Arrebentei o cu da mãe solteira

Era um dia de verão, o calor beirava os 38 graus. Tinha terminado um relacionamento, então estava meio deprimido, mas com tesão por não ter transado há semanas. Sou um cara normal, tenho 28 anos, 1,73m, com uma boa base muscular porque malho todo dia. Naquela tarde, treinei e postei um story no Instagram com alguma bobagem. Passou um tempo e senti meu celular vibrar. Uma mina que morava perto de mim tinha respondido ao story com uma carinha de corações. Dei like na mensagem sentindo o sangue descer pro meu pau. Ela era baixinha, peitos pequenos, mas uma bunda que dava vontade de quebrar tudo. Era uma mãe solteira com dois filhos e com uma cara de safada impressionante.

Entrei no chuveiro pra baixar a tesão. Quando saí, abri o Instagram e vi um círculo verde no perfil dela. "Já era", pensei, com o pau já acordado. Abri o story e era ela mostrando a raba no espelho com uma mensagem: "Com esse calor, só faltam umas geladas, né kkk". O pau ficou a mil e, sem pensar, respondi:

**Eu:** vem na hora

Recebi uma notificação: um like na mensagem. Passaram uns minutos e o celular vibrou de novo. Era uma mensagem dela:

**Ela:** vou

Na hora imaginei ela de joelhos chupando meu pau, mas queria fazer ela implorar por pau.

**Eu:** vem, a gente toma umas brejas e fuma um

Passaram 20 minutos quando o celular tocou:

**Ela:** tô chegando

O coração acelerou. Me arrumei, vesti uma roupa, passei perfume e preparei o quarto pra surra de buceta que ia rolar. Cinco minutos depois, ouvi a campainha. Era ela.

Quando abri, ela estava lá parada, linda, com uma legging colada e um top curto, olhos delineados e batom vermelho. Fiquei olhando pra ela embasbacado até que ela me tirou do transe:

**Ela:** vai me convidar pra entrar?

**Eu:** sim, claro, desculpa. Tá em casa.

Deixei ela passar na frente pra olhar a bunda. Dava pra ver o fio dental marcando. Sem dúvidas ela veio atrás de algo, e ia levar. Nos sentamos no sofá, passei uma breja pra ela e comecei a... enquanto bolávamos um baseado e conversávamos besteira, em um ponto ela disse que estava muito estressada e com dor no pescoço, já era, pensei, essa é a minha chance.
Eu: sério? Conheço umas massagens que fazem milagres -olhando nos olhos dela-
Ela: sério? Vamos ver, faz em mim -me olhava com uma cara de puta incrível-
Eu: Claro, você tem que relaxar e se entregar
Ela: ai sim, eu preciso, aqui dói -puxou o cabelo para o lado e apontou para o pescoço-
Eu: perfeito, toma -passando o baseado para ela- aqui?
Ela: uai sim, soltando um leve gemido, aí, dá mais forte, gosto assim
Eu: às suas ordens -já perdido na minha própria tesura-

Comecei a fazer mais forte e de vez em quando passava os dedos pelo pescoço dela suavemente, ela já gemida sem se importar com nada, apoiei meu pau nas costas dela e peguei no cabelo.
Eu: aqui também? -puxei o cabelo e massageei a cabeça dela-
Ela: ai siiim, como eu gosto que me peguem com força
Eu: -chegando perto do ouvido dela- então você gosta forte, puta? -peguei no pescoço dela apertando-
Ela: mmmh sim, gosto forte, papi -estendeu a mão para tocar no meu pau- uai, você vai me dar tudo isso?
-Deixando claro, tenho um pau normal, 18cm e meio grosso.-

Peguei no cabelo dela e fiz ela se levantar, virei ela para me olhar nos olhos.
Eu: vou te arrebentar toda -dei um tapa no rosto dela e a beijei-
Ela, perdida, meteu a língua desesperada na minha boca respirando ofegante e se grudando em mim, como a filha da puta beijava.

Peguei no cabelo dela e levei para o meu quarto, joguei na cama tirando os tênis e puxando a legging, ela estava usando um fio-dental vermelho de renda-
Eu: você veio preparada para eu te comer, não é, puta?
Ela: ai siiim, quero pau, papi

Tirei o fio-dental, abri as pernas dela e vejo sua buceta que era um mar de mel, me aproximei e comecei a beijar as coxas acariciando o abdômen, ela já tremia e gemia, até que cheguei naquela buceta maravilhosa, brilhante que pingava, tinha uns lábios grandes e inchados, lambi toda a buceta, me concentrei no clitóris desenhando formas geométricas com minha língua enquanto metia dois dedos estimulando seu ponto g, ela não demorou muito para gozar deixando tudo molhado. Enfiei a calcinha fio dental na buceta, deixando um fio pra fora para puxar depois. Coloquei ela de quatro e ela mesma abriu a bunda.
Ela: aqui também vai me dar amor?
Vi aquele cú pulsando pedindo atenção, não pensei duas vezes e enfiei a língua como se estivesse batendo com ela. Ela se contorcia e gemia respirando rápido.
Ela: ai siiii, come meu cú, como eu gosto que comam meu cú, papi!
Começou a tremer e gemer com voz rouca. Seu segundo orgasmo tinha chegado. Me afastei e puxei a calcinha fio dental, tirando da buceta encharcada. Passei por toda sua buceta deixando-a cheia dos seus fluidos e coloquei na base do pau.
Eu: vem, vou foder sua boca.
Ela: mordendo o lábio, se ajoelhou.
Peguei seu cabelo e ela colocou as mãos nas minhas costas. Sabia o que fazia. Cuspi na boca dela e a fiz engolir o pau até a metade. Me surpreendeu que ela mesma fazia força para enfiar mais fundo. Tirei o pau para que respirasse e com o pau cheio de sua saliva bati no rosto vermelho dela. Isso pareceu acender algo nela e em mim. Ela colocou a ponta do pau na boca e começou o vai e vem. Engolia tudo. Era o melhor boquete que já fizeram na minha vida. Ela tirou para respirar, estava ofegante e sua boca pingava saliva nos seios. Seus olhos marejados com rímel escorrido me excitaram demais.
Ela: recuperando o fôlego: que pau gostoso, obrigada papi - enquanto brincava com sua saliva.
Algo parou de funcionar no meu cérebro porque peguei sua nuca e a fiz engolir o pau inteiro deixando seu nariz colado na minha pele.
Eu: vai, putinha, diz obrigada.
Ela: engasgada com o pau e com o rosto vermelho, soltava sons incompreensíveis tentando dizer enquanto seus dedos dançavam estimulando sua buceta. Depois de alguns segundos tentou se soltar, mas não deixei. Ela ficou mais vermelha. Cuspi nela. Dei um tapa nela e tirei o pau. Quando respirei, ela soltou um gemido gutural e da sua buceta saiu um jato de fluidos. Não podia acreditar que ela fosse tão puta. Peguei ela pelo pescoço e a coloquei na cama. Ela ainda gemendo movia o corpo, sentindo a textura da cama, totalmente entregue às sensações que eu estava provocando. Coloquei a camisinha e levantei as pernas dela nos meus ombros. Esfreguei o pau na buceta sem meter, ela só ficava mais e mais molhada. Cruzei as pernas dela, deixando-as em apenas um dos meus ombros, para que o clitóris dela ficasse preso no cruzamento, e comecei a fazer o 9-1. Para quem não conhece, consiste em meter 9 vezes só a ponta do pau e na décima metê-lo completo, firme e profundo. Depois, 8 metidas superficiais e 2 profundas, e assim por diante, até que só sobrem metidas profundas. Comecei a comê-la com toda a minha força. Plaft, plaft, plaft soava enquanto ela pedia mais forte. Peguei-a pelo pescoço e, enquanto metia com força, dava tapas nela. Ela estava totalmente entregue, virou os olhos deixando-os em branco e começou a tremer. Todo o corpo dela tremia. Tirei o pau e lá estava: aquele lindo squirt, deixando-a toda molhada. Desci e bebi daqueles fluidos que tinham gosto de paraíso. Ela me pegou pelo cabelo, levantou minha cabeça e me olhou sorrindo.

Ela: Quero que você me destrua o cuzinho, papai. Eu estava brincando com ele antes de vir – me olhando nos olhos enquanto enfiava um dedo no cu.

Coloquei-a de quatro e dei palmadas até deixar minhas mãos marcadas. Abri suas nádegas e passei minha língua cheia de saliva. Enfiava e tirava o mais fundo que podia. Depois, enfiei um dedo, que entrou fácil de tão lubrificada que ela estava com seus próprios fluidos e minha saliva. Em seguida, enfiei dois até o fundo.

Ela: Jáaa, enfia o pau, me arromba o cu, por favorrr – enquanto mexia a bunda de um lado para o outro.

Peguei a calcinha dela, cheia dos fluidos, enfiei na boca dela e tampei com minha mão. Apoiei meu pau na entrada e comecei a enfiar devagar. Quando entrou um terço, ela mesma se jogou com força para trás, enfiando tudo. a pica de uma, soltou um gemido que até hoje lembro e me deixa de pau duro, tirei minha mão da boca dela extasiado por como ela apertava aquele rabo
Ela: -cuspindo a calcinha- aaaahh siiim, que gostoso se sente, vai, arromba meu cuzinho, mete todinho, sim? enche de porra, sim? -com voz fingida de menininha e empinando a bunda pra frente e pra trás, enfiando meu pau com gosto-
Agarrei ela pelo cabelo e enfiei o pau firme e até o fundo, sem parar, comecei a meter com força, perdi a conta de quantas vezes a vadia gozou, já não gemia alto, só repetia como uma possessa
Ela: sim papai, me dá tudo, que gostoso como você arromba meu cuzinho, vai, me dá tua porra, não seja mau, enche minha bunda de porra, sim?
Isso fez eu agarrar os quadris dela e com toda a força que me restava meti com raiva, queria arrebentar aquele cu com fúria, enfiava até o fundo e movia meu quadril em círculos grandes abrindo mais ainda o cuzinho, tirava até a cabecinha e repetia até que senti, a gozada estava vindo
Eu: vou encher seu cu de porra, vadia, é isso que você quer?
Ela: Siiim papai siiim, me enche por favor, quero sentir tua porra dentro
Com um gemido forte soltei um montão de porra, toda a que tinha acumulado nessas semanas, ficou lá no fundo do cu da mãe solteira
A bunda dela não aguentou tanta porra, vazava pelas beiradas mesmo com meu pau dentro, ela se contorcia enquanto tinha um último e potente orgasmo. tirei meu pau e quando saiu do seu cuzinho aberto e vermelho saiu um jato de porra branca e grossa, ela caiu rendida na cama
Ela: filho da puta, se eu soubesse como você fode bem, teria vindo antes
Eu: agora vou te foder muitas vezes mais
Ela: ah é? tenho muitas fantasias e fetiches, você vai realizar todos?
Eu: -a vadia não parava de me provocar- me conta cada um deles
Ela: -com um sorriso de tarada- mmh quero de novo esse pau dentro de mim papai, mas, vai ter que ser outro dia, tenho que buscar as crianças na escola -com um beiço que a deixava linda-
Eu: e se eu te foder escondido na escola? Ela: parece que você e eu vamos nos divertir muito
Eu: haha, vai lá, o banheiro tá ali pra você não voltar com cheiro de porra pros seus filhos
Ela: -riu, levantou e foi ao banheiro-
Alguns minutos depois ela saiu
Ela: você me deixou o cu bem aberto, fazia tempo que eu não me sentia tão satisfeita -deu um tapinha no meu ombro- toma -estendeu a mão e me passou a calcinha- pra você se lembrar de mim.
Sem dúvida, ela era a mais puta que eu já tinha comido
Abri a porta e vi ela indo embora rebolando a bunda que eu tinha acabado de arrombar momentos antes, era desumano o quanto essa novinha me deixava com tesão.
Essa foi a primeira vez que comi ela, se quiserem saber mais deixem pontos e eu escrevo a segunda parte

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