul, e aquele sorriso pela metade, como se nĂŁo quisesse que eu fosse embora. —Bom… —ela disse por fim, enquanto eu caminhava atĂ© a porta—. EntĂŁo te vejo amanhã… ou depois? Me aproximei e dei um Ăşltimo beijo nela. Os lábios dela estavam mornos, macios, como um adeus perfeito. —A gente vĂŞ, Lightmoon —falei brincando, fazendo ela rir de novo—. NĂŁo me provoca. Virei e saĂ do quarto, andando pelo corredor com as luzes apagadas, ainda em silĂŞncio total na rua inteira. Já na sala, ajeitei a camiseta e peguei minhas chaves, enquanto uma parte de mim ainda tremia por dentro, como se meu corpo nĂŁo conseguisse processar o que tinha rolado. Antes de sair, virei a cabeça. Diana ainda estava lá, na entrada do quarto, sĂł coberta pelo lençol, me olhando em silĂŞncio. Mandou um beijo com a mĂŁo, aquele gesto safado e meio infantil que nĂŁo combinava com a intensidade do que a gente tinha acabado de viver… e mesmo assim, deixava ela ainda mais real.
Abri a porta com cuidado e saĂ. O ar da madrugada bateu no meu rosto. Tudo estava em paz. O silĂŞncio do bairro, o cĂ©u ainda sem luz, as ruas vazias… mas dentro de mim, o barulho continuava: o eco dos gemidos dela, o calor da pele, o cheiro, os movimentos… Caminhei atĂ© minha casa com passos lentos, como se resistisse a deixar aquele momento acabar de vez. Meu corpo ainda carregava o cansaço gostoso da entrega, e minha mente revivia cada segundo, cada olhar, cada sensação. E no fundo, eu sabia que aquela noite nĂŁo ia se repetir fácil. Ou talvez sim… Talvez o melhor estivesse sĂł começando.
2 comentários - A Vizinha Gostosa || Lightmoon
Si está vez, no encontré manera de hacer nudes con ia