Uns meses atrás, fui a uma reunião de trabalho na capital. A reunião era quinta e sexta, e meu marido me disse que, depois de terminar a semana de trabalho, ele ia pra capital pra passar o fim de semana. A gente fez planos e comprou passagens. Eu viajei na quarta à noite e fui pra reunião, que começou bem cedo na quinta e terminou às seis da tarde. Sexta foi o mesmo horário. Como reencontrei uns colegas antigos, depois da reunião de sexta, combinei de sair pra jantar com umas amigas. Durante o jantar, uma delas sugeriu a gente ir tomar algo pra continuar batendo papo, já que fazia um tempão que a gente não se via. Fomos pra uma área de bares e baladas.
Antes de entrar, liguei pro meu marido e ele não atendeu. O voo dele era às nove da noite, e o celular parecia estar desligado. Umas oito horas, eu tava preocupada porque ele não respondia. Fiquei insistindo e liguei no trabalho dele, onde me disseram que ele tinha saído às seis. Entrei na balada com as amigas e a gente começou a tomar coquetéis. Éramos quatro mulheres, todas casadas, e eu era a mais nova de todas.
Não parava de pensar e mandar mensagem pro meu marido, mas ele não respondia. Umas dez da noite, ele me ligou dizendo que tinha perdido o voo e que não tinha mais voos. Falei pra ele comprar um pra manhã seguinte, ou seja, sábado cedo, e ele disse que não, que já tinha dado preguiça de ir pra capital. A gente começou a discutir porque os planos que a gente tinha feito tinham ido por água abaixo. Desligamos muito putos um com o outro. Fiquei um tempinho lá fora, com vontade de chorar de tanta raiva que deu.
Meu voo de volta era domingo à noite. Então, voltei pra balada e, pelo meu semblante, elas perguntaram o que tinha rolado. Falei que nada, só um mal-entendido com meu marido, mas que já tinha resolvido. A gente começou a trocar ideia sobre nossas vidas, relacionamentos, traições, até sobre a vida sexual — papo de mulher, com perguntas indo e vindo. Quando nos confessamos com quantos homens a gente tinha ficado, eu falei que com três, um deles meu marido e os outros dois numa época que, estando de namoro, a gente se separou por uns meses. Elas caíram na risada e falaram pra eu parar de ser caretice, que por que tão poucos.
E uma delas me pergunta se meu marido sabe disso, e eu digo que sim, e ele me contou que tinha ficado com uma garota, e eu contei que tinha ficado com dois caras. Elas riem e perguntam: "E o que seu marido disse quando você contou isso?" Nada, porque naqueles meses a gente não era nada, e mudamos de assunto.
Uma delas, casada, começa a contar que está saindo com um moleque de vinte e dois anos e só se encontram pra transar. Ela menciona que a vida de casada melhorou muito, porque o que o marido não dava, esse moleque dava, e que inclusive ele vai chegar mais tarde e a gente vai conhecê-lo.
Passaram-se as horas, a gente brindou por qualquer besteira, e era mais ou menos umas onze da noite quando o moleque apareceu acompanhado de outros dois caras iguais a ele. Cumprimentaram super educados, bem vestidos, eram gostosos. Ela convida eles pra sentar, e a gente continuou a reunião com eles, falando de onde vinham e o que estavam fazendo. Nisso, um deles fala: "Mas que lugar morto esse, ninguém dança. Vamos pra outro lugar onde a gente possa dançar."
Uma colega diz que já está tarde, e ele fala: "Conhecemos um lugar que vai até o amanhecer, e é muito bom." Uma delas diz que não porque tem uma filha pequena. Eu digo que não porque no dia seguinte tenho que ver um parente, mas lembro que meu marido tinha me deixado na mão. E quando elas insistem, eu falo: "Vamos um pouco." Ficamos três casais, pegamos uma van taxi e fomos pra outro lugar.
Era uma balada cheia de gente jovem, e nos deram uma mesa num canto porque estava lotada. Decidimos tomar tequila com laranja, limão e sal. Eu me sentia mal porque a gente estava muito chique, de vestido e casaco, nada a ver com o lugar. Tava Tá fazendo um calorão, mas eu não tirava o casaco porque tava com vergonha. A gente começou a beber e falar quase gritando porque a música tava muito alta. De repente, toca um mix de reggaeton clássico e um deles fala: "vamos dançar que pra isso a gente veio". Minha amiga, sem pensar, já foi pra pista e eles insistindo pra mim e minha outra amiga irem também. Minha amiga vira e fala: "vamos". Aí a gente tirou os casacos e um dos caras solta: "mas cadê que tava escondida toda essa beleza?" Eu ri e olhei pra ele. Dançamos um tempo, depois sentamos, continuamos bebendo e serviam tão rápido que parecia que não tinha amanhã. Acho que aquela garrafa acabou em uma hora e eles pediram outra. Eu pensei: "vamos ficar bêbadas com esses caras" e já tava me sentindo bem alegre.
Além disso, um dos caras começou a me paquerar, me fez sentir o centro das atenções de alguém. Esse cara me chama pra dançar, fomos pra pista e minutos depois comecei a sentir ele encostando a pélvis na minha e descendo a mão pra pegar na minha bunda, mas eu segurava. Eu me aproximava do corpo dele e sentia a respiração dele bem perto do meu rosto, quase colada na minha boca. O cheiro do perfume desse cara me fascinou e o álcool já tava batendo na minha cabeça. Quando voltamos pra mesa, ele fala: "que corpaço você tem, dá pra ver que malha". Eu sorrio e falo: "já reparou no meu corpo?" E ele responde: "é impossível não reparar". Aí eu falo: "e ainda tava de mão boba tentando pegar na minha bunda". Ele responde: "é que esse vestido justo te faz parecer muito gostosa, ainda mais que dá pra sentir sua calcinha". Eu sorrio e falo: "é? sentiu o quê?" E ele diz: "um fiozinho dos lados do seu quadril" e pergunta: "não é assim?" A gente sorri e eu falo: "cê tá perguntando demais, vamos parar por aqui". Mas por dentro, eu tava excitada com a conversa que a gente tava tendo.
Nisso, toca um reggaeton e o cara me chama: "vamos dançar?" E eu falo: "vamos". Eu já tava mais solta. O cara vem por trás, me pega na cintura e se encosta em mim. Pego, eu tento dançar mais sexy e devagar, e nisso sinto o pau dele no meio das minhas nádegas. Era impossível não sentir, mas eu gostei e deixei o cara fazer aquilo.
Viro o olhar pra mesa e noto que uma das minhas amigas não estava, então pergunto e me dizem que ela saiu há cinco minutos com um dos caras. Na hora, falo pra minha outra amiga que a gente devia ir embora, e ela me responde: "Se quiser ficar de boa, fica, mas eu daqui vou pra um motel." Só que eu vejo que ela tá muito bêbada e falo isso pra ela, e ela diz que o marido dela não está e que quer aproveitar porque ele só volta no meio da outra semana.
E ela me propõe irmos pro motel continuar bebendo e dançando. Eu topo, mas não pra um motel, e sim pra outro lugar. Ela então fala que aí teria que ficar naquele lugar, e o clima já tá bem pesado, muita gente, todo mundo muito bebado. E eu falo pra ela: "Se quiser, vamos pro meu hotel e você fica comigo, porque já deu." E ela responde: "Não seja caretice, que eu te vi dançando com aquele cara."
Eu digo: "Não fizemos nada, só dançar." E ela fala: "Vamos, vamos pro motel os quatro e continuamos a festa." E eu respondo: "A única pessoa com quem fui pra um motel foi meu marido, e isso quando a gente namorava."
Ela insiste e diz: "Você vê, você decide o que quer que aconteça lá. Se não quiser nada, é só ir embora."
Saímos da balada e pegamos um táxi que nos levou pra um motel. No táxi, a gente ia bebendo e cantando, e o cara que tava comigo ficava dizendo: "Que gostosa você é, que cheiro delicioso, que sexy, que inveja do seu marido." Ele me elogiava o tempo todo e falava: "Você me deixou super excitado com esse corpão." E completa: "Tô doido pra roubar um beijo seu." Eu sorrio e ele pergunta: "Você ficaria brava?" E eu respondo: "Não sei, nunca fizeram isso, sempre fui fiel ao meu marido."
A gente tava conversando bem pertinho, ele se aproxima e tenta me beijar. Eu viro o rosto, mas não consigo evitar, e ele me dá um beijo meio na boca. Eu falo: "Ei, que atrevido!" Ele se desculpa, a gente continua conversando sobre vários assuntos, e ele diz de novo: Me dá um beijinho, não seja má. Eu digo: não sou má, só sou fiel ao meu marido, e estou acompanhando vocês só pra não deixar minha amiga sozinha com vocês dois. E ele me responde: fica tranquila, já saímos com ela antes, a gente sempre se cuida entre nós.
O táxi entrou no motel, a gente desceu e a intenção era supostamente continuar bebendo e dançando. Então pedimos um quarto pra nós quatro. Fiquei com muita vergonha porque a moça que estava atendendo ficou me olhando, mas pra ela aquilo deve ser normal. Chega alguém, nos cumprimenta e manda a gente seguir. Fomos conversando com essa pessoa e ela disse que o quarto tinha um valor fixo por quatro horas. Pagamos, entramos, colocaram música, começamos a beber e dançar. Minha amiga me perguntou: como é que tá com aquele cara? Eu respondi: não rolou nada, só dancei e conversei. Ela sorriu e disse: então bora continuar o baile. Eu falei pra pedirmos água, porque tava com muita sede. O cara que tava com minha amiga ligou e pediu. Quando bateram na porta, ele recebeu o pedido: veio uma garrafa de tequila, água e camisinhas.
Eu olhei e fiquei sem graça. Fazia muito tempo que eu não via camisinhas. Falei pra minha amiga: me diz a verdade, o que a gente vai fazer? Ela respondeu: fica tranquila, se você não quiser fazer nada, não faz. Ninguém vai te obrigar. Serviram as doses e eu bebi, mas bem pouco, e deixei um resto no copo. Fizeram bullying comigo e eu tive que tomar o que tinha deixado.
Começamos a dançar. Minha amiga foi com o cara pra um canto e começaram a se beijar e se apalpar, já queriam transar. O meu cara me chamou pra dançar. Começamos a dançar um merengue, ele me apertou contra ele e eu senti o pau dele na minha pélvis e as mãos dele na minha bunda. Eu abracei ele pelo pescoço e ele me deu um beijo. Correspondeu, e a gente ficou uns dois minutos assim.
Nem vi quando minha amiga chegou por trás e falou: fica tranquila, daqui não sai nada. Já com tanta bebida no corpo, eu não tava nem aí pra mais nada e deixei o cara tocar meu corpo inteiro.
Minha amiga tirou o vestido e ficou só de lingerie, só sutiã e fio dental. Eu pensava: que loucura é essa. fazendo! ela começou a tirar a roupa do cara com quem ela estava e continuaram dançando assim seminus, dava pra ver a pica daquele cara prestes a explodir e começaram a dizer que a gente tirasse a roupa, eu não tava nos meus cinco sentidos mas sabia o que tava fazendo e não queria tirar a roupa por vergonha dos outros, então o cara me diz… vamos tirar por partes eu pergunto quais partes a minha é só um vestido e então ele me diz bom, tudo, se aproxima de mim me dá um beijo e aí já não nos separamos mais, começamos a tirar a roupa ele tira meu vestido e fiquei de calcinha e sutiã e ele de cueca.
Continuamos dançando e ele tira meu sutiã e começa a beijar meus peitos eu abaixo as mãos e toco no pau dele por cima da cueca as mãos dele acariciam minha bunda aperta e separa, senti a calcinha fio dental bem enfiada no meio da minha bunda e ele elogia, senti que acariciava minha buceta e de repente me vira, fico de costas e ele me diz… que gostosa você tá, esse abdômen, essas pernas, essa raba e me dá um tapa.
Depois com uma mão começa a tocar minha buceta por cima da calcinha fio dental, isso me excita e nisso vem minha amiga pra cama sem nada vestida com os peitos de fora, acho bonitos, quando sinto que meu cara afasta um pouco a calcinha e toca minha buceta diretamente. Eu coloco a mão dentro da cueca e toco no pau dele, sinto ele enorme e grosso, eu olho pra minha amiga e ela tá fazendo um oral no cara dela
Ela pega uma camisinha passa pra ele e ele coloca e ela se ajeita de quatro e começa a gemer e não era pra menos com aquele tronco enorme que o cara tinha.
Me viro beijo meu cara, ele beija meus peitos e toca minha buceta e enfia os dedos, eu já queria ser penetrada
Empurro ele pra cama e ele se deita eu deito em cima dele beijo e sinto o pau dele na minha buceta e me mexia pra sentir e ele tira a cueca, olho a vara desse jovem e é bem maior que a do meu marido. Por que será que os caras de agora são tão bem dotados, fiquei me perguntando.
Além disso, a virilidade tava bem dura, eu tento tirar a calcinha fio-dental e ele me diz que não tire nem os saltos, que tinha essa fantasia e me fez lembrar do meu marido, adora me comer de fio-dental, ele desvia a calcinha e sinto aquele pau na minha buceta super lubrificada e quente, ele me empurra pra baixo, pro pau dele, pra eu fazer oral, eu resisto, não gosto, o único que tinha feito isso foi no meu marido, mas ele insiste e eu falo que não curto e ele diz que é só um pouquinho. Eu desço, começo a beijar e a masturbar, surpresa com o tamanho, comecei a fazer oral, sentia o tamanho comparado com o do meu marido, nunca imaginei fazer oral em outra pessoa que não fosse meu marido, ele me diz pra colocar a camisinha, eu coloco, mas sinceramente sou muito inexperiente, nunca tinha colocado uma e a única vez que usei foi com o cara desconhecido da balada quando tinha terminado com meu marido, de resto nunca mais usei camisinha.
Já com a camisinha, subo em cima dele, pego o pau dele, desvio a calcinha e começo a sentar em cima, ele vai me penetrando aos poucos, senti uma pressão por ser grande, mas depois me acostumei, sentia ele pulsando dentro de mim, continuei em cima dele cavalgando e na frente tinha minha amiga de quatro, ela me olha na cara e pisca o olho, eu sorrio pra ela.
O cara me diz pra me ajeitar de quatro e ficar de frente pra minha amiga, e sinto ele meter, mas agora senti maior e ele fala… que bunda gostosa você tem, rosadinha, e começou a tocar com o dedo, quando de repente senti ele enfiar o dedo, senti um incômodo, mas foi um incômodo gostoso, como pude, me virei e ele disse… deita, e ele subiu em cima de mim e começou a me foder, no início devagar, mas foi intensificando as penetradas e eu comecei a gemer cada vez mais alto conforme minha excitação crescia e assim tive meu orgasmo, tava super molhada.
Ele me diz pra Dê um bum, eu de imediato falei que não, embora já tivesse feito umas duas vezes, mas falei que não. Aí ele me perguntou por que não, se já tinha feito. Falei que sim, ele perguntou com quem, falei com meu marido e outra pessoa, e ele disse: "então eu vou ser a terceira pessoa a aproveitar esse bum". Eu falei: "entende que é não e para de insistir, senão vou embora". E ele disse ok e, de quatro, começou a foder minha buceta cada vez com mais força, o quadril dele batendo nas minhas nádegas, parecia um aplauso o tempo todo. Ficou assim pelo menos uns dez minutos até que gozou bufando igual um urso.
Levantei e olhei meu celular, tinha três chamadas perdidas do meu marido e uma mensagem pedindo desculpa, dizendo que tinha comprado outro voo e chegaria cedo no dia seguinte na capital. Quase desmaiei. Fui tomar banho e, quando senti o cara entrar, ele perguntou se podia me acompanhar. Vi o corpo atlético dele e me excitei. Falei que sim. Ele se encostou nas minhas costas e comecei a sentir o pau dele crescendo no meio das minhas nádegas. Começou a beijar meu pescoço, me virou e a gente começou a se beijar, e ele disse que não tinha mais camisinha. Mas a vontade de foder ele de novo foi maior, e falei para ele meter. A gente fez bem gostoso, foi bem rápido, uns dez minutos, e assim que eu aproveitei meu orgasmo, ele perguntou onde podia gozar. Falei: "onde você quiser". Aí senti ele penetrar meu cu, meteu e tirou o pau umas quantas vezes e soltou um jato quente dentro de mim. Fiquei totalmente exausta. A gente terminou de tomar banho, me vesti e chamei um táxi. Minha amiga estava bem dormida com o cara que tinha transado. O táxi chegou, me despedi do meu parceiro, ele pediu meu número de celular. Falei para ele me dar o dele, que eu escreveria. A gente se deu um beijo e me despedi. Quando cheguei no hotel, me senti suja e culpada, nunca tinha feito aquilo. Tomei outro banho na banheira para tentar recuperar meu corpo e pedi que trouxessem um bom Café da manhã pra tentar recuperar minhas condições e ficar bem quando meu marido chegasse.
Ele chegou lá pelas onze da manhã, nessa hora eu já tava recuperada e pronta pra recebê-lo do melhor jeito. Quando chegou, subiu pro meu quarto e me cumprimentou super animado, me beijou com paixão e pediu desculpas por ter furado o encontro do dia anterior, prometendo que não ia acontecer de novo.
Da minha parte, fiquei pensando: se ele soubesse tudo que rolou por causa do vacilo dele. Kkkkkkk, mas a gente passou um fim de semana gostoso. Quando voltei pra casa na semana seguinte, lembrei do que aconteceu com o rapaz e deu vontade de chamar ele, mas vou guardar isso pra mais tarde.
Antes de entrar, liguei pro meu marido e ele não atendeu. O voo dele era às nove da noite, e o celular parecia estar desligado. Umas oito horas, eu tava preocupada porque ele não respondia. Fiquei insistindo e liguei no trabalho dele, onde me disseram que ele tinha saído às seis. Entrei na balada com as amigas e a gente começou a tomar coquetéis. Éramos quatro mulheres, todas casadas, e eu era a mais nova de todas.
Não parava de pensar e mandar mensagem pro meu marido, mas ele não respondia. Umas dez da noite, ele me ligou dizendo que tinha perdido o voo e que não tinha mais voos. Falei pra ele comprar um pra manhã seguinte, ou seja, sábado cedo, e ele disse que não, que já tinha dado preguiça de ir pra capital. A gente começou a discutir porque os planos que a gente tinha feito tinham ido por água abaixo. Desligamos muito putos um com o outro. Fiquei um tempinho lá fora, com vontade de chorar de tanta raiva que deu.
Meu voo de volta era domingo à noite. Então, voltei pra balada e, pelo meu semblante, elas perguntaram o que tinha rolado. Falei que nada, só um mal-entendido com meu marido, mas que já tinha resolvido. A gente começou a trocar ideia sobre nossas vidas, relacionamentos, traições, até sobre a vida sexual — papo de mulher, com perguntas indo e vindo. Quando nos confessamos com quantos homens a gente tinha ficado, eu falei que com três, um deles meu marido e os outros dois numa época que, estando de namoro, a gente se separou por uns meses. Elas caíram na risada e falaram pra eu parar de ser caretice, que por que tão poucos.
E uma delas me pergunta se meu marido sabe disso, e eu digo que sim, e ele me contou que tinha ficado com uma garota, e eu contei que tinha ficado com dois caras. Elas riem e perguntam: "E o que seu marido disse quando você contou isso?" Nada, porque naqueles meses a gente não era nada, e mudamos de assunto.
Uma delas, casada, começa a contar que está saindo com um moleque de vinte e dois anos e só se encontram pra transar. Ela menciona que a vida de casada melhorou muito, porque o que o marido não dava, esse moleque dava, e que inclusive ele vai chegar mais tarde e a gente vai conhecê-lo.
Passaram-se as horas, a gente brindou por qualquer besteira, e era mais ou menos umas onze da noite quando o moleque apareceu acompanhado de outros dois caras iguais a ele. Cumprimentaram super educados, bem vestidos, eram gostosos. Ela convida eles pra sentar, e a gente continuou a reunião com eles, falando de onde vinham e o que estavam fazendo. Nisso, um deles fala: "Mas que lugar morto esse, ninguém dança. Vamos pra outro lugar onde a gente possa dançar."
Uma colega diz que já está tarde, e ele fala: "Conhecemos um lugar que vai até o amanhecer, e é muito bom." Uma delas diz que não porque tem uma filha pequena. Eu digo que não porque no dia seguinte tenho que ver um parente, mas lembro que meu marido tinha me deixado na mão. E quando elas insistem, eu falo: "Vamos um pouco." Ficamos três casais, pegamos uma van taxi e fomos pra outro lugar.
Era uma balada cheia de gente jovem, e nos deram uma mesa num canto porque estava lotada. Decidimos tomar tequila com laranja, limão e sal. Eu me sentia mal porque a gente estava muito chique, de vestido e casaco, nada a ver com o lugar. Tava Tá fazendo um calorão, mas eu não tirava o casaco porque tava com vergonha. A gente começou a beber e falar quase gritando porque a música tava muito alta. De repente, toca um mix de reggaeton clássico e um deles fala: "vamos dançar que pra isso a gente veio". Minha amiga, sem pensar, já foi pra pista e eles insistindo pra mim e minha outra amiga irem também. Minha amiga vira e fala: "vamos". Aí a gente tirou os casacos e um dos caras solta: "mas cadê que tava escondida toda essa beleza?" Eu ri e olhei pra ele. Dançamos um tempo, depois sentamos, continuamos bebendo e serviam tão rápido que parecia que não tinha amanhã. Acho que aquela garrafa acabou em uma hora e eles pediram outra. Eu pensei: "vamos ficar bêbadas com esses caras" e já tava me sentindo bem alegre.
Além disso, um dos caras começou a me paquerar, me fez sentir o centro das atenções de alguém. Esse cara me chama pra dançar, fomos pra pista e minutos depois comecei a sentir ele encostando a pélvis na minha e descendo a mão pra pegar na minha bunda, mas eu segurava. Eu me aproximava do corpo dele e sentia a respiração dele bem perto do meu rosto, quase colada na minha boca. O cheiro do perfume desse cara me fascinou e o álcool já tava batendo na minha cabeça. Quando voltamos pra mesa, ele fala: "que corpaço você tem, dá pra ver que malha". Eu sorrio e falo: "já reparou no meu corpo?" E ele responde: "é impossível não reparar". Aí eu falo: "e ainda tava de mão boba tentando pegar na minha bunda". Ele responde: "é que esse vestido justo te faz parecer muito gostosa, ainda mais que dá pra sentir sua calcinha". Eu sorrio e falo: "é? sentiu o quê?" E ele diz: "um fiozinho dos lados do seu quadril" e pergunta: "não é assim?" A gente sorri e eu falo: "cê tá perguntando demais, vamos parar por aqui". Mas por dentro, eu tava excitada com a conversa que a gente tava tendo.
Nisso, toca um reggaeton e o cara me chama: "vamos dançar?" E eu falo: "vamos". Eu já tava mais solta. O cara vem por trás, me pega na cintura e se encosta em mim. Pego, eu tento dançar mais sexy e devagar, e nisso sinto o pau dele no meio das minhas nádegas. Era impossível não sentir, mas eu gostei e deixei o cara fazer aquilo.
Viro o olhar pra mesa e noto que uma das minhas amigas não estava, então pergunto e me dizem que ela saiu há cinco minutos com um dos caras. Na hora, falo pra minha outra amiga que a gente devia ir embora, e ela me responde: "Se quiser ficar de boa, fica, mas eu daqui vou pra um motel." Só que eu vejo que ela tá muito bêbada e falo isso pra ela, e ela diz que o marido dela não está e que quer aproveitar porque ele só volta no meio da outra semana.
E ela me propõe irmos pro motel continuar bebendo e dançando. Eu topo, mas não pra um motel, e sim pra outro lugar. Ela então fala que aí teria que ficar naquele lugar, e o clima já tá bem pesado, muita gente, todo mundo muito bebado. E eu falo pra ela: "Se quiser, vamos pro meu hotel e você fica comigo, porque já deu." E ela responde: "Não seja caretice, que eu te vi dançando com aquele cara."
Eu digo: "Não fizemos nada, só dançar." E ela fala: "Vamos, vamos pro motel os quatro e continuamos a festa." E eu respondo: "A única pessoa com quem fui pra um motel foi meu marido, e isso quando a gente namorava."
Ela insiste e diz: "Você vê, você decide o que quer que aconteça lá. Se não quiser nada, é só ir embora."
Saímos da balada e pegamos um táxi que nos levou pra um motel. No táxi, a gente ia bebendo e cantando, e o cara que tava comigo ficava dizendo: "Que gostosa você é, que cheiro delicioso, que sexy, que inveja do seu marido." Ele me elogiava o tempo todo e falava: "Você me deixou super excitado com esse corpão." E completa: "Tô doido pra roubar um beijo seu." Eu sorrio e ele pergunta: "Você ficaria brava?" E eu respondo: "Não sei, nunca fizeram isso, sempre fui fiel ao meu marido."
A gente tava conversando bem pertinho, ele se aproxima e tenta me beijar. Eu viro o rosto, mas não consigo evitar, e ele me dá um beijo meio na boca. Eu falo: "Ei, que atrevido!" Ele se desculpa, a gente continua conversando sobre vários assuntos, e ele diz de novo: Me dá um beijinho, não seja má. Eu digo: não sou má, só sou fiel ao meu marido, e estou acompanhando vocês só pra não deixar minha amiga sozinha com vocês dois. E ele me responde: fica tranquila, já saímos com ela antes, a gente sempre se cuida entre nós.
O táxi entrou no motel, a gente desceu e a intenção era supostamente continuar bebendo e dançando. Então pedimos um quarto pra nós quatro. Fiquei com muita vergonha porque a moça que estava atendendo ficou me olhando, mas pra ela aquilo deve ser normal. Chega alguém, nos cumprimenta e manda a gente seguir. Fomos conversando com essa pessoa e ela disse que o quarto tinha um valor fixo por quatro horas. Pagamos, entramos, colocaram música, começamos a beber e dançar. Minha amiga me perguntou: como é que tá com aquele cara? Eu respondi: não rolou nada, só dancei e conversei. Ela sorriu e disse: então bora continuar o baile. Eu falei pra pedirmos água, porque tava com muita sede. O cara que tava com minha amiga ligou e pediu. Quando bateram na porta, ele recebeu o pedido: veio uma garrafa de tequila, água e camisinhas.
Eu olhei e fiquei sem graça. Fazia muito tempo que eu não via camisinhas. Falei pra minha amiga: me diz a verdade, o que a gente vai fazer? Ela respondeu: fica tranquila, se você não quiser fazer nada, não faz. Ninguém vai te obrigar. Serviram as doses e eu bebi, mas bem pouco, e deixei um resto no copo. Fizeram bullying comigo e eu tive que tomar o que tinha deixado.
Começamos a dançar. Minha amiga foi com o cara pra um canto e começaram a se beijar e se apalpar, já queriam transar. O meu cara me chamou pra dançar. Começamos a dançar um merengue, ele me apertou contra ele e eu senti o pau dele na minha pélvis e as mãos dele na minha bunda. Eu abracei ele pelo pescoço e ele me deu um beijo. Correspondeu, e a gente ficou uns dois minutos assim.
Nem vi quando minha amiga chegou por trás e falou: fica tranquila, daqui não sai nada. Já com tanta bebida no corpo, eu não tava nem aí pra mais nada e deixei o cara tocar meu corpo inteiro.
Minha amiga tirou o vestido e ficou só de lingerie, só sutiã e fio dental. Eu pensava: que loucura é essa. fazendo! ela começou a tirar a roupa do cara com quem ela estava e continuaram dançando assim seminus, dava pra ver a pica daquele cara prestes a explodir e começaram a dizer que a gente tirasse a roupa, eu não tava nos meus cinco sentidos mas sabia o que tava fazendo e não queria tirar a roupa por vergonha dos outros, então o cara me diz… vamos tirar por partes eu pergunto quais partes a minha é só um vestido e então ele me diz bom, tudo, se aproxima de mim me dá um beijo e aí já não nos separamos mais, começamos a tirar a roupa ele tira meu vestido e fiquei de calcinha e sutiã e ele de cueca.
Continuamos dançando e ele tira meu sutiã e começa a beijar meus peitos eu abaixo as mãos e toco no pau dele por cima da cueca as mãos dele acariciam minha bunda aperta e separa, senti a calcinha fio dental bem enfiada no meio da minha bunda e ele elogia, senti que acariciava minha buceta e de repente me vira, fico de costas e ele me diz… que gostosa você tá, esse abdômen, essas pernas, essa raba e me dá um tapa.
Depois com uma mão começa a tocar minha buceta por cima da calcinha fio dental, isso me excita e nisso vem minha amiga pra cama sem nada vestida com os peitos de fora, acho bonitos, quando sinto que meu cara afasta um pouco a calcinha e toca minha buceta diretamente. Eu coloco a mão dentro da cueca e toco no pau dele, sinto ele enorme e grosso, eu olho pra minha amiga e ela tá fazendo um oral no cara dela
Ela pega uma camisinha passa pra ele e ele coloca e ela se ajeita de quatro e começa a gemer e não era pra menos com aquele tronco enorme que o cara tinha.
Me viro beijo meu cara, ele beija meus peitos e toca minha buceta e enfia os dedos, eu já queria ser penetrada
Empurro ele pra cama e ele se deita eu deito em cima dele beijo e sinto o pau dele na minha buceta e me mexia pra sentir e ele tira a cueca, olho a vara desse jovem e é bem maior que a do meu marido. Por que será que os caras de agora são tão bem dotados, fiquei me perguntando.
Além disso, a virilidade tava bem dura, eu tento tirar a calcinha fio-dental e ele me diz que não tire nem os saltos, que tinha essa fantasia e me fez lembrar do meu marido, adora me comer de fio-dental, ele desvia a calcinha e sinto aquele pau na minha buceta super lubrificada e quente, ele me empurra pra baixo, pro pau dele, pra eu fazer oral, eu resisto, não gosto, o único que tinha feito isso foi no meu marido, mas ele insiste e eu falo que não curto e ele diz que é só um pouquinho. Eu desço, começo a beijar e a masturbar, surpresa com o tamanho, comecei a fazer oral, sentia o tamanho comparado com o do meu marido, nunca imaginei fazer oral em outra pessoa que não fosse meu marido, ele me diz pra colocar a camisinha, eu coloco, mas sinceramente sou muito inexperiente, nunca tinha colocado uma e a única vez que usei foi com o cara desconhecido da balada quando tinha terminado com meu marido, de resto nunca mais usei camisinha.
Já com a camisinha, subo em cima dele, pego o pau dele, desvio a calcinha e começo a sentar em cima, ele vai me penetrando aos poucos, senti uma pressão por ser grande, mas depois me acostumei, sentia ele pulsando dentro de mim, continuei em cima dele cavalgando e na frente tinha minha amiga de quatro, ela me olha na cara e pisca o olho, eu sorrio pra ela.
O cara me diz pra me ajeitar de quatro e ficar de frente pra minha amiga, e sinto ele meter, mas agora senti maior e ele fala… que bunda gostosa você tem, rosadinha, e começou a tocar com o dedo, quando de repente senti ele enfiar o dedo, senti um incômodo, mas foi um incômodo gostoso, como pude, me virei e ele disse… deita, e ele subiu em cima de mim e começou a me foder, no início devagar, mas foi intensificando as penetradas e eu comecei a gemer cada vez mais alto conforme minha excitação crescia e assim tive meu orgasmo, tava super molhada.
Ele me diz pra Dê um bum, eu de imediato falei que não, embora já tivesse feito umas duas vezes, mas falei que não. Aí ele me perguntou por que não, se já tinha feito. Falei que sim, ele perguntou com quem, falei com meu marido e outra pessoa, e ele disse: "então eu vou ser a terceira pessoa a aproveitar esse bum". Eu falei: "entende que é não e para de insistir, senão vou embora". E ele disse ok e, de quatro, começou a foder minha buceta cada vez com mais força, o quadril dele batendo nas minhas nádegas, parecia um aplauso o tempo todo. Ficou assim pelo menos uns dez minutos até que gozou bufando igual um urso.
Levantei e olhei meu celular, tinha três chamadas perdidas do meu marido e uma mensagem pedindo desculpa, dizendo que tinha comprado outro voo e chegaria cedo no dia seguinte na capital. Quase desmaiei. Fui tomar banho e, quando senti o cara entrar, ele perguntou se podia me acompanhar. Vi o corpo atlético dele e me excitei. Falei que sim. Ele se encostou nas minhas costas e comecei a sentir o pau dele crescendo no meio das minhas nádegas. Começou a beijar meu pescoço, me virou e a gente começou a se beijar, e ele disse que não tinha mais camisinha. Mas a vontade de foder ele de novo foi maior, e falei para ele meter. A gente fez bem gostoso, foi bem rápido, uns dez minutos, e assim que eu aproveitei meu orgasmo, ele perguntou onde podia gozar. Falei: "onde você quiser". Aí senti ele penetrar meu cu, meteu e tirou o pau umas quantas vezes e soltou um jato quente dentro de mim. Fiquei totalmente exausta. A gente terminou de tomar banho, me vesti e chamei um táxi. Minha amiga estava bem dormida com o cara que tinha transado. O táxi chegou, me despedi do meu parceiro, ele pediu meu número de celular. Falei para ele me dar o dele, que eu escreveria. A gente se deu um beijo e me despedi. Quando cheguei no hotel, me senti suja e culpada, nunca tinha feito aquilo. Tomei outro banho na banheira para tentar recuperar meu corpo e pedi que trouxessem um bom Café da manhã pra tentar recuperar minhas condições e ficar bem quando meu marido chegasse.
Ele chegou lá pelas onze da manhã, nessa hora eu já tava recuperada e pronta pra recebê-lo do melhor jeito. Quando chegou, subiu pro meu quarto e me cumprimentou super animado, me beijou com paixão e pediu desculpas por ter furado o encontro do dia anterior, prometendo que não ia acontecer de novo.
Da minha parte, fiquei pensando: se ele soubesse tudo que rolou por causa do vacilo dele. Kkkkkkk, mas a gente passou um fim de semana gostoso. Quando voltei pra casa na semana seguinte, lembrei do que aconteceu com o rapaz e deu vontade de chamar ele, mas vou guardar isso pra mais tarde.
1 comentários - Traição por não viajar naquele dia