EEu e minha esposa estávamos num pub dançante tomando uma cerveja bem gelada. Lá fora o calor era considerável, mas lá dentro a temperatura subia por causa da quantidade de gente no local. A Ale estava radiante, com sua saia branca, larga, curta e de tecido bem leve, que deixava ver aquelas pernas bem torneadas, sua blusa quase transparente que marcava aqueles peitos enormes bem levantados, que com seu abdômen plano destacavam ainda mais, apesar dos seus quarenta e um anos. De repente minha mulher se levantou da cadeira e sua saia subiu de tal jeito que deixou ver toda a redondeza do seu lindo bumbum, que com o fio dental que ela estava usando parecia que estava nua, já que era bem pequeno. A Ale seguiu caminho até os banheiros sem perceber o incidente da saia, até que um cara meteu a mão nela e ela se virou rapidamente, olhou para ele e pude notar que ela tinha gostado. Quando voltou não me disse nada, não fez nenhum comentário, talvez porque temesse minha reação ou talvez porque tinha gostado do cara. Isso eu teria que descobrir, e devo confessar que a situação me tinha excitado muito. Então pedi que ela se aproximasse do balcão para pedir a conta, já que o garçom não vinha. Ela perguntou se eu já queria ir embora, eu disse que não, só que adorava olhar para ela e observar como os caras a olhavam. Ela entendeu que eu sabia o que tinha acontecido e não hesitou em se levantar, mas em vez de ir ao balcão, desabotoou um botão da blusa, o que deixava ver seu sutiã branco que segurava aqueles peitos que morriam de vontade de sair. Dobrou e levantou sua saia, me olhou nos olhos, se aproximou do meu ouvido e com voz sussurrante me disse:
— Quer me ver putinha hoje? — Minha respiração começou a acelerar, minhas mãos tremiam, sempre adorei esse jogo. Ao me ver assim, ela voltou com a pergunta, mas dessa vez foi um pouco além e disse:
—quão puta você quer que eu seja? Hoje eu te fodo o quanto você quiser, você quem coloca o limite. Então eu olhei pra ela e disse:
—vamos com tudo, vamos fazer essa noite de sexo livre, o que você acha?
—livre sim, mas faço o que você quiser
— beleza, quero que você ande por aí e, se alguém quiser, você deixa tocar.
—feito, se você quer isso, eu faço agora mesmo.
Ela disse e saiu balançando a bunda e levantando os braços em sinal de liberdade, no ritmo da música que já estava em tom festivo. Um cara a abraçou pela cintura e a puxou para perto dele, ela me olhou e eu fiz uma piscadela dando minha aprovação. Começaram a dançar e a se aproximar, o homem a abraçava, a apoiava por trás e ela se deixava. Em cada oportunidade que encontrava, ele passava as mãos pelas nádegas da Ale. Em um momento, ele a segurou por trás e suavemente começou a enfiar a mão por dentro da blusa em busca do umbigo ou talvez mais abaixo, o que a assustou e ela parou de dançar. Logo estava na mesa comigo e me disse:
—você realmente quer isso? Porque o David (era esse o nome do cara) está me encostando e eu sinto o volume dele duro atrás de mim.
— Eu só respondi — te quero bem putinha.
—vamos longe com isso, não te importa?
—Vamos até onde a puta quiser.
Eu respondi, ela tomou um gole de champanhe de uma vez só e voltou para a pista. Lá chegando, David voltou, mas dessa vez trouxe um amigo e os dois começaram a dançar com ela. A essa altura, tanto David quanto o amigo já tinham sacado como o jogo tava rolando, então dançaram, apalparam bem a Alejandra e depois a acompanharam até a mesa. Convidei eles pra sentar, se apresentaram, o outro cara se chamava Marcelo, e tinham uns vinte e cinco anos. Pedimos umas cervejas. A Ale se levantou pra ir ao banheiro, então pedi que ela se aproximasse, ela encostou o ouvido e eu disse: se você quer dar pra eles, hoje é o dia, pensa bem. Quando voltar, se não tiver de calcinha fio-dental é porque quer dar pra eles, e se não, a gente toma as cervejas e vai pra casa. Ao voltar, a Ale sentou do meu lado, me abraçava e me beijava como uma louca. Minha mão esquerda começou a subir devagar pela perna dela, eu tremia pra saber a resposta. A situação me excitava demais, mas os nervos me traíam e me faziam beber mais. Minha mão finalmente alcançou os poucos pelos pubianos dela, a resposta era óbvia: ela queria transar com esses caras. Continuamos bebendo e rindo, a conversa tinha ficado bem quente, eles contavam as façanhas com outras minas e a Ale ficava cada vez mais molhada, até que em um momento perguntei ao David se ele topava beijar minha esposa na minha frente. Ele se aproximou, olhou nos olhos dela, colocou a mão na perna da Ale e a beijou com paixão. Ela se deixou levar, então quando terminaram o beijo, o Marcelo disse: "Agora é minha vez", ao que eu respondi: "Se ela quiser". A Ale se aproximou dele por cima do David, que enfiou a mão por baixo da saia dela. Começamos assim a beijá-la um por vez e a gente levantava a saia dela um pouquinho mais em cada turno. Eu já não aguentava mais e pedi pra irmos pra outro lugar, já que estávamos dando um espetáculo impressionante. Subimos no nosso carro, David e Marcelo foram atrás. Depois de andar algumas quadras a caminho de casa, a Ale, com um olhar de puta safada, me... ela perguntou se podia ir lá atrás com os caras, e eu respondi que, se ela quisesse, podia. Quando ela já estava lá atrás com eles, eu disse:
—muito bem, pessoal, é hora de fazer uma festinha pra minha esposa, que hoje é a putinha de vocês.
Marcelo tirou o pau pra fora e enquanto Ale chupava, David enfiou os dedos na buceta dela, ela gemendo que nem uma louca. Ao chegar em casa, mal passamos pela porta e Marcelo a levou até o sofá, onde sem deixá-la respirar e sem camisinha, enfiou até o fundo da buceta. David beijava e beijava aquelas tetas magistrais ao ar livre, enquanto ela me olhava e dizia entre gemidos: "Você gosta da sua putinha, papi?". Marcelo tirou o pau e ela implorou pra ele meter de novo. Então chegou a vez de David, que disse pra Ale que se ela quisesse que ele a comesse, teria que suplicar. Ela se ajoelhou e suplicou enquanto o pau de Marcelo entrava e saía da boca dela. David a levantou nas pernas e começou a comer ela, Alejandra gemendo que nem louca e pedindo pra dar no cu. Eu, num canto, me masturbando e sem acreditar no quanto minha mulher era uma puta. David a colocou de quatro e aproximou a cabeça do pau do cuzinho da Ale enquanto ela mamava o pau do Marcelo, então David me disse...
—você quer que ele enfie nela?
Aí eu disse que sim, então ele falou:
—quando a gente quiser, vamos vir pra comer essa buceta, esse é o acordo, senão eu vou arrombar esse seu cu.
Olhei pra ela e ela disse que sim com um aceno de cabeça, beleza, eu falei.
—mas nem sempre com o mesmo amigo.
—combinado —disse ele e penetrou nela, fazendo-a gritar e gozar como uma louca. Ele também encheu a bunda dela de porra, e depois foi a vez do Marcelo, que meteu na buceta e encheu ela de leite branco. Eles se vestiram e foram embora, com a promessa de voltar... é algo que ajuda no nosso casamento, o que vocês acham?
— Quer me ver putinha hoje? — Minha respiração começou a acelerar, minhas mãos tremiam, sempre adorei esse jogo. Ao me ver assim, ela voltou com a pergunta, mas dessa vez foi um pouco além e disse:
—quão puta você quer que eu seja? Hoje eu te fodo o quanto você quiser, você quem coloca o limite. Então eu olhei pra ela e disse:
—vamos com tudo, vamos fazer essa noite de sexo livre, o que você acha?
—livre sim, mas faço o que você quiser
— beleza, quero que você ande por aí e, se alguém quiser, você deixa tocar.
—feito, se você quer isso, eu faço agora mesmo.
Ela disse e saiu balançando a bunda e levantando os braços em sinal de liberdade, no ritmo da música que já estava em tom festivo. Um cara a abraçou pela cintura e a puxou para perto dele, ela me olhou e eu fiz uma piscadela dando minha aprovação. Começaram a dançar e a se aproximar, o homem a abraçava, a apoiava por trás e ela se deixava. Em cada oportunidade que encontrava, ele passava as mãos pelas nádegas da Ale. Em um momento, ele a segurou por trás e suavemente começou a enfiar a mão por dentro da blusa em busca do umbigo ou talvez mais abaixo, o que a assustou e ela parou de dançar. Logo estava na mesa comigo e me disse:
—você realmente quer isso? Porque o David (era esse o nome do cara) está me encostando e eu sinto o volume dele duro atrás de mim.
— Eu só respondi — te quero bem putinha.
—vamos longe com isso, não te importa?
—Vamos até onde a puta quiser.
Eu respondi, ela tomou um gole de champanhe de uma vez só e voltou para a pista. Lá chegando, David voltou, mas dessa vez trouxe um amigo e os dois começaram a dançar com ela. A essa altura, tanto David quanto o amigo já tinham sacado como o jogo tava rolando, então dançaram, apalparam bem a Alejandra e depois a acompanharam até a mesa. Convidei eles pra sentar, se apresentaram, o outro cara se chamava Marcelo, e tinham uns vinte e cinco anos. Pedimos umas cervejas. A Ale se levantou pra ir ao banheiro, então pedi que ela se aproximasse, ela encostou o ouvido e eu disse: se você quer dar pra eles, hoje é o dia, pensa bem. Quando voltar, se não tiver de calcinha fio-dental é porque quer dar pra eles, e se não, a gente toma as cervejas e vai pra casa. Ao voltar, a Ale sentou do meu lado, me abraçava e me beijava como uma louca. Minha mão esquerda começou a subir devagar pela perna dela, eu tremia pra saber a resposta. A situação me excitava demais, mas os nervos me traíam e me faziam beber mais. Minha mão finalmente alcançou os poucos pelos pubianos dela, a resposta era óbvia: ela queria transar com esses caras. Continuamos bebendo e rindo, a conversa tinha ficado bem quente, eles contavam as façanhas com outras minas e a Ale ficava cada vez mais molhada, até que em um momento perguntei ao David se ele topava beijar minha esposa na minha frente. Ele se aproximou, olhou nos olhos dela, colocou a mão na perna da Ale e a beijou com paixão. Ela se deixou levar, então quando terminaram o beijo, o Marcelo disse: "Agora é minha vez", ao que eu respondi: "Se ela quiser". A Ale se aproximou dele por cima do David, que enfiou a mão por baixo da saia dela. Começamos assim a beijá-la um por vez e a gente levantava a saia dela um pouquinho mais em cada turno. Eu já não aguentava mais e pedi pra irmos pra outro lugar, já que estávamos dando um espetáculo impressionante. Subimos no nosso carro, David e Marcelo foram atrás. Depois de andar algumas quadras a caminho de casa, a Ale, com um olhar de puta safada, me... ela perguntou se podia ir lá atrás com os caras, e eu respondi que, se ela quisesse, podia. Quando ela já estava lá atrás com eles, eu disse:
—muito bem, pessoal, é hora de fazer uma festinha pra minha esposa, que hoje é a putinha de vocês.
Marcelo tirou o pau pra fora e enquanto Ale chupava, David enfiou os dedos na buceta dela, ela gemendo que nem uma louca. Ao chegar em casa, mal passamos pela porta e Marcelo a levou até o sofá, onde sem deixá-la respirar e sem camisinha, enfiou até o fundo da buceta. David beijava e beijava aquelas tetas magistrais ao ar livre, enquanto ela me olhava e dizia entre gemidos: "Você gosta da sua putinha, papi?". Marcelo tirou o pau e ela implorou pra ele meter de novo. Então chegou a vez de David, que disse pra Ale que se ela quisesse que ele a comesse, teria que suplicar. Ela se ajoelhou e suplicou enquanto o pau de Marcelo entrava e saía da boca dela. David a levantou nas pernas e começou a comer ela, Alejandra gemendo que nem louca e pedindo pra dar no cu. Eu, num canto, me masturbando e sem acreditar no quanto minha mulher era uma puta. David a colocou de quatro e aproximou a cabeça do pau do cuzinho da Ale enquanto ela mamava o pau do Marcelo, então David me disse...
—você quer que ele enfie nela?
Aí eu disse que sim, então ele falou:
—quando a gente quiser, vamos vir pra comer essa buceta, esse é o acordo, senão eu vou arrombar esse seu cu.
Olhei pra ela e ela disse que sim com um aceno de cabeça, beleza, eu falei.
—mas nem sempre com o mesmo amigo.
—combinado —disse ele e penetrou nela, fazendo-a gritar e gozar como uma louca. Ele também encheu a bunda dela de porra, e depois foi a vez do Marcelo, que meteu na buceta e encheu ela de leite branco. Eles se vestiram e foram embora, com a promessa de voltar... é algo que ajuda no nosso casamento, o que vocês acham?
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