Continuação da parte 1 http://www.poringa.net/posts/relatos/6008932/Ser-mujer-por-una-noche-N-1.html
Parte 2 da noite que mudou minha vida sexual pra sempre.Ele beijava meu pescoço enquanto eu estava deitado de barriga pra cima, com as pernas levemente abertas, entregue.
Não tinha tensão, só um calor profundo que nascia no peito e se espalhava pra baixo, como se meu corpo tivesse se preparado a vida inteira pra aquele momento.
Os dedos dele seguiam com ternura o contorno da minha cintura, do meu quadril, da minha bunda, como se quisesse memorizar cada curva.
Eu tava pelado, mas não me sentia exposto.
Eu me sentia o escolhido.
Quando começou a entrar, foi devagar.
Bem devagar.
Os beijos dela ainda estavam na minha boca, e o olhar dela no meu.
Continuava segurando minha mão com firmeza.
Como se soubesse que eu precisava de segurança mais do que de velocidade.
Senti como meu corpo se abria, não só fisicamente, mas emocionalmente.
Como se aquela penetração fosse também uma rendição de alma.
Ele ofegava suavemente, e eu me permitia gemer, sem medo.
Eu, que tantas vezes abafei meus gemidos por vergonha, agora deixava eles saírem.
Não tava nem aí se eu tava gostosa.
Não tava pensando se tava fazendo a coisa certa,
Só estava ali, sentindo, pulsando, sendo.
Num instante, ele saiu de dentro de mim e me pediu pra ficar atrás de mim.
Era como se ele soubesse que eu precisava aprender a perder o controle sem me perder.
Não era só uma posição, era um ato de confiança, de entrega total.
Aceitei a proposta dele.
Nós ficamos de conchinha.
Senti ele dentro de novo. Era macio. Presente. Infinito.
O polegar dele deslizou até meus lábios.
Entendi, ela queria minha saliva.
Dei pra ele. E mais: coloquei o polegar dele na minha boca, me entregando como a submissa que sempre quis ser.
Eu disse, sem rodeios, com a voz trêmula: "Sei que meus peitos não são de morrer... mas toca neles como se fossem, por favor.
E ela fez isso.
As mãos dele rodearam meu peito com uma ternura tão real, tão profunda, que meus bicos endureceram na hora, roçando no tecido do sutiã.
Tira ele, se quiser..." sussurrei, já sem medo.
Porque já não era mais uma fantasia:
Era eu.
Era agora.
Era verdade.
Depois de um tempo, me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido:
Quer subir? Dessa vez você controla tudo.
Dudé. Chamei ela de gostosa:
Não sei mexer minha cintura.
E ele, com aquela doçura que sempre tinha no momento certo, me respondeu:
Não importa. Imagina. Lembra das suas namoradas... agora você é uma delas.
Ele me levantou devagar e me sentou em cima dele.
Minhas pernas envolviam ele.
Meus braços, o pescoço dela.
Ele me recebeu como se minha falta de jeito fosse arte.
Lamiu meus mamilos com devoção,
enquanto a mão dele acariciava minhas costas até chegar na minha bunda.
Gemi baixinho no ouvido dela, eu gostava.
Entendia que era homem, mas queria me sentir mulher por um tempo.
Enfiei de novo dentro de mim, não conseguia acreditar.
Ela me deu um beijo e falou:
Fica à vontade.
E foi assim.
Eu me mexia sem jeito. Às vezes parava. Pedia desculpa pra ela.
E cada "desculpa" era respondido com um beijo.
Cada beijo, uma afirmação: "não precisa fazer perfeito, só precisa ser você.
Eu cavalgava. Eu guiava.
Tanto que até esqueci de mim, perdi o controle.
Aquele que tanto me custou deixar de lado.
Olha minha calcinha escorregando pro lado
Meu pau, duro e molhado, escorregava e deslizava pela barriga dela.
Era real. Era lindo.
Pouco tempo passou até que eu senti a necessidade urgente de gozar.
Tive medo.
Mas também precisava disso.
Ela me olhou, e entendeu.
Fique à vontade." ele disse, como se soubesse que eu precisava.
E foi assim, gozei na barriga dela, enquanto suas mãos quentes seguravam minha cintura com firmeza e carinho.
Minhas pernas se fecharam na hora, eu me segurei.
Ainda faltava ele, meu homem.
Uma mulher submissa nunca deixa de satisfazer o seu homem.
E aí eu senti, ele apertou minha bunda direita e num instante senti o pau dele pulsando dentro de mim.
Olhei pra ele. Entendi.
Gozamos com 2 minutos de diferença, quase juntos.
Respirando pesado, ainda dentro de mim, ele me disse:
Desculpa... não usei camisinha
E eu, sentindo o semen quente dentro de mim, respondi sem pensar:
É assim que uma verdadeira mulher faz, né?. Soltamos um sorriso cúmplice.
Ele sorriu pra mim. Me beijou.
E eu me senti completa.
Pela primeira vez, completa.
Parte 2 da noite que mudou minha vida sexual pra sempre.Ele beijava meu pescoço enquanto eu estava deitado de barriga pra cima, com as pernas levemente abertas, entregue.
Não tinha tensão, só um calor profundo que nascia no peito e se espalhava pra baixo, como se meu corpo tivesse se preparado a vida inteira pra aquele momento.
Os dedos dele seguiam com ternura o contorno da minha cintura, do meu quadril, da minha bunda, como se quisesse memorizar cada curva.
Eu tava pelado, mas não me sentia exposto.
Eu me sentia o escolhido.
Quando começou a entrar, foi devagar.
Bem devagar.
Os beijos dela ainda estavam na minha boca, e o olhar dela no meu.
Continuava segurando minha mão com firmeza.
Como se soubesse que eu precisava de segurança mais do que de velocidade.
Senti como meu corpo se abria, não só fisicamente, mas emocionalmente.
Como se aquela penetração fosse também uma rendição de alma.
Ele ofegava suavemente, e eu me permitia gemer, sem medo.
Eu, que tantas vezes abafei meus gemidos por vergonha, agora deixava eles saírem.
Não tava nem aí se eu tava gostosa.
Não tava pensando se tava fazendo a coisa certa,
Só estava ali, sentindo, pulsando, sendo.
Num instante, ele saiu de dentro de mim e me pediu pra ficar atrás de mim.
Era como se ele soubesse que eu precisava aprender a perder o controle sem me perder.
Não era só uma posição, era um ato de confiança, de entrega total.
Aceitei a proposta dele.
Nós ficamos de conchinha.
Senti ele dentro de novo. Era macio. Presente. Infinito.
O polegar dele deslizou até meus lábios.
Entendi, ela queria minha saliva.
Dei pra ele. E mais: coloquei o polegar dele na minha boca, me entregando como a submissa que sempre quis ser.
Eu disse, sem rodeios, com a voz trêmula: "Sei que meus peitos não são de morrer... mas toca neles como se fossem, por favor.
E ela fez isso.
As mãos dele rodearam meu peito com uma ternura tão real, tão profunda, que meus bicos endureceram na hora, roçando no tecido do sutiã.
Tira ele, se quiser..." sussurrei, já sem medo.
Porque já não era mais uma fantasia:
Era eu.
Era agora.
Era verdade.
Depois de um tempo, me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido:
Quer subir? Dessa vez você controla tudo.
Dudé. Chamei ela de gostosa:
Não sei mexer minha cintura.
E ele, com aquela doçura que sempre tinha no momento certo, me respondeu:
Não importa. Imagina. Lembra das suas namoradas... agora você é uma delas.
Ele me levantou devagar e me sentou em cima dele.
Minhas pernas envolviam ele.
Meus braços, o pescoço dela.
Ele me recebeu como se minha falta de jeito fosse arte.
Lamiu meus mamilos com devoção,
enquanto a mão dele acariciava minhas costas até chegar na minha bunda.
Gemi baixinho no ouvido dela, eu gostava.
Entendia que era homem, mas queria me sentir mulher por um tempo.
Enfiei de novo dentro de mim, não conseguia acreditar.
Ela me deu um beijo e falou:
Fica à vontade.
E foi assim.
Eu me mexia sem jeito. Às vezes parava. Pedia desculpa pra ela.
E cada "desculpa" era respondido com um beijo.
Cada beijo, uma afirmação: "não precisa fazer perfeito, só precisa ser você.
Eu cavalgava. Eu guiava.
Tanto que até esqueci de mim, perdi o controle.
Aquele que tanto me custou deixar de lado.
Olha minha calcinha escorregando pro lado
Meu pau, duro e molhado, escorregava e deslizava pela barriga dela.
Era real. Era lindo.
Pouco tempo passou até que eu senti a necessidade urgente de gozar.
Tive medo.
Mas também precisava disso.
Ela me olhou, e entendeu.
Fique à vontade." ele disse, como se soubesse que eu precisava.
E foi assim, gozei na barriga dela, enquanto suas mãos quentes seguravam minha cintura com firmeza e carinho.
Minhas pernas se fecharam na hora, eu me segurei.
Ainda faltava ele, meu homem.
Uma mulher submissa nunca deixa de satisfazer o seu homem.
E aí eu senti, ele apertou minha bunda direita e num instante senti o pau dele pulsando dentro de mim.
Olhei pra ele. Entendi.
Gozamos com 2 minutos de diferença, quase juntos.
Respirando pesado, ainda dentro de mim, ele me disse:
Desculpa... não usei camisinha
E eu, sentindo o semen quente dentro de mim, respondi sem pensar:
É assim que uma verdadeira mulher faz, né?. Soltamos um sorriso cúmplice.
Ele sorriu pra mim. Me beijou.
E eu me senti completa.
Pela primeira vez, completa.
2 comentários - Uma noite como mulher; "Entrega total
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Que divino