Mamis dominicanas de bunda grande

Esta história não é minha, só traduzi pro público brasileiro e como um jeito de guardar e juntar as histórias que eu curto sem ter que ficar procurando em vários lugares e perdendo tempo. A mãe do Gerardo é inspirada na Ayisha Díaz.Mamis dominicanas de bunda grande---------------------------------------------------------
Gerardo odiava sair pra comprar comida com a mãe dele. Bom, não só comprar comida: ele odiava sair de casa com ela. Não porque não amasse a mãe, porque sem dúvida ele amava. Não só amava, mas era meio obcecado por ela. Bom, muito obcecado. A mãe dele, e mais importante ainda, o corpo incrível dela, tava na cabeça dele quase o tempo todo. O problema é que, quando saía com ela, era como se todo mundo virasse pra olhar pra mãe latina gostosa dele. E como ela era gostosa! Luísa era nova pra ser mãe de um moleque de 16 anos. Afinal, ela mesma tinha casado na adolescência. Não queria tanto ter um filho como esperavam, e só seguia as decisões dos pais, o que queriam que ela fizesse da vida. Isso tinha acabado há anos, mas naquela época, tudo tinha que ser decidido por ele. Com quem saía, com quem casava quando começou a tentar engravidar. Aos trinta e poucos anos, a dominicana continuava uma puta gostosa, com um rosto lindo, peitos enormes e uma bunda morena maior ainda. A pele dela era de um tom de mel suave, e ela sempre parecia bronzeada. Depois de se mudar do país natal com os pais quando pequena, viveu nos Estados Unidos quase a vida toda e falava um inglês perfeito. Na verdade, o filho dela raramente, ou nunca, ouvia ela falar espanhol. Só quando ficava puta de verdade com ele e... Bem... Ele não devia saber disso sendo filho, mas também quando ela transava. Era um dia quente de maio, então ela escolheu uma roupa especialmente justa pra se proteger do calor. Isso excitou e preocupou Geraldo, porque ele sabia o efeito que as curvas da mãe dele tinham nos homens. Deixava ele louco de ciúmes. Gerardo também se perguntava por que não tinha herdado a beleza da mãe. Era tão injusto! Se pelo menos ele fosse tão bonito quanto ela, uma versão masculina dela, claro, seria popular e pegaria todas as garotas. com quem eu gostaria de sair. Em vez disso, ele era idêntico ao pai, mas ainda mais magro e desengonçado, e isso não atraía ninguém! Era um garoto desajeitado, patético, magro e de pele morena que nem tinha dado o primeiro beijo, muito menos transado. Enquanto a mãe pegava frutas e colocava no carrinho, Gerardo olhava em volta sem jeito. Via os olhares lascivos que Luísa recebia. Dos clientes que passavam, dos adolescentes que andavam por ali, até do cara que reabastecia as prateleiras. Era como se a mãe dele fosse o centro das atenções, e ele queria gritar com todas as forças para eles pararem. "Não olha assim pra minha mãe!", gritou mentalmente, embora na verdade só tenha ficado vermelho de raiva e apertado os punhos em silêncio. "Ela é minha, e não é nenhuma puta que vai dar pra qualquer um de vocês!" Até garotos mais novos e menores que ele encaravam Luísa como se fosse um prêmio. Isso o irritava pra caralho, mas — e ele nunca admitiria em voz alta — também o excitava de maneiras que ele não conseguia entender direito. Luísa tinha escolhido uns shorts justos que abraçavam a sua figura curvilínea do jeito mais gostoso possível. Envolviam a bunda dela e faziam ela parecer redonda, firme e tesuda. O decote da blusa dela era incrivelmente profundo, deixando à mostra grande parte da pele impecável e bronzeada. Os saltos altos e abertos valorizavam as pernas lindas e longas dela. Meu Deus, era difícil não encarar ela, mesmo sendo filho! Ele era um tarado, e mesmo assim, como não desejar uma mulher tão maravilhosa? Igual todo mundo na porra do mercado. — Ei, moça, com certeza você sabe dançar no ritmo dessa música! Um par de jovens brancos se aproximou, fazendo Gerardo se encolher de nojo e vergonha. Tocava uma música latina genérica no alto-falante, e Gerardo implorou em silêncio que ela não fizesse isso. Que fosse uma mulher normal de trinta e poucos anos e que não fosse caçoar ou flertar com jovens brancos. Em vez disso, ela olhou para eles com Um sorriso brincalhão, meio bobo, nos lábios carnudos e vermelhos dela, e ela assentiu, jogando o cabelo castanho comprido pra trás com um movimento rápido da mão. — Ah, claro que sim. Esse é o tipo de música que eu dançava quando era pequena, igual a vocês. — Ela deu uma risadinha e olhou pro filho com uma certa irritação —. E no clube, quando meu filho não precisa que eu fique em casa cuidando dele toda sexta à noite! “M—mamãe…” ele murmurou, baixando o olhar. — Não te faria mal ter um encontro e sair com os amigos de vez em quando — ela respondeu, com uma mistura de malícia e aborrecimento. Gerardo sabia que a mãe tinha um pouco de vergonha dele por ser tão fracassado, mas tentou manter a compostura e não deixar isso afetá-lo. Luisa se virou e olhou de novo pras crianças, e fez uma dancinha latina sexy pra eles, rebolando o quadril e fazendo a bunda quicar sensualmente a cada movimento. Geraldo estava tão hipnotizado pela dança sensual da mãe que nem percebia nada ao redor. Meu Deus! Ela tinha uma silhueta de ampulheta tão perfeita, uma barriga tão lisa e fina, e depois uns peitões enormes e um quadril tão redondo, tão largo, tão perfeito. Enquanto ele estava distraído, olhando pra mãe de boca aberta que nem um tarado completo, um dos moleques desamarrou os cadarços do tênis de Geraldo, rindo baixinho pra não deixar o cara desengonçado perceber o que tava rolando. Ele notou que a mãe se afastou das crianças e do Geraldo, indo em direção ao caixa. Sem querer deixá-la sozinha, ele se jogou pra frente e, de repente, tropeçou nos cadarços, caindo de cara no chão e soltando um gemido choroso. A mãe dele nem virou pra ajudar ele a levantar. Parecia que não tava nem aí se ele tinha se machucado. Quando levantou a vista, viu que os moleques tinham seguido a Luisa, e Geraldo sentiu uma onda de pânico percorrer o corpo dele. O que esses caras estavam tramando? Por que O que eles estavam perseguindo a mãe dele? E por que ela balançava a bunda sensualmente de um lado para o outro a cada passo, como se quisesse que todo mundo ao redor percebesse? Ele se levantou desajeitado de um pulo e amarrou os cadarços dos tênis freneticamente, desesperado para não deixar a mãe sozinha. Logo em seguida, saiu correndo sem jeito em direção à entrada da loja. Mesmo sendo alto e magro, não era nada atlético, e correu desengonçado para frente, ouvindo as risadas de alguns ao redor. Se sentiu um idiota, mas não tinha tempo para parar e ouvir o que diziam. Para seu desespero, quando finalmente chegou perto dos três, os meninos estavam tramando algo. Eles tinham se aproximado pra caralho da bunda enorme de Luísa, que estava de costas para eles. Riram baixinho e se desafiaram a tocar na bunda dela, cochichando para não serem ouvidos. Era tão ridículo! Geraldo tinha certeza de que a mãe dele ouvia tudo o que aqueles moleques diziam. Ele ouvia e estava bem mais longe que Luísa. Por que ela não deu um esporro neles na hora por serem tão desrespeitosos? Eles não tinham o direito de olhar pra ela daquele jeito, muito menos de passar a mão! Um dos garotos esticou a mão para agarrar a bunda grossa de Luísa, e Geraldo ofegou, pronto para gritar com os meninos e fazer papel de trouxa... mas foi aí que a mãe dele finalmente reagiu. — Não, não, menino, isso não está certo. Vocês não deviam ser tão safados. — Ela repreendeu os garotos, mas não ficou indignada. Só parecia divertida e um pouco lisonjeada. Mas Geraldo não ligava se ela estava chateada ou não, pelo menos ela tinha impedido eles de tocarem nela! Isso foi um alívio, mas o dia do adolescente desajeitado já estava arruinado por tudo que tinha acontecido. Ele só queria voltar pra casa e sumir no quarto dele. O que ele não sabia era que tudo ia piorar muito antes de melhorar. Luísa entregou as sacolas pesadas para ele. Geraldo as pegou com tristeza, sabendo que ia sofrer pra carregar tudo até em casa. Não podia reclamar, porque a mãe ia zoar ele por ser tão fraco e quejoso. Luisa sempre quis que o filho dela fosse popular e atlético, e parecia bem decepcionada por ele não ser. Começaram a andar pra casa, e ele ficou pra trás da mãe, arrastando os pés e tentando avançar o mais rápido possível. Luisa era sarada, treinava toda manhã, então caminhava na frente dele sem esforço. Geraldo tava com dificuldade pra carregar todas as compras, e por ser tão fraco e magricela, mal conseguia acompanhar o ritmo da mãe. Pra desgosto de Geraldo, ele percebeu um som que reconheceu quase na hora. Afinal, ouvia aquilo toda manhã de segunda a sexta. A risada nasal e irritante de um grupo de adolescentes nos patinetes iguais deles. E junto com ela, o rap no talo que tocavam o dia inteiro. Meu Deus, não! Não, não, não! Por que tinham que cruzar o caminho dele logo naquele dia? Já tava tendo um dia horrível, e aqueles caras sempre conseguiam fazer ele se sentir pior consigo mesmo. Não que os caras que ele mentalmente chamava de Matilha Wigger fossem valentões. Pelo menos, não exatamente. Eram só uns moleques brancos, ruins, chatos e arrogantes, tentando bancar os negros e se achando os rappers talentosos. O rap era uma bosta, e nem eram engraçados, mas todo mundo parecia adorar eles! Principalmente o líder, Trey. Maldito Trey! Geraldo odiava ele de morte! Era um moleque branco, baixinho e magro que todo mundo achava uma graça e maravilhoso. As minas adoravam ficar com ele, especialmente as alunas brancas e latinas gostosas. Não era justo, e Geraldo simplesmente não conseguia entender por que alguém achava ele encantador. E os amigos dele não eram melhores. Alex e Zack eram igualmente brancos, baixinhos e ruins, e pareciam existir só pra rir das piadas do Trey e soltar comentários sem noção. Pra piorar, muito pior, por algum motivo estranho, a Luisa parecia gostar daquele moleque branco ridículo! Isso irritava Geraldo pra caralho, mas a mãe dele nunca ligou pro fato do filho se sentisse inseguro por como ela agia com os outros. Talvez nem percebesse. Luisa era meio burrinha, afinal! Mas parecia que a mãe dele notava e simplesmente não ligava muito. Amava o filho, como qualquer mãe deveria amar, mas não gostava especialmente dele. A matilha de Wiggers gritava com Luisa sem cerimônia, olhando pra bunda dela como se fossem os donos da rua e de todo mundo que passava. Luisa usava aqueles shorts minúsculos, mostrando as bundas incríveis, redondas e firmes dela, e aqueles brancos não se cansavam de olhar! Eles avançavam como uma matilha de hienas, deixando Geraldo tenso enquanto tentava alcançar a mãe, com medo de que atacassem a qualquer momento. Luisa, porém, não ligou nem um pouco! Pelo contrário, parecia adorar a atenção que recebia. Na verdade, parecia tentar conseguir ainda mais, rebolando a bunda gorda no ritmo da música que Trey tocava no talo na caixa de som da scooter. Luisa quase fez um twerk no meio da calçada, enquanto os adolescentes gritavam e incentivavam a mãe trintona a mexer a bunda gostosa. A milf gostosa sorriu pra eles e piscou o olho safado. "Oi, gurizada!" Ela cumprimentou com um tom cantado. — Isso aí, mamãe gostosa, mexe essa buceta! — gritou Trey, e os outros dois caras apoiaram como sempre. Mas não parou por aí... ah, não. Toda vez que Trey o encontrava, parecia que tinha que zoar e irritar o Geraldo. Era quase uma compulsão! — Ei, virjão! Parece que essas sacolas tão pesadas demais pra você! — Trey zoou, e os outros dois o incentivaram com risadas de nariz. — Não acredito que uma milf tão gostosa como sua mãe conseguiu parir um perdedor igual a você! "É, que perdedor!", completou Alex, e Geraldo não acreditava que repetir o mesmo insulto era considerado inteligente e engraçado. Ele odiava esses caras, mas em vez da mãe defendê-lo, ela só ria sem vergonha. Até a sua Mamãe achava que ele era um completo perdedor! Os caras começaram a se afastar, mas Trey parecia ter uma última coisa a dizer, e era pior do que todas as provocações e comentários cruéis que ele já tinha feito para Geraldo! Ei, milf gostosa, você topa estrelar um clipe que eu tô gravando? Sou um rapper famoso, e se você aparecer, vai botar tudo pra jogo! —Vou pensar, querido —ela respondeu, dando uma piscadinha sexy e um sorrisão, fazendo Geraldo se sentir ainda mais paranoico do que antes. Tinham coisas que Trey sabia sobre a mãe dele que só o pai dele e o Geraldo sabiam, e ele tava preocupado que aquele idiota usasse isso a favor dele. Se, sem querer, ele não tivesse levado aquele pivete branco pra experiência mais aterrorizante da vida dele, nada disso tava acontecendo! Mas isso foi anos atrás... Trey não podia continuar pensando nisso, né? Bem, por que não? Geraldo tinha a cena gravada no subconsciente dele. "Tchau, galera!", ela disse de um jeito sensual e rebolou a bunda uma última vez antes de sair vazada. Quando chegaram em casa, os braços e pernas de Geraldo tavam doendo pra caralho. Ele quase largou as sacolas no chão, mas a mãe dele olhou com desaprovação. —No balcão —ela lembrou, e ele apertou os dentes, fazendo um último esforço e obedecendo. Ele massageou os braços doloridos e suspirou, bem na hora que Luísa entrou na cozinha atrás dele—. Esqueci de te falar: seu pai vai te buscar amanhã à noite e você vai ficar com ele o fim de semana inteiro. Não é um amor, querido? Geraldo engoliu seco e baixou o olhar em silêncio. Ele não queria ir com o pai dele pra lugar nenhum, muito menos que a mãe dele ficasse sozinha em casa por tanto tempo. Ele sabia muito bem que ela ia aproveitar a oportunidade pra dar pra qualquer branco! Além disso, o pai dele era super estranho, e eles nunca foram muito próximos. Mas tinha uma coisa que preocupava ele mais... Se ele não tivesse por perto, será que Trey e os amigos patéticos dele iam visitar a Luísa e tentar fazer alguma merda? Convencer ela a Gravar aquele vídeo? Aquilo fez um nó enorme se formar no fundo do estômago dele e, por alguma razão que ele não entendia direito, também o deixou desconfortavelmente excitado. —É, que bom —murmurou baixinho, suspirando fundo. Não queria ir embora, mas sabia que não tinha escolha—. Vou ficar no meu quarto se precisar de mim, mãe. "Claro, claro", respondeu Luísa, sem se importar muito com o que o filho fazia pela casa. Não que ela não gostasse dele... de certa forma sim, porque era filho dela e tal... mas simplesmente não era legal nem divertido ficar com ele. Para se acalmar, ele decidiu se trancar no quarto e botar um vídeo de rap no computador. Não porque gostasse da música, claro que não! Odiava rap pra caralho! Mas os vídeos quase sempre mostravam mulheres latinas gostosas com bundões, e algumas até pareciam muito com a mãe dele. Ele não se cansava daquelas deusas sensuais de pele morena, e só queria perder a virgindade com alguém como elas. Alguém como a mãe dele. Alguém como a Alicia, a aluna latina mais gostosa da escola. Geraldo colocou o vídeo no mudo e começou a bater uma pras mulheres impressionantes rebolando na tela, amando como as músicas de rap sempre focavam nas bundas redondas delas. Mas enquanto esfregava o pinto pequeno dele uma e outra vez, percebeu uma parada nojenta! O rapper era branco, e praticamente parecia uma versão mais velha do Trey! Nessa altura, já não conseguia parar, excitado demais, se esfregando até ter um orgasmo humilhante, gozando na mão. Limpou o esperma com um lenço de papel e fechou a aba onde o vídeo tocava sem parar. Se sentiu tão exausto depois de gozar, após o dia terrível que teve, que decidiu pular o jantar e só deitar. Parecia que nem nos sonhos ele encontraria alívio pras preocupações e medos dele. No sonho, viu a mãe andando pelada pela casa. Ela era tão deslumbrante, tão perfeita, tão... Redonda e curvilínea. Os peitos dela eram obras de arte, os quadris tão redondos, a bunda grande e tentadora. Ele desejava com todas as forças correr até ela e tocar aquela bunda perfeita! Queria beijá-la e adorá-la, lamber ela toda e talvez até dar uns tapas. Queria comer a própria mãe, e adorava como ela se pavoneava toda nua, tão gostosa, a mulher ideal dele. E ainda assim, o maldito sonho logo virou um pesadelo horrível, com o Trey aparecendo do nada. Meu Deus, que chato ele era com aquela atitude de cabeleireiro! Geraldo queria gritar: "Cara, tu é mais branco que biscoito!". Mas o que realmente chocou ele foi onde o Trey apareceu. Na verdade, não era o Trey inteiro, só a cara nojenta dele, saindo do cu da mãe dele como se fosse um filme de terror corporal. Era como se a mãe dele estivesse chupando o moleque branco, mas só até o pescoço, e ele estava ali, de boa, rodeado pelas nádegas da Luisa. Rapeava igual um idiota. Meu Deus, Geraldo odiava rap tanto quanto odiava o Trey! Mas não era só isso, a letra da música dele, se é que dava pra chamar aquilo de música, falava de como o Geraldo era um perdedor, de como ele era hispânico e um monte de insultos chatos. Era uma praga que não ia embora! E mesmo assim, por mais que odiasse ele de morte, Geraldo queria ser igual ao Trey. Lindo, pequeno e charmoso. Queria que todas as minas dessem em cima dele, e queria poder paquerar igual o branquelo, mesmo que isso significasse rapear igual um idiota. A Luisa parecia nem notar que tinha uma cabeça enfiada na bunda dela. Mesmo assim, parecia estar adorando o rap, rebolando, fazendo twerk, mexendo todo aquele corpo gostoso. A bunda dela batia de um jeito sensual e os peitos balançavam pra todo lado. —Vou comer o cu da sua mãe com força, Geraldo! Vou lamber os peitos dela e foder ela até ela implorar pra eu parar! "Ai, papai, por favor, para! Não aguento mais, meu cu tá tão cheio!", isso que ela vai falar. Trey zoou o Geraldo. Na real, o Chico Moreno não sabia se o Trey falava espanhol na vida real, mas naquele pesadelo, aparentemente sim. Finalmente, depois do que pareceu o pesadelo mais interminável da história da humanidade, Luisa sentiu a cara do Trey enfiada na bunda dela. Geraldo desejou que a mãe dele desse uma bronca no adolescente ou que ficasse puta com o lugar onde ele estava se escondendo. Em vez disso, ela parecia toda feliz. Ela puxou ele pra fora da bunda enorme dela e, de repente, o homenzinho branco estava ali parado, peladão da cabeça aos pés. Luisa sorriu pra ele de um jeito sensual e pegou na mão dele, arrastando ele pro quarto. Geraldo seguiu eles em pânico, mas eles fecharam a porta antes que ele pudesse entrar! E lá de fora, ele ouvia os gemidos da mãe dele, e pior ainda, as palavras que ela gritava... em espanhol. A mãe dele só falava espanhol quando tava brava ou quando um homem branco tava comendo ela com força... Algo que o Geraldo, como filho dela, simplesmente não devia saber! "Ai, sim, papai, sim! Mais forte, papai! Ai, que gostoso que é o teu pau na minha buceta!" Ela gemeu alto, enquanto o Geraldo batia na porta feito um miserável, sendo completamente ignorado. Deixaram ele lá, do outro lado da porta, forçado a encarar os piores medos dele... e a excitação perturbadora dele. O adolescente desengonçado acordou encharcado de suor e com uma ereção que fez ele se sentir um completo tarado e um perdedor. Ele tomou café da manhã com a mãe dele e saiu correndo pra escola, porque não queria passar muito tempo com ela depois do sonho que tinha acabado de ter. Ela tentou acompanhar ele até a escola como de costume, mas ele recusou na maior cara feia, balançando a cabeça quase implorando. — Não, mãe, por favor. Não tem nada, não! Posso ir sozinho — respondeu ele, sabendo que ela ia envergonhar ele na maior alegria na frente de qualquer aluno que aparecesse. Já era ruim o bastante não estar lá no fim de semana; ele não queria que ela visse o Trey naquela manhã. Pra desgraça dele, quando chegou na entrada da escola, percebeu que Trey estava esperando por ele junto com sua patética gangue de wiggers. Meu Deus, que fracassados, mas todas as garotas que entravam no prédio sorriam pra eles. Trey chegou a bater na bunda de uma gata latina, e em vez de dar um tapa nele, ela riu. — Você é incorrigível, Trey! — ela gritou e deu um tapinha de brincadeira na mão dele. — Sabe que você adora, Susana! — ele respondeu, observando ela enquanto ela desviava o olhar e olhava pra bunda dele. Ela rebolava de um lado pro outro pra dar um showzinho. Trey se virou e encarou Geraldo, que tentou passar direto sem nem reconhecê-lo. Mas Trey parecia ansioso demais pra encher o saco do moreno. — Ei, Geraldo, vem cá, parceiro! — disse, num tom claramente de zoeira. — Quero te mostrar uma coisa. Trey nunca tinha botado a mão nele... na verdade, Geraldo nem achava que o moleque tinha capacidade pra isso. Não era esse tipo de assédio. Mas ele parecia adorar zoar Geraldo e fazê-lo se sentir um merda e patético. Era tipo um jogo que ele jogava há três anos e nunca cansava. Relutantemente, ele olhou na direção de Trey, e o branquelo mostrou feliz uma revista pornô com latinas gostosas transando com caras brancos magros e bem-dotados. "Para com isso!", gritou Geraldo, envergonhado, e tentou arrancar a revista da mão de Trey. Fracassou feio; Trey tirou a mão e quase fez Geraldo tropeçar. "Calma, virjão! Aposto que você queria meter o pau numa dessas mulheres gostosas, mas já viu que elas só gostam de brancos!", zombou Trey. Claro, Alex e Zack riram e trocaram um high five. — É, só homem branco, seu latino! — repetiu Zack. Parecia um papagaio sem cérebro, pra ser sincero. "Geraldo, relaxa, cara! Aposto que você se sente inseguro porque sua mãe adorou a ideia de estrelar meu vídeo. Mas é só um vídeo de rap, não uma cena pornô nem nada, seu pervertido esquisito!" — Ela não vai participar do seu vídeo idiota! Geraldo gemeu, e os três caras caíram na risada. "A gente vai ver", respondeu Trey, abrindo a revista numa página que mostrava um cara branco muito parecido com ele comendo o cu de uma MILF latina gostosíssima. "Olha, bem que podia ser sua mãe, hein?" — Haha, sua mãe é uma puta enorme! — Alex riu com aquele risinho chato e nasalado. Geraldo ficou puto, balançou a cabeça e nem quis mais olhar pra aqueles três. Respirou fundo quando chegou no armário e viu um grupo de minas latinas lindas. No meio delas estava a Alicia, o amor perdido dele. Meu Deus, a Alicia era uma gostosa! Parecia uma versão mais nova e mais clara da mãe dele e era tudo que ele queria numa namorada. Por que ela não ia querer ficar com um latino? Ela era uma adolescente dominicana-americana tão gata quanto ele! Isso significava que eles tinham tanta coisa em comum! Mas parecia que ela só gostava de caras brancos tipo o Trey. Ela tinha os lábios mais grossos que o Geraldo já tinha visto, um rostão lindo e um cabelo escuro e cacheado que caía gracioso pelas costas. A Alicia era pura curva. Os peitos dela eram tão grandes que ela sempre se metia em encrenca com os professores, que achavam que a roupa dela era muito ousada, mesmo quando ela usava coisa normal. Nunca dava certo porque a maioria dos alunos adorava ela, e o diretor era amigo do pai dela. Ele foi todo sem jeito na direção delas e ouviu uma das minas gostosas do grupo sussurrar: — Lá vem aquele perdedor. Meu Deus, ele vai tentar chegar na gente de novo! — sussurrou. Era a Laura, outra mina latina com uma bunda linda e redonda, mas nem perto do tamanho da da Alicia ou da mãe dela. — E aí, oi — Geraldo tentou parecer confiante, mas se fodeu feio. Ele tava puto e mal conseguia olhar nos olhos da Alicia. "O que você quer, virjão?", perguntou a Alicia, e todas as minas riram com maldade. "É, todo mundo sabe! O Trey contou seu segredinho pra gente". — Eu... eu... — ele murmurou, gaguejando e procurando as maneira de responder sem se humilhar mais—. Alicia, isso não importa. Eu gosto muito de você. E adoraria que me desse uma chance. Alicia zombou, olhando para todos os amigos dela, que torceram o nariz e soltaram um doloroso: “Que nojo!” —Jamais sairia com um fracassado igual a você! Você é uma barata horrível! —Ela bufou como se o simples fato de ele ter a convidado para sair fosse um insulto—. Tipo, olha pra mim e depois olha pra você! Sou gostosa, saio com caras bonitos... brancos, viu? Cê acha que eu ia abaixar meus padrões e sair com você? Onde você ia me levar? No Chipotle ou algo assim? As outras garotas caíram na risada debochada e Geraldo sentiu que ia chorar. “Eu... eu só queria...” —Tô nem aí pro que um cabeça dura igual você quer, pelo amor de Deus! Me deixa em paz! Aliás, deixa todas nós em paz. Nenhuma aqui quer sair com você! —cravou Alicia, e todas as garotas ao redor concordaram com a cabeça. —É, você me convidou semana passada e eu já te recusei. Acho que a Alicia já te disse que nem pensar! —falou Laura, e todos riram de novo—. Se liga, perdedor! Geraldo se arrastou pra longe do grupo, ouvindo eles falarem merda enquanto caminhava pra sala de aula. Sentiu vontade de soluçar, mas engoliu as lágrimas. Já tinham zuado ele pra caralho; se começasse a chorar que nem um bebê, nunca mais parava. Pra seu horror, quando as garotas entraram na sala, estavam rodeando o Trey e os amigos dele! Trey passou o braço na cintura de Alicia e puxou ela pra perto, flertando abertamente. "Você é tão lindo, Trey!", ela gritou entre risadinhas e depois olhou feio pro Geraldo. "Cê acredita que aquela barata horrorosa me convidou pra sair?", disse, sentando do lado do Trey e passando os dedos no braço dele. —O que isso quer dizer? —perguntou Trey, talvez alto demais pra todo mundo ao redor ouvir. —Que barata feia do caralho! Isso aí! —respondeu Alicia, e todos caíram na gargalhada às custas dele. Geraldo. Ninguém sentou do lado dele, e muito menos as garotas brancas ou latinas tão gostosas! Isso destruiu completamente a alma de Geraldo. Ele não foi só rejeitado de forma brutal e pública, mas a Alicia e todas as outras garotas queriam ficar perto de um garoto branco, baixinho e idiota como o Trey. Depois que a escola terminou, Geraldo só queria voltar correndo pra casa. Não tava nem um pouco a fim de ir pra casa do pai, mas pelo menos era melhor do que ficar perto do Trey, da Alicia, da Laura e daqueles outros dois perdedores: Alex e Zack. Enquanto se afastava rápido, tentou esquecer tudo que tinha acontecido. Mas não era pra ser. No estacionamento dos alunos, ele notou um carro balançando violentamente num canto. Sabia que devia continuar andando e ignorar, mas não conseguiu segurar a curiosidade. Era difícil ver lá dentro porque os vidros estavam embaçados, então ele teve que chegar perto. Pra sua surpresa, viu a Alicia montando no Trey no banco de trás. Ela tava sentada no colo dele, com a blusa abaixada, mostrando os peitões. O garoto branquinho tava lambendo eles e apertando a bunda dela com força, puxando ela mais pra perto. Os dois tavam tão ocupados transando gostoso e sem cuidado que nem perceberam o Geraldo. Tremendo inteiro e com uma ereção humilhante, ele saiu correndo dali antes que fosse pego como um tarado! Ele tinha esquecido completamente do pai quando chegou em casa, então só piorou as coisas quando viu o carro do Henry estacionado na frente da casa que ele tinha largado há muito tempo. — Filho! Já chegou, que bom! — disse o pai, feliz de ver ele. Mas o Geraldo simplesmente não suportava o pai. Não que odiasse o Henry, mas sentia um rancor profundo. Pro adolescente, o pai era o culpado por se divorciar da mãe e forçar ela a virar uma exibicionista suja e sem vergonha. Ele queria ter uma família normal como todo mundo. — É, oi, Papai... —murmurou, dando um abraço rápido e sem jeito—. Vou pegar minha mochila, espera aqui fora, tá? —É, melhor eu não entrar —concordou Henry, e Geraldo arrastou os pés pra dentro de casa. Luisa estava lá, dançando uma música no rádio e rebolando aquele rabão enquanto limpava a sala. —Oi, querido, como foi seu dia na escola? —perguntou sem levantar o olhar e ainda mexendo a bunda. —Foi bem, acho. Papai tá lá fora. "É, vi o carro dele", respondeu. Era óbvio que Henry já não significava nada pra ela. Se é que algum dia significou! Geraldo não sabia dos detalhes do casamento dos pais. Se um dia contassem a verdade pra ele, ia se sentir ainda pior com toda essa situação! Luisa nunca, jamais, quis casar com Henry. Ele era feio e sem graça. Ela queria casar com um homem branco e bonito! Mas os pais dela eram tão controladores e, naquela época, decidiam tudo na vida dela. Ela era muito nova e não teve voz nem voto na história, mas no fim conseguiu sair daquele casamento sem amor. Henry nunca viu aquilo chegando, e desde então, tentava até evitar olhar na cara dela quando precisava. "Ei, mãe, tenho uma pergunta", murmurou e se aproximou da mulher gorda. Ela só assentiu, esperando ele perguntar, mas sem se dar ao trabalho de prestar muita atenção enquanto a música mudava e ela rebolava com mais força. "Você tava falando sério sobre aparecer no vídeo do Trey? Só tava indo na onda dele, né?" Ela encarou ele, finalmente parou de dançar e balançou a mão, como se quisesse diminuir a importância, mas ao mesmo tempo parecia bem irritada. "Sou uma mulher adulta e posso fazer o que eu quiser, Geraldo", disse, e depois completou: "Então não vem me dizer o que fazer". Ele sabia que ela tava realmente puta porque começou a falar em espanhol. —Mas, mãe! —protestou, e ela levantou um dedo, mandando ele calar a boca. "Além disso, Geraldo, o Trey e os amigos adoráveis dele são demais, e você devia tentar ser mais “Eles!”. Ela arregalou os olhos e balançou a cabeça incrédula. “Mamãe!” — Não me trate como uma mamãe. Maduro, seu pai está te esperando — disse ela, se inclinando pra dar um beijo de despedida. Ele se afastou, se sentindo um merda, e com outra ereção humilhante. Acontecia toda vez que a mãe dele dava um beijo nele. Ele era um pervertido do caralho! E odiava que a mãe dele não só agia como uma exibicionista, mas ainda achava aquele Trey patético foda e bonitinho! Por que o Trey conseguia tudo que queria? Flertando com todas aquelas minas, transando com a Alicia, e ainda por cima tendo a atenção da mãe dele! Pra sua consternação, quando entrou no carro do pai e eles foram embora, viu o Trey e a manada de wiggers do outro lado da rua, na frente da casa dele. Trey tava sem camisa e com marcas de batom por toda a cara. O idiota nem tinha se limpado depois de foder a Alicia! Trey sorriu pro Gerardo enquanto o Henry passava de carro pelo grupinho de brancos se passando por rappers pretos, e acenou pra ele. Geraldo tava realmente preocupado com a petulância safada e astuta na cara pálida dele. O que ele tava fazendo ali? E como sabia que ele ia sair naquela hora? Quase parecia que a Luisa tinha falado pra ele ir... mas não podia ser, né? Era só a imaginação dele pregando peças! Ou será que não? Ele teve que aguentar uma viagem longa de duas horas com o pai, se sentindo terrivelmente paranóico por causa do Trey e que porra ele tava fazendo ali, bem na frente da casa da mãe dele. Chegaram numa casa bem menor que a que ele costumava dividir com a mãe, e ele entrou de má vontade. Ficou perto do Henry meio sem graça, sem saber direito do que falar com o pai. Henry preparou uma comida caseira nojenta. O pai dele cozinhava que nem um deus. Tava um pouco queimada e salgada demais. Ele comeu tudo de uma vez pra não deixar o cara se sentir mal. Depois da janta, pegou o celular e ligou pra mãe, querendo saber como ela tava e garantir que ela estivesse sozinha. Para sua frustração, o telefone não parava de tocar, mas ela nunca atendia! Que estranho. Podia ser muitas coisas, mas ela não ignorava as ligações do filho... pelo menos não quando estava na casa do pai! Depois de ligar pela segunda vez e ter o mesmo resultado, Geraldo decidiu ir para o quarto dele passar um tempo sozinho. Ele precisava urgentemente aliviar a tensão e se afastar do pai! Então pegou o celular, sentou na escrivaninha e foi para o site de vídeos favorito dele, conferindo os novos clipes de hip-hop que tinham sido adicionados. Para sua surpresa, viu um enviado recentemente por um usuário novo com um nome que revirou o estômago dele: Treydapussysnatcher. O vídeo se chamava "Taking a tu mama bitch" (Levando sua puta). Não podia ser, né? Não podia ser um vídeo de rap postado pelo Trey?! Não, era impossível! Ele hesitou por um instante e balançou a cabeça, tentando evitar a tentação de clicar. Não, melhor não. É uma ideia merda. Provavelmente é só mais um vídeo idiota! Posso ver um dos que já curto! Mas não conseguia tirar aquele maldito vídeo da cabeça, e antes que percebesse, já estava clicando nele e colocando no mudo, como fazia sempre. Como ele temia, lá estavam Trey, Alex e Zack! E não só isso! Estavam na casa dele, na sala dele! E bem ao lado... Luísa, a mãe dele, vestida só com um sutiã e uma tanga. A calcinha mal cobria nada, e para todos os efeitos, era quase como se ela estivesse pelada da cintura para baixo. A bunda dela era ainda mais redonda do que ele lembrava! Talvez fosse por causa de como o vídeo foi gravado! Não sabia, mas Geraldo nunca tinha ficado tão fascinado por uma raba na vida dele. Ele queria muito fechar a aba e o notebook. Em vez disso, colocou o vídeo no mudo; por algum motivo que ele nem conseguia entender. Por que ele queria ver isso? Por que a pica dele começava a pulsar dentro da calça? Por que ele não gritava e chamava a mãe? Pra chamar ela de puta? Em vez de fazer alguma coisa, Geraldo ficou encarando a tela, ouvindo a música do vídeo de rap. Cada letra era um insulto direcionado a ele, e a mãe dele ainda dançava! Os xingamentos do Trey pareciam destruir ele por completo. A música zoava a aparência do Geraldo, a raça dele, a incapacidade dele de conseguir uma mina, a virgindade de perdedor inocente dele, tudo que fazia ele se sentir um lixo! Trey chamou ele de magricela e feio: "Uma barata feia", falou num espanhol mal falado, imitando o que a Alicia tinha dito naquele mesmo dia. O último prego no caixão foi chamar o Henry, o "pai afeminado" do Geraldo, que nunca conseguiu satisfazer a esposa latina fogosa dele. O vídeo foi gravado em cada canto da casa dele, até no quarto do Geraldo! Como a mãe dele deixou isso acontecer! Tudo era nojento e perturbador, mas sem dúvida, o pior foi quando o Trey se deitou no chão. Por que ele fez isso? Um momento depois, Geraldo descobriu exatamente o porquê! Ele se abaixou sobre a cara dela e começou a bater palmas como uma puta. Enquanto isso, Trey mandava um rap: "Porra, esse virgem nunca tocou numa buceta desde a da mãe dele". Tudo doía tanto que ele queria se desmanchar e chorar! Em vez disso, ele continuou olhando, com o olhar fixo em tudo que acontecia. Geraldo também ficou chocado ao ver que o vídeo tinha uma produção de alto nível pra ser um vídeo amador. Era óbvio que eles tinham câmeras profissionais, e até um câmera, já que os três caras apareciam em quase todas as cenas. A mãe dele tinha pago tudo isso? Pra surpresa dele, o vídeo mostrava a gangue de idiotas brancos pegando um taco cada um e destruindo completamente o videogame e a TV dele. Não! Por quê?! — ele gritou, desolado, quando o vídeo acabou. O último quadro do novo "vídeo de rap" mostrava o Trey e a gangue de wiggers dele em volta da Luisa de lingerie, apontando pra bunda espetacular dela. Todos estavam semidespidos, e embora não fosse óbvio, Geraldo notou que os três tinham ereções escondidas sob o tecido da cueca. Trey olhou direto pra câmera e disse pro espectador: «Até mais, perdedor», antes da imagem sumir no preto. Geraldo sabia que aquilo era especialmente pra ele.

O vídeo se repetiu sem parar. Ele ficou vidrado na mãe, que dançava por todo lado, usando o abajur do Geraldo como barra de striptease. Era uma gostosa do caralho! Tentava mostrar a bunda em cada cena, fazendo espacate no sofá, rebolando igual uma adolescente. Até deixou os três caras, mas principalmente o Trey, baterem naquela bunda enorme dela, fazendo ela mexer sensual! Porra, que pesadelo! Não podia ser real! Quando ele achava que não podia piorar, quando sentia o mundo desabando, viu algo que chamou sua atenção. Geraldo já se sentia um merda vendo que o Trey, branquelo, bonito e charmoso, era muito melhor que ele em tudo. Era humilhante e assustador perceber que esse cara podia pegar qualquer mulher que quisesse... até a mãe dele. Mas pelo menos eles não tinham transado, né? Trey e Luísa não tinham transado... né?! «Pra ver a versão completa sem cortes, clica aqui». Geraldo leu embaixo do vídeo e nem pensou duas vezes. Só clicou, mesmo sabendo bem o que o esperava. Era a versão adulta e levava pra um site pornô. Geraldo assistiu horrorizado, fascinado e humilhado enquanto a mãe gostosa e gordinha chupava e brincava com o pauzão branco dos rivais. Era uma expert nisso, e tava na cara que transava com brancos direto. Como mais ela saberia exatamente como passar a língua naquelas cabeças grossas e inchadas e depois engolir o pau inteiro na boca? «Ai, sim, que gostoso!» gemeu que nem uma puta enquanto brincava com duas rolas nas mãos e engolia o pauzão branco do Trey. Todos estavam na quarto, manchando a cama com os fluidos dela. A mãe dele tava completamente nua, e os peitos dela eram uma obra de arte. Nessa hora, a câmera subiu e o Geraldo tirou uma foto da nuca da mãe dele, uma pica branca enfiada inteira dentro da boca faminta dela e a cara do Trey, sorrindo cruelmente. O aspirante a rapper piscou pra mim e falou, olhando direto pra câmera: "Duas putas latinas num dia não tá nada mal, hein, G? É isso aí, posso comer qualquer buceta gostosa onde você quiser enfiar sua pica pequena de moreno!" O Trey tava claramente insinuando que sabia que o Geraldo tinha visto o que ele e a Alicia faziam no carro antes. A Luísa, com a cara toda melada de líquido pré-ejaculatório, também olhou pra câmera. A pica enorme do Trey saiu da boca dela, e um fio fino de baba e líquido pré-ejaculatório ligava os lábios dela à cabeça do pau dele. "Desculpa, querido, mas como eu disse, esses caras são demais. Você devia tentar ser mais como eles! Quem sabe assim você não continua virgem aos 16!" E pra desgraça do Gerald, a Luísa montou no Trey. Ela era tão gostosa e curvilínea, com as pernas lindas bem abertas, de joelhos de cada lado do colo pequeno do garoto branco. Ela cavalgava o corpinho branco dele, pulando nele que nem uma cowgirl selvagem. Os outros dois brancos, Zack e Alex, se aproximaram. A câmera se afastou pra que o Geraldo pudesse ver a mãe dele fodendo o Trey como se não houvesse amanhã, enfiando a pica do Alex na boca e enrolando a mão na do Zack, batendo uma punheta intensa nele. Os três caras gemiam e ofegavam enquanto ela usava o corpo pra satisfazer e adorar aqueles três brancos. "Ah, sim!" Ela gemeu em espanhol, rolando a língua e pressionando a bochecha contra o eixo do Alex. "Sim, adoro foder com caras brancos! As picas de vocês são tão grandes e gostosas. Ai, Trey, me enche de porra, quero que você goze dentro de mim!" Ela agarrou a pica do Alex e bateu uma nele e no Zack. com as mãos livres só pra poder se inclinar e beijar Trey apaixonadamente enquanto continuava montando nele com força. Me enche de porra! Me enche de porra, Trey! — gemeu ela, e foi aí que ele finalmente gozou, soltando uma descarga tão grande que até escorreu pela buceta dela, sujando a cama do Geraldo e o chão. Geraldo sentiu o coração se partir e um nó enorme no estômago. Pior ainda, ele estava incrivelmente excitado, com o pau tão pulsando que sabia que ia gozar quase segundos depois de se tocar. Por que ele estava com tanta inveja daqueles caras? Queria com todas as forças foder a Luisa pra ter a mesma sorte que aquele garoto branco. Se sentia inadequado, feio, indigno de ser amado. E, no entanto, nunca tinha estado tão ereto na vida inteira. Geraldo enfiou a mão na calça pra se tocar como um pervertido nojento, mas bem quando tava desabotoando a calça, ouviu uma batida na porta. “P-pode entrar”, murmurou, e Henry entrou, colocando a mão no ombro do filho. — Sinto muito pelo tipo de mãe que você tem, filho. Queria que tudo fosse diferente — disse, dando um tapinha paternal no ombro de Geraldo. Pela primeira vez na vida, Geraldo começou a ver o pai sob uma nova luz. — É… eu sei — murmurou baixinho. — Vai se vestir, filho. Te convido pra um sorvete, que tal? — perguntou Henry, e Geraldo concordou, saindo pela porta em silêncio. Henry trancou a porta. Sentou onde o filho tinha estado prestes a se masturbar há poucos minutos e deu play no vídeo. Henry mordeu o lábio inferior e começou a ter lembranças intensas do dia que descobriu Luisa traindo ele. O dia que mudou a vida dele e destruiu o casamento. Ela tinha dormido com outro homem branco naquela época. Claro que sim. Luisa adorava paus brancos. Aquele cara era tão bem dotado, e era o oposto de tudo que Henry representava. Só faltava uma última coisa pra ele fazer antes de Convidar o Geraldo pra tomar aquele sorvete. Ela humilhava ele completamente, mas ele só precisava bater uma punheta com esse vídeo e com a lembrança da Luisa dando pra aquele encanador branco. Foi há três anos, quando o Geraldo tinha 13. Eles já moravam naquela casa há um tempo, mas a Luisa tava há mais tempo ainda sem ser feliz. O Henry percebeu como ela olhava pros homens brancos ao redor, mas decidiu fazer de conta que não via nada. Mas não dava mais pra ignorar tanta coisa antes de chegar no limite. O Trey, aquele pivete que adorava brincar com o filho do Henry, tinha se mudado pro bairro naquele mesmo dia. Mais uma família branca na área. Mais caras pelos quais a Luisa ia babar. O Henry tava se arrumando pra ir trabalhar quando o encanador chegou. O banheiro de cima não tava funcionando direito. Era um cara branco incrivelmente alto e musculoso. Gostoso, careca e pelo menos uma cabeça mais alto que o Henry. — Ai, finalmente o encanador chegou! — gritou a Luisa, correndo pra porta da frente, mordendo o lábio de baixo com tesão. O Henry percebeu que o homem branco olhava pra mulher dele abertamente. Ele se sentiu incrivelmente inseguro, mas tinha que ir embora. Não podia se dar ao luxo de chegar atrasado no trampo. "Nossa, que braços grandes e musculosos você tem!", gritou a Luisa enquanto mostrava a casa pro encanador, dando em cima dele como se o marido não estivesse ali. O Henry se sentiu terrivelmente humilhado, mas também ficou excitado de um jeito que ele não conseguia entender. Igual ia acontecer com o filho dele anos depois. — Tchau, Luisa! — gritou pra esposa, que olhou pra ele com raiva. — Fala inglês, pelo amor de Deus! — ela repreendeu ele e depois se virou pro homem branco com um sorrisão nos lábios carnudos. O Henry suspirou e saiu de má vontade pra trabalhar, muito preocupado com o que podia rolar na casa dele enquanto ele não tava. Enquanto isso, no quintal, o Geraldo, de 13 anos, brincava sozinho. Ele se sentia muito solitário, mas nunca tinha conseguido fazer amigos. Por mais que tentasse, parecia que o pessoal não gostava dele! Ele tava fingindo ser um grande super-herói, e as minas se jogaram nos braços dele, chamando ele de grande herói! Foi uma fantasia fantástica! Luísa, preocupada porque o filho dela vivia sozinho, visitava o Geraldo de vez em quando, mas não ficava do lado de fora com ele. Como é que ia fazer isso, se era muito mais gostoso conversar com o encanador bonitão e gato, que não parava de dar em cima dela com cada vez mais cara de pau toda vez que voltava pro banheiro? “E aí! O que cê tá fazendo?” Uma voz estridente interrompeu a brincadeira do Geraldo, bem na hora que ele tava fingindo que tava voando pelo quintal. Quando ele levantou a vista, viu o Trey encarando ele. Naquela época, ele era um completo estranho pro Geraldo. Esse vizinho novo pareceu muito estranho pro Geraldo porque era só um moleque branco... mas agia como um moleque preto estereotipado. “Cê só tava brincando?”, respondeu o Geraldo, sem saber muito bem como agir perto dele. “Cê é um bosta!”, falou o moleque, e o Geraldo olhou pra ele com o olhar perdido. Eles tinham acabado de se conhecer e esse moleque já tava tirando sarro dele? Naquela hora, a Luísa saiu e sorriu, surpresa e feliz. — Ah, Geraldo! Finalmente arrumou um amigo? E é um moleque branco e simpático! Que lindo! — exclamou a Luísa, claramente orgulhosa. O Geraldo queria responder que aquele moleque com certeza não era amigo dele, mas a Luísa ia ficar decepcionada. Então ele só concordou, mansinho. “Qual é o seu nome, gatinho?”, ela perguntou, e o moleque branco agiu como se fosse um preto grandão. “Sou o Trey, gostosa.” O moleque de 13 anos tava dando em cima da mãe dele, e em vez de ficar puta, ela riu e achou uma gracinha! “Ah, que fofo! Bom, se divirtam, crianças!”, ela falou, virando as costas e deixando o Trey dar uma boa olhada na rabuda dela naquela legging tão sexy. No momento em que ela foi embora, o Trey virou e encarou o Geraldo, dando um sorriso cruel. “Sua mãe tem uma buceta enorme!”, ele falou na lata, surpreendendo o moleque moreno. “É enorme!” “Cala a boca!” protesta o Geraldo, mas o O moleque não para. Você já ajuda ela a limpar a bunda? É tão grande que com certeza ela não consegue limpar sozinha! — disse ele, rindo da própria piada, e depois continuou com um monte de piadas ruins de "sua mãe". Geraldo era tímido demais e ingênuo pra entender tudo... até que Trey foi longe demais com uma piada racial. Vocês, hispânicos feios, têm mães gostosas! É como se todas as latinas fossem super sexys e todos os homens latinos fossem uns bichos nojentos que se arrastam no lixo! Como é que eles casam com minas gostosas com essas bundonas enormes? Isso fez Geraldo chorar na hora. Era um ponto fraco pra ele, já que os pais dele viviam brigando. Ele queria que eles tivessem o casamento perfeito que as outras famílias pareciam ter! Mas até o pequeno percebia que a mãe dele vivia dando mole pra homens brancos.

"Mãe!", ele gritou, correndo pra dentro de casa. Queria que a mãe dele desse uma bronca naquele pestinha e o abraçasse, mas a Luísa não estava em lugar nenhum! Por algum motivo, o Trey seguiu ele, ainda querendo zoar a nova vítima. "Cadê você, mãe?!" Nessa hora, os dois moleques ouviram uns barulhos estranhos vindo do porão. Parecia que alguém tava batendo palma bem forte, e um som molhado esquisito. Tudo misturado com gemidos e grunhidos altos, como se alguém tivesse sentindo dor. E a mãe dele... A mãe dele tava falando em espanhol! Geraldo sabia que a mãe dele só falava espanhol quando tava muito puta. Mas ele não entendia o que ela dizia! Então ele foi devagar até a porta do porão, abriu um pouquinho e deu uma espiada lá dentro. Pra surpresa dele, viu uma coisa que nenhum moleque da idade dele devia ter descoberto. A Luísa tava montando a bundona morena dela no pauzão branco do bombeiro gostoso. Ela montava nele que nem uma cowgirl, o buraquinho apertado dela engolindo o pau inteiro toda hora. Ele recuou e começou a chorar sem parar, todo confuso. E dolorido. A Luísa nem percebeu, tão focada no próprio orgasmo que nem viu o filho no alto da escada. "Isso, que gostoso! Muito melhor que aquela piroca pequena do meu marido. Não aguentava mais sem montar uma piroca branca boa!" Ela gemeu alto, a bunda quicando no colo do garoto branco. Geraldo ficou tão chocado que nem lembrou que o Trey estava ali. O garoto branco olhou pro porão e deu um sorrisão. Virou pro Geraldo e gritou: "Sua mãe é uma puta gostosa e suja mesmo, preto!" Geraldo saiu correndo chorando, e o Trey ficou mais uns minutos ali, vendo o show de graça. Geraldo pegou o telefone e ligou pro pai, soluçando sem parar. "Pai! A mamãe tá fazendo umas coisas muito estranhas com o encanador. Parece muito dolorido e dá muito medo! Não entendo o que tá rolando!" O Henry lembrou de estar sentado na frente do computador naquele momento, tentando consolar o filho enquanto saía correndo do trabalho. Quando o Henry chegou em casa, o pequeno Trey já tinha ido embora, mas a Luísa ainda não tinha terminado com o encanador. Ele ouviu gemidos e grunhidos assim que entrou na sala. "Filho, sobe agora!" — disse pro Geraldo, que o esperava, visivelmente confuso e preocupado. "Vai ficar tudo bem. Só sobe e joga no videogame ou algo assim." Geraldo obedeceu em silêncio, e o Henry caminhou até a porta entreaberta do porão. Do alto da escada, ele viu a esposa montando aquele cara branco. Dessa vez, ela tava de costas, fodendo o encanador de vaqueirinha invertida. A piroca enorme dele, muito maior que a do Henry, era branca e tava enfiada na bunda enorme e gostosa dela. Os peitos dela balançavam pra todo lado, e o Henry sentiu ciúmes, raiva e nojo. Quis que fosse só isso que ele sentisse naquele momento. Mas também tinha uma ereção humilhante pressionando a frente da calça. Ele engoliu seco e finalmente... falou com a voz trêmula: —Luisa, pelo amor de Deus! O que você tá fazendo? —gritou, com um tom muito menos autoritário do que queria. Ela encarou ele e arregalou os olhos. Mesmo assim, enquanto se abria passo a passo sobre a rola branca que montava, de repente percebeu que simplesmente não tava nem aí pra aquele latino feio com quem tinha sido obrigada a se casar. —Henry, fecha a porta! A gente fala depois! —disse entre gemidos. O encanador e a mulher dele continuaram trepando como se ele não estivesse ali, e Henry fechou a porta com tristeza. Naquela noite, ele se mudou pra um motel e o processo de divórcio começou no dia seguinte. Henry tentou esquecer a esposa, mas como ia conseguir, se ele se tocava com muita frequência, lembrando do dia que pegou Luisa dando pra um homem branco desconhecido na própria casa dele?

1 comentários - Mamis dominicanas de bunda grande

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