mi esposa y mi jefe, siguen los cuernos

desculpa pela demora


espero compensar vocês com este relato que continua contando essa história


espero que vocês curtam muito


e obrigado por me ler, pelos seus pontos e por me seguir








No dia seguinte eu estava morrendo de vontade de saber o que tinha acontecido depois daquela festa do caralho. Era a única maneira de fazer meu pau parar de latejar. Agora eu sabia que nenhuma das minhas duas filhas era minha, mas sim dos meus chifres gigantes, e além de tudo isso, elas tinham virado umas putas iguais à mãe. E eu, como o maior trouxa do mundo, nunca tinha percebido nada. Elas eram tão vagabundas que compartilhavam os namorados com a mãe, era como se estivessem numa competição pra ver qual das três era a maior puta. Mas a putaria delas era diferente ao mesmo tempo. A Romi seguia os passos da mãe: tinha conseguido a mesma coisa - um marido corno que não sabia das putarias dela e uma filha tão vagabunda quanto ela. Já a Susy foi além. Conseguiu o que nem a irmã nem a mãe tinham conseguido: fazer o marido de corno não foi difícil, mas transformá-lo num corno muito viado - esse foi o maior triunfo dela. Mesmo que o preço tenha sido alto, ela também tinha viado o filho, um mariconzinho que eu mesmo tinha desvirgado. Ficou claro que, apesar de ser um grande corno, eu era o único homem da família. Pelo menos por enquanto, já que a Clara, aproveitando minha tesão, tinha enfiado uns dedos no meu cu como se fosse o pau dela. Não sei porquê, mas aquilo tinha sido muito doentio e satisfatório, tanto pra mim quanto pra ela. E desde aquele momento não foi mais tão difícil convencê-la a me contar com muitos detalhes cada uma das minhas galhadas, porque toda vez que ela terminava de contar, a gente transava e ela enfiava os dedos cada vez com mais força. Assim as coisas tinham mudado: agora era ela que me pedia pra contar as aventuras sexuais dela.


Clara, bom, querido, você quer saber o que aconteceu depois com os caras? Olha, no outro dia eu não sabia o que fazer, só de pensar no que tinha acontecido já me deixava tão excitada que não conseguia evitar de me tocar, sonhava com aqueles paus, te juro, tinha adorado ser usada e descartada daquele jeito, além disso, estávamos tão longe de casa que a exposição não seria problema, sabia muito bem que todo mundo já me conhecia por ser a puta do lugar, a puta fácil que qualquer um poderia usar só mostrando o pau, por isso naquele dia não quis sair de casa, não estava em condições de ser comida por ninguém, aquela noite dormi totalmente pelada, não aguentava nem o atrito da calcinha, os caras tinham sido muito brutos comigo, ainda não sabia como tinha conseguido chegar em casa assim, foi assim que passei uns dias trancada, com certeza os comentários dos caras seriam de zoação e puxa, tinham toda razão em fazê-los, pouco tempo depois você chegou de novo, insistiu muito para irmos à piscina, então tive que ir, imediatamente percebi como eles olhavam para mim, aí soube que já tinha na testa marcado o que realmente era, só que você não via minha placa de puta, assim como não percebeu como eles olhavam, o pior foi quando o jardineiro veio nos cumprimentar, pensei que aí ia tudo para o caralho, mas você gostou muito dele e até o convidou para jantar para conversar sobre algumas coisas que queria fazer na nossa casa, só rezava para que você não o contratasse, naquela noite sabia que ele ia me comer, mas não queria que você percebesse nada, tudo tinha que ser rápido, então nem coloquei calcinha, jantamos e depois vocês conversaram


Se eu me lembro disso, eu aprendi bastante sobre jardinagem, mas depois a gente ficou falando de você. Na real, ele te admirava muito e, mesmo que desse pra ver a vontade que ele tinha em você, eu não fiquei com ciúmes nem desconfiei de nada. O que eu lembro mesmo é que a gente bebeu bastante e eu já tava cansado da viagem. Lembro que me despedi dele e fui pra cama enquanto você fazia o mesmo.


Clara, claro corno manso, você foi dormir e ficou desmaiado, nem sequer ouviu meus gemidos, não sabe com que fúria ele me comeu naquela noite, ele ficou muito excitado por me foder escondido de você, zombava do quanto você era bobo e da puta que tinha como esposa, sabe o que ele fez para me comer em casa? Só me mostrou o pau dele quando você foi para a cama e assim conseguiu que eu chupasse ele, que engolisse a porra dele e deixasse ele arrombar meu cu, assim como ele me deixou eu entrei na cama ainda mais excitada sabendo que você não tinha percebido nada, no domingo preparamos as malas já que voltávamos para casa, você quis que eu aproveitasse meu último dia de férias e ficou fazendo as malas enquanto me mandou para a piscina, imagina o que aconteceu


Sem amor, quero que você me conte tudo.


Clara, fizeram fila para me comer no vestiário onde um dos caras me levou, dessa vez os quatro me trataram melhor e como despedida me deram uma bela comida e quando me deixaram seu amigo apareceu.


Que isso, cara?


Clara, aquele velho que você não suportava, aquele que você me dizia que ficava zombando de você, você não imagina como ele me comeu. Ele tem uma rola enorme, uma coisa monstruosa. Enquanto ele me fodia, aí sim ele tirava sarro dos seus chifres. Eu pedia pra ele não falar essas coisas de você, e ele entre metidas dava risada. Por sorte, quando cheguei em casa fui direto pro banho e depois a gente foi embora.


E eu achava que você não se divertia sozinha no complexo.


Clara, meu amor, lembro que você me prometeu voltar porque não ia mais trabalhar nas férias de novo


Sim, sim, eu lembro, mas a Susy apareceu na hora.


Clara, ah, cala a boca, você não tem ideia do medo que eu tinha de você descobrir que você não tinha nada a ver com aquela gravidez, mas enfim, por sorte pra mim tudo deu muito certo


E quem de todos terá te engravidado, né? Que corno eu sou


Clara, não faço a menor ideia, amor, mas pra falar a verdade, nem eu sei se foi algum deles.


Como assim você não sabe?


Clara, claro, amor, porque depois de voltar das férias eu tinha certeza que podia continuar com minhas travessuras e claro que continuei, lembra que naquela época a gente mal transava?


E quem era o sortudo, meu bem?


Clara, lembra do seu chefe? O dono da empresa que você me apresentou na festa de fim de ano antes das férias? Esse foi um deles, o outro foi seu tio, seu primo e até seu pai, mas isso eu te conto depois, agora vamos transar, olha como você está toda molhadinha, gata


Tinha razão, eu já tinha gozado sem nem me tocar, só de ouvir como os outros comiam ela, ainda de calcinha. Entramos na cama e, como já era costume, fizemos um 69 daqueles, onde, como sempre, Clara acabou brincando com os dedos na minha bunda, fingindo que estava me comendo. Eu já estava gostando demais daquela brincadeira, não dava pra evitar, era muito gostoso. No outro dia, Clara, sem eu precisar pedir, me levou pra cama e começou a me contar sobre meu antigo chefe naquela festa de fim de ano onde tudo começou.


Clara, naquela época a Susy já estava con a gente e como você queria que eu fosse de qualquer jeito, deixamos ela com seus pais, já que era uma sexta à noite e no sábado passaríamos o dia com eles. Quando chegamos, você me apresentou aos seus colegas e entre eles estava seu chefe, com quem você tinha relação direta. Não sei o que ele viu em mim, mas logo começamos a conversar. Acho que ele gostou de mim. Comemos com ele sentado entre nós, tudo estava normal até que senti a perna dele roçando na minha. Não disse nada, deixei ele fazer isso com você ao meu lado. Me excitou a ideia do velho querer me comer com você ali. O toque foi ficando cada vez mais forte e claro que eu respondi. Me ocorreu que poderia tirar vantagem da situação – um bom aumento para você não cairia mal. Então me levantei e, ao fazer isso, minha mão foi até a virilha dele sem que ninguém percebesse, e disse que precisava ir ao banheiro. Fiquei lá, esperando. Sabia que o velho tinha entendido e viria atrás de mim. E foi assim que, pouco depois, ele bateu na porta e perguntou se eu estava bem, ao mesmo tempo que a abria.


Clara, agora sim tô melhor.


O velho se aproximou de mim, não disse nada, só me abraçou e buscou minha boca, onde deixei que me beijasse. Suas mãos já estavam brincando com minha bunda, e eu não resisti, só me veio a ideia de gemer.


Chefe, você tá tão gostoso quanto eu, é hora de gozar com isso


Clara, oh no, please no, what will my husband say? He's at the table, he could come in at any moment.


Chefe, ele tá muito entretido com o colega dele tomando um bom drink, além do mais vamos ser rápidos, você não pode me deixar assim.


Clara já estava com as mãos percorrendo minha buceta por baixo da saia e da calcinha, logo descobriu o quanto eu estava molhada. Então, fui direto abaixar a calça dela, e ali, diante dos meus olhos, algo enorme: um pau gigante prestes a explotar. Sabia que ela ia me maltratar com aquilo, mas eu estava com tanto tesão que não liguei. Ela levantou minha saia enquanto eu guiava até minha entrada e, em segundos, me penetrou e começou a me comer. Não foi bruto, nada disso, fez tudo com paixão.


Clara, você está comendo a esposa do seu braço direito, como você vai compensar isso? Isso é muito errado, ahhh ahhh ahhh não para, não para, eu proíbo você de parar, ahhhh ahhh ahhh, que pica que você tem, queria que ele tivesse igual.


Chefe, dá pra ver que o corno não te dá atenção, só fica trabalhando e agora eu vou te atender, toma, toma meu leiteeeeee é tudo pra vocêêêê


Clara, o velho me encheu de porra, eu já tinha tido meu orgasmo e quando ele tirou o pau nem pensei duas vezes, me ajoelhei aos pés dele e chupei, chupei tanto que deixei bem limpinho. Ele vestiu a calça e foi embora, deixei passar alguns minutos, me arrumei um pouco e saí em direção à mesa onde você estava. Nunca percebi que nas minhas pernas estava com a porra do seu chefe, tenho certeza que só o garçom notou. Continuamos na festa como se nada tivesse acontecido, na hora pensei que meu plano tinha falhado, mas não foi assim. Na terça depois do almoço, seu chefe veio em casa, você estava trabalhando, era óbvio que ele vinha pra me comer, logo tomamos um café.


Clara, o que você tá fazendo por aqui? Aquela festa foi só um momento de tesão, não pode se repetir.


Chefe, e por que não, se você pirou nela?


Clara, é claro que me deixou louco, mas não podemos fazer isso. O que eu vou dizer pro meu marido?


Chefe, ele acha que eu vim por uma pasta, qual é o problema?


Clara, o problema é que agora temos uma filha pra criar e isso custa grana, muita grana mesmo.


Chefe, eu já sei e por isso te recompensei muito bem. Aconteça o que acontecer entre nós dois, ele não te contou?


Clara, vamos parar de falar nisso, melhor irmos pra cama, no fim das contas foi pra isso que você veio, né?


Entramos no quarto, você sabe como eu ando em casa, ele tirou meu vestido e logo fiquei de peitos pra fora. Eu tirei a calça dele e, enquanto ele tirava a camisa, eu já estava chupando o pau dele como dava. Já te falei que era um dos maiores que já tinha visto. Ele foi ficando duro até que me engasguei, comecei a lamber e ele me levantou.


Agora sim, chefe, temos tempo pra tudo.


Subimos na cama e começamos a transar, ter aquele pau dentro de mim me enchia de dor e prazer. Dessa vez eu queria sexo forte e eu disse pra ele, então ele não perdeu tempo, a resposta dele foi tremenda. Senti minha buceta sendo rasgada enquanto tinha meu primeiro orgasmo, foi aí que o velho aproveitou pra me virar e colocar seu travesseiro debaixo da minha barriga. Quase não tive tempo de reagir, lá estava eu com meu cu aberto e à disposição. Sabia que ia custar muito aguentar aquele pau enorme penetrando minha bundinha apertada. Pedi pra ele não fazer, mas sem muita convicção. Você não sabe como foi sentir aquele pau me arrombando o cu. Por sorte já estava bem aberto, mas o velho abriu muito mais e não parou até encher meu rabo de porra. Quando terminou, ele me disse


Chefe, agora sim você é minha. Uma mulher é propriedade de quem arrebenta o cu dela, e olha só como eu arrebentei o seu. Agora vim porque isso ainda não acabou.


Clara foi ao banheiro, lavou o pau dela e voltou para mais, eu já estava exausta e dolorida, mas não queria recusar.


Chefe, dá uma olhada, esses peitos só servem pra isso e tenho certeza que o corno nunca fez, você vai ver como vai gostar.


Clara enfiou o pauzão dela entre meus peitos, eu já sabia o que ela queria fazer, então apertei com eles e comecei a punhetar. Sentir o pau dela entre meus peitos era uma delícia, e ainda tinha uma vantagem: ela não ia continuar me comendo ou arrombando meu cu, porque com certeza eu não aguentaria mais. Ficamos um bom tempo assim até que, não sei se de tanta tesão, ela gozou de um jeito que o leitinho chegou até minha cara e ainda veio mais várias vezes. Foi assim que fiquei toda melada da cara até os peitos, completamente encharcada. Susy começou a chorar no berço.


Chefe, anda, atende sua filha, eu vou embora mas volto pra mais

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