Capítulo 08.
O Estranho do Cabelo Comprido.

Mônica entrou na sala da guarda e logo percebeu que tinha sido um erro. Um dos caras se colocou atrás dela e fechou a porta. Ele viu que havia uma tranca e murmurou: "Devíamos ter colocado isso desde o começo". Mas se tivessem feito isso, essa vigilante gostosa com um rabão imponente nunca teria entrado.
—Vocês vão me explicar agora mesmo o que estão fazendo aqui…
— Era você que eu queria encontrar — disse Jazmín, levantando-se —. Tava com vontade de te falar uma coisa.
—Ah… se foi pelo que aconteceu na revisão, eu…
Mónica de repente ficou com medo de que todos aqueles caras fossem amigos da Jazmín e tivessem vindo se vingar pelo jeito que ela tratou a mina durante a revista. Jazmín percebeu isso e colocou os braços sobre os ombros da guarda.
—Fica tranquila, Moni… só queria dizer que adorei chupar sua buceta. Ela é muito gostosa — em seguida, a beijou na boca.
A Mônica estava tão tensa que nem fechou os olhos. Ficou parada, recebendo a língua da Jasmim dentro da boca. Olhava de soslaio para todos os presentes. A Fiorella estava levando um pauzão gostoso no cu.Elas são doidas—pensou—.Elas estão completamente malucas... ou drogadas».
—Quero dar o fora —disse Mônica ao notar o olhar libidinoso dos homens presentes.
—Não, Moni… você não vai a lugar nenhum —disse Jazmín—. Você ainda me deve uma boa chupada na buceta. Fiquei com vontade.
—Não, não… nem pensar…
—Você vai me dizer que não gosta de mim?
—Não é isso... é que... com todos esses caras aqui, não vou fazer nada. Se você quer que eu chupe, eles têm que sair.
—Eles ficam —disse Jazmín, e a beijou de novo—. Nós vamos nos divertir muito juntas… vem…
Ela a aproximou da mesa, com a ajuda dos amigos, eles a empurraram suavemente por trás. Jazmín pegou o último comprimido do saquinho e se dirigiu aMegadeth.
—Eu quero que ela engula tudo... com o pau e tudo.
Pode considerar feito.
—Não, não! Esperem! O que vocês estão fazendo?
—A mesma coisa que você fez comigo, querida… agora que não tem vantagem, já não é tão má.
Colocaram a Mónica de joelhos. Foi a própria Jazmín quem enfiou o comprimido na boca dela e, quando Mónica estava prestes a cuspir, o pau deMegadethEle entrou até sua garganta. Quase se engasgou. Começou a chupar o pau deixando a pílula sobre sua língua, conseguia senti-la. Ainda poderia cuspi-la, se encontrasse algum espaço... mas aquele pau era largo demais e dois caras seguravam sua cabeça, para que ela não conseguisse desviar. Percebeu como a pílula começava a dissolver. Um gosto amargo, como de aspirina moída, invadiu sua boca. Enquanto engolia o pau, pôde sentir como a pílula começava a fazer efeito. Já havia experimentado no passado, em inúmeras ocasiões. Confiscava drogas para uso pessoal... e sabia muito bem como ficava cada vez que tomava uma dessas pílulas. Tinham um efeito mágico nela, a faziam sentir muito segura de si... e muito puta. Adorava tomar uma antes de transar com algum de seus amantes, coisa que acontecia com frequência. Mas nunca havia estado numa situação com tanta gente envolvida.
Aos poucos, aquela rola começou a ficar cada vez mais gostosa pra ela. Ela adorava o jeito que afundava até o fundo da sua garganta. Ela ficava excitada quando seus amantes eram brutos com ela... da mesma forma que ela era bruta com suas amantes.
Quando tiraram o pau da boca dela, ela respirou fundo. Fiorella se aproximou, sentou na beirada da mesa e ergueu uma perna, afastando a outra. Abriu os lábios da buceta com os dedos e disse:
—Agora você vai me chupar... essa puta tem que levar com tudo. Ele obrigou minha mãe a chupar a buceta dele.
—Ah é? —disseSr. Zeppelin— com um sorriso sádico —. Parece que ela gosta de se divertir. Bom, é isso que vamos dar a ela… muita diversão.
—Não, não… espera aí… espera aí… dá pra resolverfffffff…
Não deram tempo para nada. Esmagaram o rosto dele contra a buceta da Fiorella e não restou alternativa a não ser lambê-la. Talvez essa fosse a única forma de escapar dessa situação.
Os outros caras começaram a despir ela, arrancando suas roupas aos trancos. Os botões da sua blusa caíram rolando pelo chão. Toda a anatomia voluptuosa da Mónica ficou exposta diante do olhar libidinoso de sete homens e duas mulheres.
—O que é isso? —PerguntouMegadethao pegar um objeto metálico que estava no cinto da Mônica.
— São as chaves! — Gritou o magrelo cabeludo —. As chaves das algemas! Solta a gente, mano… solta! Nós também queremos nos divertir.
— A gente solta eles? — ela perguntou.Megadetha Jazmín.
—Mmm… isso depende…
—De quê? —O magrelo quis saber.
—Do tamanho que ela tem. Não estamos aqui para fazer festa pra dois pau pequeno.
—Eu não sou nenhum pau pequeno —garantiu o magrelo.
—E eu também não —disse o moreno de cabelos cacheados—. Tira minha calça e você vai ver.
Jorge Campera arrancou a calça dele de uma vez só, o pau do moreno estava duro e não era menor que o de nenhum dos caras ali.
—Esse está muito bom —disse Jazmín, embora sua atenção estivesse mais focada em ver Mónica comendo a buceta da filha—. Vamos ver o outro…
Quando o pau do magricela de cabelo comprido apareceu ereto e imponente, todos ficaram de queixo caído, até a Fiorella e a Mónica interromperam o que estavam fazendo pra dar uma olhada. Era enorme e grotesco. Não parecia combinar com aquele corpo tão magrinho.
—Que porra, o magrelo tem uma anaconda entre as pernas —disse Jorge Campera entre risas—. Vamos deixar ele se divertir com a guarda.
—Não, não… por favor, não… é… grande demais. Me deixa sair.
Tiraram as algemas dos dois caras. O moreno não perdiu tempo, praticamente se jogou em cima da Jazmín. Empurrou ela pra trás até a mesa, levantou as pernas dela e enfiou o pau na buceta.
— Ai! Mas eu... devagar, caralho — disse entre risas, para que o moreno soubesse que na verdade não tinha ficado chateada. Só estava tentando manter um pouquinho da sua dignidade, se é que ainda restava alguma.
Jorge Campera e o Flaco se aproximaram de Mónica e começaram a bater nela com seus paus na cara. Ela tentava desviar, mas aquelas cabecinhas conseguiam entrar na sua boca, pelo menos por um segundo. Ela implorou para que a deixassem ir, mas suas palavras não foram compreendidas... e mesmo que tivessem entendido, nada teria mudado.
O pau enorme do magrão a deixou desconcertada, ela mal conseguia engolir e tinha que abrir tanto a boca que sentia a mandíbula quase deslocando. Para Fiorella, aquela cena tinha um tom eroticamente descomunal. Ela agarrou o celular e começou a gravar. Aos poucos, Mónica foi cedendo, especialmente quando era o pau do magrão que queria entrar na sua boca. Ela o deixava lá por mais tempo do que o do cara da jaqueta. Um terceiro pau se aproximou, era o do Camisa Vermelha. Mónica o engoliu por completo, puro instinto. Simplesmente abriu a boca e o devorou. Deu uma olhada de lado para Fiorella quando esta disse:
—Tá gostando, putinha? Já tinha chupado tantos paus juntos antes?
Só pela expressão nos olhos da Mônica, a Fiorella entendeu que era a primeira vez dela com três paus... e que provavelmente ela nunca tinha experimentado um tão grande quanto o daquele magricela.
O comprimido estava fazendo efeito na Mônica, sua autoconfiança não parava de aumentar.Por que eu tenho que me preocupar tanto… se eu gosto de pau?E sim, eram muitos caras, mas... uff... com o tesão que eu tava... talvez valesse a pena experimentar todas essas picas.
«Todas? Não… todas é demais. São muitas», a voz da consciência dela não queria se calar, ela quase protestou de novo, mas quando o magrelo enfiou o pau na boca dela, ela simplesmente aceitou.
«Uf… que pauzão da porra. Caralho… que negócio é esse… nem consigo engolir. Meu Deus… se esse cara me fode, ele me parte no meio.E a ideia de que a partissem ao meio ficou cada vez mais intensa. Sua buceta ficou encharcada e ela começou a se masturbar sem parar de chupar o pau do magricela.
A Fiorella já estavam metendo no cu de novo,Sr. Zeppelinele se aproximou por trás, a pegou pela cintura e a penetrou sem pedir permissão. Fiore continuou filmando. Sorriu para a câmera, fez o sinal de "V" da vitória e depois focou na mãe.
Jazmín estava cavalgando no pau deMegadethque estava deitada de barriga para cima na mesa. Atrás dela estava o moreno de cabelos cacheados metendo na sua bunda como se tivesse uma mola no pau. Ele não parava de se mexer, parecia um coelho no cio. A Jazmín adorava aquilo. Ela rebolia a bunda, como uma campeã do pornô, e gemendo pedia mais…
—Ai… sim… sim… me arromba o cu… ai… que delícia… sim, me dá com força… sem parar… me dá… me dá… ahhh… aaaaahhh…
—Você também vai levar no cu —disse Fiorela, ao mesmo tempo em que voltava a focar em Mónica.
A guarda parecia ter perdido uma importante linha de defesa. Ela chupava o cara com vontade, engolindo o máximo possível daquela pica. Seus dedos não paravam, ela estava com a buceta tão encharcada que mal podia esperar para alguém enfiar uma pica nela. Farta daquela situação, ela soltou o pau e disse...
—Já era, porra… não adianta resistir… vão me comer de qualquer jeito, querendo ou não. Pelo menos posso aproveitar.
—Fico feliz que você tenha entendido —disse Fiorella.
Mónica apoiou as mãos na mesa e se inclinou para frente, expondo sua bunda. Suas grandes nádegas foram apalpadas e empinadas por todos que estavam perto dela, incluindo a própria Fiorella.
O magrelo estava tão chapado que não conseguia acertar o buraco. A buceta molhada da Mónica pedia pra entrar, mas o pau dele deslizava pra fora toda vez que ele metia.
—Ai, gato… enfia logo… não me faz esperar…
—Vamos dar uma mãozinha —disse Fiore, ao mesmo tempo que pegava no pau do magricela.
O mais fácil era mirar na buceta, que já escorria fluidos sexuais e estava predisposta ao sexo; porém, Fiore tinha planos melhores. Ela quistrollarpara a guarda de segurança, mais uma pequena vingança pelo momento constrangedor que ele fez elas passarem durante a revista.
Ele apontou o pau pro cu e disse:
Vai, magrelo... com força e até o fundo.
—AI NÃO… PELO CU NÃO… AIII! AIII!
Enfia tudo e vai com força.
O pau começou a entrar naquele cu gordo. Afundou com certa dificuldade, mas foi entrando.
—Não, não… não cabe tudo esse pau na minha bunda, por favor, não!!
—Nossa, como esse rabão sabe chupar um pau!!
—Não, magrelo… por favor…
—Você tirou toda a pó da minha buceta, puta… agora vou devolver com juros…
—Não… Não… AHHH!
O pau afundou quase por completo naquele cu. O magrelo começou a bombar cada vez mais rápido, imitando o amigo de cabelo cacheado, que não parava de foder o cu da Jazmín.
— E aí, gata? Você curte uma dupla penetração? — perguntou Fiore, enquanto a filmava com o celular.
—Eu adoro! Eu adoro! Não sei como nunca experimentei isso antes… meu Deus… é gostoso demais. Como eu amo ter todos os buracos cheios de pau.
—Todos? Falta um... vamos ver se alguém faz a gentileza.
O barbudo se aproximou e ofereceu seu pau para Jasmim, ela começou a chupá-lo instantaneamente. Fiore ficou filmando a bunda super dilatada de Mônica, sua mãe com três picas e de vez em quando passava o celular para o amante que estivesse comendo ela pelo cu ou pela buceta. Não importava quem fosse… ela queria que todos passassem pelos seus buracos, e assim fizeram. O moreno de cabelos cacheados cedeu seu lugar para outro cara e foi enfiar na Fiore, não ia ficar com vontade de experimentar aquela garota tão gostosa. Ela também chupou todos os paus que se aproximaram. Estava vivendo sua máxima fantasia sexual… e sua mãe estava lá, para viver com ela.
—Isso, gato… continua! Ahh… meu Deus… tá acabando com minha bunda! Deus… que animal! Me come com força!
Mónica gritava de puro prazer, seus medos e a dor haviam sumido sob o efeito da pilula. Agora o pauzão do magrelo de cabelo comprido parecia delicioso pra ela.
—Agora é minha vez, é minha vez… —disse Fiore—. Eu também quero experimentar essa rola.
—Não, agora ela tá comigo…
—Não se preocupa, rabuda… —ele disseMegadeth—. Somos vários pra te encher de pau, você não vai ficar na vontade.
Pegaram a Mónica entre três e a levaram até o banco onde os dois estavam algemados. Lá, sentaram ela em uma rola e enfiaram outra no cu dela.
Jazmín olhou para a filha e percebeu que ela estava de olhos revirados, com baba escorrendo pelo canto da boca. Ela soltava uns gemidos guturais estranhos, quase como se estivesse engasgando. A mina estava num nirvana de prazer, o pau do magricela estava alargando ainda mais o cu dela, que já estava bem aberto.
—Deus, gata… deus… que pau lindo… você tem que experimentar… caralho, que delícia… ai meu deus… ele vai me partir no meio… uy… como ele abre meu cu todinho… nunca tinham aberto tanto assim.
As duas chuparam um pau e dividiram a porra que jorrou dele. Se beijaram e gozaram enquanto levavam duro e sem parar.
Jazmín deixou a filha se deliciar com o pau do magrelo por longos minutos, até que não aguentou mais a vontade. Pediu que enfiassem nela também, não voltaria para casa sem ter experimentado o maior pau de todos os disponíveis, e era o único que ainda faltava provar.
Fiore teve a ideia de retomar o 69 incestuoso entre mãe e filha. Jasmim deitada sobre a mesa e ela por cima, chupando as bucetas uma da outra. O pau do magrão passou primeiro pela boca da Fiore, ela teve dificuldade para engolir. Mostrou para a câmera como se mantinha positiva e tentava engolir tudo. "Dessa vez eu vou conseguir", ela dizia, como se estivesse participando de uma competição de chupação. Depois ria com a boca cheia de saliva ao perceber que não conseguia engolir tudo. "É muito grande, é impossível.
—Gata, agora você vai sentir como é ter o cu desvirginado duas vezes no mesmo dia…
—Estou mais que pronta, meu amor —e deu uma chupada forte na buceta da sua filha.
A segunda pílula as deixou mais alegres e elas estavam mais confiantes do que nunca.
O burburinho do estádio foi se apagando, o show já tinha acabado e a galera ia deixando as arquibancadas e o campo. Mas elas não tavam com vontade de voltar pra casa, não ainda... não com tantos paus disponíveis pra elas. Nem a Mônica queria parar, estavam acabando com ela entre todos... e ela adorava. Já tinha feito cada loucura na vida, tipo obrigar uma mãe a chupar sua buceta na frente da filha, mas isso não se comparava com o que ela tava sentindo agora, com todos os buracos cheios de rola.
A cobra do Flaco estava dura como sempre. Nem mesmo depois de encher o rosto da Fiorella de porra ela amoleceu. Ela pediu para tirarem várias fotos com a cara pintada de branco, queria uma lembrança daquele momento tão tarado. Lambeu os restos de porra direto da buceta da mãe. Enquanto isso, o Flaco ia enfiando a cabeça do pau cada vez mais fundo no cu. A Jazmín se agarrou nas nádegas da filha e abafou os gemidos de dor contra aqueles lábios vaginais molhados.
A Fiorella tinha razão: era como perder a virgindade do cu duas vezes no mesmo dia. Era impressionante. Mesmo já tendo passado vários paus por aquele buraco, o do magrelo era tão largo que parecia que nunca tinham enfiado nada lá.
No entanto, apesar da resistência inicial do seu cu, o pau foi entrando. O magrelo estava muito drogado e isso fazia com que o ritmo dele não fosse constante. Jazmín não reclamou porque gostava de sentir aquele pau entrando até o fundo do seu cu sem aviso prévio. Às vezes acontecia quando ela menos esperava e ela soltava um grito de prazer.
—Ai… por favor!! Por que ninguém me contou que sexo anal é tão gostoso? Me arrebenta todinha, magrinho! Não para!
A festa continuou por mais duas horas depois do show. Não houve uma buceta que não terminasse cheia de porra e que não tivesse passado por sete paus. Os bundões das mulheres receberam o mesmo tratamento, de novo e de novo. As três terminaram em cima da mesa lambendo uma à outra todos os restos de porra e os fluidos vaginais que escorriam sem parar.
Cobertas de suor e fluidos sexuais tiraram uma última foto, de joelhos no chão, com todos os paus rodeando seus rostos. E ali, naquela posição, começaram a receber as últimas gozadas da noite. Engoliram porra e paus aos montes, lamberam o rosto uma da outra e trocaram beijos lésbicos apaixonados.
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Ao chegarem em casa, Fiorella e Jazmín nem se deram ao trabalho de explicar a Néstor por que haviam demorado tanto... e por que suas roupas estavam uma bagunça. A buceta da Jazmín estava à mostra, porque seu legging estava rasgado. Ela teve que voltar de táxi se cobrindo com a bolsa da Fiorella, embora quando desceu o taxista tenha conseguido ter uma boa visão da buceta e da bunda da Jazmín... e da Fiore também. A mina já não tinha calcinha e com aquela minissaia tão curta dava pra ver tudo.
Se não fosse o Néstor insistindo tanto, não teriam falado nada pra ela. No final, foi a Fiorella que tentou esclarecer um pouco a situação.
—Tudo saiu do controle, pai… —disse entre risas, os remédios ainda estavam fazendo efeito—. Aconteceu de tudo… mas não se preocupa, não foi tão ruim quanto você imagina.
—Não pode ser… não pode ser… —Néstor andava de um lado para o outro como um animal enjaulado, com as duas mãos na cabeça—. Elas foram apalpadas?
—Todas… —disse Jasmim—. Olha como deixaram minha legging…
É culpa minha... é culpa minha... eu não devia ter levado elas praquele show.
—Sim, a culpa é sua —disse Jazmín—. A gente nem gosta muito de rock. Mas não se preocupa, não foi nada demais. Foram só uns pegas… e uns esfregões.
—Vocês juram que não rolou mais nada?
—Juramos, pai. Fica tranquilo, a gente não é nenhuma puta. A gente se fez respeitar.
—Peço desculpas... fui um otário... devia ter avisado que aquela roupa não era apropriada para um show de rock.
—Não se preocupa, amor… já passou. Você se divertiu?
—Mmm… é… teria sido ainda melhor se vocês estivessem por perto.
—A verdade é que não —disse Fiore—. A gente ficou meio entediada com o show, não é mesmo, gata?
—É verdade. Teve algumas músicas legais, mas a maior parte foi um tédio. A gente ia acabar estragando sua diversão. As coisas aconteceram assim por um motivo. E por nós não se preocupa, ninguém exagerou muito. Vamos tomar um banho, Fiore? Tô toda suada… preciso de uma água fresca… urgente.
Mãe e filha entraram debaixo do chuveiro. Deixaram o Néstor do lado de fora com o pau duro. Os beijos lésbicos recomeçaram enquanto elas se banhavam.
—Não acho que seu pai vai se contentar com essa explicação. Ele vai ficar me pedindo detalhes por semanas.
—Não dê a ele. Deixa ele com a curiosidade, é melhor assim. Se ele souber metade do que a gente fez, vai ter um ataque do coração. —Eles se beijaram de novo—. Quer que eu chupe sua buceta?
—Isso vai continuar?
—Se for por mim, que continue para sempre, mas… você que manda.
—Mmm… tá bom, tudo bem. Hoje você pode chupar ela o quanto quiser… mas depois vamos conversar sobre esse assunto.
—Claro, gata...
Fiore não deu muita importância para o assunto, ajoelhou-se e começou a lamber a buceta da sua mãe, uma excelente forma de coroar uma noite de drogas, sexo e rock and roll.
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Jazmín chegou em casa e ouviu barulhos vindo dos quartos. Ela deixou as sacolas com as compras no sofá e se aproximou do quarto da filha. Ela deveria estar na escola, mas tinham combinado que se quisesse matar algumas aulas para trazer algum dos amigos para transar, podia fazer, porque naquela hora Néstor estava no trabalho e era muito difícil que ele descobrisse. Jazmín percebeu que a filha estava se divertindo pra caralho, os gemidos enchiam a casa toda. Ela se aproximou para espiar, por sorte a porta estava entreaberta.
Ela espiou sem fazer barulho e a viu de quatro, com um cara metendo nela pelo cu. A Jazmín ficou de queixo caído ao ver como aquela rola era grossa... e a reconheceu na hora. A longa cabeleira ondulada e preta também lhe pareceu muito familiar. Não podia ser outro, tinha que ser o magricela da sala de guarda.
— Opa! Temos um convidado? — anunciou Jazmín.
—Ai, gata… uf… caralho… tão me arrebentando o cu…
— Entendi —disse Jazmín, enquanto se despia.
Estávamos te esperando…
—Mas não aguentaram…
—Oi, dona, como é que tá? —disse o magrelo. Dava pra ver que ele já tava chapado de remédio… e a Fiorella também.
—Oi, gatinho, tem pílula pra mim?
—Ali, na bolsinha —disse Fiore, apontando para sua mesinha de cabeceira. Jasmim se aproximou e pegou uma—. E não precisa chamar ele de “magrinho”. O nome dele é Benito… mas chamam de Nito.
—Ah, oi Nito, prazer em te conhecer… já vou chupar seu pau, me dá um minutinho.
E ela engoliu o comprimido.
—Caralho, senhora... você me deixa louco. Sempre quis ficar com uma veterana bem putinha... que tivesse uma filha assim... isso é como um sonho.
—Seu pau é como um sonho —disse Fiorella, com os olhos revirados—. Meu Deus, você está me matando.
—Vamos dar uma folga pro seu cuzinho.
Jazmín se aproximou e enfiou o pau do Nito na boca. Fiore correu para filmar tudo com o celular. A mãe dela posou para a cena.
Mãe e filha se prepararam para gravar alguns vídeos pornô, aproveitando o pau enorme do Nito. Jazmín se deitou e o recebeu na buceta, enquanto Fiore sentava na cara dela. O magrelo filmou como a mãe lambia os lábios vaginais da filha.
Pouco depois, Nito se deu o prazer de montar no cu da Jazmín, exatamente como havia feito com o da Fiorella.
—Nossa, senhora... sua bunda me deixa louco. Que rabão, meu Deus!
—E eu fico louca com o seu pau, magrinho. Me arrebenta o cu no meio… continua… ai… continua…
— E pensar que você não curtia sexo anal — disse Fiore, enquanto filmava a cena.
Fui uma otária. Sexo anal é a coisa mais deliciosa que já experimentei... isso e sua buceta, meu amor.
—Ai, obrigada, gata…
Fiorella abriu as pernas na frente de Jazmín e ela chupou sua buceta com fervor. Elas se deixaram levar pela tesão, pelo descontrole e pelo efeito das pílulas. Engoliram três vezes todo o sêmen que saiu do pau do magricela, aquele pau cuspia porra como uma mangueira e mãe e filha agradeceram pela abundância daquele manjar branco.
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Jazmín foi a primeira a acordar. Ela estava dolorida por todo o corpo, especialmente na bunda. Aquele magrelo tinha o pau mais espetacular que ela já tinha experimentado na vida. Ela acordou Fiore dando beijos por todo o rosto dela.
—Oi, gostosa... que horas são?
—Não sei… acho que deve ser umas dez da manhã.
— E cadê o Nito?
—Espero que ele já tenha ido embora. É sábado, mas seu pai ainda acorda cedo.
— Será que ele ouviu alguma coisa?
Fiorella lembrava que em um momento saiu nua do seu quarto, em busca de latinhas de cerveja. Na sala de jantar, esbarrou com seu pai, que acabara de entrar em casa. Fiore já estava bêbada, drogada e com o corpo coberto de suor e porra. A porra foi o que a entregou, era impossível de disfarçar. Linhas brancas cruzavam seu rosto e seus peitos.
—Que porra tá acontecendo? —Perguntou Néstor, incrédulo.
Fiore nem se deu ao trabalho de disfarçar. Entre risadas, ela falou:
— Chamei um amigo pra foder… ele tá me matando. O pau dele é enorme — Néstor ficou mudo, nunca tinha ouvido a filha falar desse jeito —. Ai, pai… não faz essa cara. Se você já me viu transando — Além de ter sido pega pela mãe no meio do ato sexual, o pai também tinha a visto transando. Fiore sabia que Néstor tinha ficado espiando como enfiavam pau na filha e usava isso a favor sempre que podia —. Espero que dessa vez você não vá espiar enquanto me comem — disse enquanto pegava umas latas de cerveja da geladeira —. Não é que me incomode… até me dá um tesãozinho que o pai veja como me enchem de pau — ela piscou —. É que não sei como esse cara pode reagir. Poderia incomodar ele ter o futuro sogro espiando. Seria… estranho. Não acha? — Néstor não disse nada —. E você que gosta de ver como metem em mim pelo cu… olha como esse magricela deixou minha bunda… te falei que o pau dele é enorme?
Fiorella abriu as nádegas e mostrou sua buceta escorrendo porra e o cu bem dilatado. Percebeu que o pau do pai dela estava ficando duro como uma pedra, isso a deixou com muito tesão.
—Não sei por que gosto tanto de sexo anal —continuou Fiore—. Será de família? Será que a mamãe gosta que comam o cu dela? Espero que sim… com a bunda linda que ela tem… seria uma pena se você não enfiasse o pau lá de vez em quando.
Ela pegou três latas de cerveja, olhou para o volume na calça do pai e piscou de novo pra ele.
—Você e eu vamos conversar sério —disse Néstor, finalmente reagindo—. Fiorella… vem cá…
Ela já estava voltando para o quarto.
—Amanhã a gente conversa, papi. Descanse. E desculpa o barulho… é que esse magrelo é uma máquina, não quer parar… e eu também não quero que ele pare. Quero que ele me arrombe a bunda a noite toda. Nada de espiar, hein? Hoje não… outro dia… a gente vê… se você quiser eu gravo tudo e depois te mando o vídeo.
—Eu não quero nenhum vídeo seu…
—Ai, papi… não vem com essa de puritano, você tá morrendo de vontade de ver como eles arrebentam minha bunda. E não me incomoda, sério… depois te mando o vídeo.
O pau do Néstor deu um pulo só de imaginar que ele poderia ter acesso a vídeos pornô da própria filha.
—E cadê sua mãe?
—Nem ideia, não vi ela.
Foi uma resposta tão natural que o Néstor nem desconfiou que era mentira.
Quando a mente nebulosa de Fiorella se lembrou desse episódio, ela relaxou. Tanto fazia se seu pai tinha ouvido barulhos sexuais a noite toda. Ela e a mãe tinham vozes muito parecidas, de fora do quarto seria impossível distinguir um gemido dela de um da Jazmín.
Jazmín saiu do quarto e explorou a casa. Seu marido estava bem tranquilo na sala de jantar, sentado na frente do notebook. Não havia sinais do Nito, o que a relaxou. Parecia que o magrelo tinha fugido antes do marido acordar. Ela voltou ao quarto para dar as boas notícias à filha e a encontrou muito agitada, revirando debaixo da cama. A cama estava toda desfeita e a gaveta do criado-mudo aberta.
—Tem algum problema?
Ai, não… quero morrer… quero morrer…
—Filha, não me assusta. O que aconteceu?
—Nito... levou os comprimidos.
—Bom, era de se esperar. Não se preocupa, você nem pagou por elas. Logo você consegue mais…
—E o celular! Ele roubou meu celular! Seu drogado magrelo, vai tomar no cu da sua mãe!
—Nossa, isso é mais sério mesmo... tem certeza que ela não caiu na...?
—Não, mãe, não tá no chão nem embaixo da cama. Não tá…
Jazmín foi buscar seu celular, enquanto sua filha continuava procurando. Ela discou o número de Fiorella e uma gravação automática atendeu: “O número discado está fora de serviço”.
—Ah, mas que magrelo filho da puta.
Ela voltou para o quarto da filha e explicou sobre a gravação.
—Não se preocupe, Fiore. A gente compra um novo e pronto. Mas é o seguinte, aquele magrelo não pisa mais nesta casa nunca mais.
—Não, mãe… você não entende? Não é o celular que me preocupa… é o que tem dentro — Jasmim ficou pálida —. Lá estão todas as fotos e vídeos do show de rock, e o que gravamos ontem à noite… e tudo o que gravamos esses dias. Você tá ligada?
—Ah… mas… você acha que o Nito seria capaz de…?
—NNNÃÃÃOOO!! NÃÃÃOOO!! A BUCETA DA MÃE DELE!! O que é isso? O QUÊ QUE É ISSOOOOO??!!
Os gritos de Néstor congelaram o sangue deles.
—JAZMIN!! VEM AQUI AGORA MESMO E ME EXPLICA ISSO!! AGORA MESMO!!
Mãe e filha foram até a sala de jantar o mais rápido que puderam, ambas continuavam nuas, não se importaram. Tinham coisas mais importantes com que se preocupar. Na tela do notebook de Néstor se viram a si mesmas, nuas, banhadas em porra, e com paus grossos enfiados no cu. Sorriam para a câmera mostrando que estavam se divertindo pra caralho.
Fiorella pegou na mão da Jazmín.
Espero que você conheça um bom advogado pra cuidar do seu divórcio, gata. E quero que saiba que, aconteça o que acontecer, eu tô com você.
—Não pode ser… não pode ser…
Jazmín estava com vontade de chorar. Seu marido nem conseguia desviar o olhar das fotos, foi passando uma por uma, com os olhos cheios de lágrimas. Repetia sem parar frases como “Não pode ser, não pode ser”, “Mas que putas de merda. Que putas as duas!”.
Nos dias seguintes, Jazmín e Fiorella descobriram que as fotos e vídeos tinham sido postados na internet, marcando elas nas redes sociais. As duas cortaram comunicação com todos os conhecidos e amigos. A Fiore faltou ao colégio por alguns dias e elas se instalaram no quarto do Hotel Costa Verde.
Néstor teve um ataque de nervos. Teve que receber assistência médica e psiquiátrica. Acharam que ele ia acabar internado, mas ele teve força suficiente para voltar pra casa e expulsar a esposa e a filha, não sem antes pedir o divórcio pra Jazmín.
Ambas lamentaram que aquela grande aventura sexual tenha terminado tão mal, aquelas malditas pílulas fizeram elas acreditarem que nada poderia dar errado e elas ficaram descuidadas. Por causa desse excesso de confiança, agora todo mundo sabe que, além de putas, são incestuosas. Brenda Ramallo disse que era melhor adiar aquele encontro que haviam marcado, não era o melhor momento. A professora escapou do problema só porque teve uma sobrecarga de trabalho e não pôde comparecer àquela tarde louca de sexo lésbico que haviam prometido.
Jazmín e Fiorella não quiseram mais experimentar outras pílulas, só tomaram aspirinas pra combater a dor de cabeça, que parecia não querer ir embora nunca. Mesmo assim, apesar da merda que tava a situação, não pararam de transar no quarto do hotel.
Depois de passar a tarde inteira transando, elas estavam deitadas olhando para o teto, peladas e cobertas de suor. Pegaram na mão uma da outra e se olharam nos olhos.
—Mãe, você acha que um dia as pessoas vão esquecer da gente e de tudo que a gente fez?
—Não sei. Mas não me importa o que aconteça. Já está feito, não podemos desfazer o que foi feito. O importante é que estamos juntas. —Beijou-a na boca—. Acredita em mim se eu disser que não me arrependo de nada?
Fiorella sorriu.
—Eu também não me arrependo. Se tivesse a chance de voltar no tempo, faria tudo de novo… e aproveitaria tanto quanto aproveitei. Adoro transar com você… e não quero que isso acabe. É a única coisa que me importa.
E desceu até se perder entre as pernas de sua mãe, depois enfiou a língua na buceta dela.
—Assim, meu amor… assim… eu te amo muito. Nada mais importa… e que o mundo e seu pai vão pra puta que pariu! Eu sou livre… nós somos livres. Podemos fazer o que der na telha. —Ele olhou nos olhos dela enquanto Fiore comia sua buceta e disse—. A única coisa que não me agrada nisso tudo é que as pessoas pensem que somos duas putas degeneradas.
—Sério que você quer falar sobre isso enquanto eu chupo sua buceta, gata?
I know it's not the best time, but... I wish I could tell everyone this was just a one-time thing. We lost our heads at a rock concert—it happens. You and I aren't like that.
—Achei que você gostava de me ver toda putinha.
—Eu disse isso na hora, por causa do remédio… ele me faz falar e pensar coisas que não são minhas. E eu gostaria de poder esclarecer isso para as pessoas, só isso.
—Isso significa que eu devo parar de chupar sua buceta?
Jazmín sentiu uma descarga elétrica que nasceu na ponta do seu clitóris, provocada pela língua experiente de sua filha.
—Mmm… por enquanto você pode continuar. O importante é que aqui ninguém pode nos ver.
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O Estranho do Cabelo Comprido.

Mônica entrou na sala da guarda e logo percebeu que tinha sido um erro. Um dos caras se colocou atrás dela e fechou a porta. Ele viu que havia uma tranca e murmurou: "Devíamos ter colocado isso desde o começo". Mas se tivessem feito isso, essa vigilante gostosa com um rabão imponente nunca teria entrado.
—Vocês vão me explicar agora mesmo o que estão fazendo aqui…
— Era você que eu queria encontrar — disse Jazmín, levantando-se —. Tava com vontade de te falar uma coisa.
—Ah… se foi pelo que aconteceu na revisão, eu…
Mónica de repente ficou com medo de que todos aqueles caras fossem amigos da Jazmín e tivessem vindo se vingar pelo jeito que ela tratou a mina durante a revista. Jazmín percebeu isso e colocou os braços sobre os ombros da guarda.
—Fica tranquila, Moni… só queria dizer que adorei chupar sua buceta. Ela é muito gostosa — em seguida, a beijou na boca.
A Mônica estava tão tensa que nem fechou os olhos. Ficou parada, recebendo a língua da Jasmim dentro da boca. Olhava de soslaio para todos os presentes. A Fiorella estava levando um pauzão gostoso no cu.Elas são doidas—pensou—.Elas estão completamente malucas... ou drogadas».
—Quero dar o fora —disse Mônica ao notar o olhar libidinoso dos homens presentes.
—Não, Moni… você não vai a lugar nenhum —disse Jazmín—. Você ainda me deve uma boa chupada na buceta. Fiquei com vontade.
—Não, não… nem pensar…
—Você vai me dizer que não gosta de mim?
—Não é isso... é que... com todos esses caras aqui, não vou fazer nada. Se você quer que eu chupe, eles têm que sair.
—Eles ficam —disse Jazmín, e a beijou de novo—. Nós vamos nos divertir muito juntas… vem…
Ela a aproximou da mesa, com a ajuda dos amigos, eles a empurraram suavemente por trás. Jazmín pegou o último comprimido do saquinho e se dirigiu aMegadeth.
—Eu quero que ela engula tudo... com o pau e tudo.
Pode considerar feito.
—Não, não! Esperem! O que vocês estão fazendo?
—A mesma coisa que você fez comigo, querida… agora que não tem vantagem, já não é tão má.
Colocaram a Mónica de joelhos. Foi a própria Jazmín quem enfiou o comprimido na boca dela e, quando Mónica estava prestes a cuspir, o pau deMegadethEle entrou até sua garganta. Quase se engasgou. Começou a chupar o pau deixando a pílula sobre sua língua, conseguia senti-la. Ainda poderia cuspi-la, se encontrasse algum espaço... mas aquele pau era largo demais e dois caras seguravam sua cabeça, para que ela não conseguisse desviar. Percebeu como a pílula começava a dissolver. Um gosto amargo, como de aspirina moída, invadiu sua boca. Enquanto engolia o pau, pôde sentir como a pílula começava a fazer efeito. Já havia experimentado no passado, em inúmeras ocasiões. Confiscava drogas para uso pessoal... e sabia muito bem como ficava cada vez que tomava uma dessas pílulas. Tinham um efeito mágico nela, a faziam sentir muito segura de si... e muito puta. Adorava tomar uma antes de transar com algum de seus amantes, coisa que acontecia com frequência. Mas nunca havia estado numa situação com tanta gente envolvida.
Aos poucos, aquela rola começou a ficar cada vez mais gostosa pra ela. Ela adorava o jeito que afundava até o fundo da sua garganta. Ela ficava excitada quando seus amantes eram brutos com ela... da mesma forma que ela era bruta com suas amantes.
Quando tiraram o pau da boca dela, ela respirou fundo. Fiorella se aproximou, sentou na beirada da mesa e ergueu uma perna, afastando a outra. Abriu os lábios da buceta com os dedos e disse:
—Agora você vai me chupar... essa puta tem que levar com tudo. Ele obrigou minha mãe a chupar a buceta dele.
—Ah é? —disseSr. Zeppelin— com um sorriso sádico —. Parece que ela gosta de se divertir. Bom, é isso que vamos dar a ela… muita diversão.
—Não, não… espera aí… espera aí… dá pra resolverfffffff…
Não deram tempo para nada. Esmagaram o rosto dele contra a buceta da Fiorella e não restou alternativa a não ser lambê-la. Talvez essa fosse a única forma de escapar dessa situação.
Os outros caras começaram a despir ela, arrancando suas roupas aos trancos. Os botões da sua blusa caíram rolando pelo chão. Toda a anatomia voluptuosa da Mónica ficou exposta diante do olhar libidinoso de sete homens e duas mulheres.
—O que é isso? —PerguntouMegadethao pegar um objeto metálico que estava no cinto da Mônica.
— São as chaves! — Gritou o magrelo cabeludo —. As chaves das algemas! Solta a gente, mano… solta! Nós também queremos nos divertir.
— A gente solta eles? — ela perguntou.Megadetha Jazmín.
—Mmm… isso depende…
—De quê? —O magrelo quis saber.
—Do tamanho que ela tem. Não estamos aqui para fazer festa pra dois pau pequeno.
—Eu não sou nenhum pau pequeno —garantiu o magrelo.
—E eu também não —disse o moreno de cabelos cacheados—. Tira minha calça e você vai ver.
Jorge Campera arrancou a calça dele de uma vez só, o pau do moreno estava duro e não era menor que o de nenhum dos caras ali.
—Esse está muito bom —disse Jazmín, embora sua atenção estivesse mais focada em ver Mónica comendo a buceta da filha—. Vamos ver o outro…
Quando o pau do magricela de cabelo comprido apareceu ereto e imponente, todos ficaram de queixo caído, até a Fiorella e a Mónica interromperam o que estavam fazendo pra dar uma olhada. Era enorme e grotesco. Não parecia combinar com aquele corpo tão magrinho.
—Que porra, o magrelo tem uma anaconda entre as pernas —disse Jorge Campera entre risas—. Vamos deixar ele se divertir com a guarda.
—Não, não… por favor, não… é… grande demais. Me deixa sair.
Tiraram as algemas dos dois caras. O moreno não perdiu tempo, praticamente se jogou em cima da Jazmín. Empurrou ela pra trás até a mesa, levantou as pernas dela e enfiou o pau na buceta.
— Ai! Mas eu... devagar, caralho — disse entre risas, para que o moreno soubesse que na verdade não tinha ficado chateada. Só estava tentando manter um pouquinho da sua dignidade, se é que ainda restava alguma.
Jorge Campera e o Flaco se aproximaram de Mónica e começaram a bater nela com seus paus na cara. Ela tentava desviar, mas aquelas cabecinhas conseguiam entrar na sua boca, pelo menos por um segundo. Ela implorou para que a deixassem ir, mas suas palavras não foram compreendidas... e mesmo que tivessem entendido, nada teria mudado.
O pau enorme do magrão a deixou desconcertada, ela mal conseguia engolir e tinha que abrir tanto a boca que sentia a mandíbula quase deslocando. Para Fiorella, aquela cena tinha um tom eroticamente descomunal. Ela agarrou o celular e começou a gravar. Aos poucos, Mónica foi cedendo, especialmente quando era o pau do magrão que queria entrar na sua boca. Ela o deixava lá por mais tempo do que o do cara da jaqueta. Um terceiro pau se aproximou, era o do Camisa Vermelha. Mónica o engoliu por completo, puro instinto. Simplesmente abriu a boca e o devorou. Deu uma olhada de lado para Fiorella quando esta disse:
—Tá gostando, putinha? Já tinha chupado tantos paus juntos antes?
Só pela expressão nos olhos da Mônica, a Fiorella entendeu que era a primeira vez dela com três paus... e que provavelmente ela nunca tinha experimentado um tão grande quanto o daquele magricela.
O comprimido estava fazendo efeito na Mônica, sua autoconfiança não parava de aumentar.Por que eu tenho que me preocupar tanto… se eu gosto de pau?E sim, eram muitos caras, mas... uff... com o tesão que eu tava... talvez valesse a pena experimentar todas essas picas.
«Todas? Não… todas é demais. São muitas», a voz da consciência dela não queria se calar, ela quase protestou de novo, mas quando o magrelo enfiou o pau na boca dela, ela simplesmente aceitou.
«Uf… que pauzão da porra. Caralho… que negócio é esse… nem consigo engolir. Meu Deus… se esse cara me fode, ele me parte no meio.E a ideia de que a partissem ao meio ficou cada vez mais intensa. Sua buceta ficou encharcada e ela começou a se masturbar sem parar de chupar o pau do magricela.
A Fiorella já estavam metendo no cu de novo,Sr. Zeppelinele se aproximou por trás, a pegou pela cintura e a penetrou sem pedir permissão. Fiore continuou filmando. Sorriu para a câmera, fez o sinal de "V" da vitória e depois focou na mãe.
Jazmín estava cavalgando no pau deMegadethque estava deitada de barriga para cima na mesa. Atrás dela estava o moreno de cabelos cacheados metendo na sua bunda como se tivesse uma mola no pau. Ele não parava de se mexer, parecia um coelho no cio. A Jazmín adorava aquilo. Ela rebolia a bunda, como uma campeã do pornô, e gemendo pedia mais…
—Ai… sim… sim… me arromba o cu… ai… que delícia… sim, me dá com força… sem parar… me dá… me dá… ahhh… aaaaahhh…
—Você também vai levar no cu —disse Fiorela, ao mesmo tempo em que voltava a focar em Mónica.
A guarda parecia ter perdido uma importante linha de defesa. Ela chupava o cara com vontade, engolindo o máximo possível daquela pica. Seus dedos não paravam, ela estava com a buceta tão encharcada que mal podia esperar para alguém enfiar uma pica nela. Farta daquela situação, ela soltou o pau e disse...
—Já era, porra… não adianta resistir… vão me comer de qualquer jeito, querendo ou não. Pelo menos posso aproveitar.
—Fico feliz que você tenha entendido —disse Fiorella.
Mónica apoiou as mãos na mesa e se inclinou para frente, expondo sua bunda. Suas grandes nádegas foram apalpadas e empinadas por todos que estavam perto dela, incluindo a própria Fiorella.
O magrelo estava tão chapado que não conseguia acertar o buraco. A buceta molhada da Mónica pedia pra entrar, mas o pau dele deslizava pra fora toda vez que ele metia.
—Ai, gato… enfia logo… não me faz esperar…
—Vamos dar uma mãozinha —disse Fiore, ao mesmo tempo que pegava no pau do magricela.
O mais fácil era mirar na buceta, que já escorria fluidos sexuais e estava predisposta ao sexo; porém, Fiore tinha planos melhores. Ela quistrollarpara a guarda de segurança, mais uma pequena vingança pelo momento constrangedor que ele fez elas passarem durante a revista.
Ele apontou o pau pro cu e disse:
Vai, magrelo... com força e até o fundo.
—AI NÃO… PELO CU NÃO… AIII! AIII!
Enfia tudo e vai com força.
O pau começou a entrar naquele cu gordo. Afundou com certa dificuldade, mas foi entrando.
—Não, não… não cabe tudo esse pau na minha bunda, por favor, não!!
—Nossa, como esse rabão sabe chupar um pau!!
—Não, magrelo… por favor…
—Você tirou toda a pó da minha buceta, puta… agora vou devolver com juros…
—Não… Não… AHHH!
O pau afundou quase por completo naquele cu. O magrelo começou a bombar cada vez mais rápido, imitando o amigo de cabelo cacheado, que não parava de foder o cu da Jazmín.
— E aí, gata? Você curte uma dupla penetração? — perguntou Fiore, enquanto a filmava com o celular.
—Eu adoro! Eu adoro! Não sei como nunca experimentei isso antes… meu Deus… é gostoso demais. Como eu amo ter todos os buracos cheios de pau.
—Todos? Falta um... vamos ver se alguém faz a gentileza.
O barbudo se aproximou e ofereceu seu pau para Jasmim, ela começou a chupá-lo instantaneamente. Fiore ficou filmando a bunda super dilatada de Mônica, sua mãe com três picas e de vez em quando passava o celular para o amante que estivesse comendo ela pelo cu ou pela buceta. Não importava quem fosse… ela queria que todos passassem pelos seus buracos, e assim fizeram. O moreno de cabelos cacheados cedeu seu lugar para outro cara e foi enfiar na Fiore, não ia ficar com vontade de experimentar aquela garota tão gostosa. Ela também chupou todos os paus que se aproximaram. Estava vivendo sua máxima fantasia sexual… e sua mãe estava lá, para viver com ela.
—Isso, gato… continua! Ahh… meu Deus… tá acabando com minha bunda! Deus… que animal! Me come com força!
Mónica gritava de puro prazer, seus medos e a dor haviam sumido sob o efeito da pilula. Agora o pauzão do magrelo de cabelo comprido parecia delicioso pra ela.
—Agora é minha vez, é minha vez… —disse Fiore—. Eu também quero experimentar essa rola.
—Não, agora ela tá comigo…
—Não se preocupa, rabuda… —ele disseMegadeth—. Somos vários pra te encher de pau, você não vai ficar na vontade.
Pegaram a Mónica entre três e a levaram até o banco onde os dois estavam algemados. Lá, sentaram ela em uma rola e enfiaram outra no cu dela.
Jazmín olhou para a filha e percebeu que ela estava de olhos revirados, com baba escorrendo pelo canto da boca. Ela soltava uns gemidos guturais estranhos, quase como se estivesse engasgando. A mina estava num nirvana de prazer, o pau do magricela estava alargando ainda mais o cu dela, que já estava bem aberto.
—Deus, gata… deus… que pau lindo… você tem que experimentar… caralho, que delícia… ai meu deus… ele vai me partir no meio… uy… como ele abre meu cu todinho… nunca tinham aberto tanto assim.
As duas chuparam um pau e dividiram a porra que jorrou dele. Se beijaram e gozaram enquanto levavam duro e sem parar.
Jazmín deixou a filha se deliciar com o pau do magrelo por longos minutos, até que não aguentou mais a vontade. Pediu que enfiassem nela também, não voltaria para casa sem ter experimentado o maior pau de todos os disponíveis, e era o único que ainda faltava provar.
Fiore teve a ideia de retomar o 69 incestuoso entre mãe e filha. Jasmim deitada sobre a mesa e ela por cima, chupando as bucetas uma da outra. O pau do magrão passou primeiro pela boca da Fiore, ela teve dificuldade para engolir. Mostrou para a câmera como se mantinha positiva e tentava engolir tudo. "Dessa vez eu vou conseguir", ela dizia, como se estivesse participando de uma competição de chupação. Depois ria com a boca cheia de saliva ao perceber que não conseguia engolir tudo. "É muito grande, é impossível.
—Gata, agora você vai sentir como é ter o cu desvirginado duas vezes no mesmo dia…
—Estou mais que pronta, meu amor —e deu uma chupada forte na buceta da sua filha.
A segunda pílula as deixou mais alegres e elas estavam mais confiantes do que nunca.
O burburinho do estádio foi se apagando, o show já tinha acabado e a galera ia deixando as arquibancadas e o campo. Mas elas não tavam com vontade de voltar pra casa, não ainda... não com tantos paus disponíveis pra elas. Nem a Mônica queria parar, estavam acabando com ela entre todos... e ela adorava. Já tinha feito cada loucura na vida, tipo obrigar uma mãe a chupar sua buceta na frente da filha, mas isso não se comparava com o que ela tava sentindo agora, com todos os buracos cheios de rola.
A cobra do Flaco estava dura como sempre. Nem mesmo depois de encher o rosto da Fiorella de porra ela amoleceu. Ela pediu para tirarem várias fotos com a cara pintada de branco, queria uma lembrança daquele momento tão tarado. Lambeu os restos de porra direto da buceta da mãe. Enquanto isso, o Flaco ia enfiando a cabeça do pau cada vez mais fundo no cu. A Jazmín se agarrou nas nádegas da filha e abafou os gemidos de dor contra aqueles lábios vaginais molhados.
A Fiorella tinha razão: era como perder a virgindade do cu duas vezes no mesmo dia. Era impressionante. Mesmo já tendo passado vários paus por aquele buraco, o do magrelo era tão largo que parecia que nunca tinham enfiado nada lá.
No entanto, apesar da resistência inicial do seu cu, o pau foi entrando. O magrelo estava muito drogado e isso fazia com que o ritmo dele não fosse constante. Jazmín não reclamou porque gostava de sentir aquele pau entrando até o fundo do seu cu sem aviso prévio. Às vezes acontecia quando ela menos esperava e ela soltava um grito de prazer.
—Ai… por favor!! Por que ninguém me contou que sexo anal é tão gostoso? Me arrebenta todinha, magrinho! Não para!
A festa continuou por mais duas horas depois do show. Não houve uma buceta que não terminasse cheia de porra e que não tivesse passado por sete paus. Os bundões das mulheres receberam o mesmo tratamento, de novo e de novo. As três terminaram em cima da mesa lambendo uma à outra todos os restos de porra e os fluidos vaginais que escorriam sem parar.
Cobertas de suor e fluidos sexuais tiraram uma última foto, de joelhos no chão, com todos os paus rodeando seus rostos. E ali, naquela posição, começaram a receber as últimas gozadas da noite. Engoliram porra e paus aos montes, lamberam o rosto uma da outra e trocaram beijos lésbicos apaixonados.
————————
Ao chegarem em casa, Fiorella e Jazmín nem se deram ao trabalho de explicar a Néstor por que haviam demorado tanto... e por que suas roupas estavam uma bagunça. A buceta da Jazmín estava à mostra, porque seu legging estava rasgado. Ela teve que voltar de táxi se cobrindo com a bolsa da Fiorella, embora quando desceu o taxista tenha conseguido ter uma boa visão da buceta e da bunda da Jazmín... e da Fiore também. A mina já não tinha calcinha e com aquela minissaia tão curta dava pra ver tudo.
Se não fosse o Néstor insistindo tanto, não teriam falado nada pra ela. No final, foi a Fiorella que tentou esclarecer um pouco a situação.
—Tudo saiu do controle, pai… —disse entre risas, os remédios ainda estavam fazendo efeito—. Aconteceu de tudo… mas não se preocupa, não foi tão ruim quanto você imagina.
—Não pode ser… não pode ser… —Néstor andava de um lado para o outro como um animal enjaulado, com as duas mãos na cabeça—. Elas foram apalpadas?
—Todas… —disse Jasmim—. Olha como deixaram minha legging…
É culpa minha... é culpa minha... eu não devia ter levado elas praquele show.
—Sim, a culpa é sua —disse Jazmín—. A gente nem gosta muito de rock. Mas não se preocupa, não foi nada demais. Foram só uns pegas… e uns esfregões.
—Vocês juram que não rolou mais nada?
—Juramos, pai. Fica tranquilo, a gente não é nenhuma puta. A gente se fez respeitar.
—Peço desculpas... fui um otário... devia ter avisado que aquela roupa não era apropriada para um show de rock.
—Não se preocupa, amor… já passou. Você se divertiu?
—Mmm… é… teria sido ainda melhor se vocês estivessem por perto.
—A verdade é que não —disse Fiore—. A gente ficou meio entediada com o show, não é mesmo, gata?
—É verdade. Teve algumas músicas legais, mas a maior parte foi um tédio. A gente ia acabar estragando sua diversão. As coisas aconteceram assim por um motivo. E por nós não se preocupa, ninguém exagerou muito. Vamos tomar um banho, Fiore? Tô toda suada… preciso de uma água fresca… urgente.
Mãe e filha entraram debaixo do chuveiro. Deixaram o Néstor do lado de fora com o pau duro. Os beijos lésbicos recomeçaram enquanto elas se banhavam.
—Não acho que seu pai vai se contentar com essa explicação. Ele vai ficar me pedindo detalhes por semanas.
—Não dê a ele. Deixa ele com a curiosidade, é melhor assim. Se ele souber metade do que a gente fez, vai ter um ataque do coração. —Eles se beijaram de novo—. Quer que eu chupe sua buceta?
—Isso vai continuar?
—Se for por mim, que continue para sempre, mas… você que manda.
—Mmm… tá bom, tudo bem. Hoje você pode chupar ela o quanto quiser… mas depois vamos conversar sobre esse assunto.
—Claro, gata...
Fiore não deu muita importância para o assunto, ajoelhou-se e começou a lamber a buceta da sua mãe, uma excelente forma de coroar uma noite de drogas, sexo e rock and roll.
————————
Jazmín chegou em casa e ouviu barulhos vindo dos quartos. Ela deixou as sacolas com as compras no sofá e se aproximou do quarto da filha. Ela deveria estar na escola, mas tinham combinado que se quisesse matar algumas aulas para trazer algum dos amigos para transar, podia fazer, porque naquela hora Néstor estava no trabalho e era muito difícil que ele descobrisse. Jazmín percebeu que a filha estava se divertindo pra caralho, os gemidos enchiam a casa toda. Ela se aproximou para espiar, por sorte a porta estava entreaberta.
Ela espiou sem fazer barulho e a viu de quatro, com um cara metendo nela pelo cu. A Jazmín ficou de queixo caído ao ver como aquela rola era grossa... e a reconheceu na hora. A longa cabeleira ondulada e preta também lhe pareceu muito familiar. Não podia ser outro, tinha que ser o magricela da sala de guarda.
— Opa! Temos um convidado? — anunciou Jazmín.
—Ai, gata… uf… caralho… tão me arrebentando o cu…
— Entendi —disse Jazmín, enquanto se despia.
Estávamos te esperando…
—Mas não aguentaram…
—Oi, dona, como é que tá? —disse o magrelo. Dava pra ver que ele já tava chapado de remédio… e a Fiorella também.
—Oi, gatinho, tem pílula pra mim?
—Ali, na bolsinha —disse Fiore, apontando para sua mesinha de cabeceira. Jasmim se aproximou e pegou uma—. E não precisa chamar ele de “magrinho”. O nome dele é Benito… mas chamam de Nito.
—Ah, oi Nito, prazer em te conhecer… já vou chupar seu pau, me dá um minutinho.
E ela engoliu o comprimido.
—Caralho, senhora... você me deixa louco. Sempre quis ficar com uma veterana bem putinha... que tivesse uma filha assim... isso é como um sonho.
—Seu pau é como um sonho —disse Fiorella, com os olhos revirados—. Meu Deus, você está me matando.
—Vamos dar uma folga pro seu cuzinho.
Jazmín se aproximou e enfiou o pau do Nito na boca. Fiore correu para filmar tudo com o celular. A mãe dela posou para a cena.
Mãe e filha se prepararam para gravar alguns vídeos pornô, aproveitando o pau enorme do Nito. Jazmín se deitou e o recebeu na buceta, enquanto Fiore sentava na cara dela. O magrelo filmou como a mãe lambia os lábios vaginais da filha.
Pouco depois, Nito se deu o prazer de montar no cu da Jazmín, exatamente como havia feito com o da Fiorella.
—Nossa, senhora... sua bunda me deixa louco. Que rabão, meu Deus!
—E eu fico louca com o seu pau, magrinho. Me arrebenta o cu no meio… continua… ai… continua…
— E pensar que você não curtia sexo anal — disse Fiore, enquanto filmava a cena.
Fui uma otária. Sexo anal é a coisa mais deliciosa que já experimentei... isso e sua buceta, meu amor.
—Ai, obrigada, gata…
Fiorella abriu as pernas na frente de Jazmín e ela chupou sua buceta com fervor. Elas se deixaram levar pela tesão, pelo descontrole e pelo efeito das pílulas. Engoliram três vezes todo o sêmen que saiu do pau do magricela, aquele pau cuspia porra como uma mangueira e mãe e filha agradeceram pela abundância daquele manjar branco.
————————
Jazmín foi a primeira a acordar. Ela estava dolorida por todo o corpo, especialmente na bunda. Aquele magrelo tinha o pau mais espetacular que ela já tinha experimentado na vida. Ela acordou Fiore dando beijos por todo o rosto dela.
—Oi, gostosa... que horas são?
—Não sei… acho que deve ser umas dez da manhã.
— E cadê o Nito?
—Espero que ele já tenha ido embora. É sábado, mas seu pai ainda acorda cedo.
— Será que ele ouviu alguma coisa?
Fiorella lembrava que em um momento saiu nua do seu quarto, em busca de latinhas de cerveja. Na sala de jantar, esbarrou com seu pai, que acabara de entrar em casa. Fiore já estava bêbada, drogada e com o corpo coberto de suor e porra. A porra foi o que a entregou, era impossível de disfarçar. Linhas brancas cruzavam seu rosto e seus peitos.
—Que porra tá acontecendo? —Perguntou Néstor, incrédulo.
Fiore nem se deu ao trabalho de disfarçar. Entre risadas, ela falou:
— Chamei um amigo pra foder… ele tá me matando. O pau dele é enorme — Néstor ficou mudo, nunca tinha ouvido a filha falar desse jeito —. Ai, pai… não faz essa cara. Se você já me viu transando — Além de ter sido pega pela mãe no meio do ato sexual, o pai também tinha a visto transando. Fiore sabia que Néstor tinha ficado espiando como enfiavam pau na filha e usava isso a favor sempre que podia —. Espero que dessa vez você não vá espiar enquanto me comem — disse enquanto pegava umas latas de cerveja da geladeira —. Não é que me incomode… até me dá um tesãozinho que o pai veja como me enchem de pau — ela piscou —. É que não sei como esse cara pode reagir. Poderia incomodar ele ter o futuro sogro espiando. Seria… estranho. Não acha? — Néstor não disse nada —. E você que gosta de ver como metem em mim pelo cu… olha como esse magricela deixou minha bunda… te falei que o pau dele é enorme?
Fiorella abriu as nádegas e mostrou sua buceta escorrendo porra e o cu bem dilatado. Percebeu que o pau do pai dela estava ficando duro como uma pedra, isso a deixou com muito tesão.
—Não sei por que gosto tanto de sexo anal —continuou Fiore—. Será de família? Será que a mamãe gosta que comam o cu dela? Espero que sim… com a bunda linda que ela tem… seria uma pena se você não enfiasse o pau lá de vez em quando.
Ela pegou três latas de cerveja, olhou para o volume na calça do pai e piscou de novo pra ele.
—Você e eu vamos conversar sério —disse Néstor, finalmente reagindo—. Fiorella… vem cá…
Ela já estava voltando para o quarto.
—Amanhã a gente conversa, papi. Descanse. E desculpa o barulho… é que esse magrelo é uma máquina, não quer parar… e eu também não quero que ele pare. Quero que ele me arrombe a bunda a noite toda. Nada de espiar, hein? Hoje não… outro dia… a gente vê… se você quiser eu gravo tudo e depois te mando o vídeo.
—Eu não quero nenhum vídeo seu…
—Ai, papi… não vem com essa de puritano, você tá morrendo de vontade de ver como eles arrebentam minha bunda. E não me incomoda, sério… depois te mando o vídeo.
O pau do Néstor deu um pulo só de imaginar que ele poderia ter acesso a vídeos pornô da própria filha.
—E cadê sua mãe?
—Nem ideia, não vi ela.
Foi uma resposta tão natural que o Néstor nem desconfiou que era mentira.
Quando a mente nebulosa de Fiorella se lembrou desse episódio, ela relaxou. Tanto fazia se seu pai tinha ouvido barulhos sexuais a noite toda. Ela e a mãe tinham vozes muito parecidas, de fora do quarto seria impossível distinguir um gemido dela de um da Jazmín.
Jazmín saiu do quarto e explorou a casa. Seu marido estava bem tranquilo na sala de jantar, sentado na frente do notebook. Não havia sinais do Nito, o que a relaxou. Parecia que o magrelo tinha fugido antes do marido acordar. Ela voltou ao quarto para dar as boas notícias à filha e a encontrou muito agitada, revirando debaixo da cama. A cama estava toda desfeita e a gaveta do criado-mudo aberta.
—Tem algum problema?
Ai, não… quero morrer… quero morrer…
—Filha, não me assusta. O que aconteceu?
—Nito... levou os comprimidos.
—Bom, era de se esperar. Não se preocupa, você nem pagou por elas. Logo você consegue mais…
—E o celular! Ele roubou meu celular! Seu drogado magrelo, vai tomar no cu da sua mãe!
—Nossa, isso é mais sério mesmo... tem certeza que ela não caiu na...?
—Não, mãe, não tá no chão nem embaixo da cama. Não tá…
Jazmín foi buscar seu celular, enquanto sua filha continuava procurando. Ela discou o número de Fiorella e uma gravação automática atendeu: “O número discado está fora de serviço”.
—Ah, mas que magrelo filho da puta.
Ela voltou para o quarto da filha e explicou sobre a gravação.
—Não se preocupe, Fiore. A gente compra um novo e pronto. Mas é o seguinte, aquele magrelo não pisa mais nesta casa nunca mais.
—Não, mãe… você não entende? Não é o celular que me preocupa… é o que tem dentro — Jasmim ficou pálida —. Lá estão todas as fotos e vídeos do show de rock, e o que gravamos ontem à noite… e tudo o que gravamos esses dias. Você tá ligada?
—Ah… mas… você acha que o Nito seria capaz de…?
—NNNÃÃÃOOO!! NÃÃÃOOO!! A BUCETA DA MÃE DELE!! O que é isso? O QUÊ QUE É ISSOOOOO??!!
Os gritos de Néstor congelaram o sangue deles.
—JAZMIN!! VEM AQUI AGORA MESMO E ME EXPLICA ISSO!! AGORA MESMO!!
Mãe e filha foram até a sala de jantar o mais rápido que puderam, ambas continuavam nuas, não se importaram. Tinham coisas mais importantes com que se preocupar. Na tela do notebook de Néstor se viram a si mesmas, nuas, banhadas em porra, e com paus grossos enfiados no cu. Sorriam para a câmera mostrando que estavam se divertindo pra caralho.
Fiorella pegou na mão da Jazmín.
Espero que você conheça um bom advogado pra cuidar do seu divórcio, gata. E quero que saiba que, aconteça o que acontecer, eu tô com você.
—Não pode ser… não pode ser…
Jazmín estava com vontade de chorar. Seu marido nem conseguia desviar o olhar das fotos, foi passando uma por uma, com os olhos cheios de lágrimas. Repetia sem parar frases como “Não pode ser, não pode ser”, “Mas que putas de merda. Que putas as duas!”.
Nos dias seguintes, Jazmín e Fiorella descobriram que as fotos e vídeos tinham sido postados na internet, marcando elas nas redes sociais. As duas cortaram comunicação com todos os conhecidos e amigos. A Fiore faltou ao colégio por alguns dias e elas se instalaram no quarto do Hotel Costa Verde.
Néstor teve um ataque de nervos. Teve que receber assistência médica e psiquiátrica. Acharam que ele ia acabar internado, mas ele teve força suficiente para voltar pra casa e expulsar a esposa e a filha, não sem antes pedir o divórcio pra Jazmín.
Ambas lamentaram que aquela grande aventura sexual tenha terminado tão mal, aquelas malditas pílulas fizeram elas acreditarem que nada poderia dar errado e elas ficaram descuidadas. Por causa desse excesso de confiança, agora todo mundo sabe que, além de putas, são incestuosas. Brenda Ramallo disse que era melhor adiar aquele encontro que haviam marcado, não era o melhor momento. A professora escapou do problema só porque teve uma sobrecarga de trabalho e não pôde comparecer àquela tarde louca de sexo lésbico que haviam prometido.
Jazmín e Fiorella não quiseram mais experimentar outras pílulas, só tomaram aspirinas pra combater a dor de cabeça, que parecia não querer ir embora nunca. Mesmo assim, apesar da merda que tava a situação, não pararam de transar no quarto do hotel.
Depois de passar a tarde inteira transando, elas estavam deitadas olhando para o teto, peladas e cobertas de suor. Pegaram na mão uma da outra e se olharam nos olhos.
—Mãe, você acha que um dia as pessoas vão esquecer da gente e de tudo que a gente fez?
—Não sei. Mas não me importa o que aconteça. Já está feito, não podemos desfazer o que foi feito. O importante é que estamos juntas. —Beijou-a na boca—. Acredita em mim se eu disser que não me arrependo de nada?
Fiorella sorriu.
—Eu também não me arrependo. Se tivesse a chance de voltar no tempo, faria tudo de novo… e aproveitaria tanto quanto aproveitei. Adoro transar com você… e não quero que isso acabe. É a única coisa que me importa.
E desceu até se perder entre as pernas de sua mãe, depois enfiou a língua na buceta dela.
—Assim, meu amor… assim… eu te amo muito. Nada mais importa… e que o mundo e seu pai vão pra puta que pariu! Eu sou livre… nós somos livres. Podemos fazer o que der na telha. —Ele olhou nos olhos dela enquanto Fiore comia sua buceta e disse—. A única coisa que não me agrada nisso tudo é que as pessoas pensem que somos duas putas degeneradas.
—Sério que você quer falar sobre isso enquanto eu chupo sua buceta, gata?
I know it's not the best time, but... I wish I could tell everyone this was just a one-time thing. We lost our heads at a rock concert—it happens. You and I aren't like that.
—Achei que você gostava de me ver toda putinha.
—Eu disse isso na hora, por causa do remédio… ele me faz falar e pensar coisas que não são minhas. E eu gostaria de poder esclarecer isso para as pessoas, só isso.
—Isso significa que eu devo parar de chupar sua buceta?
Jazmín sentiu uma descarga elétrica que nasceu na ponta do seu clitóris, provocada pela língua experiente de sua filha.
—Mmm… por enquanto você pode continuar. O importante é que aqui ninguém pode nos ver.
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